O polilogismo é a crença de que há uma multiplicidade de
irreconciliáveis formas de lógica dentro da população humana
Marx e os marxistas, entre eles o "filósofo proletário"
Dietzgen, ensinaram que o pensamento é determinado pela classe social do
pensador. O que o pensamento produz não é a verdade, mas apenas
"ideologias". Esta palavra significa, no contexto da filosofia
marxista, um disfarce dos interesses egoístas da classe social à qual
pertence o pensador. Por conseguinte, seria inútil discutir qualquer
coisa com pessoas de outra classe social. Não seria necessário refutar
ideologias por meio do raciocínio discursivo; ideologias devem apenas
ser desmascaradas, denunciando a classe e a origem social de seus
autores. Assim, os marxistas não discutem os méritos das teorias
científicas; eles simplesmente revelam a origem "burguesa" dos
cientistas.
Os marxistas se refugiam no polilogismo porque não conseguem refutar
com métodos lógicos as teorias desenvolvidas pela ciência econômica
"burguesa"; tampouco conseguem responder às inferências derivadas destas
teorias, como as que demonstram a impraticabilidade do socialismo.
Dado que não conseguiram demonstrar racionalmente a validade de suas
idéias e nem a invalidade das idéias de seus adversários, eles
simplesmente passaram a condenar os métodos lógicos. O sucesso deste
estratagema marxista foi sem precedentes. Ele tornou-se uma blindagem
contra qualquer crítica racional à pseudo-economia e à pseudo-sociologia
marxistas. Ele fez com que todas as críticas racionais ao marxismo
fossem inócuas.
Foi justamente por causa dos truques do polilogismo que o estatismo conseguiu ganhar força no pensamento moderno.
O que os nazistas copiaram de Marx
Escrito por Ludwig von Mises
| 13 Fevereiro 2013
Artigos -
Movimento Revolucionário
Nem o polilogismo marxista e nem o
nazista conseguiram ir além de declarar que a estrutura lógica da mente é
diferente entre as várias classes ou raças. Eles nunca se atreveram a
demonstrar precisamente no quê a lógica do proletariado difere da lógica
da burguesia, ou no quê a lógica ariana difere da lógica dos judeus ou
dos ingleses.
O marxismo afirma que a
forma de pensar de uma pessoa é determinada pela classe a que
pertence. Toda classe social tem sua lógica própria. Logo, o produto
do pensamento de um determinado indivíduo não pode ser nada além de um
"disfarce ideológico" dos interesses egoístas da classe à qual ele
pertence. A tarefa de uma "sociologia do conhecimento", segundo os
marxistas, é desmascarar filosofias e teorias científicas e expor o seu
vazio "ideológico". A economia seria um expediente "burguês" e os
economistas são sicofantas do capital. Somente a sociedade sem classes
da utopia socialista substituirá as mentiras "ideológicas" pela verdade.
Este polilogismo, posteriormente, assumiu várias outras formas. O
historicismo afirma que a estrutura lógica da ação e do pensamento
humano está sujeita a mudanças no curso da evolução histórica. O
polilogismo racial atribui a cada raça uma lógica própria.
O polilogismo, portanto, é a crença de que há uma multiplicidade de
irreconciliáveis formas de lógica dentro da população humana, e estas
formas estão subdivididas em algumas características grupais.
Os nazistas fizeram amplo uso do polilogismo. Mas os nazistas não
inventaram o polilogismo. Eles apenas criaram seu próprio estilo de
polilogismo.
Até a metade do século XIX, ninguém se atrevia a questionar o fato de
que a estrutura lógica da mente era imutável e comum a todos os seres
humanos. Todas as interrelações humanas são baseadas nesta premissa de
que há uma estrutura lógica uniforme. Podemos dialogar uns com os
outros apenas porque podemos recorrer a algo em comum a todos nós: a
estrutura lógica da razão.
Alguns homens têm a capacidade de pensar de forma mais profunda e
refinada do que outros. Há homens que infelizmente não conseguem
compreender um processo de inferência em cadeias lógicas de pensamento
dedutivo. Mas, considerando-se que um homem seja capaz de pensar e
trilhar um processo de pensamento discursivo, ele sempre aderirá aos
mesmos princípios fundamentais de raciocínio que são utilizados por
todos os outros homens. Há pessoas que não conseguem contar além de
três; mas sua contagem, até onde ele consegue ir, não difere da contagem
de Gauss ou de Laplace. Nenhum historiador ou viajante jamais nos
trouxe nenhuma informação sobre povos para quem A e não-A fossem
idênticos, ou sobre povos que não conseguissem perceber a diferença
entre afirmação e negação. Diariamente, é verdade, as pessoas violam os
princípios lógicos da razão. Mas qualquer um que se puser a examinar
suas deduções de forma competente será capaz de descobrir seus erros.
