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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

PAULO FIGUEIREDO - URGENTE - TRUMP PROCESSA ALEXANDRE DE MORAES

 

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O X me deletou. Por motivos políticos.

 

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html


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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  "Por vossa mansidão divina, ó Jesus manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça."

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção, substituída por ideologias e pretextos. 

sábado, 11 de março de 2023

GUSTAVO GAYER - Entrei com uma representação contra LULA no MPF por crime de improbidade administrativa

 

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EFÉSIOS 6:10-14

"Nossa luta não é contra o sangue e a carne mas contra principados, contra as potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra os espíritos maus dos ares. Tomai pois a armadura de Deus , para que possais resistir no dia mau e, vitoriosos em tudo, vos mantenhais inabaláveis." 

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"São João nos diz que o anticristo será investido com soberania absoluta e que seu poder se estenderá sobre todas as tribos e povos, homens de todas as nações e línguas. Enquanto ele consegue vencer os santos por uma perseguição levada ao limite extremo, simultaneamente dará rédea solta a todo tipo de licenciosidade e não haverá liberdade exceto para o mal."

(Pe. Charles Arminjon (1824-1885) "O Fim do Mundo e os mistérios da vida futura" Ed. Imaculada)

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INTERVENÇÃO DIVINA

"Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." I Timóteo, 2 

Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."

CORRENTE DE PRECES - vamos orar na mesma hora, ao meio-dia e/ou às seis da tarde, e/ou nove da noite. Esteja você onde estiver, faça uma oração pelo Brasil e para que a verdade prevaleça e se imponha a todos. Ou siga sua inspiração. Ajude a divulgar e a fazer esta nação orar.

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DESDE 26 de Dezembro 2022, as visualisações deste blog caíram para 10% (um décimo).   

Se a gente não combater a censura, em breve não vai poder combater mais nada. DRIBLE A CENSURA COMPARTILHANDO OU REPUBLICANDO, NÃO DEIXE A INFORMAÇÃO MORRER!

"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14 "E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz." Lucas 8:16 

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"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII 

"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII  

"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III   

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"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1

 

terça-feira, 14 de maio de 2019

DONO DA GOL DELATA RODRIGO MAIA E OUTRAS NOTÍCIAS - TERÇA LIVRE

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Luis Vilar diz que a esquerda deve existir dentro de uma democracia, em nome da pluralidade. Sim, liberdade de expressão é essencial, mas aqui não se trata apenas de expressão. Antes de tudo a sociedade deve SABER o que é a esquerda para decidir se quer abrigar um movimento antidemocrático.
A revolução pretendida pela esquerda é TOTAL, não apenas econômica, ou política, é destruição das instituições, é o direito de manipular, coagir, formatar comportamentos, controlar o pensamento, é inversão de valores e princípios, é o direito de redefinir todos os conceitos inclusive o de verdade. É o direito de mentir e ocultar seus objetivos enquanto age criminosamente pela revolução. A sociedade deve tomar ciência do que é a esquerda porque CAMUFLAR-SE é parte dela, o que o brasileiro já deveria ter sacado por experiência própria.
Então, quando o estado de normalidade retornar e a verdade estiver acima da política, a sociedade democrática deve deliberar se permitir uma esquerda não é permitir um movimento de destruição da própria democracia.
Comunismo é crime institucionalizado:

É um erro respeitar o comunismo, um sistema de dominação que não respeita nada, diz W. Cleon Skousen em "O Comunista Exposto":


"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político. Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações, participando de conferências e trabalhando suas diferenças com compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação, subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que torna o comunismo uma conspiração criminosa.
Quando percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro etapas:
1. Imobilize o criminoso.

2. Torne-o inofensivo.
3. Ganhe sua confiança.
4. Reabilite-o.
Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/livro-do-comunismo-vladimir-tismaneanu.html

EM INGLÊS:
This question grows out of another illusion which the Communists created in our minds. They induced us to accept the idea that Communism is a legitimate expression of political action. The truth is that Communism is a criminal conspiracy. It is a mistaketo treat it as a political party.
Political groups solve their problems by entering into negotiations, attending conferences, and working out their differences with bona fide compromises which all parties are expected to perform. This has never worked with the Communists because they use deceit, disregard of laws, violation of treaties, intimidation, subversion and open insurrection as basic tools of conquest. This makes it a criminal conspiracy.
Once we realize that Communism is a   criminal operation,  many new avenues of action open before us. For example, a criminal problem is not handled by negotiation and  compromise, but by following four steps:
1. Immobilize the criminal.
2. Render him harmless.
3. Gain his confidence.
4. Rehabilitate him.

W. Cleon Skousen, The Naked Communist (1958)
http://yiriyahbenchanan.org/wp-content/uploads/2016/07/TheNakedCommunist_byWCleonSkousen.pdf

Quando os comunistas sobem ao poder na Rússia em 1917, eles trazem várias décadas de experiência da clandestinidade e nenhuma experiência da política "normal", da legalidade democrática vigente nos maiores países europeus e na América. A conseqüência imediata foi que levaram para o governo as técnicas e hábitos da luta clandestina. "Governo revolucionário", no caso, veio a significar: governo por meios de ação clandestinos: ocultação, traição, engodo, perfídia. O lutador clandestino é aquele que se permite tudo, que não tem compromisso com nenhuma ordem legal ou moral exterior, que inventa livremente sua regra conforme os interesses e contingências da luta pelo poder. O que distinguiu o poder soviético nascente foi menos o emprego da violência do que o caráter deliberado e calculista da sua brutalidade. Lênin e Djerzhinzski, o chefe da polícia secreta, estavam persuadidos de que a violência funcionava sobretudo pelo seu impacto psicológico, pelo terror que infundia às multidões. Por isto adotaram métodos de uma crueldade que, para a opinião pública civilizada, era simplesmente inimaginável.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/clandest.htm

