"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Vemos, pois, que a tecnologia moderna tem conduzido à concentração do poder econômico e político, e ao desenvolvimento de uma sociedade controlada (inflexivelmente nos Estados totalitários, polida e imperceptivelmente nas democracias) pelo Alto Negócio e pelo Alto Governo." Aldous Huxley
SE NÃO INVESTIRMOS EM CONSCIÊNCIA, TEREMOS QUE INVESTIR EM CONTROLE TOTALITÁRIO? A superpopulação não é o problema, o problema não é quantitativo, mas qualitativo, é de comportamento e falta de Consciência (atenção, percepção, autoconhecimento, espiritualidade). Radicalizando, pense, por exemplo, como seria se a população mundial fosse constituída de sábios e santos, como Ramana Maharshi e madre Teresa de Calcutá, que consumiriam sabiamente e mais ajudariam do que dificultariam a vida na Terra. E, ao contrário, o estrago que psicopatas predadores como Hitler, Stalin, Khan, Mao, Napoleão impõem à sociedade faria com que 100 deles já lotassem o planeta. E agora, ainda, tem o agravante da tecnologia que alarga velozmente o círculo dos efeitos de nossas ações e dá um crescente poder de destruição nas mãos de qualquer um! Então, se não crescermos em Consciência, deveremos ser controlados com o uso do próprio poder tecnológico que estamos criando, ou nos destruiremos com ele? Esse não é um bom motivo que os Illuminati podem alegar para pôr em marcha sua agenda de dominação global?
Aldous Huxley, no "Regresso ao Admirável Mundo Novo" (artigo abaixo) expõe a relação entre superpopulação, superorganizações e totalitarismo. Mas ele não inclui o elemento Consciência em sua equação. Ele afirma que a superpopulação dá origem à superprodução da qual só a elite de grandes capitalistas (mega e metacapitalistas) pode dar conta, o que inicia um processo irreversível de eliminação dos pequenos (produtores, comerciantes) e concentração de poder financeiro que acaba engolindo (comprando!) o poder político que supostamente deveria proteger os cidadãos. Deu pra perceber que o poder político corrompido deriva de homens (materialistas) que se vendem.
Não é estranho que os vastos recursos empregados agora para nos controlar, nunca foram disponibilizados para o desenvolvimento da Consciência? Ao contrário, tudo foi feito para infantilizar nosso espírito, afunilar o campo de percepção, reduzir a inteligência a um amontoado de habilidades? É óbvio que não querem que tenhamos sequer a noção do quadro geral. Então temos de fazer por nós mesmos, EM POUCO TEMPO. Acorde! Não espere que saia nos jornais, corra atrás da informação enquanto vc pode.
Existe uma frase mais ou menos assim: "Todos se queixam da falta de memória, mas ninguém da falta de juízo." Hoje, a corja que nos controla pede mais e mais poder, mas acha que tem juízo suficiente. E, como diz Olavo de Carvalho, a ignorância não sabe que é ignorante. E “Burrice e maldade jamais foram termos antagônicos.”
Muito poder e pouco juízo é a fórmula para o desastre.
*
"Um sábio que conheci dizia que o pecado tem três etapas: a ignorância, a fraqueza, a maldade. A presente fraqueza moral brasileira é fruto de décadas de ignorância planejada. Só falta um pouco para que a nação passe à última etapa, aderindo a uma ética de Josés Dirceus e celebrando o maquiavelismo petista como a manifestação suprema e única do bem e das virtudes."
“Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos.”
“Se a hipocrisia é a homenagem que o vício presta à virtude, o cinismo é a afirmação ostensiva do vício como virtude.”
“As portas do espírito só se abrem à perfeita sinceridade de propósitos.”
