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domingo, 9 de outubro de 2016

DELINQUÊNCIA, SEQUESTROS E OUTROS CRIMES PARA JUSTIFCAR MAIS PODER AO ESTADO



TEXTO DE DANIEL ESTULIN

Desde seu anúncio, em 19 de dezembro de 2001, VeriChip conquistou uma enorme atenção nos meios de comunicação dos Estados Unidos, assim como em todo mundo. Apareceram artigos sobre tecnologia nas principais publicações, entre elas: Time Magazine , People Magazine , The Washington Post , The Los Angeles Time , The Chicago Tribune , The Assodated Press , Reuters. Os diretores da companhia discutiram e demonstraram esta tecnologia em: NBC 's Today Show , ABC 's Good Morning America , CBS Early Show , CBS Evening News , ABC's World News Tonight , CBS Eye on America , The View , CNN com a Paula Zahn, CNN Headline News, ABC Family / CBN , The O' Reilly Factor on Fax News , National Public Radio, The BBC , CBS Radio , ABC , CBS e os afiliados da NBC em todo o território nacional.” Dão se conta de que todos os meios que acabo de citar pertencem ao Clube Bilderberg , à Comissão Trilateral e ao Council on Foreign Relations ( CFR )?

O novo segmento da população que se fixará objetivamente são as crianças estadunidenses. Falaram me sobre o próximo plano dos bilderberger de converter o espantoso tema dos sequestros infantis em tema de domínio público (ajudados pelo necessário frenesi dos meios de comunicação). Este não é um fenômeno novo. Segundo as estatísticas do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, só no último ano seqüestraram 358.000 crianças. Só que os meios de comunicação, por hora, querem guardar em silêncio este impressionante dado. Para implantar microchips nas crianças, será necessário convencer aos pais de que este crime horrível alcançou proporções epidêmicas. Contra quem clamarão os pais e a sociedade quando os seqüestros saírem à luz? Contra o Governo por não fazer o suficiente? Contra os criminosos? Mas, quais e onde estão?

Os bilderberger utilizam os meios de comunicação como veículo para provocar turbulências. E quando as terríveis cenas de assassinato e tragédia se apresentarem frente ao mundo inteiro, a sociedade sentirá a necessidade de reagir. No Committee of 300 , John Coleman escreve: «Terá que destacar três fases distintas na resposta e reação mostradas pelos grandes grupos sociais. Em primeiro lugar, a fase da superficialidade; a população ante ataques defenderá a si mesmo com lemas (leia se «Não aos crimes», «Mais amparo policial já», «Deus queira que isto não aconteça em nosso tranqüilo e agradável bairro»...) Isto não identificará a origem da crise e, portanto, não haverá nada concreto contra o que se dirigir, daí que a crise persistirá. Em segundo lugar, a fase da fragmentação. Terá lugar enquanto a crise continuar e a ordem social se desmoronar (leia se que chegados a esse ponto, os cidadãos se organizarão por si mesmos como vigilantes, dentro de seus bairros, para defender seu território, pouco seguros de quem é o inimigo). Então, entrará em jogo a terceira fase em que a população se radicalizará e se desviará da  crise induzida, ao que seguirá uma reação de inadaptação acompanhada de um ativo idealismo sinótico e dissociação (leia se: contra os resultados, como no 11/09 e não da causa, como no interrogante suspenso, faz muito tempo: como um recluso árabe, podia ter os meios, com um walkie talkie, para dirigir uma operação logística tão complicada, de seu esconderijo remoto, perdido entre as montanhas do Afeganistão. E se não, quem poderia ter sido e por que?).