Embora tendo a seu serviço uma quantidade enorme de organizações e partidos de massa, o comunismo é substancialmente um movimento clandestino, cujo comando e cujos planos de ação devem permanecer invisíveis aos profanos, mesmo nas épocas de legalidade em que várias organizações comunistas atuam publicamente sem sofrer a menor perseguição. O primado da elite clandestina sobre a liderança visível é, pelo menos desde Lênin, uma cláusula pétrea da estratégia comunista. É impossível compreender essa estratégia e as táticas que a implementam levando em conta somente a atuação ostensiva dos líderes comunistas mais visíveis em cada país, sem acesso às discussões internas e às conexões internacionais de cada organização.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/090403dc.html

Também é compreensível que ninguém tenha feito apelo mais reiterado e constante a essa camuflagem do que aquele movimento que, desde suas origens, assumiu a clandestinidade como condição essencial do seu modo de ação e a duplicidade escorregadia da dialética como seu linguajar oficial. Refiro-me, é claro, ao movimento comunista. E mais compreensível ainda é que essa auto-ocultação sistemática tenha redobrado de eficácia desde o momento em que Antonio Gramsci ensinou a seus companheiros que a mentira e o fingimento não eram apenas um instrumento tático, por obrigatório e consagrado que fosse, mas sim a própria natureza íntima, a essência e a chave do processo revolucionário como um todo.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/120621dc.html

Infiltração, espionagem, delação, boicote moral podem ser necessários e inevitáveis a um movimento de oposição que queira sobreviver numa ditadura. Em regime de liberdade, são práticas intoleráveis, principalmente em políticos que posam de professores de ética. Quando os apóstolos da ética citam como um exemplo para o Brasil o que os americanos fizeram com Nixon após o caso Watergate, esquecem de dizer que Nixon não caiu por causa de um desvio de verbas, mas por causa da prática de espionagem. Se a corrupção é um crime, a espionagem é um ato de guerra, que destrói, pela base, o edifício democrático.
http://www.olavodecarvalho.org/livros/nept.htm

O que o sr. presidente admite nesses trechos é que:1º. O Foro de São Paulo é uma entidade secreta ou pelo menos camuflada ("construída... para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política").
http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm

Reduzir o leque das opções políticas a uma disputa entre comunistas e socialdemocratas tem sido há meio século o objetivo constante dos bilionários inventores da Nova Ordem global. O Brasil de hoje é o laboratório dos seus sonhos.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html

As soberanias nacionais devem ser respeitadas, mas não para além do ponto em que se arrogam o direito ao genocídio
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2702200410.htm


COCAÍNA VERMELHA - A NARCOTIZAÇÃO DA AMÉRICA
Khrushchev apresentou formalmente a estratégia soviética. (...) Os chineses eram bons, mas os serviços de inteligência do Bloco Soviético “tinham uma organização muito superior e deveriam se mover o mais rápido possível para usar drogas e narcóticos, tanto para aleijar a sociedade capitalista como para financiar mais atividades revolucionárias”.Khrushchov então discutiu os muitos benefícios a serem derivados deste negócio. Seria uma boa fonte de renda e seria uma fonte de câmbio muito necessária para financiar operações de inteligência. Isso prejudicaria a saúde e o moral dos militares americanos. Porque pessoas drogadas seriam duvidosas em crises ou em emergências, o negócio da droga "enfraqueceria o fator humano numa situação da defesa".
Khrushchev também levou em consideração o tamanho do impacto na educação. As escolas americanas eram alvos primários, porque era onde os futuros líderes da burguesia seriam encontrados. Outro alvo prioritário de Khrushchev identificado foi a ética, orgulho e lealdade ao trabalho americana, todos os quais seriam minados através de drogas. Finalmente, drogas e narcóticos levariam a uma diminuição da influência das religiões e, sob certas condições, poderiam ser usadas para criar caos.
"Quando discutimos essa estratégia", concluiu Khrushchev, "havia alguns que estavam preocupados que esta operação pudesse ser imoral. Mas devemos declarar categoricamente", enfatizou," que qualquer coisa que acelere a destruição do capitalismo é moral " [= Lenin - Ed.].

(Cocaína Vermelha - A Narcotização da América
Joseph Douglass)

https://ia800100.us.archive.org/16/items/RedCocaineCocanaVermelhaJosephDouglass/Red%20Cocaine%20Coca%C3%ADna%20Vermelha%20-%20Joseph%20Douglass.pdf

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"O revolucionário sabe que nas profundezas de seu ser, não apenas em palavras, mas também em atos, ele rompeu todos os laços que o ligam à ordem social e ao mundo civilizado, com todas as suas leis, moralidades e costumes, e com todas as convenções geralmente aceitas. Ele é seu inimigo implacável, e se ele continuar vivendo com eles, é apenas com a intenção de destruí-los mais rapidamente."
The Revolutionary Catechism
Sergey Nechayev 1869
https://www.marxists.org/subject/anarchism/nechayev/catechism.htm

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

IMPRENSA DE RABO PRESO EM 1993 FAZIA CAMPANHA PELA "ÉTICA"




UNANIMIDADE SUSPEITA

Escrito em dezembro de 1993, por Olavo de Carvalho publicado na revista Imprensa maio de 1994

PELO FUROR investigativo com que os jornais e a TV abrem as latrinas, destapam os ralos, vasculham os esgotos da República, parece que o Brasil, dentre todos os países, tem a imprensa mais ousada, mais independente, mais empenhada em descobrir e revelar a verdade. Porém o mais admirável, nela, é a unanimidade da sua adesão a esse objetivo. Não há neste país um só jornal, estação de rádio ou canal de TV que se exima da obrigação de informar, que procure mesmo discretamente abafar denúncias, proteger reputações, acobertar suspeitos. Todos, mas todos os órgãos de comunicação, sem exceções visíveis, estão alinhados no ataque frontal à corrupção, que verberam em uníssono, com a afinação de um coro multitudinário regido por uma só vontade, por um só espírito, por um só critério de valores. No exército da moralidade pública, não há defecções.
(...)
Mas, a quem fez seu aprendizado no jornalismo ouvindo dizer que imprensa é diversidade, que democracia é pluralismo de opiniões, essa unanimidade não pode deixar de parecer um tanto suspeita. Anormal historicamente, ela é. Nunca, em qualquer lugar ou época, se viu um caso como este, de uma nação em peso abdicar de suas divergências internas para formar frente única sob uma bandeira tão vaga e abstrata quanto a “ética”. Nem países em guerra, movidos pela necessidade de unir-se em defesa de bens mais palpáveis contra perigos mais imediatos e letais, lograram homogeneizar a tal ponto o discurso dos seus jornalistas.

