"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
PMB - (...) A gente se perde. François-Bernard Huyghe, o que realmente significa a palavra “desinformação”? FBH
- Primeiro o sentido mais técnico: aqui o conceito de desinformação
existe com um significado muito preciso. Nos campos da cibernética, das
ciências da comunicação, falamos da desinformação como um distúrbio da
comunicação: má recepção de dados. Indo um passo adiante, Watzlavick faz
experimentos de laboratório sobre desinformação. Paul Watzlavick,
pesquisador do Mental Research Institute, é considerado na França o
líder da escola de psicoterapia de Palo Alto, cujos fundamentos são
diametralmente opostos à psicologia tradicional e à terapia freudiana: A
logic of communication, Seuil, 1974; Changes, Paradoxes and
Psychotherapy, Threshold 1980. Sua abordagem pragmática consiste em
"manipular" os pacientes, modificando sua visão do mundo e dos outros,
até que restaurem um estado estável de suas relações com os outros e
lhes dê a sensação de estarem curados. Algumas escolas de negócios,
incluindo na França, ensinam os métodos de Paul Watzlawick para
aplicá-los a negócios e relações corporativas, estudando a reação de
porquinhos-da-índia, animais ou humanos, a experimentos manipulados.:
Por exemplo, são oferecidas aos seres humanos uma série de números que
devem ser fez sentido; na verdade não há sentido nessas séries, mas se
os participantes fingirem encontrar um, eles são encorajados a
interpretar mal por recompensas. O objetivo é medir como o cérebro
humano é capaz de criar um sistema de interpretação coerente, mas
delirante, a partir de dados arbitrários e aleatórios. (...) " "Ainda sobre a "desinformatzia", agora em francês..."
Quer dizer que os homens estão se desinteressando da psicanálise? Estranho. É preciso investigar. Espero que não criem cotas para "equilibrar" os números de homens na psicanálise, de mulheres em cargos de chefia, etc. O melhor é deixar que o critério de mérito conduza o processo, mantenha o rigor e aprimore a qualidade, enquanto se investiga. Talvez o rigor seja o atrativo em falta para a ala masculina.
Há um grande risco em substituir o mérito e a verdade por qualquer outro critério, principalmente os politicamente corretos: o PODER toma-lhes o lugar. É mais ou menos assim: o que precisam fazer para roubar legalmente o sorvete de uma criança, ou a própria criança? Precisam empoderá-la, dar-lhe direitos, liberdades, e assim os pais ficam impedidos de protegê-la. Em última instância, a técnica de empoderar minorias não serve às minorias, mas aos autores do projeto. É transferência de poder através de um intermediário. É a técnica do pretexto.
As
organizações que se apresentam como neutras e plurais estão, na
verdade, trabalhando pela desconstrução das instituições naturais, em
especial a família. É essa a agenda da ONU e da UNICEF, que avançam
sobre a educação para tentar eliminar os pais do processo de formação
moral de seus próprios filhos!
* "O abuso
da psiquiatria para objetivos que já conhecemos deriva assim da natureza
mesma da patocracia, como um fenômeno psicopatológico macrossocial.
