SUPRESSÃO (OU DISTORÇÃO) DE PALAVRAS PARA CENSURAR O PENSAMENTO - "QUEM CONTROLA A LINGUAGEM, CONTROLA OS PENSAMENTOS" https://youtu.be/yCyHfD7bD-U?t=380
"A inescapável conclusão a ser traçada é a de que o
terror experimentado nos países socialistas não foi simplesmente culpa
de homens maus, como Stalin, mas sim algo que brota da natureza do
sistema socialista. Stalin vem à frente porque sua incomum perspicácia e
disposição ao uso do terror foram as características específicas mais
necessárias para um líder socialista se manter no poder. Ele ascendeu ao
topo por meio de um processo de seleção natural socialista: A SELEÇÃO
DO PIOR." https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
* * *
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
* "Nenhum
ser humano intelectualmente são tem o direito de apegar-se tão
obstinadamente a uma idéia ao ponto de exigir que a humanidade
sacrifique, no altar das suas promessas, não apenas a inteligência
racional, mas o próprio instinto de sobrevivência.
Tamanha incapacidade ou recusa de aprender denuncia, na mente do
socialista, o rebaixamento voluntário e perverso da inteligência a um
nível infra-humano, a renúncia consciente àquela capacidade de
discernimento básico que é a condição mesma da hominidade do homem. Ser
socialista é recusar-se, por orgulho, a assumir as responsabilidades de
uma consciência humana."
OLAVO DE CARVALHO · "Como
o modo PRINCIPAL de ação dos professores comunistas é a supressão dos
livros, autores e temas que lhes pareçam inconvenientes, seus alunos não
sentem falta de algo que nem sabem que existe, e não se sentem vítimas
de maneira alguma. A oferta de protegê-los contra um mal que ignoram
lhes soa totalmente absurda e ameaçadora."
* OLAVO DE CARVALHO · "Exigir
que uma escola ensine por igual "todas" as opiniões políticas é coisa
de uma estupidez tão óbvia que ter de explicá-la é humilhante. O máximo
que uma escola pode fazer é não reprimir nem boicotar a divergência
QUANDO ESTA SE APRESENTE."
*
NUNCA, AO LONGO DE TODA A DITADURA MILITAR, estudantes e professores
precisaram ter medo de expressar livremente suas idéias no recinto
universitário, tanto que as expressavam o tempo todo e fizeram da
universidades os principais centros de resistência ao governo. Hoje, o
ambiente nessas instituições é de medo, de censura e autocensura. Do
mesmo modo, algumas notícias nos jornais eram proibidas, mas havia
dezenas de jornais de oposição, a maioria francamente comunista,
circulando toda semana e alcançando milhões de leitores. Hoje, o Mídia
Sem Máscara é o PRIMEIRO jornal impresso que, a duras penas, venceu uma
barreira de silêncio que já durava vinte anos, e mesmo essa única voz
discordante já é considerada excessiva. VIVEMOS NUMA DITADURA MUITO PIOR
QUE A DOS MILITARES.
Os militares colocavam, no máximo, UM
agente em cada redação. Hoje os agentes do petismo são dezenas, centenas
em cada organizacão de mídia, espionando, fiscalizando, censurando,
delatando. Não há comparação possível.
CHEGA de fingir que existe
democracia no Brasil. Eleições e partidos de oposição (repletos de
comunistas) existiam também na ditadura militar.
Chega de GUERRA
ASSIMÉTRICA. Por que esses filhos da puta hão de ter sempre o direito de
dizer o que não podemos dizer, de fazer o que não podemos fazer? Por
que eles podem pregar abertamente o homicídio em massa e nós não podemos
sequer dizer que o Lula é um bêbado? https://www.facebook.com/carvalho.olavo/photos/%C3%A9-claro-que-sou-a-favor-do-impeachment-da-dilma-mas-sou-muito-mais-a-favor-do-de/411841992301214/
*
OLAVO DE CARVALHO - Para Antonio Gramsci, a propaganda revolucionária é o
único objetivo e justificação da inteligência humana. O “historicismo
absoluto”, um marxismo fortemente impregnado de pragmatismo, reduz toda
atividade cultural, artística e científica à expressão dos desejos
coletivos de cada época, abolindo os cânones de avaliação objetiva dos
conhecimentos e instaurando em lugar deles o critério da utilidade
política e da oportunidade estratégica.
