TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
* * * *
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
A
esquerda tem esse componente antidemocrático em seu DNA, o da
"igualdade" que impede de conviver com as diferenças. Ela precisa
exterminar tudo o que não é ela. As democracias precisam da verdade, que
orienta o confronto das diferenças. A esquerda não reconhece a verdade
como critério, só o poder. Somente a sociedade que tem a VERDADE como critério fundamental pode suportar a diversidade de pensamento.
Totalitários
negam que através da liberdade e do confronto de idéias
chegamos ao conhecimento e a uma ordem social. Liberdade para
eles equivale a caos, e caos é aquilo que eles não podem comandar. Controlar a
informação, impedir a livre
comunicação entre pessoas é MARCA REGISTRADA dessa gente.
*
Uma sociedade que tem um fundamento no Logos pode tolerar a liberdade e a diversidade de pensamento, porque a verdade orienta o os embates de idéias.Quando
os ditadores de plantão começam a censura a questionamentos, à opinião,
a divergências, significa que estão a defender idéias que não resistem
ao confronto, que são apenas palavras, teatro, manipulação, etc., coisas
do pai da mentira.
Professor Gabriel Giannatasio fala sobre intolerância ideológica, perseguição e totalitarismo nos ambientes universitários dominados pela esquerda
O Conexão KGB de hoje vai debater um assunto praticamente ignorado pela mídia, mas que constitui uma realidade evidente e deplorável: a intolerância ideológica nas universidades públicas brasileiras. Todos os dias professores e estudantes conservadores são submetidos a perseguições, ataques, cancelamentos e toda sorte de injustiças em instituições dominadas e aparelhadas pela ideologia esquerdista.
Para falar sobre esse tema, convidamos o professor Gabriel Giannattasio, co-autor e organizador de “O Livro Proibido – Totalitarismo, Intolerância e Pensamento Único na Universidade”, que acaba de ser lançado pela Editora E.D.A. Gabriel Giannatasio é graduado, mestre, doutor e pós-doutor em História e docente concursado da Universidade Estadual de Londrina (UEL) desde 1995. Fundador do projeto A Casa da Tolerância ― cujo nome original foi censurado ―, o professor Gabriel tem vários livros publicados em sua área de estudos, mas nenhum deles, segundo o próprio autor, tem a mesma importância desse “Livro Proibido”.
Não é só o lobby da farmáfia que está em guerra contra a cloroquina,
mas também os interesses comunoglobalistas em usar a pandemia como uma
catástofre global que impõe a passividade politicamente correta ao povo
diante de medidas autoritárias permanentes, o "novo mormal". Ou seja, a
pandemia, ou o aquecimento global, ou o asteróide X, ou a invasão
extraterrestre, qualquer ameaça global serve para nos tirar direitos e
liberdades e transferir PODER para esses psicopatas. E quanto mais
morrer gente, melhor, porque os regimes socialistas controlam pelo medo. Verifique em IRON MOUNTAIN REPORT e TÉCNICA CRIAR PROBLEMA E PROPOR A SOLUÇÃO O fato é que aqueles que não se importam em matar nem temem o
totalitarismo, ao contrário, estão lucrando de todas as formas com essa
doença.
Todo mundo diz que o normal é haver direita e esquerda. Mas a esquerda usa a "normalidade" democrática para eliminar a direita. E essa agressão é executada na surdina, na calada, com crescente controle da informação. Por isso, antes de tudo, a sociedade precisa SABER o que é a esquerda para decidir se quer abrigar um movimento antidemocrático.
*
Nazismo é coletivista, concentra poder na mão do
Estado, é socialismo. Comunistas não podem dispensar um disfarce, jogam suas feiuras
em cima dos outros e roubam seus méritos.
Gente, é muito
simples: a mentira favorece a esquerda e a verdade favorece a direita. A
direita se baseia em conhecimento, e a esquerda, em poder.
