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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

ZÉ DE ABREU NA JUSTIÇA POR FALA SOBRE REGINA DUARTE - VISTA PÁTRIA

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Tornar o inimigo SUB-HUMANO é uma técnica nazista/comunista. Sub-humanos não têm direitos e podem ser extintos sem dó. Mas os que adotam essa ideologia é que se desumanizam e ameaçam a humanidade com grandes guerras e sistemas totalitários.

NIKITA 😮 “Vagina não transforma uma mulher em um ser humano.”.
Começaram com "feto não é ser humano". Agora chegou em:
https://www.oantagonista.com/brasil/jose-de-abreu-vagina-nao-transforma-uma-mulher-em-um-ser-humano/
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

SOBRE SOROS - Israel legitimou a crítica a George Soros



Sobre George Soros

Israel legitimou a crítica a George Soros, nascido judeu, que se autodeclarou católico aos 14 anos para o seu amante na Hungria ocupada, um oficial nazista, tornando-se um colaboracionista nazi de primeira linha, pois que indicava à SS onde se encontravam as famílias judias escondidas e os seus bens, confiscados, antes de serem enviados aos campos de concentração, como escravos, de início, até que caquéticos, pela idade, desnutrição, maus tratos e doenças, viravam cinzas no fornos crematórios.

No início do ano 2000, Soros deu uma entrevista ao "60 minutes", e respondendo às indagações de seu entrevistador, não somente admitiu expressamente ter sido o alcaguete judeu de famílias judias na Hungria ocupada, bem como que participou sim do butim, com o seu amante nazista, dos bens e do dinheiro confiscados dos compatriotas judeus (o que constituiu a base de sua fortuna pessoal no pós-guerra, erigida sobre o sangue e as lágrimas de seu povo, que ajudou a roubar e massacrar), e que não se arrependia do quanto fizera, até porque declarada e confessadamente ateu.

Israel reconheceu que Soros, "de forma sistemática, mina os governos israelenses democraticamente eleitos, financiando organizações que difamam o estado israelense e que negam o seu direito de autodefesa", tarde demais, pois que Soros, por seus atos, e por ser judeu de origem, tem sido ele o motor turbinado do crecente antissemitismo que impera na Hungria e, de certa forma, em toda a Europa Ocidental, pelo fato que a cada quatro deputados europeus, de diferentes nacionalidades, um é ligado a Soros, impondo políticas representativas do chamado multiculturalismo étnico e cultural no Parlamento Europeu, causa maior da franca decadência, em todos os níveis e classes sociais da Europa, do modo de viver europeu.

O DOJ (Departamento de Justiça dos EUA) recebeu ano passado uma petição firmada por 67 mil pessoas instando o governo a USA a declarar George Soros e todas as suas organizações e membros de sua equipe, como sendo uma organização terroristas, requerendo que todos os seus bens pessoais e de suas organizações sejam apreendidos.

A petição foi criada em 20 de agosto e acusa Soros de "desestabilizar" e "cometer atos de sedição contra os Estados Unidos e seus cidadãos" com a criação de "organizações discretas" para o fim do "governo constitucional", tendo por base a sua fortuna, estimada de US$ 25,2 bilhões, coordenando uma rede de ONGs que estão presentes em mais de 100 países, inclusive o Brasil sendo que o seu melhor amigo e defensor no Brasil, é FHC.
Copiado de Sandra M. P. Carvalho

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa




Olavo de Carvalho A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.

sábado, 25 de janeiro de 2020

TODO HISTORIADOR CONCORDA QUE NAZISMO É DE DIREITA? - Guten Morgen TV

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Sempre que esse argumento aparece, temos a impressão de estarmos falando com alguém que leu todos os historiadores possíveis, que leu os diários de Hitler, de Goebbels e de Rauschning, que até, oh, my God, sabe o nome dos presidentes da República de Weimar e o que defendiam!  

