CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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sexta-feira, 2 de junho de 2017

POLITICAMENTE CORRETO FECHA OS OLHOS DOS EUROPEUS PARA O PERIGO

Por que, depois de os Britânicos escolherem Brexit e americanos escolherem Trump, os Holandeses falham com Wilders e os Franceses com Le Pen?

Como pode um país que foi atingido por vários grandes ataques terroristas em anos recentes, e que foram submetidos a uma profunda transformação social graças a imigração islâmica, eleger um certo candidato como se nada tivesse acontecido?

Wilders, impulsionado pelas vitórias do Brexit e do Trump, disse que 2017 seria um “Ano do Populista”. Até agora, infelizmente, não está indo nesta direção.

Sim, existem sinais positivos. O “Sweden Democrats”(Democratas Suecos) estão em ascenão. E o Wilders ganhou assentos no Parlamento Holandês.

Mas se você presenciou a realidade da islamização de cidades como Roterdã, Paris e Estocolmo, você deve tá se perguntando: O que, em nome de Deus, será preciso para esse povo salvar suas próprias sociedades, suas próprias liberdades, para seus próprios filhos e netos?

Eu não sou o único que tem por vivido obcecado muitos anos com essa pergunta. E eu ainda não ouvi uma resposta totalmente convincente para ela.

Uma maneira de tentar responder é olhar para os países um por um. Por exemplo, os britânicos e franceses sentem-se culpados por suas histórias imperiais e, portanto, têm dificuldade em reinar sobre os descendentes dos povos subordinados. Os alemães sentem-se culpados por seu passado nazista – e os suecos se sentem culpados por se aconchegarem com os nazistas – e, assim, sentem-se obrigados a estirar o tapete de boas-vindas para, bem, praticamente qualquer um. Os Holandeses, da mesma forma, estão intensamente conscientes de que durante a ocupação nazista eles ajudaram a enviar uma maior porcentagem de seus judeus para os campos de extermínio do que qualquer outro país da Europa Ocidental e sentem uma profunda necessidade de “pagar seus pecados”.

O pós-modernismo, é claro, é um fator. De acordo com o pensamento pós-moderno, nenhuma cultura é melhor do que qualquer outra – e é racista dizer o contrário. Não, esquece isso aí – outras culturas são, de fato, “melhores” do que a cultura ocidental. Os brancos, por definição, são opressores, imperialistas e colonialistas, enquanto as “pessoas de cor” são vítimas. E os muçulmanos são as maiores vítimas de todos.

Não que isso faca qualquer sentido. Ao longo dos séculos, desde a fundação da religião, os exércitos muçulmanos ganharam controle sobre grande parte do norte da África, do Oriente Médio e de grandes partes da Europa. O próprio Islã, por definição, é imperialista. E sempre que o Islã conquistou territórios não islâmicos, provou ser profundamente opressivo, oferecendo aos infiéis exatamente três opções: morte, subordinação ou conversão. Mas falar sobre essas coisas tornou-se verboten (Proibido em alemão. Possível referência à Angela Merkel).

Vivendo em um bairro muçulmano de Amsterdã no início de 1999, eu li sobre o Islã e percebi muito rapidamente o perigo que a Europa estava correndo. Dois anos e meio depois, quando os ataques terroristas de 11 de setembro ocorreram, eu imaginei que praticamente todo o mundo entenderia isso também.

Mas não aconteceu dessa maneira. Sim, algumas pessoas conseguiram entender quase instantaneamente, tanto na América como na Europa. Eles conseguiram isso através de muita leitura, fizeram uma grande e profunda busca pela verdade e sofreram uma grande metamorfose filosófica.

Mas mesmo depois de outros ataques terríveis terem ocorrido – em Madrid, Londres e em outros lugares – um monte de pessoas se recusaram a aceitar a simples verdade. De fato, quanto mais clara a verdade ficava, mais ferozmente a resistiam. E como propagandistas qualificados começaram a representar os muçulmanos como a mãe de todos os grupos de vítimas, muitos ocidentais foram rápidos em comprar tudo.

Como, novamente, conseguir entender isso?

