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sábado, 18 de abril de 2020

PERSEGUIÇÃO ao Falun Gong na China já dura 21 anos! - Isso é socialismo

EPOCH TIMES Devido à repressão do Partido Comunista Chinês à liberdade de crença, milhões de praticantes do Falun Dafa estão presos em campos de trabalho forçado, onde são submetidos a tortura física e psicológica, e até a extração forçada de órgãos.
Os filhos desses praticantes também se tornaram vítimas da perseguição desumana. Alguns foram expulsos da escola, outros foram presos e outros ficaram órfãos e sem-teto depois que seus pais foram torturados até a morte.
A perseguição ao Falun Gong na China já dura 21 anos!
Por favor, se oponha a essa crueldade e ajude a trazer justiça, esperança e felicidade a essas crianças inocentes.

VÍDEO:  https://www.facebook.com/EpochTimesPT/videos/1142411229434554/

FALUN GONG 
https://www.youtube.com/user/falungongbrasil

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Como o mundo está sendo manipulado pela propaganda da COVID-19 feita pela China – Michael Waller
https://www.epochtimes.com.br/como-o-mundo-esta-sendo-manipulado-pela-propaganda-da-covid-19-feita-pela-china-michael-waller
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DITADURA COMUNISTA CHINESA ASSASSINA CIDADÃOS PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E OPERA NO MERCADO INTERNACIONAL DE TRANSPLANTES FATURANDO MILHÕES DE DÓLARES!
https://conspiratio3.blogspot.com/2014/06/ditadura-comunista-chinesa-assassina.html
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O QUE É VIVER NUM PAÍS COMUNISTA, SEM LEI, SEM DIREITOS: PERSEGUIÇÃO AO FALUN GONG
https://conspiratio3.blogspot.com/2014/07/o-que-e-viver-num-pais-comunista-sem.html
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SOCIALISMO É CONCENTRAÇÃO DE PODER
https://youtu.be/g5yYml8C6nA

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Um modo de ensinar o que é o comunismo é relacionar acontecimentos atuais a outros anteriores, históricos ou recentes, e evidenciar a repetição do padrão, do sórdido modus operandi que expõe a natureza desumana do projeto, seus agentes e o resultado inevitável. 
Comigo isso sempre funcionou. Quando assistia ao True Outspeak, às vezes Olavo de Carvalho explicava: isto aconteceu na revolução francesa, na revolução russa, cubana, eles sempre fazem assim e sempre dá errado... para o povo, as vítimas, claro. 
Se você sabe o que é comunismo, você não adere a ele, você o COMBATE.
 
 

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Vídeo de promoção para Shen Yun 2020 Japão




A Shen Yun Performing Arts é uma empresa de artes cênicas e de entretenimento com sede em Nova York que viaja pelo mundo, [1] produzindo performances de dança em larga escala e, em menor grau, concertos sinfônicos. [2] Uma performance de dança do Shen Yun apresenta com destaque a dança clássica chinesa e danças folclóricas de muitas etnias asiáticas, que são acompanhadas por uma orquestra ao vivo composta por instrumentos ocidentais e chineses. [3] [4] [5] [6] A empresa traduz o nome "Shen Yun" como "a beleza dos seres divinos dançando". [7]

A empresa promove a si mesma como revivendo "5.000 anos da cultura chinesa ", que afirma ter sido quase destruída pelo Partido Comunista da China . [8] [9] O Shen Yun foi fundado em 2006 por expatriados chineses que praticam o Falun Gong , um novo movimento religioso . [10] [11] Apresentações em todo o mundo são organizadas por associações locais do Falun Gong. As apresentações de dança receberam elogios por sua excelência artística, dança perfeitamente sincronizada e apresentação animada para toda a família [12] [13] , mas também foram criticadas por promover doutrinas sectárias e pontos de vista negativos em relação à evolução e ao ateísmo. [14] [15] [16]

https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=https://en.wikipedia.org/wiki/Shen_Yun&prev=search 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O QUE É VIVER NUM PAÍS COMUNISTA, SEM LEI, SEM DIREITOS: PERSEGUIÇÃO AO FALUN GONG




Perseguição ao Falun Gong determina rumos políticos na China
Responsabilização pelos crimes contra o Falun Gong atormentam os líderes chineses Por Stephen Gregory, Epoch Times




O Partido Comunista Chinês (PCC) está travando uma guerra consigo mesmo que ele não pode reconhecer abertamente e não sabe como terminar.

As últimas notícias de Pequim é que Zeng Qinghong, um peso-pesado do PCC e ex-vice-presidente da China, foi preso, segundo uma fonte bem posicionada no PCC. A prisão de alguém como Zeng seria impensável no passado. Ele sabe onde muitos corpos estão enterrados e é muito rico, muito poderoso e muito bem relacionado.