Uma vez que todos consideram tais fatos inquestionáveis, os homens
são capazes de entrar em discussões e argumentações. Eles conversam
entre si, escrevem cartas e livros, tentam provar ou refutar. A
cooperação social e intelectual entre os homens seria impossível se a
realidade não fosse essa. Nossas mentes simplesmente não são capazes de
imaginar um mundo povoado por homens com estruturas lógicas distintas
ente si ou com estruturas lógicas diferentes da nossa.
Mesmo assim, durante o século XIX, este fato inquestionável foi
contestado. Marx e os marxistas, entre eles o "filósofo proletário" Dietzgen, , ensinaram que o pensamento é determinado pela classe social do
pensador. O que o pensamento produz não é a verdade, mas apenas
"ideologias". Esta palavra significa, no contexto da filosofia
marxista, um disfarce dos interesses egoístas da classe social à qual
pertence o pensador. Por conseguinte, seria inútil discutir qualquer
coisa com pessoas de outra classe social. Não seria necessário refutar
ideologias por meio do raciocínio discursivo; ideologias devem apenas
ser desmascaradas, denunciando a classe e a origem social de seus
autores. Assim, os marxistas não discutem os méritos das teorias
científicas; eles simplesmente revelam a origem "burguesa" dos
cientistas.
Os marxistas se refugiam no polilogismo porque não conseguem refutar
com métodos lógicos as teorias desenvolvidas pela ciência econômica
"burguesa"; tampouco conseguem responder às inferências derivadas destas
teorias, como as que demonstram a impraticabilidade do socialismo.
Dado que não conseguiram demonstrar racionalmente a validade de suas
idéias e nem a invalidade das idéias de seus adversários, eles
simplesmente passaram a condenar os métodos lógicos. O sucesso deste
estratagema marxista foi sem precedentes. Ele tornou-se uma blindagem
contra qualquer crítica racional à pseudo-economia e à pseudo-sociologia
marxistas. Ele fez com que todas as críticas racionais ao marxismo
fossem inócuas.
Foi justamente por causa dos truques do polilogismo que o estatismo conseguiu ganhar força no pensamento moderno.
O polilogismo é tão inerentemente ridículo, que é impossível levá-lo
consistentemente às suas últimas consequências lógicas. Nenhum marxista
foi corajoso o suficiente para derivar todas as conclusões que seu ponto
de vista epistemológico exige. O princípio do polilogismo levaria à
inferência de que os ensinamentos marxistas também não são objetivamente
verdadeiros, mas sim apenas afirmações "ideológicas". Mas isso os
marxistas negam. Eles reivindicam para suas próprias doutrinas o
caráter de verdade absoluta.
Dietzgen ensina que "as idéias da lógica proletária não são idéias
partidárias, mas sim o resultado da mais pura e simples lógica". A
lógica proletária não é "ideologia", mas sim lógica absoluta. Os atuais
marxistas, que rotulam seus ensinamentos de sociologia do conhecimento,
dão provas de sofrerem desta mesma inconsistência. Um de seus
defensores, o professor Mannheim, procura demonstrar que há certos
homens, os "intelectuais não-engajados", que possuem o dom de apreender a
verdade sem serem vítimas de erros ideológicos. Claro, o professor
Mannheim está convencido de que ele mesmo é o maior dos "intelectuais
não-engajados". Você simplesmente não pode refutá-lo. Se você discorda
dele, você estará apenas provando que não pertence à elite dos
"intelectuais não-engajados", e que seus pensamentos são meras tolices
ideológicas.