Olavo de Carvalho
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Abaixo, um excerto de "REGRESSO AO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO", interessante livro de Aldous Huxley:
"Muitos historiadores, sociólogos e psicólogos escreveram longamente, e com profundo pesar, sobre o preço que o homem do Ocidente tem de pagar e continuará pagando pelo progresso técnico. Eles assinalam, por exemplo, que há pouca esperança de que a democracia floresça em sociedades onde o poder econômico e político será progressivamente concentrado e centralizado. Porém, o progresso da tecnologia conduziu e ainda conduz precisamente a concentração e centralização do poder. À medida que o mecanismo de produção em massa se torna mais eficiente, tende a tornar-se mais complexo e mais dispendioso — e, portanto, menos acessível ao homem empreendedor que possui poucos recursos. Além disso, a produção em larga escala não pode funcionar sem uma distribuição em grande escala; a distribuição em grande escala apresenta problemas que só os maiores produtores podem resolver razoavelmente. Em um mundo de produção e de distribuição em grande escala, os Pequenos, com seu fundo insuficiente de capital operante, vêem-se em grande desvantagem. Em competição com os Grandes, perdem seu capital e, finalmente, sua própria existência como produtores independentes; os Grandes engoliram-nos. Quando os Pequenos desaparecem, é cada vez maior o poder econômico que passa a ser manipulado por mãos cada vez menos numerosas. Sob uma ditadura, o Alto Negócio, que se tornou exeqüível pelo progresso tecnológico e pela conseqüente ruína do Pequeno Negócio, é controlado pelo Estado — isto é, por um grupo pequeno de chefes políticos e de militares, policiais e funcionários civis que executam suas ordens. Numa democracia capitalista, como os Estados Unidos, é controlado pelo que o professor C. Wright Mills chamou de Elite do Poder. Esta Elite do Poder emprega diretamente milhões de trabalhadores do país em suas fábricas, escritórios e armazéns; controla muitos milhões de outros homens, emprestando-lhes dinheiro para a aquisição de seus produtos e, pela posse dos meios de comunicação, influencia os pensamentos, sentimentos e ações de quase toda a gente. Relembrando as palavras de Winston Churchill, nunca tantos foram dirigidos por tão poucos. Estamos, de fato, muito distantes do ideal de Jefferson: uma sociedade francamente livre composta de uma hierarquia de unidades que se autogovernam — "as repúblicas elementares das circunscrições, as repúblicas das comarcas, as repúblicas dos Estados e a República da União, provocando um reforço de autoridade".
Vemos, pois, que a tecnologia moderna tem conduzido à concentração do poder econômico e político, e ao desenvolvimento de uma sociedade controlada (inflexivelmente nos Estados totalitários, polida e imperceptivelmente nas democracias) pelo Alto Negócio e pelo Alto Governo. Mas as sociedades são compostas de indivíduos, e só são boas na medida em que ajudam as pessoas a aproveitar suas potencialidades e as conduzem a uma vida feliz e criadora.
OS PERIGOS DA TECNOLOGIA: Instituto britânico alerta para riscos de extinção da raça humana AMEAÇAS SEM PRECEDENTES Bostrom acredita que entramos em uma nova era tecnológica capaz de ameaçar
nosso futuro de uma forma nunca vista antes. Estas são "ameaças que não temos
qualquer registro de haver sobrevivido". O diretor do instituto compara as ameaças existentes a uma arma perigosa nas
mãos de uma criança. Ele diz que o avanço tecnológico superou nossa capacidade
de controlar as possíveis consequências. Experimentos em áreas como biologia sintética, nanotecnologia e inteligência
artificial estão avançando para dentro do território do não intencional e o
imprevisível.
Pelas próprias mãos
"Este é o primeiro século na história mundial
em que as maiores ameaças provêm da humanidade"
Martin Rees, Universidade de
Cambridge
A biologia sintética, onde a biologia se encontra com a engenharia, promete
grandes benefícios médicos, mas Bostrom teme efeitos não previstos na
manipulação da biologia humana. A nanotecnologia, se realizada a nível atômico ou molecular, poderia também
ser altamente destrutiva ao ser usada para fins bélicos. Ele tem escrito que
governos futuros terão um grande desafio ao controlar e restringir usos
inapropriados. Há também temores em relação à forma como a inteligência artificial ou
maquinal possa interagir com o mundo externo. Esse tipo de inteligência
orientada por computadores pode ser uma poderosa ferramenta na indústria, na
medicina, na agricultura ou para gerenciar a economia, mas enfrenta também o
risco de ser completamente indiferente a qualquer dano incidental. Sean O'Heigeartaigh, um geneticista do instituto, traça uma analogia com o
uso de algoritmos usados no mercado de ações.
Diretor de instituto adverte que riscos são reais e não se
trata só de ficção científica
Da mesma forma que essas manipulações matemáticas, argumenta, podem ter
efeitos diretos e destrutitovs sobre economias reais e pessoas de verdade, tais
sistemas computacionais podem "manipular o mundo verdadeiro". Em termos de riscos biológicos, ele se preocupa com boas intenções mal
aplicadas, como experimentos visando promover modificações genéticas e desmanter
e reconstruir estruturas genéticas. Um tema recorrente entre o eclético grupo de pesquisadores é sobre a
habilidade de criar computadores cada vez mais poderosos. O pesquisador Daniel Dewey, do instituto, fala de uma "explosão de
inteligência", em que o poder de aceleração de computadores se torna menos
previsível e menos controlável. "A inteligência artificial é uma das tecnologias que deposita mais e mais
poder em pacotes cada vez menores", afirma o perito americano, um especialista
em super inteligência maquinal que trabalhou anteriormente na Google.