Sim, a grande mídia tem desempenhado um papel, rotineiramente inocentando o Islã, deixando de enfatizar as raízes islâmicas do terror jihadista, e ficando em silêncio sobre a terrível realidade da islamização cotidiana. Mas ninguém que realmente vive na Europa Ocidental tem qualquer desculpa para ignorar essas questões. A verdade os cerca por todo lado. Mesmo nos lugares mais remotos, por mais desonesto que a grande mídia, a verdade pode ser encontrada na Internet.

Mas – e este é um fato que alguns de nós somos completamente incapazes de se identificar e, por isso, quase completamente incapazes de entender – alguns não querem saber a verdade. E se sabem a verdade, querem deixar de saber.

Orwell compreendeu. Ele a chamava de duplipensar. Você pode saber algo e, ainda assim, decidir não reconhecer isso. E assim dar rédeas livres ao totalitarismo.

Para aqueles de nós que se importam com a verdade, e que não seriam capazes de viver consigo mesmos se não enfrentássemos a verdade, por mais difícil que fosse, e tentassem agir com responsabilidade quanto a ela, pode ser difícil conceber que nem todo mundo pensa sobre essas coisas da mesma maneira que nós.

E eu não estou falando de pessoas que são apenas obviamente completamente estragadas. Eu estou me referindo às pessoas que, no dia a dia, aparentam ser completamente boas e decentes – mas aqueles que na hora do “vamos ver”, só se preocupam em não desagradar ninguém. São muitas essas pessoas. Talvez a maioria. Pessoas que são agradáveis ​​desde que seja fácil ser agradável. O tipo de pessoa que – se tivessem sido, digamos, cristãos que viveram na Holanda pré-guerra – teriam sido o melhor dos amigos dos seus vizinhos judeus ao lado; Mas que, quando aqueles vizinhos bateram à sua porta e pediram ajuda para se esconder da Gestapo, teriam recusado.

Não, pensando bem, você nem tem que levá-lo ao ponto onde a Gestapo está na sua cola. Há gente generosa que, no minuto em que há qualquer indício de problemas – o que significa, muito antes da ameaça dos campos de concentração – preferem ficar quietinhos. Sua maior preocupação não é a verdade ou virtude ou beleza ou mesmo segurança a longo prazo para eles e suas famílias, mas a capacidade de viver mais um dia sem grandes problemas.

Você acharia que eles seriam capazes de olhar para frente, pelo menos, para um futuro não muito distante e se debruçar sobre essa perspectiva sombria. Capazes de ver seus filhos, seus netos, e assim por diante, vivendo sob a lei sharia. Se é que até lá tiverem a sorte de ainda estarem vivos.

Mas eu acho que precisamos reconhecer que para algumas pessoas, olhar para um futuro um pouco distante está além de sua capacidade intelectual. Ou além do que eles ousam imaginar.

Sim, eles vêem o Islã assumir. Pouco a pouco, aqui e ali. Tudo em suas vidas, tudo que lhes é familiar, está se transformando, em alguns casos, em um ritmo terrível. Talvez suas próprias vidas não tenham sido viradas de cabeça para baixo – ainda. Mas eles conhecem pessoas que sofreram muito por causa dessas mudanças.

No entanto, eles estão com um medo terrível de falar sobre isso, muito menos fazer alguma coisa sobre isso. Visto através de olhos americanos, pode parecer uma coisa europeia (embora não seja tão incomum na América, infelizmente, como costumava ser).

Parte do que estou dizendo é que para essas pessoas não existe muito um sentido de propriedade sobre seus próprios países, suas próprias comunidades. Eles estão acostumados a ser governados. Eles estão acostumados com a idéia de que há pessoas acima deles na hierarquia, cujo trabalho é pensar e cuidar das coisas grandes enquanto eles – os cidadãos, os ratos – cuidam de suas vidinhas.

Dia após dia, eles vêm recebendo a mensagem, explícita ou implicitamente, de que seus países não pertencem a eles – a coisa toda sobre a democracia ao contrário – e que afirmar qualquer senso de propriedade de qualquer maneira seria um manifestação do pior tipo de fanatismo.

