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sábado, 27 de julho de 2019

INVERSÃO COMUNOPSICOPÁTICA




https://youtu.be/bpLzkbzPtI0?list=UUSe6g_nsXoJeW4pzq35ZDEQ

"XINGUE-OS DO QUE VC É, ACUSE-OS DO QUE VC FAZ." Lenin

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DICAS


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AFASIA SEMÂNTICA PSICOPÁTICA
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/03/afasia-semantica-psicopatica.html





"A sorte dos psicopatas é que as pessoas normais em geral não acreditam que existam seres humanos tão maus." Olavo de Carvalho
 

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A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.  
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html


A LÓGICA DA HISTERIA
Olavo de Carvalho

Sendo impossível o socialismo perfeito, suas sucessivas encarnações imperfeitas serão sempre e necessariamente consideradas “direitistas” em comparação com suas versões ideais futuras, de modo que a culpa de seus crimes e misérias terá de ser imputada automaticamente à direita, ao capitalismo, aos malditos liberais e conservadores. Do fundo do Gulag, do cemitério ou do exílio, estes serão sempre os autores do mal que os comunistas fizeram. 

Isso é um dos preceitos mais essenciais e constantes da lógica revolucionária. Ele corresponde, na prática, ao direito ilimitado de delinqüir, de roubar, de matar e de produzir toda sorte de horrores e misérias, com a garantia não só da impunidade mas de uma consciência eternamente limpa, tanto mais pronta a levantar o dedo acusador quanto maiores são as culpas objetivas que carrega.

É impossível não perceber a identidade cabal entre esse vício estrutural de pensamento e o traço mais característico da mentalidade psicopática, que é a ausência de culpa ou arrependimento, o cinismo perfeito de quem se sente uma vítima inocente no instante mesmo em que se esmera na violência, na mentira e na crueldade.

Os psicopatas não são doentes mentais nem pessoas incapacitadas. São homens inteligentes e astutos sem consciência moral. São criminosos por vocação. Os únicos sentimentos morais que têm são o culto da própria grandeza e a autopiedade: as duas formas, ativa e passiva, do amor-próprio levado às suas últimas conseqüências.

Eles não têm sentimentos morais, mas sabem percebê-los e produzi-los nos outros, sobre os quais adquirem assim o poder de um super-ego dominador e manipulador que neutraliza as funções normais da consciência individual e as substitui por cacoetes de percepção, coletivos e uniformes, favoráveis aos objetivos da política psicopática.

Só por isso não se pode dizer que todos os líderes e intelectuais comunistas sejam psicopatas. Como observou o psiquiatra Andrew Lobaczewski no seu estudo da elite comunista polonesa, um pequeno grupo de psicopatas basta para atrair um vasto círculo de colaboradores e militantes e instilar neles todos os sintomas de uma falsificação histérica da percepção. O histérico não crê naquilo que vê, mas naquilo que diz e repete. Sua experiência direta da realidade é substituída por uma padronização compulsiva que enxerga sempre as coisas pelos mesmos ângulos e não consegue nem imaginar que possam ser vistas de outro modo: a mera tentação de fazê-lo, mesmo por instantes, é reprimida automaticamente ou repelida com horror.

Só um pequeno círculo no topo do movimento comunista compõe-se de psicopatas autênticos. A maioria, do segundo escalão para baixo, é de histéricos. Erik von Kuenhelt-Leddihin documentou extensamente o papel da histeria na militância esquerdista em geral, mas Lobaczewski descobriu que essa histeria não é “causa sui”: é produto da influência penetrante e quase irresistível que os psicopatas exercem sobre as mentes fracas, trocando a sua percepção natural do mundo e de si mesmas por uma “segunda realidade” — para usar o termo de Robert Musil – da qual só podem emergir por um salto intuitivo atemorizador e humilhante que lhes custará, ademais, a perda dos laços de solidariedade grupal, base da sua precária subsistência psicológica.

Lançar as próprias culpas sobre os outros é, no psicopata, um instinto inato e uma das bases do seu poder pessoal. No histérico, é um hábito adquirido, um reflexo defensivo e um instrumento de integração na comunidade protetora. Nos psicopatas, é uma força. Nos histéricos, um sinal de fraqueza. Não espanta que os primeiros façam uso dele com astúcia e comedimento, os segundos com total destempero, levando a invencionice até o último limite do ridículo e da alucinação. Mas o dr. Lobaczewski vai um pouco mais fundo na análise do fenômeno. Quando a militância orientada pelos psicopatas sobe à condição de poder político e cultural hegemônico, a deformação histérica torna-se o modo dominante de pensar e se alastra por toda a sociedade, infectando até grupos e indivíduos alheios ou hostis ao movimento revolucionário.

