Por que a Igreja Católica condena o comunismo? O Centro São Miguel compilou mais de 30 documentos da Santa Sé e do Episcopado, alguns traduzidos pela primeira vez ao português, mostrando a história do combate entre a Igreja Católica e o movimento comunista. Além disso, também reuniu mais de 15 comentários de santos, místicos e aparições marianas que alertaram contra os males do comunismo que seguem ameaçando o mundo inteiro. https://youtu.be/ICBxaezJUBc
*
Expurgo é regra num governo comunista. O comunismo, ou o socialismo, não admite
concorrência, não tolera diferenças e sempre opta por destruir e matar
inocentes para eliminar suspeitos ou possíveis ameaças. Não sem antes
DEMONIZAR suas vítimas para justificar a perseguição.
O problema é que os conservadores demoram a reconhecer a perversidade
DISFARÇADA do movimento revolucionário. Demoram a identificar a guerra
assimétrica e outras armadilhas sinistras em que frequentemente caem.
Por isso é que inteligências atentas, do calibre de Olavo de Carvalho,
são tão importantes.
Comunismo e verdade não se dão, são
inimigos. É como diz Soljenitsin: se os soviéticos passassem a dizer a
verdade, o comunismo acabaria.
Outra dica é esta:
RECEITA PARA EXPULSAR O COMUNISMO É A MESMA QUE JESUS RECOMENDOU PARA EXPULSAR DEMÔNIO
Comunismo é possessão diabólica?
Padre Paulo Ricardo extraiu das últimas mensagens da Virgem Santíssima contra o comunismo, o mesmo sentido da mensagem bíblica: "Mas esta
casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum."
Mateus 17:21
Mas esta casta de demônios não se expulsa senão pela oração e pelo jejum.
"Porém,
assim como em outras mensagens da Virgem, todos esses terríveis
castigos vinham condicionados. No dia 15 de Setembro de 1936, o Frei
Estevão von Roettger antota em seu diário estas palavras de Maria: "Se
não rezarem e fizerem penitência, o comunismo virá ao Brasil.""
"Enquanto
ainda estavam acontecendo as aparições de Cimbres, o Papa Pio XI
publicava uma veemente Encíclica contra o comunismo - a carta Divini
Redemptoris -, na qual apontava, para esse problema, o mesmo remédio
apresentado por Nossa Senhora: oração penitência."
"Quando
os Apóstolos perguntaram ao Salvdor por que é que não tinham podido
libertar do espírito maligno a um endemoniado, respondeu o Senhor:
"Demônios desta raça não se expulsam senão com oração e jejum" (Mt 17,
20). Também o mal que hoje atormenta a humanidade não poderá ser vencido
senão com uma santa cruzada universal de ORAÇÃO E PENITÊNCIA:e
recomendamos singularmente às Ordens contemplativas, masculinas e
femininas, que redobrem as suas súplicas e sacrifícios, para impetrarem
do Céu para a Igreja um válido socorro nas lutas presentes, com a
poderosa intercessão da Virgem Imaculada, a qual, assim como um dia
esmagou a cabeça da antiga serpente, assim também é hoje e sempre segura
defesa e invencível Auxílio dos Cristãos."
"Mensagens
como a de Nossa Senhora em Cimbres vêm para nos recordar algo de que nos
esquecemos com muita facilidade: a Palavra de Deus não perde nunca sua
força, atualidade e, principalmente, a sua capacidade de nos mover e
desconcertar. De fato, quando diz aos brasileiros que "se não rezarem e
fizerem penitência, o comunismo virá ao Brasil", o que a Virgem
Santíssima está dizendo senão que, com nossas orações, podemos mudar o
curso da história? Que, com nossa colaboração, Deus pretende não só
prevenir desgraças, mas também derramar suas graças sobre a Terra e,
nesse caso sobre a nossa terra."
Manifesto anticomunista do padre Cícero: “parece profecia”, comentou via rede social o pe. Gabriel Vila Verde, que, recentemente, lançou um livro sobre a história do célebre sacerdote nordestino com o propósito de “limpar o nome de um irmão que sofreu calado”.
