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sexta-feira, 1 de julho de 2016

PSICOPATAS SABEM TIRAR VANTAGEM DO DESCONHECIMENTO SOBRE ELES



PONEROLOGIA PSICOPATAS NO PODER ANDREW LOBACZEWSKI
PESSOAS NORMAIS SOB O DOMÍNIO PATOCRÁTICO

Andrew Lobaczewshi, o autor de PONEROLOGIA, insiste enfaticamente nisto: a mente humana normal não concebe a existência de um mundo psicopático e por isso ela é surpreendida por ele. Quando ela se depara com seu inacreditável maquiavelismo, perversidade e seus feitos desastrosos, ela não só demora demais para compreender e reagir apropriadamente, mas, e sobretudo, ENTRA EM CHOQUE COM A REALIDADE.  Psicopatas sabem se aproveitar desse conhecimento e de outros a nosso respeito. Desenvolveram uma "ciência" que explora impiedosamente nossas fraquezas e nossa ignorância sobre eles. ”Então o valor prático da nossa visão de mundo natural termina geralmente onde a psicopatologia começa."

Trotsky expôs em "A Nossa Moral e a Deles" uma parte do ingrediente secreto do sucesso comunista: a total falta de escrúpulos mascarada de "outra moralidade".  E essa guerra contra nós é travada também em campos mais sutis, psicológicos, cognitivos, da destruição da mente.

Abaixo, alguns parágrafos do livro de Lobaczewski:

A familiaridade com essas fraquezas comuns da natureza humana e com a ingenuidade de uma pessoa normal, é parte do conhecimento específico que nós encontramos em muitos indivíduos psicopatas, assim como em caracteropatas. Propagandistas de várias escolas tentam provocar tais reações para-apropriadas em nome de seus objetivos específicos ou a serviço de suas ideologias dominantes.”

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A atrofia das faculdades críticas naturais com respeito a indivíduos patológicos se torna uma abertura para suas atividades.

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O método de terror psicológico (aquela arte patocrática específica), as técnicas de arrogância patológica e a invasão das almas das outras pessoas, inicialmente têm efeito tão traumáticos que as pessoas são privadas da sua capacidade de reação objetiva.
  
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Tal estado de coisas consiste simultaneamente em uma situação que está no limiar do consciente, em que se torna ainda mais fácil o dano adicional ao senso comum saudável e às faculdades morais críticas das pessoas. Uma vez que um grupo tenha inalado uma dose suficiente de material patológico para dar origem à convicção de que essas pessoas não-tão-normais são gênios inigualáveis, inicia-se a sujeição dos membros mais normais a uma pressão caracterizada por elementos paramorais e paralógicos correspondentes. 

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Graças ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu oposto.

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A lei tem se tornado a medida do que é certo dentro de países com sistemas humanos normais. Nós nos esquecemos freqüentemente de quão imperfeita uma criação da mente humana realmente é, e de como é dependente de formulações baseadas em dados que os legisladores podem entender. Na teoria do direito nós aceitamos sua natureza regulatória como um dado e consequentemente aceitamos que, em certos casos, suas atividades podem não ser tão coexistentes à realidade humana. Entendido isso, a lei fornece suporte insuficiente para reagir a um fenômeno cujo caráter reside fora das possibilidades de imaginação do legislador. Pelo contrário: a patocracia sabe como tirar vantagem das fraquezas desse modo legalista de pensamento. Apesar disso, essas ações internas do fenômeno e sua expansão externa são baseadas em dados psicológicos. Desta forma, independentemente do modo como estes dados são deformados dentro das personalidades dos patocratas, a sua astúcia é muito superior aos sistemas legais das pessoas normais.

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As autoridades patológicas estão convencidas de que os meios pedagógicos apropriados, as doutrinações, a propaganda e o terrorismo podem ensinar uma pessoa que possui um substrato instintivo normal (uma cadeia de sentimentos e uma inteligência básica), a pensar e sentir de acordo com o seu próprio costume anômalo. Esta convicção é somente um pouco menos irreal, psicologicamente falando, do que a crença de que as pessoas capazes de ver as cores podem normalmente ter esse hábito quebrado. Na verdade as pessoas normais não podem se desfazer das características com as quais a espécie homo sapiens foi provida pelo seu passado filogenético. Tais pessoas nunca irão parar de sentir e de perceber os fenômenos psicológicos e sócio-morais do mesmo modo que seus ancestrais têm feito por centenas de gerações. Qualquer tentativa de fazer com que a sociedade subjugada "aprenda" esse modo diferente experimental imposto pelo egotismo patológico está, em princípio, fadada ao fracasso, independentemente de quantas gerações isso dure. Ela traz, no entanto, uma série de resultados psicológicos inapropriados, que podem dar aos patocratas a aparência de sucesso.

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A liderança patocrática acredita que pode atingir um estado onde as mentes daquelas "outras" pessoas se tornem dependentes através dos efeitos da sua personalidade, dos meios os pedagógicos pérfidos, dos meios de desinformação da massa e do terror psicológico; tal destino tem um significado básico para eles. No seu mundo conceitual, os patocratas consideram praticamente auto-evidente que os "outros" devem aceitar seu modo óbvio, realista e simples de apreender a realidade. Por alguma razão misteriosa, no entanto, os "outros" se esquivam, caem fora e contam piadas entre si sobre os patocratas.

