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sábado, 6 de abril de 2019

OTAN, BRASIL E VENEZUELA - TERÇA LIVRE - CORRUPÇÃO NO MEC

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https://youtu.be/tFuO5XpuV78
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Silvio Grimaldi Uma das metas do acordão que o atual Secretário Executivo do MEC costurou com a antiga administração do Mendonça Filho e outros mandarins da educação brasileira é destruir a Política Nacional de Alfabetização do professor Carlos Nadalim. Há algumas razões para isso, mas depois tratarei delas.
Era mais fácil demiti-lo. Na verdade, o ministro Vélez Rodriguez bem que tentou, mas o Presidente Bolsonaro não aceitou sua exoneração. Impedido de retirar o Secretário de Alfabetização (SEALF) do caminho, começou a “exoneração branca”, ou, no jargão técnico, a operação salame, que consiste em fatiar a autoridade e poder da Secretaria de Alfabetização e do seu secretário até que nego não tenha mais nada que fazer ali senão pedir para sair.
A operação atualmente consiste em duas ações, mas certamente será expandida. A primeira delas foi a publicação da portaria 757 de 3 de abril. Nessa portaria, o ministro, obedecendo as ordens do Brigadeiro Machado, ressuscita o Comitê Nacional de Implementação da Base Nacional Comum Curricular e estabelece quem serão os membros que o compõe. E a SEALF ficou de fora! O comitê deverá “estipular definições, orientações e diretrizes para a condução das ações conjuntas do MEC, do Consed e da Undime, com vistas à implementação da BNCC”, e nos planos dos novos articuladores do MEC, a Secretaria de Alfabetização não participará desse processo. Ou seja, a equipe técnica montada pelo professor Carlos Nadalim, a pedido do ministro, não discutirá as definições, orientações e diretrizes para alfabetização, escrita, fluência em leitura, decodificação, formação de leitores, etc., que estão presentes em várias páginas do Caderno da BNCC dedicado à língua portuguesa!
A secretaria que foi criada pelo ministro Ricardo Vélez, agora, pelas mãos do Brigadeiro Machado, não poderá fazer o seu trabalho. O que é francamente ilegal, já que isso fere o Decreto presidencial 9.665, de 2 de janeiro, que cria a SEALF com as seguintes atribuições:
Art. 29.
I - planejar, orientar e coordenar, em articulação com os sistemas de ensino e as representações sociais, a implementação de políticas para a alfabetização de crianças, jovens e adultos;
II - viabilizar ações de cooperação técnica e financeira entre a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e organismos nacionais e internacionais, voltadas à alfabetização de crianças, jovens e adultos;
(...)
Art. 32.
IV - estabelecer, em consonância com a Secretaria de Educação Básica, metas curriculares relacionadas à alfabetização e à aquisição e desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita;
(...)
VI - subsidiar o Conselho Nacional de Educação na regulamentação e na normatização dos parâmetros curriculares de formação docente no que diz respeito à literacia emergente e à alfabetização;
Deixar a SEALF de fora do processo de implementação da BNCC, que já é em si um documento extremamente problemático, sobretudo nas áreas de educação infantil e alfabetização, é garantir que NADA mude nas fracassadas abordagens e programas de alfabetização de crianças que destruíram nossa educação nas últimas décadas. É garantir que TUDO CONTINUARÁ exatamente como está.
A outra ação da operação salame foi a reformulação, na ausência do prof. Nadalim, da Política Nacional de Alfabetização, que foi entregue ontem na Casa Civil em forma impressa, diretamente pelas mãos do Brigadeiro Machado. Isso já é uma coisa bastante curiosa, pois o documento deveria ser enviado digitalmente pelo sistema interno de protocolos. E pelo que dizem os funcionários da Casa Civil,entre as metas a serem apresentadas no cem dias do governo, a PNA foi a única a ser entregue dessa maneira pouco usual. O documento, que é fruto do trabalho de vários secretários e autarquias, foi excessivamente adulterado, a ponto de toda a nova diretriz para alfabetização, estabelecida pela SEALF, ter desaparecido do documento, assim como elementos importantes que constam do próprio PNE. A nova redação dada à Política garante que NADA mudará no que já é feito em matéria de alfabetização no Brasil de hoje e de ontem. Além disso, ela ignora COMPLETAMENTE a mensagem PRESIDENCIAL enviada ao congresso, que já abordava pontos essenciais da Política, agora retirados do texto. Ignora também as duas apresentações do ministro Vélez no Senado e na Câmara. O que ele apresentou em seu discurso nessas duas casas, relativo a alfabetização, também desapareceu do novo texto.
Obviamente, os verdadeiros pais do novo documento permanecem desconhecidos e vão tentar empurrá-lo goela abaixo do Presidente utilizando o bom nome do Prof. Carlos Nadalim e seu prestígio como alfabetizador de crianças.
Depois, com calma, eu conto quem são os autores dessa cagada e como eles pretendem utilizar a primeira-dama Michelle Bolsonaro de escudo para críticas, e assim garantir que a Política Nacional de Alfabetização saia como um documento inócuo, que nada altera a atual decadência da educação brasileira e mantém o status quo do baronato educacional que não aceita perder o controle do MEC.
https://www.facebook.com/silvio.grimaldo/posts/10156840834625272

