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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

OLAVO DE CARVALHO - Você é Obrigado a Negar o Que Seus Olhos Veem



Olavo de Carvalho - Você é Obrigado a Negar o Que Seus Olhos Veem
https://youtu.be/DJ5bXzADoU8
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OLAVO DE CARVALHO
http://www.olavodecarvalho.org/
https://blogdoolavo.com/
https://theinteramerican.net/olavo-de-carvalho-blog/ 
FACEBOOK
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/
YOUTUBE
https://www.youtube.com/user/olavodeca/
MÍDIA SEM MÁSCARA 
http://www.midiasemmascara.org/
TRUE OUTSPEAK
http://www.blogtalkradio.com/olavo   
https://www.youtube.com/user/CanalMSM/
CURSOS
https://www.seminariodefilosofia.org/
FRENTE DE DEFESA A OLAVO DE CARVALHO
https://www.facebook.com/frentededefesa/

Olavo de Carvalho English Videos
https://www.youtube.com/channel/UC5DgZFjS9R05Ib_4gMfinYA/vídeos

THE "OPEN SOCIETY" CONCEPT HAS BEEN USED TO DESTROY THE USA - ENGLISH/PORTUGUÊS http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/07/aviso-de-um-filosofo-olavo-de-carvalho.html

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"Você vai acreditar em mim ou em seus próprios olhos?"
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A FUNÇÃO DO POLITICAMENTE CORRETO
Vc sabe que verdade, lógica, percepção, bom senso e o estado de direito estão sendo substituídos por "consenso"? E que consenso é o vale-tudo legitimado pela pressão feroz e barulhenta de movimentos sociais? Ou seja, PODER? Que estes não representam a população, são minorias cooptadas com iscas ideológicas e orquestradas por uma rede sinistra que vem de cima para baixo: ONGs, MP, governos, ONU, bilionários comunoglobalistas? Que tudo isso é financiado com dinheiro ilícito e crime organizado? E que está tudo bem que seja assim porque, como dizia Lenin, a verdade é um preconceito burguês? Com um só golpe acabam com a democracia, a moralidade e com a verdade:

"A religião civil dos nossos dias proclama que as minorias são oprimidas e a maioria é opressora. Nada mais natural, portanto, do que as elites financeiras e políticas apoiarem as minorias, boicotando e frustrando as decisões e preferências da maioria. Assim, de um só golpe, num relance, é suprimido o princípio fundamental da democracia sem que, num primeiro instante, a maioria se dê conta do que está acontecendo." (Olavo de Carvalho)


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A TÉCNICA DA SOLUÇÃO AGRAVANTE - OLAVO DE CARVALHO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/a-tecnica-da-solucao-agravante-olavo-de.html

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https://youtu.be/mnpnIf8AFZg

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Lembrando que controlar a informação é tão FUNDAMENTAL para o socialismo quanto a liberdade de expressão é necessária para a democracia. A sociedade livre tem o poder de vigiar os outros poderes. Amordaçar a sociedade em nome de uma minoria acabará por amordaçar a TODOS, com excessão dos psicopatas no poder. Já tivemos essa lição, mas parece que não aprendemos.


Olavo de Carvalho Por que TODAS as condutas humanas podem ser criticadas, MENOS uma?

OlavodeCarvalho Se alguém tem o direito de ter o sexo que imagina em vez daquele que se vê no seu corpo, ninguém tem o direito de enxergá-lo no sexo que seu corpo mostra. A imaginação de um tem autoridade sobre a percepção visual do outro. Torna-se assim critério supremo de julgamento a cobrança de Groucho Marx: "Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?"
OlavodeCarvalho Quando os cidadãos são obrigados a negar o que os seus olhos vêem e a enxergar apenas o que o Estado manda, chegamos a um nível de prepotência que nem Stalin e Mussolini ousaram desejar.
7 h
Se não há homens e mulheres naturais e tudo é cópia cultural, não pode ter havido jamais um primeiro modelo natural para ser copiado, apenas cópias das cópias das cópias num regresso infinito. Isso é o óbvio dos óbvios, mas não acredito que algum membro do Supremo ou professor da USP tenha QI para compreendê-lo.
7 h
Aos ouvidos politicamente corretos, um argumento lógico irrefutável é violência, preconceito e intolerância.
7 h
Toda a lógica humana parte de algumas percepções intuitivas iniciais e fundamentais que adquirem o valor de símbolos articuladores. Destruídas essas percepções, adeus inteligência, sem possibilidade de retorno.
7 h
Desde os tempos de Stalin a Rússia, sob este aspecto, não mudou nada: fomenta no exterior aquilo que proíbe no seu próprio território.

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André Porciúncula Poucos compreendem toda extensão do perigo que é o Estado afirmar que um homem é uma mulher ou que uma mulher é um homem e, ainda, obrigar a todos a aceitarem essa falsificação elementar da realidade. Não se trata do direito, daqueles que sofrem da dissociação de gênero, de se ver como pertencente ao sexo oposto, mas sim da possibilidade do Estado exigir que ignoremos nossos sentidos mais básicos e aceitemos, coercitivamente, uma farsa como verdade. Uma vez validado isto, perde-se qualquer limite para ação do Estado, e toda dimensão do real será subjugada pela vontade de alguns poucos burocratas ungidos. E me pergunto: o que impedirá, no futuro, que eles não nos considerem lá muito humanos?!?
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Olha que coincidência isso aparecer na minha timeline justo agora que o STF está decidindo sobre criar um novo crime para atender a um discurso da esquerda ATUAL. Não que eles tenham "evoluído" no seu pensamento. É só lembrar o machismo e o preconceito do ex-presidente.
Não.
É só questão de oportunidade.

Olavo de Carvalho
Quem hoje vê como a coisa mais natural do mundo o apoio entusiástico da esquerda mundial ao movimento gayzista, como se toda repulsa ao homossexualismo fosse coisa da direita, ignora que durante toda a primeira metade do século XX intelectuais esquerdistas, em peso, explicaram o impulso homossexual não só como uma “perversão capitalista”, mas como o traço predominante da “extrema-direita nazifascista”. O fundador mesmo do movimento pela “liberação sexual”, Wilhelm Reich, pensava assim (v. “A Psicologia de Massas do Fascismo”). Outros documentos interessantes,a respeito, que me ocorrem agora de passagem, são: Carolyn Dean, “The Frail Social Body: Pornography, Homosexuality, and Other Fantasies in Interwar France” (University of California Press, 2000), o romance de Jonathan Littell, “Les Bienveillantes”, e o filme de Roberto Rossellini, “Roma, Cidade Aberta”, onde o oficial nazista que persegue os heróis da Resistência é nitidamente homossexual.
Esse fenômeno é mais um entre centenas de exemplos de que o movimento revolucionário não está preso a uma “ideologia” ou a um determinado corpo de valores, mas troca de discurso conforme as conveniências e a direção do vento, só permanecendo constante no propósito de dominar toda a sociedade e modificá-la segundo os seus caprichos.
Isso também nos ensina que é perda de tempo combater as bandeiras específicas que os revolucionários erguem diante de nós num momento determinado, pronto a trocá-las no dia seguinte, como o toureiro agita um pano vermelho para induzir o touro a investir na direção errada. A luta contra o movimento revolucionário NÃO É uma “luta de idéias”: é uma luta contra PESSOAS, contra homens, grupos e organizações que se arrogam o direito de mudar de idéia quantas vezes bem o desejem e de assim conduzir as massas na direção de algo que nem eles mesmos sabem onde está nem o que é. Como bem disse o ex-presidente Lula, “não sabemos qual tipo de socialismo queremos”.



A FUNÇÃO DO POLITICAMENTE CORRETO
Vc sabe que verdade, lógica, percepção, bom senso e o estado de direito estão sendo substituídos por "consenso", ou seja, poder? E que consenso é o vale-tudo legitimado pela pressão feroz e barulhenta de movimentos sociais? Que estes não representam a população, são minorias cooptadas com iscas ideológicas e orquestradas por uma rede sinistra que vem de cima para baixo: ONGs, MP, governos, ONU, bilionários comunoglobalistas? Que tudo isso é financiado por dinheiro ilícito e crime organizado? E que está tudo bem que seja assim porque, como dizia Lenin, a verdade é um preconceito burguês? Essa é mais uma das mil-e-uma funções do politicamente correto. 