O que está acontecendo no Brasil é um fenômeno ímpar na história da imprensa mundial. Um fenômeno tanto mais estranho quanto é recente a introdução da palavra “ética” no vocabulário popular brasileiro e rapidamente improvisada, com êxito fulminante, sua promoção ao status de ideal unificador de todo um povo. Jamais uma palavra-de-ordem emanada de um estreito círculo de intelectuais ativistas logrou alastrar-se com tal velocidade pela extensão de um continente, sem que ninguém se lembrasse de objetar que a rapidez com que se propagam as palavras está às vezes na razão inversa da profundidade de penetração das idéias.

Mas, além disso, é um fenômeno suspeito. As razões de suspeita são tão patentes, que nem mesmo o coro unanimista bastaria para encobri-las, se, neste caso, o acordo geral de falar sobre certas coisas não subentendesse, como uma conditio sine qua non, o compromisso de calar sobre outras.

Essas razões podem resumir-se numa só pergunta: Se o esquema de corrupção nas altas esferas é tão poderoso a ponto de fazer presidentes, moldar a seu gosto o Orçamento da República, manipular o Congresso, desviar dos cofres públicos o equivalente à dívida externa do país, subornar altos funcionários da polícia, exercer quase, como disse o senador Bisol, as funções de um governo paralelo, então como será possível que ele não tenha meios de subornar e calar a imprensa? Como será possível que, dentre todos os poderes que decidem a vida nacional, somente a imprensa tenha escapado das malhas da influência corruptora e agora se encontre livre para denunciá-la?

Francamente, não é razoável supor que experts em suborno, com experiência de várias décadas no mercado de consciências, tenham simplesmente se esquecido de digitar, na programação das propinas ou do favorecimento ilícito, as empresas de comunicações. Não é sequer verossímil imaginar que os canais de TV, concessões dependentes do governo, que as empresas jornalísticas, sempre endividadas com os bancos oficiais ao longo de toda a sua história, teriam a desenvoltura que ostentam para bater na cara de gente tão poderosa, sem temor de um revide, caso essa gente fosse realmente poderosa como se tenta fazer crer.

Que a máfia onipotente não tenha, em toda a imprensa nacional, um só defensor, eis aí o que, simplesmente, põe em dúvida a sua proclamada onipotência.
(...)

Será necessário lembrar que, tanto quanto as famigeradas empreiteiras, as empresas de comunicações também são prestadoras de serviços ao governo, também tomam empréstimos vultosos em bancos oficiais, também fazem lobby junto ao Executivo e ao Congresso, um lobby que, ademais, é reforçado pelo domínio direto que elas exercem sobre a opinião pública? Como “passar o país a limpo” se a mão que move a borracha cuida de apagar, em primeiríssimo lugar, os trechos comprometedores da sua própria participação no enredo?

É verdade que os jornalistas, sobretudo os mais novos, sobretudo os da esquerda, ansiosos de destruir certos setores da oligarquia, julgam que é boa política aliar-se a um outro setor dela ( talvez o mais poderoso de todos ), seguindo o conselho de Lênin: se você tem cinco inimigos, alie-se a quatro contra o quinto, depois a três contra o quarto, até destruir todos eles. Mas não haverá nessa brincadeira de maquiavéis mirins a ingenuidade de deixar-se usar, na esperança de amanhã poder virar o jogo? Porque, afinal, os cinco inimigos também podem ter lido Lênin, e alguns deles são bastante espertos, além de mais ricos do que qualquer jornalista.

Do livro O IMBECIL COLETIVO, de Olavo de Carvalho


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CENSURA - IMPRENSA DE RABO PRESO - O INÍCIO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2015/11/censura-imprensa-de-rabo-preso-o-inicio.html

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COMO O PT COMPRA A REDE GLOBO!  
https://youtu.be/aS4xKd-4_ek


"Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz." (Lênin)

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A Gestapo do PT e o pau de arara virtual
"O PT, desde sempre, se valeu de métodos clandestinos para bisbilhotar e fabricar dossiês falsos contra adversários políticos, principalmente em época de eleição. Foi assim no caso dos “aloprados” - um maroto eufemismo lulano. Foi assim para derrubar Collor de Mello na tal “campanha pela ética”. Foi assim na “CPI dos Anões do Congresso”, quando o senador Esperidião Amin chamou os arapongas petistas de PTPol, a Polícia do PT. Amin estranhava a desenvoltura com que José Dirceu apresentava documentos que só um espião poderia fazer - aliás, José “Daniel” Dirceu, então presidente do PT, é especialista em Informações, Contrainformação, Estratégia e Segurança Militar, com treinamento em Cuba, e fez parte do MOLIPO, grupo terrorista criado pelo Serviço Secreto cubano."