Zeng era membro do Comitê Permanente do Politburo, o círculo político mais poderoso do PCC. Ele também dirigiu os serviços de inteligência do regime chinês, administrou Hong Kong e Macau para o PCC, e foi um patrono na indústria estatal do petróleo, que é monopolizada pelo PCC na China.

Mas Zeng é apenas o mais recente ex-figurão do regime a ser derrubado pelo atual líder chinês Xi Jinping. Outros na lista de expurgo político incluem: o ex-chefe da segurança nacional Zhou Yongkang; o outrora segundo homem nas forças militares Xu Caihou; os ex-chefes da indústria do petróleo; e o chefe do órgão do Partido Comunista responsável pela perseguição ao Falun Gong.

Desde que Xi Jinping se tornou secretário-geral do PCC em novembro de 2013, mais de 400 oficiais do PCC foram expurgados; alguns funcionários morreram durante interrogatórios e outros cometeram suicídio enquanto o cerco se fechava em torno deles. A imprensa mundial em grande parte cobriu esta sangria institucional sob a rubrica de “anticorrupção”.

Embora seja verdade que a corrupção tem sido o pretexto para acusar e condenar os funcionários do regime, a corrupção não é a razão para a guerra interna e convulsões no PCC. As sementes disso foram plantadas em 20 de julho de 1999, quando o então líder chinês Jiang Zemin lançou uma campanha para erradicar a prática espiritual do Falun Gong.

Perseguição

De acordo com fontes oficiais do regime chinês, havia pelo menos 70 milhões de praticantes do Falun Gong (também conhecido como Falun Dafa) em 1999, enquanto os praticantes dizem que o número real era superior a 100 milhões, ou 1 em cada 12 chineses.

Numa carta distribuída entre os membros do Politburo na noite de 25 de abril de 1999, Jiang alertou que o Falun Gong era de âmbito nacional com praticantes em todas as partes da sociedade, incluindo quadros do PCC, membros das forças armadas e do aparato de segurança, intelectuais, operários e camponeses.

Ele também temia o poder de atração das crenças do Falun Gong. Jiang escreveu: “Devemos insistir na doutrinação dos funcionários e das pessoas para que tenham uma visão correta sobre o mundo, a vida e os valores. O marxismo, o materialismo e o ateísmo que os membros do nosso Partido Comunista defendem não podem vencer a batalha com o que o Falun Gong promove?”

As opiniões de Jiang não foram amplamente compartilhadas. De acordo com fontes com acesso aos altos oficiais do PCC, apenas Jiang entre os sete membros do Comitê Permanente do Politburo votou por iniciar a perseguição. Jiang, no entanto, “unificou” suas opiniões e prosseguiu independentemente de suas objeções.

O peso total do Estado totalitário voltou-se contra os praticantes. Propaganda difamando o Falun Gong encheu a mídia. Locais de trabalho, escolas, prédios residenciais e vilas foram alistados para informar e pressionar os praticantes. Detenções em massa começaram. E com a detenção vieram a lavagem cerebral, a tortura e os campos de trabalho forçado.

De acordo com a assessoria de imprensa do Falun Gong, o Centro de Informações do Falun Dafa (CIFD), desde o início da perseguição centenas de milhares de praticantes tem sido mantidos encarcerados nos centros de detenção da China. Até à data, o CIFD confirmou 3.769 mortes por tortura e abusos, mas, devido à dificuldade de se obter informações da China, acredita que o número verdadeiro seja muito maior.

Além disso, dezenas de milhares de praticantes tiveram seus órgãos retirados à força para uso em transplantes, matando-os no processo. Não há estimativas de quantos praticantes foram aleijados ou incapacitados pela tortura ou quantos ficaram desabrigados ou quantas famílias foram destruídas.


Facções políticas

Jiang Zemin pensou que a campanha contra o Falun Gong acabaria em seis meses. Ao avaliar o Falun Dafa, Jiang se equivocou amargamente. Seu “materialismo e ateísmo” o deixaram completamente despreparado para entender como indivíduos poderiam estar dispostos a arriscar tudo para se manterem fieis a suas crenças mais preciosas.

Ele também não entendeu como os praticantes do Falun Gong poderiam ser tão persistentes e eficazes em mudar os corações e mentes na China. No início da perseguição, Jiang procurou usar os meios de comunicação estatais para mobilizar a nação chinesa contra o Falun Gong. Os praticantes arriscaram suas vidas para dizer às pessoas o que é o Falun Gong e como a perseguição tem sido brutal. Muitas pessoas começaram a entender e muitos renunciaram a sua associação com o Partido Comunista.