Série de posts do Silvio Grimaldo, ex-assessor do ministro Ricardo Vélez, sobre a merda que está virando o MEC
https://www.evernote.com/shard/s5/client/snv?fbclid=IwAR0-eKE1r29qlyXAgxi-vZ2VZdcPpm6Xzk8eeqRI_uhg-R3DDRnT0_b7hBk&noteGuid=645367bc-53e1-4a4b-ab0a-38c4bdc685d3&noteKey=48c02b1561ce0ea1&sn=https%3A%2F%2Fwww.evernote.com%2Fshard%2Fs5%2Fsh%2F645367bc-53e1-4a4b-ab0a-38c4bdc685d3%2F48c02b1561ce0ea1&title=S%25C3%25A9rie%2Bde%2Bposts%2Bdo%2BSilvio%2BGrimaldo%252C%2Bex-assessor%2Bdo%2Bministro%2BRicardo%2BV%25C3%25A9lez%252C%2Bsobre%2Ba%2Bmerda%2Bque%2Best%25C3%25A1%2Bvirando%2Bo%2BMEC

sábado, 16 de setembro de 2017

PROFESSOR DESMASCARA A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR



"O domínio comunista do sistema de ensino consiste em dez por cento de propaganda e noventa por cento de boicote, proibição e censura das opiniões divergentes, por meio, inclusive, de intimidação direta e punições. O problema não é "doutrinação". É CONTROLE HEGEMÔNICO."
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2017/09/16/16-9-2017/
 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR - CLICK TIME



SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
https://youtu.be/6K7IxhzlAQ8
CANAL CLICK TIME
https://www.youtube.com/user/ClickMamilos
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Vídeo do Centro Dom Bosco:
https://www.facebook.com/cdbosco

Entenda porque a BNCC é o golpe final dos revolucionários de terno contra a educação brasileira. Precisamos DERRUBAR essa base!

BNCC: a educação da NOM no Brasil
https://youtu.be/Rnq6RY_wTu8

A VERDADE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
https://youtu.be/E_MB4Khsel4

Revolução marxista na nova base curricular do Ministério da Educação
https://youtu.be/D1-nU5LINug

Ideologia de gênero será obrigatória em TODAS as escolas
https://youtu.be/E2Bq2ehg_b8

#BernardoKüster – Como a BNCC destruirá ainda mais a educação no Brasil
https://youtu.be/oioeZO5Mt14

Diga não à Ideologia de Gênero nas escolas - Contribuição dos Cooperadores da Verdade - Parte 1
https://youtu.be/yO0iNtDWcuw

Diga não à Ideologia de Gênero nas escolas - Contribuição dos Cooperadores da Verdade - Parte 2
https://youtu.be/lZKtE2YkduE