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O mundo patocrático, o mundo do egotismo e do terror patológicos, é tão difícil de ser entendido pelas pessoas educadas longe da abrangência desse fenômeno que elas freqüentemente se manifestam como crianças ingênuas, mesmo que tenham estudado psicopatologia e que sejam psicólogos por profissão. Não há nenhum dado real em seu comportamento, conselho, repreensão e psicoterapia. Isso explica porque os seus esforços são entediantes e dolorosos e, com frequência, não dão em nada. 

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Se uma pessoa com um substrato instintivo normal e uma inteligência básica já ouviu ou leu sobre tais sistemas cruéis de governo autocrático "baseados em uma ideologia fanática", ela sente que já tem uma opinião formada sobre o assunto. Contudo, a confrontação direta com o fenômeno, inevitavelmente, produziria nela um sentimento de impotência intelectual. Todas as suas imaginações anteriores se mostrariam praticamente inúteis; elas explicam quase nada. Isso provoca uma sensação persistente de que ela e a sociedade em que foi educada são bastante ingênuas.

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Quando a mente humana entra em contato com essa nova realidade, tão diferente de quaisquer experiências encontradas por uma pessoa que cresceu em uma sociedade dominada por pessoas normais, ela libera sintomas de choque psicofisiológico no cérebro humano com um tônus mais elevado de inibição do córtex e uma repressão de sentimentos, que algumas vezes jorram incontrolavelmente. A mente, então, trabalha mais lentamente e com menor intensidade porque os mecanismos associativos se tornaram ineficientes. Principalmente quando uma pessoa tem contato direto com os representantes psicopatas do novo regime, que utilizam sua experiência específica para traumatizar as mentes dos "outros" com suas próprias personalidades, a mente de tal pessoa sucumbe para um estado catatônico de curto prazo. Suas técnicas arrogantes e humilhantes, paramoralizações brutais e assim por diante, anestesiam os processos de pensamento e as capacidades de autodefesa da pessoa, e seu método de experiência divergente se ancora na mente da pessoa. Na presença desse tipo de fenômeno, qualquer avaliação moralizante do comportamento de uma pessoa em tal situação torna-se assim imprecisa, na melhor das hipóteses. Somente quando esses estados psicológicos desagradáveis e inacreditáveis passaram, graças ao descanso na companhia de pessoas benevolentes, é possível refletir, o que é sempre um processo doloroso e difícil, ou ficar ciente de que a mente e o senso comum foram enganados por alguma coisa que não se encaixa na imaginação humana normal.



CENSURA POLITICAMENTE CORRETA DOS PENSAMENTOS - INCRIMINAÇÃO DO DISCURSO DE ÓDIO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/censura-politicamente-correta-dos.html

MARX ERA MARXISTA - FRASES DO MANIFESTO COMUNISTA QUE INCENTIVOU E JUSTIFICOU A TIRANIA E O GENOCÍDIO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/08/marx-era-marxista-frases-do-manifesto.html

PROFECIAS DO DIABO - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/04/profecias-do-diabo-manipulacao-da-mente.html

POR QUE DESMANTELAR O ESTADO?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/por-que-o-pt-esta-desmantelando-o.html

DESINFORMAÇÃO - LIVRO DE ION MIHAI PACEPA - A PRINCIPAL ARMA COMUNISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/01/desinformacao-livro-de-ion-mihai-pacepaq.html

A língua de pau - Pode-se dizer que a língua de pau é a obra-prima da desinformação, pois é impossível falá-la sem nos tornarmos, pelo efeito de vampirismo, desinformado e desinformante ao mesmo tempo.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13148-a-lingua-de-pau.html

MANIPULAÇÃO PELO COMPORTAMENTO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/a-resistencia-rebeldes-na-nova-ordem.html

MENTALIDADE REVOLUCIONÁRIA
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13970-alguns-tracos-da-mente-revolucionaria.html

TROTSKY - A ESQUERDA SEM ESCRÚPULOS
https://youtu.be/1L4ZpEz45kA
Mas a mentira e a violência "em si mesmas" não são condenáveis? Certamente, tanto quanto a sociedade dividida em classes que as gera. Uma sociedade sem contradições sociais será, naturalmente, uma sociedade sem mentiras e sem violência. Não existe, porém, outro meio de construir uma ponte até essa sociedade a não ser por meios revolucionários, ou seja, violentos. A própria revolução é um produto da sociedade de classes, da qual carrega, necessariamente, os traços. Do ponto de vista das "verdades eternas", a revolução é, obviamente, "contrária à moral". Mas isso significa apenas que a moral idealista é contra-revolucionária, isto é, está a serviço dos exploradores.
http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Documentos-n%C3%A3o-Inseridos-nas-Delibera%C3%A7%C3%B5es-da-ONU/leon-trotski-a-nossa-moral-e-a-deles-1938.html  

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A DESTRUIÇÃO COMO MÉTODO
"Agora o prof. Duguin promete salvar o mundo pela destruição do Ocidente. Sinceramente, prefiro não saber o que vem depois. A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. O prof. Duguin propõe o Império Eurasiano e reconstrói toda a história do mundo como se fosse a longa preparação para o advento dessa coisa linda. É um revolucionário como outro qualquer. Apenas, imensamente mais pretensioso."


O futuro que a Rússia nos promete - Olavo de Carvalho http://www.olavodecarvalho.org/semana/110523dc.html   

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