Em 2002, o mandato de Jiang como chefe do PCC chegou ao fim, com a perseguição em pleno andamento. Jiang enfrentou um dilema. Se ele deixasse o poder e seu sucessor interrompesse a perseguição, então Jiang poderia ser responsabilizado pelos enormes crimes cometidos contra os praticantes do Falun Dafa. Mas manter formalmente no poder não era uma opção.

Jiang procurou preservar seu poder por meio de asseclas-cúmplices que compartilhavam com ele a culpa pelos crimes da perseguição genocida ao Falun Gong. Seu pessoal controlava o aparato de segurança pública da China e ele empilhou seus camaradas mais fieis no Comitê Permanente do Politburo e mudou as regras do comitê para que operasse por consenso, tirando o poder do secretário-geral.

Ele também encheu o Comitê Militar Central com seus aliados, assegurando que teria o controle das forças armadas da China por muito tempo depois de sua aposentadoria. Além disso, os aliados de Jiang controlavam os principais setores da economia chinesa. Eles ocupavam postos-chave em cada escalão do PCC.

Estas medidas deram a Jiang uma influência extraordinária ao longo dos 10 anos de mandato de seu sucessor Hu Jintao. Porém, o final do mandato de Hu foi uma crise para Jiang. Sua facção não foi capaz de manobrar em qualquer posição que pudesse ser promovida como o próximo secretário-geral, e seus comparsas no alto escalão foram se aposentando a partir de 2012.

Sem alguém em postos superiores, o dilema enfrentado por Jiang em 2002 voltou de forma ainda mais forte. Com mais de 10 anos de perseguição, Jiang e sua facção estariam à mercê de funcionários que possivelmente não teriam nenhuma conexão com a perseguição e poderiam agir para acabar com ela. Se o PCC oficialmente terminasse a perseguição, os gritos de justiça e punição dos responsáveis ressoariam por toda a China.

Os principais membros da facção de Jiang delinearam um plano. Eles fingiriam aceitar a posse de Xi Jinping como secretário-geral, mas logo em seguida agiriam rapidamente para derrubá-lo.

Em março de 2012, Wang Lijun, o braço-direito do conspirador Bo Xilai, fugiu para o consulado dos EUA em Chengdu para salvar a própria vida. Os Estados Unidos entregaram Wang a aliados de Hu Jintao, e, segundo fontes com conhecimento da situação, Wang alertou sobre o golpe planejado.

Extirpando Jiang

Quando Xi Jinping assumiu o poder, ele imediatamente lançou uma campanha “anticorrupção”. Sob o pretexto de acabar com a corrupção, Xi começou a erradicar a facção de Jiang Zemin.

Xi sabia que, se não tomasse medidas contra aqueles que conspiraram contra ele, ele não teria qualquer poder no PCC. Além disso, segundo fontes no Partido Comunista, membros da facção de Jiang agora procuram uma oportunidade para matar Xi Jinping. Eles não podiam correr o risco de que Xi acabasse com a perseguição.

Embora Xi Jinping tenha feito uma grande limpeza desde que assumiu o poder, derrubando aliados de Jiang um após o outro, fontes no PCC dizem que ele não obteve segurança ou estabilidade.

Não há facção leal a Xi como houve em relação a Jiang, e os membros do PCC como um todo não estão entusiasmados com Xi estar perturbando as redes de corrupção que lhes permitiam lucrar tanto. Fontes do PCC dizem que o corpo do PCC permanece frio em relação aos esforços de Xi.

Enquanto isso, contando os familiares, amigos e colaboradores mais próximos dos praticantes do Falun Gong, centenas de milhões de chineses foram prejudicados pela perseguição. Suas vozes apenas crescem à medida que a sociedade se opõe cada vez mais aos crimes hediondos da perseguição. Ao se voltar contra a perseguição, a sociedade também se voltará contra o poder entrincheirado do PCC.

Xi Jinping enfrentará em breve uma escolha. Ele pode revelar a extensão da perseguição e exigir que Jiang e sua facção sejam responsabilizados. Se ele fizer isso, ele desencadeará forças na sociedade chinesa e no PCC que significarão o fim do PCC, pois não apenas os praticantes do Falun Gong mas também todos os que sofreram nas mãos do PCC exigirão justiça. Mas Xi pelo menos teria a chance de liderar aqueles na China que querem defender a justiça.

Ou Xi continuará seu curso atual e prosseguirá numa posição precária e perigosa, nunca garantindo uma base estável no PCC, mesmo que remova um rival após o outro.


CHINA EXPORTA INSTRUMENTOS DE TORTURA https://www.youtube.com/watch?v=QwHQhW0qXQk

SOCIALISMO É CONCENTRAÇÃO DE PODER

sábado, 7 de junho de 2014

DITADURA COMUNISTA CHINESA ASSASSINA CIDADÃOS PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E OPERA NO MERCADO INTERNACIONAL DE TRANSPLANTES FATURANDO MILHÕES DE DÓLARES!