Em seu post no Facebook, o pe. Gabriel contextualizou:
“Quatro
anos antes de sua morte, o Padre Cícero escreveu um ‘Manifesto
Anticomunista’, que, se for lido nos dias de hoje, mais parece uma
profecia que um simples manifesto. Na mesma época em que Nossa Senhora
apareceu em Fátima para alertar sobre os ‘erros da Rússia’, Padre Cícero
publicou o seguinte texto”.
O pe. Gabriel reproduziu então o mencionado manifesto do pe. Cícero:
“Caríssimos
fiéis: que a fé vos salve!
A horda vermelha ameaça, com suas garras de abutre, destruir a nossa
felicidade, perturbando a paz do Brasil em seus fundamentos seculares – a
própria organização da família, célula-mater da sociedade cristã. A
Igreja de Jesus Cristo, que tem sido em todos os tempos visada com ódio e
rancor pelos pregadores de ideias subversivas, é, nesta hora de graves
apreensões para a grande pátria do Cruzeiro, o alvo predileto dos
emissários de Satanás.
Acenando com a falsa bandeira do liberalismo, a besta fera do apocalipse
atira suas patas de fogo contra a estabilidade de nossas instituições!
Ai daqueles que prestarem seu auxílio aos inimigos de Deus. As lavas
ardentes do vulcão bolchevista lamberão a face da terra, e, sob os
escombros da fé, calcinada pelas labaredas do Anticristo, ressurgirão
Sodoma e Gomorra.
De pé, cristãos do Brasil. Guerra de morte aos que empunharem a bandeira
vermelha do liberalismo, para estancar em nossas almas a fonte perene
de fé e entregá-la inerme nos braços de Satanás. Cegos serão todos
aqueles que cerrarem os olhos à evidência da verdade!
Juazeiro, fevereiro de 1930.
Ass. Padre Cícero Romão Batista”.
"O “Decretum Contra Communismum”, assinado pelo papa Pio XII e confirmado
por João XXIII, deixa claro que o católico que preste favores a um
partido comunista está, automaticamente, excluído dos sacramentos. Não
pode recebê-los nem muito menos aplicá-los." "O texto do decreto é taxativo e insofismável: a excomunhão é automática,
não dependendo portanto de julgamento explícito proferido por um
tribunal eclesiástico."https://olavodecarvalho.org/tres-notas/
HITLER, DESARMAMENTO E GENOCÍDIO Um governo que desarma é como um governo que censura, já demonstra
seu caráter autoritário e suas péssimas intenções. Defender-se é
natural, o desarmamento é uma anomalia imposta apenas por
ditadores genocidas. HITLER DESARMOU A POPULAÇÃO ANTES DE DOMINÁ-LA
No começo, Hitler não parecia nem falava como um monstro, falava como um político americano.”, disse a Sra. Worthman, explicando como um país católico elegeu um sujeito como aquele. A Sra. Worthman prossegue sua exposição dizendo que o povo austríaco
tinha armas, mas o governo começou a dizer que elas eram perigosas, e
começou a implementar o registro de armas. Logo após, começou a onda de
entregar as armas nas delegacias, a fim de reduzir o crime, com pena de
morte pra quem não obedecesse. A Sra. Worthman diz que a ditadura “não aconteceu durante a noite, mas levou 5 anos, gradualmente, pouco a pouco, até escalar para uma ditadura.”
Parafraseando Thomas Jefferson, Katie diz que “quando o povo teme o governo, isso é tirania, mas quando o governo teme o povo, isso é liberdade” e, como sobrevivente do nazismo, ela termina dando um para nós: “Mantenham suas armas, mantenham suas armas e comprem mais armas.”
O vídeo foi traduzido pelos Tradutores de Direita e publicado, em seu canal, no dia 28 de fevereiro de 2017. O texto abaixo foi tirado da descrição do próprio e adaptado aqui:
Uma das primeiras medidas que acontecem antes de um regime
totalitário se instalar é o controle de armas. Este começa com o
registro detalhado sobre quem tem a posse e o porte de armas, seguido
com um aumento das restrições sobre quem pode ter armas e uma intensiva
campanha de propaganda desarmamentista. O real objetivo dos grupos que
promovem tal campanha não é o bem estar do povo e muito menos a sua
segurança, mas concentrar todo o poder na mão do estado.
