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domingo, 16 de janeiro de 2022

COMITÊ de mais de 600 médicos Estamos sob Golpe Mundial 1

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“Nós sabemos que eles estão mentindo, eles sabem que estão mentindo, eles sabem que sabemos que eles estão mentindo, sabemos que eles sabem que sabemos que eles estão mentindo, mas eles ainda assim estão mentindo”. – Aleksandr Solzhenitsyn


Americas Frontline Doctors

A COVID não é tão perigosa quanto se pensava

“A média da taxa de letalidade por infecção por COVID-19 era 0.27%.”

Em fevereiro de 2020 as previsões da taxa de letalidade por infecção (TL),  ou “índice de mortalidade” por COVID estavam estimados em 3.4% pela Organização Mundial da Saúde (OMS).[1] Fomos informados que a  COVID era muito mais letal do que a gripe sazonal e tínhamos que “achatar a curva” para evitar a sobrecarga de hospitais.[2] Sete meses depois, a OMS admitiu em seu próprio relatório que “as taxas de letalidade por infecção tendiam a ser muito menores do que as estimativas feitas no início da pandemia”.[3] O relatório da OMS considerou que a média da taxa de fatalidade por infecção era 0.27%”.[4] Outros estudos corroboraram esses achados com TLs entre .32% - .01%. Em comparação, a gripe tem uma TL entre .1% - .2%.[5] O ex- diretor do Ministério da Saúde de Israel disse: “Não se corre mais risco de morrer de coronavírus do que de gripe.”[6]

Com todos os relatórios de mortes por COVID, é importante entender como esse termo está definido. No início do surto de COVID, a OMS criou uma ampla definição do que seria considerada uma “morte por COVID” e essa definição foi adotada em todo o mundo. De acordo com tal definição[7], uma morte por COVID se dá quando uma pessoa é um caso confirmado ou suspeito de COVID a qualquer tempo antes da morte. Isso significa que o que é reportado com morte por COVID pode ter outra causa, como câncer, doença cardíaca ou acidente. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) reportou que apenas aproximadamente 6% das mortes por COVID não tinha comorbidades.[8] Isso significa que 94% das mortes por COVID tinham causas adicionais que contribuíram para a causa da morte declarada nos atestados de óbito.[9] Assim, mesmo as mortes reportadas como sendo por COVID são, em sua maioria, mortes que ocorreram com COVID e não por causa da COVID.

As previsões originais para infecções, hospitalizações e mortes resultantes de COVID que levaram inúmeros governos à adoção de lockdown e implementação de políticas guiadas pelo pânico foram feitas em um relatório[10] do Imperial College conduzido por Neil Ferguson. O relatório apresentado em meados de março de 2020 previa que frente à ausência de controles haveria 510.000 mortes no Reino Unido e 2,2 milhões de mortos nos Estados Unidos nos três meses seguintes.[11] Em um apêndice publicado dias depois, o relatório listava suas predições para outros países, incluindo a Suécia.[12],[13]

A Suécia é significativa porque foi o único país ocidental a não adotar lockdown nos sete meses iniciais da pandemia e as previsões eram de que eles teriam no mínimo 66.000 mortes até junho, quando na verdade eles tiveram apenas 5.900 até setembro. Aqui, no único grupo de controle para testar a validade do modelo, vemos os números de mortes foram superestimados em 11 vezes. Em junho, Neil Feguson do Imperial College admitiu que a Suécia tinha alcançado resultados semelhantes ao Reino Unido sem a imposição de um lockdown.[14]

Fato:  A COVID foi considerada muito mais mortal do que de fato é.  


FATor dois2

Tratamento precoce funciona

“A Ivermectina basicamente oblitera a transmissão desse vírus...com uma eficácia milagrosa” - Dr. Pierre Kory

Desde o aparecimento da COVID, vários tratamentos precoces foram tentados e mostraram-se bem sucedidos no combate às formas graves da doença e mortes. A ideia no tratamento precoce é que a administração dos medicamentos seja feita ao surgirem os primeiros sintomas (ou até 4 dias após seu início) para prevenir que a infecção se complique.

Hidroxicloroquina usada com zinco representa apenas um dos métodos de tratamento seguros e eficazes para a COVID. Zinco é um mineral essencial que tem sido usado para parar replicação viral.[15],[16] Hidroxicloroquina tem a habilidade de transportar zinco através da parede celular, para aumentar a eficiência da interrupção dessa replicação.[17] Com mais de 70 anos de comprovada segurança,[18] a OMS considera a  hidroxicloroquina um dos “medicamentos mais eficazes , seguros e custo-efetivos” no mercado.[19] Quando usado como parte do “Protocolo Zelenko”, desenvolvido pelo Dr. Zev Zelenko (EUA), as hospitalizações por COVID foram reduzidas em 84% em pacientes de alto risco.[20] Além da pesquisa de Zelenko, há 32 outros estudos [21] que mostram 96% de efeitos positivos e uma redução de 75% em mortes quando usado em combinações variadas.[22]

A ivermectina foi desenvolvida inicialmente como uma droga veterinária nos anos 70 do século passado. No entanto, desde 1988 ela tem sido prescrita para combater infecção por parasitas em humanos. Mais tarde, foi adicionada pela OMS na lista de medicamentos essenciais[23] e, em 2015, seus inventores receberam o prêmio Nobel de Medicina.[24]

Enquanto a ivermectina pode ser usada profilaticamente para prevenção da COVID, ela também é usada no tratamento precoce e protocolos de tratamento tardio.[25] Há 63 estudos que testaram sua eficácia quando usada em tratamento precoce, sendo que esses estudos mostram uma melhora geral de 69%.[26] Em uso profilático, há 14 estudos e uma melhora geral de 86%.[27]

Advogando pelo uso da ivermectina está Dr. Pierre Kory, um dos fundadores da Aliança da Linha de Frente para Cuidados Críticos da COVID-19 (em inglês Front Line Covid-19 Critical Care Alliance - FLCCC). Kory, junto com outros profissionais na FLCCC, desenvolveu um protocolo específico pra prevenir e tratar COVID usando a ivermectina.[28]

Em dezembro de 2020, o Dr. Kory e outros fizeram um apelo apaixonado, suportado por pesquisas científicas em uma audiência de comitê no Senado americano, afirmando que a ivermectina “basicamente oblitera a transmissão desse vírus” com “eficácia milagrosa”.[29]

Descobriu-se que a deficiência de vitamina D era alta entre pacientes de COVID admitidos em hospitais.[30] Outro estudo sugeriu que a insuficiência de vitamina D poderia explicar 9 entre 10 mortes por COVID.[31] Mais recentemente, outro estudo descobriu que deficiência de vitamina D pré- infecção está associada com aumento na severidade e mortalidade da COVID.[32]

Com esse suporte, o tratamento com vitamina D parece ser um bom tratamento a ser tentado. Os estudos usando vitamina D para COVID são em menor número do que os outros tratamentos mencionados, cinco estudos no total. Quando usada profilaticamente, mostra uma melhora de 20%[33] , mas quando usada como tratamento precoce, estudos encontraram uma melhora geral de 80%.[34]

Fato: Há diversos tratamentos precoces efetivos para a COVID baseados em pesquisas científicas.

 

FATo Três

PCR positivo não significa contagioso

“O teste deveria ser limitado a ter um máximo de 30-35 ciclos, já que, acima de 35 ciclos, 97% dos resultados seriam falsos positivos.”

O PCR é um teste genético que pode detectar uma seção da sequência genética da COVID dentro de uma amostra. Ele faz isso através da amplificação dessa amostra milhares de vezes até atingir o seu limiar ou limite, após ter atingido seu ciclo limite (CT). Se ele detectar traços genéticos do vírus, ele se torna um resultado positivo; se não, o resultado será negativo.[35] Diversos estudos científicos colocaram grande importância no número de ciclos necessários até que a sequência genética do vírus seja identificada. Se a sequência genética é encontrada depois de mais ciclos, isso não significa que o sujeito de fato tem COVID.[36],[37],[38],[39],[40] Como publicado no New York Times, especialistas admitem que o teste deveria ser limitado a um máximo de 30-35 ciclos, já que com mais ciclos, 97% dos resultados seriam falsos positivos. Anthony Fauci, antigo diretor do NIH, também admitiu que “quase nunca se pode cultivar vírus a partir de um ciclo limite”. [41]

Talvez mais importante de uma perspectiva de saúde pública, um teste PCR positivo não significa que a pessoa esteja contagiosa.  Dependendo de quando a amostra foi colhida, um resultado positivo mesmo a 24 ciclos poderia significar que o sujeito não é contagioso. [42] Dr. Jared Bullard o Microbiologista chefe de Manitoba estima que apenas cerca de 44% dos casos positivos podem replicar o vírus e serem, portanto, contagiosos.[43] O ciclo limite não é uniforme em todas as instalações de testagem, tampouco essa informação é normalmente tornada pública.[44] No entanto, o CDC permite resultados positivos baseados em até ciclos.[45]

Em janeiro de 2021 a OMS reconheceu que indivíduos com resultados positivos em testes com alto CT deveriam ser retestados.[46] Mais tarde, em julho de 2021, o CDC emitiu uma declaração retirando sua recomendação para acontinuação da utilização de testes PCR, a partir do final do ano.[47]

 Fato: resultados de testes PCR não são um indicador preciso para saber se alguém tem COVID, muito menos se são infecciosos.

 

FATo quatro

Transmissão assintomática é rara

“Uma meta análise de 54 estudos concluiu que a transmissão assintomática mesmo dentro de casa era inferior a 1%.”

Com a COVID começando a se espalhar ao redor do mundo, especialistas concordaram que a transmissão assintomática era rara e não tinha muito impacto. Anthony Fauci, antigo chefe do NIH, declarou em janeiro de 2020 “Mesmo que haja alguma transmissão assintomática, em toda a história de vírus de transmissão respiratória de qualquer tipo, a transmissão assintomática nunca foi o propagador de surtos. O condutor de surtos é sempre a pessoa sintomática.”[48]

Vários estudos foram conduzidos para ver se COVID seria transmitida por pessoas assintomáticas. Um estudo feito na China olhou mais de nove milhões de pessoas e encontrou 300 casos de pessoas assintomáticas que testaram positivo para a COVID, e nenhuma das amostras tinha um “vírus viável” que poderia se replicar e ser transmitido. Eles acompanharam os contatos próximos desses casos assintomáticos e descobriram que eles não infectaram ninguém que fosse contato próximo.[49] Um estudo publicado no JAMA fez uma meta análise de 54 estudos e concluiu a transmissão assintomática mesmo dentro de uma casa era inferior a 1%.[50]

A questão da transmissão assintomática é um dos principais pressupostos usados para justificar as regulamentações da COVID. A ideia de que qualquer um, mesmo quem não está doente, pode infectar os outros é que fomentou o pânico, o distanciamento social, a testagem em massa, etc. Afinal, se apenas as pessoas doentes transmitissem o vírus, então pessoas saudáveis não representariam qualquer ameaça.

Fato: Transmissão assintomática é rara

 

FATo cinco

Lockdowns são ineficazes e custosos.

