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segunda-feira, 6 de julho de 2026

ANDRÉ MARSIGLIA 🚨 Moraes Humilha Judiciário Inteiro e Compra Briga Gigantesca

 

 

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NOVA REVELAÇÃO COLOCA MORAES CONTRA ANDRÉ MENDONÇA https://youtu.be/s7o6Gfc4BUw

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 PGR e STF podem estar tramando anular a delação do Mauro Cid. Entenda como isso é bom! Jeffrey Chiquini https://youtu.be/iSHLnsyU8jM

 

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 Continuem orando


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Quando é que Trump vai mexer com a CENSURA do GOOGLE?  O povo é ignorante por PRIVAÇÃO do conhecimento que nós estamos impedidos de compartilhar!

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"A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la." Olavo de Carvalho

"Todo psicopata é , por definição,  psicologicamente invencível. Por mais que você lhe mostre seus erros e prove seus crimes, ele continuará não só proclamando inocência, mas cantando vitória. " Olavo de Carvalho
 

"Hoje entendo que o esquerdismo não é um ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho 

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." 

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"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles." Olavo de Carvalho 

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"Filho do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde."   Ezequiel 12:2

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  "Por vossa mansidão divina, ó Jesus manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça."

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

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REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção, substituída por ideologias e pretextos.  

 

domingo, 24 de março de 2024

SAIU NO ESTADÃO: "Metástases do tumor autoritário". Mas o própio Estadão é parte do problema e não da solução

Metástases do tumor autoritário

Em fevereiro passado, um jornalista português passou por interrogatório de quatro horas ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos. Ele havia feito críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e às urnas eletrônicas em suas redes sociais. Segundo informou o diretor de Polícia Administrativa da Polícia Federal (PF), delegado Rodrigo de Melo Teixeira, à Comissão de Segurança Pública do Senado, na terça-feira passada, essa foi a razão pela qual o tal jornalista foi tratado pela PF como suspeito – sabe-se lá de que crime. Como não há delito de opinião no Brasil, ficou claro que se tratou de abuso de autoridade – que, nestes tempos estranhos, está longe de ser isolado. Ao contrário, o caso do jornalista é apenas a mais recente metástase de um tumor autoritário que se espalha em nome da defesa da democracia.

É uma célebre alegoria do autoritarismo difuso. Diz-se que em 1968, às vésperas da instauração do AI-5, o vice-presidente Pedro Aleixo teria alertado o presidente Costa e Silva: “Presidente, o problema de uma lei assim não é o senhor, nem os que com o senhor governam o País; o problema é o guarda da esquina”.

Em 2021, o Congresso aprovou a Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito para extirpar o risco pela raiz e garantir que todo presidente governará sob leis iguais para todos, criadas pelos parlamentares eleitos e interpretadas caso a caso com isonomia pelo Judiciário, tudo conforme a vontade soberana da Nação consagrada na Constituição. Mas não se defende a Constituição com armas inconstitucionais; não se fortalece o Estado de Direito atropelando o devido processo legal; e o melhor remédio contra os inimigos da democracia é mais, e não menos, democracia.

Em tempos normais, essas variações do princípio segundo o qual os fins não justificam os meios seriam platitudes ociosas. Mas estes não são tempos normais. A República ainda se recompõe após o abalo sísmico das invasões bárbaras aos Três Poderes, em janeiro do ano passado, e prepara-se para julgar um ex-presidente, provavelmente por tentativa de golpe de Estado.

Na raiz dos reveses impostos pelo Supremo Tribunal Federal à operação Lava Jato está a autoatribuição da 13.ª Vara Federal de Curitiba de uma espécie de competência universal contra a corrupção. Mas agora é o Supremo que parece se atribuir a condição de juízo universal de defesa da democracia.

Há cinco anos a Corte conduz inquéritos secretos e elásticos para apurar fake news. Nas mesmas condições, instaurou inquéritos contra milícias digitais e as manifestações golpistas. Sob a justificativa da excepcionalidade, hermenêuticas extensivas e fundamentações heterodoxas motivaram censuras, bloqueios de contas, quebras de sigilos bancários e telemáticos, multas exorbitantes e indiciamentos e prisões preventivas no atacado.

Antes mesmo da apuração de um bate-boca envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e seus familiares em Roma, o então ministro da Justiça, Flávio Dino, hoje ministro do STF, declarou que o assédio poderia ser tipificado como crime contra o Estado Democrático de Direito. O presidente Lula sentenciou que o suspeito era um “animal selvagem” e prometeu “extirpar” essa “gente que renasceu no neofascismo”. O STF assumiu a jurisdição de um caso típico de primeira instância e despachou mandados de busca e apreensão na investigação da Polícia Federal por suposta tentativa de “abolição violenta do Estado Democrático de Direito”. Um óbvio absurdo – que ameaça se normalizar. Antes do caso do jornalista português, manifestantes contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo foram detidos e autuados por “abolição violenta do Estado Democrático de Direito”. Com a mesma justificativa, um juiz de Carauari deu voz de prisão a um delegado que o acusou de corrupção.

