CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

CLÁUDIO DANTAS - INTOLERÂNCIA OU COERÊNCIA? - AS ESTATÍSTICAS SOBRE CRIMINALIDADE SÃO FEITAS POR DESARMAMENTISTAS



Cláudio Dantas comenta neste vídeo a possível falsificação de dados estatísticos sobre a criminalidade no Brasil, feita por DESARMAMENTISTAS ligados a Ilona Szabo. 

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DADOS FALSOS PARA A LEI ANTI-HOMOFOBIA
"É realmente alarmante a possibilidade de que magistrados (incluindo aí os ministros ultraprogressistas do STF) possam estar proferindo decisões judiciais com base em conclusões acadêmicas infundadas. O que prova, por si só, a importância de se dar ampla publicidade à base de dados de onde se extraem essas conclusões. Caso contrário, cria-se um mecanismo nocivo de retroalimentação, uma caixa preta em que o mérito jamais é discutido (afinal, no caso em litígio, as 126 mortes foram ou não realmente motivadas por “lesbofobia”?), mas sempre pressuposto. Para condenar Daniel, a juíza tomou como fato inquestionável justamente aquilo que seria preciso debater de maneira transparente, mas que não tem sido graças à confusão reinante entre ativismo político (e jurídico) e pesquisa científica."  Flávio Gordon
https://otambosi.blogspot.com/2019/02/salsichas-academicas-o-caso-do-dossie.html

*
Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".


Quando igualar é fazer 2 pesos e 2 medidas:
Olavo de Carvalho  "A esquerda fodeu com a economia, com a educação, com a ciência, com a segurança pública e com tudo o mais. Salvá-la, ainda que só um pouquinho, é matar o que resta do Brasil."

*



Daniel Ferraz O sr. Francisco Razzo — melhor conhecido como Chico Raso —, diz que o recuo do Ministro Moro quanto a nomeação da agente globalista da Open Society Foundation de George Soros, é resultado de um discurso fascista. Logo, para o sr. Raso, o POVO que votou em Bolsonaro que não compactua com agendas liberais-progressistas como aborto, ideologia de gênero, legalização das drogas, etc., é um povo fascista. E o pior! O sujeito escreveu um livro chamado “Contra o Aborto”. E agora passa pano para uma abortista no governo de um anti-abortista. Puta merda, puta merda.
O sr. Chico Raso parece ser um caso perdido mesmo. Eis o resultado do “propriomiolismo cultural”: uma fábrica de palpiteiros

***

Se o Estatuto do Desarmamento não resultou na diminuição da criminalinade, que fundamentação a esquerda utiliza para mantê-lo a ferro e fogo? Se ela está falseando os dados, ou se insiste por insistir numa lei genocida, tem de responder por crime. 
O trabalho que todos os poderes têm para nos desarmar, censurar, e inverter a culpa (do criminoso para o inocente) já é uma confissão de que seu inimigo é o
cidadão comum. 
O truque esquerdista implanta a ditadura através de um simulacro de democracia que substitui conceitos debatidos e estudados durante séculos por vagas definições totalmente infundadas que funcionam como um coringa politicamente correto para perseguir quem eles quiserem. A coisa está crescendo e a direita não se mexe.
A discussão sobre os absurdos que vivemos no Brasil não terá fim enquanto o "projeto criminoso de poder" não for levado a sério, investigado e denunciado como a causa das causas desses absurdos. Nada será bem entendido, nem aqui nem no mundo, se o item "projeto criminoso de poder" não for adicionado à equação.

"O crime sem castigo gera o castigo sem crime.", Paulo Briguet.

ILONA SZABÓ DEFENESTRADA E NOTA DE ESCLARECIMENTO DO GEN. FLORIANO -TERÇA LIVRE

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Daniel Ferraz O sr. Francisco Razzo — melhor conhecido como Chico Raso —, diz que o recuo do Ministro Moro quanto a nomeação da agente globalista da Open Society Foundation de George Soros, é resultado de um discurso fascista. Logo, para o sr. Raso, o POVO que votou em Bolsonaro que não compactua com agendas liberais-progressistas como aborto, ideologia de gênero, legalização das drogas, etc., é um povo fascista. E o pior! O sujeito escreveu um livro chamado “Contra o Aborto”. E agora passa pano para uma abortista no governo de um anti-abortista. Puta merda, puta merda.
O sr. Chico Raso parece ser um caso perdido mesmo. Eis o resultado do “propriomiolismo cultural”: uma fábrica de palpiteiros

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 Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".

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Moro nomeou as esquerdistas: Szabó, Helena Moura e Mônica Barroso do " ele nao ", e como chefe de comunicação do ministério, Giselly Siqueira, nora de Míriam Leitão, comuna da Globo.

Se ele está fazendo uma média com a esquerda para não ser tão "radical", como alguns dizem, é porque desconhece a natureza radicalmente subversiva da esquerda.

E a média entre a verdade e a mentira não é melhor que a verdade.

Suponho que Sérgio Moro não esteja ligando os pontos da guerra político-ideológica que corrói o Brasil hoje. Isso explicaria por que a Lava Jato nunca adentrou a esfera do crime de alta traição que é o "projeto criminoso de poder" e nunca reconheceu o uso estratégico da corrupção para a tomada de poder comunista.

Sendo assim, se ele ignora nosso principal inimigo, causa da corrupção sistêmica e a maior ameaça ao estado de direito no Brasil, como ele pode garantir um pacote anticrime eficaz e imune a manipulações pela verdadeira quadrilha?

A corrupção e o comunismo andam juntos, sempre. Não é possível combater o crime organizado no Brasil esquecendo o CRIME de aparelhamento do Estado feito pelo PT, PSDB, e as esquerdas subordinados ao movimento revolucionário internacional. Se o MPF e o Estado hoje são sinistros, devemos isso a eles.