Você pode pensar que, uma vez na cabine de votação, essas pessoas seriam capazes – e não apenas capazes, mas ansiosas, desesperadas, mesmo – de se levantarem contra os poderes acima deles que viraram seus países de cabeça para baixo e afirmar seu poder como cidadãos. Mas tudo ao seu redor tem conspirado toda a sua vida para torná-los incapazes de sentir esse poder – ou, talvez, tornou-os incapazes de sentir que eles têm o direito moral de exercer esse poder da maneira que seu instinto os está implorando.

Aquela voz calma e tranqüila em suas cabeças, que eu descreveria como uma voz da pura razão e bom senso, vai de encontro às vozes retumbantes de todos os que estão acima deles que gritam simultaneamente – as vozes de comando na política, nos negócios, na academia, na mídia e assim por diante – que eles foram ensinados desde a infância para respeitar e levar a sério. Para, de fato, obedecer.

Nos Estados Unidos, aprendemos (ou, pelo menos, costumávamos ser ensinados) que nossos líderes trabalham para nós; Aprendemos (ou costumávamos a aprender) que não é apenas nosso direito, mas nosso dever como indivíduos de enfrentar esses líderes quando achamos que eles estão errados – especialmente quando pensamos que estão excedendo seus poderes e violando nossos direitos. Mas os europeus não são educados dessa maneira. De forma alguma. Sim, existe um apoio da boca para fora à idéia de liberdade. Mas, quando se trata dela, eles são levados a se curvar ao estado – para priorizar não a si mesmos, não o indivíduo, mas a sociedade, o bem comum, esse ideal abstrato conhecido como “solidariedade”.

Assim, mesmo numa urna secreta, os eleitores europeus precisam de uma grande dose de coragem para resistir ao estrondoso coro de vozes que vem de cima, incitando-os a votar contra os seus próprios interesses; para eles parece nada menos que um ato de traição ouvir as pequenas vozes humildes em suas próprias cabeças implorando-lhes para fazer o oposto – para fazer o que é realmente melhor para si próprio e seus entes queridos. Eles foram psicologicamente manipulados até o ponto em que eles realmente acreditam, em algum nível, pelo menos em algum tipo de duplipensar orwelliano, que agir em clara defesa de sua própria existência, sua própria cultura, seus próprios valores e sua própria posteridade, é um ato de preconceito feio.

Estes, para todos os propósitos, são os lugares pelos quais a minha mente vagou desde que a votação na França foi revelada. Até hoje, eu vivi na Europa por pouco menos de vinte anos, e passei todos os dias daquele tempo observando os europeus e tentando entender o que os motiva quando se trata desses assuntos. O fato de ser um forasteiro ajuda, mesmo depois de você ter sido um forasteiro por tanto tempo que na verdade você não é um forasteiro mais. Francamente, a derrota devastadora de Le Pen não me surpreende. Mas eu ainda não posso dizer que eu entenda a razão.

[*] Bruce Bawer. “What Happened in France?”. PJ Media, 7 de Maio de 2017.

Tradução: Karla Berg
Revisão: Pedro Henrique
http://tradutoresdedireita.org/o-que-aconteceu-na-franca/



"A única "intolerância" aceitável por qualquer democrata é aquela contra todos os autoritários que sonham em cercear a liberdade de pensamento e expressão alheia." (Ana Paula)
http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,ana-paula-do-volei-responde-a-post-de-marcelo-rubens-paiva,70001805213

Quando uma elite de intelectuais iluminados sobe ao poder imbuída de crenças nefastas que aprenderam de mestres tarados e sadomasoquistas como Michel Foucault, Alfred Kinsey e Louis Althusser, é claro que essa elite, fingindo cortejar os valores morais da população, tratará, ao mesmo tempo, de subvertê-los pouco a pouco de modo que, em breve tempo, haverá dois sistemas jurídico-morais superpostos: aquele que a população ingênua acredita ainda estar em vigor, e o novo, revolucionário e perverso que vai sendo imposto desde cima com astúcia maquiavélica e sob pretextos enganosos.
Nesse quadro, continuar falando em “corrupção”, dando à palavra o mesmo sentido que tinha nos tempos da CGI, é colaborar com o crime organizado em que se transformou o governo da República.