É idéia intrinsecamente monstruosa, que se torna tanto mais repugnante
quanto mais se adorna do prestígio associado, nas mentes pueris, a
palavras como “humanismo” ou “consenso democrático” (naturalmente
esvaziadas de qualquer conteúdo identificável), bem como das insinuações
de santidade ligadas à narrativa dos padecimentos de Antônio Gramsci na
prisão, as quais dão ao gramscismo a tonalidade inconfundível de um
culto pseudo-religioso.
http://www.olavodecarvalho.org/mafia-gramsciana/
*
OLAVO DE CARVALHO - Nesse sentido, a FLIP é a mais
espetacular amostra viva da completa destruição da alta cultura no País,
substituída pela tagarelice autopromocional de usurpadores e
carreiristas barbaramente incultos e infinitamente presunçosos, cuja
sobrevivência no cenário intelectual se deve tão e somente a três
fatores: (1) proteção governamental, (2) interbadalação mafiosa, (3)
sistemática e preventiva exclusão dos adversários reais e possíveis.
O fator 3 vem sendo aplicado com tal
perseverança, que acabou por moldar a cabeça dos seus mesmos
praticantes. Primeiro eles se recusam a falar de um autor, depois
concluem, do seu próprio silêncio, que ele não existe. Sua regra áurea é
o argumentum ad ignorantiam: “Tudo aquilo que não sei ou esqueci é
inexistente, nulo ou irrelevante.”
Os três citados mostraram mais
ignorância da cultura brasileira do que se poderia tolerar – mas não
aprovar – em alunos de ginásio.
*
O
que não percebem é que, em ambos os casos, se trata da aplicação de um
mesmo princípio básico da estratégia revolucionária, que é a progressiva
substituição do sistema de legitimidades vigente por um novo sistema
fundado na solidariedade partidária mafiosa. Não se trata nem de sugar
vantagens ocasionais para o MST, nem de proteger improvisadamente um
criminoso vermelho de colarinho branco. Estas são apenas oportunidades
para a aplicação do princípio. Ao postular abertamente vantagens
ilícitas para seus protegidos ou festejar descaradamente a impunidade do
corrupto-mor, o esquema esquerdista dominante está enviando à nação uma
mesma mensagem, que os analistas de plantão podem não perceber, mas que
cala fundo no subconsciente do povo e impõe, com a força do fato
consumado, o império da nova lei. Traduzida em palavras, a mensagem diz:
“A velha ordem constitucional acabou. O Partido-Príncipe está acima de
todas as leis. Ele é a fonte única de todos os direitos e obrigações.
Em
todas as revoluções socialistas, essa mudança do eixo da autoridade é
ao mesmo tempo o mecanismo básico e o objetivo essencial. Na Rússia,
anos de boicote à administração oficial e de parasitagem das suas
prerrogativas pelos sovietes antecederam a proclamação explícita de
Lênin ao voltar do exílio: “Todo o poder aos sovietes”.” http://www.olavodecarvalho.org/mais-sabios-que-deus/
* DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS APARELHANDO A ÁREA DA CULTURA Ricardo
Vélez Rodríguez - "Aconteceu, na seara da filosofia, estranho
fenômeno de colonialismo cultural que foi, progressivamente,
extinguindo tudo quanto, no nosso país, cheirasse a estudo do
pensamento brasileiro ou à consolidação de uma filosofia
nacional. Os artífices dessa façanha (ocorrida nas três últimas
décadas do século passado) foram os burocratas da Capes no setor da
filosofia, comandados pelo padre jesuíta Henrique Cláudio de
Lima Vaz. Os fatos são simples: no período em que o general
Ruben Ludwig foi ministro da educação, ainda no ciclo militar, os
antigos ativistas da Ação Popular Marxista-Leninista receberam, à sombra
do padre Vaz, a diretoria dos conselhos da Capes e do CNPq, na área
mencionada. Especula-se que o motivo da concessão fosse uma
negociação política: eles prometiam abandonar a luta armada. A
preocupação dos militares residia no fato de que foi esse o
único agrupamento da extrema esquerda que não se organizou
explicitamente em partido político. Os grupos da denominada
"direita" (conservadores, ultra-conservadores, liberais,
liberais-sociais, etc.), toda essa imensa gama, ficou do lado de fora
dos favores oficiais, no período militar e após." http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/QTMFB.pdf
* Olavo de Carvalho ·
Só
analfabetos políticos acham que a luta entre direita esquerda é questão
de "ideologia". Lealdades grupais na esquerda são uma realidade
psicológica E FÍSICA muito mais profunda que qualquer discurso
ideológico.