Lula e o PT são mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede toda a segurança jurídica” (pág. 23).O jornalista publica o que recebe, e tal notícia acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o ‘vitamina’ com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi publicado pelo jornal” (pág. 24-25).  Com as redes sociais, a “falconaria” petista se esmera em assassinar reputações, tanto de revistas, quanto de pessoas: “As redes sociais transformaram-se num instrumento poderoso para a guerrilha virtual na qual o PT tem sido imbatível, pois há muito tempo seus seguidores aprenderam a lidar com essa poderosa arma” (pág. 139).
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14910-a-gestapo-do-pt-e-o-pau-de-arara-virtual.html

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OLAVO DE CARVALHO - "Em primeiro lugar, existe uma estratégia de domínio continental, comunista, sendo aplicada neste momento. Segundo, isto não está sendo objeto de discussão pública, está sendo mantido debaixo do tapete. Terceiro, qualquer empreendimento político deste tamanho que permaneça desconhecido do público não é bom, porque a democracia se baseia na liberdade de informação. Dizer que é liberdade de opinião é bobagem porque a liberdade de opinião se baseia na liberdade de informação. Se a informação não circula você vai ter opinião sobre o quê? E se tudo isto é feito de maneira tão discreta, quase secreta, é porque coisa boa não é. Não está havendo a famosa transparência, quer dizer, os apóstolos da transparência são de uma opacidade de chumbo."
https://youtu.be/ZtA4t1XuVmI

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 Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda     

"Em primeiro lugar, nós confiamos neles porque sabemos que a verdade não é um produto da invenção humana e, sendo assim, há a possibilidade do homem acessar uma parte da realidade e relatá-la a outros homens que não têm o mesmo acesso àquela porção do real. Dessa confiança depende nossa orientação no mundo. No entanto, se soubéssemos o que se tem ensinado nas faculdades de jornalismo a respeito da melhor prática jornalística ou do valor da verdade na profissão, colocaríamos muitas sapas nesta confiança e é possível que déssemos um uso bem menos digno ao papel dos jornais. "

"O motivo é que, ao longo das últimas décadas, a função informativa dos jornais foi progressivamente substituída pela função TRANSFORMADORA de sociedade. A comunicação tem por definição uma FUNÇÃO informativa e um EFEITO transformador. Afinal, a difusão de fatos gera novos fatos. Mas agora o efeito assume gradativamente o status de função essencial da comunicação."

"A transformação pode ser encarada como uma disciplina obrigatória a todos os cursos, que se traveste muitas vezes de belas e humanitárias intenções." "Grupos inspirados no antigo Clube de Roma, como Bilderberg, Sociedade Fabiana, Fundações Ford, McArthur, Open Society, entre tantas outras, encontraram um meio de financiar e orientar os estudos científicos de relevância internacional durante o último século. Quase tudo o que é dito e repetido nos meios de comunicação veio da mente de meia dúzia de metacapitalistas seduzidos pela utopia da sociedade socialista global, a chamada nova ordem mundial, que será erguida a partir de uma sociedade fundada em assembleias onde serão promulgados consensos que sirvam a interesses e conveniências, terminando por sepultar a possibilidade de julgamentos fora do que é acordado pela elite de governantes globais."

"A mudança de função é tão profunda quanto imperceptível, já que, disposta hegemonicamente tanto em teses acadêmicas como em notícias e opiniões, vai tolhendo o consumidor em sua cognição até fazê-lo incapaz de diferenciar a informação da pura manipulação."

”Já desde o início do século XX, manuais e guias de transformação social são distribuídos por empresas, fundações, ONGs e movimentos com o fim de adestrar ativistas para a ação massiva de mudança gradativa dos valores da sociedade mediante o debate, a guerra cultural, estratégias semânticas ou técnicas psicológicas, como veremos neste livro. (...) Diferenciar a mentira da verdade, embora seja uma das mais antigas tarefas humanas - para não dizer essencialmente humana - implica hoje no nível de nossa liberdade diante do mundo. A presente pesquisa é uma tímida tentativa de colocar na mesa algumas iniciativas intelectuais e políticas que tiveram a ambição ou o potencial de serem usadas para domesticar a opinião pública. O principal acontecimento em redor do qual gira este trabalho é o da mudança funcional do jornalismo e da mídia em geral. O resultado cultural e histórico dessa mudança foi a transferência dos critérios culturais para o campo da mídia, que passou a determinar as prioridades práticas do público, incluindo a do meio científico e acadêmico."

(Cristian Derosa, A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda)

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Esta manipulação midiática não seria possível se não parasitasse a credibilidade de sua "antiga" função informativa. Ela só é possível ENGANANDO o público, que compra ou assiste a um jornal para ser informado e não transformado. Ele quer a realidade ou a opinião sincera. Se é para ler ficção, até Tio Patinhas é melhor... Por outro lado, os futuros jornalistas estão aprendendo também a lição da má fé e do cinismo, sonegando a verdade de si mesmos e pretendendo "melhorar" o mundo à força e à traição. Encher o mundo com mentiras e, sobretudo, extinguir o contraponto da verdade que pode questioná-las e refutá-las, está tornando as pessoas mais tolas, desarmadas, expostas ao mal.   



A IMPRENSA CONTROLADA POR GLOBALISTAS ADVERTE: FAKE NEWS SÃO UM PERIGO PARA A DEMOCRACIA

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

FORO DE SÃO PAULO: A MAIOR TRAMA CRIMINOSA DE TODOS OS TEMPOS - OLAVO DE CARVALHO

Socialismo é uma máquina de produzir ditaduras.


A maior trama criminosa de todos os tempos
Olavo de Carvalho
        
O pioneiro inconteste na investigação do fenômeno "Foro de São Paulo" foi o advogado paulista José Carlos Graça Wagner, homem de inteligência privilegiada, que muito me honrou com a sua amizade. Ele já falava do assunto, com aguda compreensão da sua importância histórica e estratégica, por volta de 1995, quando o conheci. Em 1999, a documentação que ele vinha coletando sobre a origem e as ações da entidade lotava um cômodo inteiro da sua casa, e uma prova da criteriosidade intelectual do pesquisador foi que só a partir de então ele se sentiu em condições de começar a escrever um livro a respeito. Na ocasião, ele me chamou para ajudá-lo no empreendimento, mas eu estava de partida para a Romênia e, com muita tristeza, declinei do convite.

Maior ainda foi a tristeza que experimentei anos depois, quando, ao retomar o contato com o Dr. Wagner, soube que o projeto tinha sido interrompido por uma onda súbita e irrefreável de revezes financeiros e batalhas judiciais, que terminaram por arruinar a saúde do meu amigo e de sua esposa, ambos já idosos. Não sai da minha cabeça a suspeita de que a perigosa investigação em que ele se metera teve algo a ver com a repentina liquidação de uma carreira profissional até então marcada pelo sucesso e pela prosperidade.