O Instituto Tavistock , que estuda o comportamento humano, e principal órgão de lavagem cerebral da Nova Ordem Mundial, chamado «Penetração de Longo Alcance». Durante mais de meio século, os bilderbergers , apoiados por Tavistock e sua «jóia» americana ─ o Instituto de Investigação de Stanford ─, ocasionaram um trauma de penetração a longo prazo e de lavagem cerebral em nossa sociedade. Coleman explica que «os conspiradores podem criar e capitanear aos elementos quebrantadores do equilíbrio que lhes agradem.»  Por exemplo, assinala «as misteriosas guerras de bandos» que irromperam em Nov a Iorque, Los Angeles, Filadélfia e Chicago na dé cada de 1950... e que foram «cuidadosamente planejadas no Stanford , desenhadas deliberadamente para ludibriar à sociedade e provocar uma onda de perturbação». Até a década de 1980 não descobriu aos «que controlavam das sombras os assim chamados fenômenos sociais». Seus promotores pertenciam (trabalhando de costas à sua fonte) ao conselho do Stanford/Tavistock/Bilderberg . Depois de servir a seu propósito intencionado de criar um elemento perturbador na sociedade, as turmas desapareceram repentinamente em 1966. 

A questão é o que sabia o Departamento de Polícia de Los Angeles, LAPD , que contava entre seu pessoal com os melhores e mais brilhantes agentes de Polícia; o Departamento da Polícia de Chicago, que tem maior mão dura nos Estados Unidos e é célebre por sua luta contra Capone e outros gângsters ; o Departamento de Polícia da Filadélfia, com seus agentes de polícia acostuma dos a lutar com traficantes e delinqüentes, que se movem nos guetos dos carentes bairros centrais, cuja visão recorda me como ficou a cidade de Dresde, em 1945, após receber o impacto de uma chuva de bombas. Que fazia o legendário Corpo de Polícia de Nova Iorque quando surgiu a primeira turma pela primeira vez e pouco depois se estendeu e multiplicou rapidamente? Por que o aparelho de segurança dos Estados Unidos e as forças de Proteção Civil podem controlar meio milhão de homens durante uma manifestação e, entretanto, não são capazes de lutar contra um pequeno bando de valentões? Por que não intervieram os militares americanos com seus tanques, helicópteros, exércitos, marines , rangers para ajudar a derrubar esta situação e proteger aos aterrorizados cidadãos contra esta ameaça? A menos que toda a operação estivesse dirigida pela mesma gente que organizou o 11/09, aqueles que dirigem nossa firme marcha para a escuridão de sua desejada ditadura de uma Única Ordem Mundial...

Fixem se no que acontecerá aos casos de seqüestro na América, assim como, suas terríveis conseqüências (a violação e o assassinato de uma pessoa inocente, com toda riqueza de detalhes, que transladarão a sua casa a sensação de que a sociedade não é segura) pelos quais nos informarão os meios de comunicação controlados pelo Grupo Bilderberg . Os acontecimentos apresentar se ão da mesma maneira que se apresentou a violência entre os bandos para uma sociedade desconcertada, durante a década recente de 1960, devido à ação soterrada dos bilderbergers . Depois da reunião secreta do Clube Bilderberg na Suécia me inteirei, através de uma fonte de Inteligência extremamente confiável, de que os bilderbergers estavam planejando «um ensaio geral na primavera e no verão (de 2002) pelo que, em pouco tempo, se converteria em uma tragédia de proporções epidêmicas (de seqüestros infantis)». Por desgraça, minha fonte (com uma bem sucedida percentagem de 94% em sua predição) estava certa.
Os casos recentes abalaram aos pais porque a maioria das vítimas seqüestrada estava em sua própria casa, ou justo na soleira da porta.

Por exemplo, durante as horas em que se informou que Cassandra Williamson tinha desaparecido da casa de seus vizinhos, situada nos subúrbios de St. Louis, a busca foi transmitida direta pelos canais de notícias de televisão a cabo por todo Estados Unidos. Estes são alguns dos titulares desse fatídico 2002: «Elisabeth Smart, de quatorze anos e natural de Utah, desapareceu de seu dormitório em 5 de junho e ainda continua o paradeiro desconhecido», The Oregonian , 5 de junho de 2002. «Encontrou se o corpo sem vida de uma menina, cujo paradeiro era desconhecido... Após semanas de busca, Danielle van Dam, de sete anos de idade, foi achada morta», CNN.com , fevereiro de 2002. «Samantha Runnion, de cinco anos, raptada perto de sua casa», PRWeb.com , 15 de julho de 2002. «Samantha Runnion, de cinco anos de idade, foi enc ontrada morta em Riverside, Califórnia», CNN.com , 16 de julho de 2002. «Percepção de perigo apesar da cobertura nos meios, a contece a onda de estranhos seqüestros.» Os recentes seqüestros são descarados e transpassaram os limites sociais e econômicos, São Francisco Chronicle , 28 de julho de 2002. «Erica Pratt, de sete anos, seqüestrada na calçada de uma favela da Filadélfia», São Francisco, Chronicle , 24 de julho de 2002.