Afinal de contas, essa mesma área de conhecimento e tratamento deve
primeiro ser degradada com o objetivo de prevenir que ela coloque em
risco o próprio sistema pelo anúncio de um diagnóstico dramático. A
patocracia sente-se crescentemente ameaçada por essa área sempre que há
progresso nas ciências médicas ou psicológicas. Uma percepção específica
desses assuntos ordena assim que a patocracia esteja "conceitualmente
alerta" nessa área. Isso também explica porque alguém que seja ao mesmo
tempo muito conhecedor dos assuntos nessa área e muito distante do
alcance imediato dessas autoridades possa ser acusado de qualquer coisa
que foi fabricada, inclusive de anormalidade psicológica." Andrew Lobaczewski
* 1992 foi o ano que marcou um vertiginoso
ponto de inflexão. Foi quando uma série de movimentos estranhos,
inovadores e aparentemente sem conexão começaram a brotar em distintos
lugares do mundo em geral, e da América Latina em particular. Com o
amparo de 458 ONGs criadas repentinamente para propagar um relato
pré-colombiano fictício, em 12 de Outubro ocorreu na Bolívia a primeira
marcha "indigenista", aproveitando a data exata dos "500 anos de
submissão", na qual já se destacava a liderança do jovem Evo Morales. Um
pouco mais ao sul, na Argentina democrática de 1992, apareceu em cena a
primeira "Marcha do Orgulho Gay", e na cidade do Rio de Janeiro,
levaram-se adiante as sessões de "ecologismo popular" que apareceu com
1500 organizações de todo o mundo para debater e redefinir estratégias,
incluindo a reivindicação da chamada "deusa ecológica". Nesse mesmo ano,
na Venezuela, Hugo Chávez liderou duas tentativas de golpe de Estado,
nas quais pretendia matar o presidente Carlos Pérez, e de fato mataram
20 pessoas. Desse feito extraiu a celebridade para assumir, 7 anos
depois, a liderança do país. Agustin Lage
O QUE PARECE FAVORECER MINORIAS HOJE, AMANHÃ SERVIRÁ PARA PERSEGUIR AS MAIORIAS. Essa é a trajetória do politicamente correto. A corja por trás disso não está minimamente interessada na saúde do
povo, no bem-estar dos animais, no respeito a direitos de pobres,
negros, mulheres, gays, em NADA que não lhe aumente o poder e o controle
sobre a sociedade. Não há debates reais, não há estudos honestos, tudo é
feito com motivações políticas espúrias encobertas por um manto surreal
de normalidade e Estado de Direito. Todo o politicamente correto
trabalha com essa técnica, atraem apoio de minorias com uma "causa
justa", provocam pressão sobre a maioria que acaba engolindo a isca e
por fim fazem leis para quebrar as leis REAIS e perseguir esta maioria
tonta que recebe os golpes e não sabe nem de onde vêm. E ainda lucram
com as multas! O excesso de leis que o Legislativo inventa está tornando
fora da lei todo mundo que nunca pretendeu transgredir coisa
alguma. MATAR 150 mil cristãos por ano é nada, não merece ser
investigado nem citado nos jornais, mas ACUSAR os assassinos sim, é crime
de ódio, é hediondo.
Isto é estratégia.
Olavo de Carvalho - 20 de agosto 2019 · Há
décadas venho dizendo -- porque li em debates internos de grupos de
intelectuais acadêmicos -- que, tão logo vitoriosa a causa gay, a
esquerda globalista iria impor a legalização não só da pedofilia, como
também do incesto, da bestialidade e da necrofilia.
Sempre fui chamado, por isso, de louco e teórico da conspiração. A porra do Congresso vai me oferecer um desagravo?
OLAVO DE CARVALHO 10 de julho de 2015 ·
Quando eu disse que o gayzismo se transformaria em instrumento de
perseguição anticristã, responderam que eu era louco. Quando disse que o
passo seguinte seria a descriminalização da pedofilia, mais louco
ainda. Se o pessoal simplesmente lesse os debates entre os guias
iluminados do movimento revolucionário, saberia que estão na fila de
espera, para ser legitimados como condutas normais e inatacáveis, o
incesto, a necrofilia e o canibalismo. Olavo de Carvalho · Em
menos de dez anos, ser contra o canibalismo defendido pelo Richard
Dawkins será nazismo. Ou dizer isso é teoria da conspiração? Doris Lessing - "A mais poderosa tirania mental naquilo que
chamamos de mundo livre é o Politicamente Correto, que é tanto e
imediatamente evidente, observado em toda parte, quanto invisível, qual
um gás venenoso, pois suas influências estão frequentemente distantes da
fonte originária, manifestando-se como uma intolerância generalizada
(...) O problema é que as pessoas que precisam da rigidez, dos dogmas,
das ideologias são sempre as mais estúpidas, portanto o Politicamente
Correto é uma máquina auto-perpetuadora de afastar os inteligentes e os
criativos.” http://obrasileouniverso.blogspot.com/2013/11/censura.html
SOLIDÃO ORGANIZADA
A atomização da massa na sociedade soviética foi conseguida pelo uso de repetidos expurgos que invariavelmente precediam o verdadeiro extermínio de um grupo. A fim de destruir todas as conexões sociais e familiares, os expurgos eram conduzidos de modo a ameaçarem com o mesmo destino o acusado e todas as suas relações, desde meros conhecidos até os parentes e amigos íntimos. A “culpa por associação” é uma invenção engenhosa e simples; logo que um homem é acusado, os seus antigos amigos se transformam nos mais amargos inimigos: para salvar a própria pele, prestam informações e acorrem com denúncias que “corroboram” provas inexistentes. Em seguida, tentam provar que a sua amizade com o acusado nada mais era que um meio de espioná-lo e delatá-lo como sabotador, trotskista, espião estrangeiro ou fascista.