“Não há no momento nenhuma evidência convincente de que políticas de abrigo em casa tenham salvo um grande número de vidas ou mitigado significativamente a propagação da COVID – 19.”

Lockdowns generalizados para controlar um vírus eram em grande parte desconhecidos antes do aparecimento da COVID. Um número de estudos foi publicado para determinar a eficácia dos lockdowns na redução do impacto da COVID na população.  Um estudo[51] afirmou que “[os] dados sugerem fortemente que o declínio de infecções no Reino Unido começou antes do primeiro lockdown completo.”[52]  O estudo mostrou ser esse o caso nos dois lockdowns subsequentes também. Isso significa que o vírus reduziu sua taxa de infecção sem um confinamento em todas as ocasiões.

Outro estudo avaliando os efeitos das políticas de abrigo em casa (SIP, em inglês) durante a pandemia de COVID afirma que “Não encontramos efeitos detectáveis dessas políticas na propagação da doença ou nas mortes” e concluiu que “não há, atualmente, uma evidência convincente e concluiu que "não há atualmente evidências convincentes que sugiram que as políticas do SIP salvaram um grande número de vidas ou mitigaram significativamente a propagação da COVID"[53].

Comparando diferentes países que implementaram ordens de permanência obrigatória em casa com países que não o fizeram, este estudo analisou os possíveis efeitos nos casos de COVID. Concluiu que "não encontramos benefícios significativos sobre o crescimento de casos de NPIs mais restritivas [Intervenções não-farmacêuticas]"[54] Uma conclusão semelhante foi tirada por outro estudo que comparou diferentes países nos EUA e concluiu que "Lockdowns são ineficazes na redução de mortes por Covid-19".

Um estudo publicado no Lancet também concluiu que "ações governamentais como o fechamento de fronteiras, bloqueios completos e uma elevada taxa de testes COVID-19 não foram associadas a reduções estatisticamente significativas no número de casos críticos ou na mortalidade geral"[56] Além de serem ineficazes na redução do impacto da COVID, os bloqueios tiveram um custo tremendo na saúde, na economia e nos direitos humanos.

Durante os lockdowns, um amplo espectro de profissionais médicos observou que as pessoas não estavam recebendo tratamento médico adequado, devido ao medo de contrair a COVID. Eles acreditam que isto levou a um aumento de mortes por ataque cardíaco[57], câncer, diabetes e muito mais. O Reino Unido experimentou um aumento dramático de mortes por demência durante o lockdown.[59] Dois terços das mortes em excesso em lares não estavam relacionados à COVID[60], enquanto ao mesmo tempo cerca de 40% dos leitos hospitalares permaneceram desocupados[61]. Os danos médicos não se limitam apenas ao tempo do bloqueio, mas ainda podem ser vistos meses depois devido a doenças que passaram despercebidas ou não tratadas.[62]

A economia mundial sofreu um golpe substancial com os bloqueios da COVID. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 225 milhões no mundo inteiro passarão fome, como resultado do impacto econômico da COVID[63]. A dívida global em 2020 aumentou em 24 trilhões de dólares (355 % do PIB), um nível que superou o da Segunda Guerra Mundial. [64] Nos EUA, 7 milhões de pessoas já caíram na pobreza[65], com as crianças constituindo os números mais elevados.[66] Meses após o início da desastrosa política de fechamento, até mesmo a ONU admite agora que os lockdowns apenas tornam os pobres... mais pobres[67] Mais tarde, a OMS também declarou que os lockdowns devem ser evitados[68]. Uma meta análise de mais de 100 estudos sobre o custo/benefício dos lockdowns concluiu que "os lockdowns não são apenas uma política ineficiente, eles devem ser classificados como um dos maiores desastres políticos em tempo de paz de todos os tempos"[69].

 Fato: Os Lockdowns prejudicam a saúde das pessoas, a economia sem nenhum benefício claro na luta contra a COVID.

 

FAToR seis

Passaportes vacinais são pouco científicos e antiéticos

"Um estudo recente concluiu que a imunidade natural era 27 vezes mais protetora do que a vacina Pfizer".

Com o crescente entusiasmo pelas novas vacinas COVID, inúmeras jurisdições implementaram várias políticas para encorajar as pessoas a se vacinarem. Uma das mais intrusivas são os passaportes vacinais, que proíbem os não vacinados de entrar em vários lugares públicos, incluindo cafés e restaurantes, participar de aulas presenciais em instituições pós-secundárias, locais de culto, ficar em hotéis, participar de celebrações em salões de eventos. O primeiro destes programas de passaporte foi implementado por Israel no início de 2021[70]. Qualquer pessoa que quisesse ser autorizada a participar tinha que mostrar um passe digital ou em papel mostrando que estava vacinada, recuperada ou ter um teste PCR negativo nas últimas 48 horas.[71].

Aparentemente os passaportes estão lá para prevenir a transmissão do vírus, entretanto, quando pressionados, os responsáveis pela criação de tais políticas têm reconhecido publicamente que o programa é para encorajar a vacinação e não por razões epidemiológicas.[72].

Falta uma prova sólida de que a vacina previne a infecção, os ensaios clínicos que levaram à autorização das vacinas não procuraram sequer ver se as vacinas reduzem a infecção ou a transmissão. Este fato foi reconhecido pelo cientista chefe da OMS[73] e pelo CDC7[74].

Com a primeira onda pós-vacinação, a noção de que as pessoas "totalmente vacinadas" tinham uma taxa de infecção semelhante estava ficando mais clara.[75] [76] [76] Alguns a atribuíram ao tempo decorrido desde a vacinação, enquanto outros a atribuem à nova variante do delta. De qualquer forma, os dados da quarta onda de Israel mostraram que a vacina não previne a infecção.[77] Outros estudos confirmaram que as pessoas vacinadas carregam cargas virais similares (uma medida fundamental para determinar a capacidade de uma pessoa infectar outras) em indivíduos vacinados e não vacinados, de acordo com as autoridades sanitárias do Reino Unido[78][79] e do CDC[80].

De fato, é questionável se as vacinas COVID devem mesmo ser chamadas de vacinas, uma vez que não foram projetadas para evitar a infecção. Tradicionalmente a definição de uma vacinação era produzir "imunidade a uma doença específica"[81]. Para evitar esta confusão, em setembro de 2021 o CDC simplesmente mudou sua definição de vacinação para dizer que é para produzir "proteção contra uma doença específica"[82] em vez de "imunidade" contra uma doença.

Outro problema com os passaportes vacinais é que a maioria não reconhece que um alto grau de proteção contra a infecção pode ser alcançado através da imunidade natural gerada pelo organismo após ter sido infectado com o vírus. Esta imunidade não induzida por vacina foi considerada mais forte que a imunidade induzida por vacina em dezenas de estudos [83]. Um estudo recente concluiu que a imunidade natural era 27 vezes mais protetora que a vacina Pfizer [84] A maioria dos passaportes de vacinas exigidos simplesmente não reconhece que há muitas pessoas que tiveram o vírus e, portanto, estão protegidas ainda mais do que aquelas que estão vacinadas.

Se deveria haver alguma restrição específica à entrada em espaços públicos por razões epidemiológicas, ela deveria ser limitada às restrições às pessoas doentes, já que os estatutos da vacina não tornam as pessoas menos infecciosas, e as transmissões assintomáticas são raras [85]. A restrição mais lógica seria proibir a entrada de pessoas sintomáticas, já que estas são os condutores da infecção.

As questões éticas em restringir a participação das pessoas na sociedade a fim de fazê-las tomar medicamentos são sérias. "A política de saúde pública só é eficaz quando é baseada na educação e no diálogo. O discurso agressivo pode resultar na perda de confiança de setores significativos do público e levar à redução das taxas de adesão a outras vacinas de rotina que são de importância crucial", escreve uma equipe de médicos especialistas.[86]

A instituição de passes verdes e outras medidas coercitivas contradiz a resolução aprovada pelo Conselho da Europa (uma organização internacional fundada após a Segunda Guerra Mundial para defender os direitos humanos[87]), em janeiro de 2021, onde se afirmava claramente: "7.3.1 garantir que os cidadãos sejam informados de que a vacinação NÃO é obrigatória e que ninguém seja pressionado política e socialmente ou de outra forma para se vacinar, se eles próprios não o desejarem”; e a seção “7.3.2 garantir que ninguém seja discriminado por não ter sido vacinado, devido a possíveis riscos à saúde ou por não querer ser vacinado”[88].

Coerção de procedimentos médicos era algo que deveria ser relegado aos livros de história como um lembrete e um aviso de como as sociedades livres poderiam ser corrompidas para fazer o mal. Se for permitido para proteger contra um vírus que tem uma taxa de sobrevivência superior a 99%, estabelece um precedente para ser permitido em muitos outros casos.

Fato: Os passaportes vacinais são ineficazes, estabelecem um precedente perigoso e não têm lugar numa sociedade livre.

 

FAToR sete

Máscaras: a ciência não está estabelecida

"85% das pessoas infectadas com COVID usavam máscaras por algum ou todo o tempo antes da sua infecção".

Durante décadas, dezenas de artigos científicos têm sugerido que as máscaras são ineficazes na prevenção da transmissão de doenças virais.[89] Tanto a OMS como o Dr. Fauci (porta-voz da força-tarefa do Coronavírus nos EUA) corroboraram essa afirmação ainda em março de 2020.[90] Mais tarde, nesse mesmo mês, houve uma reviravolta repentina. Foi-nos dito que as máscaras iriam agora nos proteger da COVID, apesar das alegações em contrário por parte dos fabricantes de máscaras.[91] Em setembro de 2020, o chefe do CDC afirmou em testemunho perante um subcomitê do Senado dos EUA, que as máscaras eram mais eficazes na prevenção da COVID do que as vacinas[92].

Apesar da agora "sabedoria convencional" que as máscaras impedem a propagação de vírus, existem de fato numerosos estudos que demonstram que elas não o fazem[93]. Curiosamente, há mesmo investigações que mostram que o uso de máscaras pelos cirurgiões durante a cirurgia não teve qualquer efeito sobre se o paciente desenvolveu uma infecção subsequentemente.[94] Os próprios dados do CDC revelam que aqueles que usam máscaras são infectados pela COVID na mesma proporção que aqueles que não usam, [95]; de fato, 85% dos infectados pela COVID usavam máscaras parcialmente ou todo o tempo antes da sua infecção. [96] As inúmeras jurisdições que impuseram máscaras viram na verdade um aumento de infecções durante a imposição. [97] Um estudo chave randomizado e controlado do uso de máscaras em massa durante o surto da COVID, concluiu que seu uso não teve efeito significativo na propagação viral. [98] O Professor Henning Bundgaard, da Universidade de Copenhagen, que conduziu o estudo, concluiu que "seriam necessárias 300 pessoas usando uma máscara durante um mês para proteger uma pessoa de contrair uma infecção" [99].