Ele tinha negócios nos EUA e era também lá, nas bibliotecas e arquivos de Miami e de Washington D.C., que ele coligia a maior parte do material sobre o Foro. Nos últimos anos, a pesquisa havia tomado um rumo peculiar. O Dr. Wagner esperava encontrar provas de uma ligação íntima entre o Foro de São Paulo e uma prestigiosa entidade da esquerda chique americana, o "Diálogo Interamericano". Não sei se essa prova específica existe ou não, nem se ela é realmente necessária para demonstrar algo que metade da América já conhece por outros e abundantes sinais, isto é, que os líderes mais barulhentos do Partido Democrata são notórios protetores de movimentos revolucionários e terroristas (de modo que o Foro, se acrescentado à lista, não modificaria em grande coisa as biografias desses personagens vampirescos).

O que sei é que o começo da ruína pessoal do meu amigo data aproximadamente de uma entrevista que ele deu ao Diário Las Américas, importante publicação de língua espanhola em Miami, na qual falava do Foro de São Paulo e de suas relações perigosas com o "Diálogo". Mas isto já seria matéria para outra investigação, e longe de mim a intenção de explicar obscurum per obscurius. Mesmo sem poder prometer a solução para esse aspecto particularmente enigmático do problema, uma coisa posso garantir: os arquivos do Dr. Wagner, recentemente postos à disposição da equipe de pesquisadores do Mídia Sem Máscara e da Associação Comercial de São Paulo, pela generosidade de José Roberto Valente Wagner, permitem retomar a investigação com a esperança de que antes de um ano teremos pelo menos a história interna do Foro de São Paulo reconstituída praticamente mês a mês. Então será possível colocar em bases mais sólidas a questão do "Diálogo", mas antes disso será preciso resolver outro enigma, bem mais urgente e bem mais próximo de nós.

Vou formular esse enigma mediante o contraste entre duas ordens de fatos:
Primeira: O Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos seqüestros, como as FARC e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum e na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime.

Segunda: Durante dezesseis anos, todos os jornais, canais de TV e estações de rádio deste País – todos, sem exceção, inclusive aqueles que mais se gabavam de primar pelo jornalismo investigativo e pelas denúncias corajosas – se recusaram obstinadamente a noticiar a existência e as atividades dessa organização, malgrado as sucessivas advertências que lhes lancei a respeito, em todos os tons possíveis e imagináveis. Do aviso solícito à provocação insultuosa, das súplicas humildes às argumentações lógicas mais persuasivas, tudo foi inútil. Quando não me respondiam com o silêncio desdenhoso, faziam-no com desconversas levianas, com objeções céticas inteiramente apriorísticas, que dispensavam qualquer exame do assunto, com observações sapientíssimas sobre o meu estado de saúde mental ou com a zombaria mais estúpida e pueril que se pode imaginar. Reagindo a essa pertinaz negação dos fatos, fiz publicar no jornal eletrônico Mídia Sem Máscara as atas quase completas das assembléias e grupos de trabalho do Foro de São Paulo. A volumosa prova documental mostrou-se incapaz de demover os negacionistas. Eles pareciam hipnotizados, estupidificados, mentalmente paralisados diante de uma hipótese mais temível do que seus cérebros poderiam suportar na ocasião.

O Foro de São Paulo reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos seqüestros, como as FARC e o MIR chileno.

A publicação das atas teve porém duas conseqüências importantes. De um lado, o site oficial do Foro, www.forosaopaulo.org, foi retirado do ar às pressas, para só voltar meses depois, em versão bastante expurgada. De outro lado, entre os jornalistas e analistas políticos, a afetação de desprezo pelo asunto cedeu lugar à negação ostensiva, pública, da existência mesma do Foro de São Paulo. Dois personagens destacaram-se especialmente nesse servicinho sujo: o inglês Kenneth Maxwell e o brasileiro Luiz Felipe de Alencastro. Para anunciar ao mundo a completa inexistência da entidade que eu denunciava, ambos – por ironia, historiadores de profissão – usaram como tribuna ou megafone o pódio do CFR, Council on Foreign Relations, o mais poderoso think tank americano, dando assim à ignorância dolosa (ou à mentira grotesca) o aval de uma autoridade considerável. Quem ainda tenha ilusões quanto à confiabilidade intelectual da profissão acadêmica, mesmo exercida nos chamados "grandes centros" (Alencastro é professor na Universidade de Paris, e Maxwell é o consultor supremo do próprio CFR em assuntos brasileiros), pode se curar dessa doença mediante a simples notificação desses fatos.

Mas aí a hipótese da mera ignorância organizada começa a ceder lugar à suspeita de uma trama consciente bem maior do que a nossa paranóia poderia imaginar. Membros importantes do CFR tiveram contatos próximos com as organizações criminosas participantes do Foro de São Paulo, cuja existência, portanto, não poderiam ignorar (leia-se a respeito o meu artigo "Por trás da subversão", Diário do Comércio, dia 05 de junho de 2006, http://www.olavodecarvalho.org/semana/060605dc.html). Em suma, o Brasil parecia estar preso entre as malhas de uma articulação criminosa, que envolvia, ao mesmo tempo, a totalidade dos partidos de esquerda latino-americanos, o grosso da classe jornalística nacional, as principais gangues de narcotraficantes do continente e, por fim, uma parcela nada desprezível da elite política e financeira norte americana.

A gravidade desses fatos mede-se pela amplitude e persistência da sua ocultação. Crescendo em segredo, o Foro de São Paulo tornou-se o motor principal das transformações históricas no continente, ao mesmo tempo que a ignorância geral a respeito fazia com que os debates públicos – e portanto a totalidade da vida cultural – se afastasse cada vez mais da realidade e se transformasse numa engenharia da alienação, favorecendo ainda mais o crescimento de um esquema de poder que se alimentava gostosamente da sua própria invisibilidade. A queda vertiginosa do nível de consciência pública nessas condições, era não só previsível como inevitável. As opiniões circulantes tornaram-se uma dança grotesca de irrelevâncias, desconversas e erros maciços, ao mesmo tempo em que a violência e a corrupção cresciam ante os olhos atônicos do público e dos formadores de opinião, cada um apegando-se às explicações mais desencontradas, extemporâneas e impotentes. Muitas décadas hão de passar antes que a devastação psicológica resultante desse quadro possa ser revertida. O fabuloso concurso de crimes que a determinou não tem paralelo na história universal.