VEREADORA PRISCILA COSTA DESMASCARA O ANTICRISTÃO LULA NO NORDESTE
https://youtu.be/IpxdWVE0flo

LULA AMA A CENSURA!
https://youtu.be/4mjbBOgAhgc

É HORA DA CENSURA E DA PERSEGUIÇÃO À DIREITA - PROCESSOS - PRECISAMOS DE AJUDA
https://youtu.be/MrtddHHUFRM

QUANDO A VERDADE NÃO PODE SER DITA, A MENTIRA PROLIFERA E O MAL DOMINA
 http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/05/liberdade-de-expressao.html

PROPINA, INTIMIDAÇÃO, CONTROLE DA OPINIÃO, ELEIÇÃO ILEGÍTIMA: É A NOSSA "DEMOCRACIA" - O. CARVALHO
https://youtu.be/xfNr5PjpVXM

ELEIÇÕES - APURAÇÃO SECRETA, URNAS INAUDITÁVEIS, VOTO VIOLADO E SUSPEITAS QUE PERMANECEM DESDE 2014 - VOTO IMPRESSO
https://youtu.be/wFS-UjUzQ64

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OLAVO DE CARVALHO - "Os velhos políticos corruptos limitavam-se a roubar. O PT transformou o roubo em sistema, o sistema em militância, a militância em substitutivo das leis e instituições, rebaixadas à condição de entraves temporários à construção da grande utopia." 
http://www.olavodecarvalho.org/nada-de-novo/

O youtube retira vários inscritos do meu canal a cada vez que posto um vídeo. Há 2 anos, entravam em média 20 pessoas por dia. O número hoje estaria entre 30 e 40.  O youtube está retirando entre 30 e 50 por dia. Tem dias que o número retrocede ao do dia anterior.  Observem a censura em seus canais.

A INFORMAÇÃO NÃO ESTÁ CHEGANDO AONDE DEVERIA. AJUDE A DRIBLAR A CENSURA NAS REDES: COMPARTILHE OU REPUBLIQUE MUITO MAIS.  Nada disto estaria acontecendo se a informação estivesse circulando normalmente, se não houvesse excesso de mentiras e escassez de verdades em circulação. Lei de migração, corrupção, esquerda dominando só acontecem onde a mentira reina, onde a informação está sendo controlada por governos e esquerdistas na imprensa. Nosso problema hoje é a falta de VERDADE no mundo.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

PERIGO! DITADURA NA EDUCAÇÃO – Como a BNCC destruirá ainda mais a educação no Brasil - #BernardoKüster



CENSURA, MANIPULAÇÃO, OCULTAÇÃO DO CONHECIMENTO NAS ESCOLAS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/censura-manipulacao-ocultacao-do.html

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OLAVO DE CARVALHO - Se eu fosse candidato a presidente, meu programa de governo só teria três itens: (a) garantir a segurança da população; (b) impedir que analfabetos funcionais se tornassem professores; (c) tirar os nossos estudantes dos últimos lugares nos testes internacionais.
Tudo o mais eu deixaria para o governo seguinte. Porque essas três coisas são tão difíceis que conseguir realizá-las numa só gestão seria quase um milagre.
Mas, sacumé, no Brasil a norma é resolver todos os problemas e ficar inteligente depois.
Se o QI nacional médio está CAINDO e se o cidadão não tem nenhuma garantia de não ser assassinado, TODOS OS DEMAIS PROBLEMAS PODEM FICAR PARA DEPOIS. Nada é mais grave do que estar burro e morto.
Qualquer candidato a presidente que não dê prioridade máxima a garantir a segurança da população e salvar a educação nacional, não digo que não mereça o seu voto: Não merece nem a sua atenção.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/860371754114900

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MEC QUER APAGAR A HISTÓRIA - ENSINO DA HISTÓRIA ABOLIDA NAS ESCOLAS

“Os comunistas devem lembrar-se de que falar a verdade é um preconceito pequeno-burguês;
uma mentira, por outro lado, é muitas vezes justificada
pelo fim.” (Lenin)