Leia sobre paramoralismo em "PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER"


PNDH-3 -
https://youtu.be/WgEzbUTUuGs
DESCONSTRUÇÃO DA HETERONORMATIVIDADE
Querem impor a homossexualidade como normal e punir a noção que a heterossexualidade é o padrão da sexualidade humana. (Eixo orientador 3)


ESTADO APARELHADO FAZ LEIS PARA CRIMINALIZAR A SOCIEDADE  - OLAVO DE CARVALHO - TRUE OUTSPEAK
https://youtu.be/yNHEjF1wodQ

GAYZISMO E CENSURA: PUNIÇÃO PARA CRÍTICA ABSTRATA SABOTA O SISTEMA JUDICIAL BRASILEIRO
https://youtu.be/8TGBh-XqPMM

A TÉCNICA DA SOLUÇÃO AGRAVANTE - OLAVO DE CARVALHO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/a-tecnica-da-solucao-agravante-olavo-de.html

PEDOFILIA - COTAS PARA CRIMINOSOS EM EMPRESAS - CRIMINALIDADE É ESTRATÉGIA
https://youtu.be/qalwk6i8b1o

BERNARDO KUSTER - STF e ditadura LGBTTQI -- hoje vamos PRESOS
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/bernardo-kuster-stf-e-ditadura-lgbttqi.html

PAULO PAVESI - MISTÉRIO DE SABRINA SOLUCIONADO. - ESTADO APARELHADO, TRÁFICO DE BEBÊS, JOÃO DE DEUS, MPF, ORCRIM X BOLSONARO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/paulo-pavesi-misterio-de-sabrina.html

VEREADOR ALEXANDRE ALELUIA QUER FAZER UMA LIMPEZA NAS LEIS INÚTEIS, ABSURDAS E NOCIVAS
https://youtu.be/GgR7P5U3RfM

A técnica da rotulação inversa - II
 As premissas lógicas embutidas nas declarações do Prof. Nicolellis e nas reportagens dos sites Viomundo e Fórum não poderiam ser mais evidentes:
1) Dizer qualquer palavra contra o homossexualismo, mesmo de maneira genérica e desacompanhada de qualquer ameaça, é incitação à violência, coisa indigna de pessoas que se dizem cristãs.
2) Um cidadão esclarecido, amante do debate livre e democrático, deve reagir a essas opiniões exibindo-se em público como vítima iminente de atentado, chamando a polícia e fazendo com que os desgraçados opinadores sejam perseguidos como bandidos, acossados como ratos.
A reação brutalmente exagerada, espera-se, induzirá o distinto publico a acreditar piamente que violentos são aqueles que emitiram as opiniões, não aqueles que mobilizaram contra eles a força armada do aparato repressor.
Se o leitor queria uma ilustração local do que escrevi sobre a técnica da rotulação inversa, aí está.
O emprego constante e obsessivo dessa técnica é uma das manifestações mais corriqueiras da inversão geral da realidade, característica da mentalidade revolucionária.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/110127dc.html

LEI NATURAL
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/02/lei-natural.html

LEIS COMPRADAS COM SEU DINHEIRO - JAIR BOLSONARO
https://youtu.be/aijMxJx9Hio

O BRASILEIRO ESTÁ PROIBIDO DE SE DEFENDER - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/j7A3XRYASAw

A CRIAÇÃO DE INFINITAS LEIS PARA PERSEGUIR QUALQUER UM - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/cY4RdhJIz4I

CAIA NA REAL -  LEIS ESQUERDISTAS, ESTADO SEM LIMITES, TOTALITARISMO
https://youtu.be/7zE27rO3wUA

LEIS ESQUERDISTAS SERVEM PARA DESTRUIR E NÃO PARA DEFENDER DIREITOS - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/TGtTTl4HGdc

INCOMPETENTES E BANDIDOS FAZEM E VOTAM AS LEIS QUE MANDARÃO NA TUA VIDA - OLAVO, LOBÃO, BOLSONARO https://youtu.be/4gfMmYgZEn4

LEI ANTITERRORISMO PROTEGE TERRORISTAS
https://youtu.be/xJ6K9_On3x0

LEI DE IMIGRAÇÃO ABRE O PAÍS AO TERRORISMO E MAIS - LUIZ PHILIPPE DE ORLEANS E BRAGANÇA
https://youtu.be/QEifVt7cjDs

PORTARIA DO TRABALHO ESCRAVO SERVE APENAS PARA INSTALAR O COMUNISMO - INFORME-SE! - BIA KICIS
https://youtu.be/86wNVa0_HeE

AS INSTITUIÇÕES NÃO FUNCIONAM PORQUE TRABALHAM PARA A ESQUERDIZAÇÃO DO BRASIL - TERÇA LIVRE
https://youtu.be/Q6RWGY24d6Y

Olavo de Carvalho - Se existe um poder legislativo em atividade permanente, o número de leis e regulamentos aumenta necessariamente até ultrapassar a capacidade de absorção não apenas do cidadão comum, mas até dos estudiosos especializados. Todos ficam à mercê de leis que desconhecem e cujo desconhecimento, ao mesmo tempo, não têm o direito de alegar. Com o tempo, todas as democracias se transformam em tiranias por meio do seu simples funcionamento normal, sem necessidade de nenhum golpe de Estado.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/772164386268971

O ESTADO APARELHADO E O CRIME ORGANIZADO



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IMBECILÊS A LÍNGUA POLITICAMENTE CORRETA
Paulo Briguet

Lev Trotsky certa vez disse que no advento da sociedade comunista todo varredor de rua se transformaria em um Goethe. A realidade foi um tanto menos poética: a partir de 1948, nos países do Leste Europeu, os escritores é que viravam varredores de rua, e esse foi o caso do romancista tcheco Ivan Klíma. Proibido pelos comunistas de exercer a sua profissão, Klíma sobreviveu por um tempo limpando as ruas de Praga. Dessa experiência nasceu o livro "Amor e Lixo", cuja leitura recomendo a vocês sete.

Foi Ivan Klíma quem deu um novo sentido à expressão "imbecilês". O termo original se refere a um idioma criado por cientistas nos Estados Unidos, composto por apenas 225 palavras, para a comunicação entre pessoas e chimpanzés. Em certa passagem de "Amor e Lixo", o protagonista do livro percebe que os líderes comunistas, bem como seus seguidores na imprensa e na academia, estão falando uma nova forma de imbecilês. Não mais para a comunicação entre os seres humanos e os macacos, mas para que as elites falantes pudessem se diferenciar das pessoas de "senso comum" - nós, os chimpanzés. Eis a língua politicamente correta!

Algo parecido ocorre no romance "1984", de George Orwell, com a criação de "novilíngua" pelas autoridades socialistas. Inimigo feroz dos totalitários de seu tempo, Orwell acreditava que a falta de sinceridade é o maior inimigo do escritor, "e a linguagem da falta de sinceridade é o clichê". Em sentido semelhante, Martin Amis declarou que o trabalho do escritor pode ser definido como "luta contra o clichê".

No imbecilês ideológico, a riqueza expressiva da língua é substituída por clichês e frases feitas. Contaminado pelo vírus politicamente correto, o idioma vai sendo esvaziado de sentido e as palavras deixam de expressar a realidade e passam a ocultá-la. É a língua do marxismo cultural, que o filósofo Olavo de Carvalho descreveu (e denunciou) em seu famoso livro "O Imbecil Coletivo"; por isso, Olavo é tão odiado e atacado. Pudera: no Brasil, o sujeito escolhido pela esquerda como patrono da educação é um mestre do imbecilês!

Os atuais falantes do imbecilês detestam o povo e a alta cultura, pois a sabedoria popular e as grandes obras do espírito humano têm o poder de desmascarar as mentiras ideológicas. Outra maneira de vencê-lo é a alfabetização correta; não por acaso, os marxistas culturais estão desesperados com essa possibilidade e vivem atacando o ministro Ricardo Vélez e o professor Carlos Nadalim.

Felizmente, o nosso povo caiu em si e não aceita mais falar a língua do politicamente correto. Não admitimos mais ser tratados como os chimpanzés dos ideólogos. Pouco a pouco, os brasileiros resgatam as virtudes cívicas e morais, libertando-se das amarras do marxismo cultural. Devidamente alfabetizados, se Deus quiser, resgataremos o idioma de Camões, Pessoa, Machado e Bandeira. Quanto ao imbecilês, que vá para a lata de lixo da história.

Fale com o colunista: 
avenidaparana @ folhadelondrina.com.br

Paulo Briguet
https://www.folhadelondrina.com.br/blogs/paulo-briguet/imbeciles-a-lingua-politicamente-correta-1025732.html

Marcelo Machado"A Constituição Americana é o documento mais sagrado da república americana. Ele é o objeto a ser defendido por pessoas de todas as crenças, e de todos os espectros. Mas isso é passado: na atual ditadura politicamente correta, a constituição é um mero pedaço de papel, e o que os deuses do progressismo disserem passa a ser lei. É assim que a Agenda LGBT de igualitarismo trouxe o totalitarismo, no qual as liberdades civis, propriedade privada e direito a opinião e expressão são suprimidos. Quando a agenda LGBT é consagrada em lei, isso não significa só o fim da liberdade de expressão somente, mas o fim de todas as liberdades. Basta ver as punições dos estados para proprietários que não queiram fazer lobby para a agenda LGBT por meio de seus produtos. O estado está literalmente abolindo aos direitos civis consagrados na Constituição por conta de uma agenda política!"

 

sábado, 1 de setembro de 2018

ONU, Fachin e Lula INELEGÍVEL - NANDO MOURA

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"Numa análise do livro de Orwell (1984), Allain Besançon argumenta que a sociedade totalitária imaginada por este autor só pode ser compreendida em termos teológicos. Pois é uma sociedade fundada numa negação transcendental, numa suprema recusa da condição humana, para a qual não há nem pode haver nenhuma réplica. Nessa sociedade só há poder, e a finalidade do poder é obter mais poder. Onde deveria haver amor há apenas uma ausência; no lugar da lei, da obrigação, da amizade, da responsabilidade e do justo também ocorre o mesmo. A verdade é definida pelo poder, e a realidade é apenas um constructo do poder." (Roger Scruton - Argumentos para o Conservadorismo) 

 "Marx entendia "ideologia" como um conjunto de idéias, doutrinas e mitos que existem devido ao interesses que promovem, e NÃO ÀS VERDADES que contêm. Está implícito nessa teoria o contraste (um tanto obscuro) feito por Marx entre ideologia e ciência. Para Marx, ciência é o oposto de ideologia e também a cura para ela. Tal como podemos afirmar hoje, as crenças científicas surgem da busca da verdade e por ela são explicadas, e é por meio do método científico que avançamos de verdade em verdade. As crenças ideológicas surgem da (e são explicadas por ela) BUSCA DO PODER social e econômico. (...) Não é a veracidade do marxismo que explica a disposição dos intelectuais de acreditar nele, mas o poder que ele confere aos intelectuais e às suas tentativas de controlar o mundo."