Daí a contaminação da linguagem de comentaristas “de direita” pela mágica histérica de tentar inverter as proporções da realidade mediante a simples inversão das palavras. Quando proclamam que Lula ou Dilma são “de direita”, os srs. José Nêumanne Pinto e Demétrio Magnoli, homens insuspeitos de colaboração consciente com o “establishment” esquerdista, só provam que foram vítimas inconscientes dessa contaminação. Por definição, todo governo “de transição” para o socialismo é menos socialista, portanto mais direitista, do que o seu sucessor esperado, assim como todo socialismo real é menos socialista e mais “direitista” do que qualquer socialismo ideal. Ver nisso a prova de um direitismo substantivo, transmutando uma diferença de grau numa identidade de essências é um erro lógico tão grosseiro que só faz sentido como mentira psicopática ou macaqueação histérica. O psicopata vive de criar impressões, o histérico de absorvê-las, imitá-las e propagá-las. Os srs. Nêumanne e Magnoli querem dar a impressão de que o petismo é mau. Para isso, absorvem, imitam e propagam o estereótipo verbal criado por psicopatas comunistas para salvar automaticamente a reputação da esquerda após cada novo fiasco, de modo que ela possa repeti-lo de novo e de novo. Combatem o petismo de hoje fomentando o petismo de amanhã.
http://olavodecarvalho.org/logica-da-histeria/


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PSICOPATAS NO PODER

Só depois dos alertas de Olavo de Carvalho o meu cérebro voltou a somar 2+2 e percebi que o modus operandi do movimento revolucionário é similar ao dos psicopatas: inversão da culpa, assassinatos de reputação, negação da realidade que está diante dos olhos, crueldade impiedosa, inescrupulosidade, etc. 

Existe uma ligação entre esses dois grupos que eu gostaria de esclarecer. Preciso reler o livro de Andrew Lobaczewski "Ponerologia - Psicopatas no Poder" para me certificar de uma impressão: ele afirma que o movimento revolucionário é um movimento psicopático? Feito para dar lugar a uma sociedade liderada por psicopatas?

Prof. Olavo deixa claro que estamos sentindo os efeitos destrutivos dessa liderança deformada em todos os recantos da nossa vida, e não só na economia como muitos pensam. A escassez é de verdades, antes de tudo. A falta de verdades circulantes permite que mentiras circulem livremente, sem confrontos e questionamentos. Isso enlouquece as pessoas, pois ao invés de investigar a estranheza e o mal-estar sutil, elas abandonam seus critérios naturais, legítimos de avaliação e sua capacidade de perceber.

"O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE." Olavo de Carvalho

"Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde." G.K. Chesterton

"Uma pessoa que diz que a verdade é relativa está pedindo para que você não acredite nela." (Roger Scruton)

Hoje é o politicamente correto, artificialmente construído, imposto de cima para baixo, martelado dia e noite pelas fake mídias, escolas, órgãos de cultura, é o que está nos moldando a cabeça.  Acho que é o que Lobaczewski chamaria de paramoralismo:

  "A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é a facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos sugestivos e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente fora da abrangência imediata de tal sistema de governo. Nós devemos ressaltar que o caráter paramoralista e as qualidades paranóicas estão freqüentemente contidos nesses nomes. A ação de paralogismos e paramoralismos na ideologia deformada se torna compreensível para nós, baseada na informação apresentada no Capítulo IV. Qualquer coisa que ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral." ("Ponerologia - Psicopatas no Poder")

Eu vivia numa depressão constante até recuperar meu sistema imunológico psíquico que é ter o critério da verdade selecionando e organizando o que entra na minha mente. Absorvi isto sem querer, assistindo a quase todos os True Outspeak, do prof. Olavo. 

"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles." Olavo de Carvalho

Andrew Lobaczewshi, o autor de PONEROLOGIA, insiste: a mente humana normal não concebe a existência de um mundo psicopático e por isso ela é surpreendida e capturada por ele. Quando ela se depara com seu aberrante maquiavelismo e perversidade, ela não só demora demais para compreender e reagir apropriadamente, mas, e sobretudo, ENTRA EM CHOQUE.  Psicopatas sabem se aproveitar desse e de outros conhecimentos a nosso respeito. Desenvolveram uma "ciência" que explora impiedosamente nossas fraquezas e nossa ignorância sobre eles. ”Então o valor prático da nossa visão de mundo natural termina geralmente onde a psicopatologia começa." 
 https://conspiratio3.blogspot.com/2016/07/psicopatas-sabem-tirar-vantagem-do.html

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