SÉRGIO MORO, NOMEIA A COMUNISTA ILONA SZABÓ PARA CONSELHO NACIONAL
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/sergio-moro-o-que-uma-comunista-esta.html

Olavo de Carvalho Até quando os mandantes do Adélio estarão protegidos sob uma cortina de silêncio tão pesada quanto aquela que encobriu -- e encobre ainda -- o Foro de São Paulo?

Olavo de Carvalho Nenhum dos mandantes do assassinato do Celso Daniel foi jamais incomodado pelas autoridades ou pela mídia. Por que haveriam de sê-lo os patrões do Adélio?
Alguém ainda não entendeu que o Brasil tem um governo secreto mais poderoso que o governo visível?

Se levamos mais de meio século para finalmente conhecer, com o livro do Mauro Abranches, a força avassaladora da KGB no Brasil do governo Goulart, quanto tempo levaremos para entender quem comanda o jornalismo nacional hoje em dia?
Tudo o que aconteceu de mau e destrutivo no Brasil nos últimos vinte anos foi programado e realizado como ASCENSÃO POLÍTICA DO LUMPENPROLETARIADO. É o projeto Haddad de 1998.
 
Quando igualar é fazer 2 pesos e 2 medidas:
Olavo de Carvalho  "A esquerda fodeu com a economia, com a educação, com a ciência, com a segurança pública e com tudo o mais. Salvá-la, ainda que só um pouquinho, é matar o que resta do Brasil."

DISCURSO DE BOLSONARO E GUAIDO: O SOCIALISMO DESTRUIU A VENEZUELA - TERÇA LIVRE

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A CULPA DE LULA E DILMA NA DESTRUIÇÃO DA DEMOCRACIA VENEZUELANA - BOLSONARO OFICIAL

OLAVO DE CARVALHO - O QUE INTERESSA NUM HOMEM PÚBLICO SÃO SEUS VÍNCULOS REAIS

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Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".


Depois de anos e anos sufocados pela esquerda, para respirar um pouco elegemos um presidente diferente. Mas vários de seus ministros, ao invés de auxiliar a desesquerdização do Estado, querem mantê-la. A esquerda é um cavalo-de-Tróia, o que ela pretende é, e sempre foi, a hegemonia. Será tão difícil perceber isso?

" A esquerda prospera na exploração da ignorância, própria e alheia. Onde quer que ela exerça a hegemonia, impera o mandamento de jamais ler as obras de adversários e críticos, mas espalhar versões deformadas e caricaturais das suas ideias e biografias, para que a juventude militante possa odiá-los na ilusão de conhecê-los. Universidades que professam dar cursos de marxismo capricham nesse ponto até o limite do controle mental puro e simples."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/130813dc.html

"Ouvir vozes diferentes", Moro? As mesmas vozes que amordaçaram as nossas durante meio século? Ora, vá catar coquinhos.
Sr. Sérgio Moro, nós somos as vozes diferentes. As vozes que foram caladas durante 50 anos, e que foram eleitas, não para conciliar com as vozes da esquerda totalitária que nos calou, mas para governar segundo a vontade da maioria conservadora
Essa farsa nojenta de querer parecer mais bonitinho que a esquerda consiste apenas em dar a ela todas as vantagens. Se um lado quer a guerra e o outro só quer troca de afagos, imaginem quem vence.
Leiam "A Consciência Conservadora no Brasil" do Paulo Mercadante e entenderão que só as moscas mudaram: os conservadores brasileiros SEMPRE tiveram a mania da conciliação com quem deseja matá-los. E por isso mesmo sempre acabam se fodendo. Por exemplo, derrubaram o Getúlio só para acabar caindo nas mãos do seu filhote João Goulart.
Nas suas profissões especializadas, pode até ser que Mourão e Moro tenham lá suas virtudes, mas uma coisa é certa: Eles não têm A MENOR IDÉIA do que seja uma democracia.
Algum eleitor do Bolsonaro teria concedido UM voto ao Mourão se soubesse que ele era abortista, ou ao Moro se soubesse que ele era desarmamentista?
A declaração mourânica de que o massacre de inocentes desarmados é preferível a uma guerra civi foi a coisa MAIS OBSCENA que já saiu da boca de um homem público brasileiro desde o desembarque de Pedro Álvares Cabral.
Estará o povo brasileiro condenado a nunca ver a sua vontade prevalecer? Terá sido o grito da multidão nas ruas suplantado pelos cochichos de bacharéis e generais ansiosos por um afago da Globo?
Qualquer tentação de cortejar a simpatia da mídia perversa é perversidade.
O Bolsonaro se elegeu CONTRA A MÍDIA, e só contra ela poderá governar. Cada sorriso que um de seus ministros der a ela apagará muitos sorrisos no rosto do povo.
Traição não é "moderação".

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DADOS FALSOS PARA A LEI ANTI-HOMOFOBIA
"É realmente alarmante a possibilidade de que magistrados (incluindo aí os ministros ultraprogressistas do STF) possam estar proferindo decisões judiciais com base em conclusões acadêmicas infundadas. O que prova, por si só, a importância de se dar ampla publicidade à base de dados de onde se extraem essas conclusões. Caso contrário, cria-se um mecanismo nocivo de retroalimentação, uma caixa preta em que o mérito jamais é discutido (afinal, no caso em litígio, as 126 mortes foram ou não realmente motivadas por “lesbofobia”?), mas sempre pressuposto. Para condenar Daniel, a juíza tomou como fato inquestionável justamente aquilo que seria preciso debater de maneira transparente, mas que não tem sido graças à confusão reinante entre ativismo político (e jurídico) e pesquisa científica."  Flávio Gordon
https://otambosi.blogspot.com/2019/02/salsichas-academicas-o-caso-do-dossie.html

LEANDRO RUSCHEL - George Soros no Ministério da Justiça?

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Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".

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Depois de anos e anos sufocados pela esquerda, para respirar um pouco elegemos um presidente diferente. Mas vários de seus ministros, ao invés de auxiliar a desesquerdização do Estado, querem mantê-la. A esquerda é um cavalo-de-Tróia, o que ela pretende é, e sempre foi, a hegemonia. Será tão difícil perceber isso?