Um dos aspectos mais grotescos da situação é a facilidade com que os culpados se desvencilham de qualquer tentativa de denúncia, qualificando-a de "teoria da conspiração". Mas quem falou em conspiração? O que vemos é uma gigantesca movimentação de recursos, de poderes, de organizações, de correntes históricas, que para permanecer imune à curiosidade popular não precisa se esconder em porões, mas apenas apostar na incapacidade pública de apreender a sua complexidade inabarcável e de acreditar na existência de tanta malícia organizada.

O Foro é uma entidade sui generis, sem correspondência em qualquer época ou país. Longo tempo depois de extinto, como espero venha a sê-lo um dia, ele ainda constituirá um enigma e um desafio ao tirocínio dos historiadores. Para nós, ele é mais do que isso. É o inimigo "onipresente e invisível" sonhado por Antonio Gramsci.

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22/08 - GRAMSCI E A COMUNIZAÇÃO DO BRASIL 

O FORO DE SÃO PAULO
Por Anatoli Oliynik
Em junho de 1988 foi realizada a 19ª Conferência do Partido Comunista da União Soviética. Naquela oportunidade debateram-se os caminhos da “PERESTROIKA” de Mikhail Gorbachev, e já se vislumbrava a eminente queda do Muro de Berlim, o que de fato aconteceu em 9/11/1989.
Com a queda do Muro e com o desmoronamento planejado do comunismo pela União Soviética, Fidel Castro e as esquerdas latino-americanas perderam seu tutor financeiro e ideológico, a Rússia. Era preciso, portanto, articular a criação de um organismo que pudesse manter viva a “chama ideológica marxista-leninista”, bem como orientar e coordenar as suas ações comunistas no Continente.

Antes, porém, em janeiro de 1989, em Havana, por ocasião da reunião de cúpula do Partido Comunista de Cuba e o PT do Brasil foi estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 1989, deveria ser formada uma organização para coordenar as ações de toda a esquerda continental e que a liderança e organização do processo caberia a Luiz Inácio “Lula” da Silva. Portanto, Fidel já sabia dos planos arquitetados na 19ª Conferência do Partido Comunista e preparava terreno no Continente.
Aproveitando o poder parlamentar que tinha o Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil, Fidel Castro, com o apoio de Luis Inácio “Lula” da Silva, convocou os principais grupos terroristas revolucionários da América Latina para uma reunião na cidade de São Paulo. Acudiram ao chamado de Fidel e Lula, além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, o Exército de Libertação Nacional (ELN), as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua, a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG), a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador, e o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México.
O primeiro Encontro aconteceu no Hotel Danúbio na cidade de São Paulo, no período de 1 a 4 de julho de1990. O nome “FORO DE SÃO PAULO” foi adotado na segunda reunião realizada na cidade do México, no período de 12 a 15 de junho de 1991, quando reuniu 68
 
     Fidel Castro , um dos fundadores ,
     juntamente com Lula
organizações de 22 países. E assim nasceu o FORO DE SÃO PAULO. Uma coalizão de terroristas revolucionários, partidos comunistas, partidos de esquerda, enfim, a escória do Continente latino-americano, Caribe e América Central. 
Para dirigi-lo centralizadamente, foi criado um Estado Maior civil constituído por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, além do líder sandinista Daniel Ortega e o argentino Enrique Gorriarán Merlo [1].
Em 1991, foram elaborados os estatutos do Foro e escolhida uma direção que ficou composta pelo Partido Comunista Cubano (Cuba), Partido da Revolução Democrática (México), Partido dos Trabalhadores (Brasil), Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (El Salvador), Movimento Lavalas (Haiti), Movimento Bolívia Livre e os 6 partidos integrantes da Esquerda Unida (Peru) e da Frente Ampla (Uruguai, uma frente constituída por diversos partidos e organizações, dentro da qual o Movimento Tupamaros é hegemônico). Em 1992, a URNG - União Revolucionária Nacional Guatemalteca, que agrupa várias organizações voltadas para a luta armada, foi admitida como membro dessa direção.
A partir do II Encontro, realizado no México no período de 12 a 15 de junho de 1991, o FORO DE SÃO PAULO passou a ter CARÁTER CONSULTIVO e DELIBERATIVO dos Encontros. Isso significa que as decisões aprovadas em plenárias e constantes das Declarações finais passaram, a partir de então, a ser consideradas DELIBERATIVAS, isto é, DECISÓRIAS EM TERMOS DE ACEITAÇÃO e CUMPRIMENTO pelos membros do Foro, subordinando-os, portanto, aos ditames dos Encontros na ação a ser desenvolvida em nível internacional e nos respectivos países. Tais deliberações obedecem a uma política internacionalista, com vistas à implantação do socialismo no continente, fato que transfere para um segundo plano os interesses nacionais e fere os princípios da soberania e autodeterminação. A Lei Orgânica dos Partidos Políticos (LOPP) e a Constituição da República definem que “A ação do partido tem caráter nacional e é exercida de acordo com o seu estatuto e programa, sem subordinação a entidades ou governos estrangeiros” (artigo 17 da Constituição e item II, artigo 5º da LOPP). Isso no conceito dos dirigentes dos países membros do FORO DE SÃO PAULO é letra morta.
O FORO DE SÃO PAULO foi descoberto por José Carlos Graça Wagner, um advogado paulista e que o denunciou publicamente em 1º de setembro de 1997, em painel realizado na Escola Superior de Guerra, que versava sobre o tema “Movimentos Sociais e Contestação Sócio-Política – a Questão Fundiária no Brasil”. Com a sua morte, passou a acompanhar e denunciar a formação “eixo do mal” pelo Foro de São Paulo, o jornalista, filósofo e ensaísta, Olavo de Carvalho, o que lhe custou o emprego no jornal “O Globo” e muitos outros periódicos nos quais era articulista.
O FORO DE SÃO PAULO permaneceu no mais absoluto anonimato, eficientemente protegido pela mídia brasileira, toda ela engajada no esquerdismo marxista. O publico brasileiro, mais atento, somente tomou conhecimento e muito discretamente, quase que imperceptivelmente, por ocasião do 7º Encontro realizado na cidade de Porto Alegre em julho de 1997. Foi apenas uma discreta aparição que a imprensa brasileira procurou ocultar por meio da suspensão de todo e qualquer destaque que pudesse levantar suspeitas do que se tratava esse encontro, apesar de presentes 158 delegados, 58 partidos procedentes de 20 países, 36 organizações fraternas e cerca de 400 representantes de partidos e organizações de esquerda do continente.
 
