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9:03 " NĂŁo Ă© assim que se combate a mentira. A mentira se combate com a verdade. Quando a mentira e a verdade tem liberdade de atuação, a mentira sempre perde. Diz o ditado Veritas filia temporis . Por quĂȘ? Porque sĂł a verdade coincide com a realidade, a realidade se impĂ”e. Cada vez mais as pessoas estĂŁo percebendo o que tĂĄ acontecendo."
Mas a prĂłpria ação da SEMĂUR4 estĂĄ prejudicando a percepção e a inteligĂȘncia
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O PODER DE CONHECER Olavo de Carvalho - “Experimentai de tudo, e ficai com o que Ă© bom”, aconselha o apĂłstolo. ExperiĂȘncia, tentativa e erro, constante reflexĂŁo e revisĂŁo do itinerĂĄrio — tais sĂŁo os Ășnicos meios pelos quais um homem pode, com a graça de Deus, adquirir conhecimento. Isso nĂŁo se faz do dia para a noite. “Veritas filia temporis”, dizia Sto. TomĂĄs: a verdade Ă© filha do tempo. NĂŁo me venham com fulguraçÔes mĂsticas e intuiçÔes sĂșbitas. “Que las hay, las hay”, mas mesmo elas requerem preparação, esforço, humildade, tempo. AtĂ© Cristo, no cume da agonia, lançou ao ar uma pergunta sem resposta. Por que nĂłs, que sĂł somos filhos de Deus por delegação, terĂamos o direito congĂȘnito a respostas imediatas? O aprendizado Ă© impossĂvel sem o direito de errar e sem uma longa tolerĂąncia para com o estado de dĂșvida. Mais ainda: nĂŁo Ă© possĂvel o sujeito orientar-se no meio de uma controvĂ©rsia sem conceder a ambos os lados uma credibilidade inicial sem reservas, sem medo, sem a mĂnima prevenção interior, por mais oculta que seja. SĂł assim a verdade acabarĂĄ aparecendo por si mesma. O verdadeiro homem de ciĂȘncia aposta sempre em todos os cavalos, e aplaude incondicionalmente o vencedor, qualquer que seja. A isenção nĂŁo Ă© desinteresse, distanciamento frio: Ă© paixĂŁo pela verdade desconhecida, Ă© amor Ă idĂ©ia mesma da verdade, sem pressupor qual seja o conteĂșdo dela em cada caso particular. NĂŁo hĂĄ nada mais estĂșpido do que a convicção geral da nossa classe letrada de que nĂŁo existe imparcialidade, de que todas as idĂ©ias sĂŁo preconcebidas, de que tudo no mundo Ă© subjetivismo e ideologia. Aqueles que proclamam essas coisas provam apenas sua total inexperiĂȘncia da investigação, cientĂfica ou filosĂłfica. NĂŁo dando valor Ă sua prĂłpria inteligĂȘncia — porque jamais a testaram — apressam-se em prostituĂ-la Ă primeira crença que os impressione, e daĂ deduzem, com demencial soberba, que todo mundo faz o mesmo. NĂŁo sabem que uma aposta total no poder do conhecimento bloqueia, por antecipação, todas as apostas parciais em verdades preconcebidas. Se o que estĂĄ em jogo para mim, no momento da investigação, nĂŁo Ă© a tese “x” ou “y”, mas o valor da minha prĂłpria capacidade cognitiva, pouco se me dĂĄ que vença “x” ou vença “y”: sĂł o que importa Ă© que eu mesmo, enquanto portador do espĂrito, saia vencedor. Nenhuma crença prĂ©via, por mais sublime que seja o seu conteĂșdo, vale esse momento em que a inteligĂȘncia se reconhece no inteligĂvel. Quem nĂŁo viveu isso nĂŁo sabe como a felicidade humana Ă© mais intensa, mais luminosa e mais duradoura que todas as alegrias animais. Infelizmente, a classe intelectual estĂĄ repleta de indivĂduos que nĂŁo conhecem, da inteligĂȘncia, senĂŁo o seu aparato de meios — a lĂłgica, a memĂłria, os sentimentos, cada qual prezando mais um ou outro desses instrumentos, conforme suas inclinaçÔes pessoais — mas nĂŁo tĂȘm a menor idĂ©ia do que seja a inteligĂȘncia