*
Quando os comunistas sobem ao poder na Rússia em 1917, eles trazem
várias décadas de experiência da clandestinidade e nenhuma experiência
da política "normal", da legalidade democrática vigente nos maiores
países europeus e na América. A conseqüência imediata foi que levaram
para o governo as técnicas e hábitos da luta clandestina. "Governo
revolucionário", no caso, veio a significar: governo por meios de ação
clandestinos: ocultação, traição, engodo, perfídia. O lutador
clandestino é aquele que se permite tudo, que não tem compromisso com
nenhuma ordem legal ou moral exterior, que inventa livremente sua regra
conforme os interesses e contingências da luta pelo poder. O que
distinguiu o poder soviético nascente foi menos o emprego da violência
do que o caráter deliberado e calculista da sua brutalidade. Lênin e
Djerzhinzski, o chefe da polícia secreta, estavam persuadidos de que a
violência funcionava sobretudo pelo seu impacto psicológico, pelo terror
que infundia às multidões. Por isto adotaram métodos de uma crueldade
que, para a opinião pública civilizada, era simplesmente inimaginável. http://www.olavodecarvalho.org/semana/clandest.htm
Embora tendo a seu serviço uma quantidade enorme
de organizações e partidos de massa, o comunismo
é substancialmente um movimento clandestino, cujo comando
e cujos planos de ação devem permanecer invisíveis
aos profanos, mesmo nas épocas de legalidade em que
várias organizações comunistas atuam
publicamente sem sofrer a menor perseguição.
O primado da elite clandestina sobre a liderança visível
é, pelo menos desde Lênin, uma cláusula
pétrea da estratégia comunista. É impossível
compreender essa estratégia e as táticas que
a implementam levando em conta somente a atuação
ostensiva dos líderes comunistas mais visíveis
em cada país, sem acesso às discussões
internas e às conexões internacionais de cada
organização. http://www.olavodecarvalho.org/semana/090403dc.html
Também é
compreensível que ninguém tenha feito apelo mais reiterado e constante
a essa camuflagem do que aquele movimento que, desde suas origens,
assumiu a clandestinidade como condição essencial do seu modo de ação e
a duplicidade escorregadia da dialética como seu linguajar oficial.
Refiro-me, é claro, ao movimento comunista. E mais compreensível ainda
é que essa auto-ocultação sistemática tenha redobrado de eficácia desde
o momento em que Antonio Gramsci ensinou a seus companheiros que a
mentira e o fingimento não eram apenas um instrumento tático, por
obrigatório e consagrado que fosse, mas sim a própria natureza íntima,
a essência e a chave do processo revolucionário como um todo. http://www.olavodecarvalho.org/semana/120621dc.html
Infiltração, espionagem, delação, boicote moral podem ser necessários e
inevitáveis a um movimento de oposição que queira sobreviver numa
ditadura. Em regime de liberdade, são práticas intoleráveis,
principalmente em políticos que posam de professores de ética. Quando os
apóstolos da ética citam como um exemplo para o Brasil o que os
americanos fizeram com Nixon após o caso Watergate, esquecem de dizer
que Nixon não caiu por causa de um desvio de verbas, mas por causa da
prática de espionagem. Se a corrupção é um crime, a espionagem é um ato
de guerra, que destrói, pela base, o edifício democrático. http://www.olavodecarvalho.org/livros/nept.htm
O que o sr. presidente admite nesses trechos é que:1º. O Foro de São
Paulo é uma entidade secreta ou pelo menos camuflada ("construída...
para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas
entendessem qualquer interferência política"). http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm
Reduzir o leque das opções políticas a uma disputa entre comunistas e
socialdemocratas tem sido há meio século o objetivo constante dos
bilionários inventores da Nova Ordem global. O Brasil de hoje é o
laboratório dos seus sonhos. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html
A censura entra, a diversidade é suprimida e a mentira é aceita. Porque é o que sobra.
PROJECT SYNDICATE: O ORÁCULO DE GEORGE SOROS https://conspiratio3.blogspot.com/2017/12/projeto-credibilidade-grande-imprensa.html
* Sobre George Soros Israel
legitimou a crítica a George Soros, nascido judeu, que se autodeclarou
católico aos 14 anos para o seu amante na Hungria ocupada, um oficial
nazista, tornando-se um colaboracionista nazi de primeira linha, pois
que indicava à SS onde se encontravam as
famílias judias escondidas e os seus bens, confiscados, antes de serem
enviados aos campos de concentração, como escravos, de início, até que
caquéticos, pela idade, desnutrição, maus tratos e doenças, viravam
cinzas no fornos crematórios.