Com o cidadão desarmado, o estado pode decidir quem pode viver e que
vai morrer. Contra este perigo, a constituição dos EUA garante o porte
de armas como direito. Esta é uma das razões que os americanos ainda
mantém boa parte das suas liberdades civis, apesar do que anda
acontecendo por lá, nas últimas décadas. https://www.direita.tv/sobrevivente-nazismo-condena-controle-armas/
HITLER E O POLITICAMENTE CORRETO As políticas que os nazistas defendiam são as seguintes: 1- Eugenia; 2- Eutanásia; 3- Aborto em qualquer situação; 4- Controle de Armas; 5- Estado Grande; 6- Aliança com o Islã; 7- Aversão aos judeus (ou a Israel na versão moderna); 8- Controle social da mídia; 9- Perseguição aos católicos; 10- Ambientalismo radical; 11- Anti-tabagismo radical; 12- Dívida histórica. https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/800921393393270
*
Olavo de Carvalho · O
direito à guerra civil contra um governo tirânico é universalmente
reconhecido. Aceitam-no todas as igrejas cristãs, o judaísmo, a religião
hindu, a democracia moderna, a Maçonaria e até o Partido Comunista. A
superioridade moral da matança dos inocentes é uma idéia que nem o diabo
teve. É loucura moral pura e simples, coisa de uma mente desorientada e
incapaz.
O general Mourão tem de ser imediatamente aposentado e
enviado para casa para jogar futebol-de-botão com os netinhos e
reaprender as regras elementares da convivência humana
ADULTERAÇÃO ESQUERDISTA DO CATECISMO . * O texto abaixo foi escrito por um ex-membro da P2, se dermos crédito ao seu relato. A LOJA P2, PROPAGANDA 2
seria talvez uma dissidência secreta da maçonaria, que ambicionava
ampliar sua rede mafiosa de posições de poder e riquezas para seus
membros. No entanto, podemos conjecturar se suas metas últimas seriam
realmente só essas ou se nos altos escalões convergeriam para aquelas
mesmas dos globalistas, de extinção dos governos e de domínio
mundial. Lembrando que eles têm por método a mesma espécie de
infiltração, um sistema mafioso de lealdade e a estrutura
hierárquica, na qual os subalternos ignoram os objetivos mais amplos de
suas missões, que constam apenas das agendas de seus superiores.
*
A
primeira tentativa de colocar alguém nos quadros da Igreja foi ainda na
década de 60, depois de muito estudo e treinamento, surgiu a figura
central que passaria por sacerdote, um ex-seminarista, já madurão na
idade, para haver crédito seria importante. Todo de batina e batendo à
porta de um bispo conservador em Bragança Paulista, não deu outra,
emplacou e ficou como vigário em Nazaré Paulista uns três anos. Depois,
por não termos conseguido falsa documentação de tudo, inexperiência
nessa primeira ação, detectaram o homem como falso padre. Como prevíamos
que tudo seria possível, bastou dar uma de doido e tudo ficou numa boa.
Não havia acusação de roubo ou qualquer coisa assim, ao contrário, ele
servira a Igreja com amor, com tanto amor que foi pedida licença
especial em Roma para que todos os sacramentos que ele tinha dirigido
ficassem válidos, isto é, casamentos, confissões, batizados, etc. E veio
a autorização.
— Não se preocupem, quem casou, casou mesmo. Quem recebeu extrema-unção valeu, não foi para o inferno.
O
povo ignorante ficou feliz, a Diocese se desculpou pela falha, a Igreja
não deu corda, a Imprensa sufocaria onde pôde e tudo caiu no
esquecimento. Em compensação, em cima dessa experiência surgiu uma mais
ousada:
— Nada mais de arranjar alguém para fingir-se de padre. Precisamos mesmo é de um padre.
— Um padre?
Como? Perguntavam-se uns aos outros na reunião das setoriais.
— Esse
tal de "como" é que teremos de resolver. A experiência em Nazaré
Paulista, apesar de tudo, foi bem, a saída foi honrosa, mas agora não
podemos mais arriscar, precisa ser para valer e a um fundo para aplicação no projeto, fundo que de repente que está subindo mais do que o previsto.
Assim
surgiu o projeto IMP. Projeto IMP seria IMPLOSÃO, alguém de dentro, um
padre que seria mesmo padre. Suborno não adiantaria muito, seria preciso
formar um padre, fazer um padre. Levar alguém a ordenar-se. Quem?