"POLITICAMENTE CORRETO" é um disfarce para o mal.  Hoje, "direitos humanos" são apenas a isca, o pretexto para transferir poder de um grupo para outro, de índole psicopática, instalado no Estado. É mais ou menos como "empoderar" uma criança, porque é mais fácil roubar de uma criança do que roubar de seus pais. Dar "direitos" para a criança retira seu direito de ter defensores reais, os pais, substituídos por impostores do Estado obviamente MAL intencionado. A criança e os pais tornam-se mais desamparados, o poder do Estado cresce, e vai manipular e explorar a criança como um agente. Substitua "criança" por algum grupo minoritário: é esta basicamente a fórmula para transferir poder, recursos e direitos reais em troca de uma ILUSÃO. Os verdadeiros empoderados são o Estado e a elite por trás dele.

A FUNÇÃO COMUNISTA DA CORRUPÇÃO - GRAÇA SALGUEIRO
https://youtu.be/C9MEJy_Zzj0
 "Eles corrompem, depois acusam de corrupção."   A corrupção tem mil e uma utilidades. É a receita para fazer a rede de rabos´presos de que o comunismo se vale para se impor e para "governar". É tb a transferência de recursos do lado direito para o lado sinistro, fortalecendo-se este com o enfraquecimento daquele. Outro efeito almejado da corrupção sistemática é o rebaixamento da moralidade geral e o aumento da criminalidade.  A criação de leis destrutivas para a sociedade, como o desarmamento ou a proibição do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, tb tem esta manipulação para justificá-las.

As promessas comunistas se desmentem pelos atos sórdidos e resultados DESUMANOS. Eles enfraquecem os fortes e não fortalecem os fracos, porque seu intuito é fazer o povo dependente do Estado e extinguir a soberania e a iniciativa individual. Tudo se resume em transferir recursos e direitos do povo para as mãos dos controladores do Estado, uma concentração de poder absoluta e invencível.

SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO https://bit.ly/2LP5Y6I

JAIR MESSIAS BOLSONARO · O politicamente correto é uma das táticas da esquerda para fazer o que sempre fizeram em países que implementaram seu plano de poder: aos simpatizantes tudo, aos adversários a forca e à população o controle, a mordaça e nada mais. A maneira que acharam para tentar dominar a maioria.

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A PROIBIÇÃO DE PERGUNTAR - Como esclarece o filósofo alemão (Eric Voegelin):  "confrontamos-nos aqui com pessoas que sabem que, e por que, suas opiniões não podem resistir a uma análise crítica, e que, portanto, fazem da proibição do exame de suas premissas parte do seu dogma." (Eric Voegelin). Essa linguagem ideológica, sustentada sobre a proibição de perguntar, é um dos traços mais característicos do ambiente intelectual marxista e esquerdista de modo geral. (...) Gramsci foi, inegavelmente, um dos mais hábeis técnicos em linguagem ideológica. (FLÁVIO GORDON - A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA)

Fake news, discurso de ódio, etc., não são tão perigosos quanto a CENSURA. As fake news são perigosas POR CAUSA da censura, porque esta elimina o contraditório, o confronto, a triagem das informações e a apuração da verdade. E ainda cria a desproporção de valores, igualando a importância da verdade, fatos, opinião, abobrinhas e mentiras. A DITADURA é a maior e mais concreta ameaça no mundo hoje. Direitos humanos, liberdades, igualdade, democracia têm sido meros disfarces para implantá-la.
O diabo é o pai da mentira e do comunismo.

O QUE DERRUBA NOTÍCIA FALSA É A VERDADE E A LIVRE EXPRESSÃO QUE APURA A VERDADE.  SEM LIVRE EXPRESSÃO, A SOCIEDADE NÃO PODE VIGIAR. SE VOCÊ É IMPEDIDO DE FALAR, TAMBÉM É IMPEDIDO DE OUVIR, A INFORMAÇÃO NÃO CIRCULA. Gramsci não dá certo sem CENSURA! O socialismo floresce onde a informação é controlada. Comunismo não sobrevive à verdade.

POLITICAMENTE CORRETO MATA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/01/politicamente-correto-e-um-disfarce.html

CENSURA MUNDIALhttp://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/02/censura-mundial-europa-tornando-o.html

QUANDO A VERDADE NÃO PODE SER DITA, A MENTIRA PROLIFERA E O MAL DOMINA http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/05/liberdade-de-expressao.html

sexta-feira, 13 de julho de 2018

FIFA: "NADA DE MULHER BONITA!" - BERNARDO KUSTER

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PEDÓFILOS INICIAM MOVIMENTO PARA MUDAR OPINIÃO PÚBLICA 
 https://contextuador.blogspot.com/2018/07/pedofilos-alegam-ser-minoria-e-querem.html

sábado, 10 de março de 2018

VEREADORA PRISCILA COSTA DEFENDE A MENOR MINORIA DE TODAS: O INDIVÍDUO



"Como o sr. William Whyte apresentou em seu notável livro THE ORGANIZATION MAN, uma nova ética está substituindo o nosso sistema ético tradicional - o sistema que o indivíduo se apresenta em primeiro lugar. (...) Sua afirmação fundamental é a de que o todo social tem mais valor e importância do que suas partes peculiares, que se deve renunciar às diferenças biológicas inatas em favor da uniformidade cultural, que os direitos da coletividade têm primazia sobre o que o século XVIII proclamava os Direitos do Homem. De acordo com a Ética Social, Jesus errou completamente ao afirmar que o sábado fora feito para o homem. Pelo contrário, o homem é que foi feito para o sábado, e deve sacrificar suas idiossincrasias herdadas e pretender ser o tipo de bom rapaz sociável que os organizadores da atividade consideram ideal para os seus objetivos."

Aldous Huxley, REGRESSO AO ADMIRÁVEL MUNDO NOVO

E dizia-lhes: "O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado;e, para dizer tudo, o Filho do homem é senhor também do sábado."Marcos 2:27,28

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

AS "MINORIAS" NA GUERRA CULTURAL - OLAVO DE CARVALHO



Olavo de Carvalho
Estas são algumas notinhas que vim tomando num laptop durante a minha viagem de volta de Boston, Massachusetts, à Virginia, conforme as idéias iam me ocorrendo ao longo de 569 milhas de estrada.

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No mundo maravilhoso da “diversidade”, só quem tem direito a uma cultura própria são as minorias, sobretudo estrangeiras. Idêntica pretensão, se alimentada pela massa da população local, é fascismo.

Os negros devem apegar-se às suas raízes africanas, os índios às suas raízes indígenas, os muçulmanos às suas raízes islâmicas. Governos, mídia e organismos internacionais os estimulam a isso e o defendem como a um direito humano inalienável. Mas tente um brasileiro, um francês, um espanhol, um argentino ou um americano mencionar suas raízes históricas nacionais, mesmo a título de simples hipótese, e todos os defensores da “diversidade” se erguerão num grito unânime: “Fascismo!”

As únicas raízes históricas que devem ser preservadas e cultuadas são aquelas que, por ser minoritárias e hostis ao conjunto, contribuem para dissolver a identidade histórica da maioria nacional.

Mas – um momento! – a cultura islâmica é minoritária no Islam? Não é o Islam um Estado multinacional que hoje abrange um quarto da população terrestre? E não é ele, de todas as culturas, a mais intolerante a qualquer diferença, a qualquer “diversidade”? A ideologia da “diversidade” é, no fim das contas, nada mais que um instrumento do imperialismo islâmico que busca dia e noite impor a sua uniformidade a toda a espécie humana. Com o detalhe especialmente cínico de que o Islam não se contenta com discriminar as minorias por meio de piadinhas, de sorrisinhos de desprezo ou mesmo de insultos, mas o faz por meio da persguição aberta e do homicídio em massa.

Onde é minoria, o Islam se faz de coitadinho, de vítima discriminada. Onde é maioria, impõe o seu domínio intolerante e cruel por meio da violência assassina. Especialmente contra as minorias cristãs.

Todo adepto da “diversidade” é cúmplice moral do assassinato sistemático de 150 mil cristãos por ano nos países islâmicos.

Na escala geo-estratégica, as culturas indígenas e africanas são inofensivas, irrelevantes. Muitas só sobrevivem, em versões totalmente modificadas e deformadas pela indústria do “show business”, como peças de museu sob as boas graças dos antropólogos, das universidades e dos ministérios da cultura. Uma vez que tenham servido ao seu propósito dissolvente, podem ser jogadas no lixo ou até premiadas com uma prorrogação benevolente do seu prazo de sobrevivência museológica. Mas com o Islam não é nada disso o que se passa. O Islam é uma cultura prepotente e dominadora de envergadura global. Seu destino, após a dissolução das culturas nacionais no Ocidente, não é nada museológico. É um destino glorioso de dominador do mundo.

Mas ao Islam falta, como se sabe, uma teoria política própria, um modelo de Estado. Tão notável é essa ausência que, morto o profeta fundador da nova religião que se espalhara por todo o Oriente com uma velocidade alucinante, o primeiro conflito que rompeu sua unidade se travou justamente em torno da questão do modelo de Estado: governo civil ou regime teocrático-profético? Não encontrando resposta para essa pergunta nem no Corão nem nos “ahadit” (ditos e feitos do profeta), a comunidade cindiu-se em facções rivais cuja disputa, freqúentemente sangrenta, prossegue até hoje. A essa divisão inicial acrescentaram-se outras ao longo dos tempos. Nas terras do Islam, todas as fórmulas forem tentadas, todos os modelos adotados durante algum tempo, sempre roídos desde dentro pela fraqueza e instabilidade aparentemente invencíveis. Monarquias absolutas e constitucionais, impérios, repúblicas democráticas, ditaduras teocráticas e tiranias socialistas ali nascem e morrem numa floração impressionante de ambições fugazes e de fracassos instantâneos.

Logo, é de supor que o Islam, ainda que conquiste a hegemonia cultural por toda parte, não poderá se afirmar como poder politico mundial senão sob o formato de algum modelo de Estado copiado de idéias ocidentais.

Que modelo poderá ser esse?

Mais tarde escreverei sobre isso, mas só para adiantar o expediente, imaginem o que poderia ser um regime chinês, com sua síntese de economia capitalista e Estado comunista – a qual já foi chamada de “ditadura perfeita” – se a essa perfeição já quase indestrutível viesse somar-se a força uniformizante da religião islâmica. Os governantes islâmicos não são nem um pouco indiferentes a essa possibilidade infinitamente sedutora.

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Uma nação existe na medida em que seus habitantes se sentem mais identificados com ela do que com seus grupos raciais de origem, e na medida em que se identificam com ela diretamente e não por intermédio desses grupos. O Brasil é formado da unidade de PESSOAS brancas, negras, indígenas etc., e não da unidade desses GRUPOS. A partir do instante em que um cidadão participa da condição de brasileiro por intermédio da sua participação no seu grupo racial, é o grupo, e não esse indivíduo, quem desfruta da cidadania. E nesse caso o sistema de representação política já não é nacional, nem regional: é racial. Há uma eleição entre negros, outra entre índios, etc. , e é como representantes desses grupos – e não dos Estados ou municípios, e nem mesmo dos partidos políticos -- que os candidatos eleitos tomam posse dos seus lugares no parlamento. Ou adotamos logo o regime do racial-corporativismo, ou tornamos ilegal o direito de falar em nome de uma representação racial no Parlamento. A atual mistura de democracia pluripartidária e de racial-corporativismo só pode levar à destruição progressiva da unidade nacional e à submissão da pátria à autoridade do globalismo.

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Quando uma cultura maior absorve a menor, os valores desta última são integrados, não destruídos. Perdem sua existência independente, mas ganham uma existência mais alta como elementos da cultura maior. Isso acontece quando uma nação abarca e domina as comunidades menores, raciais ou regionais, que encontra no seu território. Preservar a independência das culturas menores, bloqueando a sua integração na comunidade maior, é condená-las ao atavismo e à insignificância. Através da nação as culturas menores adquirem um lugar na cultura universal e são reconhecidas pela comunidade mundial. Se os índios americanos não tivessem sido integrados na nação americana, mas permanecessem como grupos marginais alheios à construção da unidade nacional, ninguém teria ouvido falar deles na Europa ou na Ásia. As culturas pequenas integradas na cultura maior perdem a sua existência sociológica para renascer como símbolos históricos de envergadura universal. James Fenimore Cooper fez mais para tornar os moicanos respeitáveis perante o mundo do que todos os caciques e pajés tinham feito ao longo de toda a existência da tribo.

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Por mais que os partidos de esquerda tenham se desmoralizado, o seu discurso ainda é o dominante – ou único – na esfera da moral e da cultura. Isso é assim pela simples razão de que o espaço aberto por Antonio Gramsci e pela Escola de Frankfurt, que incorpora e deforma quase toda a cultura Ocidental anterior, não pode ser preenchido só com Ayn Rand e von Mises, que constituem o repertório inteiro da parte mais falante da “direita”. Em resultado, praticamente toda a mídia, a classe estudantil, o pessoal do show business e os professores universitários que fizeram as cabeças deles estão convencidos, inabalavelmente, de que o aborto, a revolta feminista, o gayzismo, as identidades sexuais “flexíveis”, a abolição das fronteiras nacionais, a imigração em massa e o islamismo são o bem, enquanto as identidades e tradições nacionais, o cristianismo, a família, a educação considerada como transmissão de valores historicamente consagrados são o mal. Ninguém, até hoje, explicou por quê. Nem poderia fazê-lo, de vez que para argumentar em favor de alguma coisa é preciso levar em consideração a hipótese oposta, e isso causa tanta indignação e horror entre os “progressistas”, que a emoção entala na ganganta e não pode se expressar senão sob a forma de gritos, imprecações, rotulações pejorativas e, como se diz com freqüência, “manifestos de repúdio”.

Um breve exame dos ideais a que se confere o monopólio do bem mostra que são não só arbitrários e barbaramente subjetivos mas muitos deles contraditórios e mutuamente excludentes. A ânsia incontida de promovê-los todos juntos, como numa espécie de front universal contra o inimigo, impede, proíbe mesmo, todo esforço de justificar racionalmente esse matrimônio de incompatibilidades, essa espécie de sexo grupal ideológico entre gatos, hienas e tartarugas. Mais ainda, a incongruência do conjunto acaba se revelando útil à propaganda da causa porque exerce sob o público o efeito de estimulação contraditória apto a paralisar a sua inteligência e colocar instintivamente em lugar dela a adesão entusiástica a algo que não apenas não se compreende, mas não se deseja nem se pode compreender. Nenhuma causa razoável pode despertar uma adesão tão total, tão enfática, tão emocionante, tão arrebatadora. Só o absurdo conquista mentes e corações instantaneamente, por mera impregnação de contato. Embora esse fenômeno tenha todas as características da autopersuasão histérica, o histérico em pessoa está desprovido do poder de diagnosticar a sua própria histeria e portanto vê nela a tradução imediata, fiel e moralmente obrigatória de um imperativo categórico, de uma imposição divina, de algo que tem de ser porque não pode não ser. A fórmula entre irônica e hiperbólica com que Agostinho exaltou o cristianismo – “credo quia absurdum”, “creio porque é absurdo” – perdeu todo caráter irônico e hiperbólico e se transformou na expressão literal e exata do processo cognitivo de muitos dos nossos contemporâneos.

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Não é indiferente a esse estado de coisas o fato de que os frankfurtianos, criadores de boa parte dele, só acreditavam na força da negatividade e por isso só incorporaram elementos da cultura milenar do Ocidente na medida em que estes possuiam, seus olhos, algum poder dissolvente e corruptor. Theodor W. Adorno, temeroso e escandalizado quando estudantes intoxicados de “dialética negativa” invadiram a sua sala de aula demolindo tudo, foi a mais literal versão moderna do “Aprendiz de Feiticeiro”.

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Só o demônio em pessoa pode ter sugerido – e só idiotas incuráveis podem ter acreditado – que um jovem, se nada souber do passado, será mais criativo. Tento imaginar, por exemplo, Shakespeare escrevendo suas peças, ou Dante sua “Divina Comédia”, sem nada saber da Bíblia, de Platão e Aristóteles, da filosofia escolástica, de Homero e Virgílio, do teatro grego e da história das suas nações – para não falar da gramática dos seus respectivos idiomas. Se tudo o que um estudante deve aprender na escola é o que está em moda no “show business” quando da sua formação juvenil, o único resultado que se pode obter com isso é envelhecê-lo antes do tempo e prepará-lo para ser incomparavelmente tedioso quando chegar a sua velhice biológica. Se os educadores de hoje tivessem moldado a minha juventude, eu agora só teria como modelos estéticos os Beatles, Neil Sedaka, Rita Pavone, Erasmo Carlos, Wanderléia e Cely Campelo.

Maurice Pradines definiu a consciência como “a memória do passado preparada para as tarefas do presente”. QUANTO, do passado, podemos precisar para compreender o presente, interpretá-lo e poder agir eficazmente sobre ele, seja na arte, na política, na educação ou em qualquer outro domínio? A única resposta possível é: Tudo o que pudermos lembrar, e mais alguma coisa. Um sistema educacional que, a pretexto de “liberar” as mentes juvenis, se recusa a lhes transmitir a experiência acumulada na tradição, só faz reduzir o seu campo de alternativas àquilo que possa surgir do seu crescimento biológico espontâneo e da experiência uniforme de uma só geração. O resultado é a mesmice ruidosa e histérica de todos os produtos supostamente artísticos da juventude universitária atual. Especialmente na medida em que a experiência da sua geração se reduz a fantasias sexuais e à repetição de chavões injetados em suas mentes pela indústria do “show business”.

O mundo só será feliz quando o último ministro da Educação for enforcado nas tripas do último funkeiro.