        Presidente Lula e Luiz Ducci
No dia 2 de julho de 2005, por ocasião do XII Encontro ocorrido em São Paulo, se comemorou os 15 anos de fundação da organização, com discurso laudatório do presidente do Brasil cujo trecho selecionado é reproduzido a seguir:

“Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política. Foi assim que surgiu a nossa convicção de que era preciso fazer com que a integração da América Latina deixasse de ser um discurso feito por todos aqueles que, em algum momento, se candidataram a alguma coisa, para se tornar uma política concreta e real de ação dos governantes. Foi assim que nós assistimos a evolução política no nosso continente.”
“E é por isso que eu, talvez mais do que muitos, valorize o Foro de São Paulo, porque tinha noção do que éramos antes, tinha noção do que foi a nossa primeira reunião e tenho noção do avanço que nós tivemos no nosso continente, sobretudo na nossa querida América do Sul.”
“Por isso, meus companheiros, minhas companheiras, saio daqui para Brasília com a consciência tranqüila de que esse filho nosso, de 15 anos de idade, chamado Foro de São Paulo, já adquiriu maturidade, já se transformou num adulto sábio. E eu estou certo de que nós poderemos continuar dando contribuição para outras forças políticas, em outros continentes, porque logo, logo, vamos ter que trazer os companheiros de países africanos para participarem do nosso movimento, para que a gente possa transformar as nossas convicções de relações Sul-Sul numa coisa muito verdadeira e não apenas numa coisa teórica.” 
(Discurso de comemoração dos 15 anos do Foro, julho de 2005)
A documentação acerca do FORO DE SÃO PAULO jamais teve ampla divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em poucos jornais de alguns países e, até numa revista editada na Argentina chamada “América Libre”, quase de circulação interna, dirigida por Frei Betto.
O objetivo do Foro de São Paulo é implantar governos socialistas na América Latina, via eleições “democráticas”, que mais tarde serão convertidos em governos totalitários, a exemplo do modelo cubano em vigor, tudo sob a falsa retórica de “democracia”, tal como eles, os comunistas entendem. Os campos de atividade do Foro são a subversão política e social de todo o continente latino-americano. Veja-se o caso de Zelaya na embaixada brasileira em Honduras. Tudo sob a falsa retórica da “democracia”, repito. Trata-se, portanto, de uma organização que se mantém no anonimato para que seus projetos totalitários não sejam identificados antes que se complete o plano de dominação e implantação do pensamento hegemônico no Brasil e no continente Latino-americano. Para este desiderato o FORO DE SÃO PAULO conta com o apoio da ONU e da OEA.(...)
(...)Como vimos, participam do FORO DE SÃO PAULO partidos e organizações de esquerda, reformistas e revolucionárias; Partidos Comunistas que se definem como marxistas-leninistas; organizações e grupos trotskistas; Partidos Comunistas que continuam se definindo como marxistas-leninistas-maoístas (da Argentina, Peru e Uruguai) e que possuem uma articulação internacional própria em 17 países; Partidos Socialistas filiados ou não à Internacional Socialista;
organizações que continuam desenvolvendo processos de luta armada, como as FARC e ELN, na Colômbia e organizações que participaram da luta armada e hoje atuam na legalidade, como o Movimento 19 de Abril, também da Colômbia e os Tupamaros, do Uruguai.
Esta é, portanto, a breve radiografia do FORO DE SÃO PAULO, uma organização que os brasileiros não conhecem e a maioria nem sabe que existe, e cujo objetivo maior é comprar a sua alma para vendê-la ao demônio.
[1] Enrique Gorriarán Merlo foi o fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo foi, também, o autor do ataque terrorista em janeiro de 1980 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastásio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Organizou a máquina militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que tomou a residência do embaixador japonês em Lima



Conversão à vista?


Mas os cubanos não são de propriedade de Fidel. São filhos de Deus. E disso não podia esquecer o papa

JOSÉ CARLOS GRAÇA WAGNER

Fidel Castro recebeu o papa afirmando que a igreja não deve esquecer o seu passado, a Inquisição. É difícil julgar o passado, ainda que ele tenha produzido males que permanecem até hoje, reconhecidos pelo próprio papa. Que dizer, porém, da "Inquisição" comunista, que matou muito mais gente do que qualquer outra "visão de mundo"?

Em Cuba, ela serviu para justificar a instalação de tirania pessoal, apresentada à opinião pública latino-americana e aos deslumbrados governantes do sul como demonstração de vontade forte de enfrentar o inimigo do norte.

A revolução, no início democrática, se tornou tirânica pela intenção de Fidel de vingar as injustiças sofridas pela América Latina, advindas da falta de verdadeira solidariedade das Américas. Se de fato ela existisse, teria impedido a ditadura em Cuba e afastado, bem antes, as injustiças que lhe deram causa.

Mas a tal ponto a revolução cubana se transformou em tirania pessoal que não se sustentará após o desaparecimento físico de Fidel. Tivesse mantido a natureza democrática da revolução, teria sido, pelos seus extraordinários talentos pessoais, líder da maior expressão em todo o continente.

