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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

OPRESSÃO, CORRUPÇÃO E POBREZA - COMUNISMO NA VENEZUELA



LEANDRO RUSCHEL - Trecho do relatório da Comissão Inter-Americana de Direitos Humanos sobre a situação venezuelana. Aí está o resultado do socialismo do século XXI de Chávez, implementado com a ajuda decisiva do PT e da esquerda brasileira, que sonha em implementar o mesmo modelo no Brasil:

"A hiperinflação, estimada em astronômicos 2.616% em 2017, gerou desabastecimento endêmico e espalhou a fome pelo país. Diante da escassez, o governo condicionou acesso à comida e serviços de saúde ao apoio ao partido no poder.

A corrupção encarece ainda mais as remessas de alimentos. O empobrecimento da população prossegue em velocidade assustadora. Em 2014, 48% das famílias venezuelanas viviam em estado de pobreza – 9,3% em pobreza extrema. Em 2015, já eram 73%. Em 2016, 82% (51,5% em pobreza extrema). Dos pobres, 4,2 milhões não eram beneficiários dos programas sociais do governo, 47% por ter sido excluídos. Nove em cada dez lares venezuelanos não têm comida suficiente. Quase 10 milhões fazem menos de duas refeições diárias. Uma pesquisa verificou em 2016 que 70% da população havia emagrecido, uma média de 8,7 quilos (9 quilos para aqueles que vivem em pobreza extrema). Para 93,3% da população, a renda é insuficiente para comprar comida.

No estado de Miranda, a fome levou 48% das crianças a abandonar a escola. Falta remédio para 90% da população (para 90,1% dos pacientes de hipertensão e 96% dos diabéticos dependentes de insulina). Nos hospitais, metade dos centros de cirurgia está inativa e 80% dos serviços de diagnóstico não funcionam. Falta tratamento a 77 mil pacientes de Aids. Os casos de malária subiram 63% em 2017, depois de alta de 76% no ano anterior. Em 2016, último ano para o qual há estatísticas oficiais, a mortalidade infantil subiu 30%. Mais de 1.400 grávidas foram obrigadas a migrar para poder dar à luz. Em abril de 2017, 54% das crianças com menos de cinco anos, em quatro estados venezuelanos, eram subnutridas. Em agosto, esse patamar subiu para 68%, de acordo com estimativa da Caritas. A situação é mais crítica entre as populações indígenas, em especial na região de Zulia.

A posse de um documento mostrando que o detentor concorda com o partido no poder é condição para obter acesso a serviços de saúde”, informa o relatório. Até mesmo para a vacinação é obrigatório apresentar o Carnet de la Patria bolivariano, que atesta lealdade aos princípios chavistas."

https://www.facebook.com/lruschel/posts/10209412332819848?notif_id=1518546639095359

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MUNDO MILITAR - A Venezuela quer mesmo invadir a Guiana?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/02/a-venezuela-quer-mesmo-invadir-guiana.html


 

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