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Tempos atrás já expus o problema central da “democratização da cultura”. Num primeiro momento, esse termo significa espalhar entre as multidões a possibilidade de acesso aos bens culturais mais altos. Na fase seguinte, ele sugere que não cabe aos difusores e sim aos receptores decidir quais bens são mais altos, mais merecedores de difusão. Num terceiro momento, proclama-se que a mera distinção de bens mais altos e mais baixos é antidemocrática, que o certo é “todo es igual, nada es mejor”. Por fim entende-se que a democratização da cultura deve consistir na negação, destruição e supressão ostensivas e sistemáticas dos bens anteriormente julgados mais altos, substituindo-os por qualquer coisa que seja democraticamente aprovada no momento e que pode ser substituída por outra coisa amanhã ou depois. Se os bens mais altos eram por isso mesmo os mais duráveis, agora só o fugaz e perecível merece ser transmitido, valorizado e protegido pelo “establishment” educacional. Dante, Shakespeare e Camões são substituídos pelo sucesso televisivo da semana, incumbido de persuadir os jovens de que, pelo simples fato de ter nascido depois, eles já sabem mais do que todas as gerações anteriores, cujo posto de transmissores preferenciais da educação deve ser-lhes arrebatado e entregue à primeira voz juvenil que fale mais alto. Completado o processo, a democratização da cultura consiste agora em proibir e bloquear o acesso das multidões aos bens de cultura mais altos.

Isso é LITERALMENTE assim, tanto nos países “mais cultos” quanto nos “mais incultos”. A única diferença é que nestes últimos a transformação da democracia cultural no seu oposto encontra menos resistência e se realiza em prazo muito mais breve, às vezes sem que nem mesmo os círculos de pessoas supostamente “mais cultas” – se ainda existem -- se dêem conta do que está acontecendo.

Todo igualitarismo, fora do estrito domínio jurídico, da igualdade perante a lei, é uma monstruosidade e um crime. Só as pessoas de mentalidade inferior pretendem ser iguais em sentido geral e absoluto. Os superiores sempre admitem que sua superioridade é relativa, que sempre existe alguém que lhes é superior.
OLAVO DE CARVALHO




JORDAN B. PETERSON QUESTIONA O POLITICAMENTE CORRETO - IDEOLOGIA DE GÊNERO, FEMINISMO X LIBERDADE DE EXPRESSÃO

BLOQUEIO DE INFORMAÇÕES - HEGEMONIA ESQUERDISTA - CENSURA E DESINFORMAÇÃO - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/bloqueio-de-informacoes-hegemonia.html

 "NOTÍCIA FALSA" É O TERMO QUE ANUNCIA A MAIS VASTA OPERAÇÃO DE CENSURA DA OPINIÃO QUE JÁ SE VIU - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/12/noticia-falsa-e-o-termo-que-anuncia.html

MAIS CENSURA DISFARÇADA DE DIREITO E BENEFÍCIO - Comissão inclui definição de crime de violência racial sexual em texto de estatuto | 07/02/2018

TSE E SENADO QUEREM ACABAR COM FAKE NEWS E VOCÊ TERÁ QUE COMPROVAR SUA OPINIÃO PORQUE ELA AGORA FOI ELEVADA À CATEGORIA DE NOTÍCIA

O CRIME OPRGANIZADO PODE INTERFERIR NO RESULTADO DAS ELEIÇÕES? SIM, FAZENDO LEIS PARA NOS CENSURAR

GILMAR MENDES QUER CENSURA
O TSE, QUE QUER O SECRETISMO ELEITORAL, VAI CENSURAR A INTERNET POR CAUSA DE "NOTÍCIAS FALSAS"
FAKE NEWS - CENSURA DO TSE PODE CRIMINALIZAR OPINIÃO E CRÍTICAS A POLÍTICOS 

SENADOR CIRO NOGUEIRA (PP-PI), pretende estabelecer a censura à liberdade de expressão sob pretexto de combater as chamadas fake news, ou notícias falsas. O Projeto de Lei 473/2017 https://criticanacional.com.br/2018/02/01/senador-pretende-estabelecer-lei-de-censura-para-combater-supostas-fake-news/

SOCORRO PRESIDENTE TRUMP! SENADORES BRASILEIROS QUEREM ACABAR COM A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NO BRASIL!
https://aluizioamorim.blogspot.com.br/2018/02/socorro-presidente-trump-senadores.html

PROJETO DO PSDB QUER CENSURAR AS REDES SOCIAIS COM PUNIÇÃO DE CADEIA E MULTA
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/querem-censurar-as-redes-com-o-pretexto.html


Vanessa Grazziotin quer censurar grupos de Facebook e Whatsapp
http://www.oreacionario.blog.br/2018/02/comunista-da-farsa-do-ovo-vanessa.html

"FAKE NEWS" - A CENSURA DO FACEBOOK VAI SER VOTADA POR VOCÊ? http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/fake-news-censura-vai-ser-votada-por.html


GEORGE SOROS TAMBÉM QUER CENSURA DA INTERNET?
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/george-soros-tambem-quer-censura-da.html

HEGEMONIA ESQUERDISTA NA MÍDIA - FAKE NEWS - Palestra de Alexandre Borges
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/palestra-de-alexandre-borges-i-jornada.html

BLOQUEIO DE INFORMAÇÕES - HEGEMONIA ESQUERDISTA - CENSURA E DESINFORMAÇÃO - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2018/01/bloqueio-de-informacoes-hegemonia.html

GOVERNOS QUEREM A CENSURA
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A MENTIRA PREJUDICA MENOS DO QUE A FALTA DA VERDADE.

Se você está mais bem informado com a Internet, apesar de todas as abobrinhas, boatos e mentiras rolando, é porque é natural da mente humana e da sociedade lidar com tudo isso e fazer uma triagem para eliminar o lixo, organizar incertezas, opiniões e optar pelo mais verdadeiro. Mas isso só é possível quando há verdades em circulação. Se vc não tiver outra referência a não ser a mentira calculada, vai acabar aceitando lixo e engolindo a manipulação. 

A verdade é decisiva tanto para acabar com mentiras quanto para validar as mentiras SE ELA FALTAR POR CAUSA DA CENSURA. É a escassez de  verdades o que dá tanta credibilidade e poder a "notícias mentirosas", a boatos e à mera opinião. A ORCRIM sabe disso.

E esta censura generalizada, indefinida, politicamente correta que pretendem nos impor o Legislativo e o Judiciário, é o maior perigo porque só favorece as "fake News". E por muitos motivos. Entre eles, porque vai "jogar a criança com a água do banho" e porque impede esse processo de comparação e seleção a partir do incerto, que é feito com a liberdade de expressão.

Quando existe liberdade de expressão, a opinião tem seu lugar, sem muita importância nem influência. Por outro lado, se a opinião já está sendo perseguida judicialmente, significa que sua importância está sendo aumentada artificialmente por este e outros meios, que a palavra está valendo mais que os fatos, que estes estão sendo ocultados, que a busca da verdade está sendo renegada, que, resumindo, esta sociedade, como a nossa, é um lugar de informações controladas.  

A verdade é veneno para a esquerda.
  PROJETO CONTRA "FAKE NEWS" QUER CENSURAR A OPINIÃO
Por que a opinião se tornou tão influente? Por que os fatos se tornaram irrelevantes. Recupere o valor da verdade e o peso dos fatos, e então a opinião volta ao seu humilde lugar.
A censura à opinião só faz agravar esta distorção, dando-lhe uma importância demasiada e, inversamente, desconsiderando a realidade objetiva. Criminalizar a palavra, de uma certa forma descriminaliza a ação concreta, desvia o foco do crime real. Essa é uma deformação desejada pela esquerda que extrai seu poder da da ilusão, da confusão e da mentira. 
O Estado que censura a sociedade, e o criminoso que amordaça a vítima têm a mesma intenção. 

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"A instituição do "politicamente correto" foi uma estratégia de genocídio cultural destinada a desarmar a cultura ocidental para que não pudesse se defender de ataques provenientes de "minorias" internas ou de culturas concorrentes. O passo seguinte é a transição do genocídio cultural para o homicídio pré-legitimado e em seguida para o genocídio em sentido estrito. Em todo o Ocidente as ondas de crimes violentos praticados por "minorias" vêm crescendo, e quem quer que as denuncie é imediatamente estigmatizado como racista e removido da sociedade decente. O caso Zimmerman condensa a nova regra: se o agressor é negro, a legítima defesa é proibida." (OLAVO DE CARVALHO)

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 O politicamente correto impõe, por pressão social e depois por força de lei, o uso da imaginação no lugar da percepção e da razão, confunde o bem e o mal, inverte o benéfico e o perigoso e assim apaga a motivação para reagir contra o perigo real. Por isso temos agido como trouxas. O politicamente correto mata porque esconde o perigo. O livro de Jeffrey Nyquist  "O TOLO E SEU INIMIGO" aborda este tema.

O que o politicamente correto obriga, o relativismo permitiu e as ideologias esquerdistas propõem desde sempre. Elas podem tudo, menos lidar com o rigor do conhecimento.

ROGER SCRUTON - "O propósito da ideologia é precisamente fazer a crença irrelevante para a ação, cerrar os lugares nos quais a discussão racionalizada poderia entrar, e alçar toda ação para um objetivo único."  

JEFFREY NYQUIST - "Nessa formulação, a paz pode ser alcançada por meio de um processo de negação. Negamos por exemplo, que o Islã tem sido um inimigo da Europa há séculos; negamos a história das invasões islâmicas e as recentes declarações de clérigos muçulmanos; atribuímos tudo a um punhado de terroristas, e, através desse processo, eliminamos a própria realidade da inimizade; (...) negamos que a Rússia quer restaurar seu império; negamos que a China quer dominar o Pacífico." 

RAFAEL ROSSET - "É preciso que se diga de maneira clara e para que todos ouçam: as políticas democidas da esquerda são as responsáveis por cada uma das 60 mil vidas tiradas todos os anos no Brasil. O progressismo não pode mais ser tratado como simples ideologia, e sim como desastre natural, uma verdadeira calamidade pública.
O Brasil não precisa de uma onda conservadora. O Brasil necessita, urgentemente, de um tsunami conservador, de um choque de realidade."