 "É preciso empregar todos os estratagemas, ardis e processos ilegais, silenciar e ocultar a verdade." (Lênin)

 


História sem tempo    08/10/2015 00h01 Demétrio Magnoli e Elaine Senise Barbosa

Renato Janine, o Breve, transitou pela porta giratória do MEC em menos de seis meses. No curto reinado, antes da devolução do ministério a um “profissional da política”, teve tempo para proclamar a Base Nacional Comum (BNC), que equivale a um decreto ideológico de refundação do Brasil. Sob os auspícios do filósofo, a História foi abolida das escolas. No seu lugar, emerge uma sociologia do multiculturalismo destinada a apagar a lousa na qual gerações de professores ensinaram o processo histórico que conduziu à formação das modernas sociedades ocidentais, fundadas no princípio da igualdade dos indivíduos perante a lei.

O ensino de História, oficializado pelo Estado-nação no século 19, fixou o paradigma da narrativa histórica baseado no esquema temporal clássico: Antiguidade, Idade Média, Idade Moderna, Idade Contemporânea. A crítica historiográfica contesta esse paradigma, impregnado de positivismo, evolucionismo e eurocentrismo, desde os anos 60. Mas o MEC joga fora o nenê junto com a água do banho, eliminando o que caracteriza o ensino de História: uma narrativa que se organiza na perspectiva temporal. Segundo a BNC, no 6.º ano do ensino fundamental, alunos de 11 anos são convidados a “problematizar” o “modelo quadripartite francês”, que nunca mais reaparecerá. Muito depois, no ensino médio, aquilo que se chamava História Geral surgirá sob a forma fragmentária do estudo dos “mundos ameríndios, africanos e afrobrasileiros” (1.º ano), dos “mundos americanos” (2.º ano) e dos “mundos europeus e asiáticos” (3.º ano).

O esquema temporal clássico reconhecia que a mundialização da história humana derivou da expansão dos Estados europeus, num processo ritmado pelas Navegações, pelo Iluminismo, pela Revolução Industrial e pelo imperialismo. A tradição greco-romana, o cristianismo, o comércio, as tecnologias modernas e o advento da ideia de cidadania difundiram-se nesse amplo movimento que enlaçou, diferenciadamente, o mundo inteiro. A BNC rasga todas essas páginas para inaugurar o ensino de histórias paralelas de povos separados pela muralha da “cultura”. Os educadores do multiculturalismo que a elaboraram compartilham com os neoconservadores o paradigma do “choque de civilizações”, apenas invertendo os sinais de positividade e negatividade.

A ordem do dia é esculpir um Brasil descontaminado de heranças europeias. Na cartilha da BNC, o Brasil situa-se na intersecção dos “mundos ameríndios” com os “mundos afrobrasileiros”, sendo a Conquista, exclusivamente, uma irrupção genocida contra os povos autóctones e os povos africanos deslocados para a América Portuguesa. A mesma cartilha, com a finalidade de negar legitimidade às histórias nacionais, figura os “mundos americanos” como uma coleção das diásporas africana, indígena, asiática e europeia, “entre os séculos 16 e 21”. O conceito de nação deve ser derrubado para ceder espaço a uma história de grupos étnicos e culturais encaixados, pela força, na moldura das fronteiras políticas contemporâneas.

A historiografia liberal articula-se em torno do indivíduo e da política. A historiografia marxista organiza-se ao redor das classes sociais e da economia. Nas suas diferenças, ambas valorizam a historicidade, o movimento, a sucessão de “causas” e “consequências”. Já a Sociologia do Multiculturalismo é uma revolta reacionária contra a escritura da história. Seus sujeitos históricos são grupos etnoculturais sempre iguais a si mesmos, fechados na concha da tradição, que percorrem como cometas solitários o vazio do tempo. Na História da BNC, o que existe é apenas um recorrente cotejo moralista entre algoz e vítima, perfeito para o discurso de professores convertidos em doutrinadores.

