A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
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A CENSURA sai da esfera democrática do
debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na
esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Indecisos decidirão as eleições, ou seja, ou a verdade ou a censura vai decidir a vitória.
A verdade endireita o mundo. Se não for censurada.
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O
livro de Ryan Hartwig, "Por Trás da Máscara do Facebook", traz vários
exemplos de excessões e mudanças de regras no Facebook feitas
especificamente para influir em eleições e situações políticas, sempre
em favor da esquerda e prejuízo da direita. O Facebook faz isso o TEMPO
TODO. O Facebook é uma máquina de manipulação da opinião e da realidade,
tentando mover para a esquerda a visão de mundo de quase 3 bilhões de
pessoas. E nunca se esqueça de que isso é próprio da esquerda. E assim como é no Face, é em toda a rede. Mesmo assim, a
direita resiste porque é maioria absoluta e porque a verdade não depende
só de palavras, como eles querem.
"Eu havia assinado o acordo de confidencialidade com a Cognizant (contratada do Facebook). Mas, após ter assinado, comecei a perceber que eles interferiam nas eleições em âmbito internacional. Percebia haver um deliberado desvio das regras quando se tratava de perseguir conservadores ou favorecer liberais.(...) Eu sabia que isso provavelmente estava ocorrendo em escala global." (Ryan Hartwig - Por Trás da Máscara do Facebook)
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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Depois de tudo o que a gente ouve sobre a China, não dá para acreditar no que ela afirma ou mostra em vídeos. Comunistas são os criadores e mestres da desinformação, eles vivem disso.
Em 2015, Rafael Fontana se mudou para a China para trabalhar como
professor na Universidade de Hebei, província próxima a Pequim. Em
poucas semanas, havia se integrado àquilo que batizou de festas da
fraude: eventos em que os estrangeiros eram contratados e apresentados
como autoridades em assuntos diversos para a população local. E a
China de mentira ia se descortinando na sua frente. Com a experiência
de jornalista, decidiu investigar a fundo os tentáculos do Partido
Comunista na vida dos chineses. Formou então uma rede de contatos,
oriundos de diversas partes do mundo, dentro e fora do país, que
colaboravam com informações em tempo real.
De volta ao Brasil, foi contratado pela gigante chinesa do 5G Huawei,
o que completou seu pacote de dados sobre a ação do PCCh no mundo. O
que ele traz aqui pode ser comparado a uma bomba, já armada, e próxima
de explodir.
Sua investigação é um alerta para todos os países – especialmente o
Brasil –, sobre questões de segurança e os mecanismos que a ditadura
desenvolveu para minar democracias, controlar informações e expandir seu
projeto totalitário para além de suas fronteiras.
Autor RAFAEL FONTANA é jornalista com domínio dos
diferentes meios de comunicação, desde jornal até internet, migrando do
rádio e revistas para a nova função de apresentador e comentarista em
plataformas digitais. Também conheceu o outro lado da notícia como
assessor de imprensa do governo e executivo de relações públicas em
grandes corporações. Em 25 anos de carreira, atuou em alguns dos maiores
grupos de comunicação nacionais e internacionais, entre eles Folha de
S.Paulo, AOL Time Warner, Weber Shandwick e China Media Group. Nascido
em São Paulo, morou em dez cidades, percorreu o Brasil de norte a sul e
rodou o mundo até fixar-se na China de 2015 a 2018, onde aprofundou seus
conhecimentos sobre o Oriente, agora expostos em seu primeiro livro.
Em 2015, Rafael Fontana se mudou para a China para trabalhar como
professor na Universidade de Hebei, província próxima a Pequim. Em
poucas semanas, havia se integrado àquilo que batizou de festas da
fraude: eventos em que os estrangeiros eram contratados e apresentados
como autoridades em assuntos diversos para a população local. E a China
de mentira ia se descortinando na sua frente.
Com a experiência de
jornalista, decidiu investigar a fundo os tentáculos do Partido
Comunista na vida dos chineses. Formou então uma rede de contatos,
oriundos de diversas partes do mundo, dentro e fora do país, que
colaboravam com informações em tempo real. De volta ao Brasil, foi
contratado pela gigante chinesa do 5G Huawei, o que completou seu pacote
de dados sobre a ação do PCCh no mundo.
O que ele traz aqui pode
ser comparado a uma bomba, já armada, e próxima de explodir. Sua
investigação é um alerta para todos os países – especialmente o Brasil
–, sobre questões de segurança e os mecanismos que a ditadura
desenvolveu para minar democracias, controlar informações e expandir seu
projeto totalitário para além de suas fronteiras.
Synopsis Chinobyl In 2015, Rafael Fontana moved to China to work as a professor at Hebei University, a province near Beijing. Within a few weeks, he had joined what he called fraud parties: events in which foreigners were hired and presented as authorities on different matters for the local population. And fake China was unveiling in front of him.
With experience as a journalist, he decided to delve deeper into the Communist Party's tentacles in the lives of Chinese people. He then formed a network of contacts, from different parts of the world, inside and outside the country, who collaborated with information in real time. Back in Brazil, he was hired by the Chinese 5G giant Huawei, which completed his data package on the CCP's action in the world.
What he brings here can be compared to a bomb, already armed, and about to explode. His investigation is a warning to all countries – especially Brazil – about security issues and the mechanisms that the dictatorship has developed to undermine democracies, control information and expand its totalitarian project beyond its borders.