" A esquerda prospera na exploração da ignorância, própria e alheia. Onde quer que ela exerça a hegemonia, impera o mandamento de jamais ler as obras de adversários e críticos, mas espalhar versões deformadas e caricaturais das suas ideias e biografias, para que a juventude militante possa odiá-los na ilusão de conhecê-los. Universidades que professam dar cursos de marxismo capricham nesse ponto até o limite do controle mental puro e simples."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/130813dc.html
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"Ouvir vozes diferentes", Moro? As mesmas vozes que amordaçaram as nossas durante meio século? Ora, vá catar coquinhos.
Sr. Sérgio Moro, nós somos as vozes diferentes. As vozes que foram caladas durante 50 anos, e que foram eleitas, não para conciliar com as vozes da esquerda totalitária que nos calou, mas para governar segundo a vontade da maioria conservadora
Essa farsa nojenta de querer parecer mais bonitinho que a esquerda consiste apenas em dar a ela todas as vantagens. Se um lado quer a guerra e o outro só quer troca de afagos, imaginem quem vence.
Leiam "A Consciência Conservadora no Brasil" do Paulo Mercadante e entenderão que só as moscas mudaram: os conservadores brasileiros SEMPRE tiveram a mania da conciliação com quem deseja matá-los. E por isso mesmo sempre acabam se fodendo. Por exemplo, derrubaram o Getúlio só para acabar caindo nas mãos do seu filhote João Goulart.
Nas suas profissões especializadas, pode até ser que Mourão e Moro tenham lá suas virtudes, mas uma coisa é certa: Eles não têm A MENOR IDÉIA do que seja uma democracia.
Algum eleitor do Bolsonaro teria concedido UM voto ao Mourão se soubesse que ele era abortista, ou ao Moro se soubesse que ele era desarmamentista?
A declaração mourânica de que o massacre de inocentes desarmados é preferível a uma guerra civi foi a coisa MAIS OBSCENA que já saiu da boca de um homem público brasileiro desde o desembarque de Pedro Álvares Cabral.
Estará o povo brasileiro condenado a nunca ver a sua vontade prevalecer? Terá sido o grito da multidão nas ruas suplantado pelos cochichos de bacharéis e generais ansiosos por um afago da Globo?
Qualquer tentação de cortejar a simpatia da mídia perversa é perversidade.
O Bolsonaro se elegeu CONTRA A MÍDIA, e só contra ela poderá governar. Cada sorriso que um de seus ministros der a ela apagará muitos sorrisos no rosto do povo.
Traição não é "moderação".
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DADOS FALSOS PARA A LEI ANTI-HOMOFOBIA
"É realmente alarmante a possibilidade de que magistrados (incluindo aí os ministros ultraprogressistas do STF) possam estar proferindo decisões judiciais com base em conclusões acadêmicas infundadas. O que prova, por si só, a importância de se dar ampla publicidade à base de dados de onde se extraem essas conclusões. Caso contrário, cria-se um mecanismo nocivo de retroalimentação, uma caixa preta em que o mérito jamais é discutido (afinal, no caso em litígio, as 126 mortes foram ou não realmente motivadas por “lesbofobia”?), mas sempre pressuposto. Para condenar Daniel, a juíza tomou como fato inquestionável justamente aquilo que seria preciso debater de maneira transparente, mas que não tem sido graças à confusão reinante entre ativismo político (e jurídico) e pesquisa científica."  Flávio Gordon
https://otambosi.blogspot.com/2019/02/salsichas-academicas-o-caso-do-dossie.html

ARMAS E REVOLUÇÃO PASSIVA

Nenhuma inteligência sã pode aceitar discutir, a sério, se a proibição da venda de armas ajudará a reduzir a criminalidade

OLAVO DE CARVALHO

Se os meios de produção constituem o critério econômico da divisão de classes, o fator que assegura a uma classe o seu papel dominante na sociedade não é a posse deles, e sim a dos meios de destruição. Eis por que as revoluções que têm por meta nominal a mudança da estrutura econômica não tomam nunca por alvo prioritário a conquista das fábricas e dos bancos, mas sim a das instalações militares. Não a da riqueza, mas a das armas que a garantem. Nenhum materialista histórico esteve jamais embriagado de economicismo a ponto de negar essa obviedade.

Se nos períodos de paz e normalidade a riqueza financeira é um meio importante de conquistar e conservar o poder, nos de desordem e violência só um tipo de riqueza importa: a posse das armas. Nessas horas, mais pode o pobre armado do que o rico desarmado.

A lei que confere o monopólio da posse de armas a certas categorias de cidadãos representa, portanto, nada menos que uma revolução, o estabelecimento de um novo critério de estratificação social, de uma nova divisão de classes. Doravante, o povo brasileiro estará dividido em duas castas -os armados e os desarmados. Ao mais mínimo abalo da ordem cotidiana, essa distinção se mostrará mais decisiva, na prática, do que aquela que separa os pobres e os ricos, os letrados e os iletrados, os famosos e os anônimos.

Eis por que nenhuma inteligência sã pode aceitar discutir, a sério, se a lei de proibição da venda de armas ajudará ou não a reduzir a criminalidade. Ela não tem rigorosamente nada a ver com a diminuição da criminalidade, e é impossível que seus autores, todos versados em Marx, Gramsci e até Weber, não saibam disso. O combate à criminalidade é apenas o pretexto publicitário para fazer o povo aceitar, com plena inconsciência de seus efeitos, a mutação mais profunda e mais violenta que a sociedade brasileira já sofreu ao longo de toda a sua história. Que transformação tão drástica possa ser impingida pacificamente ao país enquanto os olhos da opinião pública estão desviados para discussões laterais -eis a manifestação vivente da "revolução passiva" preconizada por Gramsci, entre cujos seguidores se encontram o governador Anthony Garotinho, o dr. Carlos Minc, os próceres todos da campanha "Rio Desarme-se" e, "last but not least", o sr. presidente da República.

