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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

OLAVO DE CARVALHO - Intelectuais, MÁFIA e PODER: o jogo sujo por trás da POLÍTICA moderna

 

O comunismo nunca foi um erro bem-intencionado, esse é o projeto criminoso mais perigoso da história.   Roubo, assassinato, infiltração cultural, controle intelectual: nada é improviso.  Neste vídeo, Olavo fala sobre a farsa da “ideologia inocente” e mostra como o crime político funciona de verdade: não na base do caos, mas da organização fria, silenciosa e contínua.   Quem domina a vida intelectual domina o resto. 

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0:00 Quer dizer, você rouba para comprar armas para cometer homicídio em massa. Sempre foi assim! Você vê que essa articulação profunda entre o comunismo e o crime é o fato dominante da história do século XX. Ninguém cometeu mais crime do que os comunistas. Se você pegar todos os crimes avulsos cometidos pela máfia, não dá nada comparado com que os comunistas fizeram. Não é isso? E também não deixem de ler o livro da Claire Sterling, que era repórter do Reader's Digest. O livro se chama "O mundo dos Ladrões", "Thieves’ World". E ela mostra que por volta de 2003 a máfia russa (que é o próprio Partido Comunista, não é outra coisa, é a máfia russa, é o governo russo, o qual é o Partido Comunista, o qual é a KGB) havia conseguido unificar todas as máfias do mundo, de modo que as guerras de máfia iam acabar. Não tem mais guerra, tá tudo em ordem, porque se um brigar com o outro, a máfia russa manda matar todo mundo. Então ficaram todos bonzinhos, né? Então a conexão entre comunismo e crime é íntima e inseparável.  E os crimes pequenos cometidos por comunistas nunca são crimes individuais cometidos por iniciativa deles mesmo. Ao contrário, estão todos dentro do plano e são crimes para fomentar e facilitar a prática de outros crimes maiores. É sempre assim! Quer dizer, você rouba para comprar armas para cometer homicídio em massa. Sempre foi assim. Você veja, do que o Partido Comunista Russo, ele no começo viveu de assaltar trens. Quem era o assaltante máximo de trens? Stalin, né? E ele por ter sustentado o partido, ele ganhou um prestígio muito grande e acabou virando o chefe daquela porcaria, não é isso? Então, todo o nosso combate à corrupção foi assim extra ideológico. Não mexemos  ideologia, nós somos puros, nós somos técnicos, nós somos positivistas, nós só ligamos para a letra da lei. A realidade por trás não nos interessa. Só interessa o formalismo jurídico que nos ajuda a encobri-la, a encobrir o crime sob aparência de combate ao crime. Olavo de Carvalho

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"Vejam só o caso da Rússia: com o seu contingente duplicado, a KGB conta, hoje em dia, com milhares de pseudópodos espalhados pelo mundo, operando legalmente sob o disfarce de bancos, indústrias, firmas de consultoria, o diabo; tem ademais a seu serviço a máfia russa, que desde o começo dos anos 90 possui o domínio sobre todas as grandes redes criminosas do mundo, da Sibéria à Venezuela e à Colômbia (v. Claire Sterling, Thieves’ World: The Threat of the New Global Network of Organized Crime, New York, Simon & Schuster, 1994, bem como Helène Blanc e Renata Lesnik, L’Empire de Toutes les Mafias, Paris, Presses de la Cité, 1998), mais o terrorismo islâmico que é criatura sua (v. Ion Mihai Pacepa, “The Arafat I Knew” em http://www.weizmann.ac.il/home/comartin/israel/pacepa-wsj.html) e todos os movimentos revolucionários militantes do mundo, agora unidos a ela por laços cada vez mais complexos e difíceis de rastrear. Que poder, no mundo, jamais se organizou para enfrentar uma coisa dessas? Por favor, não caiam no ridículo de mencionar a CIA, organização incomparavelmente menor, cuja inermidade ante essa máquina infernal já se comprovou centenas de vezes."  A tradição revolucionária – 3  Olavo de Carvalho 2011

domingo, 8 de fevereiro de 2026

OLAVO DE CARVALHO - A MÁFIA RUSSA é o próprio governo russo, e não outra coisa, e o governo russo é a KGB e nada mais.