Mesmo que as máscaras fossem ligeiramente eficazes, deve-se também considerar os efeitos negativos do uso contínuo de máscaras, tais como; diminuição dos níveis de ingestão de oxigénio,[100][101][102][103] dores de cabeça,[104] Síndrome de Exaustão Induzida por Máscara (MIES),[105] redução da imunidade,[106] aumento da carga de germes,[107] e reações cutâneas[108].

Fato: Não existe base científica suficiente para impor uso de máscaras

 

FAToR oito

As crianças estão pagando um preço desproporcionalmente elevado pela resposta à Covid

"Uma equipe de investigadores de Johns Hopkins encontrou uma taxa de mortalidade de zero entre crianças sem uma condição médica preexistente, como a leucemia".

As crianças são significativamente menos afetadas pela COVID em comparação com os adultos, e a mortalidade por COVID é considerada rara.[109] A taxa de mortalidade por infecção (IFR) é muito baixa nas crianças mais novas, apenas 0,002% aos 10 anos de idade, em comparação com 1,4% aos 65 anos de idade.[110] Esta taxa de mortalidade muito baixa é para todas as crianças, incluindo aquelas com condições médicas pré-existentes. Uma equipe de investigadores do Johns Hopkins encontrou uma taxa de mortalidade de zero entre as crianças sem uma condição médica pré-existente como a leucemia.[111] Em comparação com a gripe sazonal, as crianças correm um risco muito maior de hospitalização devido à gripe sazonal versus a COVID [112].

Embora a própria COVID seja de risco muito mínimo para a saúde das crianças, alguns justificam a instituição de restrições às crianças porque é mais provável que elas propaguem o vírus aos adultos. Contudo, após examinar os dados das escolas americanas, a taxa de infecção entre as crianças e a equipe escolar foi significativamente menor do que a taxa de infecção na comunidade em geral.[113] E não houve um aumento de casos por ocasião da reabertura das escolas.[114] Um estudo descobriu que os professores das escolas suecas durante os surtos da COVID não eram mais hospitalizados do que outras profissões. [115] Em um estudo de distritos escolares de NC com uma população total de estudantes de cerca de 90 mil, foram detectadas 773 infecções oriundas de interações fora da escola, enquanto apenas 32 infecções resultantes de interações internas e nenhum caso de transmissão de criança para adulto foram encontradas na escola.[116]

As crianças foram menos afetadas pela própria COVID, mas não escaparam dos danos causados pelos regulamentos da COVID, incluindo isolamento, imposição do uso de máscara, e fechamento de escolas. As evidências estavam chegando com bastante força mesmo no início das políticas de lockdowns: em maio de 2020, apenas dois meses após as medidas restritivas, um dos principais hospitais infantis do Canadá relatou um aumento de 100 por cento nas admissões devido a tentativas de suicídio e um aumento de 200 por cento nas admissões por abuso de drogas. [117] Isto não se limitou ao Canadá, relatos semelhantes foram feitos noutros países ao longo das restrições da COVID.[118][119][120][121] Há inúmeras ligações entre as políticas de distância social e a deterioração da saúde mental das crianças, incluindo a violência doméstica, a redução das interações sociais com amigos, a redução das atividades físicas, e o sentimento de culpa que resulta de lhe dizerem que você pode matar alguém que ama. Alguma atenção tem sido concentrada na aprendizagem virtual que substituiu a aprendizagem em classe [122]. Em MR4q53 por exemplo, 60% dos suicídios de crianças foram ligados à aprendizagem online. Na Califórnia, uma criança de 11 anos matou-se durante uma reunião de turma virtual.[123] O CDC publicou um relatório mostrando que a proporção de visitas de emergência relacionadas com a saúde mental aumentou a nível nacional, 24% para crianças entre 5 e 11 anos e 31% para crianças de 12 a 17 anos de abril a outubro, em comparação com o mesmo período do ano anterior.[124] Em dezembro de 2020, o suicídio foi a causa número um de mortes em crianças de 10 a 14 anos no estado de Ohio.[125]

Como a escala dos danos estava se tornando clara, alguns peritos médicos apelaram às autoridades políticas para mudar de rumo, abrir as escolas e deixar as crianças fora das duras restrições. O mais notável foi a coleção de peritos médicos que apoiaram a Declaração Barrington que recomendou que a resposta da COVID se concentrasse na população de alto risco, e que libertasse a população de baixo risco - a declaração foi assinada por mais de 48 000 profissionais médicos.[126] Estas recomendações caíram em grande parte em ouvidos moucos com a exceção precoce e corajosa feita pelo Primeiro-Ministro da Noruega que admitiu ter tomado as decisões de fechar as escolas por medo[127].

Em locais onde as escolas foram autorizadas a abrir entre as ondas de infecção, numerosas jurisdições exigiam que as crianças que estivessem muito próximas de uma pessoa infectada "se auto-isolassem" durante 14 dias. Esta política de confinamento solitário é talvez a mais dura das restrições da COVID. Um médico de doenças infecciosas escreveu: "Este é um castigo cruel para uma criança, especialmente para crianças mais novas, de 4-10 anos de idade, isolar uma criança de seus pais e irmãos por até 14 dias dessa forma poderia produzir efeitos emocionais e psicológicos significativos e duradouros",

"Não compreendo como é que qualquer profissional de saúde tenha se afastado tanto dos fundamentos da saúde pública e de não fazer mal nenhum que pense que basicamente encarcerar uma criança numa sala durante 14 dias é de alguma forma justificado", disse a Dra. Martha Fulford, médica de doenças infecciosas da Hamilton Health Science, que se concentra na pediatria.[128]

Talvez os danos mais despercebidos para as crianças resultantes de políticas de COVID impulsionadas pelo pânico sejam para aqueles que nunca nasceram. Os EUA sofreram uma queda de 4% nos nascimentos em 2020, com cerca de menos 97.000 crianças nascendo; espera-se que em 2021 haja uma redução ainda maior estimada em 300.000.[129] Israel, com as suas taxas globais de natalidade crescentes, sofreu uma diminuição de 2,5% nos nascimentos, com 4709 nascimentos a menos que em 2020, em comparação com o ano anterior.[130] Quando comparado com o aumento de 2609 nascimentos, é revelada uma conclusão espantosa - o pânico aumentou em quase o dobro o decréscimo dos nascimentos que o vírus pode ter causado no aumento de mortes.

Fato: As crianças têm um risco muito baixo com a COVID, mas um risco elevado na resposta à COVID.

 

FAToR nove

 O registro de segurança da vacina para COVID

"As mortes declaradas relacionadas com as vacinas COVID totalizaram mais do que todas as mortes relacionadas com as vacinas nos últimos 31 anos, combinadas".

Com o início da vacinação em massa em janeiro de 2021, numerosos relatos de reações adversas graves após as injeções estavam sendo relatados em todo o mundo[131][132][133][134] e outras mais estavam sendo catalogadas[135].

O governo dos EUA reconheceu que haveria quantidades significativas de pessoas com efeitos secundários suaves a curto prazo[136], mas que era melhor tomar a injeção de qualquer forma[137]. As reações adversas mais graves em torno das novas vacinas foram descartadas[138] como não tendo qualquer ligação comprovada com a vacinação.

As taxas de mortalidade por todas as causas começaram a subir em vários países com o início da vacinação.[139] Com o passar do tempo, os médicos preocupados começaram a manifestar as suas objeções.[140][141][142] Particularmente preocupantes foram os efeitos adversos nas pessoas mais jovens, uma vez que correm um risco muito menor com a COVID. O Conselho Público Israelita de peritos apelou para a suspensão das vacinas de pessoas com menos de 30 anos[143], tal como o fez um grupo de médicos da Suécia, e os Médicos de Linha de Frente da América (AFLDS)[145] nos EUA.

Em setembro, o sistema VAERS, cuja função é comunicar reações adversas de todas as vacinas nos EUA, contabilizou mais de 15900 mortes associadas apenas às vacinas contra COVID[146] As mortes comunicadas relacionadas com as vacinas contra COVID totalizaram mais do que todas as mortes relacionadas com vacinas nos últimos 31 anos, combinadas.[147] Um fenômeno semelhante foi observado com o sistema europeu de notificação[148], e na Inglaterra.[149] Não só as mortes estão sendo amplamente notificadas, mas também outras reações adversas graves que levaram a incapacidade permanente, hospitalização, ou ameaçaram a vida do paciente. [150] Uma vez que estes casos são autodeclarados, e não foram confirmados como tendo sido causados pela vacinação, é difícil dizer exatamente quantos são realmente resultado da vacina. Contudo, este é o caso de todos os relatos nos sistemas, e com a vacina contra COVID há um aumento dramático.[151] É digno de nota que se essas mortes por suspeitas de vacina fossem catalogadas utilizando os mesmos critérios que as mortes por COVID são catalogadas[152], todas elas seriam consideradas mortes por vacina.

Outras vacinas com perfis muito mais seguros foram retiradas do mercado no passado. Por exemplo, a vacina contra rotavírus foi suspensa[153] pelas autoridades norte-americanas no final dos anos 90, após 100 bebês terem adoecido, e um morrido - em aproximadamente um milhão de doses. A vacina foi retirada do mercado apesar das autoridades declararem que "não tinha sido estabelecida uma ligação firme entre a vacina e as doenças das crianças"[154]. A vacina contra a gripe suína de 1976 foi retirada do mercado[155] depois de 500 pessoas terem contraído a síndrome de Guillain-Barre, e foi associada a 25 mortes em 43 milhões de doses (1 em 17 milhões). Não havia provas conclusivas de que estas relativamente poucas mortes fossem resultado da vacina, no entanto, o governo suspendeu toda a campanha de vacinação. A partir de setembro de 2021, há mais de 18.000 mortes em questão, mas o governo ainda mantém que as vacinas da COVID são seguras.

Fato: As vacinas contra COVID são muito mais perigosas do que somos levados a crer.

 

FAToR dez

A efetividade da vacina para COVID

"Um estudo no European Journal of Epidemiology concluiu que não havia diferença entre jurisdições que estavam altamente vacinadas e aquelas que tinham níveis de vacinação mais baixos quando se tratava de nova infecção COVID".

As vacinas contra COVID foram promovidas como sendo a ferramenta que acabaria com a pandemia e voltaria a vida ao normal. Surpreendentemente, os ensaios clínicos para as vacinas Moderna[156], Pfizer, AstraZeneca[158], e Johnson & Johnson[159] não testaram nem sequer mediram até que ponto os seus produtos reduzem a infecção.[160] Assim, no momento em que receberam a Autorização de Uso Emergencial, não havia nenhum estudo para apoiar a alegação de que as vacinas previnem a infecção. Isto foi reconhecido por Moderna e Pizer e pela OMS.[163] O +90% de eficácia foi para reduzir a gravidade dos sintomas, e não para reduzir as infecções.

