CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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sábado, 9 de fevereiro de 2013

QUEM MANDA NO MUNDO

FIM DA DEMOCRACIA - O ILLUMINATI OBAMA ASSINA A LEI NDAA
http://youtu.be/_vE1ZnimC1A






FIM DA DEMOCRACIA - O ILLUMINATI OBAMA ASSINA A LEI NDAA 2de2 http://www.youtube.com/watch?v=pQBwAsnnt18
 http://youtu.be/pQBwAsnnt18




Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 7 de novembro de 2012 Nas minhas leituras de juventude, mais de quatro décadas atrás, poucas perguntas me impressionaram como aquela que dá título à segunda parte de La Rebelión de las Masas, de José Ortega y Gasset: “Quién manda en el mundo?” O filósofo não a formulava em sentido metafísico, onde poderia ser respondida por algo como “Deus”, “o acaso”, “a fatalidade”, mas em sentido geopolítico, e chegava à conclusão de que era uma lástima a Europa ter perdido seu posto de liderança, cedendo a vaga para a Rússia e os Estados Unidos.


A resposta parecia deslocada da pergunta. Estados, nações, governos e continentes não mandam. Quem manda são os indivíduos e grupos que os controlam. Antes da geo-política vem a política tout court. E aí tudo se complica formidavelmente. É fácil perceber quais Estados ou países predominam sobre os outros. Mas descobrir quem realmente manda num Estado ou país – e através dele manda nos outros -- é um desafio intelectual mais atemorizante do que o pode imaginar o analista político usual.


O verbo “mandar” vem do latim manus dare: quem manda empresta os seus meios de ação (sua “mão”) para que outros realizem algo que ele pensou. Um governante dá ordens a seus subordinados, mas, examinando bem, você verá que só raríssimos governantes, na História – um Napoleão, um Stálin, um Reagan –, foram eles próprios os criadores das idéias que realizaram.

Os primeiros teóricos do Estado moderno acertaram na mosca quando inventaram a expressão “poder executivo”: em geral o homem de governo é o executor de idéias que ele não concebeu nem teria a capacidade – ou o tempo -- de conceber. E os que conceberam essas idéias foram os mesmos que deram a ele os meios de chegar ao governo para realizá-las. Quem são eles? Aplicando a pergunta ao caso específico dos Estados Unidos, o sociólogo Charles Wright Mills, um dos mentores da New Left, publicou em 1956 o livro que viria a se tornar um clássico: The Power Elite, “A Elite do Poder”. A resposta que ele encontrou tomava a forma de uma trama complicadíssima de grupos, famílias, empresas, serviços secretos oficiais e extra-oficiais, seitas, clubes, igrejas e círculos de relacionamentos pessoais ostensivos e discretos, incluindo amantes e call girls. A classe política, que culminava na pessoa do governante nominal, aparecia aí como a espuma na superfície de águas obscuras.



Mills estava, obviamente, na pista certa. Mas ele morreu em 1962 e não teve a ocasião de presenciar um fenômeno que ele mesmo ajudou a produzir: a New Left tornou-se ela própria a elite do poder e perdeu todo interesse em “transparência”. Ao contrário: esmerou-se na opacidade ao ponto de colocar um completo desconhecido na presidência do país mais poderoso do mundo e cercá-lo de um muro de proteção que bloqueia toda tentativa de descobrir quem ele é, o que fez, com quem anda e que interesses representa. Se você quer ter uma idéia do que anda fazendo a elite do poder nos EUA, tem de buscar informação na outra ponta do espectro ideológico: os conservadores são os atuais herdeiros da tradição de estudos inaugurada por Wright Mills. Graças a eles é que hoje a elite globalista fabiana, núcleo vivo do poder por trás de praticamente todos os governos do Ocidente, se tornou visível na sua composição e em detalhes do seu modus operandi ao ponto da quase obscenidade, tornando involuntariamente cômica a insistência de alguns em chamá-la de “poder secreto”.



Clique no Google as expressões “Council on Foreign Relations”, “Bilderberg”, “Trilateral” e similares, e obterá mais informações do que seus neurônios poderão processar pelos próximos dez anos -- informações cujo nível de credibilidade varia desde a prova científica até a rematada invencionice. Em compensação, pouco ou quase nada se sabe das fontes profundas do poder na Rússia, na China e nos países islâmicos. Mesmo as descrições que temos da classe dirigente visível nessas regiões do globo são esquemáticas e superficiais, sem comparação possível com o meticuloso Who’s Who da elite ocidental.



Isso se explica facilmente pela diferença de acesso às fontes de informação. Uma coisa é pesquisar em arquivos e bibliotecas ocidentais, sob a proteção das leis e instituições democráticas, podendo até, nos EUA, furar a barreira da má-vontade oficial por meio do Freedom of Information Act. Coisa totalmente diversa é tentar adivinhar o que se passa por trás das muralhas impenetráveis do establishment russo-chinês. Nem a KGB nem os serviços secretos da China jamais deram acesso a pesquisadores independentes. Mesmo os arquivos do Partido Comunista da URSS voltaram a fechar-se após um breve período de tolerância, motivado não por algum súbito amor à liberdade, mas pela convicção ilusória, logo desmentida, de que os pesquisadores ocidentais eram majoritariamente simpáticos ao regime soviético.


No mundo islâmico, por baixo da classe dirigente e da barafunda de grupos terroristas estende-se uma rede inabarcável de organizações esotéricas, algumas milenares, cujo poder de influência é enormemente variado de país para país e de época para época. Essas organizações, que constituem o núcleo espiritual do Islam, a garantia profunda da sua unidade civilizacional e, a longo prazo, a condição de possibilidade da expansão islâmica mundial, continuam perfeitamente desconhecidas pelos analistas políticos ocidentais, jornalísticos ou mesmo acadêmicos. A diferença de visibilidade entre os grandes esquemas globalistas em disputa é fonte de erros catastróficos na descrição do conflito de poder no mundo. Em artigos vindouros explicarei alguns desses erros.



MAIS:
LEI DÁ PODERES DE DITADOR A OBAMA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2013/02/lei-da-direitos-de-ditador-obama.html
 
OBAMA (NOVA ORDEM MUNDIAL) DEMOLINDO A DEMOCRACIA NOS EUA - OLAVO DE CARVALHO - TRUE OUTSPEAK
https://youtu.be/QSR8KwwrQWU


OLAVO DE CARVALHO - True Outspeak - 07 de novembro de 2012
http://www.youtube.com/watch?v=Ol45FYFoud0
Quem manda no mundo?
http://www.olavodecarvalho.org/semana/121107dc.html
OLAVO DE CARVALHO:
http://www.youtube.com/user/trueoutspeak http://www.midiasemmascara.org
http://www.theinteramerican.org/
http://www.seminariodefilosofia.org/ http://www.olavodecarvalho.org/blog/
http://olavettes.org/
http://www.dcomercio.com.br/index.php/busca-avancada?searchword=olavo%20de%20carvalho&searchphrase=all
http://www.olavodecarvalho.org/donation.html



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Olavo de Carvalho
http://www.youtube.com/user/CanalMSM
http://www.blogtalkradio.com/olavo
http://www.olavodecarvalho.org/true_outspeak.html
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http://www.midiasemmascara.org
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http://www.dcomercio.com.br/index.php/busca-avancada?searchword=olavo%20de%20carvalho&searchphrase=all
O Brasil perante os Conflitos da Nova Ordem Mundial. Palestra - http://youtu.be/UpqFxWMAa8U
ENTREVISTA CENSURADA
http://www.youtube.com/watch?v=OkMp3eHTMPg
 LIVROS
 http://livraria.seminariodefilosofia.org/Olavo-de-Carvalho/View-all-products.html


COMO VENCER UM DEBATE SEM PRECISAR TER RAZÃO - ARTHUR SCHOPENHAUER - http://livraria.seminariodefilosofia.org/Olavo-de-Carvalho/Como-Vencer-Um-Debate-Sem-Precisar-Ter-Razão/flypage.tpl.html
"é um tratado de patifaria intelectual, não para uso dos patifes e sim de suas possíveis vítimas, isto é, nós, o povo. Obra de um espírito arguto e particularmente sensível aos ardis da malícia humana, é um receituário de precauções contra a argumentação desonesta - aquele tipo de polêmica interesseira onde o que importa não é provar, mas vencer. No Brasil de hoje, a edição deste livro é um empreendimento de saúde pública." Comentado por Olavo de Carvalho

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mais em:
http://www.delinks.blogspot.com.br/


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