CPI DAS FAKE NEWS -
Bem, quem não é favorável à liberdade de expressão também não é favorável à democracia que só é viável se houver a fiscalização do povo sobre os poderes. Fiscalização que agora só pode ser realizada atravéz da comunicação intensa das redes e da liberdade de informar e ser informado, de alertar e ser alertado.
E quem vai determinar o que é mentira? E, se vão criminalizar as mentiras, os boatos, hipóteses, suspeitas, opiniões, devem também criminalizar a ocultação da verdade feita pela grande mídia, autoridades e pelo próprio Google. Este é o problema: se não há verdades circulando, não há anticorpos para confrontar o mal. Só há mentiras demais quando há verdades de menos. Simples assim.
O Google faz uma triagem política pró esquerda. Quem vai compensar os danos causados por isso?
Deem uma olhada no artigo do Epoch Times:
Google, Facebook e Twitter deixam de ser plataformas de liberdade de expressão e passam a adotar censura de acordo com documento do Google
O documento diz que as empresas atenderam os pedidos de usuários, governos e anunciantes que exigem maior censura
https://www.epochtimes.com.br/google-facebook-e-twitter-deixam-de-ser-plataformas-de-liberdade-de-expressao-e-passam-a-adotar-censura-de-acordo-com-documento-do-google/
*
O SUMIÇO DAS INFORMAÇÕES É O FATOR DECISIVO NA TRAGÉDIA BRASILEIRA
Falamos dos setenta mil homicídios anuais, e o santarrão esquerdista nos responde:
-- É, mas e a Marielle?
Falamos do roubo de oito trilhões de reais, e ele retruca:
-- É, mas e o Queiroz?
Falamos da proibição do anticomunismo nas escolas, e ele nos devolve: -- É, mas e campanha contra o Queer Museum?
Quando vão perceber que o único objetivo desse tipinHo é a completa
destruição do senso das proporções, a total eliminação da inteligência
moral?
* Tenho
a impressão de que no Brasil o distúrbio fronteiriço de personalidade é
endêmico: as pessoas entendem as coisas no momento em que você as
explica, mas não conseguem transmutar esse entendimento em consciência,
portanto muito menos em ações. Olavo de Carvalho
CENSURA - FACEBOOK, GOOGLE, TWITTER - QUEREM PATOLOGIZAR USO DE REDES SOCIAIS - TERÇA LIVRE https://youtu.be/Gqbk_bDJmVY
*
PMB - (...) A gente se perde. François-Bernard Huyghe, o que realmente significa a palavra “desinformação”? FBH
- Primeiro o sentido mais técnico: aqui o conceito de desinformação
existe com um significado muito preciso. Nos campos da cibernética, das
ciências da comunicação, falamos da desinformação como um distúrbio da
comunicação: má recepção de dados. Indo um passo adiante, Watzlavick faz
experimentos de laboratório sobre desinformação. Paul Watzlavick,
pesquisador do Mental Research Institute, é considerado na França o
líder da escola de psicoterapia de Palo Alto, cujos fundamentos são
diametralmente opostos à psicologia tradicional e à terapia freudiana: A
logic of communication, Seuil, 1974; Changes, Paradoxes and
Psychotherapy, Threshold 1980. Sua abordagem pragmática consiste em
"manipular" os pacientes, modificando sua visão do mundo e dos outros,
até que restaurem um estado estável de suas relações com os outros e
lhes dê a sensação de estarem curados. Algumas escolas de negócios,
incluindo na França, ensinam os métodos de Paul Watzlawick para
aplicá-los a negócios e relações corporativas, estudando a reação de
porquinhos-da-índia, animais ou humanos, a experimentos manipulados.:
Por exemplo, são oferecidas aos seres humanos uma série de números que
devem ser fez sentido; na verdade não há sentido nessas séries, mas se
os participantes fingirem encontrar um, eles são encorajados a
interpretar mal por recompensas. O objetivo é medir como o cérebro
humano é capaz de criar um sistema de interpretação coerente, mas
delirante, a partir de dados arbitrários e aleatórios. (...) " "Ainda sobre a "desinformatzia", agora em francês..."