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OLAVO DE CARVALHO  · A mania mais idiota da direita é explicar o esquerdismo pelas "boas intenções equivocadas". Não existe boa intenção sem amor à verdade, e não pode existir NENHUM amor à verdade naquele que, na adolescência, por espírito de patota e ânsia de ser aceito pelos pares, adere a uma doutrina ou partido e continua a defendê-los pelo resto dos seus dias sem conceder nenhuma chance às hipóteses adversas. Existe senso da verdade ou amor à justiça no juiz que ouve apenas uma das partes?

sábado, 23 de julho de 2016

POLITICAMENTE CORRETO MASCARA A PRÁTICA DO MAL SOCIAL



O mal é o que sai da boca do intelectual de esquerda
Por Alceu Garcia 
http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0153.htm

Conta Aristóteles que seu mestre Platão ocasionalmente interrompia as aulas que ministrava na Academia para questionar-se, e a seus alunos, se no tema desenvolvido eles estavam partindo dos primeiros princípios ou no caminho que se dirige a eles. No Brasil são poucos, mesmo nos mais sisudos centros acadêmicos, os que efetivamente se preocupam com essa investigação preliminar de máxima importância em qualquer campo do saber. Nos debates públicos ventilados na imprensa, então, nem se fala. Nesse universo marcado pelo falatório sofístico não só inexiste preocupação com princípios, como a própria linguagem encontra-se tão corrompida que é impossível sequer saber com um mínimo de clareza e precisão do que se está tratando nas discussões. E o maior problema é que a adulteração do sentido das palavras é deliberada, envolvendo um projeto de dominação ideológica no sentido marxista do termo, a falsa consciência, o véu de idéias forjadas por um grupo para, ocultando a realidade, explorar os demais com a anuência expressa ou tácita dos próprios explorados. Esse grupo é a classe letrada, a intelligentsia, obcecada pelo socialismo e imbuída do método gramsciano de reforma do senso comum para implementá-lo, como tem denunciado e fartamente provado o filósofo Olavo de Carvalho. A depravação da linguagem torna impossível identificar, isolar, compreender e enfrentar os problemas postos para a coletividade. Como discutir proveitosamente sobre algo que sequer sabemos o que é?

O objetivo desse texto é contribuir modestamente para a difícil tarefa de remover a névoa pegajosa e traiçoeira que recobre certas palavras e expressões vertidas incessantemente na imprensa por intelectuais e políticos de "esquerda" (mas não apenas eles), de modo que os interessados de boa-fé possam ao menos tentar entender com alguma nitidez o que realmente está sendo afirmado e se as propostas de ação política reclamadas são compatíveis ou não com os fins (ocultos ou declarados) almejados.

"JUSTIÇA SOCIAL" – Justiça deriva do latim justitia, exprimindo conformidade com o Direito, não necessariamente o Direito Positivo, legislado, que pode ser, e frequentemente é, injusto (ex: pensão vitalícia de dez mil reais para ex-governadores), mas os princípios gerais derivados dos valores que formam a Ética de um determinado grupo, que antecedem e informam as leis objetivas e sua interpretação, consubstanciado no mister de dar a cada um aquilo que é seu, como diziam os juristas romanos. E cada indivíduo só é proprietário daquilo que produziu com o seu próprio trabalho ou que adquiriu contratualmente por meio de trocas voluntárias (compra e venda, locação, contrato de trabalho, doação, etc). Social vem de sociale, relativo à sociedade (do lat. societate), ou seja, uma coletividade humana. Ora, se justiça é dar a cada um o que é seu, infere-se necessariamente que a existência de mais de um indivíduo é sua condição sine qua non . Não havia necessidade de justiça para o solitário Crusoe em sua ilha deserta, antes do aparecimento do Man Friday. Tudo lhe pertencia. Assim, toda justiça é por definição social, um imperativo de convívio humano. O adjetivo "social" é, pois, redundante e dispensável. O mesmo obviamente ocorre com outras expressões, tais como "movimento social", "política social", "investimento social", "questão social", "direitos sociais", "democracia social" e muitas outras. Quem se lembra do slogan da propaganda oficial do malsinado Governo Sarney? Era "Tudo pelo Social", o cúmulo do estelionato semântico demagógico. Até o erudito e em geral lúcido J. G. Merquior embarcou nessa canoa furada com o seu "liberalismo social". O economista e filósofo Friedrich Hayek, em seu clássico Law, Legislation and Liberty, deu-se ao trabalho de enumerar dezenas de termos adjetivados com o infalível "social", que nada acrescentava de racional e esclarecedor aos respectivos substantivos.

Se o "social" nada significa de relevante, porque é tão usado? Porque o sentido oculto dessa palavra é "socialismo", ou seja, a intervenção coletiva, política, estatal, na esfera de autonomia individual, mesmo e sobretudo aquela em que as pessoas não estão tomando dos outros o que não lhes pertence. Em outras palavras, "social", nesse contexto, consiste em ações coercitivas por meios das quais aqueles que detém o Poder Político ordenam os comportamentos e dispõem do patrimônio dos indivíduos da forma que bem entendem, dando a cada um o que, segundo critérios inteiramente arbitrários, entendem que cada um merece. Vê-se que o "social" é mais do que tautológico em relação à justiça. É incompatível com ela. "Justiça social" é pura e simplesmente injustiça. E quem aceita esse conceito distorcido e contraditório como premissa para o debate, mesmo que não seja socialista, já admitiu a viabilidade prática e conferiu validade moral ao socialismo.



"POLÍTICA PÚBLICA" – Política origina-se do grego polis, cidade-estado, daí politiké, ciência dos negócios de Estado, ou seja dos negócios públicos, sendo que público tem raiz no latim publicu, relativo à coletividade, oficial, estatal. Ou seja, "política pública" é mais uma expressão vazia, pois se é política já é pública. Seu uso tem se disseminado a partir das principais estações difusoras do gramscismo – as universidades – sobretudo por soar bonito, vestindo um modelito novo e sedutor às velhas e já algo desgastadas "políticas sociais", intervenções estatais indevidas no domínio particular para "resolver" problemas que desastradas "políticas sociais" anteriores causaram. "Política pública" é, assim, mais um eufemismo para – adivinhem? – socialismo.

"NEOLIBERALISMO" – Liberalismo é o nome de um conjunto de idéias e doutrinas que basicamente defendem a liberdade individual contra o Poder Político, formuladas por filósofos e economistas como John Locke, David Hume, Adam Smith, Herbert Spencer, Frédéric Bastiat e John Stuart Mill. A partir da segunda metade do século 19 o prestígio do liberalismo decaiu tão rapidamente quanto ascendeu a aceitação geral do socialismo entre os intelectuais e políticos, com sua ênfase na ação coletiva e estatal como meio de se alcançar a plena liberdade e dignidade do Homem. O liberalismo então extinguiu-se como doutrina politicamente eficaz, subsistindo apenas na obra de um punhado de estudiosos e publicistas isolados e espalhados pelo mundo, como Walter Lippmann, Wilhelm Ropke, Ludwig von Mises e Frank Knight.

Após a Segunda Guerra, contudo, diante do óbvio fracasso do socialismo, no atacado e no varejo, em cumprir suas mirabolantes promessas de abundância material e excelência moral, o pensamento liberal recuperou paulatinamente uma pequena parte de sua antiga influência graças aos esforços de Friedrich Hayek, Milton Friedman, Karl Popper, Peter Bauer, James Buchanan, Raymond Aron e outros pensadores eminentes. É isso o famoso neoliberalismo, que se traduz em continuação e aperfeiçoamento do antigo liberalismo. Na esfera política, o neoliberalismo só alcançou alguma expressão nos anos 80 do século passado, inspirando certas medidas, bastante limitadas, de alívio para a iniciativa individual na economia, tomadas pelos governos Thatcher e Reagan, tão claramente bem-sucedidas que logo foram imitadas por todo o mundo, inclusive em países comunistas como a China e o Vietnã. Vale frisar que o neoliberalismo ganhou força nos meios intelectuais combatendo os socialismos comunista e fabiano (ou social-democrata) com argumentos irrefutáveis, reforçados pela prova empírica inegável do fiasco universal do coletivismo, totalitário ou limitado, e só teve aplicação restrita no cenário político quando todas as formas de socialismo possíveis e imagináveis (comunismo, fascismo, nazismo, social-democracia etc) já tinham sido tentadas e rejeitadas.

Essa tímida ressurreição do liberalismo como doutrina intelectualmente respeitável e como alternativa política e econômica válida enfrentou uma formidável barragem de propaganda caluniosa movida pela esquerda culturalmente hegemônica. O neoliberalismo passou a ser inculpado por tudo de mau que acontecia pelo mundo, sobretudo em regiões em que absolutamente jamais houvera liberalismo ou neoliberalismo, como a África, continente dominado por regimes socialistas em variados graus. Após décadas de vulgarização e abuso, o termo "neoliberal" adquiriu uma conotação extremamente negativa -malgrado ninguém saiba ao certo o porquê -, comparável ao sentido odioso de palavras como "nazista" e fascista". Acontece que nazista é a abreviação de nacional-socialista, assim como virulentamente nacionalista e socialista foi o fascismo. Dito de outro modo, o nazi-fascismo é irmão xifópago do socialismo dito de "esquerda". O resultado dessa monumental campanha ideológica pode ser aferido pela simples análise do sentido comum dos termos "comunista" e "socialista", usualmente significando uma doutrina política intrinsecamente benevolente e humanista, cujos efeitos bárbaros são debitados exclusivamente à perversões acidentais identificadas com o termo "stalinismo". Muita gente ainda se diz comunista, e quase todo mundo se considera socialista (ou de "esquerda", que é a mesma coisa), com a maior naturalidade, embora regimes comunistas e socialistas tenham perpetrado as piores barbaridades da História em toda parte. Por outro lado, ninguém – ninguém mesmo! – ousa assumir-se publicamente como neoliberal. Ora, pode-se concordar ou discordar das idéias liberais (ou neoliberais), desde que se procure tomar conhecimento do que efetivamente são essas idéias, submetendo-as então à uma crítica racional. É absurdo tomar como reais idéias pela imagem caricatural dela que seus inimigos forjaram. Mas é exatamente isso que ocorre.