Mas aqui no mundo real, será que isso é verdade? Todos afirmam ca-te-go-ri-ca-men-te que TODOS os historiadores, sem exceção, categorizam o nazismo como de extrema-direita? Afinal, dizem que só no Brasil se fala disso, e que na Alemanha todos sabem que o nazismo é uma ideologia conservadora, direitista, até meio bolsonarista. E talvez até judaico-cristã. E quem somos nós para querer "dar aula para os alemães"?! 

Você e eu sabemos que essa turma nunca leu nada sobre o assunto, além de categorizações feitas para o vestibular. Mas será que eles não cairiam de costas se descobrissem que o nazismo, na verdade, é considerado de esquerda até por um dos maiores biógrafos de Hitler? Que a intelectualidade alemã em massa parou para discutir este assunto na década de 80, com historiadores debatendo dos dois lados, gerando livros e teses, na famosa Historikerstreit? 

Isto e muito mais você vai descobrir na volta (atrasadíssima) do Guten Morgen TV, seu canal no YouTube preferido! A produção é da Panela Produtora, (que também produz o Chinchila), com imagens de Gustavo Finger, da Agência Pier. Aliás, não esqueça de curtir nosso canal e ativar o sino de notificações! Guten Morgen, Brasilien!

Joachim Fest - War Adolf Hitler ein linker?  
http://www.taz.de/!703669/ 

Nossas leituras recomendadas: 

George Watson - The lost literature of Socialism: https://amzn.to/2VSrSet 
François Furet e Ernst Nolte - Fascismo e Comunismo:  
https://amzn.to/304ocFP 
Joachim Fest - Hitler:  
https://amzn.to/2DZaKtw 
Erik Ritter von Kuehnelt-Leddihn - Leftism: From de Sade and Marx to Hitler and Marcuse:  
https://amzn.to/2JtZI2H 
Jean Pierre Faye - O Século das Ideologias:  
https://amzn.to/2PUCTXn 
Víctor Farías - Heidegger e Sua Herança. O Neonazismo, o Neofascismo e o Fundamentalismo Islâmico:  
https://amzn.to/2Q5bkL7 
Jean-Pierre Vernant - Entre Mito e Política:  
https://amzn.to/2YjMiuw 
Robert Michels - Political Parties; a sociological study of the oligarchical tendencies of modern democracy:  
https://amzn.to/2Yi1kkf 
Götz Aly - Why the Germans? Why the Jews?  
https://amzn.to/2YtmR9S 
Novo Kindle:  
https://amzn.to/2HbocfO 
Eric Voegelin - Hitler e os alemães:  
https://amzn.to/2VVEem0 
Emmanuel Faye - Heidegger e a Introdução o nazismo na filosofia: https://amzn.to/2LA2oi1 
Joachim Fest - Conversas com Albert Speer: As revelações do arquiteto o III Reich:  
https://amzn.to/2Yi2kF1

Arquivos nazismo – Senso Incomum
http://sensoincomum.org/tag/nazismo/

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Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista -  Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

Se o nazismo é “de direita”, por que é a esquerda que odeia Israel?
Os nazistas eram inimigos do "imperialismo e colonialismo burguês" da Inglaterra e do sionismo.
https://sensoincomum.org/2017/08/15/nazismo-direita-esquerda-odeia-israel/


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Olavo de Carvalho A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.

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Esquerda garante que fuzila por amor ao próximo
Parem tudo! Especialistas de cabelo azul, sovaco catinguento, duplex no Leblon e na Vila Madá, garantem que esquerda fuzila para o bem
"D2 (...) Chamando todo mundo de fascista, diz que quer tatuar uma suástica a faca na testa da “direita-liberal”, ignorando que o próprio Mussolini se dizia um antiliberal (entendido aqui no sentido clássico). É claro que é demais exigir alguma clareza de pensamento de gente que se especializou em fazer bonzai com o próprio cabelo; pedir que eles entendam que o oposto de Stalin é Churchill e não Hitler, é criar uma cisão definitiva entre os dois únicos neurônios ativos neles."
http://sensoincomum.org/2020/01/20/esquerda-garante-que-fuzila-por-amor-ao-proximo/