No início do ano 2000,
Soros deu uma entrevista ao "60 minutes", e respondendo às indagações
de seu entrevistador, não somente admitiu expressamente ter sido o
alcaguete judeu de famílias judias na Hungria ocupada, bem como que
participou sim do butim, com o seu amante nazista, dos bens e do
dinheiro confiscados dos compatriotas judeus (o que constituiu a base de
sua fortuna pessoal no pós-guerra, erigida sobre o sangue e as lágrimas
de seu povo, que ajudou a roubar e massacrar), e que não se arrependia
do quanto fizera, até porque declarada e confessadamente ateu.
Israel
reconheceu que Soros, "de forma sistemática, mina os governos
israelenses democraticamente eleitos, financiando organizações que
difamam o estado israelense e que negam o seu direito de autodefesa",
tarde demais, pois que Soros, por seus atos, e por ser judeu de origem,
tem sido ele o motor turbinado do crecente antissemitismo que impera na
Hungria e, de certa forma, em toda a Europa Ocidental, pelo fato que a
cada quatro deputados europeus, de diferentes nacionalidades, um é
ligado a Soros, impondo políticas representativas do chamado
multiculturalismo étnico e cultural no Parlamento Europeu, causa maior
da franca decadência, em todos os níveis e classes sociais da Europa, do
modo de viver europeu.
O DOJ (Departamento de
Justiça dos EUA) recebeu ano passado uma petição firmada por 67 mil
pessoas instando o governo a USA a declarar George Soros e todas as suas
organizações e membros de sua equipe, como sendo uma organização
terroristas, requerendo que todos os seus bens pessoais e de suas
organizações sejam apreendidos.
A petição foi criada
em 20 de agosto e acusa Soros de "desestabilizar" e "cometer atos de
sedição contra os Estados Unidos e seus cidadãos" com a criação de
"organizações discretas" para o fim do "governo constitucional", tendo
por base a sua fortuna, estimada de US$ 25,2 bilhões, coordenando uma
rede de ONGs que estão presentes em mais de 100 países, inclusive o
Brasil sendo que o seu melhor amigo e defensor no Brasil, é FHC. Copiado de Sandra M. P. Carvalho
Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa
*
"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente
anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um
pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando
movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da
retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um
imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e
razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os
Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola,
estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da
Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as
atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de,
até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por
stalinistas na URSS."
(Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela
retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas =
fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os
crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940.
"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em
massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado,
das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à
reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que
acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey
Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções,
Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem
focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e
enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de
direitistas". (Vladimir Tismaneanu)
Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de
genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes,
mantendo sua reputação ilesa: "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio,
incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de
1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os
poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão
de redação objetaram"
(Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)
Eles
cuidam, regam, alimentam algumas plantas, e outras não, para que depois
de um tempo, as favorecidas dominem o jardim. É um método praticado pela
esquerda e pode ser estendido até o extremo do extermínio, como foi
feito na URSS. Fazer parte da patota nefasta é um problema de
sobrevivência no comunismo. "O cerne da matéria era que na União Soviética (assim como em outros
regimes comunistas) a população estava organizada com base em critérios
de exclusão e privações dos direitos civis de acordo com os imperativos
ideológicos e tarefas do desenvolvimento estabelecidos pelo partido.
(...) O princípio do eleito, que era o cerne do da teoria leninista do
sujeito histórico realizando a utopia, refletiu-se nos direitos de
cidadania." "A própria noção de vigilância revolucionária
lançou uma linha tênue entre a exclusão e a eliminação física. No ponto
de radicalização da utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e
Stálin (e outros ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do
"jardim humano", o foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em
extermínio." E, como mostraram Gerlach e Werth no caso
da União Soviética, "quanto mais definida e precisa se tornava a ordem
bolchevique sonhada, tanto maior o número dos que eram excluídos dela à
força". Da mesma maneira, criaram "um mundo de inimigos", e por fim não
havia nenhuma outra solução para a ameaça que esses inimigos imaginados
apresentavam do que a aniquilação física total deles"." Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História
CONTROLE DA INFORMAÇÃO E CENSURA À VERDADE NAS UNIVERSIDADES "As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em
massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado,
das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à
reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que
acreditaram ser uma instrumentalização política do passado." "Jeffrey
Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções,
Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem
focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e
enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de
direitistas". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História") Como apontaram os historiadores J. Arch Getty e Oleg V. Nautmov, "de
acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a
oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração
significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao
regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao
terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História") * "Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão." Olavo de Carvalho
A FABRICAÇÃO DO CRIME E DA CULPA É TÉCNICA COMUNISTA
A campanha de expurgo de certas administrações recrudesceu a partir de 1930, quando Stálin, desejoso de acabar definitivamente com os "direitistas" decidiu demonstrar as ligações destes com os "especialistas-sabotadores". Devidamente instruída por Stalin, a GPU (Polícia Secreta) havia preparado dossiês destinados a demonstrar a existência de organizações anti-soviéticas ligadas entre si. Os investigadores conseguiram extrair "confissões" de um certo número de pessoas presas, tanto sobre seus contatos com "direitistas", quanto sobre sua participação em complôs imaginários para eliminar Stalin e derrubar o regime soviético. As técnicas e os mecanismos de fabricação de casos sobre pretensos "grupos terroristas" estavam perfeitamente afinados desde 1930. (Referência: O Livro Negro de Comunismo)
QUANTO MAIS NOS CENSURAREM, MAIS PODERÃO NOS ACUSAR.