Isso não aconteceria se, junto com a inversão geral dos critérios, não viesse também um sistemático embotamento moral da população, manipulada por uma geração inteira de jornalistas que aprenderam na faculdade a “transformar o mundo” em vez de ater-se ao seu modesto dever de noticiar os fatos. Quando um país se confia às mãos de uma elite revolucionária, sem saber que é revolucionária e imaginando que ela vai simplesmente governá-lo em vez de subvertê-lo de alto a baixo, a subversão torna-se o novo nome da ordem, e a linguagem dupla torna-se institucionalizada. Já não se pode combater a corrupção, porque ela se tornou a alma do sistema, consagrando a inversão de tudo como norma fundamental do edifício jurídico, ocultando e protegendo os maiores crimes enquanto se empenha, para camuflá-los, na busca obsessiva de bodes expiatórios. Sempre que o governo se sente ameaçado por denúncias escabrosas ou por uma queda nas pesquisas de opinião, logo aparece algum empresário que não pagou imposto, algum fazendeiro que reagiu a invasores, algum padre que expulsou um traveco do altar – e estes são apontados à população como exemplos máximos do crime e da maldade. Enquanto isso, o Estado protege terroristas e narcotraficantes, acoberta as atividades sinistras do Foro de São Paulo e lentamente, obstinadamente, sem descanso, vai impondo à população o respeito devoto a tudo o que não presta.

O mais abjeto de tudo, no entanto, é a presteza com que as próprias classes mais vitimizadas nesse processo – os empresários, as Forças Armadas, os proprietários rurais, as igrejas cristãs – se acomodam servilmente à nova situação, inventando os pretextos mais delirantes para fingir que acreditam nas boas intenções de seus perseguidores. Quando se torna institucional, a corrupção é ainda algo mais do que isso: é um veneno que se espalha pelas almas e as induz à cumplicidade passiva ou à adesão subserviente.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/0905digestoeconomico.html

"É lindo o sujeito se gabar de que "convive com as diferenças", contanto que possa suprimi-las da mídia, da universidade, dos festivais de cinema, etc" "A censura que os comunistas exercem sobre a circulação das idéias em todos os canais de cultura que eles dominam é MIL VEZES MAIS OPRESSIVA E INTOLERANTE do que aquela que os militares um dia exerceram no Brasil.' OLAVO DE CARVALHO 

O QUE PENSAM OS MUÇULMANOS BRITÂNICOS
O Ocidente hoje sequer consegue articular o nome da ameaça ou do inimigo, já que qualquer associação do terrorismo com o islamismo é visto como “preconceito”, curiosamente pelos mesmos que costumam separar “judaísmo” de “sionismo”. Se é possível fazer esta distinção entre judeus, muitas vezes para mascarar e dissimular o mais abjeto anti-semitismo, por que não se pode admitir que uma parte considerável da comunidade muçulmana no mundo têm visões radicais e está engajada em atividades que colocam o Ocidente em risco?
http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/alexandre-borges/2017/05/25/o-que-pensam-os-muculmanos-britanicos/

Cooperação Islâmica (OCI) para implementar a Resolução das Nações Unidas 16:18, que criminaliza toda a crítica ao Islam em todo o mundo, a Casa dos Representantes dos EUA emitiu a H. Res. 569, condenando a violência, intolerância e "retórica de ódio" para com os muçulmanos nos Estados Unidos.
https://goo.gl/YorXIf   

Quando pensamos em assassinato em massa, o que nos vem à mente é Hitler. Se não é Hitler, então é Tojo, Stálin, ou Mao. Dá-se o crédito aos tiranos do século XX como os piores da espécie da tirania a terem já surgido na humanidade. Contudo, a verdade alarmante é que o islamismo já matou mais do que esses tiranos, e pode ultrapassar todos eles juntos em números e crueldade. A enormidade dessas matanças da “religião da paz” está tão longe da compreensão que até os historiadores honestos ignoram a dimensão. Quando olhamos além do foco míope, o islamismo é a maior máquina assassina da história da humanidade, sem exceção.
http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/02/a-maior-maquina-assassina-da-historia.html