Os nacional-socialistas alemães tiveram de enfrentar o mesmo problema
dos marxistas. Eles também não foram capazes nem de demonstrar a
veracidade de suas próprias declarações e nem de refutar as teorias da
economia e da praxeologia. Consequentemente, eles foram buscar abrigo
no polilogismo, já preparado para eles pelos marxistas. Sim, eles
criaram sua própria marca de polilogismo. A estrutura lógica da mente,
diziam eles, é diferente para cada nação e para cada raça. Cada raça ou
nação possui sua própria lógica e, portanto, sua própria economia,
matemática, física etc. Porém, não menos inconsistente do que o
Professor Mannheim, o professor Tirala, seu congênere defensor da
epistemologia ariana, declara que a única lógica e ciência verdadeiras,
corretas e perenes são as arianas. Aos olhos dos marxistas, Ricardo,
Freud, Bergson e Einstein estão errados porque são burgueses; aos olhos
dos nazistas, estão errados porque são judeus. Um dos maiores objetivos
dos nazistas é libertar a alma ariana da poluição das filosofias
ocidentais de Descartes, Hume e John Stuart Mill. Eles estão em busca
da ciência alemã arteigen, ou seja, da ciência adequada às características raciais dos alemães.
Como hipótese, podemos supor que as capacidades mentais do homem
sejam resultado de suas características corporais. Sim, não podemos
demonstrar a veracidade desta hipótese, mas também não é possível
demonstrar a veracidade da hipótese oposta, conforme expressada pela
hipótese teológica. Somos forçados a admitir que não sabemos como os
pensamentos surgem dos processos fisiológicos. Temos vagas noções dos
danos causados por traumatismos ou por outras lesões infligidas em
certos órgãos do copo; sabemos que tais danos podem restringir ou
destruir por completo as capacidades e funções mentais dos homens. Mas
isso é tudo. Seria uma enorme insolência afirmar que as ciências
naturais nos fornecem informações a respeito da suposta diversidade da
estrutura lógica da mente. O polilogismo não pode ser derivado da
fisiologia ou da anatomia, e nem de nenhuma outra ciência natural.
Nem o polilogismo marxista e nem o nazista conseguiram ir além de
declarar que a estrutura lógica da mente é diferente entre as várias
classes ou raças. Eles nunca se atreveram a demonstrar precisamente no
quê a lógica do proletariado difere da lógica da burguesia, ou no quê a
lógica ariana difere da lógica dos judeus ou dos ingleses. Rejeitar a
teoria das vantagens comparativas de Ricardo ou a teoria da relatividade
de Einstein por causa das origens raciais de seus autores é inócuo.
Primeiro, seria necessário desenvolver um sistema de lógica ariana que
fosse diferente da lógica não-ariana. Depois, seria necessário
examinar, ponto por ponto, estas duas teorias concorrentes, e mostrar
onde, em cada raciocínio, são feitas inferências que são inválidas do
ponto de vista da lógica ariana mas corretas do ponto de vista
não-ariano. E, finalmente, seria necessário explicar a que tipo de
conclusão a substituição das erradas inferências não-arianas pelas
corretas inferências arianas deve chegar. Mas isso jamais foi e jamais
será tentado por ninguém. Aquele gárrulo defensor do racismo e do
polilogismo ariano, o professor Tirala, não diz uma palavra sobre a
diferença entre a lógica ariana e a lógica não-ariana. O polilogismo,
seja ele marxista ou nazista, jamais entrou em detalhes.
O polilogismo possui um método peculiar de lidar com opiniões
divergentes. Se seus defensores não forem capazes de descobrir as
origens e o histórico de um oponente, eles simplesmente taxam-no de
traidor. Tanto marxistas quanto nazistas conhecem apenas duas
categorias de adversários. Os alienados — sejam eles membros de uma
classe não-proletária ou de uma raça não-ariana — estão errados porque
são alienados. E os opositores que são de origem proletária ou ariana
estão errados porque são traidores. Assim, eles levianamente descartam o
incômodo fato de que há divergências entre os membros daquela que dizem
ser sua classe ou sua raça.
Os nazistas gostam de contrastar a economia alemã com as economias
judaicas e anglo-saxônicas. Mas o que chamam de economia alemã não
difere em nada de algumas tendências observadas em outras economias. A
economia nacional-socialista foi moldada tendo por base os ensinamentos
do genovês Sismondi e dos socialistas franceses e ingleses. Alguns dos
mais velhos representantes desta suposta economia alemã apenas
importaram idéias estrangeiras para a Alemanha. Frederick List trouxe
as idéias de Alexander Hamilton à Alemanha; Hildebrand e Brentano
trouxeram as idéias dos primeiros socialistas ingleses. A economia
alemã arteigen é praticamente igual às tendências contemporâneas
observadas em outros países, como, por exemplo, o institucionalismo
americano.