Efeito em cadeia
Juntamente com a biotecnologia e a nanotecnologia, ele afirma que essas novas
tecnologias poderiam gerar um "efeito em cadeia, de modo que, mesmo começando
com escasos recursos, você pode criar projetos com potencial de afetar todo o
mundo". O Instituto do Futuro da Humanidade em Oxford integra uma tendência centrada
em pesquisar tais grantes temas. O Instituto foi uma iniciativa do Oxford Martin
School, que abrange acadêmicos de diferentes áreas, com o intuito de estudar os
"mais urgentes desafios globais". Martin Rees, ex-presidente da Sociedade Real de Astronomia britânica é um dos
defensores do Centro de Estudos de Risco Existencial e afirma que "este é o
primeiro século na história mundial em que as maiores ameaças provêm da
humanidade". Nick Bostrom afrima que o risco existencial enfrentando pela humanidade "não
está no radar de todo mundo". Mas ele argumenta que os riscos virão, caso
estejamos ou não preparados. "Existe um gargalo na história da humanidade. A condição humana irá mudar.
Pode ser que terminemos em uma catástrofe ou que sejamos transformados ao
assumir mais controle sobre a nosa biologia. Não é ficção científica, doutrina
religiosa ou conversa de bar". * Crítica à Economia Política do Prof. Benayon http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0201.htm * NOVA ORDEM MUNDIAL - O QUE PODEMOS FAZER - OLAVO DE CARVALHO http://www.youtube.com/watch?v=wxP9xOi4BqI * Dois estudos sobre Aldous Huxley Olavo de Carvalho Prefácios a Admirável Mundo Novo e A Ilha http://www.olavodecarvalho.org/textos/huxley.htm * A SOBERANIA DA CONSCIÊNCIA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/04/a-soberania-da-consciencia-voz-da-alma.html * DESCOBRINDO O SENTIDO DA VIDA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/08/descobrindo-o-sentido-da-vida.html
"O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, deve suprimir o dinheiro em espécie." Daniel Estulin *
Olavo de Carvalho · A
idéia mais estúpida e mais criminosa que a elite acadêmica espalhou
pelo mundo é que o progresso da ciência e da tecnologia aumenta o "poder
da humanidade sobre a natureza material". Muito mais, muito antes, e
até como condição indispensável para que esse efeito alegadamente
maravilhoso possa produzir-se, o progresso mencionado aumenta O PODER
DE UNS HOMENS SOBRE OS OUTROS.
Quem pode decentemente ignorar que
civilizações tidas como portadoras de conhecimentos científicos
superiores até à imaginação moderna foram, todas, sem exceção,
civiizações demoníacas baseadas na escravidão e nos sacrifícios
humanos? *
A
coisa MAIS DECISIVA para o futuro da democracia em qualquer lugar do
mundo é que o povo -- a totalidade dos consumidores, eleitores e
pagadores de impostos -- tenha voz ativa
na distribuição das verbas de pesquisa científica, hoje monopólio de um
reduzido círculo de políticos, burocratas e bilionários. Sem isso, a
democracia nunca passará de uma camada de verniz populista adornando um
sistema tirânico e prepotente de dominação hierárquica. Quem seleciona o
que se pode perguntar e o que se deve calar determina a forma visível
do mundo e tem assim o domínio completo da conduta coletiva. O poder
intelectual é impessoal e de longo prazo, mas, no cômputo final, é
sempre o mais decisivo. Os cientistas devem ser forçados a investigar O
QUE O POVO QUER SABER, e não só o que interessa à elite que os comanda.
Pressentimento corporal
A intuição de acontecimentos futuros sempre foi algo associado com a mente ou com as emoções. Ou com ambas, compondo a intuição. Mas agora cientistas estão afirmando que nosso corpo pode nos preparar para acontecimentos futuros, pressentindo aqueles que serão importantes para nós. A conclusão é da Dra. Julia Mossbridge, da Universidade Northwestern (EUA).
Segundo ela, estudos científicos têm documentado o "pressentimento corporal" desde 1978. Ela então decidiu analisar todos os estudos sobre o assunto feitos desde então, e encontrou dezenas de análises do fenômeno, feitas por diferentes grupos de cientistas, em diferentes partes do mundo.