Invasão islâmica - teoria da conspiração.
Aquecimento global - seríssimo e de consequências imprevisíveis.
Projeto globalista de poder - teoria da conspiração.
Ódio ao cristianismo - teoria da conspiração.
Desconstrução da família - teoria da conspiração.
Ódio a Israel e aos judeus - teoria da conspiração.
Aliança islamo-marxista - teoria da conspiração.
https://www.facebook.com/claudia.wild.96/posts/1922874581260712

COINCIDÊNCIAS - "O crescimento do banditismo veio junto com a ascensão política da esquerda, mas isso é mera coincidência. As gangues do morro foram adestradas em técnicas de guerrilha urbana pelos terroristas presos na Ilha Grande, mas é mera coincidência. Hoje são treinadas pelos guerrilheiros das Farc, mas é também coincidência. As Farc e o PT têm uma estratégia comum traçada nas assembléias do Foro de São Paulo? Coincidência. Toda prisão de narcoguerrilheiros ou seqüestradores estrangeiros vem seguida da imediata formação de um círculo de solidariedade e proteção entre seus correligionários da esquerda local? Coincidência, é claro. Se a epidemia de violência urbana cresceu junto com as ONGs de defesa dos direitos dos delinqüentes, alimentadas por poderosas fundações internacionais, quem verá algo mais que uma estúpida coincidência? Acossada pelos ataques da mídia e temerosa de infringir o decálogo politicamente correto, a polícia recua e entrega as cidades ao império dos bandidos, mas, uma vez mais, é pura coincidência. Todos os teóricos do comunismo ensinam que fomentar um estado de desordem e anomia é a melhor maneira de concentrar o poder nas mãos de um partido revolucionário, mas, se tudo se passa exatamente assim no Brasil, é coincidência, coincidência, coincidência e nada mais. "
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060302jb.htm

A DEFORMAÇÃO DAS PALAVRAS E A INVENÇÃO DE NOVOS CRIMES
"a estratégia é sempre a mesma: quebrar as cadeias normais de associação de idéias, inverter o senso das proporções, forçar a população a negar aquilo que seus olhos vêem e a enxergar, em vez disso, aquilo que a elite iluminada manda enxergar."
http://www.olavodecarvalho.org/semana/120823dc.html

O POLITICAMENTE CORRETO É A NOVILÍNGUA DE GEORGE ORWELL - PERCIVAL PUGGINA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/o-politicamente-correto-e-novilingua-de.html  

GOVERNO ACONSELHA OS BRASILEIROS CRÉDULOS A SE PRECAVEREM CONTRA OS BOATOS NA INTERNET
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/05/governo-aconselha-os-brasileiros.html

A MENTIRA ESQUERDISTA PRETENDE APAGAR A DIFERENÇA ENTRE VERDADE E MENTIRA - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/09/a-mentira-esquerdista-pretende-eliminar.html

INVERSÃO E PERVERSIDADE NA MENTALIDADE REVOLUCIONÁRIA - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/inversao-e-perversidade-da-mentalidade.html

O ESQUERDISMO AFRONTA A NATUREZA HUMANA - A MENTE ESQUERDISTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/o-esquerdismo-afronta-natureza-humana.html

O POLITICAMENTE CORRETO É UM DISFARCE PARA O MAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/01/politicamente-correto-e-um-disfarce.html

QUANDO A VERDADE NÃO PODE SER DITA, A MENTIRA PROLIFERA E O MAL DOMINA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/05/liberdade-de-expressao.html
 