"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em
massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado,
das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à
reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que
acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey
Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções,
Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem
focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e
enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de
direitistas". (Vladimir Tismaneanu)
Analisa a frequente crise da educação brasileira, enfatizando o papel do professor neste contexto. *CONTRATAÇÃO PARA PALESTRAS,
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Prof. Osvaldo Bastos
O que aconteceu no MEC. Resumo dos acontecimentos. https://www.facebook.com/silvio.grimaldo/posts/10156844496310272 Série de posts do Silvio Grimaldo, ex-assessor do ministro Ricardo Vélez, sobre a merda que está virando o MEC https://www.evernote.com/shard/s5/client/snv?fbclid=IwAR0-eKE1r29qlyXAgxi-vZ2VZdcPpm6Xzk8eeqRI_uhg-R3DDRnT0_b7hBk¬eGuid=645367bc-53e1-4a4b-ab0a-38c4bdc685d3¬eKey=48c02b1561ce0ea1&sn=https%3A%2F%2Fwww.evernote.com%2Fshard%2Fs5%2Fsh%2F645367bc-53e1-4a4b-ab0a-38c4bdc685d3%2F48c02b1561ce0ea1&title=S%25C3%25A9rie%2Bde%2Bposts%2Bdo%2BSilvio%2BGrimaldo%252C%2Bex-assessor%2Bdo%2Bministro%2BRicardo%2BV%25C3%25A9lez%252C%2Bsobre%2Ba%2Bmerda%2Bque%2Best%25C3%25A1%2Bvirando%2Bo%2BMEC Este é o boicote, desde dentro do governo, contra a reforma educativa ordenada por Bolsonaro "Uma
das metas mais importantes que Jair Bolsonaro se propôs a cumprir nos
seus primeiros cem dias na Presidência do Brasil, que se completarão na
próxima quarta-feira, 10 de abril, é boicotada por alguns dos seus
próprios funcionários do governo." Na
noite de 3 de abril, quando a minuta da nova PNA estava prestes a ser
formalmente enviada à Casa Civil, através do Sistema de Geração e
Tramitação de Documentos, um homem recém-chegado ao MEC informou que ela
não seria enviada. Esse homem é Ricardo Machado Vieira, um militar
nomeado cinco dias antes ao cargo de secretário executivo do
ministério. Na tarde do dia seguinte, foi convocada uma reunião para novamente discutir o documento com as secretarias de Educação Básica (SEB) e de Modalidades Especializadas da Educação (SEMESPE). Alexandro Ferreira, novo secretário da SEB em lugar de Tânia Leme de Almeida, a qual tinha participado do Grupo de Trabalho, usou de termo chulo para classificar o texto da nova PNA, embora, momentos antes, o ministro Vélez tivera manifestado sua satisfação com o documento. De forma autoritária, o tenente-brigadeiro Machado Vieira, apesar de não ter nem uma semana de ministério, encabeçou o processo de "avaliação" da minuta do PNA, junto com SEB e Semespe. Desse grupo para rever a política que regera a alfabetização no país foi excluído, por incrível que possa parecer, o proprio secretário de Alfabetização e sua equipe técnica. Dessa reunião não veio uma "avaliação" com algumas adaptações, e sim um novo documento que descaracteriza totalmente o original, exclui uma de suas principais contribuições, o uso da abordagem fônica e das evidências científicas, e reintegra elementos que - até agora - deram como resultado uma multidão de analfabetos funcionais.Um texto de consenso, resultado de mais de dois meses de reuniões de um Grupo de Trabalho que envolveu diferentes secretarias, autarquias e fundações do MEC, e que já tinha sido analisado e validado por especialistas da Casa Civil, foi substituído por outro feito em menos de 24 horas. E mais, seu conteúdo vai contra o que foi prometido por Bolsonaro e repetidamente anunciado por Vélez. D'Vox escutou algumas fontes da Casa Civil e do MEC que consideram que o comportamento do brigadeiro recém-chegado, aparentemente com mais poder que o próprio ministro Vélez, é produto de um acordo feito sem o conhecimento do presidente Bolsonaro. Machado Vieira foi enviado ao MEC para ajudar Vélez a colocar a "casa
em ordem" após uma crise desencadeada por um erro do próprio Vélez, que
enviou uma carta inadequada para as escolas do país, e por uma guerra
travada por dois de seus assistentes, coronel Ricardo Wagner Roquetti, e
Luiz Antônio Tozi, seu primeiro secretário executivo.