Na BNC, não há menção à Grécia Clássica: sem a Ágora, os alunos nunca ouvirão falar das raízes do conceito de cidadania. Igualmente, inexistem referências sobre o medievo das catedrais, das cidades e do comércio: sem elas, nossas escolas cancelam o ensino do “império da Igreja” e das rupturas que originaram a modernidade. O MEC também decidiu excluir da narrativa histórica o Absolutismo e o Iluminismo, cancelando o estudo da formação do Estado-nação. A Revolução Francesa, por sua vez, surge apenas de passagem, no 8.º ano, como apêndice da análise das “incorporações do pensamento liberal no Brasil”.

Sob o sólido silêncio de nossas universidades, o MEC endossa propostas pedagógicas avessas à melhor produção universitária, que geram professores “obsoletos” em seus conhecimentos e métodos. Marc Bloch disse que “a História é a ciência dos homens no tempo”. Suas obras consagradas, bem como as de tantos outros, como Peter Burke, Jules Michelet, Perry Anderson, Maurice Dobb, Eric Hobsbawm, Joseph Ki-Zerbo, Marc Ferro, Albert Hourani, Caio Prado Jr., Sérgio Buarque de Holanda e José Murilo de Carvalho, não servem mais como fontes de inspiração para o nosso ensino. A partir de agora, em linha com o decreto firmado pelo ministro antes da defenestração, os professores devem curvar-se a autores obscuros, que ganharão selos de autenticidade política emitidos pelo MEC.

Não é incompetência, mas projeto político. Num parecer do Conselho Nacional de Educação de 2004, está escrito que o ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana “deve orientar para o esclarecimento de equívocos quanto a uma identidade humana universal”. Equívocos! No altar de uma educação ideológica, voltada para promover a “cultura”, a etnia e a raça, o MEC imolava o universalismo, incinerando a Declaração Universal dos Direitos Humanos. A trajetória iniciada por meio daquele parecer conclui-se com uma BNC que descarta a historicidade para ocultar os princípios originários da democracia.

Doutrinação escolar? A intenção é essa, mas o verdadeiro resultado da abolição da História será um novo e brutal retrocesso nos indicadores de aprendizagem.

A ordem do dia é esculpir um Brasil descontaminado de heranças europeias. Na cartilha da BNC, o Brasil situa-se na intersecção dos “mundos ameríndios” com os “mundos afrobrasileiros”, sendo a Conquista, exclusivamente, uma irrupção genocida contra os povos autóctones e os povos africanos deslocados para a América Portuguesa. A mesma cartilha, com a finalidade de negar legitimidade às histórias nacionais, figura os “mundos americanos” como uma coleção das diásporas africana, indígena, asiática e europeia, “entre os séculos 16 e 21”. O conceito de nação deve ser derrubado para ceder espaço a uma história de grupos étnicos e culturais encaixados, pela força, na moldura das fronteiras políticas contemporâneas.

A historiografia liberal articula-se em torno do indivíduo e da política. A historiografia marxista organiza-se ao redor das classes sociais e da economia. Nas suas diferenças, ambas valorizam a historicidade, o movimento, a sucessão de “causas” e “consequências”. Já a Sociologia do Multiculturalismo é uma revolta reacionária contra a escritura da história. Seus sujeitos históricos são grupos etnoculturais sempre iguais a si mesmos, fechados na concha da tradição, que percorrem como cometas solitários o vazio do tempo. Na História da BNC, o que existe é apenas um recorrente cotejo moralista entre algoz e vítima, perfeito para o discurso de professores convertidos em doutrinadores.

Na BNC, não há menção à Grécia Clássica: sem a Ágora, os alunos nunca ouvirão falar das raízes do conceito de cidadania. Igualmente, inexistem referências sobre o medievo das catedrais, das cidades e do comércio: sem elas, nossas escolas cancelam o ensino do “império da Igreja” e das rupturas que originaram a modernidade. O MEC também decidiu excluir da narrativa histórica o Absolutismo e o Iluminismo, cancelando o estudo da formação do Estado-nação. A Revolução Francesa, por sua vez, surge apenas de passagem, no 8.º ano, como apêndice da análise das “incorporações do pensamento liberal no Brasil”.