Profecia prática
A Dra. Julia é exigente quanto ao pressentimento, e escolheu apenas estudos nos quais o pressentimento corporal ocorre quando a pessoa que demonstra a pré-ciência não tem nenhuma informação adicional sobre o evento futuro a ser previsto - ela identificou 26 estudos científicos que documentam situações desse tipo.
Alteração na condutividade elétrica da pele dos voluntários de um dos estudos quando um evento estava para acontecer sem que eles tivessem nenhuma informação a respeito dele - a plotagem escura mostra a alteração na pele quando o evento de fato ocorreu. [Imagem: Mossbridge et al./Frontiers]
Por exemplo, um funcionário jogando videogame no computador da empresa, e usando fones de ouvido, não pode ter qualquer informação prévia sobre a chegada repentina do seu chefe.
"Mas nossa análise sugere que, se você estiver sintonizado com seu corpo, você pode ser capaz de detectar mudanças antecipatórias entre 2 e 10 segundos antes," disse a pesquisadora.
Segundo ela, isso é tempo suficiente para que a pessoa não apenas feche o jogo, como abra a planilha na qual deveria estar trabalhando, antes que o chefe entre na sala.
Biologia quântica
Este fenômeno é frequentemente chamado de "pressentimento", ou "sentir o futuro". Mas a Dra Julia afirma que ela e outros pesquisadores não têm certeza se as pessoas estão realmente prevendo o futuro.
"Eu gosto de chamar o fenômeno de 'atividade anômala antecipatória'," disse ela. "O fenômeno é anômalo, alguns cientistas argumentam, porque não podemos explicá-lo usando o entendimento atual sobre como a biologia funciona, embora explicações recentes, relacionadas com descobertas ligadas à biologia quântica possam fazer sentido.
"É antecipatório porque parece prever alterações fisiológicas futuras em resposta a um evento importante sem quaisquer indícios conhecidos.
"E é uma atividade porque consiste em mudanças no sistema cardiopulmonar, na pele e no sistema nervoso."
Fronteiras da percepção
Ou seja, se seu corpo começar a lhe emitir avisos, é melhor dar atenção, mas não pergunte aos cientistas como isso funciona, porque eles ainda não sabem. Mesmo porque outras pesquisas já mostraram que racionalizações podem estragar sua intuição. O estudo, assinado ainda por Patrizio Tressoldi (Universidade de Pádua - Itália) e Jessica Utts (Universidade da Califórnia - Irvine) foi publicado no último exemplar da revista Frontiers in Perception Science.
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Finalmente constataram quão apurados são os sentidos dos animais, que em nós são atrofiados por falta de atenção:
As autoridades que cuidam da fauna no Sri Lanka anunciaram que, apesar da perda de milhares de vidas humanas no maremoto que atingiu o sul da Ásia, não há registro de mortes entre animais. Ondas gigantescas entraram até 3,5 quilômetros terra adentro na maior reserva ecológica da ilha, onde existem milhares de animais.
Vários turistas se afogaram na reserva, mas, para surpresa das autoridades, não foi encontrado nenhum animal morto. O fato ressaltaria teorias de que os animais podem ter um "sexto sentido" em relação ao perigo.
O Parque Nacional Yala, no Sri Lanka, abriga elefantes, antílopes, chacais e crocodilos. Elogiado por seu trabalho de conservação da natureza, o parque também é considerado um dos melhores lugares do mundo para observar leopardos. Ele foi fechado depois que inundações provocadas pelos tsunamis danificaram prédios e mataram turistas e funcionários do parque.
Debbie Marter, que trabalha em um programa de proteção de tigres selvagens na ilha de Sumatra, na Indonésia, uma das áreas mais atingidas pela catástrofe de domingo, disse que não estava surpresa em saber que não foram encontrados animais mortos. "Animais selvagens em particular são extremamente sensíveis", disse ela. "Eles têm audição extremamente boa e provavelmente ouviram essa inundação vindo na distância."
"Deve ter havido vibração e pode ter havido também mudanças na pressão do ar que alertaram os animais e fizeram com que eles fossem para outros lugares onde se sentiam mais seguros". Há muitos relatos de testemunhas de aves e animais migrando antes de terremotos e erupções vulcânicas.
Há falta de provas científicas da existência do "sexto sentido" dos animais. Se as notícias forem confirmadas, elas podem aprimorar as pesquisas sobre o comportamento animal, que poderiam até mais tarde levar ao uso de animais como um sistema de alerta para seres humanos.
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Instinto animal
Como os animais de estimação conseguem adivinhar que seus donos estão chegando? Para um polêmico cientista inglês, os bichos têm um sexto sentido que lhes permite sentir coisas que nós não percebemos