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domingo, 19 de junho de 2016

FASES DA OCUPAÇÃO DE UM GRUPO NORMAL POR OUTRO MALIGNO (PSICOPATA, MAFIOSO, NAZISTA, COMUNISTA)



Andrew Lobaczewski tentou nos alertar sobre o mal que pode se apoderar das sociedades, deflagrar guerras, genocídios, totalitarismos. Com muita dificuldade deixou seu estudo e testemunho em um livro que recomendo que comprem e estudem: PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER. Ele teve de enfrentar dois problemas, que se destacam entre os muitos que cercam o assunto de um muro de obstáculos: a ignorância e a ocultação. A ignorância é das pessoas normais, resistentes a enxergar esta forma e este grau de maldade. Geralmente seus sistemas de defesa dão o alerta muito tarde, EXATAMENTE COMO ESTÁ NOS ACONTECENDO. Nosso desejo de nos iludir é aproveitado justamente por aqueles predadores cujo maior anseio é invadir, dominar e perverter sorrateiramente nossas organizações e sistemas que passam então a trabalhar para eles e seus objetivos anti-humanos. Alguém já disse que eles são como cupins, corroem o interior e deixam a casca, a aparência e os mesmos nomes para mascarar a deformidade que causam. Exemplo: democracia, direitos humanos, politicamente correto, teologia da libertação, na prática estão servindo para a instalação de um sistema de dominação que destrói a democracia, os direitos, a religião, etc. É um método para neutralizar o alarme que o senso comum poderia dar, e também para distorcer este senso. Li recentemente que a própria doutrinação contém chaves para desligar o senso crítico e proibir o questionamento. É urgente conhecer de onde provém os ataques, quem é o inimigo e por que caímos em suas armadilhas constantemente. O perigo está aqui, mas o alarme não soa.


PONEROGÊNESE = GÊNESE DO MAL

EXTRAÍDO DO LIVRO DE LOBACZEWSKI:
Quando o processo ponerogênico toca esse tipo de organização humana, que emergiu e agiu originalmente em nome de objetivos políticos ou sociais, e cujas causas foram condicionadas pela situação histórica e social, os valores primários do grupo original irão alimentar e proteger tal união, apesar do fato de que tais valores primários tenham sucumbido à degeneração característica e a função prática tenha se tornado completamente diferente da inicial, porque os nomes e os símbolos são mantidos. É aí que as fraquezas dos “sensos comuns” individual e social são reveladas
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Uma ideologia de uma associação ponerogênica secundária é formada por uma adaptação gradual da ideologia primária para outras funções e objetivos que são diferentes dos originalmente desenvolvidos. Um certo tipo de sobreposição ou esquizofrenia da ideologia acontece durante o processo de ponerização. A camada de fora, mais próxima do conteúdo original, é utilizada para propósitos de propaganda, especialmente em relação ao mundo exterior, embora possa também ser usada, em parte, internamente para desacreditar os membros do baixo escalão. A segunda camada é direcionada à elite sem problemas de compreensão: é mais hermética, geralmente composta pela introdução delicada de significados diferentes para os mesmos nomes. Uma vez que nomes idênticos significam conteúdos diferentes, dependendo da camada em questão, entender este jogo duplo de linguagem requer uma fluência simultânea nas duas linguagens.
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Dentro de cada união ponerogênica é criada uma estrutura psicológica, que pode ser considerada uma contrapartida ou uma caricatura da estrutura normal da sociedade ou de uma organização social normal. Em uma organização social normal, os indivíduos com várias forças e fraquezas psicológicas complementam as características e os talentos uns dos outros. Essa estrutura é sujeita a modificações diacrônicas, de acordo com as mudanças no caráter da associação como um todo. O mesmo é verdade para uma união ponerogênica. Os indivíduos com várias aberrações psicológicas também complementam as características e talentos uns dos outros.
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A primeira fase de atividades de uma união ponerogênica é usualmente dominada por indivíduos caracteropatas, particularmente paranóicos, que freqüentemente têm um papel de inspiração e de fascinação no processo de ponerização. Recordemos aqui que o poder da caracteropatia paranóica reside no fato de que seus portadores escravizam facilmente as mentes menos críticas, isto é, pessoas com outros tipos de deficiências psicopatológicas ou que tenham sido vítimas de indivíduos com desvios de caráter e, em particular, um grande segmento de pessoas jovens. Nesse período, a união ainda exibe certas características românticas e ainda não está caracterizada pelo comportamento excessivamente brutal. Logo, no entanto, os membros mais normais são empurrados para funções marginais e são excluídos dos segredos organizacionais; alguns deles, por conta disso, deixam tal união.

