Nesta pregação, Padre Paulo Ricardo desmonta as falácias feministas e adverte que as mulheres ditas “empoderadas” são, na verdade, aquelas que abriram mão do maior poder que elas tinham: educar os próprios filhos e zelar por sua salvação eterna.
Esta homilia foi feita no dia 8 de março de 2020, durante Missa matutina na Paróquia Cristo Rei, de Várzea Grande (MT).
O politicamente correto não é
inócuo, é uma arma política para a divisão da sociedade, a
invenção de lutas de classes, a demolição do estado de direito, a
dissolução da cultura, a deformação da inteligência, a inibição da
percepção, a invenção de um falso código moral e criminal para perseguir inimigos, e por aí vai. Quando a
palavra pesa mais que a realidade dos fatos e a obediência substitui a
busca da verdade, a sociedade "ideal" se torna uma sociedade de araque. A FUNÇÃO DO POLITICAMENTE CORRETO Vc sabe que verdade, lógica,
percepção, bom senso e o estado de direito estão sendo substituídos por
"consenso"? E que consenso é o vale-tudo legitimado pela pressão feroz e
barulhenta de movimentos sociais? Ou seja, PODER? Que estes não
representam a população, são minorias cooptadas com iscas ideológicas e
orquestradas por uma rede sinistra que vem de cima para baixo: ONGs, MP,
governos, ONU, bilionários comunoglobalistas? Que tudo isso é
financiado com dinheiro ilícito e crime organizado? E que está tudo bem
que seja assim porque, como dizia Lenin, a verdade é um preconceito
burguês? Com um só golpe acabam com a democracia, a moralidade e com a
verdade: "A religião civil dos nossos dias proclama que as minorias
são oprimidas e a maioria é opressora. Nada mais natural, portanto, do
que as elites financeiras e políticas apoiarem as minorias, boicotando e
frustrando as decisões e preferências da maioria. Assim, de um só
golpe, num relance, é suprimido o princípio fundamental da democracia
sem que, num primeiro instante, a maioria se dê conta do que está
acontecendo." (Olavo de Carvalho)
* PODER é o tijolo que pavimenta o caminho para o inferno.