***

"O objetivo da Novafala não era somente fornecer um meio de expressão compatível com a visão de mundo e os hábitos mentais dos adeptos do Socing (socialismo inglês), mas também inviabilizar todas as outras formas de pensamento. A ideia era que, uma vez definitivamente adotada a Novafala e esquecida a Velhafala, um pensamento herege — isto é, um pensamento que divergisse dos princípios do Socing — fosse literalmente impensável, ao menos na medida em que pensamentos dependem de palavras para ser formulados. O vocabulário da Novafala foi elaborado de modo a conferir expressão exata, e amiúde muito sutil, a todos os significados que um membro do Partido pudesse querer apropriadamente transmitir, ao mesmo tempo que excluía todos os demais significados e inclusive a possibilidade de a pessoa chegar a eles por meios indiretos. Para tanto, recorreu-se à criação de novos vocábulos e, sobretudo, à eliminação de vocábulos indesejáveis, bem como à subtração de significados heréticos e, até onde fosse possível, de todo e qualquer significado secundário que os vocábulos remanescentes porventura exibissem. Vejamos um exemplo. A palavra livre continuava a existir em Novafala, porém só podia ser empregada em sentenças como: “O caminho está livre” ou: “O toalete está livre”. Não podia ser usada no velho sentido de “politicamente livre” ou “intelectualmente livre”, pois as liberdades políticas e intelectuais já não existiam nem como conceitos, não sendo, portanto, passíveis de ser nomeadas. Por outro lado, embora fosse vista como um fim em si mesma, a redução do vocabulário teve alcance muito mais amplo que a mera supressão de palavras hereges: nenhuma palavra que não fosse imprescindível sobreviveu. A Novafala foi concebida não para ampliar, e sim restringir os limites do pensamento, e a redução a um mínimo do estoque de palavras disponíveis era uma maneira indireta de atingir esse propósito."

"1984" de George Orwell - Apêndice - Os Princípios da Novafala (novilíngua)
http://planetalibro.net/leerlibro/orwell-george-1984_pt/496
http://home.ufam.edu.br/edsonpenafort/GEORGE%20ORWELL%20-%201984.pdf
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Dissolvidas as soberanias nacionais pela elite global e demolida pela ação pertinaz da ralé militante toda hierarquia de valores e critérios, não restará na sociedade outro princípio ordenador reconhecido como legítimo exceto a pura racionalidade econômica e tecnológica impessoal e anônima, imposta por grupos megabilionários a cujo poder, a essa altura, ninguém mais poderá resistir. Esse desenvolvimento do presente estado de coisas é INEVITÁVEL, exceto na hipótese de guerras ou catástrofes de escala mundial.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/891972787621463

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"Todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todos os quadros foram repintados, todas as estátuas, todas as ruas, todos os edifícios renomeados, todas as datas foram alteradas. E o processo continua dia a dia, minuto a minuto. A história se interrompeu. Nada existe além de um presente interminável no qual o Partido tem sempre a razão.” George Orwell
 
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A experiência de todos os países comunistas prova, sem a menor margem de dúvida, que a esquerda revolucionária sempre esteve consciente da importância crucial da censura e dos limites à liberdade de expressão para a conquista e o exercício do poder. Essa é a única razão pela qual os esquerdistas tanto combatem essas coisas numa democracia sobre a qual ainda não tenham o poder total: para assegurar que elas estarão sempre sob o seu controle monopolístico, sem que o adversário tenha a menor chance de usá-las -- ou se usar qualquer recurso que remotamente se pareça com elas -- para a manutenção da ordem legal vigente.
Por isso não há nada de estranho em que as vozes da esquerda se mobilizem tão entusiasticamente para censurar o filme "O Jardim das Aflições" quanto para estigmatizar como hedionda tentativa de censura qualquer protesto contra a exposição obscena do Santander.
Seu lema é: "O poder de censura é nosso, de mais ninguém."
Só um idiota pode ver nisso alguma "incoerência". É procedimento de rotina, nada mais.
VOCÊ ESTÁ PROIBIDO DE SE DEFENDER, DE REAGIR E PENSAR - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/-iMorHa-5SY

CULTURA E EDUCAÇÃO  - OLAVO DE CARVALHO EM HARVARD MIT (07/04/2017)
https://youtu.be/JUVlHKXDD0Y

CENSURA, MANIPULAÇÃO, OCULTAÇÃO DO CONHECIMENTO NAS ESCOLAS -  OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/03/censura-manipulacao-ocultacao-do.html