Ambos defendiam que não deveriam ser feitas mudanças profundas
que irritassem a esquerda enraizada no sistema nacional de educação e
articularam uma ofensiva para eliminar um grupo de funcionários que
queriam uma reforma completa e progressiva, como prometido pelo
presidente. Esse grupo, que levou Vélez a ser nomeado ministro, sofreu uma
intensa campanha suja da mídia, foram rotulados como "radicais" com a
intenção de afastá-los, e foram acusados, de modo infundado e
sistemático, de ser responsáveis por todos os erros que foram cometidos
no ministério.
A imprensa comercial, por sua vez, divulgou que os "radicais"
representavam um perigo para Vélez e eram eles os promotores de uma
"guerra interna".
Roquetti e Tozi perderam a cartada e foram exonerados por ordem
de Bolsonaro, bem como alguns outros funcionários ligados a eles. Machado Vieira, então, teria sido enviado pelo General Santos
Cruz, ministro da Secretaria de Governo, e Hamilton Mourão,
Vice-Presidente da República, para "pacificar" o MEC e acalmar a
imprensa.
Segundo os testemunhos ouvidos por D'Vox, o custo a pagar por
tal trégua seria a cabeça de Nadalim e o desmantelamento do plano de
alfabetização, considerado o primeiro passo a ser dado para realizar uma
reforma real e profunda do sistema de ensino.
Alguns não perdoam o fato de que Vélez, aconselhados pelos
pressupostos "radicais", extinguiu a Secretaria de Educação Continuada,
Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), cujos recursos foram
usados para promover a agenda esquerdista e de gênero, e no seu lugar
criou a Secretaria Alfabetização, entregando-a a Nadalim.
É significativo que a maioria dos funcionários da SECADI - um
ninho de 'progressistas' - fosse acolhida pela Semespe, uma das
secretarias que articulou o golpe contra a primeira minuta da PNA.
Se a minuta express de Machado Vieira se impõe, Bolsonaro estará
assinando e apresentando como uma conquista uma política nacional que
nada muda, mas mantém vivo o velho sistema falido imposto pela esquerda,
petista ou social-democrata, que produziu ao longo de duas décadas
milhões de analfabetos funcionais.
Faltam dois dias para verificar se haverá uma reforma real ou se
as mudanças serão cosméticas, como disse o protagonista de O Leopardo,
de Giuseppe Tomasi di Lampedusa: "algo deve mudar para que tudo fique
igual". https://www.dvox.co/single-post/2019/04/08/Este-e-o-boicote-desde-dentro-do-governo-contra-a-reforma-educativa-ordenada-por-Bolsonaro
Vale lembrar um fato recente no mínimo curioso relativo ao Prof. Abraham Weintraub. Em JUN/17 Onyx Lorenzoni falou em seu discurso ( https://youtu.be/YlKmqTEft4M ) sobre a ajuda técnica que os professores Abraham e Arthur Weintraub estavam dando a Jair Messias Bolsonaro . No mês seguinte, curiosamente, ambos foram processados administrativamente pela UNIFESP, bem como a esposa de Abraham.