Então, indivíduos com anomalias herdadas (psicopatas) assumem progressivamente as posições de liderança e de inspiração. O papel dos psicopatas essenciais cresce gradualmente, embora eles gostem de permanecer ostensivamente nas sombras (isto é, dirigindo pequenos grupos), determinando o ritmo como uma eminência parda. Nas uniões ponerogênicas de grande escala social, o papel de líder é geralmente assumido por um tipo diferente de indivíduo, mais facilmente digerível e representativo. Os exemplos incluem portadores de caracteropatias frontais ou de alguns complexos menores e mais discretos.

No início, o propagandista (divulgador da ideologia, etc) também possui o papel de líder em um grupo ponerogênico. Depois aparece um outro tipo de “talento de liderança”, um indivíduo mais vital, que geralmente se juntou à organização mais tarde, depois de ela ter sucumbido à ponerização. O indivíduo que tinha o papel de propagandista, por ser mais fraco, é forçado a aceitar os termos, sendo desviado para os bastidores, e a reconhecer a “genialidade” do novo líder, ou aceitar a ameaça de fracasso total. As funções são divididas. O propagandista necessita do apoio do líder primitivo, mas decisivo, que em troca necessita do propagandista para sustentar a ideologia da associação, tão essencial na manutenção da postura correta por parte daqueles membros mais graduados e das fileiras, que carecem de uma tendência à crítica e duvidam da variedade moral.

O trabalho do propagandista, então, é o de reempacotar a ideologia adequadamente, inserindo cuidadosamente novos conteúdos sob velhos títulos, de forma que possa continuar representando a sua função de propaganda sob condições que mudam o tempo todo. Ele também tem que sustentar a mística do líder dentro e fora da associação. A verdade total não pode existir entre os dois, no entanto, já que o líder despreza secretamente o propagandista e sua ideologia, enquanto o propagandista desdenha do líder por ser um indivíduo grosseiro. Um confronto é sempre provável; aquele que for mais fraco perderá.

A estrutura de tal união passa então à diversificação e à especialização. Um abismo se abre entre os membros um pouco mais normais e a elite de iniciados que são, como regra, mais patológicos. Este subgrupo se torna ainda mais dominado por fatores patológicos hereditários, e aquele por indivíduos portadores dos efeitos posteriores a várias doenças que afetam o cérebro, por indivíduos menos tipicamente psicopatas, e por pessoas cuja personalidade malformada foi causada por privação precoce ou por métodos brutais de educação infantil por parte de indivíduos patológicos. Não demora para que haja cada vez menos espaço para pessoas normais no grupo como um todo. Os segredos dos líderes e as intenções são mantidos escondidos dos proletários do grupo; os produtos do trabalho do propagandista devem ser suficientes para esse segmento.

Alguém que observe de fora tais atividades da união, utilizando-se da visão de mundo psicológica natural, tenderá sempre a superestimar o papel do líder e de sua função alegadamente autocrática. O propagandista e o aparato de propaganda são mobilizados para manter essa opinião errônea em quem está de fora. O líder, contudo, é dependente dos interesses da união, especialmente dos iniciados da elite, em uma extensão muito maior do que ele mesmo sabe. Ele empreende um jogo de constante disputa por posição; ele é um ator com um diretor. Em uniões macrossociais, essa posição é geralmente ocupada por um indivíduo mais representativo, não privado de certas faculdades críticas; iniciá-lo em todos aqueles planos e cálculos criminosos seria contraproducente. Em conjunto com parte da elite, um grupo de indivíduos psicopatas, escondidos nos bastidores, dirige o líder, da mesma forma que Borman e sua facção dirigiram Hitler. Se o líder não cumpre seu papel designado, ele geralmente sabe que a facção que representa a elite da união está apta a matá-lo ou removê-lo de alguma outra forma.
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Os indivíduos psicopatas geralmente ficam longe das organizações sociais caracterizadas pela razão e disciplina ética. Afinal estas organizações são criadas por aquele outro mundo de pessoas normais tão estranhas a eles. Eles sentem desprezo por várias ideologias sociais, enquanto, ao mesmo tempo, discernem facilmente seus defeitos reais. Contudo, uma vez que o processo de transformação ponérica de uma organização para uma caricatura equivalente ainda não definida se inicia e avança o suficiente, eles percebem esse fato com sensibilidade praticamente infalível: um círculo foi criado no qual eles podem esconder suas falhas e suas desigualdades psicológicas, encontrar seus próprios modus vivendi, e talvez até REALIZAR SEU SONHO UTÓPICO DE JUVENTUDE, ONDE ELES ESTÃO NO PODER E TODAS AQUELAS OUTRAS "PESSOAS NORMAIS" SÃO FORÇADAS À SERVIDÃO. Eles começam então a se infiltrar nos postos e fileiras de tal movimento. Fingir serem adeptos sinceros não é uma dificuldade para psicopatas, uma vez que representar um papel e se esconder atrás de uma máscara de pessoa normal é uma segunda natureza para eles.  
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Eu devo concordar com a denominação de patocracia para o sistema de governo assim criado, onde uma minoria patológica assume o controle sobre uma sociedade de pessoas normais. O nome selecionado, acima de tudo, enfatiza a qualidade básica do fenômeno psicopatológico macrossocial, e o diferencia dos muitos sistemas sociais possíveis dominados pelas estruturas, leis e costumes das pessoas normais.