Após vários meses, o fato de que as vacinas não reduzem as infecções era evidente. Depois de comparar 68 países e quase 3000 distritos nos EUA, o European Journal of Epidemiology concluiu que não havia diferença entre as jurisdições que estavam altamente vacinadas e as que tinham níveis de vacinação mais baixos quando se tratava de nova infecção COVID. De fato, verificou-se o contrário em muitos casos, que taxas mais elevadas de vacinação estavam correlacionadas com o aumento das infecções.[164] Esse fenômeno também foi observado numa comparação entre países europeus. [165] De acordo com dados do Ministério da Saúde, durante a quarta vaga, verificou-se que as infecções em Israel estavam no mesmo ritmo em vacinados vs. não vacinados.[166] No Reino Unido, a eficácia da vacina tornou-se de fato negativa, o que significa que os vacinados estavam proporcionalmente mais infectados do que os não vacinados.[167]

Vários estudos publicados apoiam a noção de que a eficácia da vacina diminui com o tempo. Um estudo no The Lancet mostrou um declínio dramático na imunidade induzida pela vacina em apenas cinco meses.[168] Outro estudo descobriu que o declínio se acelera após o quarto mês para atingir apenas cerca de 20% de eficácia até o quinto mês.[169]

Para que não se pense que a vacinação reduziria a capacidade de uma pessoa infectada de infectar outras, relatórios de funcionários da Saúde no Reino Unido[170][171] e do CDC[172] mostram que este não é o caso - uma vez infectados, os vacinados têm cargas virais semelhantes às dos não vacinados.

O outro aspecto da eficácia da vacina COVID está na prevenção de doenças graves e de morte. Antes de examinar esse aspecto, deve-se considerar a questão no contexto de outros tratamentos e profilaxia, ver tratamentos precoces, bem como o risco absoluto associado a ficar gravemente doente pela COVID. A comparação das hipóteses de doença grave entre aqueles que foram vacinados e aqueles que não foram - chama-se Redução do Risco Relativo (RRR). Um artigo publicado no prestigioso Lancet explica que "a RRR deve ser vista no contexto do risco de ser infectado e adoecer com COVID-19". Em outras palavras, a RRR não leva em conta a probabilidade geral de infecção, mas sim, "[A] redução absoluta do risco (ARR), que é a diferença entre as taxas de ataque com e sem uma vacina, considera toda a população", o que significa que proporciona uma apresentação mais real da eficácia.[173] Tal como um guarda-chuva é muito eficaz para manter fora da chuva, não é mais eficaz se não estiver realmente a chover.

A ARR para as vacinas contra COVID varia entre 0,84% - 1,3%, dependendo da vacina em questão. Os autores explicam que "as ARR tendem a ser ignoradas porque dão um tamanho de efeito muito menos impressionante do que as RRR". 

https://americasfrontlinedoctors.org/portugues/post/10-fatores-chave-que-derrubam-a-narrativa-da-covid/

OLAVO DE CARVALHO - FALSA PANDEMIA - 2009 

domingo, 17 de janeiro de 2021

ANVISA APROVA VACINA CHINESA E DE OXFORD - VISTA PÁTRIA - ELES TÊM DE PROVAR: segurança, eficácia, durabilidade.

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ELES TÊM DE PROVAR: segurança, eficácia, durabilidade e a URGÊNCIA. E NÓS temos de cobrar, exigir! 

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NUNCA EXISTIU

 

 

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OS DONOS DO MUNDO - Cristina Martín Jiménez

No capítulo 10 a autora alerta que uma fórmula usual de dominação da população é justamente a tática das pandemias: "Os meios de comunicação levaram pânico a todos os cantos do planeta. Começou na primavera de 2009, num ano em que ninguém esperava que fosse acontecer. Rapidamente, sem aviso prévio, a OMS, órgão pertencente à ONU, ousou afirmar que no mínimo 150 milhões de pessoas morreriam vítimas da gripe, quatro vezes mais mortes do que as causadas pela gripe de 1918. O governo do Reino Unido chegou a aventar a possibilidade de disponibilizar valas comuns e falou em 60 mil mortos, os políticos ingleses mais alarmistas alertavam para 700 mil casos, mas não passaram de 60. Na Espanha a gripe ceifou a vida de 275 pessoas." https://youtu.be/uCHP0N660yY?t=355

https://livrariavistapatria.com.br/os-donos-do-mundo

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6 de jun. de 2010 - ESCANDALO! PANDEMIA GRIPE SUINA H1N1 NUNCA EXISTIU
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/03/6-de-jun-de-2010-escandalo-pandemia.html 

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2009 - A SUSPEITA GRIPE SUINA H1N1 https://conspiratio3.blogspot.com/2016/02/2009-teresa-forcades-fala-sobre.html

"A pandemia de Gripe A nunca existiu"
(Jornal Euronews, 5 de junho de 2010)

https://youtu.be/1pIj_mXn8rM 
http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms
http://observandoanovaordem.blogspot.com/p/h1n1-falsa-pandemia.html

Mas se vc procurar no Google, não vai encontrar muita coisa sobre essa FARSA, essa ENGANAÇÃO GLOBAL promovida pela ONU, OMS, com a cumplicidade de governos e imprensa.


ALESSANDRO LOIOLA - POR QUE EXAMES LABORATORIAIS E VACINAS EMERGENCIAIS SÃO UM ERRO? - PERIGO SUPERDIMENSIONADO = SUPERPODERES PARA AUTORITÁRIOS https://conspiratio3.blogspot.com/2021/01/alessandro-loiola-por-que-exames.html

 

quarta-feira, 25 de março de 2020

6 de jun. de 2010 - ESCANDALO! PANDEMIA GRIPE SUINA H1N1 NUNCA EXISTIU

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“A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”.
A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o "desperdício de fundos públicos na compra de vacinas" e as "ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos".
BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas

 (Jornal Euronews, 5 de junho de 2010) 
https://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/10235558.stm
 

Traducao: 
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html

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VÍDEO ASSISTAM ATÉ O FINAL....
* O ANO É 2009;
* A GRIPE É H1N1;
* GOVERNO LULA;

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O chefe da Organização Mundial da Saúde é uma marionete da China (em outras palavras: um agente do Partido Comunista Chinês). Desde o início, a OMS atuou para esconder a responsabilidade chinesa pelo vírus, promover a pandemia no Ocidente e, por fim, induzir os países a adotar a estratégia desastrosa da quarentena horizontal, movidos pelo pânico. Para vocês terem uma ideia, o sujeito nem sequer é médico, nem remotamente da área médica, não sabe distinguir um vírus de uma bactéria. É simplesmente um burocrata etíope (país 100% comandado pela China) que foi colocado no posto pelo PCC e pela Rússia. Agora parece que é tarde demais, a quebra da economia ocidental é inevitável e os CHINESES JÁ ESTÃO COMPRANDO TUDO a preço de banana.
https://www.facebook.com/rubens.enderle/posts/3233744953374416


"Dia 14 de Janeiro, post da Organização Mundial da Saúde: "A China assegurou à Organização Mundial da Saúde que o coronavírus NÃO É CONTAGIOSO e não se transmite entre humanos. A Organização Mundial da Saúde usa a expressão: "A China diz que há uma clara evidência de que não é contagioso." Ora, ou era inépcia era mentira. Agora eu pergunto o seguinte: por que a Organização Mundial da Saúde acreditou na China? Ou seja, todo o mundo jogou com a China como se eles fossem pessoas confiáveis, o comunismo chinês. E o comunismo chinês pôs o Ocidente de quatro."
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/03/partido-comunista-chines-acuado-e-em.html

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

2009 - TERESA FORCADES FALA SOBRE A SUSPEITA GRIPE SUINA H1N1 E VACINAS - ALGO A VER COM O CASO ZIKA? DENGUE? CORONAVÍRUS?

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"A pandemia de Gripe A nunca existiu"
(Jornal Euronews, 5 de junho de 2010)

https://youtu.be/1pIj_mXn8rM 
http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms
http://observandoanovaordem.blogspot.com/p/h1n1-falsa-pandemia.html

Mas se vc procurar no Google, não vai encontrar muita coisa sobre essa FARSA, essa ENGANAÇÃO GLOBAL promovida pela ONU, OMS, com a cumplicidade de governos e imprensa.

VÍDEOS ORIGINAIS:
Vacina, Teresa Forcades, Monja, Medica, Nao Tomem Vacina H1N1
 

https://youtu.be/U6lKXzcRERY
https://youtu.be/prgc6Uz3Cmo
https://youtu.be/w1wvZlYnOAU
https://youtu.be/YP62SzY-Om8
https://youtu.be/1x-6-VjqzeE

2016 - DEPOIS QUE INTERNAUTAS DESMASCARARAM A FARSA DA GRIPE SUÍNA H1N1, A OMS TENTOU CONTROLAR A INTERNET EM 2010, ATRAVÉS DE UM IMPOSTO
 


DESINFORMAÇÃO, ZIKA VÍRUS, MICROCEFALIA E ABORTO - DANTE MANTOVANI
https://youtu.be/5KUIXIoypWc


FALSA PANDEMIA DESMASCARADA
Em 2010, depois de muita luta e pressão pela Internet e fora dela, a OMS e sua pandemia fake de gripe suína foram desmascaradas. E enquanto ainda pediam desculpas para o mundo, sugeriam um novo imposto para controlar a Internet! Lembro que o Ministério da Saúde de Lula deixava advertências, nos comentários, contra nossos posts! O post a seguir é tirado desse passado que talvez tenhamos que reviver com a Zika e outras epidemias a ser criadas.  "Aqueles que não podem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo"
http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/02/depois-que-internautas-desmascararam.html


Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/noticias-reais-sobre-gripe-h1n1-vacina.html

Jane Burgermeister  em Entrevista ao Projeto Camelot https://youtu.be/-UFjg4V--Is
http://www.anovaordemmundial.com/2009/09/jane-burguemeister-mostra-cara-e-da.html
http://www.projectcamelot.org/jane_burgermeister.html

BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas
tradução: 

https://web.archive.org/web/20170613173617/http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/europeus-querem-investigar-alerta-falso.html
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/10235558.stm

OMS refuta acusações de falsa pandemia de gripe A (26-01-2010
A Organização Mundial de Saúde (OMS) refutou esta terça-feira as acusações que lhe foram apontadas pelo presidente da Comissão da Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa de ter declarado uma falsa pandemia de gripe A/H1N1, por conivência com a indústria farmacêutica. A correspondente da Antena 1 em Estrasburgo, jornalista Fernanda Gabriel, registou a resposta da OMS.
http://www.rtp.pt/noticias/gripe-a-h1n1/oms-refuta-acusacoes-de-falsa-pandemia-de-gripe-a_a313803

OMS admite falha na gerência da crise relativa à gripe A (13/04/2010)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu pela primeira vez que falhou na gerência da crise envolvendo a gripe suína e em sua estratégia para lidar com a primeira pandemia de influenza em 40 anos. Ontem, o Brasil deu o tom nos debates e sugeriu que a entidade redefina critérios para estabelecer a severidade de futuras pandemias e o impacto das medidas adotadas pelos países para lidar com surtos.
A proposta foi apresentada no primeiro dia de reuniões da entidade máxima de saúde em Genebra para começar a revisão da pandemia e gripe suína. Um ano após o primeiro surto, a OMS iniciou uma reavaliação completa do que seria uma pandemia e como deve reagir em futuros casos. 

A OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo
 
Criticada por supostamente ter sido influenciada por setor farmacêutico e por ter criado desnecessário pânico ao declarar a pandemia, a OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo.
A diretora da entidade, Margaret Chan, afirmou que o processo de revisão será real. “Queremos saber o que ocorreu de errado e por que”, disse. Ela prometeu uma reavaliação “independente e transparente” das ações da OMS, alertando de que essa não será a última pandemia que o mundo terá de enfrentar. As informações são do Jornal da Tarde.
AE Fonte: Último Segundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/oms-admite-falha-na-gerencia-da-crise-em-relacao-a-gripe-suina/n1237591119871.html

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/oms-admite-falha-gerencia-crise-relacao-gripe-suina-997334.shtml
http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6¬icia=16740


ALGUNS VÍDEOS
https://www.youtube.com/user/gripeArtificial/search?query=JANE+

The Truth About the Zika Virus: Jon Rappoport on The Corbett Report 
 https://youtu.be/InLzBJvYfhs
https://youtu.be/NFhsVs3IwjA

ZIKA VÍRUS E GRIPE SUÍNA 
Esse pânico com mosquitos, a "preocupação" repentina da Dilma com saúde, as absurdas soluções encontradas estão com todo jeito de falcatrua, armadilha. Isso já aconteceu com a gripe H1N1 

A Farsa Exposta Oficialmente  
https://youtu.be/1pIj_mXn8rM 





RECUPERADO:

23-05-2010 Europeus querem investigar "alerta falso" de pandemia da gripe suína 

Esta notícia foi publicada na versão em português do jornal alemão Deutsche Welle algumas semanas atrás. Apenas agora encontrei um draft do post. Como contém algumas informações novas e que até hoje não foram publicadas, estou postando agora.

Deputados das maiores bancadas do Parlamento Europeu exigem a instauração de uma comissão de inquérito para investigar tratamento dado à gripe suína. Governo alemão admite subsídio milionário à indústria farmacêutica.

O alerta de uma possível pandemia levou diversos Estados-membros da União Europeia (UE) a gastar "uma enorme quantidade de dinheiro" com a vacinação em massa, alegou a francesa Michèle Rivasi, deputada dos verdes europeus. Além disso, muitos seres humanos teriam sido usados como "cobaias" de vacinas que não foram testadas suficientemente, acrescentou.

Diversos deputados europeus propõem agora a instalação de uma comissão de inquérito, para investigar se conflitos de interesse podem ter levado ao alerta de risco de pandemia. Nesse contexto, deverão ser esclarecidas possíveis ligações entre especialistas da UE e a indústria farmacêutica.

Críticas à OMS

Até agora, 14 deputados apoiaram a criação da comissão de inquérito, entre eles democrata-cristãos, social-democratas, liberais, esquerdistas e verdes. Nas próximas duas semanas, eles pretendem reunir as 183 assinaturas necessárias. Em seguida, a sugestão deverá ser apreciada pelos líderes das bancadas.

No Parlamento Europeu, especialistas e membros da assembleia parlamentar teceram, no final de janeiro, duras críticas à Organização Mundial da Saúde (OMS). Eles acusam o órgão de ter se precipitado ao declarar a gripe suína como pandemia.

Doses excedentes

Além dos lucros, fabricantes de vacinas receberam subvenções 


Os estados alemães haviam encomendado, em princípio, 50 milhões de doses da vacina. Em janeiro, eles entraram em acordo com a companhia farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK) com vista a uma redução da remessa para 34 milhões de doses. Como esse número ainda é maior do que o necessário, a Alemanha tenta agora vender o excedente a outros países.

Na França, foram encomendadas 80 milhões de doses, das quais somente uma pequena parte foi utilizada. Paris também procura compradores para as doses excedentes.

Subvenções para indústria farmacêutica

Respondendo a uma solicitação do Partido Verde alemão, o Parlamento em Berlim divulgou nesta terça-feira (09/03) que os fabricantes de vacinas contra gripe suína receberam subsídios milionários do governo alemão: para desenvolver e preparar vacinas contra uma pandemia de gripe, as empresas GlaxoSmithKline e Novartis receberam subvenções da ordem de 20 milhões de euros.

Segundo o governo alemão, a decisão dos subsídios foi tomada "no contexto das negociações contratuais". Quanto à pergunta por que não houve licitação pública na distribuição das subvenções, o governo em Berlim explicou que a aprovação de subsídios federais não está sujeita à lei de licitações na Alemanha.

O governo alemão informou que as subvenções foram precedidas de um processo de demonstração de interesse, no qual estavam incluídos os oito principais fabricantes de vacinas europeus. O governo em Berlim disse não ver motivo para objeções aos contratos fechados com GlaxoSmithKline e Novartis.

Principalmente devido à venda da vacina Relenza contra a gripe suína, GlaxoSmithKline, a segunda maior empresa farmacêutica do mundo, aumentou seu lucro em 20%, para mais de 6 bilhões de euros no ano passado.

CA/afp/apn

Revisão: Roselaine Wandscheer
https://web.archive.org/web/20170629155010/http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/europeus-querem-investigar-alerta-falso.html


06 de junho de 2010 
Gripe A: novas acusações contra OMS “A pandemia de gripe A nunca existiu”. 
Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”. A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o “desperdício de fundos públicos na compra de vacinas” e as “ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos”. Um relatório publicado também ontem pelo British Medical Journal revela que as recomendações da OMS teriam sido redigidas por peritos, contratados como consultores por vários laboratórios farmacêuticos. A OMS enfrenta assim uma nova vaga de críticas, um dia depois de ter decidido prolongar até Julho o nível máximo de alerta de pandemia, em vigor desde Julho de 2009. https://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms

BBC: Especialistas em Gripe Suína da OMS Trabalhavam para a Indústria Farmacêuticas
4 de junho de 2010
Os principais cientistas por trás dos conselhos da OMS sobre estocar de medicamentos contra a gripe H1N1 tinham vínculos financeiros com empresas fabricantes de tais medicamentos, concluiu uma investigação.

O BMJ - Jornal Britânico de Medicina - diz que os cientistas tinham declarado abertamente esses interesses em outras publicações e ainda assim a OMS não fez qualquer menção sobre estas ligações.

Esta notícia vem ao mesmo tempo que um relatório do Conselho da Europa criticando a falta de transparência em torno do tratamento da pandemia da gripe suína.

Um porta-voz da OMS disse que a indústria farmacêutica não influencia as suas decisões sobre a gripe suína.

Orientações recomendando governos sobre o estoque de medicamentos anti-virais foram emitidas pela OMS em 2004.

Esta recomendação levou muitos países ao redor do mundo a comprar grandes estoques de Tamiflu, fabricado pela Roche, e o Relenza, fabricado pela GlaxoSmithKline.

Um ano após a pandemia de gripe suína ter sido declarada, os estoques estão sem utilização nos armazéns e os governos estão a tentando cancelar os contratos.

Conflito de interesses

O BMJ - British Medical Journal (Jornal Britânico de Medicina), em uma investigação conjunta com o Departamento de Jornalismo Investigativo, constatou que três cientistas envolvidos em desenvolver as orientações de 2004 haviam sido pagos pela Roche e pela GSK para ministrar palestras e trabalhos de consultoria, além de estar envolvidos em pesquisas para estas mesmas empresas.

Embora os cientistas envolvidos haviam declararado livremente as ligações em outros lugares e disseram que a OMS solicitou informações sobre conflitos de formas de interesse em formulário antes das reuniões dos peritos, as relações não foram publicamente declaradas pela OMS.

 Não está claro se esses conflitos de interesse foram notificados de forma privada pela OMS aos governos ao redor do mundo, o BMJ disse, e este teve recusado um pedido para averiguar as declarações de conflito de interesse.

Além disso, a lista de membros do "comitê de emergência", que aconselhou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na declaração da pandemia de gripe H1N1 foi mantida em segredo.

Isso significa que os nomes dos 16 membros da comissão são conhecidos apenas por pessoas de dentro da OMS e assim também os seus eventuais conflitos de interesses com as empresas farmacêuticas são desconhecidas.

Em seu site, a OMS informa que: "Potenciais conflitos de interesse são inerentes a qualquer relação entre uma agência de desenvolvimento normativo e de saúde, como a OMS, e uma indústria com fins lucrativos. "
"Considerações similares são aplicáveis quando os especialistas que aconselham a OMS tem ligações profissionais com as empresas farmacêuticas. "
"Inúmeras são as garantias para gerir eventuais conflitos de interesses ou a sua percepção."

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Opinião do blog:
Estes conflitos de interesses nao sao novidades para aqueles que não tem sido alienados pela imprensa corporativa. Temos divulgado neste blog desde meses atrás as acusacoes do Conselho da Europa contra a OMS. De qualquer forma, é bem-vinda esta informação pela mídia corporativa, apesar do tom apologista.
Uma pena que esta investigação tenha sido concluída apenas ao fim da campanha de vacinação no Brasil. Não que pense que isto alteraria as políticas insensatas do Ministério da Saúde, que obedece cegamente a quaisquer orientações da OMS. Observando-se o que aconteceu com a Polônia, que foi o único país a desobedecer as orientações para a compra de vacinas, não é de se impressionar que nossos dirigentes agiram como cabritinhos mansos, ainda mais se pudessem tirar o seu durante este crime contra os brasileiros que foi esta vacinação em massa.
Fontes:
BBC: WHO swine flu experts 'linked' with drug companies
British Medical Journal: Conflicts of Interest
- WHO and the pandemic flu "conspiracies"

AlJazeera: Report: WHO overstated H1N1 threat  


https://web.archive.org/web/20170613173617/http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html  



4 de junho de 2010


Especialistas em gripe suína da OMS 'ligados' a empresas farmacêuticas

Cientistas-chave por trás dos conselhos da Organização Mundial da Saúde sobre estocagem de medicamentos contra a pandemia de gripe tinham laços financeiros com empresas com fins lucrativos, segundo uma investigação.

O British Medical Journal diz que os cientistas declararam abertamente esses interesses em outras publicações, mas a OMS não fez nenhuma menção aos links.

É um relatório do Conselho da Europa que critica a falta de transparência em relação ao tratamento da pandemia da gripe suína.

Um porta-voz da OMS disse que a indústria farmacêutica não influenciou suas decisões sobre a gripe suína.

As diretrizes que recomendam que os governos armazenem medicamentos antivirais foram publicadas pela OMS em 2004.

O conselho levou muitos países ao redor do mundo a comprar grandes estoques de Tamiflu, fabricado pela Roche, e Relenza fabricado pela GlaxoSmithKline.

Um ano após a declaração da pandemia da gripe suína, os estoques não são utilizados nos armazéns e os governos estão tentando cancelar os contratos. Conflito de interesses

O BMJ, em uma investigação conjunta com o Bureau of Investigative Journalism, descobriu que três cientistas envolvidos na elaboração das diretrizes de 2004 haviam sido pagos anteriormente pela Roche ou GSK pelo trabalho de palestras e consultoria, além de estarem envolvidos em pesquisas para as empresas.

Embora os cientistas envolvidos tenham declarado livremente os links em outros lugares e tenham dito que a OMS solicitou formulários de conflitos de interesses antes das reuniões de especialistas, os laços não foram declarados publicamente pela OMS.