Quando Andrew Lobaczewski chegou aos EUA, os americanos lhe perguntavam "O que os políticos têm a ver com psiquiatria?", pois não imaginavam o quanto o estudo e a prática das ciências da mente eram politicamente controlados e censurados nos países comunistas. E a dificuldade maior para ele foi explicar que uma das principais razões é a necessidade dessas ditaduras de ocultar sua própria natureza patológica e psicopática e a de seus líderes. Outra é a de ter à mão diagnósticos fabricados especificamente para perseguir opositores políticos e inverter a própria noção de normalidade.
Hoje, em nosso país, já podemos detectar os mesmos passos, adaptados, nessa direção. O Judiciário já legisla e usa categorias artificiais politicamente corretas, sob medida para enquadrar e criminalizar pessoas direitas: Jair Bolsonaro, Carla Zambelli e outros. O STF é um braço da ditadura e pratica uma justiça flagrantemente seletiva, arbitrária, e mesmo contrária à lei, como no caso de Eduardo Cunha e do impeachment (quando o min. Barroso foi filmado mentindo na cara dura para justificar a mão do Judiciário desautorizando a decisão do Legislativo). Enfim, absurdos incessantes que escandalizariam qualquer país livre, democrático, com imprensa REAL.
Abaixo, alguns parágrafos do livro PONEROLOGIA: PSICOPATAS NO PODER, de Lobaczewski.
PSICOLOGIA E PSIQUIATRIA SOB O DOMÍNIO PATOCRÁTICO ANDREW LOBACZEWSKI
Tanto internamente quanto fora das fronteiras dos países afetados pelo fenômeno aqui descrito, um sistema objetivo e consciente de controle, terror e desvio de atenção é então colocado em prática. Quaisquer artigos científicos publicados sob tais governos, ou importados de fora, devem ser monitorados para a certificação de que não contenham qualquer informação que poderia ser perigosa para a patocracia. Especialistas com talento superior se tornam objetos de chantagem e controle malicioso. Isso, é claro, faz com que os resultados obtidos se tornem inferiores em relação a essas áreas da ciência. Logicamente, a operação inteira deve ser gerenciada de forma a evitar atrair a atenção da opinião pública de países com as estruturas do humano normal. Os efeitos de tal "desacato" poderiam ir muito longe. Isso explica porque as pessoas que são pegas fazendo trabalhos investigativos nessa área são destruídas na surdina, e as pessoas suspeitas são forçadas ao exílio, para lá se tornarem objeto de campanhas de assédio apropriadamente organizadas. As batalhas são então travadas em frentes secretas que podem ser reminiscentes da Segunda Guerra Mundial. Os soldados e líderes, lutando em vários planos, não estavam cientes de que seus destinos dependiam muito mais do resultado de outra guerra, travada por cientistas e outros soldados, cujo objetivo era impedir os alemães de produzirem a bomba atômica. Os Aliados venceram essa batalha e os Estados Unidos se tornaram o primeiro a possuir essa arma letal. No presente, contudo, o Ocidente continua perdendo as batalhas políticas e científicas nessa nova frente secreta. Lutadores solitários são considerados estranhos, a assistência lhes é negada, e são forçados a trabalhar duro para ganhar seu pão. Enquanto isso, o cavalo de Tróia ideológico continua invadindo novos países. Um exame da metodologia de tais batalhas, tanto nas frentes internas como nas externas, aponta para aquele conhecimento patocrático específico, tão difícil de se compreender à luz dos conceitos da linguagem natural. Assim, para estar apto a controlar as pessoas e aquelas áreas da ciência relativamente não popularizadas, deve-se saber, ou ter a habilidade de perceber, o que está acontecendo e quais fragmentos da psicopatologia são mais perigosos. O examinador dessa metodologia se torna também ciente dos limites e imperfeições desse autoconhecimento e prática, ou seja, as fraquezas, os erros e os lapsos do outro lado, e pode gerenciá-los de forma a tirar vantagem deles.