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COMO É QUE VC VAI SE DESLOCANDO DA SUA PERCEPÇÃO DOS FATOS NA DIREÇÃO QUE ELES QUEREM:
"Graças ao seu conhecimento psicológico específico e à sua convicção de que as pessoas normais são ingênuas, uma patocracia é capaz de aprimorar as suas técnicas "anti-psicoterapêuticas" e, patologicamente egotística como de costume, insinuar seu mundo de conceitos deficientes para os outros em outros países, tornando-os suscetíveis à conquista e à dominação. Os métodos mais freqüentemente utilizados incluem os métodos paralógicos e conversivos, tais como a projeção das qualidades e intenção de uma pessoa sobre as outras, sobre grupos sociais ou nações, a indignação paramoral e o bloqueio reverso. Esse último método é o favorito dos patocratas, utilizado em larga escala, direcionando as mentes das pessoas medianas para um beco sem saída porque, como resultado, faz com que elas busquem pela verdade no meio termo entre a realidade e o seu oposto." (PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER)
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PT VEIO PARA SE ETERNIZAR NO PODER - OLAVO DE CARVALHO - 2010
https://youtu.be/KDMLAUOGj0I


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Lógica da histeria Olavo de Carvalho
(...) Só por isso não se pode dizer que todos os líderes e intelectuais comunistas sejam psicopatas. Como observou o psiquiatra Andrew Lobaczewski no seu estudo da elite comunista polonesa, um pequeno grupo de psicopatas basta para atrair um vasto círculo de colaboradores e militantes e instilar neles todos os sintomas de uma falsificação histérica da percepção. O histérico não crê naquilo que vê, mas naquilo que diz e repete. Sua experiência direta da realidade é substituída por uma padronização compulsiva que enxerga sempre as coisas pelos mesmos ângulos e não consegue nem imaginar que possam ser vistas de outro modo: a mera tentação de fazê-lo, mesmo por instantes, é reprimida automaticamente ou repelida com horror.
            Só um pequeno círculo no topo do movimento comunista compõe-se de psicopatas autênticos. A maioria, do segundo escalão para baixo, é de histéricos. Erik von Kuenhelt-Leddihin documentou extensamente o papel da histeria na militância esquerdista em geral, mas Lobaczewski descobriu que essa histeria não é “causa sui”: é produto da influência penetrante e quase irresistível que os psicopatas exercem sobre as mentes fracas, trocando a sua percepção natural do mundo e de si mesmas por uma “segunda realidade” -- para usar o termo de Robert Musil – da qual só podem emergir por um salto intuitivo atemorizador e humilhante que lhes custará, ademais, a perda dos laços de solidariedade grupal, base da sua precária subsistência psicológica.
            Lançar as próprias culpas sobre os outros é, no psicopata, um instinto inato e uma das bases do seu poder pessoal. No histérico, é um hábito adquirido, um reflexo defensivo e um instrumento de integração na comunidade protetora.  Nos psicopatas, é uma força. Nos histéricos, um sinal de fraqueza. Não espanta que os primeiros façam uso dele com astúcia e comedimento, os segundos com total destempero, levando a invencionice até o último limite do ridículo e da alucinação.
            Mas o dr. Lobaczewski vai um pouco mais fundo na análise do fenômeno. Quando a militância orientada pelos psicopatas sobe à condição de poder político e cultural hegemônico, a deformação histérica torna-se o modo dominante de pensar e se alastra por toda a sociedade, infectando até grupos e indivíduos alheios ou hostis ao movimento revolucionário.
            Daí a contaminação da linguagem de comentaristas “de direita” pela mágica histérica de tentar inverter as proporções da realidade mediante a simples inversão das palavras.  Quando proclamam que Lula ou Dilma são “de direita”, os srs. José Nêumanne Pinto e Demétrio Magnoli, homens insuspeitos de colaboração consciente com o “establishment” esquerdista, só provam que foram vítimas inconscientes dessa contaminação. Por definição, todo governo “de transição” para o socialismo é menos socialista, portanto mais direitista, do que o seu sucessor esperado, assim como todo socialismo real é menos socialista e mais “direitista” do que qualquer socialismo ideal. Ver nisso a prova de um direitismo substantivo, transmutando uma diferença de grau numa identidade de essências é um erro lógico tão grosseiro que só faz sentido como mentira psicopática ou macaqueação histérica. O psicopata vive de criar impressões, o histérico de absorvê-las, imitá-las e propagá-las. Os srs. Nêumanne e Magnoli querem dar a impressão de que o petismo é mau. Para isso, absorvem, imitam e propagam o estereótipo verbal criado por psicopatas comunistas para salvar automaticamente a reputação da esquerda após cada novo fiasco, de modo que ela possa repeti-lo de novo e de novo.  Combatem o petismo de hoje fomentando o petismo de amanhã.      