PAULO FREIRE E A ESCOLA SEM PARTIDO - THOMAS GIULLIANO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
https://youtu.be/GcLxPqyWfVM

O POLITICAMENTE CORRETO CENSURA A PERCEPÇÃO E EMBOTA A INTELIGÊNCIA -  FÁBIO BLANCO
https://youtu.be/opdkfSNBOKY

POLITICAMENTE CORRETO, MARXISMO CULTURAL, ESCOLA DE FRAKFURT E CENSURA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/04/politicamente-correto-marxismo-cultural.html

A MANIPULAÇÃO SOCIAL PELA DISTORÇÃO DA LINGUAGEM -  CRISTIAN DEROSA
https://youtu.be/XCigQqKly6g

NOVILÍNGUA, MANIPULAÇÃO - O Escandaloso Viés Esquerdista na Imprensa
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/07/novilingua-lingua-de-pau-manipulacao-o.html

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O POLITICAMENTE CORRETO NOS CEGA PARA O PERIGO - Eles simplesmente resolveram eliminar a verdade como critério válido. O que me espanta é que: 1- a mentira é a língua oficial dos governos hoje e eles não se preocupam se todos estão reparando que o "rei está nu". Eles sabem que não estão sendo acreditados, mas vão empurrando a farsa adiante; 2 - por que isso não dá o sinal de alarme na sociedade? Se a mentira está instalada confortavelmente à vista de todos tem uma coisa MUITO errada, é sinal de que o MAL está no comando.   

Não lembro se foi no livro PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO, ou se foi no PONEROLOGIA, PSICOPATAS NO PODER, ou em outro, que li sobre a falsificação científica e a depredação metódica do conhecimento acumulado em milênios, praticadas em regimes comunistas, cujo objetivo ainda é aniquilar a noção de verdade e uniformizar as obedientes consciências. Isso está acontecendo aqui, agora. Onde esses malditos tocam, confundem deliberadamente verdade e  mentira e pretendem fazer do mundo uma Torre de Babel onde ninguém distingue o que é verdadeiro ou falso , bom ou mal, onde só o PODER será ouvido.

 "Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde." Esse dia é hoje, agora. Mas o que espantaria ainda mais Chesterton é que pode chegar o dia em que NÃO poderemos provar que a grama é verde, pois com  ajuda do MPF, legislativo e STF, alguns provarão que ela é vermelha e quem afirmar o contrário será acusado de preconceito, crime de ódio e incitação à violência. Muita gente acha que o politicamente correto é apenas um código informal exercido por pressão social. Mas ele já passou dessa fase. Ele já determina ações governamentais, criação de novos crimes, subjetivos, leis e punições para pessoas inocentes e desculpas para os culpados.

Não foi o que aconteceu ao "DIREITA SÃO PAULO"? Foram acusados de PRECONCEITO pelo MPF por protestarem contra a lei de migração. Pré-conceito é um comportamento irracional e não uma resposta justa a fatos presentes. Mais irracional e inexplicável é uma lei que despreza os fatos e inventa uma realidade paralela. A fórmula deles é: fabricar o mal e punir a reação natural a ele. Isso sim é perversidade, é crime de ódio, é brasileirofobia.

E este é mais um motivo embutido no protesto: qual a credibilidade de uma lei produzida por corruptos? Aqueles que estão fazendo leis brasileirofóbicas não são os mesmos traidores que, sem um pingo de sentimento humanitário, depredam o Brasil? Em que medida essas leis não estão subordinadas ao esquema de corrupção sistêmica para conquista de poder? Não existe uma relação de subserviência desses políticos à ONU e organizações internacionais com sua agenda globalista para dissolver fronteiras, soberanias e identidades nacionais? Por que as investigações são sempre parciais e não abordam essas questões que hoje já são muito mais que teorias? Então, a primeira suspeita recai sobre as reais intenções dos políticos. Antes das leis, antes dos terroristas, do tráfico nas fronteiras, o maior perigo são os traidores e incompetentes no poder.  
 


 

Do Olavo de Carvalho. "O comunismo foi inventado pelo diabo em pessoa, para fazer da humanidade uma cobra que se come pela cauda.".

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