domingo, 16 de agosto de 2020
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
MARX NO INFERNO
Fico muito contente que desejas isso e muito contente em responder-te. Eis aqui o que a história fez de tua filosofia – não, não usarei essa palavra preciosa, pois ela significa "amor à verdade"; eis aqui o que a história fez de tua ideologia.
O capitalismo burguês não morreu e nem se enfraqueceu, mas cresceu em tamanho, popularidade, e em sua habilidade de satisfazer as necessidades humanas. Ele cresceu de modo contínuo, com apenas alguns contratempos, interrupções e depressões. Perto da virada do milênio, 150 anos após tua época, o capitalismo era o único sistema econômico bem sucedido da terra e não apresentava quaisquer sinais de decomposição ou revolução. Com efeito, as pessoas gostavam dele; fazia um maior número de pessoas mais próspero e mais contente que as demais alternativas.
Um homem cuja alma, face e movimentos lembravam sinistramente os teus chegou ao poder na Alemanha, em grande parte porque o povo alemão temia e odiava o comunismo a tal ponto que se voltou para esse homem, o qual prometera destruir o comunismo. O sistema dele se chamava "Nacional Socialismo", mas as semelhanças desse sistema com o teu ultrapassavam em muito as diferenças. Esse homem quase destruiu o mundo; ele foi provavelmente o homem mais odiado na história.
http://pt.churchpop.com/padre-exorcista-fala-sobre-morte-de-fidel-castro-e-o-destino-de-sua-alma/
A antiverdade e o anticristianismo são a base do movimento revolucionário - "O que nós temos com o movimento de esquerda, como base do movimento de
esquerda, é o ataque à própria estrutura da realidade. Quando nós
falamos em Cristo, quando nós falamos em Deus, muita gente não entende dessa forma, nós estamos falando na verdade
absoluta, naquilo que constitui a realidade humana. Ora, toda a tese
luciferiana é a tese da subversão dessa realidade, dessa verdade, da
destruição da criação divina e da criação de uma nova ordem que seria
supostamente mais justa. Não foi exatamente isso que nós tivemos no
início da história, quando Adão e Eva desrespeitaram o que Deus havia
sinalizado e resolveram criar o seu próprio mundo. Ali começou a
história, ali começou o sofrimento humano. Então, quando nós temos um
movimento que questiona a própria estrutura da sociedade, a estrutura
natural da sociedade e tenta impor uma nova realidade, aparentemente com
mais liberdade, com mais igualdade, no final das contas é o inverso,
você acaba sendo, por exemplo, aprisionado pelos seus instintos mais
básicos. Nós temos um movimento diabólico, e a esquerda radical nada
mais representa do que isso. E ficou evidente durante a abertura das
Olimpíadas, onde há a busca não só da ofensa, mas da destruição de tudo
aquilo que o cristianismo representa. É por isso que nós temos esse
pessoal sempre mirando no cristianismo para levar à frente a sua agenda
autodestrutiva da sociedade. Leandro Ruschel
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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZIsegunda-feira, 13 de janeiro de 2014
DETURPARAM MARX? OU O MARXISMO É UMA IDEOLOGIA GENOCIDA?
"A minoria organizada irá derrotar a maioria desorganizada todas as vezes."
(Lênin
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
CRÍTICA AO MARXISMO - VLOGOTECA 09 - Desenvolvimento e Cultura
Publicado em 29/12/2013
http://vlogoteca-da-ana.blogspot.com.br/2013/12/9-desenvolvimento-e-cultura.html....
Obra Comentada: A obra Desenvolvimento e Cultura, sugestão de leitura do Professor Olavo de Carvalho, belo livro de Mário Vieira de Mello (1912-2006), estuda a cultura brasileira atribuindo seus problemas centrais à ausência de discussão ética, situação provocada pelo esteticismo romântico.
O livro fornece uma panorâmica da cultura brasileira em oito capítulos. Há questões sociológicas, literárias, políticas, além das filosóficas. As últimas formam uma espécie de base que o autor usa para fundamentar a tese central da obra: a incompatibilidade entre o esteticismo vindo da Renascença italiana via romantismo francês e os valores morais instaurados no mundo moderno pela Reforma protestante.
DE MELLO, Mário Vieira. Desenvolvimento e Cultura. O problema do Esteticismo no Brasil. 3a edição. São Paulo, Paz e Terra, 1980.
Tags: Ética, Política, Filosofia, Cultura.
Apresentação Zack Cabral
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ÉTICA NA ESCOLA E NA VIDA
http://www.imil.org.br/- Autor: Gustavo Ioschpe
- em Artigos, Democracia Representativa, Destaque, Estado de Direito
- 18/12/2013
O primeiro é o corporativismo. Somos o país dos interesses de grupo. Não pensamos nem agimos como indivíduos, mas como categorias. Uma das corporações mais poderosas é a dos advogados. É muito numerosa (871 000 advogados no país, mais procuradores, juizes…), organizada (a OAB é tão influente que tirou do Estado o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão) e poderosa: dos 100 congressistas mais importantes do país segundo o Diap, dezenove são advogados. Nosso sistema penal criou intermináveis apelos, chicanas e exceções. Quanto mais longo é um julgamento e quanto maior é o número de instâncias, maiores são a remuneração de advogados e a necessidade de juízes e promotores. (“É a preservação do direito de plena defesa dos réus!”, dirão nossos causídicos, cumprindo a regra de sempre apresentar a luta pelos benefícios corporativos como uma batalha pelo bem comum.) Precisaríamos que os deputados-juristas mudassem um sistema que beneficia seus pares. É difícil. Ainda mais quando incríveis 38% dos nossos congressistas são réus no STF.