enquanto tal, a inteligĂȘncia enquanto poder de conhecer o real. Ă impressionante como o poder mesmo que define a atividade dessas pessoas — o intelecto — pode ser desprezado, ignorado, reprimido e por fim totalmente esquecido na prĂĄtica diĂĄria de seus afazeres nominalmente intelectuais. O culto da razĂŁo ou dos sentimentos, das sensaçÔes ou do instinto, da fĂ© cega ou do “pensamento crĂtico”, nĂŁo Ă© senĂŁo o resĂduo supersticioso que sobra no fundo da alma obscurecida quando se perde o sentido da unidade da inteligĂȘncia por trĂĄs de todas essas operaçÔes parciais. A inteligĂȘncia, com efeito, nĂŁo Ă© uma função, uma faculdade em particular: Ă© a expressĂŁo da pessoa inteira enquanto sujeito do ato de conhecer. A inteligĂȘncia nĂŁo Ă© um instrumento, um aspecto, um ĂłrgĂŁo do ser humano: ela Ă© o ser humano mesmo, considerado no pleno exercĂcio daquilo que nele hĂĄ de mais essencialmente humano. Perguntaram-me uma vez, num debate, como eu definia a honestidade intelectual. Sem pestanejar, respondi: Ă© vocĂȘ nĂŁo fingir que sabe aquilo que nĂŁo sabe, nem que nĂŁo sabe aquilo que sabe perfeitamente bem. Se sei, sei que sei. Se nĂŁo sei, sei que nĂŁo sei. Isto Ă© tudo. Saber que sabe Ă© saber; saber que nĂŁo sabe Ă© tambĂ©m saber. A inteligĂȘncia nĂŁo Ă©, no fundo, senĂŁo o comprometimento da pessoa inteira no exercĂcio do conhecer, mediante uma livre decisĂŁo da responsabilidade moral. DaĂ que ela seja tambĂ©m a base da integridade pessoal, quer no sentido Ă©tico, quer no sentido psicolĂłgico. Todas as neuroses, todas as psicoses, todas as mutilaçÔes da psique humana se resumem, no fundo, a uma recusa de saber. SĂŁo uma revolta contra a inteligĂȘncia. Revoltas contra a inteligĂȘncia — psicoses, portanto, Ă sua maneira — sĂŁo tambĂ©m as ideologias e filosofias que negam ou limitam artificiosamente o poder do conhecimento humano, subordinando-o Ă autoridade, ao condicionamento social, ao beneplĂĄcito do consenso acadĂȘmico, aos fins polĂticos de um partido, ou, pior ainda, subjugando a inteligĂȘncia enquanto tal a uma de suas operaçÔes ou aspectos, seja a razĂŁo, seja o sentimento, seja o interesse prĂĄtico ou qualquer outra coisa. Ă claro que, para cada domĂnio especial do conhecimento e da vida, uma faculdade em particular se destaca, ainda que sem se desligar das outras: o raciocĂnio lĂłgico nas ciĂȘncias, a imaginação na arte, o sentimento e a memĂłria no conhecimento de si, a fĂ© e a vontade na busca de Deus. Mas, sem a inteligĂȘncia, que Ă© cada uma dessas funçÔes, ou a justaposição mecĂąnica de todas elas, senĂŁo uma forma requintada de fetichismo? Que Ă© uma imaginação que nĂŁo intelige o que concebe, um sentimento que nĂŁo se enxerga a si mesmo, uma razĂŁo que raciocina sem compreender, uma fĂ© que aposta Ă s cegas, sem a visĂŁo clara dos motivos de crer? SĂŁo cacos de humanidade, jogados num porĂŁo escuro onde cegos tateiam em busca de vestĂgios de si mesmos. Toda “cultura” que se construa em cima disso nĂŁo serĂĄ jamais senĂŁo um monumento Ă misĂ©ria humana, um macabro sacrifĂcio diante dos Ădolos. SĂł o inteligir, assumido como estatuto ontolĂłgico e dever mĂĄximo da pessoa humana, pode fundamentar a cultura e a vida social. Por isso nĂŁo hĂĄ perdĂŁo para aqueles que, vivendo das profissĂ”es da inteligĂȘncia, a rebaixam e a humilham. Cada vez que um desses indivĂduos grita, seja na lĂngua que for, seja sob o pretexto que for, “Abajo la inteligencia!”, Ă© sempre o coro dos demĂŽnios que ecoa, do fundo do abismo: “Viva la muerte!”