Em nações com sistemas patocráticos, a supervisão sobre as organizações culturais e científicas é designada a um departamento especial de pessoas especialmente confiáveis, um "Escritório Sem Nome" composto quase inteiramente de pessoas relativamente inteligentes que revelam traços psicopáticos característicos. Essas pessoas devem ser capazes de completar seus estudos acadêmicos, embora às vezes forçando os examinadores a atribuírem avaliações generosas. Seus talentos são geralmente inferiores aos dos estudantes medianos, especialmente em relação à ciência psicológica. Apesar disso, eles são recompensados pelos seus serviços pela obtenção de graus e posições acadêmicas, e têm permissão para representar seus países perante a comunidade científica no exterior. Como são indivíduos especialmente confiáveis, permite-se que eles não participem das reuniões locais do partido e até mesmo evita-se completamente que eles se associem. Em caso de necessidade, eles podem assim passar como apartidários.
A essência da psicopatia não pode, é claro, ser pesquisada ou elucidada. A escuridão é lançada sobre esse assunto por meio de uma definição de psicopatia deliberadamente concebida, que inclui vários tipos de transtornos de caráter, junto com aqueles originados por causas completamente diferentes e conhecidas. Essa definição deve ser memorizada não somente por cada professor acadêmico em psicopatologia, psiquiatria e psicologia, mas também por alguns funcionários políticos com nenhuma educação na área. Essa definição deve ser usada em todas as aparições públicas, sempre que, por alguma razão, seja impossível evitar o assunto.
* *
Naquela outra realidade, a frente de batalha atravessa cada estudo de psicologia e psiquiatria, cada hospital psiquiátrico, cada centro de consulta de saúde mental e a personalidade de cada um que trabalhe nessas áreas. O que acontece lá: duelos verbais escondidos, contrabando de informações e realizações verdadeiramente científicas, e assédio.
* As ações e reações de uma pessoa normal, suas idéias e critérios morais, tudo, muito freqüentemente, atinge os indivíduos anormais como sendo algo anormal. Pois se uma pessoa com algum desvio psicológico se considera normal, o que é de fato significativamente mais fácil se ela possuir autoridade, então ela considerará uma pessoa normal como diferente e portanto anormal, na realidade ou como resultado do pensamento conversivo. Isso explica porque o governo dessas pessoas sempre terá a tendência de tratar qualquer dissidente como "mentalmente anormal". Operações como direcionar uma pessoa normal ao diagnóstico de uma doença psicológica e fazer uso das instituições psiquiátricas para esse propósito acontecem na maioria dos países em que tais instituições existem. A legislação contemporânea que recai sobre os países dos homens normais não é baseada em um entendimento adequado da psicologia de tal comportamento, e assim não institui uma medida preventiva o suficiente contra ele.
* Por outro lado, qualquer sistema no qual o abuso da psiquiatria para razões alegadamente políticas se torne um fenômeno comum deve ser examinado à luz de critérios psicológicos similares, extrapolados para uma escala macrossocial. Qualquer pessoa que se rebele internamente contra um sistema governamental, que sempre chegará a ela como sendo estranho e difícil de entender, e que seja incapaz de esconder isso muito bem, será facilmente designada pelos representantes de tal governo como "mentalmente anormal", alguém que deve ser submetido a tratamento psiquiátrico. Uma psiquiatria degenerada moralmente e cientificamente se torna uma ferramenta facilmente utilizada para esse propósito. Assim nasce um método único de terror e tortura humana, desconhecido até mesmo pela polícia secreta do czar Alexandre II.
O abuso da psiquiatria para objetivos que já conhecemos deriva assim da natureza mesma da patocracia, como um fenômeno psicopatológico macrossocial. Afinal de contas, essa mesma área de conhecimento e tratamento deve primeiro ser degradada com o objetivo de prevenir que ela coloque em risco o próprio sistema pelo anúncio de um diagnóstico dramático.
A patocracia sente-se crescentemente ameaçada por essa área sempre que há progresso nas ciências médicas ou psicológicas. Uma percepção específica desses assuntos ordena assim que a patocracia esteja "conceitualmente alerta" nessa área. Isso também explica porque alguém que seja ao mesmo tempo muito conhecedor dos assuntos nessa área e muito distante do alcance imediato dessas autoridades possa ser acusado de qualquer coisa que foi fabricada, inclusive de anormalidade psicológica.