Quando? Como? Primeiro ponto seria ter alguém de muita penetração na
Igreja e que trouxesse informações dos detalhes de uma "fábrica de
padres": seminário.
Tem ainda uma coisa que o jornalista Políbio Braga (abaixo) não
mencionou: a história do comunismo mostra que o assassinato de reputação
antecede e prepara outras ações criminosas chegando até o assassinato
físico "justificado". Acabei de ler mais um desses relatos, uma
atrocidade perpetrada pela ONU pró Stalin e comunistas contra Povl Barg-Jensen . Está no livro O COMUNISTA EXPOSTO de W. C. Skousen. Os russos são os especialistas nessa técnica. Ion Mihai Pacepa descreve em seu livro DESINFORMAÇÃO
a campanha difamatória soviética contra o papa Pio XII, que lhe impôs o
estigma de "papa de Hitler". "O general Ion Mihai Pacepa, ex-chefe da
inteligência romena, já revelou
que quem planejou e acendeu o estopim da rede de difamações contra Pio
XII foi a KGB, a polícia secreta da ex-União Soviética. Os anticatólicos
em geral, é claro, ajudaram alegremente a espalhar aos quatro ventos a
lorota plantada pelos comunistas, fazendo a mentira “virar verdade” pela
força da repetição;" (bibliacatolica)
Acusações de corrupção e traição servem como pretexto para os expurgos
comunistas de inimigos políticos, até hoje. Isso é metodologia. O
esquerdismo derruba aos poucos o estado de direito e instala uma justiça
de fachada, 2 pesos e 2 medidas, que arbitra em favor de seus donos
psicopatas. Esse sistema em que poder é o critério máximo e mentira é a
língua oficial, que é o comunismo, desaparece com a volta do estado de
direito. *POLÍBIO BRAGA -COMO A ESQUERDA FORJOU O CASO FLÁVIO BOLSONARO
As estratégias de “dividir opiniões”, “abalar a imagem
pública” ou ainda “assassinar reputações” são táticas bem conhecidas próprias
da esquerda, aplicadas sempre que necessárias para desestabilizar o oponente em
ascensão: no caso, o governo Bolsonaro. São práticas de guerrilha no campo do
imaginário social travadas através de narrativas que desconstroem as
personalidades. Para isso se valem dos meios de comunicação de massa que
reproduzem o discurso à exaustão. Os principais objetivos da guerra das
narrativas são a) desviar o foco de escândalos que estejam na iminência de
atingir a cúpula da esquerda, b) introduzir a dúvida na sociedade civil e assim
dividir opiniões e provocar uma dissidência de simpatizantes não convictos, c)
tornar, pela repetição, uma mentira em verdade socialmente aceita e d)
intimidar o oponente pelo caos.
Uma
das formas de contra-inteligência é a arte de plantar informações
falsas e produzir fatos inverídicos, misturados com pontinhas de
verdade. A técnica consiste em colocar uma verdade muito verdadeira
polvilhada com muitas mentiras: a força da verdade conduz o receptador
da informação a acreditar nas mentiras. E a PF de Lula, por obra dele,
tem sido insuperável nesse quesito. Você cria defesa quando não existe
ataque, inventa ataques falsos e indefensáveis: é o que o PT de Lula faz
todos os dias. Lula é mestre nisso, cria e inventa informações contra
um próprio aliado. E, atemorizado, o cara vai correndo buscar o colo
dele, pedindo “arrego” e proteção. Com isso, esse “aliado” já entra na
lista dos contemplados pelo governo, em caso de solicitar algo mais,
além de se circunscrever, por inércia da coreografia de poder, numa
outra lista, que é a dos devedores eternos ao seu “salvador” Lula.