Não está claro se esses conflitos foram notificados em particular pela OMS aos governos de todo o mundo, disse o BMJ, e um pedido para ver declarações de conflito de interesses foi recusado.

Além disso, os membros do "comitê de emergência", que aconselhou a diretora geral da OMS, Margaret Chan, a declarar uma pandemia de gripe foram mantidos em segredo. Isso significa que os nomes dos 16 membros do comitê são conhecidos apenas por pessoas da OMS e, portanto, seus possíveis conflitos de interesse com as empresas farmacêuticas são desconhecidos.

Em seu site, a OMS diz: "Conflitos de interesse em potencial são inerentes a qualquer relacionamento entre uma agência normativa e de desenvolvimento da saúde, como a OMS, e um setor com fins lucrativos.

"Considerações semelhantes se aplicam quando especialistas que aconselham a Organização têm vínculos profissionais com empresas farmacêuticas.

"Existem inúmeras salvaguardas para gerenciar possíveis conflitos de interesse ou sua percepção".

https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=https://www.bbc.co.uk/news/10235558&prev=search


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'Ajustando' a definição de pandemia

De fato, a grande maioria dos especialistas em epidemias associa automaticamente o termo "pandemia" a vírus verdadeiramente agressivos. No site da OMS, a resposta para a pergunta "O que é uma pandemia?" incluiu menção a "um número enorme de mortes e casos da doença" - até 4 de maio de 2009. Foi quando um repórter da CNN apontou a discrepância entre essa descrição e o curso geralmente moderado da gripe suína. O idioma foi removido imediatamente.
Aparentemente, os especialistas alemães em doenças infecciosas também não entenderam a definição oficial da OMS para a fase 6. Uma epidemia de gripe, de acordo com o plano nacional de pandemia da Alemanha - atualizado em 2007 - é "uma situação internacional duradoura que envolve perdas substanciais ... e causa danos tão duradouros". comprometer ou destruir os meios de subsistência de um grande número de pessoas".
A situação em 11 de junho de 2009 não correspondia a essas descrições. Os críticos já estavam perguntando ironicamente se a OMS tinha planos de declarar uma pandemia o último surto do resfriado comum. "Às vezes, alguns de nós pensam que a OMS representa a Organização Mundial de Histeria", diz Richard Schabas, ex-diretor médico da província de Ontário, no Canadá.

https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=https://www.spiegel.de/international/world/reconstruction-of-a-mass-hysteria-the-swine-flu-panic-of-2009-a-682613.html&prev=search



Mudando a definição de pandemia 
24. Vários membros da comunidade científica ficaram preocupados quando a OMS passou rapidamente para o nível 6 de pandemia, no momento em que a gripe apresentava sintomas relativamente leves. Isso combinado com a mudança na definição de níveis de pandemia pouco antes da declaração da pandemia de H1N1 aumentou as preocupações. Como destacou o Dr. Wolfgang Wodarg, epidemiologista alemão e ex-membro da Assembléia Parlamentar na audiência pública em 26 de janeiro de 2010, a declaração da pandemia atual só foi possível alterando a definição de pandemia e diminuindo o limiar da sua declaração. 

25. A OMS continua afirmando que a definição básica de uma pandemia nunca foi alterada. Somente a descrição dos níveis de alerta para pandemia foi revisada quando o documento “Preparação e resposta para a pandemia de influenza: um documento de orientação da OMS” (novo título) foi atualizado em maio de 2009. Não obstante essas afirmações, há evidências claras de que foram feitas alterações e, mais importante, ressaltar que o critério anterior de 'impacto e gravidade' de uma epidemia em termos de número de infecções e mortes não era mais considerado relevante no documento atualizado. Em outras palavras, a pandemia poderia ser declarada sem a necessidade de mostrar que era provável que fosse grave em termos de seu impacto na população (por exemplo, com relação à gravidade da doença e da morte). A definição anterior a 4 de maio de 2009 tinha a seguinte redação: “Uma pandemia de gripe ocorre quando um novo vírus da gripe aparece contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando em epidemias em todo o mundo com um grande número de mortes e doenças. Com o aumento do transporte global, bem como as condições de urbanização e superlotação, é provável que as epidemias devido ao novo vírus da influenza se instalem rapidamente em todo o mundo ”, enquanto a mesma definição se tornou a seguinte no site da OMS após esta data:“ Uma epidemia de doença ocorre quando há mais casos dessa doença do que o normal. Uma pandemia é uma epidemia mundial de uma doença. Uma pandemia de gripe pode ocorrer quando um novo vírus da gripe aparecer contra o qual a população humana não tem imunidade ... As pandemias podem ser leves ou graves na doença e na morte que causam, e a severidade de uma pandemia pode mudar ao longo do processo. essa pandemia ”.

26. Logo depois, a porta-voz da OMS Nathalie Boudou justificou a mudança dizendo que a definição “antiga” estava em “erro” e havia sido removida do site da OMS. Ela afirmou que a definição correta era que uma "pandemia indicava surtos em pelo menos duas das regiões nas quais a OMS divide o mundo, mas não tem nada a ver com a gravidade das doenças ou o número de mortes ”.22 Essas definições e comentários subsequentes apresentados em um momento em que a pandemia era iminente eram confusos para os profissionais de saúde pública envolvidos e para os observadores atentos do público europeu em geral.
 http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100604_H1N1pandemic_E.pdf

CORONAVÍRUS
O chefe da Organização Mundial da Saúde é uma marionete da China (em outras palavras: um agente do Partido Comunista Chinês). Desde o início, a OMS atuou para esconder a responsabilidade chinesa pelo vírus, promover a pandemia no Ocidente e, por fim, induzir os países a adotar a estratégia desastrosa da quarentena horizontal, movidos pelo pânico. Para vocês terem uma ideia, o sujeito nem sequer é médico, nem remotamente da área médica, não sabe distinguir um vírus de uma bactéria. É simplesmente um burocrata etíope (país 100% comandado pela China) que foi colocado no posto pelo PCC e pela Rússia. Agora parece que é tarde demais, a quebra da economia ocidental é inevitável e os CHINESES JÁ ESTÃO COMPRANDO TUDO a preço de banana.
https://www.facebook.com/rubens.enderle/posts/3233744953374416

Sobre a Influenza H1N1 Gripe Suina swineflu pandemia legendado pt br.wmv



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

DEPOIS QUE INTERNAUTAS DESMASCARARAM A FARSA DA GRIPE SUÍNA H1N1, A OMS TENTOU CONTROLAR A INTERNET EM 2010, ATRAVÉS DE UM IMPOSTO - A FRAUDE DE AQUECIMENTISTAS VAZA NA INTERNET

Discurso de Christopher Monckton em St. Paul, EUA https://youtu.be/CLii46JNWnI 

LORD CHRISTOPHER MONCKTON - "Eu li esse tratado. E o que ele diz é que um governo mundial será criado. A palavra "governo" na verdade aparece como o primeiro de três objetivos da nova entidade. " (...) "Quantos de vós acreditam que a palavra "eleição" ou "democracia" ou "voto" ou "votação" aparece pelo menos uma vez nas 200 páginas do tratado? É isso mesmo: elas não aparecem nenhuma vez. Então finalmente os comunistas, que saíram correndo do muro de Berlim para dentro do movimento ambientalista, que tomaram o Greenpeace de maneira que meus amigos que o fundaram tiveram de deixá-lo um ano depois, pois [os comunistas] o tomaram - agora a hora da apoteose está próxima. Eles estão prestes a impor ao mundo um governo global comunista. Vós [americanos] tendes um presidente que tem fortes simpatias com esse ponto de vista. Ele vai assinar o tratado. (...) Então, obrigado, América! Tu foste o farol da liberdade para o mundo. É já um privilégio apenas pisar neste solo de liberdade enquanto ele ainda é livre. Mas nas próximas semanas, a menos que o impeçais, vosso presidente vai abrir mão de vossa liberdade, de vossa democracia, de vossa humanidade para sempre. E nem vós, nem qualquer governo futuro que elejais terá a menor condição de tomá-los de volta. É tão sério assim. Eu li o tratado. Eu vi esse negócio do governo [mundial] e da dívida climática e da aplicação [do tratado]. Eles vão fazer isso convosco, quer gostais, quer não." 

MAIS EM https://youtu.be/QXeH1D3UJJc

TEXTO COMPLETO: Obama Pronto a Ceder a Soberania dos EUA, afirma Lorde Britânico http://www.midiasemmascara.com.br/internacional/estados-unidos/9640-obama-pronto-a-ceder-a-soberania-dos-eua-afirma-lorde-britanico.html

https://www.facebook.com/LordMonckton/ http://migre.me/t1AK5 

https://caiofabio.net/obama-pronto-a-ceder-a-soberania-dos-states--midia-sem-mascara

Um mês depois desse discurso, hackers invadiram os arquivos de e-mails de cientistas e arquitetos dessa FARSA GLOBAL e a expuseram ao mundo. Pesquisem Climagate ou Climategate 

O vídeo FALSO AQUECIMENTO GLOBAL, FALSA PANDEMIA H1N1 E O GOVERNO MUNDIAL foi deletado com o canal



Em 2010, depois de muita luta e pressão pela Internet e fora dela, a OMS e sua pandemia fake de gripe suína foram desmascaradas. E enquanto ainda pediam desculpas para o mundo, sugeriam um novo imposto para controlar a Internet! Lembro que o Ministério da Saúde de Lula deixava advertências, nos comentários, contra nossos posts! O post a seguir é tirado desse passado que talvez tenhamos que reviver com a Zika e outras epidemias a ser criadas.  "Aqueles que não podem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo"

"A pandemia de Gripe A nunca existiu"
(Jornal Euronews, 5 de junho de 2010)
https://youtu.be/k41BSGXm2c4

Gripe A: novas acusações contra OMS
http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms/

“A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”. A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o “desperdício de fundos públicos na compra de vacinas” e as “ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos”. Um relatório publicado também ontem pelo British Medical Journal revela que as recomendações da OMS teriam sido redigidas por peritos, contratados como consultores por vários laboratórios farmacêuticos. A OMS enfrenta assim uma nova vaga de críticas, um dia depois de ter decidido prolongar até Julho o nível máximo de alerta de pandemia, em vigor desde Julho de 2009. Em um ano, a gripe A provocou mais de 18 mil mortos, um número distante das previsões iniciais, quando a gripe sazonal provoca anualmente mais de 500 mil mortes. 