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Guten Morgen 97: Por que a literatura brasileira não reflete a realidade? – com Carlos de Freitas
Olavo de Carvalho afirmou que a literatura brasileira é a única que não reflete a realidade - as experiências e angústias do povo. 
http://sensoincomum.org/2020/01/23/guten-morgen-97-literatura-brasileira-reflete-realidade-carlos-freitas/

OliverTalk 52: Nazismo e Socialismo – Voegelin contra Hitler e Stalin - O nazismo e o socialismo sempre sacrificarão a sua vida no altar da ideologia
http://sensoincomum.org/2019/09/18/olivertalk-nazismo-comunismo/

"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
  A fórmula "comunismo = antifascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anticomunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."

"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comites da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)     

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"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


#EstouComBolsonaro




NAZISMO É SOCIALISMO

Como a direita conservadora, que recentemente, graças sobretudo à internet, teve acesso ao pensamento conservador, censurado velada e abertamente nas faculdades de Humanas do Brasil, e percebeu que conservadorismo não tem nada a ver com o que a esquerda diz que o conservadorismo é (natürlich), a incipiente direita brasileira lembrou ao mundo que o nacional-socialismo é uma forma de socialismo (…!), e não de conservadorismo ou capitalismo.

O nazismo, que sempre se apresentou como uma terceira via, pega elementos do socialismo (sobretudo as antigas teses germânicas sobre socialismo), do trabalhismo e do sindicalismo político.

O sindicalismo, aliado ao islamismo, já havia realizado o primeiro genocídio da história a superar 1 milhão de mortos: o grupo Jovens Turcos (Jön Türkler), que se opunha à monarquia do Abdülhamid II no Império Otomano (atual Turquia), buscando uma homogeneização cultural com laços com a Revolução Russa, promoveu o genocídio de cristãos armênios em 1915, durante a Primeira Guerra. A Armênia foi, provavelmente, o primeiro lugar do mundo a se converter ao cristianismo.

Mais em: Resposta ao textículo do militante do PSOL no blog do Guga Chacra sobre “nazismo ser de direita”  https://sensoincomum.org/2017/08/17/resposta-guga-chacra-nazismo-direita/ 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

GEORGE SOROS DOARÁ 1 BI DE DÓLARES PARA COMBATER AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E A LIVRE EXPRESSÃO - THIAGO MAIA E RICARDO FELÍCIO

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A censura entra, a diversidade é suprimida e a mentira é aceita. Porque é o que sobra.


PROJECT SYNDICATE: O ORÁCULO DE GEORGE SOROS
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/12/projeto-credibilidade-grande-imprensa.html
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Sobre George Soros
Israel legitimou a crítica a George Soros, nascido judeu, que se autodeclarou católico aos 14 anos para o seu amante na Hungria ocupada, um oficial nazista, tornando-se um colaboracionista nazi de primeira linha, pois que indicava à SS onde se encontravam as famílias judias escondidas e os seus bens, confiscados, antes de serem enviados aos campos de concentração, como escravos, de início, até que caquéticos, pela idade, desnutrição, maus tratos e doenças, viravam cinzas no fornos crematórios.

No início do ano 2000, Soros deu uma entrevista ao "60 minutes", e respondendo às indagações de seu entrevistador, não somente admitiu expressamente ter sido o alcaguete judeu de famílias judias na Hungria ocupada, bem como que participou sim do butim, com o seu amante nazista, dos bens e do dinheiro confiscados dos compatriotas judeus (o que constituiu a base de sua fortuna pessoal no pós-guerra, erigida sobre o sangue e as lágrimas de seu povo, que ajudou a roubar e massacrar), e que não se arrependia do quanto fizera, até porque declarada e confessadamente ateu.

