"TUDO, na vida intelectual, depende de uma distinção clara entre o que
você SABE, o que lhe PARECE RAZOÁVEL, o que você ACHA e o que você
apenas IMAGINA. Os quatro discursos de Aristóteles."
Olavo de Carvalho
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Alie-se ao MAL e será seu cúmplice e, depois, sua vítima.
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"Hoje
entendo que o esquerdismo não é um ideal, uma crença, uma filosofia: é
uma doença moral horrível, a substituição do senso instintivo do bem e
do mal por um conjunto de artifícios lógicos que, por etapas, vão
levando da mera perversão à inversão completa, à santificação do mal e à
condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com
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TOTALITARISMO
E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto,
viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial
(devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão
noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando
um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca.
Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é
surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É
por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra
coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
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"Filho
do homem, tu habitas no meio da casa rebelde, que tem olhos para ver e
não vê, e tem ouvidos para ouvir e não ouve; porque é casa rebelde." Ezequiel 12:2
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
Alie-se ao MAL e será seu cúmplice e, depois, sua vítima. "Aqui chegamos à
raiz do problema: ninguém jamais deve fazer acordos com funcionários de
regimes totalitários, gângsteres ou criminosos, pois pessoas dessa
estirpe não representam um Estado legítimo. Tornar-se parceiro dessa
gente só faz você um cúmplice no encobrimento do crime, o que compromete
sua integridade e pode acarretar sua destruição espiritual, no pior
sentido possível. No entanto, os líderes dos atuais governos legítimos
parecem estar sempre dispostos a fazer "parcerias" com criminosos
totalitários. Ao mesmo tempo, aqueles que já tiveram sua reputação
comprometida por causa de suas relações com líderes comunistas ou
pós-comunistas se veem obrigados a atacar os homens que estão numa
posição moral superior, isto é, aqueles que dizem a verdade a respeito
do totalitarismo." (Jeffrey Nyquist - "O Tolo e seu Inimigo")
A
direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não
fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na
esquerda totalitária que tanto nos horroriza.
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"São
João nos diz que o anticristo será investido com soberania absoluta e
que seu poder se estenderá sobre todas as tribos e povos, homens de
todas as nações e línguas. Enquanto ele consegue vencer os santos por
uma perseguição levada ao limite extremo, simultaneamente dará rédea
solta a todo tipo de licenciosidade e não haverá liberdade exceto para o
mal." (Pe. Charles Arminjon (1824-1885) - "O Fim do Mundo e os
mistérios da vida futura")
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"O
Brasil segue, por enquanto, no compasso da centralização absoluta de
todos os poderes e funções de estado, de maneira a instalar o
totalitarismo e escravizar a todos nós. Já conseguiram aprovar a reforma
tributária que vai concentrar 100% de todos os tributos recolhidos no
país, deixando as cidades e os estados totalmente dependentes do grande
paisão socialista federal e devem manter o controle do processo eleitoral, pois parece que não teremos contagem pública de todos os votos.Ou seja, só falta mesmo controlar todas as polícias do país." https://youtu.be/e31dRyrpZZY
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"Hoje entendo que o esquerdismo não é um
ideal, uma crença, uma filosofia: é uma doença moral horrível, a
substituição do senso instintivo do bem e do mal por um conjunto de
artifícios lógicos que, por etapas, vão levando da mera perversão à
inversão completa, à santificação do mal e à condenação do bem." Olavo de Carvalho https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/olavo-de-carvalho-forca-diabolica-que.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
Leandro Ruschel
"Supremo está adotando cada vez mais uma posição de esquerda, recebendo
o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação massiva
da direita"
E é essa "justiça" política, partidária, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".
São Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
A consolidação da independência do Brasil, proclamada por D. Pedro I há 202 anos, sempre teve como força organizadora primordial a busca pela paz interna. Nações divididas e em permanente conflito intestino tornam-se vulneráveis à ação de forças externas que desejem subjugá-las. Mais ainda quando conflitos crônicos e aparentemente insolúveis passam a opor os poderes, que a Constituição determina serem harmônicos, mesmo independentes.
Na mais que centenária história da nossa República, a pacificação interna sempre apareceu como objetivo desejável, ainda que os métodos para tentar alcançá-la tenham oscilado, de regimes concentradores de poder e força a regimes que buscaram alguma forma de conciliação entre opostos. Na verdade, esses dois vetores sempre existiram em paralelo, com um polo prevalecendo sobre o outro de acordo com as circunstâncias históricas.
Presidentes que buscaram a pacificação interna tiveram como prêmio para a posteridade o reconhecimento da História. Talvez o exemplo mais agudo seja Juscelino Kubitschek, que soube compreender o papel estratégico da conciliação. Ideia que também orientou nossa transição mais recente, liderada por Ulysses Guimarães e Tancredo Neves e consolidada de modo admirável sob o comando do presidente José Sarney.
Com as velas enfurnadas por esses ventos, a Nova República plasmou na Constituição Federal de 1988 a ideia de um novo Estado alicerçado na tese da paz interna e internacional. Para isso, a ordem que o povo deu por meio dos constituintes às autoridades constituídas foi “unam-se todos”. As controvérsias sempre existirão, e haverá momentos de disputa especialmente aguda, mas o método para dirimi-las será o diálogo e a decisão democraticamente adotada.
Note-se que o texto da Carta embute a indispensabilidade da oposição, pois seu sentido jurídico- constitucional determina que ela ajuda a governar, na medida em que critica, contesta, contradita, contraria, fiscaliza. É natural que haja diferentes correntes de opinião, distintos grupos com ambição política. Nosso ordenamento constitucional determina, entretanto, que as diferenças devem ser decididas pacificamente, de acordo com as leis do país.
E se vale para os cidadãos, vale também para as instituições de Estado, que jamais deveriam lançar combustível na fogueira das paixões políticas. Isso apenas aceleraria a tendência a uma indesejável radicalização, além de minar a segurança jurídica de que decorre a segurança social, essencial para os investimentos, o trabalho e o relacionamento entre os indivíduos e as instituições. Cumprir rigorosamente o sistema normativo é perseguir a paz.
E o Supremo Tribunal Federal será sempre o primeiro e maior interessado em cumprir a regra à risca. Até por ser última instância do Judiciário e guardar a responsabilidade do controle constitucional.
Não haverá no Brasil desenvolvimento e justiça social sem paz política, e esta não terá permanência se todos os segmentos sociais e políticos não se sentirem participantes legítimos do jogo, submetidos às mesmas regras que os adversários e com possibilidade real de alcançar seus objetivos dentro da lei e da ordem. É sabido que a força da lei reside não apenas na força do Estado para impô-la, mas principalmente na crença social de que ela vale para todos.
Transformar a natural polarização, característica de todas as sociedades, em radicalização pode gerar prêmios imediatos em poder e glória, especialmente nesta nossa era de digitalização e interconexão ubíquas. Mas será ilusão, e, como toda ilusão, passageira. Ainda que proporcione vitórias eleitorais momentâneas. O exercício do poder com sabedoria demanda, além da capacidade de exercer a força, o talento para construir consensos.
Daí decorre o conceito de legitimidade. E nenhum poder se sustenta sem isso.