http://www.olavodecarvalho.org/semana/131118dc.html
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O combate revolucionário é total, radical e implacável: nada releva, nada perdoa, nada deixa escapar. Quando cede num ponto, é em caráter provisório, pronto a retomar o ataque na primeira oportunidade. Para isso, todas as armas são válidas, todos os meios legítimos. Como o revolucionário não conhece valores mais altos do que o combate revolucionário em si, a completa falta de escrúpulos no trato com o inimigo é para ele a mais excelsa obrigação moral. Seus meios vão desde a violência genocida até a mentira organizada, a chantagem emocional, o suborno em massa e a redução da alta cultura a instrumento do engodo revolucionário. Já a reação é travada não só por escrúpulos de polidez mas pela obsessão seletiva que a impede de combater o movimento revolucionário em si e na totalidade, francamente, diretamente, limitando-a a alvos parciais, quando não amarrando-lhe as mãos mediante o compromisso de "despolitizar" o combate para não ser acusada de exagero extremista, sem que ela note que, por definição, todo ataque despolitizado é de mão dupla, podendo ser facilmente desviado contra o atacante.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/091228dc.html

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Enganam-se aqueles que enxergam na novilíngua (newspeak) de George Orwell apenas um truque publicitário concebido por líderes maquiavélicos para induzir militantes estúpidos a aceitar a guerra como paz, a tirania como liberdade. Esses líderes maquiavélicos não têm nenhum controle sobre o processo, que, com raras e inevitáveis exceções, termina por arrastá-los e destruí-los no meio de suas vítimas. O paradoxo autodestrutivo está na centro de cada alma militante porque está na raiz mesma do movimento socialista, que nasce da aspiração gnóstica à supressão do mundo físico e se condensa na proclamação absurda de Hegel: "O ser, na sua indeterminação, é o nada" – uma confusão patética entre discurso e existência, destinada a ter as mais monstruosas conseqüencias intelectuais e históricas. O puro newspeak já marca sua presença ostensiva na fórmula de Engels, "A liberdade é o reconhecimento da necessidade", que inspirou tantas auto-acusações falsas nos Processos de Moscou e cujo sentido último, de ironia verdadeiramente demoníaca, aparece com nitidez fulgurante no comentário de Bertolt Brecht: "Se eram inocentes, mais ainda mereciam ser condenados." Brecht, aliás, foi aquele mesmo que resumiu com cinismo exemplar a essência da moral socialista: "Mentir em favor da verdade." Experimente fazer isso e, é claro, você nunca mais vai parar de mentir.                         
Algumas regras usuais do leninismo ilustram esse cinismo na prática diária: "Fomentar a corrupção e denunciá-la" e "Acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é" resumem às mil maravilhas a história do nosso PT, que cresceu pelo discurso de acusação moralista ao mesmo tempo que montava uma máquina de corrupção de dimensões faraônicas, perto da qual os velhos políticos ladrões começam a parecer meninos de escola culpados de roubar chicletes."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060807dc.html