Israel reconheceu que Soros, "de forma sistemática, mina os governos israelenses democraticamente eleitos, financiando organizações que difamam o estado israelense e que negam o seu direito de autodefesa", tarde demais, pois que Soros, por seus atos, e por ser judeu de origem, tem sido ele o motor turbinado do crecente antissemitismo que impera na Hungria e, de certa forma, em toda a Europa Ocidental, pelo fato que a cada quatro deputados europeus, de diferentes nacionalidades, um é ligado a Soros, impondo políticas representativas do chamado multiculturalismo étnico e cultural no Parlamento Europeu, causa maior da franca decadência, em todos os níveis e classes sociais da Europa, do modo de viver europeu.

O DOJ (Departamento de Justiça dos EUA) recebeu ano passado uma petição firmada por 67 mil pessoas instando o governo a USA a declarar George Soros e todas as suas organizações e membros de sua equipe, como sendo uma organização terroristas, requerendo que todos os seus bens pessoais e de suas organizações sejam apreendidos.

A petição foi criada em 20 de agosto e acusa Soros de "desestabilizar" e "cometer atos de sedição contra os Estados Unidos e seus cidadãos" com a criação de "organizações discretas" para o fim do "governo constitucional", tendo por base a sua fortuna, estimada de US$ 25,2 bilhões, coordenando uma rede de ONGs que estão presentes em mais de 100 países, inclusive o Brasil sendo que o seu melhor amigo e defensor no Brasil, é FHC.
Copiado de Sandra M. P. Carvalho

Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa


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"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."

"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)


Eles cuidam, regam, alimentam algumas plantas, e outras não, para que depois de um tempo, as favorecidas dominem o jardim. É um método praticado pela esquerda e pode ser estendido até o extremo do extermínio, como foi feito na URSS. Fazer parte da patota nefasta é um problema de sobrevivência no comunismo. 

"O cerne da matéria era que na União Soviética (assim como em outros regimes comunistas) a população estava organizada com base em critérios de exclusão e privações dos direitos civis de acordo com os imperativos ideológicos e tarefas do desenvolvimento estabelecidos pelo partido. (...) O princípio do eleito, que era o cerne do da teoria leninista do sujeito histórico realizando a utopia, refletiu-se nos direitos de cidadania."
"A própria noção de vigilância revolucionária lançou uma linha tênue entre a exclusão e a eliminação física. No ponto de radicalização da utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e Stálin (e outros ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do "jardim humano", o foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em extermínio."   
E, como mostraram Gerlach e Werth no caso da União Soviética, "quanto mais definida e precisa se tornava a ordem bolchevique sonhada, tanto maior o número dos que eram excluídos dela à força". Da mesma maneira, criaram "um mundo de inimigos", e por fim não havia nenhuma outra solução para a ameaça que esses inimigos imaginados apresentavam do que a aniquilação física total deles"."
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História  

CONTROLE DA INFORMAÇÃO E CENSURA À VERDADE NAS UNIVERSIDADES
"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."  "Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")

Como apontaram os historiadores J. Arch Getty e Oleg V. Nautmov, "de acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")

 
  
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"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


#EstouComBolsonaro

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Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista
Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

FÁBIO PANNUNZIO SUGERE SUICÍDIO A BOLSONARO
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/20122/mediocre-fabio-pannunzio-sugere-suicidio-a-bolsonaro Comandada pelo foro de SP, a imprensa repercute incessantemente sua campanha difamatória antibolsonaro. Assassinato de reputação precede e "justifica" a eliminação. A corja sabe disso, eles têm prática disso, desde a URSS pelo menos. O processo de deformar a imagem de Bolsonaro até explodir o ódio assassino incontrolável, está em andamento e Bolsonaro não faz NADA para neutralizá-lo. 

Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml

Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/

Fidel recrutou ex-nazistas da SS para treinar Exército cubanoDocumentos da inteligência alemã mostram contato com extrema direita.Relatório mostra que dois oficiais alemães foram ao país.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/fidel-recrutou-ex-nazistas-da-ss-para-treinar-exercito-cubano.html

"Rudolph Rummel, o demógrafo perito em contabilizar todos os homicídios em massa causados por governos, estimou o total de vidas humanas dizimadas pelo socialismo do século XX em 61 milhões na União Soviética, 78 milhões na China, e aproximadamente 200 milhões ao redor do mundo. Todas essas vítimas pereceram de inanições causadas pelo estado, coletivizações forçadas, revoluções culturais, expurgos e purificações, campanhas contra a renda não-merecida, e outros experimentos diabólicos envolvendo engenharia social."
https://www.mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=2795


 
  


"LIVRO NEGRO DO COMUNISMO NO BRASIL" Diplomata e historiador desafia a história escrita pela esquerda no Brasil
https://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2020/01/27/diplomata-e-historiador-desafia-a-historia-escrita-pela-esquerda-no-brasil/


"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho   

   
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#EstouComBolsonaro
 


PROJECT SYNDICATE: O ORÁCULO DE GEORGE SOROS
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/12/projeto-credibilidade-grande-imprensa.html 

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BOLSONARO Rejeita AGENDA 2030 DA ONU
#PHEntrevista #PauloHenriqueAraujo #AlexandreCosta

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A FABRICAÇÃO DO CRIME E DA CULPA É TÉCNICA COMUNISTA A campanha de expurgo de certas administrações recrudesceu a partir de 1930, quando Stálin, desejoso de acabar definitivamente com os "direitistas" decidiu demonstrar as ligações destes com os "especialistas-sabotadores". Devidamente instruída por Stalin, a GPU (Polícia Secreta) havia preparado dossiês destinados a demonstrar a existência de organizações anti-soviéticas ligadas entre si. Os investigadores conseguiram extrair "confissões" de um certo número de pessoas presas, tanto sobre seus contatos com "direitistas", quanto sobre sua participação em complôs imaginários para eliminar Stalin e derrubar o regime soviético. As técnicas e os mecanismos de fabricação de casos sobre pretensos "grupos terroristas" estavam perfeitamente afinados desde 1930. (Referência: O Livro Negro de Comunismo)

QUANTO MAIS NOS CENSURAREM, MAIS PODERÃO NOS ACUSAR.
MORDAÇA ANUNCIA MAIS CRIMES.
PRECISAMOS COMBATER A CENSURA NA RAIZ.

A HISTÓRIA DO NAZISMO E A PROPAGANDA SOVIÉTICA - CAMPANHA FEZ TODO ANTICOMUNISMO EQUIVALER A NAZISMO


Texto de Olavo de Carvalho:


Eis aqui dois exemplos casuais, mas altamente significativos, enviados ao jornal por ocasião do artigo em que João Pereira Coutinho celebrava o livro de Silvia Bittencourt, A Cozinha Venenosa, ao que parece uma pesquisa interessantíssima sobre um jornal menor da Baviera, que alertou, pioneiramente e em vão, contra o perigo da ascensão do Partido Nazista:

1) “Hitler foi um joguete útil que a direita europeia pensou poder controlar e usar à vontade contra o bolchevismo russo e a esquerda alemã. Saiu de controle e deu no que deu. Agora, renegar isso é miopia ou má fé.”

2) “Na verdade, a direita em geral, por medo do comunismo, apostou em Hitler, desprezando a socialdemocracia que, na ocasião, era a única saída possível para conter os dois extremos.”

Uma inversão tão exata e meticulosa da realidade histórica não se impregna na mente de uma coletividade sem que haja uma campanha de falsificação pertinaz e onipresente, renovada ao longo de muitas gerações.