Quem
está no governo, novinho na estrutura do poder, não fica sabendo disso:
afinal, essa inapreciável técnica de Lula é restrita a um pequeno
grupo, a um núcleo duro, ao comando central, que será exposto mais à
frente em todos os seus detalhes. Nesse contexto, Lula e o PT são
mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças
de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba
sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede
toda a segurança jurídica. Em um processo como o do Mensalão, muitos
falaram em segurança jurídica: “Se o Supremo muda o entendimento, está
mexendo com segurança jurídica”. Falácia. Ora, segurança jurídica tem um
amplo conceito. Garantir o cumprimento da lei é a própria essência do
conceito de segurança jurídica. Você terá oportunidade de constatar o
que de fato é insegurança jurídica em capítulos mais à frente. O poder
da informação é você construir outra informação, a correta e ágil
difusão e também a contrainformação. Só que ninguém usou como o governo
Lula usa, como a sua polícia usa, a contrainformação e a
contrainteligência. Não é informação e inteligência, é a
contrainformação e a contrainteligência. Esse que é o mais perigoso
substrato do poder. É a destruição da inteligência oposta, adversária,
inimiga. Usado contra a sociedade civil ou simples membros dela, é uma
covardia.
Era
muito comum no passado o jornalista fazer uso da polícia para esquentar
uma matéria. Você chegava à autoridade, dava a dica de um crime, a
autoridade investigava, prendia e devolvia a exclusividade da publicação
ao jornalista que havia dado a dica. Isso é comum e, antes de mais
nada, legítimo, porque se tratava de uma notícia-crime. Hoje em dia
acontece justamente o contrário: a polícia usa um jornalista para
esquentar informações falsas que, por serem noticiadas sem checagem,
proporcionam a instauração de um inquérito. Depois também a autoridade
usa de outro estratagema: planta informações falsas com um jornalista,
informações que não estão no inquérito – que, na verdade, muitas vezes
nem existe. Não é um processo, apesar de viral, rápido: é lento,
opressivo, mas plural. O jornalista publica o que recebe, e tal notícia
acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça
inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é
agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se
outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o
“vitamina” com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a
reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O
truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais
mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi
publicado pelo jornal.
Não
sei como esse tipo de truque ainda não se tornou brutalmente óbvio aos
por ele perseguidos. Lula e seu aparato fizeram de certo jornalismo
investigativo uma lavanderia de altas octanagens de informação. Sob o
PT, jornalista fez-se também lavador de informação. Você entrega, o
camarada publica. Veja os tribunais em que se transformaram os sites de
busca, como o Google, por exemplo. Eles te condenam já na pesquisa sobre
o teu nome: afinal de contas, na lei da selva, ninguém faz manchete
dando defesa ou deixando espaço para o outro lado, não é? Essa é a
herança maldita do “Barba”! Vi isso no governo, ad nauseam. Nunca me
calei, sempre mandei apurar. Até que chegou a minha vez. Gilberto
Carvalho, braço direito de Lula, e ainda de Dilma, tentou negociar o meu
silêncio sobre os trambiques e sinecuras que testemunhei, sobre tudo o
que sei, como ninguém, a respeito da morte de Celso Daniel, em troca de
uma cerveja, você verá. Não aceitei. Veio o refluxo. Fui levianamente
acusado e covardemente frito. A história que se segue é a história da
tentativa de assassinato da minha reputação. Que, a bem da verdade, como
uma estratégia das organizações criminosas, se consumou em boa parte e
medida. Além de tirar a vida do meu querido e amado pai, tais estrategos
do lulismo atingiram em cheio as outras duas coisas que mais prezo, e
que valem muito mais que minha vida: a minha família e a minha honra.
*
Olavo de Carvalho · Em vez de pedir foro privilegiado ao STF, o Flávio Bolsonaro deveria ter simplesmente processado os promotores que o acusaram.
*
Renato Amoedo · Neto de Figueredo, ex-sócio de Trump e um dos maiores ativistas virtuais da oposição real do país é preso.
Dissolvidas as soberanias nacionais pela elite global e demolida pela ação pertinaz da ralé militante toda hierarquia de valores e critérios, não restará na sociedade outro princípio ordenador reconhecido como legítimo exceto a pura racionalidade econômica e tecnológica impessoal e anônima, imposta por grupos megabilionários a cujo poder, a essa altura, ninguém mais poderá resistir. Esse desenvolvimento do presente estado de coisas é INEVITÁVEL, exceto na hipótese de guerras ou catástrofes de escala mundial.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/891972787621463 "Todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todos os quadros foram repintados, todas as estátuas, todas as ruas, todos os edifícios renomeados, todas as datas foram alteradas. E o processo continua dia a dia, minuto a minuto. A história se interrompeu. Nada existe além de um presente interminável no qual o Partido tem sempre a razão.” ("1984" de George Orwell)