O segundo é o nosso pendor cristão-filossocialista de achar que todo criminoso é vítima de um sistema social injusto, e não um agente capaz de fazer as próprias escolhas. Alguém que merece nossa compaixão, e não punição. A ditadura durou 21 anos. mas seu rescaldo está sendo ainda mais longo: nossos legisladores ficaram com tanta (e justificada) ojeriza às prisões arbitrárias de um regime de exceção que criaram um sistema em que é improvável condenar alguém com bom advogado. (Esse é mais um dos casos em que a teoria da defesa dos despossuídos se transforma em uma prática que garante a sua danação, como em todos os populismos.)
O terceiro é a nossa secular desigualdade de renda. É mais difícil seguir o princípio básico da democracia — a igualdade perante a lei — quando na sociedade há uma clivagem tão aparente entre os que muitas vezes se comportam como se estivessem acima da lei e a grande maioria, abandonada pelo Estado e desprotegida.
O quarto e mais importante de todos: verdade seja dita, não somos um povo que prima pela ética. Basta ver os políticos que elegemos para nos representar e o que eles fazem. Para aqueles que acreditam que, mesmo em um sistema democrático, nossos eleitos são piores do que seus eleitores no quesito ética, convém ver os resultados de uma pesquisa Ibope de 2006 ( todos os dados aqui mencionados estão em twitter.com/gioschpe). Ela mostra que, apesar de a condenação à corrupção ser quase universal. 75% dos entrevistados confessam que, se eleitos para cargos públicos, cometeriam ao menos um delito de uma lista contendo treze possibilidades (coisas como mudar de partido em troca de dinheiro, contratar empresas de familiares sem licitação, pagar despesas pessoais não autorizadas etc.). 69% dos entrevistados também admitem já ter transgredido leis para levar vantagem (dar caixinha ao guarda, sonegar impostos, inflar gastos médicos para o seguro-saúde etc.). Essa falta de ética se irmana à fraqueza do nosso aparato de Justiça para dar origem a um ciclo vicioso em que há mais delinquência porque a confiança na absolvição é grande, e o fato de tantos sermos delinquentes torna improvável a criação de leis mais duras contra os delituosos.
Como romper esse ciclo? Só vejo dois caminhos. Um é o de uma ditadura benevolente, que mude as leis na marra. Rejeito-o liminarmente. O segundo é formando cidadãos melhores, que elegerão representantes melhores e mais probos, que farão melhores leis.
Essa formação pode vir de uma série de fontes. Desde a família até clubes de escoteiros, instituições religiosas etc. Mas o melhor candidato, disparado, é o sistema educacional. Porque é nele que crianças e jovens passam boa parte do seu tempo, é nele que são socializados, é nele que aprendem sobre atos virtuosos de grandes homens e mulheres (e também sobre os nefastos) e nele estão em um ambiente hierárquico e regrado, onde há figuras de autoridade capazes de punir desvios de conduta.
A escola brasileira é antiética. Em geral, há desprezo pelos alunos e seus esforços. Os professores faltam ao trabalho uma enormidade. Fazem greves de meses, com motivações muitas vezes políticas, prejudicando gravemente o andamento dos estudos. Mesmo quando há aula, o tempo é desperdiçado. Uma pesquisa do ano passado do Banco Mundial mostrou que só 64% do tempo previsto de aula é gasto com tarefas de ensino — um terço dele é perdido em outras atividades ou sem atividade alguma. Mesmo no tempo de aula, o despreparo docente é aparente. As aulas são chatérrimas; boa parte do tempo é devotada a copiar matéria do quadro-negro — o que pode ser um ótimo exercício de caligrafia e uma maneira de um professor despreparado preencher os cinqüenta minutos de aula, mas não tem nada a ver com educação.
Finalmente, quando todo esse processo é avaliado, as fraudes são constantes: não me recordo de uma única prova em toda a minha vida de estudante em que não houvesse cola. Em alguns casos, gritante. A grande maioria dos professores faz que não vê. No máximo dá uma indireta. Que diferença do ambiente nas universidades americanas que cursei, em que a primeira página de cada prova continha uma declaração de aderência ao código de ética da universidade, cuja assinatura era obrigatória para todos os alunos, e que especificava a punição para os coladores: expulsão. Nunca vi sequer um aluno colando. Há suporte empírico para essa observação casual: um estudo de dois acadêmicos portugueses em 21 países mostrou o aluno brasileiro em quinto lugar no ranking da cola em universidades.
Aqui há uma discussão conceitual importante. Muita gente verá esses dados e dirá que a escola é apenas um reflexo da sociedade. Se a sociedade brasileira é desonesta, é normal que a escola também o seja. O problema é que, para avançarmos, precisaremos que as instituições sejam melhores do que a média nacional. Enquanto nossa escola for um retrato do país, o país não mudará. Temos de exigir das escolas um desempenho ético superior. Não é fácil. Todas as forças e incentivos existentes conduzem à inércia. Mas são indispensáveis. A melhora educacional precisa vir antes da melhora social. Foi assim nos países de sucesso. Espero que seja assim aqui também. São os meus votos para 2014.
Fonte: Veja
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O IMBECIL MORAL








