CENSURA, DITADURA, POLITICAMENTE CORRETO

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sábado, 27 de julho de 2019

INVERSÃO COMUNOPSICOPÁTICA




https://youtu.be/bpLzkbzPtI0?list=UUSe6g_nsXoJeW4pzq35ZDEQ

"XINGUE-OS DO QUE VC É, ACUSE-OS DO QUE VC FAZ." Lenin

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DICAS


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AFASIA SEMÂNTICA PSICOPÁTICA
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/03/afasia-semantica-psicopatica.html





"A sorte dos psicopatas é que as pessoas normais em geral não acreditam que existam seres humanos tão maus." Olavo de Carvalho 
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Quer saber o que os comunistas estão fazendo escondido? Examine apenas de quê eles estão acusando os outros.
E infalível.
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Quando um comunista acusa seus inimigos de algum crime, investigue e acabará descobrindo, em noventa e nove por cento dos casos, que quem cometeu o crime foi ele mesmo.
https://twitter.com/OlavoOpressor/status/1227735225494654976
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 "Se você quer saber o que um esquerdista esta planejando, veja do que ele te acusa" - Olavo de Carvalho.
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INVERSÃO COMUNISTA - ALERTA DE OLAVO DE CARVALHO - "Onde quer que os esquerdistas acusem alguém de algum crime, vocês podem ter certeza: eles o cometeram primeiro ou planejam cometê-lo em seguida. Isso é infalível."
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/878820378936704
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Olavo de Carvalho Tudo depende, agora, de o governo entender que a esquerda partiu maciçamente para o campo da criminalidade e tem de ser combatida por meios legais, não políticos. Continuar fingindo que bandos de criminosos são adversários políticos normais é suicídio.
OU O GOVERNO PROCESSA OS CRIMINOSOS, OU OS CRIMINOSOS COMEÇAM A PROCESSÁ-LO.
ESSA É A ESCOLHA DO MOMENTO. O RESTO É TUDO DESCONVERSA 
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OLAVO DE CARVALHO - A inversão revolucionária
"Quando um sujeito sai ostensivamente acusando os outros daquilo que todo mundo sabe que ele próprio fez, ele não está propriamente querendo enganar as pessoas, nem enganar a si próprio: está querendo que a mentira seja aceita como verdade precisamente por ser mentira e por ser conhecida como tal ; está querendo inverter o quadro mesmo de referências e fazer com que a inteligência humana se prosterne conscientemente ante a mentira, investida enfim do prestígio paradoxal e mágico de uma forma superior de veracidade."

“Revolução” significa precisamente um giro, uma inversão de posições. O tema do “mundo às avessas”, que invadiu o teatro e as artes plásticas na entrada da modernidade, impregnou-se tão profundamente na mentalidade revolucionária que acabou por se tornar um reflexo inconsciente, consagrando-se por fim como o método de pensamento essencial – e na verdade único – da intelectualidade ativista e dos políticos de esquerda. Não é de espantar, pois, que aqueles que se deixam seduzir em mais ou em menos pela idéia revolucionária, nem sempre sendo capazes de virar o mundo de pernas para o ar como desejariam, façam ao menos a revolução nas suas próprias cabeças, invertendo as relações lógicas de sujeito e objeto, de afirmação e negação, de anterioridade e posterioridade, e assim por diante, enxergando portanto tudo às avessas e só admitindo como verdade o contrário do que os fatos dizem e os documentos atestam."

"Notem como isso inverte, de um só golpe, a relação lógica não só entre o falso e o verdadeiro, mas entre o conhecido e o desconhecido. Para a mentalidade humana normal, o passado pode ser conhecido mediante documentos e testemunhos, mas o futuro só pode ser conjeturado. Para o revolucionário, o futuro é a única certeza: o passado pode ser modificado à vontade conforme os interesses superiores da revolução a cada momento."

"Quem não compreenda esse traço da mentalidade revolucionária está totalmente desaparelhado para enfrentá-la seja no terreno intelectual, seja na política prática."
http://olavodecarvalho.org/a-inversao-revolucionaria/

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A INVERSÃO REVOLUCIONÁRIA EM AÇÃO
1. A mentalidade revolucionária, tal como aparece documentada nos escritos e atos de todos os líderes revolucionários desde o século XV, sem exceção notável, não consiste na adesão a esta ou àquela proposta político-social concreta, mas numa certa estrutura de apreensão da realidade, caracterizada pela inversão da ordem temporal e causal e da relação sujeito-objeto, daí decorrendo uma variedade de inversões secundárias.
http://olavodecarvalho.org/a-inversao-revolucionaria-em-acao/
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Longe de camuflar o abismo entre suas palavras e seus atos, o revolucionário o exibe com uma candura estupefaciente, que desarma o espectador. Ele não quer propriamente enganar o público. Quer estupidificá-lo para que viva em estado de engano permanente, como aliás ele próprio.
http://olavodecarvalho.org/a-mentira-estrutural/