Sob o sólido silêncio de nossas universidades, o MEC endossa propostas pedagógicas avessas à melhor produção universitária, que geram professores “obsoletos” em seus conhecimentos e métodos. Marc Bloch disse que “a História é a ciência dos homens no tempo”. Suas obras consagradas, bem como as de tantos outros, como Peter Burke, Jules Michelet, Perry Anderson, Maurice Dobb, Eric Hobsbawm, Joseph Ki-Zerbo, Marc Ferro, Albert Hourani, Caio Prado Jr., Sérgio Buarque de Holanda e José Murilo de Carvalho, não servem mais como fontes de inspiração para o nosso ensino. A partir de agora, em linha com o decreto firmado pelo ministro antes da defenestração, os professores devem curvar-se a autores obscuros, que ganharão selos de autenticidade política emitidos pelo MEC.

Não é incompetência, mas projeto político. Num parecer do Conselho Nacional de Educação de 2004, está escrito que o ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana “deve orientar para o esclarecimento de equívocos quanto a uma identidade humana universal”. Equívocos! No altar de uma educação ideológica, voltada para promover a “cultura”, a etnia e a raça, o MEC imolava o universalismo, incinerando a Declaração Universal dos Direitos Humanos. A trajetória iniciada por meio daquele parecer conclui-se com uma BNC que descarta a historicidade para ocultar os princípios originários da democracia.

Doutrinação escolar? A intenção é essa, mas o verdadeiro resultado da abolição da História será um novo e brutal retrocesso nos indicadores de aprendizagem.
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/historia-sem-tempo-0z5is61fltk3abx48dlj30q3y

Ensino de História no Brasil em xeque
Base Nacional Curricular Comum, que está em fase de consulta pública, elimina tópicos da era antiga, medieval e contemporânea, causando questionamentos de professores
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/ensino-de-historia-no-brasil-em-xeque-35nkeucbmgck6v425c5ztkf6p
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"A ABOLIÇÃO DA HISTORIA " A PROPOSTA DO MEC MATA A TEMPORALIDADE - DEMÉTRIO MAGNOLI
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2015/11/1703011-proposta-do-mec-para-ensino-de-historia-mata-a-temporalidade.shtml
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MAIS UM GOLPE DO PT: AGORA CONTRA A EDUCAÇÃO - MARCO VILLA
https://youtu.be/0QcSL-0U3WE
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História marxista é charlatanismo
http://www.olavodecarvalho.org/semana/05272002globo.htm
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 A MENTIRA COLETIVAMENTE PARTILHADA TORNA-SE "VERDADE"..
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/03/a-mentira-coletivamente-partilhada.html
*
A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE - MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL
https://youtu.be/tbdKwNSS7gE
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Outra história velha
 http://www.olavodecarvalho.org/semana/01312002jt.htm
*
 Falsificação integral
http://www.olavodecarvalho.org/semana/140525dc.html
*
Falsificações da História  
http://www.averdadesufocada.com/index.php/textos-de-terceiros-site-34/1478-0511-falsificaes-da-histria
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Sobre doutrinação marxista na escola pública
https://youtu.be/k_2s0Pr5Hj0