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OS DONOS DO MUNDO - Cristina Martín Jiménez

No capítulo 10 a autora alerta que uma fórmula usual de dominação da população é justamente a tática das pandemias: "Os meios de comunicação levaram pânico a todos os cantos do planeta. Começou na primavera de 2009, num ano em que ninguém esperava que fosse acontecer. Rapidamente, sem aviso prévio, a OMS, órgão pertencente à ONU, ousou afirmar que no mínimo 150 milhões de pessoas morreriam vítimas da gripe, quatro vezes mais mortes do que as causadas pela gripe de 1918. O governo do Reino Unido chegou a aventar a possibilidade de disponibilizar valas comuns e falou em 60 mil mortos, os políticos ingleses mais alarmistas alertavam para 700 mil casos, mas não passaram de 60. Na Espanha a gripe ceifou a vida de 275 pessoas." https://youtu.be/uCHP0N660yY?t=355

https://livrariavistapatria.com.br/os-donos-do-mundo

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2009 - TERESA FORCADES FALA SOBRE A SUSPEITA GRIPE SUINA H1N1 E VACINAS - ZIKA 
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/02/2009-teresa-forcades-fala-sobre.html

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Sobre o coronavirus - 40:32 min
https://youtu.be/nDQT2XrG9to?t=2432

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DANIEL LOPEZ - EPIDEMIA - Em simulação, Brasil seria o início de tudo
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/daniel-lopez-em-simulacao-brasil-seria.html
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DANIEL LOPEZ - O alerta de Bill Gates sobre a China
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/daniel-lopez-o-alerta-de-bill-gates.html
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O pânico faz parte dessa gripe se ela for uma ARMAÇÃO comunoglobalista. Isto tem de ser considerado.

Num dos últimos "surtos" de dengue, não me lembro se no governo Dilma ou Temer, um pronto-socorro particular queria obrigar minha vizinha a assinar uma declaração de que ela tinha dengue, quando, na verdade, ela não tinha. Ela não tinha os sintomas, nenhum teste foi aplicado e nenhum argumento razoável foi dado. Ela se recusou.


 A ESQUERDA RECEBE DINHEIRO E A DIREITA RECEBE CENSURA!




CLIMAGATE - A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL PARA DERRUBAR AS SOBERANIAS - ÁUDIO DE OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/8jex2jLJc9M







O PAPELÃO DA OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o  "British Medical Journal"  está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo.
São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.
No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS. Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.
A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"
A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".
Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.
"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?
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OMS admite falha na gerência da crise relativa à gripe A
13/04/2010


A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu pela primeira vez que falhou na gerência da crise envolvendo a gripe suína e em sua estratégia para lidar com a primeira pandemia de influenza em 40 anos. Nesta segunda-feira (12), em Genebra, o Brasil deu o tom nos debates e sugeriu que a entidade redefina critérios para estabelecer a severidade de futuras pandemias e o impacto das medidas adotadas pelos países para lidar com surtos


A proposta foi apresentada no primeiro dia de reuniões da entidade máxima de saúde em Genebra para começar a revisão da pandemia e gripe suína. Um ano após o primeiro surto, a OMS iniciou uma reavaliação completa do que seria uma pandemia e como deve reagir em futuros casos. Criticada por supostamente ter sido influenciada pelo setor farmacêutico e por ter criado desnecessário pânico ao declarar a pandemia, a OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo. A diretora da entidade, Margaret Chan, garantiu que o processo de revisão será real. "Queremos saber o que ocorreu de errado e por quê", disse. A entidade iniciou um trabalho com um grupo de 29 especialistas de todo o mundo estude formas de revisar a forma de lidar com pandemias. O processo de revisão deverá levar um ano e poderá obrigar a OMS a adotar novos critérios para declarar uma pandemia. O próprio uso da palavra poderá ser modificado, assim como a relação com empresas como a GlaxoSmithKline e a Sanofi-Aventis, que lucraram milhões com a venda de remédios em 2009. Confira mais detalhes no Caderno Viva Bem da edição impressa de terça-feira (13).

http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/oms-admite-falha-gerencia-crise-relacao-gripe-suina-997334.shtml   http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=6¬icia=16740


ESCANDALO PANDEMIA GRIPE SUINA H1N1 NUNCA EXISTIU  
https://youtu.be/k41BSGXm2c4
Gripe A: novas acusações contra OMS - “A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”. 




http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms/
http://conspiratio.blogs.sapo.pt/191653.html http://conspiratio.blogs.sapo.pt/118103.html http://conspiratio.blogs.sapo.pt/133981.html http://conspiratio.blogs.sapo.pt/42581.html http://conspiratio.blogs.sapo.pt/31707.html http://conspiratio.blogs.sapo.pt/54484.html

http://cacadordemisterio.blogspot.com.br/2010/03/conspiracao-da-vacina-da-gripe-suina.html
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MINISTRA DA POLÔNIA RECUSA A VACINA - 18 04 2010
https://youtu.be/tK0huWwLkTQ
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 H1N1 Operação Pandemia (Dublado em Português)
https://youtu.be/ZVuPW6Zs-us
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 Jane Burgermeister, momento decisivo (subtitulado)
https://youtu.be/L7Ti_XUpMT4
Jane Burgermeister habla del accidente del avión polaco
Avião com Elite Polonesa abatido pelos Iluminati - Jane Burgermeister
https://youtu.be/YN7GhIIYE48
http://fimdostempos.net/aviao-elite-polonesa-abatido.html
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ORIGINAL Olavo de carvalho & Jane Burgermeister + A VACINA DA MORTE
https://youtu.be/H90AX3aKZpM
JANE BURGERMEISTER PROCESSOU A ONU por causa da conspiração da gripe suína. Outra a denunciar foi TERESA FORCADES. 
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Notícias reais sobre a gripe H1N1, a vacina e a toda corrupção envolvida na pandemia
http://blog.antinovaordemmundial.com/2010/06/noticias-reais-sobre-a-gripe-h1n1-a-vacina-e-a-toda-corrupcao-envolvida-na-pandemia/
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H1N1 - O MINISTRO DA SAÚDE MENTIU SOBRE A VACINA
 https://youtu.be/3uKh2C4aBYA  

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OMS ACUSA NOVAS MÍDIAS DE ATRAPALHAREM COMUNICAÇÃO SOBRE GRIPE H1N1
13 de Abril de 2010
GENEBRA (AFP) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça-feira que as novas mídias, como o Twitter, blogs e e-mails, prejudicam a informação sobre a gripe H1N1.
"Houve informações, rumores, muita especulação e críticas em inúmeras mídias", afirmou, em Genebra, o conselheiro especial da OMS para as gripes, Keiji Fukuda, em relação às dificuldades encontradas na comunicação sobre a pandemia.
"A mídia tradicional transmitiu as informações das autoridades, assim como os debates, as dúvidas e as polêmicas em torno da nova gripe, assim como as novas mídias, como a internet, twitter, os blogs e os e-mails", afirmou.
"É muito difícil corrigir as ideias erradas uma vez elas circulem pela internet e redes sociais", declarou por sua parte um ex-chefe de doenças contagiosas da OMS, David Heymann.
No entanto, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira em um congresso de especialistas em doenças infecciosas em Viena, o Twitter poderá servir de sistema de alerta precoce em caso de epidemia.
Um comitê de especialistas iniciou na segunda-feira, em Genebra, um exame sobre a gestão internacional da gripe H1N1 que fez a OMS ser alvo de inúmeras críticas.
"Queremos saber o que funcionou bem. Queremos saber o que não funcionou e por que. Queremos saber o que poderia ser melhorado e como", explicou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, na abertura dos debates.
O comitê, formado por 29 especialistas de 28 países, é uma resposta da OMS às acusações segundo as quais a organização exagerou a ameaça da primeira pandemia do século XXI influenciada pelos laboratórios farmacêuticos o que levou seus 193 países membros a comprar muito mais vacinas que o necessário.
Os especialistas, que devem entregar seu primeiro informe provisório antes de maio, abordaam uma questão crucial: a dificuldade de avaliar a virulência de uma enfermidade contagiosa em termos de mortalidade e não apenas por sua expansão geográfica.
Em junho de 2009, dois meses depois de sua descoberta no México e Estados Unidos, a OMS declarou que este novo tipo de gripe era uma pandemia, baseando-se em sua rápida progressão.
O vírus H1N1 causou 17.700 mortos confirmados em laboratório em mais de 200 países e territórios, segundo a OMS, uma cifra muito inferior ao número de mortos causados por uma gripe tradicional.
http://veja.abril.com.br/agencias/afp/veja-afp/detail/2010-04-13-997506.shtml
***
OMS QUER CONTROLAR INTERNET DEPOIS DA VITÓRIA DOS INTERNAUTAS NA QUESTÃO DA VACINA H1N1

Reuni aqui alguns artigos tirados da grande mídia para que o internauta tenha uma noção da repercussão da sua cyberação, enfocando como exemplo a questão da vacina imposta ao mundo pela OMS (um dos braços da nova ordem mundial). Depois do texto mais recente sobre a pretendida tentativa de taxar as atividades online em favor da $aúde, postei outros que revelam que pouco antes dessa decisão, a OMS demonstrava estar um tanto perturbada com a ação massiva dos internautas que acabou redundando numa confissão de erro por parte da organização, coisa que precisa ainda de muita investigação. Mais abaixo, outro artigo nos informa que finalmente OMS admite seu erro; e por fim, um último artigo tratando do poder político das redes, Facebook, twitter etc. Portanto, meus caros, não subestimem seu poder e o poder da Internet. "Somos muitos e 'eles' são poucos"... A seguir: Como se a OMS já não estivesse fazendo estrago suficiente... Desta vez, a OMS - Organização Mundial contra a Saúde está considerando um plano para pedir aos governos que imponham impostos globais aos consumidores tais como imposto sobre atividade na internet ou imposto sobre transações financeiras (como exemplo, usam o CPMF do Brasil). No relatório entitulado "Saúde pública, inovação e propriedade intelectual: Relatório do Grupo de Trabalho de Peritos sobre financiamento de pesquisa e desenvolvimento da Estratégia Global sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual", é discutido um esquema de financiamento que poderia levantar "dezenas de bilhões de dólares" para a unidade de saúde pública das Nações Unidas, a partir de uma ampla base de consumidores, que passariam a ser usados para transferir pesquisas de drogas, desenvolvimento e capacidade de manufatura, entre outras coisas, ao mundo em desenvolvimento.


Para mim, cheira mais a uma forma de controlar e dificultar o acesso à internet e encher os bolsos desta máfia.
(...)
Mas as idéias de tributação são as que chamam mais atenção. O painel de peritos cita vários exemplos possíveis. Entre eles:

- Um imposto de 10% no mercado do comércio de armas, o que resultaria em 5 bilhões de dólares por ano
- Imposto digital ou "Imposto do bit": o tráfego na internet é imenso e irá provavelmente aumentar rapidamente. Esta taxa traria bilhões de dólares de uma ampla base de usuários.
- Taxa sobre transações financeira, CPMF - Contribuição Provisória Sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira: um imposto sobre transações bancárias, fixado em 0,38% e cobrado sobre pagamento de contas on-line e saques, que levantava uma estimativa de 20 bilhões de dólares por ano.
O painel conclui que "os impostos vão proporcionar uma maior segurança ao invés de contribuições voluntárias," e o relatório insiste para que o conselho executivo da OMS promova todas as alternativas, e ainda outras mais, para apoiar a criação de coordenação de inovações e pesquisas de saúde globais e um mecanismo de financiamento para a revolução esperada na pesquisa médica, desenvolvimento e distribuição.
O grupo de peritos chamado "Expert Working Group on R&D financing" conta com o brasileiro José Carvalho de Noronha que é atualmente funcionário da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), um dos principais centros de pesquisas de vacinas no Brasil.