LAVAGEM DE NOTÍCIAS

OLAVO DE CARVALHO

A KGB foi - e é - a maior organização burocrática de qualquer tipo que já existiu ao longo da história humana
No dia 31 passado, os jornais brasileiros espremeram em textinhos de 10 cm uma das notícias mais importantes deste século e do anterior: documentos da extinta Alemanha Oriental confirmavam que o atentado contra João Paulo 2º, ocorrido em 13/5/81 na praça de São Pedro, fora planejado pelo governo soviético e realizado através do serviço secreto búlgaro. A TV omitiu a notícia por completo. Quarenta e oito horas depois, a menção discretíssima aos tiros que devastaram a saúde do papa já estava esquecida -e, como se não tivesse nada a ver com a sua morte, não voltou a aparecer no noticiário.
No meio de tantos insultos lançados à memória do falecido pontífice, os panos quentes estendidos sobre a ação macabra de seus agressores foram, decerto, o mais cínico e perverso. Mas não constituem novidade no comportamento da grande mídia. Quando o escritor Vladimir Bukovski, o primeiro pesquisador a vasculhar os arquivos de Moscou, voltou de lá com as provas de que a KGB havia subsidiado durante mais de uma década a imprensa social-democrata da Europa Ocidental, mesmo os jornais "soi disant" conservadores opuseram uma renitente má vontade à divulgação do fato, alegando que não era bom "reabrir antigas feridas". Na mídia nacional, permanece tabu a confissão do agente tcheco Ladislav Bittman de que a famosa participação da CIA no golpe de 1964 foi um truque difamatório criado pela espionagem soviética através de documentos falsos distribuídos por jornalistas brasileiros que então constavam da folha de pagamentos da KGB. E assim por diante.
Com 500 mil funcionários e uma rede mundial de milhões de colaboradores, a KGB foi -e é- a maior organização burocrática de qualquer tipo que já existiu ao longo da história humana (o paralelo com a CIA é grotesco pela desproporção), com recursos financeiros ilimitados e funções que vão infinitamente além das atribuições normais de um serviço secreto, abrangendo o controle de milhares de publicações, sindicatos, partidos políticos, campanhas sociais e entidades culturais e religiosas em todo o mundo. Sua influência na história cultural do século 20 é imensurável. Entre os anos 30 e 70, não houve praticamente escritor, cineasta, artista ou pensador famoso, na Europa e nos EUA, que não fosse em nenhum momento cortejado ou monitorado, subsidiado ou chantageado por agentes da KGB.
É impossível compreender a circulação das idéias no mundo nesse período sem levar em conta o maciço investimento soviético no mercado ocidental de consciências. A infinidade de crenças, símbolos, giros de linguagem e cacoetes mentais que se originaram diretamente nos escritórios da KGB e hoje se encontram incorporados ao vocabulário comum, determinando reações e sentimentos cujo teor comunista já não é reconhecido como tal, ilustra a eficácia residual da propaganda longo tempo depois de atingidos os seus objetivos imediatos. No manejo desses efeitos de longo prazo reside uma das armas mais eficazes do Partido Comunista, que, com nomes variados, é o único organismo político com alguma continuidade de comando e unidade estratégica que subsiste em escala mundial do século 19 até hoje.
A extinção oficial do império soviético não diminuiu em nada o poder da KGB, apenas a renomeou pela enésima vez. As menções freqüentes da mídia ocidental à "máfia russa" só servem para encobrir dois fatos que os estudiosos da área conhecem perfeitamente bem:
1) A máfia russa é o próprio governo russo, e não outra coisa, e o governo russo é a KGB e nada mais.
2) Desde o começo da década de 90 não há mais máfias nacionais em competição sangrenta, mas uma aprazível divisão de trabalho entre organizações criminosas de todos os países, uma autêntica "pax mafiosa" que, por meio do narcotráfico, do contrabando de armas, da indústria dos seqüestros etc., gerou um poder econômico mundial sem similares ou concorrentes imagináveis.
Conforme mostrou a repórter Claire Sterling no seu livro "Thieves" World" ("O Mundo dos Ladrões"), Nova York, Simon & Schuster, 1994, a constituição desse império do crime deu-se sob o comando da "máfia russa", que continua regendo o espetáculo. Muito antes disso, a KGB já tinha uma atuação intensa no narcotráfico, prevendo a possibilidade de o usar um dia como fonte alternativa de financiamento para os movimentos revolucionários locais, como veio mesmo a acontecer (v. Joseph D. Douglass, "Red Cocaine. The Drugging of America and the West", Londres, Harle, 1999).
O leitor não deve estranhar a menção a organizações religiosas. Nos EUA, o Conselho Nacional das Igrejas é notoriamente uma entidade pró-comunista (v. Gregg Singer, "The Unholy Alliance", Arlington House Books, 1975), e o mesmo se deve dizer de seus equivalentes em outros países. A penetração da KGB nos altos círculos da Igreja Católica e sua influência decisiva nos rumos tomados pelo Concílio Vaticano 2º são hoje bem conhecidas (v. Ricardo de la Cierva, "Las Puertas del Infierno" e "La Hoz y la Cruz", ambos pela Editorial Fênix, de Barcelona). E Ali Agca, o assassino contratado pelos soviéticos para matar o papa, não disse senão o óbvio ao declarar que não poderia ter agido sem a ajuda de membros da hierarquia eclesiástica. Não por coincidência, as mais estapafúrdias "teorias da conspiração" literárias ou cinematográficas, que envolvem nesse empreendimento assassino até mesmo a CIA, recebem da mídia mais espaço e tratamento mais respeitoso do que os documentos oficiais que oferecem a prova da autoria do crime.
Assim como existe lavagem de dinheiro, existe lavagem de notícias. Essa tem sido a principal atividade da mídia ocidental elegante nas últimas décadas. Se não houvesse outras fontes de informação, todo mundo já teria se persuadido de que o comunismo jamais existiu e estaria pronto para aceitá-lo de novo como utopia de futuro, com outro nome qualquer. Olavo de Carvalho, 57, jornalista e ensaísta, é autor de, entre outros livros, o "O Jardim das Aflições" (É Realizações, 2001). 