https://www.youtube.com/user/AnaCampagnoloBellei/videos 
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Ações da KGB no Brasil
https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%B5es_da_KGB_no_Brasil
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... a história oficial do golpe de 1964 é criminosamente seletiva, recortada para servir de instrumento de propaganda e não para esclarecer alguma coisa. É a historiografia schmittiana em ação, ajudando os amigos e assassinando as reputações dos inimigos.
https://pt-br.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10152251944597192
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A VERDADE NÃO EXISTE, A MENTIRA ÚTIL É A VERDADE - MARX, GRAMSCI E MAQUIAVEL
http://youtu.be/tbdKwNSS7gE
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COMUNISMO - O REINO DO SUBJETIVISMO - OLAVO DE CARVALHO - RELAÇÕES DE PODER PREDOMINAM SOBRE A RELAÇÃO COM A REALIDADE - FALSIDADE HEGEMÔNICA   
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/10/comunismo-o-reino-do-subjetivismo-olavo.html
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A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar, Olavo de Carvalho http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html
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Itaú, Alana, Andi e a engenharia social em execução no Brasil: um resumo
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/16171-2015-11-05-22-17-44.html
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Revista Veja adere ao desarmamentismo e passa, inevitavelmente, a mentir para os leitores http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/outros/16166-revista-veja-adere-ao-desarmamentismo-e-passa-inevitavelmente-a-mentir-para-os-leitores.html
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A mídia foi o primeiro terreno onde o comunopetismo firmou sua hegemonia e de onde partiu, com base firme, para a conquista do restante. É inútil reclamar, é inútil apelar à consciência profissional da classe jornalística, que já não tem nenhuma e enxerga a manipulação do noticiário como um dever e um mérito. A mídia foi e é o CENTRO IRRADIANTE da hegemonia comunopetista e não apenas um suporte externo, como em geral as pessoas imaginam. Ela é o primeiro obstáculo que teria de ser derrubado ANTES de um ataque ao poder federal.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/16181-2015-11-09-23-15-09.html
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OLAVO DE CARVALHO : Pela milésima vez: MAIS IMPORTANTE E MAIS URGENTE do que tirar a Dilma da Presidência é remover os comunistas da mídia e das cátedras universitárias. A Presidência da República é só a condensação simbólica oficial de um poder que se construiu desde baixo por “ocupação de espaços”. Destruir o símbolo não é destruir o poder que o criou.
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Como” remover os comunistas da mídia e das cátedras? Demolindo o seu prestígio em público sem dó nem piedade. Humilhando-os de novo e de novo até que, como recomendava o próprio Lênin, percam a vontade de combater. Isso é um dever de todos os dias. Não adianta nada você participar de protestos anti-Dilma se na sua faculdade você baixa a cabeça perante o professor comunista por medo de notas baixas. Cortei as cabeças de toda uma geração de intelectuais comunistas da mídia, fornecendo o modelo para que se fizesse a mesma coisa com as gerações subseqüentes e na escala menor das universidades, mas não creio que o modelo tenha sido muito utilizado depois.
OLAVO DE CARVALHO

DESINFORMAÇÃO -KGB E ESTRATÉGIA DA MENTIRA EM ESCALA PLANETÁRIA - NOVAS MENTIRAS EM LUGAR DAS VELHAS



A preocupação primeira deste livro é o uso da desinformação estratégica por parte dos comunistas. O termo significa o esforço sistemático de disseminação de falsas informações e de distorção ou retenção de informações, a fim de dar falsa imagem da situação real no mundo comunista, bem como das políticas ou planos de ação deste. O objetivo geral e essencial desse esforço é enganar e influenciar o mundo não-comunista, pondo em risco as políticas deste ao induzir os adversários ocidentais a contribuir desavisadamente para a consecução dos objetivos comunistas. Desde 1958, um programa de operações de desinformação político-estratégicas foi posto a efeito. Seus propósitos foram o de criar condições favoráveis à implementação da política de longo alcance do bloco comunista, impedir a adoção de contra medidas eficazes pelo mundo não-comunista e assegurar ganhos estratégicos para o mundo comunista. Uma compreensão do programa de desinformação é crucial para a análise correta da situação no mundo comunista, mas sua existência foi, ou ignorada, ou subestimada no Ocidente. Este livro é uma tentativa de explicar, com base nas informações privilegiadas do autor e na nova metodologia, o papel do programa de desinformação e das técnicas nele empregadas