«Cassandra Williamson, que desapareceu da cozinha da casa de uns vizinhos, foi achada morta». Fax News , CBS News , 26 de julho de 2002. Outra vez, depois de servir a um fim determinado, os seqüestros se evaporaram da opinião pública no início de 2003. Como no caso das guerras de bandos «o público reagiu de acordo à reação esperada e projetada pelo Stanford » (leia se: indo contra as conseqüências visíveis em lugar de procurar a causa invisível); porque a sociedade em conjunto não reconheceu os sintomas de uma etapa de um processo dirigido por eles. Os meios de comunicação, em cooperação com o Stanford, centraram a atenção de milhões de americanos nos preocupantes casos de seqüestros, seguidos de violações e amputações que gelaram o sangue da população, devido a sua intensidade, sadismo e crueldade. Todo o acontecimento se desenvolveu como uma cópia exata das guerras dos bandos da década dos sessenta dirigidas por Stanford , com fases nas que o grupo fixado como objetivos e equivoca ao identificar a origem da crise, logo chega a «fragmentação» («Graças a Deus que isso não passa em nosso bairro»), posteriormente, os que não se viram afetados pelos se qüestros se separam para defenderem a si mesmos, dando passagem ao período de dissociação chamado o processo de «má adaptabilidade».
Qual era o propósito da guerra dos bandos e da avalanche de sequestros nos Estados Unidos em 2002? Transladar a cada um dos lares a idéia de que a sociedade, em geral, não está segura (leia se: A ordem social se desmoronou. Estamos indefesos. Graças a Deus que não passou a nosso filho. O que deveríamos fazer? Devemos procurar amparo. Podemos obter que essa proteção seja completa? Só podemos nos sentir seguros se soubermos, todas as horas do dia, onde estão nossas crianças. Como?) O seqüestro na América: necessitam um chip? Como se desenvolverá o cenário nestas alturas do que parece ser uma ampla campanha de terror? Acontecerão casos de crianças desaparecidas que saltarão à primeira página da imprensa diária, até que descubramos que «alguns pais tiveram a precaução de implantar um chip em seus filhos». «Os pais recorrem a inserir microchips em seus filhos», CNN.com , 3 de setembro de 2002. Este título apareceu na CNN no momento de maior apogeu de sequestros nos Estados Unidos. «Um microchip poderia garantir a segurança de seu filho?» Um mês depois de acharem, numa sarjeta remota, os corpos de Holly Wells e Jessica Chapman (espetacular caso de duas garotas de Manchester assassinadas, que destroçou à nação inteira), um professor de cibernética propôs um plano para implantar microchips nas crianças e assim acautelarem se de sofrer um seqüestro. BBC News Online Magazine , 18 de dezembro de 2003. Os meios de comunicação controlados pelo Clube Bilderberg começarão a promover os chips pessoais de uma maneira frenética. A CNN , a CBS , a ABC , a NBC , a FOX sabem o que se espera agora delas. O Clube Bilderberg decide o que, do plano mestre, e da imprensa se espera que leve a cabo, para pôr o plano em ação. A imprensa televisiva não regulará esforços para entrevistar aos afortunados pais, que se reencontraram com seus felizes brotos. Os programas de entrevistas farão insistência na natureza maravilhosa da tecnologia, e os políticos destacarão a necessidade de inserir microchips a segmentos cada vez mais amplos da sociedade, em seu esforço coordenado, por «proteger» aos cidadãos dos males do terrorismo internacional. A princípio, ficarão à margem os inconformistas, os anarquistas, os revolucionários, os hippies , etc.; aqueles que se oponham a que o governo mundial os persiga e controle; que operarão fora da lei e subsistirão, graças ao comércio de uma variedade de mercadorias, que já não comprarão com papel moeda. Num primeiro momento, o Governo Mundial Único deixará de l ado este segmento da população. Mas, como a implantação de chips converter se á em um fenômeno natural (como é a atual campanha para erradicar o tabaco pela qual, os que se atrevem a fumar, são denegridos e olhados com desprezo ), o Governo porá em marcha sua segunda etapa, a erradicação da atividade ilícita. Graças à ajuda da população com o microchip implantado e a lavagem cerebral (a assim chamada «maioria moral», olha, como hoje em dia nos Estados Unidos, mais de 50 % da população, segundo algumas sondagens, ainda culpa a o Saddam Hussein pelo 11/09 ou, por exemplo, a Alemanha nazista, onde «agradáveis e educados» cidadãos alemães apoiaram a loucura de Hitler) e, com os bilderbergers movendo os fios invisíveis atrás do cenário, qualquer um que esteja contra de ser tratado como rebanho, será obrigado a viver às margens da sociedade; impedir lhe ão de seguir com sua vida, ter amigos; sua família o rechaçará e a população «ultrajada» irá a sua caça. Recordam a Rússia do Stalin? (Em que a Cheka , posteriormente reconvertida em KGB , matou um de meus tios, porque alguém da família caguetou de que tinha contado uma piada, em voz alta, sobre Stalin). O Governo Mundial Único, sem embargo, não atuará diretamente contra os inconformistas, mas sim fará a lavagem cerebral da população, para que eles mesmos nos caguetem e nos entreguem ao Governo Mundial Único. Note se novamente a campanha antitabaco. Os cidadãos «sensibilizados», sentem se no dever, de colocar os narizes em sua vida; de recomendar a tarefa de participar de uma conferência sobre os perigos do tabaco, seja no metro de Madrid, ou em qualquer lugar público. E, o que tem de perigoso em se converter em um conformista e um verme inculto? Ninguém parece preocupar se disso.
No jantar dos embaixadores das Nações Unidas, David Rockefeller disse: «A atual janela à oportunidade para que possivelmente uma ordem mundial interdependente e verdadeiramente pacífica se construa, não estará aberta durante muito tempo. Estamos a beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é uma grande crise e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial.»