E, se coisa de tal monta não foi assinalada por nenhum observador num país que detém talvez o recorde mundial de cientistas sociais "per capita", é porque estes se dividem em duas categorias: os que não são capazes de percebê-la e os que, por desejá-la ardentemente, torcem para que ninguém mais a perceba. A revolução passiva é dita passiva precisamente porque não dói nem chama a atenção, mas vai penetrando insensivelmente, centímetro a centímetro, como a lâmina num tecido previamente anestesiado. A divisão do país entre os armados e os desarmados pressupõe uma outra, anterior, que a condiciona: a divisão dos brasileiros entre os gramscianos e os otários.

Entre os primeiros, o mais "soft" e, portanto, o menos desonesto é o sr. presidente da República, o qual, numa mensagem para os raros bons entendedores, reconheceu que, como instrumento para o combate ao banditismo, a nova lei é apenas "simbólica". Evidentemente, não ocorreu a nenhum dos demais perguntar-lhe por que uma lei simbólica tinha sido encaminhada ao Congresso em regime de urgência nem se, considerada como instrumento para alguma finalidade totalmente diversa, a nova lei não teria algum efeito menos simbólico e mais direto.

Que essa finalidade nada tem a ver com o controle do banditismo é a coisa mais óbvia do mundo. Cassar uma autorização só afeta quem precisa dela, e nenhum quadrilheiro esperou jamais autorização do Estado para usar armas. Ademais, todas as armas em posse do crime organizado já são ilegais, sendo inócuo colocar fora da lei o que nunca esteve dentro dela. Mas o efeito nulo que a proibição terá sobre todos os grupos que, por sua natureza, já atuam voluntariamente fora da lei (inclusive os bandos de guerrilheiros rurais) contrasta dramaticamente com a profundidade e a amplitude da mudança que ela desencadeará sobre a vida de todos os demais brasileiros, de todos os brasileiros que querem viver dentro da lei.

Essa mudança pode-se enunciar da maneira mais simples: aprovada a nova lei, haverá uma nova sociedade no Brasil, com novos dominadores e novos dominados. O mais rico dos brasileiros poderá contratar um segurança, mas não se defender dele se ele decidir, de repente, passar para o lado dos sequestradores. O dinheiro será impotente, o prestígio será indefeso, a autoridade moral se tornará o discurso risivelmente inofensivo dos profetas desarmados: o único meio de acesso ao poder será ingressar na polícia, nas Forças Armadas ou numa quadrilha de traficantes.

E a nova classe dominante não terá somente o monopólio dos meios de matar, mas também o da seleção de seus próprios membros: quem aceita ou rejeita um candidato a policial é a polícia; um candidato a quadrilheiro, a quadrilha. Por sua constituição mesma como monopolista (e monopolista da única força decisiva), a classe dos novos senhores será mais fechada, mais exclusivista e mais corporativista do que todas as suas antecessoras. E, o que é infinitamente mais grave, não haverá entre quem tem e quem não tem poder os graus intermediários que hoje matizam as diferenças hierárquicas: ao contrário do que acontece com o dinheiro, o poder político e a fama, que podem vir em quantidades maiores ou menores, entre o armado e o desarmado nenhum meio-termo é concebível.
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz17069910.htm
 

SÉRGIO MORO E A DEMOCRACIA LIBERAL - CENSURA DO YOUTUBE - DANIEL FERRAZ

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Daniel Ferraz O sr. Francisco Razzo — melhor conhecido como Chico Raso —, diz que o recuo do Ministro Moro quanto a nomeação da agente globalista da Open Society Foundation de George Soros, é resultado de um discurso fascista. Logo, para o sr. Raso, o POVO que votou em Bolsonaro que não compactua com agendas liberais-progressistas como aborto, ideologia de gênero, legalização das drogas, etc., é um povo fascista. E o pior! O sujeito escreveu um livro chamado “Contra o Aborto”. E agora passa pano para uma abortista no governo de um anti-abortista. Puta merda, puta merda.
O sr. Chico Raso parece ser um caso perdido mesmo. Eis o resultado do “propriomiolismo cultural”: uma fábrica de palpiteiros

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Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".
 

* Missão de Jair Bolsonaro: Governar Para Todos & Não Governar Com Todos
https://criticanacional.com.br/2019/02/28/missao-de-jair-bolsonaro-governar-para-todos-nao-governar-com-todos/

O presidente Jair Bolsonaro foi eleito para, entre outros, promover a desaparelhamento esquerdista, e não apenas petista, das instituições do Estado brasileiro. No entanto, o que estamos assistindo nesses quase dois meses de governo é alguns ministérios, especialmente o Ministério da Justiça e o Ministério da Saúde, promoverem o reforço do aparelhamento esquerdista de seus respectivos órgãos, por meio de indicações políticas de ativistas e militantes ideológicos de esquerda que defendem pautas diametralmente opostas ao programa de governo aprovado nas urnas.

Não estamos falando de funcionários concursados, mas de indicações políticas nas diversas esferas da administração pública federal, para onde estão sendo indicadas militantes historicamente ligados à esquerda, ainda que não necessariamente petistas. Algumas dessas indicações são feitas sob o pretexto de se privilegiar uma suposta pluralidade de opiniões, como se órgãos de execução e de formulação de políticas públicas fossem assembleias estudantis permanentes.

Esse argumento da suposta pluralidade foi usado, por exemplo, por Sergio Moro para justificar o aparelhamento esquerdista de um órgão de seu ministério, aparelhamento esse que ele manteve e reforçou por decisão exclusiva e por vontade própria, e não por imposição legal, como alguns mais ingênuos quiseram acreditar. Trata-se de um argumento frágil que não se sustenta, e que típico de quem é um néscio da guerra política.

O Presidente Jair Bolsonaro precisará, mais uma vez, reafirmar sua autoridade e ordenar aos ministros que a diretriz de seu governo é clara e inequívoca: promover o desaparelhamento esquerdista do Estado brasileiro, e deixar claro que não existe argumento algum que justifique trazer ativistas e militantes globalistas e de esquerda para dentro do governo, pois o objetivo desses ativistas é justamente sabotar a implementação do plano de governo aprovado nas urnas.

É precisa deixar claro também, principalmente para os ministros da Saúde e da Justiça, que o Presidente Jair Bolsonaro foi eleito para governar para todos e não para governar com todos, uma difernça substantiva que vai muito além de uma preposição. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

"Ouvir vozes diferentes", Moro? As mesmas vozes que amordaçaram as nossas durante meio século? Ora, vá catar coquinhos.
Sr. Sérgio Moro, nós somos as vozes diferentes. As vozes que foram caladas durante 50 anos, e que foram eleitas, não para conciliar com as vozes da esquerda totalitária que nos calou, mas para governar segundo a vontade da maioria conservadora
Essa farsa nojenta de querer parecer mais bonitinho que a esquerda consiste apenas em dar a ela todas as vantagens. Se um lado quer a guerra e o outro só quer troca de afagos, imaginem quem vence.
Leiam "A Consciência Conservadora no Brasil" do Paulo Mercadante e entenderão que só as moscas mudaram: os conservadores brasileiros SEMPRE tiveram a mania da conciliação com quem deseja matá-los. E por isso mesmo sempre acabam se fodendo. Por exemplo, derrubaram o Getúlio só para acabar caindo nas mãos do seu filhote João Goulart.
Nas suas profissões especializadas, pode até ser que Mourão e Moro tenham lá suas virtudes, mas uma coisa é certa: Eles não têm A MENOR IDÉIA do que seja uma democracia.
Algum eleitor do Bolsonaro teria concedido UM voto ao Mourão se soubesse que ele era abortista, ou ao Moro se soubesse que ele era desarmamentista?
A declaração mourânica de que o massacre de inocentes desarmados é preferível a uma guerra civi foi a coisa MAIS OBSCENA que já saiu da boca de um homem público brasileiro desde o desembarque de Pedro Álvares Cabral.
Estará o povo brasileiro condenado a nunca ver a sua vontade prevalecer? Terá sido o grito da multidão nas ruas suplantado pelos cochichos de bacharéis e generais ansiosos por um afago da Globo?
Qualquer tentação de cortejar a simpatia da mídia perversa é perversidade.
O Bolsonaro se elegeu CONTRA A MÍDIA, e só contra ela poderá governar. Cada sorriso que um de seus ministros der a ela apagará muitos sorrisos no rosto do povo.
Traição não é "moderação".
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DADOS FALSOS PARA A LEI ANTI-HOMOFOBIA
"É realmente alarmante a possibilidade de que magistrados (incluindo aí os ministros ultraprogressistas do STF) possam estar proferindo decisões judiciais com base em conclusões acadêmicas infundadas. O que prova, por si só, a importância de se dar ampla publicidade à base de dados de onde se extraem essas conclusões. Caso contrário, cria-se um mecanismo nocivo de retroalimentação, uma caixa preta em que o mérito jamais é discutido (afinal, no caso em litígio, as 126 mortes foram ou não realmente motivadas por “lesbofobia”?), mas sempre pressuposto. Para condenar Daniel, a juíza tomou como fato inquestionável justamente aquilo que seria preciso debater de maneira transparente, mas que não tem sido graças à confusão reinante entre ativismo político (e jurídico) e pesquisa científica."  Flávio Gordon
https://otambosi.blogspot.com/2019/02/salsichas-academicas-o-caso-do-dossie.html

PAULA MARISA - Sergio Moro Viajando Na Maionese #IlonaNão




MBL - Mas que porr@ é essa Sérgio Moro!!!?? | Por Renan Santos
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Olavo de Carvalho - Sérgio Moro: cortejar políticas desarmamentistas é TRAIR uma promessa explícita de campanha. Você não tem esse direito, nenhum ministro tem esse direito. E não venha com essa conversa de "representantes da sociedade civil". Quando os petistas, sob esse pretexto, abriram espaço para um conservador ou liberal em algum Conselho de qualquer coisa? Não nos submeta a uma GUERRA ASSIMÉTRICA.
Se como juiz você foi homem, seja-o também como ministro ou peça demissão.

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Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".

Moro nomeou as esquerdistas: Szabó, Helena Moura e Mônica Barroso do " ele nao ", e como chefe de comunicação do ministério, Giselly Siqueira, nora de Míriam Leitão, comuna da Globo.

Se ele está fazendo uma média com a esquerda para não ser tão "radical", como alguns dizem, é porque desconhece a natureza radicalmente subversiva da esquerda.

E a média entre a verdade e a mentira não é melhor que a verdade.

Suponho que Sérgio Moro não esteja ligando os pontos da guerra político-ideológica que corrói o Brasil hoje. Isso explicaria por que a Lava Jato nunca adentrou a esfera do crime de alta traição que é o "projeto criminoso de poder" e nunca reconheceu o uso estratégico da corrupção para a tomada de poder comunista.

Sendo assim, se ele ignora nosso principal inimigo, causa da corrupção sistêmica e a maior ameaça ao estado de direito no Brasil, como ele pode garantir um pacote anticrime eficaz e imune a manipulações pela verdadeira quadrilha?

A corrupção e o comunismo andam juntos, sempre. Não é possível combater o crime organizado no Brasil esquecendo o CRIME de aparelhamento do Estado feito pelo PT, PSDB, e as esquerdas subordinados ao movimento revolucionário internacional. Se o MPF e o Estado hoje são sinistros, devemos isso a eles. 

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Olavo de Carvalho Nenhum dos mandantes do assassinato do Celso Daniel foi jamais incomodado pelas autoridades ou pela mídia. Por que haveriam de sê-lo os patrões do Adélio? Alguém ainda não entendeu que o Brasil tem um governo secreto mais poderoso que o governo visível? 