De tanto martelar que o País está à mercê de extremistas, magistrados como Alexandre de Moraes forjaram tipos penais adaptáveis sob medida para o guarda de esquina perseguir “fascistas”. Inebriados pela síndrome do pequeno poder, esses “superamigos” da democracia se proliferam. Mas com amigos assim, quem precisa de inimigos?

https://blogdopolibiobraga.blogspot.com/2024/03/metastases-do-tumor-autoritario.html


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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  

PROMESSAS DA VIRGEM https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

sábado, 13 de fevereiro de 2021

BERTRAND DE JOUVENEL - O PODER - "Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. " (Bertrand de Jouvenel)

"O clássico estudo de Bertrand de Jouvenel, Du Pouvoir, Histoire Naturelle de sa Croissance (1949), demonstrou de uma vez por todas que o crescimento do poder do Estado, com a consequente atrofia das liberdades individuais, é a mais nítida constante da História ocidental moderna, pouco importando se falamos de “democracias” ou de “ditaduras”." Olavo de carvalho


O PODER - "Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. "
(Bertrand de Jouvenel)


Crítica de "O Poder - História Natural de seu Crescimento"
(...)

"O Poder" mostra as marcas do tempo da sua redação, mas vai além, muito além. Tornou-se também uma profecia dos nossos tempos.

O livro destrói qualquer espécie de ingenuidade que se possa ter a respeito desta palavrinha mágica chamada "Poder". Graças à cumplicidade dos intelectuais e, claro, dos políticos, o Poder - escrito em maiúscula, como se fosse uma entidade viva, com uma lógica idiossincrática, quiçá misteriosa - cresceu exponencialmente no final do século 19 e início do 20.

Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. Como bom profeta, De Jouvenel mostra que isso aconteceu sem que ninguém suspeitasse. Na verdade, o argumento mais perturbador é o de que deixamos o Poder invadir nossa vida íntima porque gostamos disso.

Usar o termo "gostar" é um eufemismo. A palavra certa é "idolatrar". É nesta distinção que De Jouvenel supera, por exemplo, Elias Canetti em "Massa e Poder" e se iguala a Ortega y Gasset em "A Rebelião das Massas".

Como Ortega, o escritor francês reconhece que o ser humano só se torna pleno quando aceita a sua existência como um constante naufrágio, repleto de incerteza. O Poder inverte as expectativas: dê a sua alma, ele diz, que darei a segurança que você precisa para continuar a sua vidinha com a paz e o conforto que merece. O homem democrático aceitou o pacto sem reclamações. Entre a dor e o nada, em vez de escolher a primeira, ficou com o segundo, disfarçado de grandes oportunidades e de sonhos jamais realizados.

Parece um vaticínio terrível, e é. Mas De Jouvenel mostra que a solução existe na capacidade do homem escolher e conquistar a sua própria liberdade - e mantê-la sob constante vigilância. O Poder quer permanecer a qualquer custo, independente das ideologias de esquerda e de direita; e o ser humano também, com a diferença de que ele sempre esteve acima de tudo isso.

Afinal, se não fosse por esse bom combate, valeria a pena viver tal história? Ou será que já escolhemos viver com "pacotes de emergência", um atrás do outro, esperando a prisão sem aviso?

MARTIM VASQUES DA CUNHA é editor da revista "Dicta&Contradicta" e doutorando pela USP.
O Poder - História Natural de seu Crescimento
AUTOR Bertrand de Jouvenel
EDITORA Peixoto Neto

http://historianovest.blogspot.com.br/2011/08/critica-de-o-poder-historia-natural-de.html

***
A ELITE QUE VIROU MASSA
A implantação de políticas de controle totalitário – da economia, da cultura, da religião, da moral, da vida privada – mostrou-se plenamente compatível com a subsistência do processo eleitoral formal, hoje tido como suficiente para conferir a uma nação o título de “democracia”. Com esse nome ou o de “democracia de massas”, a ditadura por meios democráticos tornou-se praticamente o regime universal.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/081201dce.html

A INVEJA REVOLUCIONÁRIA
O "proletariado do espírito" é, como já observava Otto Maria Carpeaux (A Cinza do Purgatório, 1943), a classe revolucionária por excelência. Desde a Revolução Francesa, os movimentos ideológicos de massa sempre recrutaram o grosso de seus líderes da multidão dos semi-intelectuais ressentidos.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/030826fsp.htm

CENSURA POLITICAMENTE CORRETA DOS PENSAMENTOS - INCRIMINAÇÃO DO DISCURSO DE ÓDIO - PARAMORALISMO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/censura-politicamente-correta-dos.html

A CENSURA IDEOLÓGICA IMPULSIONA A MÁQUINA TOTALITÁRIA

 "O efeito da ideologia marxista é precisamente colocar o Estado comunista no caminho da dominação. Ninguém acredita que ele deveria dominar, muito menos aqueles que se desculpam por seus "erros" e "desvios". Nem qualquer cidadão de um Estado cornunista deseja aumentar seu poder de forma tão alarmante. Mas ninguém sabe como pará-lo, já que NENHUMA RAZÃO PARA PARÁ-LO PODE SER PROFERIDA sem penalidade instantânea."   (Roger Scruton)  



