"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
OESTE - Twitter Files: jornalista americano revela ataques de Moraes e do TSE à liberdade de expressão https://youtu.be/zOzJr0WKCnA
Shellenberger afirma que a censura teria sido motivada pelo aparecimento de vários líderes e governos populistas (enganadores). Mas, na verdade, o motivo foi o aparecimento da Internet que possibilitou a comunicação, o compartilhamento e a confrontação das informações cujo resultado, até agora, é o mais próximo da verdade que já tivemos. Se estamos aptos a eleger presidentes, também estamos aptos para eleger idéias. O problema tem sido, não o excesso ou as falsas informações, mas a interferência espúria dos poderes que atrapalham deliberadamente nosso trabalho de apuração. Noto que desde que a censura começou, e só vem crescendo, as pessoas estão mais desinformadas. Então, o motivo para a censura é mais velho que "andar pra frente": a verdade ameaça os mentirosos que tem o poder de censurar.
*
Ana
Paula Henkel @AnaPaulaVolei 🚨 URGENTE: Tradução da gravíssima matéria
com a brilhante investigação do grande jornalista e querido amigo
@shellenberger , em parceria com @david_agape_ e @EliVieiraJr , sobre
como o TSE tentou coagir o Twitter a espionar cidadãos e fornecer dados
sigilosos ao tribunal. https://twitter.com/AnaPaulaVolei/status/1775577932104425786
. * Saudades do jornalismo Olavo de Carvalho 2012 http://olavodecarvalho.org/saudades-do-jornalismo/ Quatro ou cinco décadas atrás, você abria os jornais e encontrava análises políticas substantivas. Fossem “de esquerda” ou “de direita”, os articulistas ainda acreditavam numa coisa chamada “verdade” e faziam algum esforço para encontrá-la. Eram também homens de boa cultura literária, conheciam e respeitavam o idioma. Tenho saudades dos longos artigos de Júlio de Mesquita Filho, Paulo Francis, Antônio Olinto, Paulo de Castro, José Lino Grünewald, Nicolas Boer, Gustavo Corção; do próprio Oliveiros da Silva Ferreira, que está vivo mas longe da mídia diária. E tantos outros. Tantos e tantos.
Hoje em dia temos puros polemistas, que não investigam nada, não explicam nada, não fazem nenhum esforço intelectual, não tentam entender coisa nenhuma, só tomam posição, lavram sentenças como juízes e ditam regras. Também os havia então, mas como escreviam bem! Carlos Lacerda, Nelson Rodrigues e Raquel de Queiroz eram provavelmente os melhores. O próprio Otto Maria Carpeaux era do time. Contrastando com a destreza dialética alucinante da sua crítica literária, os artigos de política que ele publicava no Correio da Manhã, produzidos em série e como que por automatismo, eram traslados servis das palavras-de-ordem do Partidão, do qual em pleno declínio de suas faculdades intelectuais ele se fizera “companheiro de viagem” por puro medo da ditadura, talvez do desemprego. Estão repletos de erros pueris, desinformação comunista grossa, mas neles ainda se reconhece o pulso firme do escritor. Do outro lado, havia, por exemplo, David Nasser. Sempre se sabia de antemão o que ia defender ou atacar. Mas com que graça se repetia, variando as formas ao ponto de fazer as opiniões mais estereotipadas soarem como novidades!
Tudo isso está morto e enterrado. Em toda a grande mídia só raros colunistas ainda honram o idioma, e o melhor deles não é brasileiro, é português: João Pereira Coutinho. Leio com satisfação Reinaldo Azevedo (o mais informado) e Neil Ferreira (o mais engraçado). Os outros que dão gosto estão só na internet. Em todos os grandes jornais ninguém escreve com a seriedade de Heitor de Paola, a elegância de Percival Puggina, a inventividade de Yuri Vieira, a precisão vernácula de José Carlos Zamboni, a erudição bem-humorada de J. O. de Meira Penna. Os outros que me perdoem: a lista dos melhores excluídos não tem mais fim.
Nas faculdades estuda-se, por incrivel que pareça, a decadência do jornalismo brasileiro. Mas lança-se a culpa em tudo, menos nos jornalistas. Como se a má pintura não fosse nunca obra de maus pintores ou a comida sempre fosse ruim a despeito dos excelentes cozinheiros. A classe tem um tremendo esprit de corps quando lhe interessa, mas nunca faz um julgamento sério de seus próprios atos, uma avaliação realista do seu impacto na sociedade. Narra sua história como se fosse autora de tudo o que é bom, vítima inerme de tudo o que é mau. Nada, absolutamente nada, lhe dói na consciência. Não lhe ocorre nem mesmo a conveniência de um vago mea culpa por ter ocultado o Foro de São Paulo ao longo de dezesseis anos, praticando a censura com mais eficácia, amplitude e tenacidade do que a Polícia Federal do tempo dos militares. Sua falsa auto-imagem raia a sociopatia pura e simples (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/111130dc.html,http://www.olavodecarvalho.org/semana/111124dc.html ehttp://www.olavodecarvalho.org/semana/111125dc.html). Nos anos da ditadura, como a liberdade de imprensa e a liberdade de ação da esquerda sofressem juntas as mesmas restrições oficiais (amplamente inoperantes na prática), jornalismo e esquerdismo se deram as mãos na luta contra o inimigo comum. Foi justo e oportuno. Mas, decorridas três décadas do fim do regime, a aliança de ocasião não quer admitir que seu tempo passou, que não há mais inimigos armados contra os quais o fingimento é a única defesa da parte mais débil. Na época a esquerda já dominava a mídia, mas fazia-se de coitadinha, de nanica, de excluída. Oprimida nas ruas e nas praças, discriminava os direitistas nas redações (como a intelectualidade acadêmica fazia nas universidades), reproduzindo às avessas, no microcosmo da profissão, o controle repressivo que o governo exercia na escala maior em torno. Hoje ela domina o país inteiro, e o que era precaução tática compreensível se tornou instrumento de perpetuação de poderes e prestígios imerecidos. A arma dos fracos tornou-se uma gazua nas mãos dos fortes. Nunca, ao longo de todo o período militar, a esquerda esteve tão amordaçada quanto a direita conservadora, especialmente religiosa, está hoje na grande mídia. Para camuflar esse estado de coisas, é preciso eternizar o luto, alimentar e realimentar, com um jorro constante de lágrimas forçadas e caretas de pavor fingidas, padecimentos e temores velhos de mais de um quarto de século. Essa é a mentira estrutural que está na raiz de todas as degradações do jornalismo brasileiro. É a proibição total da sinceridade. A destruição da linguagem vem daí. Ninguém pode escrever direito quando vive de se esconder de si mesmo.
Olavo de Carvalho 14 07 2019 · Se
a idéia de entregar ao Eduardo a Embaixada em Washington veio mesmo do
Trump (segundo um zunzum que circula por aí), é obviamente uma boa
notícia. O presidente americano jamais pensaria nisso de não tivesse
projetos realmente grandes para a relação Brasil-EUA.
*** Sobre A Indicação de Eric Trump Como Embaixador dos Estados Unidos no Brasil
16/07/2019
A suposta intenção do presidente
norte-americano, Donald Trump, de indicar seu filho Eric Trump como
embaixador dos Estados Unidos no Brasil tem sido ventilada nas redes
sociais e em parte da grande imprensa, e vem servindo como principal
estímulo aos que apoiam a intenção do Presidente Bolsonaro de indicar
seu filho, Eduardo Bolsonaro, para a Embaixada Brasileira nos Estados
Unidos.
Segundo informações que obtivemos dos
Estados Unidos, não existe até o momento tal articulação para indicar o
filho do presidente norte-americano para a embaixada no Brasil.
Primeiro, porque isso esbarraria na legislação norte-americana, que é
muito mais rígida em relação ao que chamamos de nepotismo.
Segundo, Eric Trump ocupa-se
principalmente dos negócios privados da família Trump, e não se sabe de
seu real envolvimento com assuntos geopolíticos e de diplomacia. E em
terceiro lugar, não obtivemos informação até o momento de seu domínio do
idioma português, condição necessária para um estrangeiro ser
embaixador no Brasil. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews
https://criticanacional.com.br/2019/07/16/glenn-greenwald-o-respaldo-da-grande-imprensa-a-lentidao-das-autoridades-investigacao/
Contribuições Olavo Luiz Pimentel de Carvalho Conta no Brasil: Olavo Luiz P. de Carvalho Banco Itaú Agência 4080 conta corrente 02968-1 CPF 043909388-00
ALGO ESTÁ ACONTECENDO "Algo está acontecendo no Brasil, colocando-nos na vanguarda de um processo mundial. Estamos derrubando as barreiras que separavam vários aspectos da vida e do pensamento humanos. As barreiras entre a vida material e a espiritual. Entre a economia e os valores profundos. Entre a política e o povo. A elevação dessas barreiras, cada vez mais altas, vinha ameaçando sufocar a humanidade, com a regra absurda de que política é só política, economia é só economia, diplomacia é só diplomacia. Cada neurônio em um cubículo, sem se comunicar com os demais. Isso gerou sociedades técnicas, frias, sem viço. Embruteceu o pensamento humano. Estamos derrubando essa horrível prisão do espírito feita de tantas celas solitárias. De repente, as ideias se reconectam aos sentimentos. As pessoas se reconectam aos seus próprios anseios profundos. Os cidadãos se reconectam uns aos outros e descobrem que formam uma nação. O próprio Deus, que era um prisioneiro triste acorrentado em uma daquelas celas, recomeça a circular livremente pela alma humana." https://www.metapoliticabrasil.com/blog/algo-est%C3%A1-acontecendo
ARMAS PARA SE DEFENDER DE TIRANOS - JAIR BOLSONARO - POVO DESARMADO NÃO É RESPEITADO! https://youtu.be/cHiSZ5Wx_Ho
Na Crusoé, Igor Gadelha informa que auxiliares de Jair Bolsonaro dizem que há chances de Donald Trump “imitar” o presidente brasileiro e indicar um de seus filhos para ser embaixador dos Estados Unidos no Brasil.O nome que circula nos bastidores do Planalto é o de Eric Trump, terceiro filho do presidente americano. https://www.oantagonista.com/brasil/trump-pode-indicar-filho-para-embaixada-no-brasil/
*
Ernesto Araújo acredita que a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil nos EUA é importante para “romper um ciclo vicioso onde nós trabalhamos só para nós mesmos e esquecemos a sociedade do lado de fora”.Em entrevista à BBC Brasil, o chanceler afirmou que não configura nepotismo Jair Bolsonaro indicar o filho para o cargo. https://www.oantagonista.com/brasil/indicacao-de-eduardo-bolsonaro-nao-e-negocio-de-familia-diz-chanceler/