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1804200509.htm

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"TRUMP DESMASCARA A TRAMA SPYGATE - Spygate ajuda Trump a expurgar corrupção de uma só vez 
"Os Estados Unidos estão testemunhando a história, uma vez que uma rede corrupta de funcionários de carreira do “Deep State” tem trabalhado ativamente contra o presidente Donald Trump e os interesses do povo americano. Durante as eleições de 2016, essa rede – ao lado de políticos, da campanha de Hillary Clinton e de autoridades governamentais estrangeiras – ajudou a criar a falsa narrativa que Trump conspirou com a Rússia." 

🚨 EPSTEIN ERA UM AGENTE SECRETO DO MOSSAD? DA CIA? | Allan dos Santos e Delegado Ramagem https://youtu.be/vsDMejFtZL0

 

sábado, 7 de maio de 2022

PUTIN ❤️ STALIN

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O desertor da SVR/KGB Sergei Tretyakov disse ao jornalista Pete Earley,
"Quero alertar os americanos. Como povo, você é muito ingênuo em relação à Rússia e suas intenções. Você acredita que porque a União Soviética não existe mais, a Rússia agora é sua amiga. Não é, e posso mostrar como o SVR está tentando destruir os EUA até hoje e ainda mais do que a KGB fez durante a Guerra Fria."
[x]  https://jrnyquist.blog/2022/07/19/the-inversion-of-jordon-peterson/ 

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As menções freqüentes da mídia ocidental à "máfia russa" só servem para encobrir dois fatos que os estudiosos da área conhecem perfeitamente bem:
1) A máfia russa é o próprio governo russo, e não outra coisa, e o governo russo é a KGB e nada mais.
2) Desde o começo da década de 90 não há mais máfias nacionais em competição sangrenta, mas uma aprazível divisão de trabalho entre organizações criminosas de todos os países, uma autêntica "pax mafiosa" que, por meio do narcotráfico, do contrabando de armas, da indústria dos seqüestros etc., gerou um poder econômico mundial sem similares ou concorrentes imagináveis.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1804200509.htm

"O mundo Ocidental como um todo, e os Estados Unidos em particular, se equivocaram seriamente sobre a natureza das mudanças no mundo comunista. Não estamos testemunhando a morte do comunismo, mas uma nova ofensiva estratégica de desinformação." Anatoliy Golitsyn https://conspiratio3.blogspot.com/2018/01/finalmente-republicaram-o-livro.html

"O colapso do Partido Comunista soviético não foi um acidente da História nem um súbito resplandecer da democracia. Ao contrário, foi o resultado de um plano minuciosamente preparado, concebido pela elite do Partido, executado pela direção de um departamento secreto do Comitê Central, o Departamento Internacional." Evgeny Novikov https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/flavio-gordon-o-mito-sobre-o-fim-do.html

Flávio Gordon - A imagem do inimigo que está desaparecendo foi absolutamente necessária à política externa dos Estados Unidos e seus aliados, a destruição desse estereótipo é a arma de Gorbachev. Uma grande guinada foi dada nas relações internacionais e no entanto algumas pessoas não estão prontas para tanto. "A coisa mais terrível que pudemos fazer por enquanto foi tê-los privado da imagem do inimigo."

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O ENGODO DA PERESTROIKA - ANATOLIY GOLITSYN, PROFECIAS DE FÁTIMA E A NOVA ORDEM MUNDIAL  https://conspiratio3.blogspot.com/2013/10/o-engodo-da-perestroika-anatoliy.html

Cornelia Ferreira: The Perestroika Deception Updated https://youtu.be/CpyOYju5cV0

Eucharistic Heresies & the Warnings of Fatima with Cornelia Ferreira  https://youtu.be/VBd5wljkiDQ

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A GUERRA DA RÚSSIA E AS PROFECIAS DE NOSSA SENHORA DE LA SALETTE  https://conspiratio3.blogspot.com/2022/04/a-guerra-da-russia-e-as-profecias-de.html

A Rússia espalhará os seus erros pelo mundo”: aula sobre Fátima e o Comunismo https://youtu.be/GaJcVEz_4EE

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PHVOX - Especial: Fátima, o que ainda não se cumpriu? https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/phvox-especial-fatima-o-que-ainda-nao.html

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A PROFECIA para a RÚSSIA da Beata Elena Aiello  https://youtu.be/CjaPQLmrC3U

A partir de 1949 e no decorrer da década de 50 ela teve o conhecimento profético das calamidades do nosso tempo atual, ela ouviu o Senhor lhe dizer: “A ruína e a morte virão sobre o mundo. Virá um flagelo jamais visto na História da humanidade." https://youtu.be/JPo344nPNFY

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3 DIAS DE TREVAS, Aviso De Grandes Santos https://conspiratio3.blogspot.com/2021/12/3-dias-de-trevas-aviso-de-grandes-santos.html 

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SOBRE OS VIDENTES DE FÁTIMA - Cornelia Ferreira  

sábado, 9 de abril de 2022

PHVOX - Olavo de Carvalho: O futuro que a Rússia nos promete

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OLAVO DE CARVALHO - As menções freqüentes da mídia ocidental à "máfia russa" só servem para encobrir dois fatos que os estudiosos da área conhecem perfeitamente bem:
1) A máfia russa é o próprio governo russo, e não outra coisa, e o governo russo é a KGB e nada mais.
2) Desde o começo da década de 90 não há mais máfias nacionais em competição sangrenta, mas uma aprazível divisão de trabalho entre organizações criminosas de todos os países, uma autêntica "pax mafiosa" que, por meio do narcotráfico, do contrabando de armas, da indústria dos seqüestros etc., gerou um poder econômico mundial sem similares ou concorrentes imagináveis.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1804200509.htm



Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 23 de maio de 2011

O prof. Alexandre Duguin, à testa da elite intelectual russa que hoje molda a política internacional do governo Putin, diz que o grande plano da sua nação é restaurar o sentido hierárquico dos valores espirituais que a modernidade soterrou. Para pessoas de mentalidade religiosa, chocadas com a vulgaridade brutal da vida moderna, a proposta pode soar bem atraente. Só que a realização da idéia passa por duas etapas. Primeiro é preciso destruir o Ocidente, pai de todos os males, mediante uma guerra mundial, fatalmente mais devastadora que as duas anteriores. Depois será instaurado o Império Mundial Eurasiano sob a liderança da Santa Mãe Rússia.

Quanto ao primeiro tópico: a “salvação pela destruição” é um dos chavões mais constantes do discurso revolucionário. A Revolução Francesa prometeu salvar a França pela destruição do Antigo Regime: trouxe-a de queda em queda até à condição de potência de segunda classe. A Revolução Mexicana prometeu salvar o México pela destruição da Igreja Católica: transformou-o num fornecedor de drogas para o mundo e de miseráveis para a assistência social americana. A Revolução Russa prometeu salvar a Rússia pela destruição do capitalismo: transformou-a num cemitério. A Revolução Chinesa prometeu salvar a China pela destruição da cultura burguesa: transformou-a num matadouro. A Revolução Cubana prometeu salvar Cuba pela destruição dos usurpadores imperialistas: transformou-a numa prisão de mendigos. Os positivistas brasileiros prometeram salvar o Brasil mediante a destruição da monarquia: acabaram com a única democracia que havia no continente e jogaram o país numa sucessão de golpes e ditaduras que só acabou em 1988 para dar lugar a uma ditadura modernizada com outro nome.

Agora o prof. Duguin promete salvar o mundo pela destruição do Ocidente. Sinceramente, prefiro não saber o que vem depois. A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis, tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais e guerras entre nações mataram desde o início dos tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado, é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada, o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento, passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso, o categórico pelo hipotético. É a falsificação estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. O prof. Duguin propõe o Império Eurasiano e reconstrói toda a história do mundo como se fosse a longa preparação para o advento dessa coisa linda. É um revolucionário como outro qualquer. Apenas, imensamente mais pretensioso.

Quanto ao Império Mundial Eurasiano, com um pólo oriental sustentado nos países islâmicos, no Japão e na China, e um pólo ocidental no eixo Paris-Berlim-Moscou, não é de maneira alguma uma idéia nova. Stalin acalentou esse projeto e fez tudo o que podia para realizá-lo, só fracassando porque não conseguiu, em tempo, criar uma frota marítima com as dimensões requeridas para realizá-lo. Ele errou no timing: dizia que os EUA não passariam dos anos 80. Quem não passou foi a URSS.

Como o prof. Duguin adorna o projeto com o apelo aos valores espirituais e religiosos, em lugar do internacionalismo proletário que legitimava as ambições de Stálin, parece lógico admitir que a nova versão do projeto imperial russo é algo como um stalinismo de direita.
Mas a coisa mais óbvia no governo russo é que seus ocupantes são os mesmos que dominavam o país no tempo do comunismo. Substancialmente, é o pessoal da KGB (ou FSB, que a mudança periódica de nomes jamais mudou a natureza dessa instituição). Pior ainda, é a KGB com poder brutalmente ampliado: de um lado, se no regime comunista havia um agente da polícia secreta para cada 400 cidadãos, hoje há um para cada 200, caracterizando a Rússia, inconfundivelmente, como Estado policial; de outro, o rateio das propriedades estatais entre agentes e colaboradores da polícia política, que se transformaram da noite para o dia em “oligarcas” sem perder seus vínculos de submissão à KGB, concede a esta entidade o privilégio de atuar no Ocidente, sob camadas e camadas de disfarces, com uma liberdade de movimentos que seria impensável no tempo de Stalin ou de Kruschev.

Ideologicamente, o eurasismo é diferente do comunismo. Mas ideologia, como definia o próprio Karl Marx, é apenas um “vestido de idéias” a encobrir um esquema de poder. O esquema de poder na Rússia trocou de vestido, mas continua o mesmo – com as mesmas pessoas nos mesmos lugares, exercendo as mesmas funções, com as mesmas ambições totalitárias de sempre.
O Império Eurasiano promete-nos uma guerra mundial e, como resultado dela, uma ditadura global. Alguns de seus adeptos chegam a chamá-lo “o Império do Fim”, uma evocação claramente apocalíptica. Só esquecem de observar que o último império antes do Juízo Final não será outra coisa senão o Império do Anticristo.

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Tenho certeza de que, assim que a Rússia se tornar um país livre e aberto, muitos laboratórios russos secretos serão descobertos... "Em 1988, enquanto o cientista russo Nikolai Ustinov trabalhava no laboratório VECTOR , parte de um programa russo para desenvolver armas virais, ele acidentalmente se infectou com o vírus Marburg, um patógeno mortal relacionado ao Ebola. Ele morreu semanas depois." https://www-statnews-com.translate.goog/2021/08/19/natural-pandemic-terrible-synthetic-one-even-worse/?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=sc

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SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - NÚMEROS MACABROS - OLAVO DE CARVALHO  https://conspiratio3.blogspot.com/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html 

 


"O socialismo consiste na promessa de obter um resultado pelos meios que produzem necessariamente o resultado inverso."
(Olavo de Carvalho)

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OLAVO DE CARVALHO - "Ideológicamente o eurasismo é diferente do comunismo, mas, como definiu Karl Marx, ideologia é um vestido de idéias a encobrir um esquema de poder.  O esquema de poder na Rússia trocou de vestido, mas continua o mesmo." https://youtu.be/ZpjwJ_jRpMo?t=3483

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A direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na esquerda totalitária que tanto nos horroriza. 


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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos.