Todo
igualitarismo, por definição e fatalidade intrínseca, aparece como
ideal norteador de ordem jurídica que tenta se impor à ordem dos fatos.
Como todo ideal jurídico, este só pode se impor mediante a concentração
de forças policiais e administrativas que terão de crescer à medida que
esse ideal amplie e universalize sua área de aplicabilidade na prática
social. Logo, quanto mais autoridade o ideal igualitarista desfrute na
sociedade, maior o aparato hierárquico organizador e repressivo
necessário para impor essa autoridade e, portanto, maior a desigualdade
real no corpo da sociedade. Todo igualitarismo é uma fraude condenada,
pela sua própria lógica interna, a produzir resultados opostos àqueles
que promete. Quem não percebe isso por intuição lógica imediata é um
imbecil. Quem insiste em não percebê-lo depois que a experiência
histórica universal o confirma é um perigoso sociopata, um inimigo da
espécie humana. https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159077267662192
O
igualitarismo, como o idealismo kantiano, só vale -- um pouquinho --
como reação crítica parcial aos exageros céticos e/ou dogmáticos
imperantes em certos momentos. Como ideal normativo com pretensões
universalizantes, não vale bosta nenhuma. https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159077281567192
OLAVO DE CARVALHO
- "Quem ainda não percebeu que os maiores genocidas do mundo adoram
usar a palavra "genocida" em sentido figurado e fora de contexto para
aplicá-la a seus adversários e dar, por esse miserável truquinho verbal,
a impressão de que estes são tão monstruosos quanto eles?" - https://twitter.com/opropriolavo/status/1374570396314394624
A vida pautada pelos jornais
22/02/2018/0 Comentários/em Notícias, Sociedade /por Cristian Derosa
Texto de subsídio ou introdutório ao curso Como Ler as Notícias
A vida segundo os jornais não é a vida real
Há alguns anos, uma pesquisa indicava que era o brasileiro aquele que mais acreditava no problema global das mudanças climáticas, no aquecimento global e, consequentemente, na necessidade das medidas políticas, econômicas e mudanças comportamentais que salvariam o planeta. A cobertura midiática sobre o assunto foi ampla e gigantesca, influenciando entidades governamentais, movimentos e empresas a aderirem a um novo modo de ver o mundo, de fazer seus negócios e divulgar seus serviços. É verdade que isso aconteceu no mundo todo. Mas só no Brasil, ao que indicava a pesquisa, as premissas ambientalistas alcançavam tanta confiabilidade.
Esse fato basta como exemplo de como somos influenciados pelas notícias. Na verdade, pautamos não só a nossa compreensão da vida pública como vamos um pouco além: é com base nas notícias e no seu ritmo de escrita, estrutura textual, que muitas vezes somos levados a ver nossa própria vida, seja no cotidiano ou nas crenças mais profundas, em nossos momentos de lazer e na leitura de entretenimento.
O jornalismo imita a vida ou a vida imita o jornalismo?
Originalmente, a forma atual de se fazer notícia não foi projetada para corresponder à totalidade dos interesses humanos. Ela passou a existir para orientar politicamente e socialmente os cidadãos. O ser humano, porém, é muito mais do que um cidadão e a gradual perda dessa compreensão deu origem ao fenômeno da “massificação”, referido por Ortega y Gasset, no seu clássico A rebelião das massas.
Outra causa do fenômeno massivo foi a mudança da matriz de interesse humano da necessidade para o desejo, algo que foi construído conscientemente por meio de técnicas da psicanálise. Os símbolos de desejo atuam de maneira mais profunda em nossas mentes, de modo que temos poucas chances de sobrepô-los à percepção objetiva de nossa necessidade. Isso produziu efeitos catastróficos na personalidade contemporânea e deu origem à nossa atual “crise de sensibilidade”, nas palavras de Tiago Amorim em seu recente livro O coração do mundo. Se essa crise tem diversas e inabarcáveis causas, é porque a poucas delas foi dada a devida atenção. Poucos foram os autores que buscaram a influência do ritmo das notícias neste processo.
Afinal, é fácil observar como somos lenientes para ler um livro, um romance ou poesia, contemplar a música sacra, a música erudita etc. Não vemos muito sentido nessas coisas, mas dizemos que gostamos porque captamos facilmente a esfera estética mais superficial, aquela que associa certas coisas a um status social ou à imagem distante do que acreditamos ser a transcendência ou elevação. Mas é muito raro darmos a essas coisas o seu peso verdadeiro, dado em outras épocas. Instalamo-nos no confortável reino do subjetivo e momentâneo, como aquilo nos parece, ao quê nos evoca, em geral para que julguemos eficientemente alguém ao buscarmos, com certo custo, desvendar uma personalidade na sua identificação ou não com a nossa. Afinal, nosso desejo de sociabilidade muitas vezes extrapola nossa verdadeira necessidade.
Muito disso se deve ao ritmo das notícias, à avalanche de informações que nos soterra, que nos oprime. É fato que precisamos nos informar. E muito dos temas tratados pelas notícias são assuntos de nosso interesse, embora não tudo. O que fazer?
Qual o meu critério para ler as notícias?
Primeiro, é preciso que saibamos de uma vez por todas: somos expostos a uma quantidade de informação que vai muito além do interesse genuíno de qualquer ser humano. Não há nada que justifique tamanha quantidade de informação para uma pessoa, mesmo que ela desempenhe funções ou cargos de decisão muito abrangentes. De tudo o que é publicado necessitamos realmente de uma parcela ínfima e isso nos devia assustar. Afinal, a verdade é que dificilmente paramos para nos perguntar o que de fato nos aflige, o que precisamos mortalmente saber.
Somos levados pela informação que gritar mais alto, que brilhar mais forte ou apresentar-se com mais cores, sabores adocicados, ritmos frenéticos ou velocidade de dados
Como podemos nos orientar em um mundo como esse?
Existe uma grande quantidade de critérios disponíveis. Dentro deles, subcritérios, premissas e conclusões provisórias a que podemos chegar para eleger, sem tantos filtros, aquilo que mais nos importa. Mas não é o caso aqui de nos aprofundarmos na orientação pessoal mais específica para a vida e sim, como já dissemos, de fazê-lo por meio da compreensão dos critérios jornalísticos, sobre os quais pesam critérios econômicos, políticos, ideológicos e até religiosos. Compreendendo-os, podemos chegar mais próximo do encontro com o nosso interesse mais profundo, extraído da necessidade e do desejo mais autênticos.
Esse processo é não só necessário como urgente para o que quer que necessitemos fazer, seja a produção de conteúdo para a internet, seja a orientação pessoal como cidadãos ou, por exclusão daquilo que nos externaliza, buscar a mais profunda vocação pessoal. A tudo isso podemos chegar apenas olhando para aquilo que não nos interessa e rejeitando, sem culpa, aquilo que nos afasta da verdade. Afinal, para saber amar é preciso, primeiro, saber rejeitar. É para isso que precisamos saber cada vez mais como ler as notícias
http://estudosnacionais.com/noticias/vida-pautada-pelos-jornais/
THOMAS KORONTAI - À IMPRENSA: OMISSÃO TAMBÉM É "FAKE NEWS". https://www.facebook.com/thomaskorontai1/posts/754287088107818 * CENSURA E DESINFORMAÇÃO - Olavo de Carvalho
"Sim, o controle que a esquerda exerce sobre os meios de comunicação no Brasil já não pode ser chamado de “patrulhamento”, porque patrulhar é vigiar homens livres. Os poucos liberais e conservadores que ainda restam na nossa imprensa são prisioneiros. Não estão sob a vigilância de “patrulhas”. Estão sob a guarda de carcereiros. Ainda podem se mover, mas seu espaço é controlado para não ultrapassar uma área mínima, calculada na medida justa para dar uma impressão de democracia." http://old.olavodecarvalho.org/textos/desinformacao.htm *
"Com o auxílio de ideologias revolucionárias, o controle do fluxo de informações se tornou uma grande preocupação da política do século XX e os planos de uma nova ordem mundial não poderiam jamais prescindir desta arma, utilizando-se, não só da seleção dos fatos, mas das mudanças na linguagem que decorrem desta seleção, controlando assim as concepções sociais sobre a realidade ao mesmo tempo em que REFORÇAM A AUTORIDADE DO CONSENSO SOCIAL dentro dos pressupostos democráticos. Paralelamente ao controle das informações veiculadas que alcança credibilidade cada vez maior, o reforço do que Karl Mannheim chama de "democracia militante" vai se tornando cada vez mais necessário. Afinal, QUANTO MAIS SE DOMINA A OPINIÃO PÚBLICA, MAIS AUTORIDADE SOCIAL SE DEVE DAR A ELA, aumentando assim o poder de significação daqueles que detêm o seu controle e a exclusividade de um plano de sociedade planificada."
(Cristian Derosa, A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda)
FAKE NEWS É ESQUERDA NA IMPRENSA Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda - "No entanto, se soubéssemos o que se tem ensinado nas faculdades de jornalismo a respeito da melhor prática jornalística ou do valor da verdade na profissão, colocaríamos muitas aspas nesta confiança e é possível que déssemos um uso bem menos digno ao papel dos jornais." "O motivo é que, ao longo das últimas décadas, a função informativa dos jornais foi progressivamente substituída pela função TRANSFORMADORA de sociedade. A comunicação tem por definição uma FUNÇÃO informativa e um EFEITO transformador. Afinal, a difusão de fatos gera novos fatos. Mas agora o efeito assume gradativamente o status de função essencial da comunicação." "A transformação pode ser encarada como uma disciplina obrigatória a todos os cursos, que se traveste muitas vezes de belas e humanitárias intenções." "Grupos inspirados no antigo Clube de Roma, como Bilderberg, Sociedade Fabiana, Fundações Ford, McArthur, Open Society, entre tantas outras, encontraram um meio de financiar e orientar os estudos científicos de relevância internacional durante o último século. Quase tudo o que é dito e repetido nos meios de comunicação veio da mente de meia dúzia de metacapitalistas seduzidos pela utopia da sociedade socialista global, a chamada nova ordem mundial, que será erguida a partir de uma sociedade fundada em assembleias onde serão promulgados consensos que sirvam a interesses e conveniências, terminando por sepultar a possibilidade de julgamentos fora do que é acordado pela elite de governantes globais." "A mudança de função é tão profunda quanto imperceptível, já que, disposta hegemonicamente tanto em teses acadêmicas como em notícias e opiniões, vai tolhendo o consumidor em sua cognição até fazê-lo incapaz de diferenciar a informação da pura manipulação." (Cristian Derosa, A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda) *** Esta manipulação midiática não seria possível se não parasitasse a credibilidade de sua "antiga" função informativa. Ela só é possível ENGANANDO o público, que compra ou assiste a um jornal para ser informado e não transformado. Ele quer a realidade ou a opinião sincera. Se é para ler ficção, até Tio Patinhas é melhor. Por outro lado, os futuros jornalistas estão aprendendo também a lição da má fé e do cinismo, sonegando a verdade de si mesmos e pretendendo "melhorar" o mundo à força e à traição. Encher o mundo com mentiras e, sobretudo, extinguir o contraponto da verdade que pode questioná-las e refutá-las, está tornando as pessoas mais tolas, desarmadas e expostas ao mal. *** "Você percebe o nível de hegemonia que a esquerdopatia alcançou no Brasil quando o MPF, que deveria zelar pela leis e bem estar dos cidadãos resolve EXIGIR que o Santander faça novas "mostras culturais" como aquela que expunha pedofilia e zoofilia para crianças e adolescentes." https://www.facebook.com/lruschel/posts/10209163081828729
"FAKE NEWS": A NOVA FARSA DO GLOBALISMO - ALERTA DE DANTE MANTOVANI - CENSURA!
Curso de ciência política da UnB tem disciplina com o tema "golpe de 2016". As aulas serão abertas a alunos de todos os cursos e ministradas pelo professor de ciências políticas Luis Felipe Miguel "O golpe de 2016 e o futuro da democracia do Brasil". Esse é o tema de uma disciplina que será oferecida pelo Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (Ipol/UnB) neste semestre, na graduação. A matrícula é optativa e há 50 vagas disponíveis. As aulas serão ministradas pelo professor titular Luis Felipe Miguel. Artigo completo: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/02/21/interna_cidadesdf,661416/curso-da-unb-com-o-tema-golpe-de-2016.shtml *** A mentira só tem pernas curtas quando se confronta com a verdade. Para compensar, a universidade precisa oferecer também um curso sobre os sucessivos golpes do judiciário e Legislativo contra o
Estado de direito. Entre eles, O GOLPE DE ESTADO DE 2014: A APURAÇÃO SECRETA DA ELEIÇÃO DE DILMA e o outro é o MEIO IMPEACHMENT da terrorista que tomou o governo por
meio desse golpe. Sobre o golpe de 2014: "Apenas 23 pessoas testemunharam apuração
da eleição presidencial" https://goo.gl/iU8gsh
A MENTIRA para a esquerda é um prego que eles martelam e martelam continuamente até entrar na sua cabeça. É uma ação para mudar a realidade à força. Eles já declararam que a verdade não existe, só existem narrativas, versões e opiniões competindo pelo domínio completo. O poder então é o que decide e define o que é a verdade na História, nas pesquisas eleitorais, científicas, na administração, em todos os campos o poder está corroendo a civilização e tramando para que psicopatas nos "governem". MAS ISSO SÓ FUNCIONA COM CENSURA: Na mesma semana, George Soros e Folha de S.Paulo defenderam regulação de redes sociais http://sensoincomum.org/2018/02/20/na-mesma-semana-soros-e-folha-defenderam-regulacao-de-redes-sociais/#utm_source=rss&utm_medium=rss
Isso é comunismo.
*
O GOLPE - Depois de 13 anos no poder, em cujo exercício desfrutou do apoio político, quando não da cumplicidade criminosa, das elites política, empresarial, financeira e cultural do país, tendo aparelhado o Estado de maneira nunca antes vista, e governado quase sem oposição dirante a maior parte do tempo, o partido dos intelectuais (PT) não se vexou em dizer-se VÍTIMA DE UM "GOLPE" das "elites". Do livro de Flávio Gordon - A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA, pg 228.