Por outro lado, o que os nazistas chamam de economia ocidental — e, portanto, artfremd [estranho
à raça] — é em grande medida uma conquista de homens a quem que nem
mesmo os nazistas podem negar o termo 'alemão'. Os economistas nazistas
gastaram muito tempo pesquisando a árvore genealógica de Carl Menger à
procura de antepassados judeus; não conseguiram. É um despautério
querer explicar o conflito que há entre a genuína teoria econômica e o
institucionalismo e o empiricismo histórico como se fosse um conflito
racial ou nacional.
O polilogismo não é uma filosofia ou uma teoria epistemológica. É
apenas uma postura de fanáticos de mentalidade estreita que não
conseguem conceber que haja pessoas mais sensatas ou mais inteligentes
que eles próprios. Tampouco é o polilogismo algo científico. Trata-se
da substituição da razão e da ciência pela superstição. É a mentalidade
característica de uma era caótica.
Ludwig von Mises
foi o reconhecido líder da Escola Austríaca de pensamento econômico, um
prodigioso originador na teoria econômica e um autor prolífico. Os
escritos e palestras de Mises abarcavam teoria econômica, história,
epistemologia, governo e filosofia política. Suas contribuições à teoria
econômica incluem elucidações importantes sobre a teoria quantitativa
de moeda, a teoria dos ciclos econômicos, a integração da teoria
monetária à teoria econômica geral, e uma demonstração de que o
socialismo necessariamente é insustentável, pois é incapaz de resolver o
problema do cálculo econômico. Mises foi o primeiro estudioso a
reconhecer que a economia faz parte de uma ciência maior dentro da ação
humana, uma ciência que Mises chamou de
"praxeologia".
Artigo extraído do livro Omnipotent Government: The Rise of Total State and Total War, originalmente publicado em 1944.
Publicado no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.https://web.archive.org/web/20130217023158/http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/13853-o-que-os-nazistas-copiaram-de-marx.html
Leia também:
Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado muito mais?
Por que o nazismo
era socialismo e por que o socialismo é totalitário
Afinal, os nazistas eram capitalistas, socialistas ou "terceira via"?
*
“Nós
sabemos que eles estão mentindo, eles sabem que estão mentindo, eles
sabem que sabemos que eles estão mentindo, sabemos que eles sabem que
sabemos que eles estão mentindo, mas eles ainda assim estão mentindo”. –
Aleksandr Solzhenitsyn
*
O "direito" de perseguir e matar decorre do direito de
condenar e demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir
o que é bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da
população manipulada e acovardada.
*
"Uma pessoa que foi corrompida, que foi doutrinada pelo marxismo, é
incapaz de ascender à verdade, os fatos não significam nada para ela.
Mesmo que ela seja soterrada de provas autênticas, documentos,
fotografias, tudo, ela se recusará a acreditar. Somente quando a bota do
regime estiver esmagando seu corpo... aí, ela irá entender." Yuri
Bezmenov, ex-agente da KGB
*
ROGER SCRUTON DENUNCIA A DISTORÇÃO PREMEDITADA NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO:
As boas teorias deveriam tomar o lugar das ruins, já que as boas
são as que sobrevivem à refutação, e o sentido deveria tomar o lugar da
falta de sentido, que não tem nada a nos dizer. Nas humanidades, porém,
parece vigorar uma espécie de lei de Gresham: as teorias ruins
substituem as boas, a falta de sentido substitui o sentido. Há várias
explicações para esse fenômeno, algumas mais plausíveis que outras. O
ponto importante é que a sobrevivência de uma teoria não depende de sua
capacidade de permanecer irrefutável, mas de sua capacidade de tornar a
refutação indesejável, impossível ou ambas as coisas. A refutação é
indesejável quando a teoria está tão vinculada a uma posição política
que se torna quase indistinguível dela; e é impossível quando a teoria
está cercada por uma impenetrável muralha de nonsense.
O
jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das
opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem
fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas,
quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo
do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural,
mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.
(Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)
https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
"O mínimo que pode ser dito é que não estamos negociando com um
sistema de crenças sustentadas racionalmente. Como tento mostrar, as
proposições importantes do pensamento de esquerda são precisamente aquelas que
NÃO PODEM SER QUESTIONADAS. O marxismo-leninismo, por exemplo, reivindica que
suas crenças fundamentais têm o estatuto de ciência, ainda que seja claro para
qualquer observador neutro que essas crenças foram colocadas ALÉM da ciências,
num reino de absoluta autoridade, que jamais poderá ser acessado pelos não
iniciados." Roger Scruton https://conspiratio3.blogspot.com/2023/12/gustavo-gayer-urgente-nos-minutos.html
*
Iurii
Piatakov: "Um bolchevique verdadeiro submergiu
a tal ponto sua personalidade na coletividade, "o Partido", que pode
fazer o esforço para desligar-se das próprias opiniões e convicções...
Ele deve estar pronto para acreditar que preto é branco e que branco é
preto, se o Partido assim o exigir." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/o-crime-de-ter-vida-privada-orlando.html
*
"O
servo ideal de um governo totalitário não é o nazista convicto ou o
comunista convicto, mas pessoas para as quais a distinção entre fato e
ficção e entre verdadeiro e falso não existe mais." Hannah Arendt
*
OLAVO DE CARVALHO - A FORÇA DIABÓLICA QUE FAZ AS MULTIDÕES SERVIREM AO MAL EM NOME DO BEM - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade
revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele
corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos
cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível,
para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos
da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
*
OLAVO
DE CARVALHO "Hoje entendo que o esquerdismo não é um ideal, uma crença,
uma filosofia: é uma doença moral horrível, a substituição do senso
instintivo do bem e do mal por um conjunto de artifícios lógicos que,
por etapas, vão levando da mera perversão à inversão completa, à
santificação do mal e à condenação do bem."
*
"Uma pessoa que foi corrompida, que
foi doutrinada pelo marxismo, é incapaz de ascender à verdade, os fatos
não significam nada para ela. Mesmo que ela seja soterrada de provas
autênticas, documentos, fotografias, tudo, ela se recusará a acreditar.
Somente quando a bota do regime estiver esmagando seu corpo... aí, ela
irá entender." Yuri Bezmenov, ex-agente da KGB
*
SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO - NÚMEROS MACABROS - OLAVO DE CARVALHO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html
*
"A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis,
tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a
cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já
se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até
hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de
pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais
e guerras entre nações mataram desde o início dos
tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado,
é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e
reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada,
o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento,
passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso,
o categórico pelo hipotético. É a falsificação
estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica." Olavo de Carvalho
*
"Na retórica propagandística da esquerda, não basta repetir a
mentira até que ela seja aceita como verdade. É preciso usá‑la como
premissa de novas mentiras, para que ela não fique pairando sozinha no
ar, mas se consolide como parte de um sistema de mentiras, de modo que
contestar qualquer uma delas se torne difícil ou impossível, já que
todas as outras concorrem para sustentá‑la." https://www.facebook.com/carvalho.olavo/
*
"Insistir
enfaticamente em algo que é o oposto da verdade bloqueia a mente da
pessoa mediana para a percepção da verdade. De acordo com os ditados do
senso comum, ela inicia a busca de sentido no "meio termo" entre a
verdade e o seu oposto, terminando com alguma falsificação satisfatória.
As pessoas que pensam assim não percebem que esse efeito é precisamente
a INTENÇÃO de quem os sujeita a esse método. Nós raramente vemos esse
método sendo utilizado por pessoas normais ... O uso desse método pode
ser incluído dentro dos conhecimentos psicológicos especiais já
mencionados, desenvolvidos por PSICOPATAS no tocante às fraquezas da
natureza humana e à arte de levar os outros ao erro. Onde eles governam,
esse método é utilizado com virtuosidade e em uma extensão proporcional
ao seu poder."
"Naquele tempo, eu sabia não somente que um quinto de todos os oficiais
da polícia secreta terminavam em hospitais psiquiátricos, mas também que
sua "doença ocupacional" é a demência congestiva anteriormente
encontrado apenas entre as prostitutas velhas. O homem não pode violar
impunemente sentimentos humanos naturais dentro de si, não importa em
qual tipo de profissão atue."
Do livro - PONEROLOGIA - PSICOPATAS NO PODER
"Quanto aos princípios gerais, a lei natural, ao menos em sua índole
genérica, não pode em absoluto ser apagada dos corações dos homens.
Contudo pode ser abolida em algum caso concreto quando, por efeito da
concupiscência ou de outra paixão, a razão se acha impedida de aplicar o
princípio geral a um assunto particular. Mas no que concerne aos
preceitos secundários, a lei natural pode ser apagada do coração dos
homens, seja por persuasões perversas, seja por costumes depravados e
hábitos corrompidos." S. Tomás de Aquino
https://conspiratio3.blogspot.com/2015/07/psicopatas-no-poder-quanto-um-homem.html
*
Olavo de Carvalho - De
novo, está havendo um esforço para o congresso legalizar não só o
aborto, mas o aborto e a eutanásia. Esse pessoal não desiste. É
importante ver que isso É UM ESFORÇO MUNDIAL, uniforme em todo o
planeta, não é uma coincidência, não são acontecimentos isolados, mas
sim um plano mundial feito por esses círculos globalistas, para
implantar em todo o mundo uma concepção zoológica do ser humano e da
sociedade. https://conspiratio3.blogspot.com/2023/08/flavio-gordon-descristianizacao-do.html
*
Veja também PARALOGISMO,
PARAMORALISMO, CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA, INVERSÃO,
*
"Na verdade, cada instituição
democrática tem seus limites e insuficiências, coisas que sem dúvida
compartilha com todas as outras instituições humanas. Mas o remédio que
Trotsky e Lênin encontraram, a eliminação da democracia como tal, é pior
que a doença que supostamente pretende curar; pois faz cessar a única
fonte vivente da qual pode vir a correção de todas as insuficiências
inatas de instituições sociais. Esta fonte é a vida política enérgica,
sem entraves e ativa das mais amplas massas de pessoas".
Rosa Luxemburgo
*
O
problema é que o K0MUN0CINI$M0 não se dobra a evidências, à
argumentação
lógica, a denúncias de seus crimes etc. Não é só que, desonestamente,
se utilizam de 2 pesos e 2 medidas a seu favor, é que a
ideologia se impõe e invalida a verdade, substitui a verdade, e os processos para se
chegar a ela são repudiados. A natureza humana tem de se curvar à
onisciência do Partido. E assim, ele pode calar as críticas e
exterminar os críticos, que perigam despertar o bom-senso dormente em
cada um.
Esta ideologia é uma forma de controle da mente e censura da natureza humana.
*
Suprimida a Lei Natural, o comunismo desencadeia o mal sem limites:
Encíclica Divinis Redemptoris
Horrores do Comunismo na Espanha
"Não
é esta ou aquela igreja destruída, este ou aquele convento arruinado;
mas, onde quer que lhes foi possível, todos os templos, todos os
claustros religiosos, e ainda quaisquer vestígios da religião cristã,
posto que fossem monumentos insignes de arte e de ciência, tudo foi
destruído até os fundamentos! E não se limitou o furor comunista a
trucidar bispos e muitos milhares de sacerdotes, religiosos e
religiosas, alvejando dum modo particular aqueles e aquelas que se
ocupavam dos operários e dos pobres; mas fez um número muito maior de
vítimas em leigos de todas as classes, que ainda agora vão sendo
imolados em carnificinas coletivas, unicamente por professarem a fé
cristã, ou ao menos por serem contrários ao ateísmo comunista. E esta
horripilante mortandade é perpetrada com tal ódio e tais requintes de
crueldade e selvajeria, que não se julgariam possíveis em nosso século.
Ninguém
de são critério, quer seja simples particular, quer homem de Estado,
cônscio da sua responsabilidade, ninguém absolutamente, repetimos, pode
deixar de estremecer de sumo horror, se refletir que tudo quanto hoje
está sucedendo na Espanha, pode amanhã repetir-se também em outras
nações civilizadas.
Nem se pode asseverar que semelhantes
atrocidades são conseqüências fatais de todas as grandes revoluções,
como excessos esporádicos de exasperação, comuns a qualquer guerra: não,
são frutos naturais do sistema, cuja estrutura não obedece a freio
algum interno. Um freio é necessário ao homem, tanto individualmente
como socialmente considerado; e é por isso que até os povos bárbaros
reconheceram o vínculo da lei natural, esculpida por Deus na alma de
cada homem. E, quando a observância dessa lei foi tida por todos como um
dever sagrado, viram-se nações antigas atingir um tal esplendor de
grandeza, que espanta, ainda mais até do que é razão, aqueles que só
superficialmente compunham os documentos da história humana. Mas quando
se arranca das mentes dos cidadãos a própria idéia de Deus,
necessariamente os veremos precipitar-se na crueldade mais selvagem, e
na ferocidade dos costumes."
* * *
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.