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BENE BARBOSA: Deixa eu explicar... e se precisar eu desenho, depois explico o desenho e desenho a explicação: Ilona Szabó é INIMIGA do governo de @jairbolsonaro, não eu.
— Bene Barbosa - MVB (@benebarbosa_mvb) 27 de fevereiro de 2019
https://www.facebook.com/bene.barbosa.35/posts/1244551335692217

BENE BARBOSA Quando eu disse que era um absurdo que General Santos Cruz tivesse recebido Ilona Szabo (Igarapé) e Ivan Marques (Sou da Paz) fui bastante criticado e muitos vieram dizer que "era óbvio que eles não conseguiriam nada".
Hoje a Ilona Szabo foi nomeada para um Conselho do Ministério da Justiça. Qual será o próximo "nada" que eles conseguirão?


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Sergio Moro não sabe quem é Ilona Szabó!
Abortista, desarmamentista, a favor da liberação das drogas, financiada por George Soros e amiga de FHC, Ilona Szabó é nomeada para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária
http://sensoincomum.org/2019/02/27/moro-abortista-desarmamentista-politica-penitenciaria/


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SÉRGIO MORO, O QUE A COMUNISTA ILONA SZABÓ ESTÁ FAZENDO NUM CONSELHO NACIONAL? - MAIS UMA? 
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/sergio-moro-o-que-uma-comunista-esta.html

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Missão de Jair Bolsonaro: Governar Para Todos & Não Governar Com Todos
https://criticanacional.com.br/2019/02/28/missao-de-jair-bolsonaro-governar-para-todos-nao-governar-com-todos/

O presidente Jair Bolsonaro foi eleito para, entre outros, promover a desaparelhamento esquerdista, e não apenas petista, das instituições do Estado brasileiro. No entanto, o que estamos assistindo nesses quase dois meses de governo é alguns ministérios, especialmente o Ministério da Justiça e o Ministério da Saúde, promoverem o reforço do aparelhamento esquerdista de seus respectivos órgãos, por meio de indicações políticas de ativistas e militantes ideológicos de esquerda que defendem pautas diametralmente opostas ao programa de governo aprovado nas urnas.

Não estamos falando de funcionários concursados, mas de indicações políticas nas diversas esferas da administração pública federal, para onde estão sendo indicadas militantes historicamente ligados à esquerda, ainda que não necessariamente petistas. Algumas dessas indicações são feitas sob o pretexto de se privilegiar uma suposta pluralidade de opiniões, como se órgãos de execução e de formulação de políticas públicas fossem assembleias estudantis permanentes.

Esse argumento da suposta pluralidade foi usado, por exemplo, por Sergio Moro para justificar o aparelhamento esquerdista de um órgão de seu ministério, aparelhamento esse que ele manteve e reforçou por decisão exclusiva e por vontade própria, e não por imposição legal, como alguns mais ingênuos quiseram acreditar. Trata-se de um argumento frágil que não se sustenta, e que típico de quem é um néscio da guerra política.

O Presidente Jair Bolsonaro precisará, mais uma vez, reafirmar sua autoridade e ordenar aos ministros que a diretriz de seu governo é clara e inequívoca: promover o desaparelhamento esquerdista do Estado brasileiro, e deixar claro que não existe argumento algum que justifique trazer ativistas e militantes globalistas e de esquerda para dentro do governo, pois o objetivo desses ativistas é justamente sabotar a implementação do plano de governo aprovado nas urnas.

É precisa deixar claro também, principalmente para os ministros da Saúde e da Justiça, que o Presidente Jair Bolsonaro foi eleito para governar para todos e não para governar com todos, uma difernça substantiva que vai muito além de uma preposição. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

Depois de anos e anos sufocados pela esquerda, para respirar um pouco elegemos um presidente diferente. Mas vários de seus ministros, ao invés de auxiliar a desesquerdização do Estado, querem mantê-la. A esquerda é um cavalo-de-Tróia, o que ela pretende é, e sempre foi, a hegemonia. Será tão difícil perceber isso?

"Ouvir vozes diferentes", Moro? As mesmas vozes que amordaçaram as nossas durante meio século? Ora, vá catar coquinhos.
Sr. Sérgio Moro, nós somos as vozes diferentes. As vozes que foram caladas durante 50 anos, e que foram eleitas, não para conciliar com as vozes da esquerda totalitária que nos calou, mas para governar segundo a vontade da maioria conservadora
Essa farsa nojenta de querer parecer mais bonitinho que a esquerda consiste apenas em dar a ela todas as vantagens. Se um lado quer a guerra e o outro só quer troca de afagos, imaginem quem vence.
Leiam "A Consciência Conservadora no Brasil" do Paulo Mercadante e entenderão que só as moscas mudaram: os conservadores brasileiros SEMPRE tiveram a mania da conciliação com quem deseja matá-los. E por isso mesmo sempre acabam se fodendo. Por exemplo, derrubaram o Getúlio só para acabar caindo nas mãos do seu filhote João Goulart.
Nas suas profissões especializadas, pode até ser que Mourão e Moro tenham lá suas virtudes, mas uma coisa é certa: Eles não têm A MENOR IDÉIA do que seja uma democracia.
Algum eleitor do Bolsonaro teria concedido UM voto ao Mourão se soubesse que ele era abortista, ou ao Moro se soubesse que ele era desarmamentista?
A declaração mourânica de que o massacre de inocentes desarmados é preferível a uma guerra civi foi a coisa MAIS OBSCENA que já saiu da boca de um homem público brasileiro desde o desembarque de Pedro Álvares Cabral.
Estará o povo brasileiro condenado a nunca ver a sua vontade prevalecer? Terá sido o grito da multidão nas ruas suplantado pelos cochichos de bacharéis e generais ansiosos por um afago da Globo?
Qualquer tentação de cortejar a simpatia da mídia perversa é perversidade.
O Bolsonaro se elegeu CONTRA A MÍDIA, e só contra ela poderá governar. Cada sorriso que um de seus ministros der a ela apagará muitos sorrisos no rosto do povo.
Traição não é "moderação".