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CLUBE BILDERBERG

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KGB DEDURA OS RIVAIS E SÓCIOS BILDERBERGS
Daniel Estulin, que nasceu na Rússia, é tão controverso como Alex Jones. Como Jones, ele é regular na televisão do Rússia Today, onde afirmava que os EUA estavam construindo 13 bases secretas no Afeganistão para uma eventual guerra com a Rússia. Estulin disse ao RT que o propósito dos Bilderbergers é "subjugar" A Rússia e a China e que "O Governo russo é uma das minhas principais fontes a este respeito." http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-alex-jones-e-suas-liga%C3%A7%C3%B5es-com-a-r%C3%BAssia

OLAVO DE CARVALHO - Alex Jones e Daniel Estulin são Agentes Russos
https://youtu.be/uYnAF8MRW80

RITUAL SATÁNICO en las instalaciones de CERN? 

http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/ritual-satanico-en-las-instalaciones-de.html  


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UM MOVIMENTO ORGANIZADO DE PALHAÇOS ATERRORIZANTES NOS EUA - QUEM ESTÁ POR TRÁS? QUAL O OBJETIVO?





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2013
O CASO DA GANGUE DOS PALHAÇOS, em 2013, lembrou um episódio de 1938, nos EUA, quando a rádio CBS realizou uma leitura do livro GUERRA DOS MUNDOS, de Orson Welles, sobre uma invasão alienígena, e viu o pânico se espalhar entre milhões de pessoas.
http://f5.folha.uol.com.br/saiunonp/2013/09/1341200-trupe-do-palhaco-aterroriza-sao-paulo.shtml

 SCARY CLOWN MAP

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