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sábado, 25 de junho de 2016

PSICOPATAS NÃO PODEM LARGAR O PODER



A EXPANSÃO DA PATOCRACIA
(patocracia = ditadura de psicopatas ou outros anômalos)

Um padrão de erro muito comum é a argumentação de que líderes supostamente autocráticos de países afetados por essa patocracia possuem poder real de decisão sobre áreas que, de fato, não possuem. Milhões de pessoas, incluindo ministros e membros do parlamento, refletem sobre o dilema de saber se tal governante não poderia, sob certas circunstâncias, modificar suas convicções um pouco e renunciar aos seus sonhos de conquistar o mundo. Essas pessoas continuam a esperar que esse seja um eventual desfecho. Aqueles com experiência pessoal em tais sistemas podem tentar persuadi-los de que tais sonhos, embora decentes, não possuem fundamento na realidade, mas ao mesmo tempo eles sentem uma falta de argumentos concretos de sua parte. Tal explicação é um fato impossível dentro da esfera dos conceitos da linguagem psicológica natural; somente uma compreensão objetiva do fenômeno histórico e de sua natureza anômala permite lançar uma luz sobre as causas da falsidade permanente desse fenômeno patológico macrossocial. As ações desse fenômeno afetam uma sociedade inteira, começando com os líderes e se infiltrando em cada cidade pequena, vila, fábrica, negócio ou fazenda. A estrutura patológica social cobre gradualmente o país inteiro, criando uma "nova classe" dentro da nação. Essa classe privilegiada de anômalos se sente permanentemente ameaçada pelos "outros", isto é, pela maioria das pessoas normais. Nem mesmo os patocratas nutrem qualquer ilusão sobre a existência, em seu destino pessoal, de um retorno para o sistema das pessoas normais.

Uma pessoa normal privada do privilégio de uma posição elevada buscará encontrar e executar algum trabalho que a permitirá ganhar a vida. Mas os patocratas nunca possuem quaisquer possibilidades residuais para se adaptarem às demandas do trabalho normal. Se as leis do homem normal forem reinstituídas, eles e os seus pares poderão estar sujeitos a julgamento, incluindo uma interpretação moralizante de seus desvios psicológicos. Eles seriam ameaçados com a perda da liberdade e da vida, e não somente uma perda de posição e privilégios. Uma vez que são incapazes de tal tipo e sacrifício, a sobrevivência de um sistema que é o melhor para eles torna-se um imperativo moral. Tal ameaça deve ser combatida por meio de toda e qualquer esperteza política e psicológica, implementadas sem escrúpulos em relação àquelas outras pessoas "de qualidade inferior", que chegam a surpreender pela sua depravação.

Em geral, essa nova classe está na posição de purgar os seus líderes se seus comportamentos colocarem em risco a existência desse sistema. Isso pode ocorrer, particularmente, se a liderança desejar ir muito além no compromisso com a sociedade das pessoas normais, uma vez que suas qualificações os tornam essenciais para a produção. Essa situação é uma ameaça mais direta aos escalões inferiores da elite patocrática do que propriamente aos líderes. A patocracia sobrevive graças ao sentimento de estar ameaçado pela sociedade das pessoas normais, assim como também por outros países nos quais várias formas de sistema do homem normal persistem. Para os governantes, permanecer no topo é, então, o problema clássico de "ser ou não ser".

Nos podemos formular uma questão mais cuidadosa: algum dia pode esse sisterna renunciar à expansão política e territorial exterior e se contentar com as suas posses presentes? O que aconteceria se tal estado de coisas garantisse a paz interna, a ordem correspondente, e uma prosperidade relativa dentro da nação? A maioria impressionante da população do país faria o uso aprimorado de todas as possibilidades emergentes, tirando vantagem de suas qualificações superiores para lutar por um escopo cada vez maior de atividades; graças à maior taxa de natalidade, seu poder aumentaria . Essa maioria se ligaria a alguns filhos das classes privilegiadas que não herdaram os genes patológicos. O domínio da patocracia seria enfraquecido imperceptivelmente, mas de forma contínua, finalmente levando a uma situação onde a sociedade das pessoas normais chega ao poder. Essa é uma visão de pesadelo para os psicopatas.