O que se entende e se repassa no Brasil como “história do nazismo”, tanto nas escolas quanto na mídia, é ainda uma repetição fiel, mecânica e servil da propaganda estalinista posta em circulação nos anos 30 do século 20 e até os dias de hoje aceita, sem exame, pelo beautiful people paulistano, a contrapelo da ciência histórica mundial que já deu cabo dessa patacoada há muitas décadas.

Na verdade, a “direita européia” praticamente inteira – representada, por exemplo, por Churchill em Londres, pela Action Française em Paris, pelo chanceler Engelbert Dolfuss em Viena e pelo Papa Pio XII em Roma – opôs desde o início a mais vigorosa resistência à ascensão nazista e continuou a fazer isso depois de 1939, quando Stálin e Hitler, após uma longa colaboração secreta, se deram as mãos em público para invadir a Polônia.

Nem o Partido Nazista nem o fascismo italiano surgiram como facções conservadoras ou de direita, mas como dissidências internas do movimento revolucionário. A tônica de ambos era restaurar o caráter originariamente nacionalista dos vários socialismos, que, no entender deles, o Partido Comunista havia enlatado à força num internacionalismo enganoso, subsidiado pelo grande capital. Como nenhuma mentira pega sem haver um fundo de verdade, a visão nazifascista da história correspondia, nesses pontos, à realidade dos fatos:

(1) Os socialismos apareceram realmente associados aos movimentos de independência nacional que sacudiram a Europa desde o início do século 19 (leiam, de Benedetto Croce, Storia d’Europa nel Secolo Decimonono, reed. Adelphi, 1993).

(2) O “internacionalismo proletário” foi realmente uma invenção do Partido Comunista, nascida de uma resolução proposta por Lênin e Rosa Luxemburgo na Segunda Internacional, em 1907, que declarou todo patriotismo ou nacionalismo o inimigo número um da revolução (sem prejuízo de que, mais tarde, Stálin invertesse o discurso, passando a usar os ressentimentos nacionais “anticolonialistas” como os motores do espírito revolucionário).

(3) O grande capital, especialmente americano, subsidiou o movimento comunista com uma generosidade ilimitada, incomparavelmente superior a qualquer ajuda que possa ter prestado a nazistas e fascistas, antes ou depois (v. Antony C. Sutton, The Best Enemy Money Can Buy, Liberty House Press, 1986; Wall Street and the Bolshevik Revolution, reed. Clairview Books, 2011; e sobretudo os três volumes da série Western Technology & Soviet Economic Development publicados pela Hoover Institution).

Uma das constantes mais nítidas e inegáveis da história do movimento revolucionário é que suas facções, quando entram em conflito, o primeiro recurso a que apelam é acusar-se mutuamente de aliadas e instrumentos do capitalismo, da maldita burguesia.

Os comunistas utilizaram esse rótulo abundantemente contra os anarquistas, os trotskistas, os social-democratas e, como não poderia deixar de ser, contra os nazistas e os fascistas. Só que estes já o haviam usado contra os comunistas muito antes e, sabe-se hoje, até com mais razão. Depois, como o nazifascismo perdeu, foi a propaganda comunista que acabou prevalecendo na memória popular.

O segundo comentário é até mais louco do que o primeiro: a direita negou apoio à socialdemocracia e, assim, entregou o poder a Hitler. Não, porca miséria. Toda a historiografia mundial sabe que foi o contrário, mas a notícia ainda não se espalhou entre os cultíssimos leitores da Folha.

Quem boicotou os socialdemocratas não foi a direita; foi o Partido Comunista, por ordem de Stálin, que via neles a direita quintessencial, o inimigo burguês por excelência, e nos nazistas o “navio quebra-gelo” (sic) apropriado para desmantelar as democracias em torno e, mesmo a contragosto, abrir caminho ao avanço das tropas comunistas, como de fato acabou acontecendo em todo o Leste Europeu.