HANNAH ARENDT - IDEOLOGIA E TERROR: UMA NOVA FORMA DE GOVERNO
"Sempre que galgou o poder, o totalitarismo criou instituições políticas
inteiramente novas e destruiu todas as tradições sociais, legais e
políticas do país. Independentemente da tradição especificamente
nacional ou da fonte espiritual particular da sua ideologia, o governo
totalitário sempre transformou as classes em massas, substituiu o
sistema partidário não por ditaduras unipartidárias, mas por um
movimento de massa, transferiu o centro do poder do Exército para a
polícia e estabeleceu uma política exterior que visava abertamente ao
domínio mundial. Os governos totalitários do nosso tempo evoluíram a
partir de sistemas unipartidários; sempre que estes se tornavam
realmente totalitários, passavam a operar segundo um sistema de valores
tão radicalmente diferente de todos os outros que nenhuma das nossas
tradicionais categorias utilitárias — legais, morais, lógicas ou de bom
senso — podia mais nos ajudar a aceitar, julgar ou prever o seu curso de
ação." - "Origens do Totalitarismo"
*
OLAVO DE CARVALHO - "Homofóbico" é um insulto gravíssimo, e quem o profere tem de ir para a cadeia, a não ser que prove a veracidade do qualificativo, isto é, mostre que o insultado tem horror e ódio irracional aos homossexuais ao ponto de cometer violência contra eles -- um sintoma psiquiátrico que existe, mas é tão raro quanto qualquer outra tendência patológica à maldade e ao crime. Usar termos técnicos de psiquiatria, de ciência política ou de sociologia como puros insultos em vez de restringir o seu emprego à função descritiva é, desde logo, aviltar o conhecimento científico para tirar dele vantagem ilícita. É talvez o tipo mais disseminado de fraude hoje em dia no Brasil, e praticá-lo é o que mais se ensina nas nossas universidades. Releiam o meu post sobre o termo "fascista" e vejam o estado de demência a que o uso abusivo dessa palavra está criando no Brasil." "Quando uma boa meia-dúzia tiver ido parar na cadeia por abusar do termo "homofóbico", essa merda vai acabar." https://www.facebook.com/carvalho.olavo/
Todo mundo tem algum senso instintivo do que é normal e são, mas não sabe expressá-lo em palavras, nem usualmente é desafiado a fazê-lo. O desafio aparece quando, em épocas de crise, sentindo afrouxar-se os freios do costume e da autoridade, os interessados na promoção de alguma anormalidade específica se erguem dos bas-fonds da sociedade e partem para o ataque frontal à própria noção de normalidade e sanidade. http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15634-2015-01-20-22-11-15.html
O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista.Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060105jb.htm
PMB - (...) A gente se perde. François-Bernard Huyghe, o que realmente significa a palavra “desinformação”? FBH
- Primeiro o sentido mais técnico: aqui o conceito de desinformação
existe com um significado muito preciso. Nos campos da cibernética, das
ciências da comunicação, falamos da desinformação como um distúrbio da
comunicação: má recepção de dados. Indo um passo adiante, Watzlavick faz
experimentos de laboratório sobre desinformação. Paul Watzlavick,
pesquisador do Mental Research Institute, é considerado na França o
líder da escola de psicoterapia de Palo Alto, cujos fundamentos são
diametralmente opostos à psicologia tradicional e à terapia freudiana: A
logic of communication, Seuil, 1974; Changes, Paradoxes and
Psychotherapy, Threshold 1980. Sua abordagem pragmática consiste em
"manipular" os pacientes, modificando sua visão do mundo e dos outros,
até que restaurem um estado estável de suas relações com os outros e
lhes dê a sensação de estarem curados. Algumas escolas de negócios,
incluindo na França, ensinam os métodos de Paul Watzlawick para
aplicá-los a negócios e relações corporativas, estudando a reação de
porquinhos-da-índia, animais ou humanos, a experimentos manipulados.:
Por exemplo, são oferecidas aos seres humanos uma série de números que
devem ser fez sentido; na verdade não há sentido nessas séries, mas se
os participantes fingirem encontrar um, eles são encorajados a
interpretar mal por recompensas. O objetivo é medir como o cérebro
humano é capaz de criar um sistema de interpretação coerente, mas
delirante, a partir de dados arbitrários e aleatórios. (...) " "Ainda sobre a "desinformatzia", agora em francês..."
*
Quem atirou a verdade no lixo? A esquerda:
Iurii
Piatakov: "Um bolchevique verdadeiro submergiu
a tal ponto sua personalidade na coletividade, "o Partido", que pode
fazer o esforço para desligar-se das próprias opiniões e convicções...