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"Gen. Pacepa nos conta que coleta de informação estava longe de ser uma das prioridades do que a inteligência romena e demais integrantes do bloco soviético fizeram ao longo de todos aqueles anos. Coleta de informação, diz ele, "sempre foi mais ou menos irrelevante". Acrescento que, ache você ou não isso exato acerca do período da Guerra Fria, muito da coleta de informação nos dias de hoje é feita por hackers diante de teclados, não por agentes apurando locais secretos onde se depositam e trocam informações e objetos ilícitos. Então em que os espiões romenos e soviéticos empregavam seu tempo nos anos da Guerra Fria? Gen. Pacepa diria que "enquadrando", ou seja, reescrevendo a história e manipulando registros, documentos etc., a fim de causar acontecimentos. Qual o propósito dessa dezinformatsiya? Ah, ninharias como usar vazamento de informações através da imprensa para destruir a reputação de um líder nacional ou religioso, promover a disseminação do anti-semitismo, criar ressentimento contra os Estados Unidos e Israel no mundo árabe."
"Gen. Pacepa escreveu que no bloco soviético havia mais gente trabalhando em DEZINFORMATSIYA do que nas forças armadas ou na indústria de defesa."
ION MIHAI PACEPA, DESINFORMAÇÃO 
 
"O totalitarismo comunista, como organização social, política, cultural, econômica é caracterizado por três elementos. Em primeiro lugar, pela recusa à memória. A aversão, a hostilidade diante da memória o faz mnemófobo. Ele age, por todas as suas instituições, para a destruição da memória. Em segundo lugar, é uma organização que procura a destruição dos valores, e, neste sentido, é axiófobo. E, não em último lugar, detesta o espírito, portanto é uma organização de tipo noofóbica. Portanto, o comunismo é mnemofóbico, axiofóbico e noofóbico.”" (Do Comunismo - O Destino de Uma Religião Política, de Vladimir Tismăneanu)
https://livrariadobernardo.com/do-comunismo

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LIVROS

Christopher Dawson - Criação do Ocidente - A Religião e a Civilização Medieval  - Criação do Ocidente cobre o período que vai da queda do Império Romano do Ocidente até o fim da Idade Média. Mostra que, em vez de fatores seculares e econômicos, foi a religião que permitiu a um pequeno grupo de povos da Europa Ocidental adquirir poder para transformar o mundo e emancipar a humanidade de uma dependência imemorial da natureza, levando-a a inevitáveis estágios crescentes de progresso. https://ecclesiae.com.br/criacao-do-ocidente-religiao-civilizacao-medieval

Thomas Woods Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental - Se perguntarmos a um estudante universitário o que sabe do contributo da Igreja Católica para a sociedade, sua resposta talvez se resuma a uma palavra: «opressão», por exemplo, ou «obscurantismo». A verdade, porém, é que essa palavra deveria ser «civilização». O autor destas páginas mostra como toda a Civilização Ocidental nasceu e se desenvolveu apoiada nos valores e ensinamentos da Igreja Católica. Em concreto, explica, entre muitas outras coisas: por que o milagre da ciência moderna e de uma filosofia que levou a razão à sua plenitude só puderam nascer sobre o solo da mentalidade católica; como a Igreja criou uma instituição que mudou o mundo: a Universidade; como ela nos deu uma arquitetura e umas artes plásticas de beleza incomparável; como os filósofos escolásticos desenvolveram os conceitos básicos da economia moderna, que trouxe para o Ocidente uma riqueza sem precedentes; como o nosso Direito, garantia da liberdade e da justiça, nasceu em ampla medida do Direito canônico; como a Igreja criou praticamente todas as instituições de assistência que conhecemos, dos hospitais à previdência; e como humanizou a vida, ao insistir durante séculos nos direitos universais do ser humano – tanto dos cristãos como dos pagãos. Num momento em que se propaga uma imagem da Igreja como inimiga dos progressos da ciência e da técnica, bem como da liberdade do pensamento, este é um livro que desfaz preconceitos, corrige clichês e ensina inúmeras verdades teimosamente omitidas nas instituições de ensino e em boa parte dos meios de comunicação. https://ecclesiae.com.br/como-a-igreja-catolica-construiu-a-civilizacao-ocidental---11-edicao 

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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem ter sua voz absolutizada.

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos.