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terça-feira, 20 de maio de 2014

PSICOPATAS SÃO PREDADORES - ANA BEATRIZ BARBOSA


Psicopata Sem Censura - Ana Beatriz Silva - Pt.1/2

Entrevista com a médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva sobre psicopatia, tema do livro de sua autoria Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado. 1ª Parte


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MAIS:
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 sugestão de leitura
"PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER"
autor: Andrew Lobaczewski

"Apesar de suas deficiências de conhecimento psicológico e moral, eles desenvolvem um conhecimento próprio que algumas vezes falta ás pessoas com uma visão de mundo natural. Eles aprendem a reconhecer um ao outro em uma multidão, mesmo quando crianças, e desenvolvem uma ciência da existência de outros indivíduos  parecidos com eles."

" Eles então nos observam, tirando conclusões, formando seu mundo diferente de conceitos. Eles se tornam especialistas em nossas fraquezas e ás vezes executam experimentos cruéis. O sofrimento e a injustiça que eles causam não os inflige nenhuma culpa interior (...)

 "Uma pessoa normal pode aprender a falar na linguagem conceitual do psicopata, e até mesmo se tornar de certa forma, proficiente, mas o psicopata não está apto a incorporar a visão de mundo de uma pessoas normal, embora tente fazê-lo, com freqüência, durante toda sua vida. O produto desses esforços é somente um papel e uma máscara atrás dos quais ele esconde sua realidade dissidente. "

A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa afirma que a impunidade é o sinal verde para os psicopatas.
https://www.youtube.com/user/anabeatrizbsilva/search?query=PSICOPATAS

Violência e sociedade, com Ana Beatriz Barbosa Silva. Psicopatia e outras http://youtu.be/-GtnVlLQNVo

O MAL SEM MÁSCARA: PSICOPATAS NO PODER
(Artigo publicado na Winkmag #24)
Por Paulo Briguet

Livrai-nos do mal – é o último pedido da oração mais importante do cristianismo. Sempre que possível, gosto de repetir em silêncio essas palavras diante dos acontecimentos que nos angustiam e atormentam. Quando passamos os olhos pelas manchetes, percebemos que o mal está solto no mundo.
A última frase do Pai-Nosso me veio diversas vezes à mente e aos lábios durante as 298 páginas do livro “Ponerologia: Psicopatas no poder”, do psicólogo polonês Andrew Lobaczewski (1921-2007). A obra acaba de ser lançada no Brasil pela Vide Editorial, com tradução de Adelice Godoy e prefácio de Olavo de Carvalho.
A palavra ponerologia vem do grego “poneros”, que quer dizer “o mal”. Trata-se de uma nova disciplina científica cuja meta é estudar as origens e o desenvolvimento do mal nas pessoas e na sociedade. O dr. Lobaczewski criou o termo após sofrer pessoalmente as consequências de um sistema político ocupado por psicopatas em sua terra natal, a Polônia.
A história de “Ponerologia” ilustra o fenômeno descrito pela obra. O autor precisou reescrever o livro três vezes. A primeira versão foi queimada pelo próprio Lobaczewski, antes de uma batida da polícia secreta comunista em sua casa. A segunda versão foi entregue a um turista e desapareceu para sempre. O autor se viu obrigado a escrever uma terceira versão, de memória, nos Estados Unidos, para onde migrou depois de ser expulso pelo regime comunista, em 1977. Terminou de escrevê-lo após voltar à terra natal, em 1990. Mais do que um livro, “Ponerologia” é um sintoma da presença de psicopatas no poder.
A edição brasileira traz na capa um punho erguido. Os brasileiros hão de reconhecer esse gesto, bastante comum entre os mensaleiros e seus defensores que atualmente ocupam o poder central no País. O punho erguido em sinal de desafio é uma espécie de senha que une os psicopatas de todas as épocas. Andrew Lobaczewski utiliza a linguagem científica para dizer quem são eles: seres incapazes de culpa e compaixão, para quem a vida é “a busca de atrações imediatas, momentos de prazer e sentimentos de poder”.

O mais alarmante é que o psicopata tem um dom especial para reconhecer seus iguais. Quando reunidos na forma de um partido ou máfia, declaram guerra aos seres humanos normais. O homem e a mulher voltados ao amor, à família, ao trabalho, à religião e às preocupações habituais da vida transformam-se em “inimigos do povo” assim que os psicopatas assumem o poder. Foi precisamente isso que ocorreu no Leste Europeu, na China maoísta, na Cuba de Fidel Castro. É também o que vem acontecendo nos regimes latino-americanos seguidores do Foro de São Paulo.
“Em qualquer sociedade do mundo, indivíduos psicopatas e outros tipos irregulares criam uma rede comum de conluios, parcialmente alienada da comunidade de pessoas normais”, explica Lobaczewski. Embora incapazes de culpa e compaixão, os psicopatas têm um sonho. Eles alegam fazer o que fazem – mentir, roubar, eventualmente matar – em nome de “um mundo melhor”. Sonham com um tipo de sistema social que não os rejeite. Quando atingem o poder máximo numa sociedade, passam a inverter o sentido moral das ações. Os internos assumem o controle do manicômio. “Tal sistema de governo não tem para onde ir senão para baixo”, diz Lobaczewski.
A lógica da “luta de classes” – ou, para usar um termo popular, do “nós contra eles” – encaixa-se perfeitamente na visão de mundo dos psicopatas. “Para indivíduos com várias anomalias psicológicas, a estrutura social dominada pelas pessoas normais e seu mundo conceitual parecem ser um sistema de força e opressão”, escreve o autor.

 Embora o número de psicopatas numa sociedade dificilmente atinja mais de 6% da população, esse tipo de comportamento possui características epidêmicas. Autores que viveram sob regimes totalitários – como Anna Akhmátova, Alexander Soljenítsin, Joseph Brodsky, Nicolae Steinhardt, Ivan Klíma – asseguram que a mentira passa a ser não apenas comum como também obrigatória nessas condições. Fazer o mal torna-se uma estratégia de sobrevivência. Dizer a verdade, um ato de heroísmo.

Andrew Lobaczewski tem a ousadia de diagnosticar as doenças mentais de alguns ícones do comunismo. Karl Marx era um esquizoide. Lênin, um paranoico. Stálin, um exemplo de “caracteropatia ponerogênica particular”. Quando pessoas afetadas por essas doenças mentais assumem o poder, temos o que o autor define como patocracia: a doença como método de governo. Utilizando o método científico, Lobaczewski faz o que ele mesmo chama de “strip-tease” ideológico do sistema, expondo-o em sua nudez maléfica. “A patocracia progressivamente paralisa tudo”, arremata.

Ao terminarmos a leitura, somos acometidos por velhas perguntas. Por que o mal existe? Por que Deus permite a existência da maldade? São questões que atormentam a humanidade há milênios. Precisamos entender que o mal é uma decorrência do livre-arbítrio humano. Ele existe realmente – e está solto no mundo, tendo chegado ao poder. O caminho para nos libertarmos do mal, como suplicamos na última frase do Pai-Nosso, é um ato de coragem: defender a verdade, não importa quanto ela parecer difícil. “Conhecereis a verdade, e ela vos libertará.”

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Trecho da obra: 

 As duas fases da doença histórica

“A primeira fase das grandes doenças históricas é representada por um tipo de crise espiritual da sociedade, que a historiografia associa ao esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos, que até então alimentavam a sociedade em questão. O egoísmo aumenta entre os indivíduos e os grupos sociais, e as ligações entre a obrigação moral e as conexões sociais parecem se afrouxar. Assuntos sem importância, em seguida, dominam as mentes humanas em tal extensão que não há espaço sobrando para pensar sobre assuntos públicos e para um sentimento de comprometimento com o futuro. (...) O governo do país é paralisado, impotente frente aos problemas que poderiam ser resolvidos sem grande dificuldade em outras circunstâncias.
A próxima fase é marcada por tragédias sangrentas, revoluções, guerras e quedas de impérios.”

 (Andrew Lobaczewski, em “Ponerologia”)

Paulo Briguet

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O mínimo que você precisa saber para não ficar histérico
http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/01/03/o-minimo-que-voce-precisa-saber-para-nao-ficar-histerico/


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P&R con Laura Knight-Jadczyk -- Psicopatas
https://www.youtube.com/watch?v=LGtKTgoR8V0

legendas em espanhol
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A MENTIRA COMO MÉTODO - Ferreira Gullar
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2014/09/a-mentira-como-metodo-ferreira-gullar.html



"Em seus mais de oitenta anos de história, tudo o que o PCC tocou foi marcado por mentiras, guerras, fome, tirania, massacre e terror. As crenças e os valores tradicionais foram violentamente destruídos. Os conceitos éticos e as estruturas sociais originais foram desintegrados pela força. A empatia, o amor e a harmonia entre as pessoas se evaporaram, vítimas das lutas e do ódio. Veneração e apreço pelos Céus e pela Terra foram substituídos por um desejo arrogante de “lutar contra os Céus e a Terra”. O resultado foi um total colapso do sistema social, moral e ecológico, uma profunda crise para o povo chinês e, de fato, para a humanidade. Todas essas calamidades foram provocadas por meio do planejamento deliberado, organização e controle do PCC." 
https://www.epochtimes.com.br/nove-comentarios-partido-comunista-chines-introducao 
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"Ponerologia: Psicopatas no Poder" amplia a compreensão daquela mentalidade desumana que está sempre à caça de posições de poder na sociedade. A ideologia, usada por psicopatas para manobrar a sociedade, é tingida dos valores dessa sociedade que vão tomar e parasitar.

A ideologia funciona como um vírus que modifica o interior do hospedeiro que para passa a trabalhar para eles, psicopatas. Mas nem todas as pessoas são suscetíveis a ela, só as mentes jovens, as desinformadas e as desiquilibradas; mas depois que ela ganha força, outros podem aderir pelo medo.

Psicopatas parecem ETs, não entendem nossa linguagem, pois são incapazes de ter determinados sentimentos, emoções e conceitos, e por isso fingem desde tenra idade e se tornam mestres no disfarce. Tudo  isso pode ser detectado por exames em aparelhos que escaneiam a atividade cerebral e também pela análise da linguagem que revela distorções de sentido das palavras.

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