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IMPEACHMENT - PRESSIONE QUEM ESTĂ EM CIMA DO MURO https://votosdeputados.com.br/
https://votossenadores.com.br/
* đš ASSINE AGORA: IMPEACHMENT DE ALEXANDRE DE MORAES - PELO BEM DA DEMOCRACIA https://www.change.org/p/impeachment-de-alexandre-de-moraes-pelo-bem-da-democracia
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Clique
num nome de deputado e mande um e-mail contra os projetos de censura,
aborto, impostos, impunidade, desarmamento, eleiçÔes, etc. https://placarcongresso.com/pages/c-ranking.html
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https://placarcongresso.com
e-democracia-do.html
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FUCKERBERG AINDA CENSURA - VĂdeo de Bia Kicis A
Meta bloqueou grupos do WhatsApp e suspendeu as lives do Frei Gilson
nas quais ele reunia milhares de cristĂŁos para rezar o terço. Ădio ao
Cristianismo, mas, NĂO VĂO NOS CALAR!
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Leandro Ruschel
"Supremo estå adotando cada vez mais uma posição de esquerda, recebendo
o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação massiva
da direita"
E Ă© essa "justiça" polĂtica, partidĂĄria, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".
* "EMERGĂNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - O livro de G. Agamben foca
na atual prĂĄtica, global, de substituir a democracia por estado de
sĂtio ou de exceção permanentes, de legitimar a eliminação dos direitos e
aumento do poder do Estado. "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não
hĂĄ nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes
de emergĂȘncia sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a
constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto
(...) As disposiçÔes quase ditatoriais dos sistemas constitucionais
modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sĂtio ou os poderes de
emergĂȘncia constitucionais, nĂŁo podem exercer controles efetivos sobre a
concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos
correm o risco de serem transformados em sistemas totalitĂĄrios, se
condiçÔes favoråveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html
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Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai
que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos
eficåcia e duração que a Revolução da França e esta menos que a
Revolução da RĂșssia. Em todas, porĂ©m, o processo foi o mesmo. Essas
revoluçÔes foram apenas aparentemente revoluçÔes contra o Poder.
Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogĂąncia novos,
destruĂram os obstĂĄculos que se opunham de longa data a seu
desenvolvimento." "Todas as revoluçÔes não fizeram senão tornar mais
perfeita a mĂĄquina governamental em vez de quebrĂĄ-la. Os partidos que,"
sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme
edifĂcio de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html
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Bruna Torlay "E tanto o genocĂdio promovido
pelo nazismo quanto os genocĂdios promovidos pelo comunismo tĂȘm por base
o fato de que a uma casta tudo, aos outros a morte. Esse Ă© o ponto." https://conspiratio3.blogspot.com/2022/02/bruna-torlay-desenhando-o-cancelamento.html
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A LIBERDADE DE EXPRESSĂO Ă A DEMOCRACIA. https://conspiratio3.blogspot.com/2024/07/a-liberdade-de-expressao-e-democracia.html
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pĂłs-totalitĂĄrio", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensĂŁo existencial (devolvendo a humanidade Ă sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensĂŁo polĂtica inequĂvoca. Se o principal pilar do sistema Ă©
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. Ă por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
SĂŁo Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatĂłria da minha Coroa das LĂĄgrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI
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"O medo de enxergar o tamanho do mal jĂĄ Ă© sinal de submissĂŁo ao demĂŽnio." Olavo de Carvalho
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