SÉRGIO MORO DESARMAMENTISTA


 Todo desarmamento precede um genocídio.

Olavo de Carvalho - Sérgio Moro: cortejar políticas desarmamentistas é TRAIR uma promessa explícita de campanha. Você não tem esse direito, nenhum ministro tem esse direito. E não venha com essa conversa de "representantes da sociedade civil". Quando os petistas, sob esse pretexto, abriram espaço para um conservador ou liberal em algum Conselho de qualquer coisa? Não nos submeta a uma GUERRA ASSIMÉTRICA.
Se como juiz você foi homem, seja-o também como ministro ou peça demissão.


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Flávio Mogenstern Pelo que entendi, Ilona Szabó conhece muito sobre como "diminuir a criminalidade". Ela quer tornar legal o tráfico de cocaína para o Estado Islâmico, por exemplo. Aí, diminui a criminalidade, porque não será mais crime. De fato, basta fazer o mesmo com assassinato, estupro, seqüestro, esquartejamento, latrocínio e tortura e voilà, não teremos mais crime nenhum, além de ter arma em casa e fazer piadinha "homofóbica".

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Moro nomeou as esquerdistas: Szabó, Helena Moura e Mônica Barroso do " ele nao ", e como chefe de comunicação do ministério, Giselly Siqueira, nora de Míriam Leitão.

Se ele está fazendo uma média com a esquerda para não ser tão "radical", como alguns dizem, é porque desconhece a natureza radicalmente subversiva da esquerda.

E a média entre a verdade e a mentira não é melhor que a verdade.

Suponho que Sérgio Moro não esteja ligando os pontos da guerra político-ideológica que corrói o Brasil hoje. Isso explicaria por que a Lava Jato nunca adentrou a esfera do crime de alta traição que é o "projeto criminoso de poder" e nunca reconheceu o uso estratégico da corrupção para a tomada de poder comunista.

Sendo assim, se ele ignora nosso principal inimigo, causa da corrupção sistêmica e a maior ameaça ao estado de direito no Brasil, como ele pode garantir um pacote anticrime eficaz e imune a manipulações pela verdadeira quadrilha?

A corrupção e o comunismo andam juntos, sempre. Não é possível combater o crime organizado no Brasil esquecendo o CRIME de aparelhamento do Estado feito pelo PT, PSDB, e as esquerdas subordinados ao movimento revolucionário internacional. Se o MPF e o Estado hoje são sinistros, devemos isso a eles. 

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SÉRGIO MORO, O QUE A COMUNISTA ILONA SZABÓ ESTÁ FAZENDO NUM CONSELHO NACIONAL? - MAIS UMA? 
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/sergio-moro-o-que-uma-comunista-esta.html


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Olavo de Carvalho Nenhum dos mandantes do assassinato do Celso Daniel foi jamais incomodado pelas autoridades ou pela mídia. Por que haveriam de sê-lo os patrões do Adélio? Alguém ainda não entendeu que o Brasil tem um governo secreto mais poderoso que o governo visível? 

BENE BARBOSA: Deixa eu explicar... e se precisar eu desenho, depois explico o desenho e desenho a explicação: Ilona Szabó é INIMIGA do governo de @jairbolsonaro, não eu.
— Bene Barbosa - MVB (@benebarbosa_mvb) 27 de fevereiro de 2019
https://www.facebook.com/bene.barbosa.35/posts/1244551335692217

BENE BARBOSA Quando eu disse que era um absurdo que General Santos Cruz tivesse recebido Ilona Szabo (Igarapé) e Ivan Marques (Sou da Paz) fui bastante criticado e muitos vieram dizer que "era óbvio que eles não conseguiriam nada".
Hoje a Ilona Szabo foi nomeada para um Conselho do Ministério da Justiça. Qual será o próximo "nada" que eles conseguirão?

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As ligações do governo Bolsonaro com o desarmamentista Instituto Igarapé vão muito além da nomeação da diretora-executiva do instituto, Ilona Szabó, para o Conselho de Política Criminal e Penitenciária. 
Floriano Peixoto Vieira Neto, novo Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República após a saída de Gustavo Bebianno, é listado na página oficial do instituto como membro e “pesquisador-sênior”.
http://www.caneta.org/noticias/novo-ministro-do-governo-bolsonaro-e-ligado-ao-instituto-de-ilona-szabo/


*Sergio Moro não sabe quem é Ilona Szabó!
Abortista, desarmamentista, a favor da liberação das drogas, financiada por George Soros e amiga de FHC, Ilona Szabó é nomeada para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária
http://sensoincomum.org/2019/02/27/moro-abortista-desarmamentista-politica-penitenciaria/

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“Sociedade civil organizada” é uma expressão de origem gramscista, cujo o significado está atrelado a ocupação e infiltração do Estado por grupos marxistas organizados. Qualquer agente público que a use como justificativa para por na estrutura estatal grupos de pressão ideológica “progressista” ou é um idiota útil, ou é um agente de desinformação.
Ps. Lembrando, não existe nenhum cargo público que seja de nomeação compulsória, à revelia da autoridade pública, isso é mentira.

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Olavo de Carvalho - "O caminho mais curto para a destruição da democracia é fomentar o banditismo por meio da cultura e tentar controlá-lo, em seguida, pelo desarmamento civil. A esquerda nacional tem trilhado coerentemente essa dupla via há pelo menos cinco décadas, e sempre soube perfeitamente qual seria o resultado: o caos social, seguido de endurecimento do regime se ela estiver no poder, ou de agitação insurrecional se estiver fora dele."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/130813dc.html
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A declaração mourânica de que o massacre de inocentes desarmados é preferível a uma guerra civi foi a coisa MAIS OBSCENA que já saiu da boca de um homem público brasileiro desde o desembarque de Pedro Álvares Cabral.