Ele deve estar pronto para acreditar que preto é branco e que branco é
preto, se o Partido assim o exigir." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/o-crime-de-ter-vida-privada-orlando.html
* O livro "A NOVA CLASSE", de Milovan Djilas, tem uma passagem interessante no capítulo "Tirania do Espírito", sobre a busca de uma IGUALDADE na visão de mundo e o controle insano da atividade do pensamento nas sociedades comunistas: "Por outro lado, a discriminação ideológica nos sistemas comunistas tem a finalidade de proibir outras idéias e de impor as suas. São duas surpreendentes formas de tirania inacreditável, total. O pensamento é a mais criadora das forças: descobre o que é novo. O homem não pode viver nem produzir se não pensar e meditar. Mesmo que possam negá-lo, os comunistas são forçados a aceitar, na prática, esta verdade. Por isso, procuram tornar impossível o predomínio de outro pensamento que não seja o deles. O homem pode renunciar a muitas coisas, mas tem necessidade de pensar e comunicar seus pensamentos. É um sofrimento profundo ser compelido a silenciar quando se tem necessidade de expressão. OBRIGAR O HOMEM A NÃO PENSAR, A EXPRESSAR PENSAMENTOS QUE NÃO SÃO OS SEUS, É A PIOR FORMA DE TIRANIA. A limitação da liberdade de pensamento não constitui apenas um ataque a direitos sociais e políticos específicos, mas também ao próprio ser humano como tal." "A proposição de que o marxismo é um método universal, proposição que os comunistas têm obrigação de defender, leva na prática a uma tirania em todos os campos de atividade intelectual”. Milovan Djilas – “A Nova Classe” GOVERNO OPACO + POVO TRANSPARENTE = DITADURA
Estas
“clínicas” são a consequência lógica do que venho denunciando há anos: a
invasão das instituições psicanalíticas, psiquiátricas e psicológicas
pelo marxismo cultural, baseado nas teses da Escola de Frankfurt e seus
principais expoentes.
A
Omissão da Verdade do Ministério da Injustiça acabou de perpetrar mais
uma manobra tipicamente soviética: a Clínica do Testemunho. Dá vontade
de rir e até parece uma psico-palhaçada, mas é para valer, uma forma
tipicamente soviética de angariar “testemunhos” dos que pleiteiam uma
vida boa sem trabalhar auferindo mimos da anistia a guerrilheiros e
terroristas que queriam levar este país a um paraíso à cubana.
No jornal O Globo (onde mais?) de domingo (19), sob o pomposo título “Tocando as feridas em busca da redenção”,fala-se
que os “torturados da ditadura procuram clínica do testemunho,
oferecidas pelo governo para aprender a lidar com o que viveram”.
Tadinhos, não? Só queriam o bem de nosso país e os malvados militares os
prenderam e torturaram sem nenhum motivo, só por sadismo típico de
milicos! Eles nem conseguiam falar sobre o que aconteceu de tão
traumatizados! Mas, felizmente, o governo da República popular
socialista conseguiu alguns pseudo-psicanalistas abnegados que,
gratuitamente, os ajudam a “superar seus traumas”. Quatro “testemunhos”
são relatados. No mínimo um parece palhaçada, pois acusam os milicos de
responsáveis por seu pai cornear sua mãe e estabelecer nova família na
região do Araguaia, onde pacificamente lutavam pela reforma agrária!
Atenção esposas corneadas do Brasil, uni-vos e entrem com pedido de
indenização porque a culpa é dos milicos! Palhaçada? Não, não é: é
método soviético de extorquir informações da mesma forma que se fazia
nos famosos “julgamentos de Moscou” na década de 30.
Outro
se declara um herói: como sua clandestinidade ameaçava sua família,
entregou-se heroicamente no I Exército, hoje Comando Militar do Leste.
Todos
os quatro - e pode-se imaginar quem mais procura esta “clínica” -,
faziam parte de respeitáveis instituições democráticas: Ala Vermelha do
Partido Comunista, VAR-Palmares, guerrilha do Araguaia e Vanguarda
Popular Revolucionária (VPR).
Por
que será que os milicos implicaram com pessoas tão bondosas e abnegadas
que só pensavam no bem do Brasil, militantes em tais instituições
beneficentes, comparáveis às Santa Casas e Beneficências que viviam à
custa de santos doadores como Fidel Castro, Mao Zedong, Nikita Kruschev,
Leonid Brejnev, Yuri Andropov e tantos outros incontáveis que só
queriam o bem da humanidade, eliminando todos os desgraçados
exploradores do povo (“apenas” cerca de 130 milhões). Milicos malvados! É
claro que pessoas tão bondosas tenham ficado traumatizadas (a teoria do
trauma foi abandonada há mais de cem anos!) com a incompreensão de suas
maravilhosas intenções e os julgassem apenas assassinos, ladrões,
sequestradores e o escambau!
Uma pérola da reportagem:
“os trabalhos clínicos são acompanhados por um trabalho teórico que
servirá como uma espécie de guia para o tratamento não apenas de outras
vítimas da ditadura como o das vítimas da “ditadura social que existe
até hoje, dos Amarildos, decorrentes de uma ainda forte repressão”,
comenta Maria Beatriz Vannuchi, “psicanalista” (sic) de São Paulo, que acrescenta: Precisamos lidar de forma mais abrangente com esta catástrofe social”.
Ué,
desde 85 não tem mais milicos no poder e há dez anos o PT está lá! Como
pode? Aí estamos de acordo: desde 85 o Brasil vive uma catástrofe
social de grande envergadura, cada vez mais aprofundada pelo petismo,
depois do desastre do tucanato!
Será
coincidência que tantas notícias sobre a “ditadura” surjam
recentemente, logo quando os milicos e os civis reacionários se preparam
para comemorar os 50 anos da Contra-Revolução de 1964?
* * *
Estas
“clínicas” são a consequência lógica do que venho denunciando há anos: a
invasão das instituições psicanalíticas, psiquiátricas e psicológicas
pelo marxismo cultural, baseado nas teses da Escola de Frankfurt e seus
principais expoentes: Erich Fromm, Herbert Marcuse e também pela
influência direta de analistas formados em Buenos Aires, onde estudaram
com Marie Langer a qual, de psicanalista virou guerrilheira na Nicarágua
sandinista. Outra fonte veio da Inglaterra por um grupo que levou para
um congresso em Cuba um “trabalho” em que louvava os excelentes cuidados
prestados pelo governo cubano, que eliminava a necessidade de
tratamento para os nascidos depois da revolução que seriam, pelos bons
tratos que lhes eram dispensados, mentalmente sadios. Tais instituições
tornaram-se filiadas ao comunismo, contando inclusive com ensino de
marxismo e o patrulhamento ideológico típico dos comunistas, o que foi
uma das razões de eu ter me afastado de todas elas.
PMB - (...) A gente se perde. François-Bernard Huyghe, o que realmente significa a palavra “desinformação”? FBH
- Primeiro o sentido mais técnico: aqui o conceito de desinformação
existe com um significado muito preciso. Nos campos da cibernética, das
ciências da comunicação, falamos da desinformação como um distúrbio da
comunicação: má recepção de dados. Indo um passo adiante, Watzlavick faz
experimentos de laboratório sobre desinformação. Paul Watzlavick,
pesquisador do Mental Research Institute, é considerado na França o
líder da escola de psicoterapia de Palo Alto, cujos fundamentos são
diametralmente opostos à psicologia tradicional e à terapia freudiana: A
logic of communication, Seuil, 1974; Changes, Paradoxes and
Psychotherapy, Threshold 1980. Sua abordagem pragmática consiste em
"manipular" os pacientes, modificando sua visão do mundo e dos outros,
até que restaurem um estado estável de suas relações com os outros e
lhes dê a sensação de estarem curados. Algumas escolas de negócios,
incluindo na França, ensinam os métodos de Paul Watzlawick para
aplicá-los a negócios e relações corporativas, estudando a reação de
porquinhos-da-índia, animais ou humanos, a experimentos manipulados.:
Por exemplo, são oferecidas aos seres humanos uma série de números que
devem ser fez sentido; na verdade não há sentido nessas séries, mas se
os participantes fingirem encontrar um, eles são encorajados a
interpretar mal por recompensas. O objetivo é medir como o cérebro
humano é capaz de criar um sistema de interpretação coerente, mas
delirante, a partir de dados arbitrários e aleatórios. (...) " "Ainda sobre a "desinformatzia", agora em francês..."