Formaram-se comissões e foram feitas até acusações criminais. Sabendo
disto os professores tentaram consultar seus processos, um direito
deles. A UNIFESP negou. Tentaram fazê-lo através de advogados,
negado novamente. Levaram a Prerrogativas da OAB para tentar acessar o
processo, negado.
Justificativa: era um procedimento sigiloso e inquisitorial. Ficaram por
mais de 1 ano com a faca do PAD no pescoço, até que a 4 dias do 2º
turno eleitoral a UNIFESP permitiu que os investigados olhassem seus
processos e depois os arquivou. Esse é apenas um dos fatos que
certamente gabaritam o novo ministro a ter total ciência de como as
coisas funcionam dentro do ambiente acadêmico, majoritariamente dominado
por esquerdistas. A universidade tem que ser plural e livre, essa é a
essência delas. (Repost Eduardo Bolsonaro) Abraham Weintraub é -Professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); -Mestre em Administração na área de Finanças pela FGV. -Graduado em Ciências Econômicas pela USP; -Executivo do mercado financeiro, com mais de 20anos de experiência; -Sócio e diretor na Quest Investimentos; -Diretor Estatutário do Banco Votorantim; -CEO da Votorantim Corretora no Brasil e da Votorantim Securities nos EUA -Membro do comitê de Trading da BM&FBovespa; -Conselheiro eleito da ANCORD; -Membro do Comitê de Macroeconomia da Andima;
*
Olavo de Carvalho · Desejo
toda a sorte do mundo ao ministro Weintraub, e só advirto: se aparecer
algum Croquetti dando palpite, esconda-se no banheiro.
Naomi Yamaguchi Fiz um longo comentário no face do Bernardo Küster sobre o MEC. Como sabem, fiz parte da Equipe de Transição e conheci muitos dos personagens dessa nova edição de "Jogos Vorazes". Velez, Roquetti, Silvio Grimaldo, Nadalin, Coronel Robson, Coronel Márcia, Testa, Marcus Vinícius, Decotelli... E muitos outros personagens que têm a sagacidade de manterem-se nas sombras. Na época, fui rechaçada como se tivesse lepra. O máximo que me falaram
era que o Ministro não se simpatizava comigo. Ou seria o Roquetti? E por
qual razão? Por eu ser também uma brasilianista e logo perceber que o
Ministro podia ser especialista em Pensamento Brasileiro mas não
entendia nada de psicologia nem do brasileiro, nem de criança, nem de
liderança, muito menos de gestão, e que não fazia a mínima ideia do que
era preciso para melhorar o PISA, pois sequer sabia quais eram os
critérios deste teste? Ou será porque eu disse que minha formação era
Estratégia e o Roquetti, que também se dizia estrategista, não gostou de
me ter por perto? Porque eu falei da influência da UNESCO no MEC e o
Roquetti me disse que eu falava demais? Naquela época, outros me viraram as costas, mas não perceberam que
estavam apenas mimetizando os líderes para sobreviverem, instinto básico
dos fracos que não percebem que serão as próximas vítimas. Vale lembrar
que nunca somos tão especiais a ponto de sermos as únicas vítimas de
pessoas de mau-caráter. Quem faz, fará de novo. E quem acha que tudo
bem, pois não foi com ele, quando for a vítima da vez, terá o direito ao
mesmo silêncio dos outros que ainda não sabem que também estão na fila
do abate. Bernardo Küster disse que o Velez traiu a todos. Abaixo meu comentário no face dele: (...) Pedi para o Ministro Velez me dar a oportunidade de mostrar o Método
Singapura pelo menos cinco vezes durante o governo de transição, mas
não houve interesse. Em nenhum momento na transição falamos sobre
Educação, com exceção da alfabetização e das escolas cívico militares. E
isso, por imposição do Bolsonaro para as escolas cívico militares, e
indicação do Nadalin pelo Olavo de Carvalho, via Silvio Grimaldo, para a
alfabetização. NADA, nenhuma visão inspiradora para a nossa educação
veio da dupla Velez-Roquetti.