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A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e disposição ao uso do terror foram as características específicas mais necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO DO PIOR.  
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/01/nazismo-e-comunismo-sao-coletivistas.html

* A LÓGICA DA HISTERIA
Olavo de Carvalho

Sendo impossível o socialismo perfeito, suas sucessivas encarnações imperfeitas serão sempre e necessariamente consideradas “direitistas” em comparação com suas versões ideais futuras, de modo que a culpa de seus crimes e misérias terá de ser imputada automaticamente à direita, ao capitalismo, aos malditos liberais e conservadores. Do fundo do Gulag, do cemitério ou do exílio, estes serão sempre os autores do mal que os comunistas fizeram. 

Isso é um dos preceitos mais essenciais e constantes da lógica revolucionária. Ele corresponde, na prática, ao direito ilimitado de delinqüir, de roubar, de matar e de produzir toda sorte de horrores e misérias, com a garantia não só da impunidade mas de uma consciência eternamente limpa, tanto mais pronta a levantar o dedo acusador quanto maiores são as culpas objetivas que carrega.

É impossível não perceber a identidade cabal entre esse vício estrutural de pensamento e o traço mais característico da mentalidade psicopática, que é a ausência de culpa ou arrependimento, o cinismo perfeito de quem se sente uma vítima inocente no instante mesmo em que se esmera na violência, na mentira e na crueldade.

Os psicopatas não são doentes mentais nem pessoas incapacitadas. São homens inteligentes e astutos sem consciência moral. São criminosos por vocação. Os únicos sentimentos morais que têm são o culto da própria grandeza e a autopiedade: as duas formas, ativa e passiva, do amor-próprio levado às suas últimas conseqüências.

Eles não têm sentimentos morais, mas sabem percebê-los e produzi-los nos outros, sobre os quais adquirem assim o poder de um super-ego dominador e manipulador que neutraliza as funções normais da consciência individual e as substitui por cacoetes de percepção, coletivos e uniformes, favoráveis aos objetivos da política psicopática.

Só por isso não se pode dizer que todos os líderes e intelectuais comunistas sejam psicopatas. Como observou o psiquiatra Andrew Lobaczewski no seu estudo da elite comunista polonesa, um pequeno grupo de psicopatas basta para atrair um vasto círculo de colaboradores e militantes e instilar neles todos os sintomas de uma falsificação histérica da percepção. O histérico não crê naquilo que vê, mas naquilo que diz e repete. Sua experiência direta da realidade é substituída por uma padronização compulsiva que enxerga sempre as coisas pelos mesmos ângulos e não consegue nem imaginar que possam ser vistas de outro modo: a mera tentação de fazê-lo, mesmo por instantes, é reprimida automaticamente ou repelida com horror.

Só um pequeno círculo no topo do movimento comunista compõe-se de psicopatas autênticos. A maioria, do segundo escalão para baixo, é de histéricos. Erik von Kuenhelt-Leddihin documentou extensamente o papel da histeria na militância esquerdista em geral, mas Lobaczewski descobriu que essa histeria não é “causa sui”: é produto da influência penetrante e quase irresistível que os psicopatas exercem sobre as mentes fracas, trocando a sua percepção natural do mundo e de si mesmas por uma “segunda realidade” — para usar o termo de Robert Musil – da qual só podem emergir por um salto intuitivo atemorizador e humilhante que lhes custará, ademais, a perda dos laços de solidariedade grupal, base da sua precária subsistência psicológica.

Lançar as próprias culpas sobre os outros é, no psicopata, um instinto inato e uma das bases do seu poder pessoal. No histérico, é um hábito adquirido, um reflexo defensivo e um instrumento de integração na comunidade protetora. Nos psicopatas, é uma força. Nos histéricos, um sinal de fraqueza. Não espanta que os primeiros façam uso dele com astúcia e comedimento, os segundos com total destempero, levando a invencionice até o último limite do ridículo e da alucinação. Mas o dr. Lobaczewski vai um pouco mais fundo na análise do fenômeno. Quando a militância orientada pelos psicopatas sobe à condição de poder político e cultural hegemônico, a deformação histérica torna-se o modo dominante de pensar e se alastra por toda a sociedade, infectando até grupos e indivíduos alheios ou hostis ao movimento revolucionário.