O economista Eugen von Bohm-Bawerk certa vez foi censurado por não intervir quando alguns alunos de seu seminário expunham teorias obviamente erradas e absurdas. Ele disse em resposta que nada era mais eficaz para se revelar o erro de um raciocínio do que permitir que fosse desenvolvido até suas últimas consequências lógicas. A humanidade parece ter seguido procedimento similar em relação ao socialismo, o qual contou com meios e tempo mais do que suficientes para provar suas proposições e falhou lamentavelmente, precisamente onde e como seus críticos previram que falharia. Será que já não sofremos o bastante para admitir que o socialismo é um erro trágico?

"DIREITOS HUMANOS" – O Direito, do latim directu, aquilo que deve ser reto e justo, é uma criação humana, e somente o Homem é sujeito de direito. Mesmo as pessoas jurídicas e patrimônios personalizados (fundações) são ficções jurídicas cuja criação e atuação no mundo concreto se materializam através da vontade e da ação humana. O risível "direito dos animais", que aliás acaba de ganhar foro constitucional na Alemanha, não é gerado pelos marinbondos e papagaios, é claro, mas pelos homens. Sendo assim, é evidente que o Direito é sempre humano, constituindo esse adjetivo mera tautologia. O que esse conceito espúrio pretende de fato, enrolado em um falso manto humanitário, é conferir às pessoas – sobretudo pessoas enquadradas em certas classificações capciosas – "direitos" a coisas imateriais, como felicidade e amor, ou coisas materiais, como emprego, renda, habitação etc, que o Estado não pode dar, porque não possui, ou só pode dar a um quando tira de outro, fazendo uma caridade farsesca com o chapéu alheio, mediada por uma casta burocrática que reserva para si a parte do leão dos recursos "pilantrópicos" que amealha. "Direitos Humanos", em síntese, é mais um exemplo de socialismo disfarçado com belas palavras, um pretexto polivalente para a múltipla intromissão estatal injusta na esfera de autonomia individual..

Muito mais clara e adequada é a denominação Direitos Inalienáveis inscrita pelos fundadores dos Estados Unidos no preâmbulo de sua Constituição, derivados da filosofia lockeana dos Direitos Naturais. Esses direitos à vida, à liberdade e à busca da felicidade (aos quais deve ser acrescentado o direito à propriedade legitimamente adquirida) são inalienáveis porque não se pode dispor deles sem deixar de ser Homem, bem como se caracterizam pela reciprocidade, isto é, ao direito de cada pessoa corresponde direito igual de todas as outras, e o dever geral de respeitá-los. Esses atributos de reciprocidade e universalidade são violados pelos chamados "direitos humanos", vez que, por exemplo, ao "direito" de fulano a uma renda de mil reais mensais inevitavelmente corresponde o "dever" de sicrano, que ganha mais do que isso, de prover recursos para fulano, muito embora este não seja culpado pela pobreza daquele. Os "direitos humanos" são a cristalização da injustiça sistematizada, ou seja, dos "direitos desumanos".

"DESIGUALDADE SOCIAL" – Novamente o adjetivo "social" é objetivamente inútil, porém politicamente malicioso. Para haver desiguais há naturalmente que haver mais de um ser humano, de maneira que "social" já está implícito no substantivo "desigualdade". Nada é mais lacrimosamente denunciado pelo intelectual, com tom de ira santa, do que a desigualdade. Que esta existe é um fato incontestável, um dado da natureza.. As pessoas são mesmo desiguais, e o seriam mesmo que toda a humanidade fosse constituída de clones. Não há outra igualdade possível senão aquela diante da lei, fundada nos direitos inalienáveis, recíprocos e universais estudados acima. A intelligentsia, entretanto, discorda categoricamente. Há que haver igualdade material, dizem de modo bastante vago, e cabe ao Estado instaurá-la, comandado por eles mesmos ou por quem acate suas idéias. Como Thomas Solwell observou com sagacidade, os intelectuais de "esquerda" dividem a humanidade em três grupos: os desvalidos, os desalmados e os iluminados. Os primeiros, os pobres, são maltratados pelos segundos, os ricos, cabendo aos terceiros – os próprios intelectuais de "esquerda" – intervir munidos dos poderes coativos estatais para defender os bons dos maus e implantar a "justiça social" na Terra. A contradição insolúvel nesse discurso igualitário é que sua execução exige que um determinado grupo seja incumbido da tarefa de igualar os outros grupos, detendo para tanto poderes exclusivos, o que por si só inviabiliza a priori a igualdade. De resto, se os indivíduos são naturalmente desiguais e a igualdade material é impossível – até porque se fosse viável igualar a renda monetária de todos (e não é), seria impossível igualar a renda real, vez que, v.g., para quem vive no litoral é muito mais barato o lazer na praia do que para quem vive no interior – a doutrina igualitária é absolutamente inexequível, portanto absurda e, logo, intrinsecamente nefasta.

A eficácia desse discurso absurdo depende da associação implícita e falaciosa da desigualdade com a miséria, e também da estimulação sub-reptícia do sentimento da inveja. A falsidade do sofisma da miséria pode ser facilmente exposta em termos econômicos. A miséria é causada basicamente pela baixa produtividade do trabalho, que deriva de reduzidos padrões de capital investido per capita em determinada comunidade. A solução, assim, passa necessariamente pela acumulação de capital de modo a que o trabalho se torne mais produtivo, elevando ipso facto o nível de consumo das profissões marginais (aquelas cuja remuneração é mais baixa) para um patamar acima da mera subsistência. A teoria e a experiência provam que somente a economia de mercado, ou seja o capitalismo, é capaz de gerar os requisitos necessários e suficientes para se extinguir rapidamente a miséria. Como, porém, o capitalismo é rejeitado veementemente pelos intelectuais de esquerda, conclui-se que Joaozinho Trinta estava certíssimo quando afirmou que esses sujeitos adoram a miséria. Miséria para os outros, bem entendido. A invocação da inveja, além de imoral, é contraproducente, posto que a ênfase na expropriação dos que têm mais em prol dos que têm menos desencoraja o trabalho e incentiva o parasitismo. No final do processo, a inveja resulta na miséria geral, pois quem vai querer produzir para ser roubado? E se ninguém produz, o que o parasita vai parasitar?

"GLOBALIZAÇÃO" – Quando o homo sapiens emigrou há milênios de sua África natal para todos os recantos do planeta estava terminada a única "globalização" de fato relevante. Tratando-se de uma única espécie, gregária e sociável, nada mais natural do que a progressiva intensificação dos intercâmbios de todos os tipos entre seus componentes. A língua, o fogo, a roda, a escrita, a matemática, as religiões e muito mais coisas se "globalizaram" no curso do tempo. Então o que há de diferente e novo no que hoje se chama vulgarmente de "globalização"? Nada. Em boa parte o termo tem conotação negativa, identificado com capitalismo, imperialismo e bobagens do gênero. Para identificar a má-fé nessa campanha de desinformação propagandística basta constatar que seus autores são os mesmos que ainda ontem pregavam (e ainda pregam, embora em outros termos) o "internacionalismo proletário", isto é, a globalização do comunismo.

"EXCLUSÃO SOCIAL" – Olhem o infame "social" aí de novo! O termo "excluído" foi concebido pela intelectuária para substituir aos desgastados "proletário", "trabalhadore" e "camponês", malgrado corresponda, mais tecnicamente, ao que os marxistas clássicos rotulavam de "lumpenproletariado". Como a retórica da "esquerda" é cada vez mais vaporosa, contraditória e mutante, "excluído" pode identificar as mais diversas categorias. Hoje são os índios, para os quais se exigem terras equivalentes ao território de vários países, amanhã são os "sem-terra", que demandam o fim do "latifúndio" e a divisão de todas as terras em pequenas propriedades, e assim por diante.

"A LÓGICA DO CAPITALISMO" – A lógica é a disciplina filosófica que estuda a forma do raciocínio, pelo qual de premissas admitidas como certas se inferem conclusões necessárias, pois já implícitas nas premissas. Assim, quando um intelectual de "esquerda" fala em "lógica do capitalismo", essa expressão só é válida se o interlocutor aceita as premissas sugeridas. Quando, ao contrário, o interlocutor pretende justamente problematizar essas premissas, não há lógica nenhuma, e sim dialética. Infelizmente é quase impossível um intelectual de esquerda aceitar esse debate franco e aberto - dialético – acerca da real natureza do que se conhece como capitalismo. Para ele, premissas como "exploração", "egoísmo", "exclusão", "imperialismo" são artigos de fé (rectius: de má-fé) em toda e qualquer peroração sobre o assunto. E se o oponente prova cabalmente os múltiplos erros nos seus teoremas, o intelectual de esquerda recorre ao argumento ad hominem, também denominado por Ludwig von Mises de polilogismo, que se resume a colar no interlocutor impertinente a etiqueta odienta de "capitalista", que o torna inerentemente incapaz de sequer compreender a "lógica proletária", quanto mais refutá-la.