* "No lugar da objetividade, temos apenas "inter-subjetividade "- em outras palavras, consenso.
Verdades, significados, fatos e valores são agora considerados negociáveis. O curioso, entretanto,
é que este subjetivismo de mente louca anda de mãos dadas com uma vigorosa censura.
Aqueles que colocam o consenso no lugar da verdade encontram-se distinguindo o verdadeirodo falso consenso.
Assim, o consenso que Rorty assume exclui rigorosamente todos os conservadores, tradicionalistas e reacionários ".
ROGER SCRUTON
C’EST FINI, CAPITÃO!
Ontem tivemos mais uma prova do ENEM. Também conhecido como Exame Fátima Bernardes. O grande Rafael Rosset explica em poucas palavras como foi o exame:
“Dois textos do Eduardo Galeano, um da Carta Capital, 1/4 da prova de
História sobre o Movimento de 64, questão sobre idioma dos travestis,
redação sobre manipulação da opinião dos usuários de Internet.”
Mais uma vez, o aluno inteligente teve que mentir ou concordar com
mentiras para ter alguma chance no exame. O ENEM, assim como boa parte
da educação brasileira, foi sequestrado pela esquerda. Os companheiros
tucano-petistas, com vários tons de PSOL, ocupam os cargos estratégicos
na burocracia educacional.
Para quem não sabe, o ENEM é
produzido pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao Ministério da
Educação.
Quem é presidente do INEP e, portanto, responsável direta pela prova lacradora? A sra. Maria Inês Fini.
E não é que estão querendo empurrar goela abaixo do Capitão essa senhora como ministra da Educação?
Se Jair Messias Bolsonaro
fizer isso, estará cometendo o seu primeiro grande erro no governo. E
um erro fatal. Deve-se afastar essa tucana de quatro costados do
Ministério pelo mesmo motivo que se deve afastar a raposa do galinheiro.
Com ela no cargo, JAMAIS haverá a despetização da educação brasileira.
Ô D. Maria Inês, melhor sair de fininho.
OLAVO DE CARVALHO · Impor
situações por meio do dinheiro, da intimidação e da propaganda, e
depois apresentá-las como inevitabilidades históricas espontâneas,
condenando como inimigos do progresso todos os refratários e
recalcitrantes, é um truque tão velho que já começa a funcionar às
avessas. Quem vem com essa conversa é como se ostentasse na testa o
rótulo de vigarista.
PROFESSORA PAULA MARISA ANALISA
.
#BoletimDaManhã
Allan Dos Santos entrevista Alexandre Magno, procurador do Banco Central, diretor jurídico da
ANED (https://www.aned.org.br/),
e conselheiro da Fundação Global de Educação Dociliar. Trabalhou no
MEC, MinC e expõe a gravidade e complexidade dos problemas do MEC.
OLAVO DE CARVALHO · O
vigor cultural de um país depende de um e um só fator: a liderança
intelectual tem de pertencer aos melhores e mais capacitados, não
àqueles cuja fraqueza e inépcia buscam proteção no apoio grupal, na
solidariedade corporativa e na mobilização de exércitos de
mexeriqueiros. A “revolução cultural” inspirada em Antonio Gramsci, com
sua idéia abjeta do “intelectual coletivo”, fez com que a primeira
dessas alternativas se tornasse inviável e a segunda prevalecesse
necessariamente, obrigando a classe dita
intelectual – acadêmica e midiática – a reduzir-se a um bando de saguis
odientos e amedrontados, que fogem ao confronto intelectual de um
contra um e se refugiam na maledicência coletiva, desesperadoramente
uniforme, repetitiva e imbecil.
https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1172359836249422 OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.