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quarta-feira, 22 de abril de 2026

CASO DE CENSURA enterra indicação de Messias ao STF | GAZETA DO POVO

 

 

📌 Neste vídeo, Guilherme Doring Cunha Pereira, presidente da Gazeta do Povo, analisa a atuação recente da AGU ao notificar a plataforma X para remover ou rotular como “desinformação” críticas de cidadãos a um projeto de lei em debate no Congresso. O caso levanta preocupações sobre os limites da liberdade de expressão no Brasil, especialmente quando envolve o direito fundamental de criticar leis e políticas públicas.  A análise também aborda as implicações institucionais do episódio, considerando que o chefe da AGU, Jorge Messias, está indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Para Guilherme, o episódio não é isolado, mas parte de um movimento mais amplo que coloca em risco o equilíbrio entre os poderes e o livre debate democrático. O comentário defende que o momento exige coragem das instituições e dos representantes eleitos, especialmente diante de decisões que podem impactar diretamente o futuro da liberdade de expressão no país. 

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📌 DESTAQUES

 [0:00] - AGU tentou censurar críticas a projeto de lei [2:13] - Aprovar Jorge Messias é trair o país [4:09] - O coração da liberdade de expressão está em jogo [6:03] - O “erro grosseiro” da AGU sobre desinformação [8:02] - Quando o governo vira árbitro da verdade [9:49] - Executivo + Judiciário: dois centros de censura? [11:53] - Flávio, Eduardo, Malafaia e o padrão de intimidação

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 0:00 Criticar um projeto de lei pode virar desinformação? Foi isso que a Advocacia Geral da União tentou fazer ao pressionar o X contra publicações de cidadãos comuns. O detalhe, quem comanda o órgão é Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal. Quando o governo passa a interferir do debate público, o risco vai muito além de um caso isolado.

(...) 8:05 jamais poderia haver supressão de conteúdo ou tentativa de responsabilização. É mais ou menos como se a AGU pensasse que os deputados precisassem de tutela para formarem a sua opinião, como se pudesse alguém se considerar se árbitro do que pode ou não ser dito ou discutido e quais os parâmetros dessa discussão. Isso não é apenas errado, é intelectualmente grosseiro e institucionalmente perigoso. 

Isso nos remete ao segundo ponto da monstruosidade dessa iniciativa. Em qualquer arquitetura institucional minimamente saudável, o executivo não é, não pode ser nunca árbitro do que é verdadeiro ou falso no debate político. Quando o governo passa a atuar dessa forma, ele deixa de ser parte do debate, passa a ser seu controlador. Como pode alguém não enxergar algo tão óbvio?

9:31 A AGU se apoia em checadores de fatos para qualificar projetos, para qualificar conteúdos sobre projetos  legislativos, muitos ainda em tramitação, como desinformação. Consideram essas discussões desinformação. Isso é um erro conceitual elementar. Nós estamos aqui no campo da opinião, da análise, da crítica, não no campo dos fatos brutos. Tratar interpretação como desinformação é abrir caminho para a censura de qualquer divergência. Vocês conseguem compreender a gravidade disso? Transformar opinião em matéria de verdade oficial é abrir a porta para que qualquer divergência seja tratada como erro e, portanto, silenciada. 

10:55 O resultado disso tudo é evidente. Se aceitarmos esse tipo de prática, passaremos a conviver no Brasil com dois centros de poder, com capacidade efetiva de restringir indevidamente a liberdade de expressão. O judiciário, como vem ocorrendo sistematicamente há 7 anos, e agora o executivo. É fundamental reagir. Órgãos de comunicação, formadores de opinião, professores de direito, entidades da sociedade civil, não nos calemos. Não toleremos tanto arbítrio. E sobretudo, senhores senadores, a responsabilidade nesse caso recairá de forma direta, inequívoca sobre os sobre os ombros dos senhores, sobre os senhores. A atuação da AGU nesse episódio desqualifica, da maneira mais definitiva e retorquível possível a possibilidade de Jorge Messias ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal. A aprovação de seu nome nessas circunstâncias será um endoço explícito a esse modelo de restrição da liberdade da expressão. O momento exige algo simples, mas muito efetivo e, ao mesmo tempo raro. Coragem. Coragem para dizer o óbvio e cumprir os próprios deveres. Porque sem liberdade de expressão não há democracia, há apenas poder, sem controle, sem limite, sem vergonha. 

12:20 (...) eu não posso deixar de mencionar, só mencionar outro conjunto de movimentos e decisões gravemente equivocadas, aberrantes mesmo, que se deram na semana passada. Um senador da República e agora pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, torna-se réu por críticas ao presidente Lula. Um deputado, Eduardo Bolsonaro, é condenado por críticas a uma colega de parlamento, a Tábata amaral. Um líder religioso, Silas Malafaia, responde a processo de calúnia por críticas a generais. Parlamentares passam a ser constrangidos e ameaçados com a perda do cargo por ministros do Supremo por exercer uma de suas funções mais elementares, propor investigações. Vejam, tecnicamente cada uma dessas quatro atitudes, decisões é equivocada, mas eu não quero me deter nisso. O que nos assusta aqui na Gazeta do Povo é o padrão. A relativização da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar abriu espaço para uma intromissão sem precedentes do Judiciário na política e uma intromissão que, além de indevida, carrega junto um grau de discricionariedade, de arbitrariedade, que lança, por assim dizer, um véu de medo e desconfiança em todo o jogo político eleitoral, um véu que contamina toda a sociedade. Precisamos voltar com urgência à normalidade e com a ajuda de todos e de cada um de vocês, voltaremos a essa normalidade. Muito obrigado. 

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ELES QUEREM CRIMINALIZAR A OPINIÃO. É condição para o totalitarismo. Criminalizar a opinião transfere a importância dos fatos e da verdade para ela. E quanto mais peso a opinião adquire, menos valor se dá aos fatos e à verdade, a não ser como transgressão. Num totalitarismo, a busca da verdade é um desrespeito à ideologia.

"De acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")


A CRÍTICA ameaça o castelo de cartas ideológico totalitário, a prisão do pensamento. 

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JUÍZA LUDMILA "A ofensiva do STF contra Flávio Bolsonaro" https://youtu.be/gCe7dSqIHrc?si=FnaYn8Kj_WSl38UO 


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 Continuem orando

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Quando é que Trump vai mexer com a CENSURA do GOOGLE?  O povo é ignorante por PRIVAÇÃO do conhecimento que nós estamos impedidos de compartilhar!

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🔴 LIVRO "PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER" - A. Lobaczewski 

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COMO A VENEZUELA CAIU NA ARMADILHA SOCIALISTA  https://conspiratio3.blogspot.com/2026/01/eu-ajudei-expor-o-narcotrafico-na.html

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"A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la." Olavo de Carvalho

"Todo psicopata é , por definição,  psicologicamente invencível. Por mais que você lhe mostre seus erros e prove seus crimes, ele continuará não só proclamando inocência, mas cantando vitória. " Olavo de Carvalho
 

"Hoje entendo que o esquerdismo não é um ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho 

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." 

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"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles." Olavo de Carvalho 

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"Filho do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde."   Ezequiel 12:2

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  "Por vossa mansidão divina, ó Jesus manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça."

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

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REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção, substituída por ideologias e pretextos.  

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