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

O PODER - ANTES ELE QUERIA O SEU DINHEIRO, A SUA LIBERDADE, O SEU SANGUE, AGORA ELE QUER SUA ALMA - BERTRAND DE JOUVENEL

"O clássico estudo de Bertrand de Jouvenel, Du Pouvoir, Histoire Naturelle de sa Croissance (1949), demonstrou de uma vez por todas que o crescimento do poder do Estado, com a consequente atrofia das liberdades individuais, é a mais nítida constante da História ocidental moderna, pouco importando se falamos de “democracias” ou de “ditaduras”." Olavo de carvalho


O PODER - "Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. "
(Bertrand de Jouvenel)


Crítica de "O Poder - História Natural de seu Crescimento"
(...)

"O Poder" mostra as marcas do tempo da sua redação, mas vai além, muito além. Tornou-se também uma profecia dos nossos tempos.

O livro destrói qualquer espécie de ingenuidade que se possa ter a respeito desta palavrinha mágica chamada "Poder". Graças à cumplicidade dos intelectuais e, claro, dos políticos, o Poder - escrito em maiúscula, como se fosse uma entidade viva, com uma lógica idiossincrática, quiçá misteriosa - cresceu exponencialmente no final do século 19 e início do 20.

Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. Como bom profeta, De Jouvenel mostra que isso aconteceu sem que ninguém suspeitasse. Na verdade, o argumento mais perturbador é o de que deixamos o Poder invadir nossa vida íntima porque gostamos disso.

Usar o termo "gostar" é um eufemismo. A palavra certa é "idolatrar". É nesta distinção que De Jouvenel supera, por exemplo, Elias Canetti em "Massa e Poder" e se iguala a Ortega y Gasset em "A Rebelião das Massas".

Como Ortega, o escritor francês reconhece que o ser humano só se torna pleno quando aceita a sua existência como um constante naufrágio, repleto de incerteza. O Poder inverte as expectativas: dê a sua alma, ele diz, que darei a segurança que você precisa para continuar a sua vidinha com a paz e o conforto que merece. O homem democrático aceitou o pacto sem reclamações. Entre a dor e o nada, em vez de escolher a primeira, ficou com o segundo, disfarçado de grandes oportunidades e de sonhos jamais realizados.

Parece um vaticínio terrível, e é. Mas De Jouvenel mostra que a solução existe na capacidade do homem escolher e conquistar a sua própria liberdade - e mantê-la sob constante vigilância. O Poder quer permanecer a qualquer custo, independente das ideologias de esquerda e de direita; e o ser humano também, com a diferença de que ele sempre esteve acima de tudo isso.

Afinal, se não fosse por esse bom combate, valeria a pena viver tal história? Ou será que já escolhemos viver com "pacotes de emergência", um atrás do outro, esperando a prisão sem aviso?

MARTIM VASQUES DA CUNHA é editor da revista "Dicta&Contradicta" e doutorando pela USP.
O Poder - História Natural de seu Crescimento
AUTOR Bertrand de Jouvenel
EDITORA Peixoto Neto

http://historianovest.blogspot.com.br/2011/08/critica-de-o-poder-historia-natural-de.html

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A ELITE QUE VIROU MASSA
A implantação de políticas de controle totalitário – da economia, da cultura, da religião, da moral, da vida privada – mostrou-se plenamente compatível com a subsistência do processo eleitoral formal, hoje tido como suficiente para conferir a uma nação o título de “democracia”. Com esse nome ou o de “democracia de massas”, a ditadura por meios democráticos tornou-se praticamente o regime universal.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/081201dce.html

A INVEJA REVOLUCIONÁRIA
O "proletariado do espírito" é, como já observava Otto Maria Carpeaux (A Cinza do Purgatório, 1943), a classe revolucionária por excelência. Desde a Revolução Francesa, os movimentos ideológicos de massa sempre recrutaram o grosso de seus líderes da multidão dos semi-intelectuais ressentidos.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/030826fsp.htm

CENSURA POLITICAMENTE CORRETA DOS PENSAMENTOS - INCRIMINAÇÃO DO DISCURSO DE ÓDIO - PARAMORALISMO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/censura-politicamente-correta-dos.html

A CENSURA IDEOLÓGICA IMPULSIONA A MÁQUINA TOTALITÁRIA

 "O efeito da ideologia marxista é precisamente colocar o Estado comunista no caminho da dominação. Ninguém acredita que ele deveria dominar, muito menos aqueles que se desculpam por seus "erros" e "desvios". Nem qualquer cidadão de um Estado cornunista deseja aumentar seu poder de forma tão alarmante. Mas ninguém sabe como pará-lo, já que NENHUMA RAZÃO PARA PARÁ-LO PODE SER PROFERIDA sem penalidade instantânea."   (Roger Scruton)