Fidel, ao contrário, assumiu a guerra contra a burguesia de todos os países, acusada, juntamente com a igreja e com as Forças Armadas, de ser aliada do "inimigo". Enxergando-se como "anjo vingador", tornou-se responsável direto pelas centenas de milhares de mortes provocadas pela "luta armada" desencadeada em toda a América Latina. Desestabilizou regimes democráticos; gerou, como reação, regimes militares em vários países; e retardou o desenvolvimento econômico.

Fidel fez, ainda, milhões de cubanos perderem 40 anos de suas vidas, sem o direito de possuir uma trajetória própria para exercer seu livre-arbítrio. Vidas semi-abortadas, sem o livre exercício dos seus talentos para participar da construção da história no seu tempo. Em Cuba, esse livre-arbítrio foi monopolizado por Fidel -responsável pela condenação à morte até de amigos, por considerar sua missão mais importante que a vida das pessoas.

Mas os cubanos não são de propriedade de Fidel. São filhos de Deus. E disso não podia esquecer o papa, mensageiro da paz e revolucionário do amor. Não podia perder a chance de dar esperanças aos que vivem numa sociedade forçada ao ateísmo, em que as famílias foram separadas pelo pretenso desmonte da "sociedade burguesa".

Os quase 2 milhões de cubanos expulsos do país teriam contribuído, mais do que os "subsídios" da URSS, para o progresso da nação. Todos esses exilados são, na mente de Fidel, inimigos da pátria, embora pertencentes a uma classe média profundamente democrática, que apoiara a revolução.

Pouco importavam os motivos políticos de Fidel para consumar o convite. Ele precisava de oxigênio depois que a URSS deixou de fornecer recursos para a luta armada e para melhorar, como vitrine, os "índices sociais" cubanos.

Pouco importava a intenção de obter um reforço indireto para a utopia de construir, na América Latina, um "neo-socialismo", que frei Betto imagina possível com o uso da infra-estrutura da Igreja Católica no continente.

A idéia de convidar o papa, de fato, não foi algo repentino. Começou quando frei Betto se lançou à empreitada de escrever "Fidel e a Religião", em 1979. Continuou na reunião de janeiro de 1989, em Havana, testemunhada em outro livro de frei Betto, "O Paraíso Perdido". Com a previsão do colapso da URSS, as cúpulas do PC de Cuba e do PT do Brasil formularam estratégias para manter o "socialismo" em Cuba e fazê-lo expandir-se para o continente.

Se Lula vencesse as eleições presidenciais daquele ano, assumiria o apoio logístico para a sobrevivência do regime cubano. Caso contrário, hipótese admitida expressamente por Fidel, seria formada uma intercontinental socialista, coordenada pelo petista. Ela se formou em 1990, sob o nome de Foro de São Paulo, com o MST como ponta-de-lança. O foro visa trabalhar pela sobrevivência e expansão do fidelismo, por mais utópica que seja tal façanha.

Esse grupo via o convite ao papa para ir a Cuba como decisivo para a estratégia sustentada pelo irmão leigo dominicano. Nada teria repercussão maior no continente e no mundo. Cuba seria uma espécie de Meca da nova revolução católico-socialista, largamente cogitada nas conversações com o tirano no livro "Fidel e a Religião". Enfim, uma aparente cartada de mestre.

Mas os que jogam o jogo do poder humano cometem o erro de não acreditar no poder divino. Acham que manipulam a igreja e chegam a dar a impressão, em certos momentos, de ter êxito. Embora "mensageiros" da história, não conseguiram ler as mensagens que provam que "as portas do inferno não prevalecerão contra ela".

Se há alguém que enfrenta o colosso americano, não é Fidel. É o papa. Se alguém enfrenta o tirano caribenho, não é o embargo americano. É o papa. Se há uma revolução a ser feita na América Latina, é a pregada pelo papa, não a de frei Betto. Se há uma opção verdadeira pelo social, não é a de Che, por mais que ele tenha pretendido lutar por isso. É a do amor de Cristo pelos pobres, comprovada pela igreja em séculos. Hoje, ela é representada pelo papa, que convoca todos para a solidariedade -não para a tirania dos iluminados.

O tiro está saindo pela culatra para Fidel e seus companheiros do Foro de São Paulo. O que subsiste após a visita a Cuba é a revolução do papa. Não é de todo impossível que se escreva outra história, diferente do "romance" imaginado por frei Betto, pois o homem põe e Deus dispõe.

Fidel pode se transformar no grande convertido -cair do cavalo, como são Paulo. Seria o primeiro tirano de índole marxista a converter-se, pelo carisma do papa, à sua antiga religião, como acontece com muitos jovens que andam por ínvios caminhos, mas voltam à casa do Pai. Será a maior revolução do fim do século -e talvez venha até a ser acompanhada pela conversão de frei Betto. Grande epílogo para uma triste novela, comprovando que de um grande mal se pode tirar um grande bem.

José Carlos Graça Wagner, 67, advogado, é diretor da Associação Comercial de São Paulo, presidente do Instituto Brasileiro pela Liberdade Econômica e Desenvolvimento Social (SP) e presidente do Conselho Curador da Fundação Cásper Líbero.


DOCUMENTO HISTÓRICO

 Conheça o Foro de São Paulo, o maior inimigo do Brasil

FORO DE SÃO PAULO SAÚDA O COMUNISMO NA GRÉCIA




 
Qualquer pretenso analista político que não entenda que a corrupção sistêmica é parte integrante de um projeto de conquista do poder total, que esse projeto está intimamente ligado a terrorismo, narcotráfico e contrabando de armas, e que o comando da coisa vem de Cuba por meio dos encontros reservados do Foro de São Paulo é um idiota útil na mais bondosa das hipóteses. Sua opinião a respeito do que quer que seja não vale nada, a não ser na hipótese do relógio parado. - OLAVO DE CARVALHO https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/441267882691958

Socialismo é uma máquina de produzir ditaduras. É a receita para predadores sociais tomarem o poder.