A fórmula "comunismo = antifascismo" foi ampliada pela retórica
comunista para atingir seus acusadores: "anticomunistas = fascistas". O
anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas
contra a humanidade desde a década de 1940.
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Teoria Racial Crítica, Igreja invadida e revolução
O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada.
Será que o debate público ainda é possível? A resposta deixou de ser
óbvia com o advento do politicamente correto. Embora as discussões
estejam cada vez mais sendo pautadas por um certo pluralismo político,
persiste uma patrulha ideológica que pretende determinar quem são os
heróis e vilões, além de distinguir os políticos socialmente aceitáveis
dos que não o são, os pensadores respeitáveis dos meros polemistas de
categoria inferior, os intelectuais que falam em nome da razão daqueles
cujas ideias são tidas como obsoletas e, não raro, extremistas. O
politicamente correto pretende impor códigos de conduta para o debate
público e, portanto, estabelecer quais assuntos são permitidos e quais
devem ser proibidos. Assim, torna-se um dispositivo inibidor, cuja
vocação é sufocar, reprimir e demonizar qualquer crítica ou opinião
contrária aos seus interesses. Após detectar e revelar as falhas e
falências do multiculturalismo, Mathieu Bock-Côté retorna para expor o
evidente mal-estar democrático que perpassa a sociedade atual, na qual a
antiga censura parece ter sido substituída pelo Império do
Politicamente Correto. https://livraria.tercalivre.com.br/o-imperio-do-politicamente-correto---ensaio-sobre-a-respeitabilidade-politico-midiatica
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O Multiculturalismo como religião política Mathieu Bock-CôtéUm astro em ascensão no conservadorismo, Mathieu Bock-Côté defende, em
plena era de louvor à diversidade, a preservação da identidade do
Quebec. Além de comentarista da política norte-americana e da política
europeia, ele é sociólogo e professor universitário. Neste livro, sua
objeção ao consenso em torno das políticas de reconhecimento é
fundamentada tanto histórica como filosoficamente. O Multiculturalismo
como Religião Política é um ensaio teórico, mesclado com crônica, sobre a
absolutização do valor da pluralidade pela esquerda e sobre a
oportunidade concedida à direita de repensar as bases da filosofia
política. Contra a acusação de que o conservadorismo leva ao fascismo, o
autor relembra aos conservadores a sua vocação de antitotalitários.
Esta obra, tão polêmica quanto perspicaz, é adequada para entender a
guerra cultural hoje em curso. Assim como para que os partidários de
qualquer dos seus lados descubram as origens da sua posição e os
desafios impostos a ela. https://livraria.tercalivre.com.br/multiculturalismo