Aliás, a formação dessa dupla está
mal contada. Segundo o que o próprio Roquetti me contou, eles já
estavam juntos ANTES do ministro Velez ser nomeado. Roquetti nunca
apareceu na equipe de transição sem o Velez, apesar da versão oficial
ser a de que ele era aluno do Olavo, que o apresentou à Bia Kicis e ela o
levou à equipe de transição, onde aos poucos ele isolou e influenciou o
Velez. Ele apareceu em dupla com o Anderson, reitor do ITA, se
apresentando como sub reitor do ITA, onde teria conhecido o Velez anos
atrás, e foram apresentados pelo próprio Velez como seus dois primeiros
confirmados para compor o ministério. Roquetti já era o estrategista do
Velez quando saiu a nota no Antagonista dizendo que a escolha era o
Mozart, e por direcionamento do Roquetti, tomou um avião para Brasília
para esperar a nomeação por aqui. Por isso estava in loco para correr
para o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil, local do governo de
transição) e cuprimentar a equipe de transição uma hora depois da
escolha oficial (eu estou inclusive na foto oficial do dia da nomeação
do Velez). O Velez sempre foi a marionete de algum grupo do qual
o Roquetti faz parte. Qual seria? Apoio à BNCC, briga e perseguição
contra Olavetes, boicote da Lava Jato, abrandamento da luta contra o
globalismo no MEC, submissão à CNE (Conselho Nacional de Educação,
composto por grupos globalistas)? afffff, ainda bem que fui preservada
de participar desse ministério. Pelo jeito os bandidos não gostam de me
ter por perto. Vai ver que viram que minha linhagem era mais para
samurai do que para gueixa, e que eu não me submeteria ao teatro das
tesouras deles. https://www.facebook.com/naomi.greiceyam/posts/10218343042145758
Olavo de Carvalho · Afinal,
quem foi eleito para governar o Brasil foi o cidadão Jair Messias
Bolsonaro ou foi a corporação militar? Toda ambiguidade nessa questão é
criminosa e desastrosa. Na primeira hipótese, os generais são humildes e
obedientes auxiliares do presidente, nem mais nem menos poderosos que
quaisquer civis nomeados para os mesmos cargos. E então entram no
exercícios das suas funções como meros cidadãos comuns e não como
herdeiros do regime militar. Na segunda hipótese, o que temos é uma
retomada do poder pelos generais sob uma camuflagem democrática montada
às custas de um inocente capitão de Exército.
O presidente já é acusado de tirano, então por que se importar com os
críticos? Tá na hora de encarar o problema de frente. Colocar um
interventor na Reitoria da UFRJ será o primeiro passo pra mostrar que
tem coragem pra enfrentar os inimigos do Brasil. Ou deixar tudo como os
presidentes militares fizeram. https://youtu.be/njR4ga6VnzY
*
“A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as
obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro
de referência compartilhado entre as pessoas cultas.”“A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por
um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais
circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída
por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa
medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos
conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são
incapazes de sentir.” Roger Scruton https://www.tercalivre.com.br/por-que-roger-scruton-fara-muita-falta/
"O pesadelo de povos inteiros trucidados ante o olhar indiferente
do mundo e os sorrisos sarcásticos dos bem-pensantes repete-se,
igualzinho ao dos anos 30. Oito milhões de ucranianos
ameaçados por Stalin poderiam ter sobrevivido se o New York Times não
assegurasse que estavam em boas mãos. Seis milhões de judeus poderiam
ter sido poupados, se na Inglaterra o sr. Chamberlain, nos EUA os
comunistas comprados pelo pacto Ribbentropp-Molotov e na França uma
esquerda católica podre, sob a liderança do açucarado Emmanuel Mounier,
não garantissem que Adolf Hitler era da paz. A credibilidade dos
apaziguadores é uma arma letal a serviço dos genocidas. Mas hoje não é
preciso nem mesmo desmentir o horror. Ninguém sabe que ele existe. O
mundo estreitou-se às dimensões de uma telinha de TV, de uma manchete de
jornal. O que não cabe nelas está fora do universo. A mídia elegante
tornou-se o maior instrumento de controle e manipulação jamais concebido
pelos supremos tiranos. Joseph Goebbels e Willi Munzenberg eram apenas
amadores. Acreditavam em propaganda ostensiva, quando hoje se sabe que a
simples alteração discreta do fluxo de notícias basta para gerar nas
massas uma confiança ilimitada nos manipuladores e o ódio feroz a bodes
expiatórios, sem que ninguém pareça tê-las induzido a isso. O tempo das
mentiras repetidas está superado. Entramos na era da inversão total." Olavo de Carvalho http://olavodecarvalho.org/para-alem-da-satira/