DO BLOG DO ALUIZIO AMORIN:

UM CRIME MACABRO E HEDIONDO DO COMUNISMO CHINÊS!
DITADURA COMUNISTA CHINESA ASSASSINA CIDADÃOS PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E OPERA NO MERCADO INTERNACIONAL DE TRANSPLANTES FATURANDO MILHÕES DE DÓLARES!

Saibam tudo e vejam vídeo-documentário no
http://vimeo.com/85972848


Embora faça diariamente uma varredura pelos principais sites noticiosos da grande mídia brasileira e internacional, confesso que não vi nada a respeito de um movimento ocorrido na Av. Psaulista em São Paulo, no dia 25 de abril deste ano de 2014, denunciando uma ação macabra da ditadura comunista da China que envolve o assassinato de cidadãos chineses para a extração de órgãos.
Casualmente acabei tendo acesso a essa informação, que reporto agora aqui no blog, com base em reportagem do site Epoch Times, que inclui o vídeo acima, um documentário denunciando as extrações forçadas de órgãos de milhares de prisioneiros vivos pelo regime comunista chinês para a comercialização no mercado internacional de transplantes. Transcrevo a parte inicial dessa matéria com link para leitura completa e recomendo que vejam o vídeo acima. Leiam:

Praticantes do Falun Gong demonstram os exercícios da disciplina na Avenida Paulista em 25 de abril e explicam os fatos sobre a perseguição que ocorre na China. Clique sobre a imagem para vê-la ampliada. (Fotos: Epoch Times)
No dia 25 de abril de 2014, uma sexta-feira, na icônica Avenida Paulista, em São Paulo, muitos transeuntes ficaram consternados e indignados quando foram esclarecidos sobre a extração forçada de órgãos que ocorre há quase três décadas na China e, que nos últimos 15 anos, se intensificou devido a grande perseguição aos praticantes do Falun Gong no país. O website Minghui também confirma que a atrocidade da extração forçada de órgãos afeta cristãos, tibetanos, uigures, dissidentes políticos, ativistas de direitos humanos entre outras minorias.
Apesar da pressão e iniciativa de grupos e instituições que defendem os direitos humanos e de certos governos, o regime chinês continua com essa política genocida, característica dos piores governos ditatoriais da história. Nem mesmo Hitler, o líder nazista, retirou órgãos de pessoas vivas por lucro.
Praticantes do Falun Dafa, cooperaram para coletar assinaturas na Avenida Paulista para a petição DAFOH, uma ONG conhecida em português como ‘Médicos Contra a Extração Forçada de Órgãos’, que denuncia práticas antiéticas relacionadas à medicina. A petição, que será enviada ao Alto Comissariado das Nações Unidas sobre os Direitos Humanos em 30 de novembro de 2014, é resultado de uma compreensão que essa situação é de grande urgência, e que é necessário deter o assassinato em massa dos praticantes do Falun Gong, assim como de outros grupos na China.
O Falun Dafa, também conhecido como Falun Gong, é uma prática tradicional chinesa de qigong guiada pelos princípios de verdade, compaixão e tolerância. Ela começou a ser perseguida em 1999 pelo regime chinês. Desde então os praticantes são torturados, mortos e têm seus órgãos extraídos sem consentimento. Essa política de extermínio vem sendo sistematizada pelo Partido Comunista Chinês, para aumentar dramaticamente os lucros do regime e de suas autoridades mediante um comércio antiético de órgãos para transplante.
Motivos da perseguição ao Falun Gong
Segundo o website Minghui, a perseguição foi resultado do medo do ditador e ex-líder chinês, Jiang Zemin, à enorme popularidade da prática que, em apenas sete anos de divulgação – 1992 a 1999 -, chegou a 100 milhões de praticantes, somente na China. Esse número excedeu o de afiliados ao regime comunista. O temor teve origem nos valores pregados pela prática do Falun Gong — verdade, compaixão e tolerância — que conflitam com e questionam à ideologia ateísta e controle social imposto pelo regime comunista chinês.
O Minghui aponta que 65 mil praticantes do Falun Gong, presos arbitrariamente em cerca de 36 campos de trabalhos forçados, foram assassinados para a finalidade de extrair seus órgãos, assim como outras minorias citadas acima. Entretanto, atualmente os praticantes do Falun Gong são o alvo preferencial do regime chinês, principalmente porque a prática promove o cultivo do corpo e da mente, incluindo meditação, que proporciona boa condição física e, consequentemente, a saúde interna dos órgãos. Leia TUDO AQUI


CHINA EXECUTA CONDENADOS E VENDE SEUS ÓRGÃOS