A credibilidade infinitamente renovada que as lendas historiográficas do estalinismo continuam desfrutando no Brasil depois de passadas oito décadas é um dos fenômenos mais lindos nos anais da estupidez universal. 

Texto completo:
"Lindeza de estupidez", Olavo de Carvalho, 2013
http://olavodecarvalho.org/lindeza-de-estupidez/

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"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)  


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Na sua propaganda de guerra, os comunistas soviéticos espalharam que o nazismo era um movimento de trogloditas semi-analfabetos, sem nenhuma qualidade intelectual. Tanto essa propaganda funcionou, que até hoje o leitor médio de jornais acredita nela. Mas, do ponto de vista da ciência histórica, ela só serve para encobrir o problema central do fenômeno nazista, o qual, bem ao contrário, consiste justamente em compreeender como tantos intelectuais e artistas de primeiro plano, não só na Alemanha como em outros países, puderam aderir àquela ideologia mortífera. Esse problema é igual, em tudo, ao da intelectualidade comunista. Ocultando-o sob a mentira publicitária, os comunistas criaram artificialmente uma diferença fictícia entre eles e os nazistas, continuando a usar como emblema de superioridade o número de intelectuais e artistas que aderiam ao seu Partido. Darei uma aula sobre isso em breve.  https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159146847777192
 
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A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.

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Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista
Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml

Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/

Fidel recrutou ex-nazistas da SS para treinar Exército cubanoDocumentos da inteligência alemã mostram contato com extrema direita.Relatório mostra que dois oficiais alemães foram ao país.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/fidel-recrutou-ex-nazistas-da-ss-para-treinar-exercito-cubano.html

"Rudolph Rummel, o demógrafo perito em contabilizar todos os homicídios em massa causados por governos, estimou o total de vidas humanas dizimadas pelo socialismo do século XX em 61 milhões na União Soviética, 78 milhões na China, e aproximadamente 200 milhões ao redor do mundo. Todas essas vítimas pereceram de inanições causadas pelo estado, coletivizações forçadas, revoluções culturais, expurgos e purificações, campanhas contra a renda não-merecida, e outros experimentos diabólicos envolvendo engenharia social."
https://www.mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=2795


* "Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 

     
#EstouComBolsonaro
 

Carimbar de "negacionista" qualquer debatedor do noticiário covid oficial, usando um termo consagrado como denominação dos negadores do Holocausto e assim deixando no ar a impressão de que o infeliz é um nazistaa -- eis um truque verbal tão sórdido, tão porco e tão criminoso que já basta para sugerir que há algo de patifaria em todo esse noticiário. https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159146224242192

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"Declaro claramente que Marx foi conscientemente um intelectual embusteiro com o propósito de manter uma ideologia que permitiria a ele apoiar ação violenta contra seres humanos, com uma demonstração de indignação moral." Eric Voegelin, Reflexões Autobiográficas 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

INSTITUTO BORBOREMA - Brasil Comentado 51: Demissão de Roberto Alvim / Democracia em Vertigem / Tóffoli/ Juiz de Garantias

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"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)  
  
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"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


#EstouComBolsonaro
 



A ministra Damares tem razão. É totalmente impossível que o Alvim aplicasse contra ele mesmo o golpe sujo aprendido no filme da Sandra Bullock. Alguém armou contra ele, e esse alguém está bem articulado com toda a quadilha de mídia que quer, por todos os meios, pintar o governo Bolsonaro como nazista, alegando contra ele nada mais que crimes hipotéticos futuros.
A demissão do Alvim foi justa, mas não por suspeita de nazismo, é claro, e sim porque ele confiou cegamente numa equipe de traidores

BERNARDO KUSTER - Nova estratégia da mídia: quem é nazista?

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"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)  
  
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"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


#EstouComBolsonaro

Olavo de Carvalho A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.

A HISTÓRIA DO NAZISMO E A PROPAGANDA SOVIÉTICA
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/a-historia-do-nazismo-e-propaganda.html


Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista
Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml

Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/