Daí a contaminação da linguagem de comentaristas “de direita” pela mágica histérica de tentar inverter as proporções da realidade mediante a simples inversão das palavras. Quando proclamam que Lula ou Dilma são “de direita”, os srs. José Nêumanne Pinto e Demétrio Magnoli, homens insuspeitos de colaboração consciente com o “establishment” esquerdista, só provam que foram vítimas inconscientes dessa contaminação. Por definição, todo governo “de transição” para o socialismo é menos socialista, portanto mais direitista, do que o seu sucessor esperado, assim como todo socialismo real é menos socialista e mais “direitista” do que qualquer socialismo ideal. Ver nisso a prova de um direitismo substantivo, transmutando uma diferença de grau numa identidade de essências é um erro lógico tão grosseiro que só faz sentido como mentira psicopática ou macaqueação histérica. O psicopata vive de criar impressões, o histérico de absorvê-las, imitá-las e propagá-las. Os srs. Nêumanne e Magnoli querem dar a impressão de que o petismo é mau. Para isso, absorvem, imitam e propagam o estereótipo verbal criado por psicopatas comunistas para salvar automaticamente a reputação da esquerda após cada novo fiasco, de modo que ela possa repeti-lo de novo e de novo. Combatem o petismo de hoje fomentando o petismo de amanhã.
http://olavodecarvalho.org/logica-da-histeria/


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PSICOPATAS NO PODER

Só depois dos alertas de Olavo de Carvalho o meu cérebro voltou a somar 2+2 e percebi que o modus operandi do movimento revolucionário é similar ao dos psicopatas: inversão da culpa, assassinatos de reputação, negação da realidade que está diante dos olhos, crueldade impiedosa, inescrupulosidade, etc. 

Existe uma ligação entre esses dois grupos que eu gostaria de esclarecer. Preciso reler o livro de Andrew Lobaczewski "Ponerologia - Psicopatas no Poder" para me certificar de uma impressão: ele afirma que o movimento revolucionário é um movimento psicopático? Feito para dar lugar a uma sociedade liderada por psicopatas?

Prof. Olavo deixa claro que estamos sentindo os efeitos destrutivos dessa liderança deformada em todos os recantos da nossa vida, e não só na economia como muitos pensam. A escassez é de verdades, antes de tudo. A falta de verdades circulantes permite que mentiras circulem livremente, sem confrontos e questionamentos. Isso enlouquece as pessoas, pois ao invés de investigar a estranheza e o mal-estar sutil, elas abandonam seus critérios naturais, legítimos de avaliação e sua capacidade de perceber.

"O psicopata, ao contrário, escreve para insinuar que você NÃO SENTIU O QUE SENTIU, NÃO VIU O QUE VIU, NÃO SABE O QUE SABE." Olavo de Carvalho

"Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde." G.K. Chesterton

"Uma pessoa que diz que a verdade é relativa está pedindo para que você não acredite nela." (Roger Scruton)

Hoje é o politicamente correto, artificialmente construído, imposto de cima para baixo, martelado dia e noite pelas fake mídias, escolas, órgãos de cultura, é o que está nos moldando a cabeça.  Acho que é o que Lobaczewski chamaria de paramoralismo:

  "A língua dupla é somente um dos muitos sintomas. Outro sintoma é a facilidade específica para produzir novos nomes que tenham efeitos sugestivos e sejam aceitos praticamente sem críticas, particularmente fora da abrangência imediata de tal sistema de governo. Nós devemos ressaltar que o caráter paramoralista e as qualidades paranóicas estão freqüentemente contidos nesses nomes. A ação de paralogismos e paramoralismos na ideologia deformada se torna compreensível para nós, baseada na informação apresentada no Capítulo IV. Qualquer coisa que ameace o governo patocrático se torna profundamente imoral." ("Ponerologia - Psicopatas no Poder")

Eu vivia numa depressão constante até recuperar meu sistema imunológico psíquico que é ter o critério da verdade selecionando e organizando o que entra na minha mente. Absorvi isto sem querer, assistindo a quase todos os True Outspeak, do prof. Olavo. 

"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles." Olavo de Carvalho

Andrew Lobaczewshi, o autor de PONEROLOGIA, insiste: a mente humana normal não concebe a existência de um mundo psicopático e por isso ela é surpreendida e capturada por ele. Quando ela se depara com seu aberrante maquiavelismo e perversidade, ela não só demora demais para compreender e reagir apropriadamente, mas, e sobretudo, ENTRA EM CHOQUE.  Psicopatas sabem se aproveitar desse e de outros conhecimentos a nosso respeito. Desenvolveram uma "ciência" que explora impiedosamente nossas fraquezas e nossa ignorância sobre eles. ”Então o valor prático da nossa visão de mundo natural termina geralmente onde a psicopatologia começa." 
 https://conspiratio3.blogspot.com/2016/07/psicopatas-sabem-tirar-vantagem-do.html


Falamos dos setenta mil homicídios anuais, e o santarrão esquerdista nos responde:
-- É, mas e a Marielle?
Falamos do roubo de oito trilhões de reais, e ele retruca:
-- É, mas e o Qujeiroz?
Falamos da proibição do anticomunismo nas escolas, e ele nos devolve:
-- É, mas e campanha contra o Queer Museum?
Quando vão perceber que o único objetivo desse tipinno é a completa destruição do senso das proporções, a total eliminação da inteligência moral?

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