"AS FORÇAS CEGAS DO MERCADO" – O mercado é essencialmente um processo através do qual os fatores de produção (terra, trabalho e capital) são alocados segundo as demandas mais urgentes dos consumidores, processo esse não controlado e dirigido por nenhum órgão central. A maior e mais antiga controvérsia da economia, desde Adam Smith e até mesmo antes dele, tem por objeto a capacidade auto-reguladora do mercado. Para Smith e Bastiat, von Mises e M. Rothbard, o mercado é auto-regulável; para Malthus e Sismondi, Marx e Keynes, a economia de mercado sofre de contradições internas que acarretam sua destruição, exigindo, pois, a intervenção estatal para corrigir (ou abolir, no caso de Marx) as suas "falhas". Quem assevera que as forças de mercado são "cegas" está afirmando que o planejamento estatal é onisciente, ou menos falível do que o mercado. Nesse ponto temos que aplaudir a coerência dos socialistas totalitários (comunistas e nazistas), posto que, se o Estado é capaz de corrigir as falhas do mercado, deve logicamente suprimi-lo por completo. A posição dos socialistas fabianos (terceira via, keynesianos, sociais-democratas) nessa questão é frágil, vez que, se o Estado é intrinsecamente superior ao mercado na organização da economia, porque então não substituí-lo integralmente?

Por outro lado, se a intervenção do Estado no domínio econômico também é "cega", a economia será sempre um processo pelo qual cegos são guiados por cegos. E se algo pôde ser inferido de certo e conclusivo da calamitosa experiência econômica do século 20 é que a intervenção estatal é sempre "cega", muito embora conduzida por políticos, intelectuais e burocratas dotados de enorme "olho grande". Proponho ao leitor o seguinte teste empírico: a oferta de pão está em nosso país à cargo do mercado, enquanto que a provisão de serviços de segurança incumbe ao estado. Quem o atende com mais eficiência? Quanto a mim, não há dúvida. Eu viajei por todo o Brasil e não encontrei lugar em que não houvesse uma padaria disponível para se adquirir o tradicional pãozinho para o café da manhã. Por outro lado, sempre que necessitei de auxílio policial nas diversas ooprtunidades em que fui roubado ou furtado, fiquei frustrado. Imaginem só se a oferta de pães fosse monopólio estatal afetado a uma "Pãobrás" qualquer. Provavelmente não haveria pão em lugar nenhum, como não há em Cuba nem havia nos países comunistas.

"DIREITOS DAS MINORIAS" – Todo sujeito de direito é uma minoria de um, uma vez que ao seu direito corresponde o dever geral de não infringi-lo, conforme estabelecido na breve investigação acima sobre a natureza do Direito. De maneira que a expressão "direitos das minorias" é vazia. O direito do homossexual é precisamente o mesmo do heterossexual, como o direito do branco é o mesmo que o do negro, e assim por diante. A campanha dos "direitos das minorias" não passa de uma ofensiva da intelligentsia esquerdista contra o Estado de Direito com o fito de fomentar conflitos artificiais para depois "resolvê-los" via coerção policial. Não é outra coisa a recente importação da "affirmative action" (outra expressão melíflua e contraditória em seus termos) dos Estados Unidos pelo hediondo governo FHC, com sua infame política de quotas raciais. Isso equivale a institucionalizar o racismo num dos poucos países do mundo isentos desse problema. Até mesmo as mulheres, maioria da população, são qualificadas como "minoria", o que é ridículo.


"CONSCIÊNCIA CRÍTICA" – O intelectual de "esquerda" ama de paixão a palavra "crítica", desde que não seja jamais criticado. Para ele, somente aqueles que foram devidamente doutrinados nas idéias esquerdistas são indivíduos "conscientes" e "críticos". Ocorre que a peculiaridade de pessoas que pensam assim é exatamente a completa incapacidade de raciocinar criticamente, isto é, de pensar por si mesmas, articular argumentos e formar juízos objetivos e imparciais sobre a realidade. Na melhor tradição orwelliana, para o intelectual de "esquerda", "consciente" é o que para gente normal é "lobotomizado", e "crítico" traduz-se por "acrítico".

"SETORES CONSCIENTES E ORGANIZADOS" – Essa é clássica. Os intelectuais de "esquerda" denominam assim os grupos que estão inteiramente doutrinados e arregimentados por eles. Quem está fora é "alienado" ou "inimigo de classe".

"ELITES PERVERSAS" – Para os intelectuais de esquerda as "elites perversas" são sempre os outros, nunca eles mesmos, não obstante eles constituam evidentemente um grupo de elite. Reparem no Luis Fernando Veríssimo, por exemplo. Nascido em berço de ouro, educado nos Estados Unidos, escritor de um best-seller atrás do outro, prestigioso e regiamente pago colunista de grandes jornais, bajulado servilmente pela mídia, amigo e guru de políticos influentes e poderosos, ele costuma passar as férias em Paris. Se Veríssimo não integra a elite brasileira, a que classe ele pertence então? Mas o insensado escritor de "esquerda" e seus pares jamais se incluem na fina-flor da sociedade brasileira, a despeito de contribuirem mais do que ninguém para a formação da cultura do país, e daí naturalmente para a organização política nacional.

Fala-se muito no "poder econômico" das "elites", que seriam responsáveis pelo atraso e pela miséria no Brasil. Ora, e quem tem mais poder econômico nesse país do que o Estado, que inclusive detém o poder de criar dinheiro? Que indivíduo, que empresa, que elite se reveste do poder de tributar, de se apropriar de 34% do que se produz nacionalmente? Quem tem privilégios como estabilidade no emprego, vencimentos desvinculados da produtividade do trabalho, aposentadoria especial, remuneração muito acima da média nacional etc. etc. etc.? Ora, que eu saiba são os funcionários públicos a elite mais rica e poderosa do Brasil. O rendimento médio mensal de um servidor federal está por volta de R$ 3.355,09; já o assalariado do setor privado recebe em média R$ 751,60 por mês. Os funcionários federais aposentados e pensionistas ganharam em média R$ 2.474,37 ao mês; os aposentados do regime comum do INSS tiveram que se contentar com R$ 324,00 mensais em média. Acontece que a incessante ladainha dos intelectuais de "esquerda" é justamente atribuir ainda mais poder e mais dinheiro a essa elite insaciável, da qual a maioria deles faz parte. Isso é que é "utopia" em causa própria!

A lista acima é meramente exemplificativa. Cada leitor pode compor a sua própria lista, e, se uma vinte pessoas o fizessem, poderiam publicar uma enciclopédia de sofismas com uns dez volumes. O fato é que enquanto a linguagem continuar ideologicamente viciada como está nada vai mudar nesse país – salvo para pior.
http://www.olavodecarvalho.org/convidados/0153.htm


IDEOLOGIA E TERROR: UMA NOVA FORMA DE GOVERNO 

"Sempre que galgou o poder, o totalitarismo criou instituições políticas inteiramente novas e destruiu todas as tradições sociais, legais e políticas do país. Independentemente da tradição especificamente nacional ou da fonte espiritual particular da sua ideologia, o governo totalitário sempre transformou as classes em massas, substituiu o sistema partidário não por ditaduras unipartidárias, mas por um movimento de massa, transferiu o centro do poder do Exército para a polícia e estabeleceu uma política exterior que visava abertamente ao domínio mundial. Os governos totalitários do nosso tempo evoluíram a partir de sistemas unipartidários; sempre que estes se tornavam realmente totalitários, passavam a operar segundo um sistema de valores tão radicalmente diferente de todos os outros que nenhuma das nossas tradicionais categorias utilitárias — legais, morais, lógicas ou de bom senso — podia mais nos ajudar a aceitar, julgar ou prever o seu curso de ação." Hannah Arendt "Origens do Totalitarismo"

http://www.novospensadores.com/totalitarismo-por-hannah-arendt-4/

"Todo mundo tem algum senso instintivo do que é normal e são, mas não sabe expressá-lo em palavras, nem usualmente é desafiado a fazê-lo. O desafio aparece quando, em épocas de crise, sentindo afrouxar-se os freios do costume e da autoridade, os interessados na promoção de alguma anormalidade específica se erguem dos bas-fonds da sociedade e partem para o ataque frontal à própria noção de normalidade e sanidade." Olavo de Carvalho
https://web.archive.org/web/20160630085100/http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15634-2015-01-20-22-11-15.html

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É PROIBIDO PERCEBER https://olavodecarvalho.org/e-proibido-perceber/
http://www.olavodecarvalho.org/semana/110919dc.html

ONU, NOVA ORDEM MUNDIAL E MANIPULAÇÃO GLOBAL : Poder Global Religião Universal - Parte I - 11.07.2016
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/a-republica-poder-global-religiao.html
https://youtu.be/Nv8CuNWO_xo

EUTANÁSIA E OUTROS CRIMES SÃO RECOMENDADOS PELA ONU PARA UMA NOVA SOCIEDADE
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/07/eutanasia-e-outros-crimes-sao.html

As origens do politicamente correto
http://subversivoxxi.blogspot.com.br/2016/05/as-origens-do-politicamente-correto.html