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Quando igualar é fazer 2 pesos e 2 medidas:
Olavo de Carvalho  "A esquerda fodeu com a economia, com a educação, com a ciência, com a segurança pública e com tudo o mais. Salvá-la, ainda que só um pouquinho, é matar o que resta do Brasil."


ARMAS E REVOLUÇÃO PASSIVA

Nenhuma inteligência sã pode aceitar discutir, a sério, se a proibição da venda de armas ajudará a reduzir a criminalidade

OLAVO DE CARVALHO

Se os meios de produção constituem o critério econômico da divisão de classes, o fator que assegura a uma classe o seu papel dominante na sociedade não é a posse deles, e sim a dos meios de destruição. Eis por que as revoluções que têm por meta nominal a mudança da estrutura econômica não tomam nunca por alvo prioritário a conquista das fábricas e dos bancos, mas sim a das instalações militares. Não a da riqueza, mas a das armas que a garantem. Nenhum materialista histórico esteve jamais embriagado de economicismo a ponto de negar essa obviedade.

Se nos períodos de paz e normalidade a riqueza financeira é um meio importante de conquistar e conservar o poder, nos de desordem e violência só um tipo de riqueza importa: a posse das armas. Nessas horas, mais pode o pobre armado do que o rico desarmado.

A lei que confere o monopólio da posse de armas a certas categorias de cidadãos representa, portanto, nada menos que uma revolução, o estabelecimento de um novo critério de estratificação social, de uma nova divisão de classes. Doravante, o povo brasileiro estará dividido em duas castas -os armados e os desarmados. Ao mais mínimo abalo da ordem cotidiana, essa distinção se mostrará mais decisiva, na prática, do que aquela que separa os pobres e os ricos, os letrados e os iletrados, os famosos e os anônimos.

Eis por que nenhuma inteligência sã pode aceitar discutir, a sério, se a lei de proibição da venda de armas ajudará ou não a reduzir a criminalidade. Ela não tem rigorosamente nada a ver com a diminuição da criminalidade, e é impossível que seus autores, todos versados em Marx, Gramsci e até Weber, não saibam disso. O combate à criminalidade é apenas o pretexto publicitário para fazer o povo aceitar, com plena inconsciência de seus efeitos, a mutação mais profunda e mais violenta que a sociedade brasileira já sofreu ao longo de toda a sua história. Que transformação tão drástica possa ser impingida pacificamente ao país enquanto os olhos da opinião pública estão desviados para discussões laterais -eis a manifestação vivente da "revolução passiva" preconizada por Gramsci, entre cujos seguidores se encontram o governador Anthony Garotinho, o dr. Carlos Minc, os próceres todos da campanha "Rio Desarme-se" e, "last but not least", o sr. presidente da República.

E, se coisa de tal monta não foi assinalada por nenhum observador num país que detém talvez o recorde mundial de cientistas sociais "per capita", é porque estes se dividem em duas categorias: os que não são capazes de percebê-la e os que, por desejá-la ardentemente, torcem para que ninguém mais a perceba. A revolução passiva é dita passiva precisamente porque não dói nem chama a atenção, mas vai penetrando insensivelmente, centímetro a centímetro, como a lâmina num tecido previamente anestesiado. A divisão do país entre os armados e os desarmados pressupõe uma outra, anterior, que a condiciona: a divisão dos brasileiros entre os gramscianos e os otários.

Entre os primeiros, o mais "soft" e, portanto, o menos desonesto é o sr. presidente da República, o qual, numa mensagem para os raros bons entendedores, reconheceu que, como instrumento para o combate ao banditismo, a nova lei é apenas "simbólica". Evidentemente, não ocorreu a nenhum dos demais perguntar-lhe por que uma lei simbólica tinha sido encaminhada ao Congresso em regime de urgência nem se, considerada como instrumento para alguma finalidade totalmente diversa, a nova lei não teria algum efeito menos simbólico e mais direto.

Que essa finalidade nada tem a ver com o controle do banditismo é a coisa mais óbvia do mundo. Cassar uma autorização só afeta quem precisa dela, e nenhum quadrilheiro esperou jamais autorização do Estado para usar armas. Ademais, todas as armas em posse do crime organizado já são ilegais, sendo inócuo colocar fora da lei o que nunca esteve dentro dela. Mas o efeito nulo que a proibição terá sobre todos os grupos que, por sua natureza, já atuam voluntariamente fora da lei (inclusive os bandos de guerrilheiros rurais) contrasta dramaticamente com a profundidade e a amplitude da mudança que ela desencadeará sobre a vida de todos os demais brasileiros, de todos os brasileiros que querem viver dentro da lei.

Essa mudança pode-se enunciar da maneira mais simples: aprovada a nova lei, haverá uma nova sociedade no Brasil, com novos dominadores e novos dominados. O mais rico dos brasileiros poderá contratar um segurança, mas não se defender dele se ele decidir, de repente, passar para o lado dos sequestradores. O dinheiro será impotente, o prestígio será indefeso, a autoridade moral se tornará o discurso risivelmente inofensivo dos profetas desarmados: o único meio de acesso ao poder será ingressar na polícia, nas Forças Armadas ou numa quadrilha de traficantes.

E a nova classe dominante não terá somente o monopólio dos meios de matar, mas também o da seleção de seus próprios membros: quem aceita ou rejeita um candidato a policial é a polícia; um candidato a quadrilheiro, a quadrilha. Por sua constituição mesma como monopolista (e monopolista da única força decisiva), a classe dos novos senhores será mais fechada, mais exclusivista e mais corporativista do que todas as suas antecessoras. E, o que é infinitamente mais grave, não haverá entre quem tem e quem não tem poder os graus intermediários que hoje matizam as diferenças hierárquicas: ao contrário do que acontece com o dinheiro, o poder político e a fama, que podem vir em quantidades maiores ou menores, entre o armado e o desarmado nenhum meio-termo é concebível.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz17069910.htm