Assim, a destruição biológica, psicológica, moral e econômica da maioria das pessoas normais torna-se, para os psicopatas, uma necessidade "biológica". Muitos meios servem para esse fim, começando com campos de concentração e incluindo a guerra com um inimigo bem armado, obstinado, que destruirá e debilitará o poder humano jogado sobre ele, especialmente aquele poder que amedronta os governos patocratas: os filhos das pessoas normais, enviados para lutar por uma "causa nobre" ilusória. Uma vez que estejam mortos, os soldados serão então decretados heróis a serem reverenciados em hinos de triunfo, que são úteis na criação de uma nova geração fiel à patocracia e sempre disposta a encarar a morte para protegê-la. Qualquer guerra travada por uma nação patocrática tem duas frentes, a interna e a externa. A frente interna é mais importante para os líderes e para a elite governante, e a ameaça interna é o fator decisivo relacionado ao desencadeamento da guerra. Ao ponderar se devem ou não iniciar uma guerra contra um país patocrático, as outras nações precisam levar em consideração o fato de que tal guerra pode ser utilizada como um algoz contra as pessoas normais cujo poder crescente representa um risco incipiente à patocracia. Afinal de contas, os patocratas dão pouca atenção ao sangue e ao sofrimento das pessoas que eles consideram não ser da mesma espécie.

PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER Andrew Lobaczewski



"Os velhos políticos corruptos limitavam-se a roubar. O PT transformou o roubo em sistema, o sistema em militância, a militância em substitutivo das leis e instituições, rebaixadas à condição de entraves temporários à construção da grande utopia. Todo partido que se volte contra “a sociedade”, prometendo remoldá-la de alto a baixo – se não reformar a natureza humana mesma – coloca-se, instantaneamente, acima dos critérios morais vigentes nessa sociedade, e não pode se submeter a eles senão em aparência, rindo, por dentro, da ingenuidade dos que o tomam por adversário normal e leal. Não é possível destruir o sistema e obedecer às suas regras ao mesmo tempo, só usar as regras como camuflagem provisória da destruição. Ora, o sistema, como tudo o que é humano, comporta igualmente sua dose de injustiças, de erros, de escândalos, e sua parcela de moralidade, de ordem, de lealdade. Todo sistema consiste num equilíbrio precário entre a desordem e a ordem. Nenhuma inteligência sã ignora que só é possível reprimir ou controlar o primeiro desses aspectos fortalecendo o segundo. Toda tentativa de mudar integralmente o sistema, seja pela subversão revolucionária abrupta, seja pelo lento e progressivo solapamento das bases institucionais, começa por destruir o equilíbrio e portanto a ordem, sob a promessa vã de um futuro sem desequilíbrio nem desordem." OLAVO DE CARVALHO 2005http://www.olavodecarvalho.org/semana/050625globo.htm

FASES DA OCUPAÇÃO DE UM GRUPO NORMAL POR OUTRO MALIGNO (PSICOPATA, MAFIOSO, NAZISTA, COMUNISTA)
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/06/fases-da-contaminacao-e-ocupacao-de-um.html

O Que É Ser Comunista por Olavo de Carvalho http://www.militar.com.br/blog25335-O-Que-%C3%89-Ser-Comunista-por-Olavo-de-Carvalho

SOCIALISMO REAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/SOCIALISMO%20REAL

Discurso épico de Viktor Orban contra globalistas
https://youtu.be/X9X9kXmyssM



PT VEIO PARA SE ETERNIZAR NO PODER - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/KDMLAUOGj0I

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