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ATIVISMO JUDICIAL -  O fenômeno que vemos ocorrer hoje no STF, ao qual são conferidas diversas denominações, tais como “ativismo judicial”, “judicialização da política”, “revisão de matérias jurídicas” e “revisionismo doutrinário”, é praticamente um deja-vu do que vem acontecendo na Suprema Corte dos EUA há anos.
A tática da esquerda tem sido a mesma: após degradar a cultura e a educação – deixando um povo que desaprendeu a agir em nome próprio cada vez mais viciado no socorro do Estado babá - e enfraquecer os Poderes Executivo e Legislativo, chega o momento de estender seus tentáculos ao Poder Judiciário, o qual, diante da decadência do Legislativo, torna-se o último socorro de uma nação sedenta pelas diretrizes estatais.
https://www.facebook.com/traducoesdedireita/posts/1020756438009911
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Logo ao eclodir a famosa “Campanha pela Ética na Política”, observei que o PT manejava com astúcia maligna o duplo sentido do termo “ética”, dando-lhe em público a acepção convencional de idoneidade e honradez, e nos seus documentos internos o significado que o termo possui na expressão gramsciana “Estado ético”, expressão moralmente neutra, que não tem nada a ver com virtudes ou pecados, mas designa apenas, tecnicamente, uma determinada fase do processo de tomada do poder pelo “Novo Príncipe”, o partido revolucionário.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/050625globo.htm

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O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE. E muitas vezes consegue mesmo instilar no cérebro das pessoas a Síndrome do Piu-Piu.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/131105msm.html
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FOLHA ENTREVISTA IVAN IZQUIERDO E PERGUNTA SOBRE O "GOLPE". ELE RESPONDE:
Não considero um golpe, mas um processo muito esperto. Mudar uma palavra ressignifica toda uma memória. Há de fato uma disputa de como essa memória coletiva vai ser construída. A esquerda usa o termo "golpe" para evocar memórias de medo de um país que já passou por um golpe. Conforme essa palavra é repetida, isso cria um efeito poderoso. Ainda não sabemos como essa memória será consolidada, mas a estratégia é muito esperta.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2016/06/1783036-estudos-de-neurociencia-superaram-a-psicanalise-diz-pesquisador-brasileiro.shtml
CORREÇÃO: ...para evocar memórias de medo, forjadas pela própria esquerda, de um país que já passou por um golpe.
O estranho é encontrar pessoas que conviveram com testemunhas daquela época, mas com a memória modificada. Tive um primo em segundo grau que participou da luta armada e foi preso com 18 anos. Ele nunca afirmou que foi torturado. Aliás, ele e a sua turma pareciam se divertir na prisão, pelo que diz minha mãe, minha avó e outros que iam visitá-lo e levar mantimentos, livros, etc. Inclusive eles podiam cozinhar lá dentro. Pois bem, meu irmão veio me dizer que meu primo tinha sido HORRIVELMENTE TORTURADO, e que aquela época era de terror constante! De alguma forma, a esquerda fabricou uma falsa memória nele. O livro DESINFORMAÇÃO , de Ion Pacepa, diz que é uma especialidade comunista a falsificação da História e do passado. Isso já está acontecendo aqui.
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A lógica dos nossos “formadores de opinião”, na mídia e no Parlamento, só obedece a duas regras: (1) Nada tem nada a ver com nada. (2) Querer juntar os pontos é coisa de maluco. É a radical atomização da inteligência, a instauração da sonsice obrigatória.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/071206dce.html
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 Dziga Vertov inventou o kinopravda (“cinema-verdade”), do qual Jeremy Murray-Brown, da Boston University, escreveu em Documentary and Disinformation : “O uso que Vertov fazia da expressão ‘ a vida como ela é ' era o de uma palavra de código. A linguagem dos seus filmes era o equivalente visual dos textos comunistas: significava o oposto do que nela enxergavam os não-iniciados no código. Até 1949, quando da publicação do 1984 de George Orwell, as pessoas comuns não tinham a menor idéia de como funcionava a lingua dupla comunista. ‘A vida como ela é' significava precisamente ‘a vida como ela não é': uma utopia cinematográfica construída com aparências de realidade.” Durante a guerra, a máfia comunista que dominava Hollywood (v. Hollywood Party , de Kenneth Lloyd Billingsley) chegou a fazer um filme que embelezava o pacto Ribentropp-Molotov. Na Itália, Francesco Rosi e outros discípulos de Antonio Gramsci inventaram a ficção documentária, que camuflava sob o realismo das imagens o esquematismo marxista do enredo.
http://www.olavodecarvalho.org/textos/1a_leitura_2004_ago.htm
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PATRULHA DA CENSURA POLITICAMENTE CORRETA - DANILO GENTILI
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/patrulha-da-censura-politicamente.html
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11 FILMES QUE MOSTRAM A FACE OBSCURA DO COMUNISMO
https://cinemaefuria.wordpress.com/2016/06/17/11-filmes-que-mostram-a-face-obscura-do-comunismo/
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LINGUAGEM, NOVA ORDEM MUNDIAL E O POLITICAMENTE CORRETO https://youtu.be/-JNe1bU-udw
https://www.youtube.com/user/mukharajj/search?query=PSICOPATAS

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