Fox news: U.N.'s World Health Organization Eyeing Global Tax on Banking, Internet Activity

Relatório Executivo: Public health, innovation and intellectual property: Report of the Expert Working Group on Research and Development Financing
http://www.foxnews.com/world/2010/01/15/uns-world-health-organization-eyeing-global-tax-banking-internet-activity/
*
Dos comentários:
Porque a imprensa brasileira continua a ignorar estes novos acontecimentos que poe por terra a credibilidade da OMS em declarar esta falsa pandemia?
Euronews: [VIDEO] Conselho da Europa: “A pandemia de gripe A nunca existiu”.

http://pt.euronews.net/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms
 
“A pandemia de gripe A nunca existiu”. Esta é a conclusão do relatório aprovado ontem pela assembleia parlamentar do Conselho da Europa, que acusa a Organização Mundial de Saúde (OMS) de ter “sobrestimado o vírus H1N1”.
A investigação, chefiada pelo deputado britânico Paul Flynn, denuncia o "desperdício de fundos públicos na compra de vacinas" e as "ligações entre os peritos da OMS e os laboratórios farmacêuticos".
BBC: Especialistas em gripe suína da OMS trabalhavam para a indústria farmacêuticas
http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/10235558.stm
Traducao:
http://www.anovaordemmundial.com/2010/06/bbc-especialistas-em-gripe-suina-da-oms.html

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Os principais cientistas por trás dos conselhos da OMS sobre estocar de medicamentos contra a gripe H1N1 tinham vínculos financeiros com empresas fabricantes de tais medicamentos, concluiu uma investigação.
O BMJ - Jornal Britânico de Medicina - diz que os cientistas tinham declarado abertamente esses interesses em outras publicações e ainda assim a OMS não fez qualquer menção sobre estas ligações.

 http://conspiratio.blogs.sapo.pt/191653.html
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PACE Health Committee denounces ‘unjustified scare’ of Swine Flu, waste of public Money
https://wcd.coe.int/ViewDoc.jsp?Ref=PR455%282010%29&Language=lanEnglish&Ver=original&Site=DC&BackColorInternet=F5CA75&BackColorIntranet=F5CA75&BackColorLogged=A9BACE
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 Gripe A, ¿un fraude masivo?Adolfo D. Lozano-
http://www.libertaddigital.com/opinion/adolfo-d-lozano/gripe-a-un-fraude-masivo-56365/
*
OMS QUE LIMPAR SUA IMAGEM...
http://www.elmundo.es/elmundosalud/2010/08/11/noticias/1281551393.html 
*
PANDEMIA É FRAUDE - CONCLUSÃO DO CONSELHO EUROPEU
http://despertandoaovelha.blogspot.com.br/2010/08/farsa-da-vacina-h1n1.html
The handling of the H1N1 pandemic: more transparency   needed       http://assembly.coe.int/CommitteeDocs/2010/20100604_H1N1pandemic_e.pdf
*
VÍDEOS
https://www.youtube.com/user/gripeArtificial/videos
MAIS
https://www.google.com.br/search?q=Keiji+Fukuda+OMS&biw=819&bih=482&source=lnt&tbs=cdr%3A1%2Ccd_min%3A01%2F04%2F2010%2Ccd_max%3A31%2F07%2F2010&tbm=#tbs=cdr:1%2Ccd_min:01%2F04%2F2010%2Ccd_max:31%2F07%2F2010&q=GRIPE+OMS+FARMACEUTICAS


2009 - TERESA FORCADES FALA SOBRE A SUSPEITA GRIPE SUINA H1N1 E VACINAS - ALGO A VER COM O CASO ZIKA? 
23-05-2010 Europeus querem investigar "alerta falso" de pandemia da gripe suína 
https://web.archive.org/web/20170629155010/http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/europeus-querem-investigar-alerta-falso.html
 
10.03.2010 Europeus querem investigar "alerta falso" de pandemia da gripe suínaDeputados das maiores bancadas do Parlamento Europeu exigem a instauração de uma comissão de inquérito para investigar tratamento dado à gripe suína. Governo alemão admite subsídio milionário à indústria farmacêutica.
http://www.dw.com/dw/article/0,,5337745,00.html

  
"A pandemia de Gripe A nunca existiu"
(Jornal Euronews, 5 de junho de 2010)

https://youtu.be/1pIj_mXn8rM 
http://pt.euronews.com/2010/06/05/gripe-a-novas-acusaces-contra-oms

 




zika vírus e a postura do CFM - A POLÍTICA COMO ELA É
https://youtu.be/NNkSNJskwSk
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ZIKA: EL NUEVO FRAUDE
https://detenganlavacuna.wordpress.com/ 
*
A peste
https://youtu.be/OGDVki2CAqI
*
ZIKA VÍRUS É ROCKEFELLER!

https://youtu.be/AEgx_eeCvd4
*
Zika é um vírus de laboratório, desenvolvido em 1947, pela Rockefeller Foundation.
https://www.facebook.com/cctonelli/videos/1062027140486246/?permPage=1
*
Zika e o lobby para ampliar a legalização do aborto
http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/16327-2016-02-02-22-48-13.html
*
O REGIME PETISTA E O CARNAVAL DOS MICROCÉFALOS
http://ataqueaberto.blogspot.com.br/2016/02/carnaval-dos-microcefalos.html?spref=fb
*
VÁRIOS EM INGLÊS
https://www.youtube.com/user/corbettreport/videos
*
PETIÇÃO - OMS: NÃO INSTRUMENTALIZE O ZIKA VÍRUS PARA PROMOVER O ABORTO
http://www.citizengo.org/pt-pt/lf/node:nid%5D-oms-nao-instrumentalize-o-zika-virus-para-promover-o-aborto




CLIMAGATE A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL




Para quem é proficiente em inglês, vale a pena ler o texto do jornalista do Telegraph, que transcreve as mensagens que denotam (1) manipulação de evidências, (2) dúvidas sobre se o mundo está realmente ficando mais quente, (3) supressão de evidências, (4) fantasias de violência contra os céticos, (5) tentativas de ocultar a verdade inconveniente sobre o aquecimento havido durante a era medieval, e, talvez a mais séria de todas, (6) como criar um clima científico no qual todo aquele que demonstrasse dúvidas sobre o aquecimento global fosse visto como um maluco indigno de atenção.
Por que isso é importante?  Porque o ambientalismo é a última e mais poderosa cartada dos anticapitalistas. 

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=529
 *
Climagate: O pior escândalo científico da nossa era
http://resistir.info/climatologia/climategate_28nov09.html
*
A mãe de todas as fraudes - Olavo de Carvalho 
http://www.olavodecarvalho.org/semana/091203dc.html
*
O império mundial da burla - Olavo de Carvalho
http://www.olavodecarvalho.org/semana/091214dc.html
*
Desmontando a fraude do aquecimento
Bruno Pontes | 25 Novembro 2009
Enquanto os burocratas da ONU esfregam as mãos pensando no avanço da agenda socialista em Copenhague, um pacote revelador sobre a farsa do aquecimento global é tornado público pelas mãos de um hacker que, a meu ver, já faz parte da liga dos heróis anônimos da humanidade.
Ele entrou nos computadores da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, o maior centro de pesquisa sobre aquecimento global da Inglaterra, e coletou 61 megabites de documentos - planilhas, e-mails trocados por cientistas, PDFs, etc. - cuja autenticidade foi confirmada pelo diretor da unidade, Phillip Jones.
O que o hacker (ou, talvez, funcionário do laboratório) encontrou e jogou na internet é extremamente revelador. A máfia é grande. Atenção, fiéis da nova religião. Os documentos mostram:
Conspiração, conluio para exagerar dados sobre o aquecimento, destruição de informação embaraçosa, resistência organizada à revelação dos dados comprometedores, manipulação de dados e confissões em privado de erros em declarações públicas. 
https://web.archive.org/web/20160806185650/http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/10524-desmontando-a-fraude-do-aquecimento.html

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O AQUECIMENTO GLOBAL E OS E-MAILS SUSPEITOS
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-aquecimento-global-e-os-e-mails-suspeitos/

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Dias antes Christopher Monckton explica o Objetivo: um governo global 
https://web.archive.org/web/20170317203857/www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/9640-obama-pronto-a-ceder-a-soberania-dos-eua-afirma-lorde-britanico.html
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OS RUSSOS INVENTARAM A FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL 
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/04/os-russos-inventaram-farsa-do.html

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A GRANDE FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL
https://www.youtube.com/user/barox3/search?query=FARSA+
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 Climategate: the final nail in the coffin of 'Anthropogenic Global Warming'?
http://blogs.telegraph.co.uk/news/jamesdelingpole/100017393/climategate-the-final-nail-in-the-coffin-of-anthropogenic-global-warming/
 http://blogs.telegraph.co.uk/news/tag/climategate/
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30000 Ciêntistas pretendem processar Al Gore e IPCC por FRAUDE
https://youtu.be/JX3qbiLvssw
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19 11 2009

Breaking News Story: CRU has apparently been hacked – hundreds of files released 
http://wattsupwiththat.com/2009/11/19/breaking-news-story-hadley-cru-has-apparently-been-hacked-hundreds-of-files-released/

Reading the "ClimateGate" Emails
http://www.free-the-memes.net/writings/warming3/ClimateGate2.html

Desmontando a fraude do aquecimento
http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/10524-desmontando-a-fraude-do-aquecimento.html

LORDE MONCKTON X GREENPEACE
http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/10616-lorde-monckton-vs-greenpeace.html

Por que os russos inventaram a farsa do aquecimento global - Cliff Kincaid
http://midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/por-que-os-russos-inventaram-farsa-do-aquecimento-global/

MAIS

https://www.facebook.com/www.afarsadoaquecimentoglobal.com.br/

https://www.google.com.br/search?q=CLIMA+HACKERS+E-MAILS&biw=819&bih=482&source=lnt&tbs=cdr%3A1%2Ccd_min%3A19%2F11%2F2009%2Ccd_max%3A30%2F11%2F2009&tbm=



E FICA A PERGUNTA: 
DO QUE MAIS SERÃO CAPAZES?


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https://www.youtube.com/user/corbettreport/videos




O VERDE É O NOVO VERMELHO - JEFFREY NYQUIST
Vivemos numa época de falsificações. Há um mecanismo de desinformação por trás desta falsificação. Ele é muito poderoso, e esmaga seus inimigos. Alguém pode dizer, com propriedade, que este mecanismo é comunista (porque não possuímos outra palavra para isto). Antes de tratar do objeto em mãos, o leitor deveria primeiro considerar a mentira ultrajante que é a teoria do aquecimento global antropogênico. Quando nos é dito por líderes oficiais do governo que 97% dos cientistas acreditam no aquecimento global antropogênico, e descobrimos que isto não é verdade, é um caso claro de mentira organizada e coordenada. Quando dados científicos são falsificados, e carreiras científicas são ameaçadas, vemos a evidência de uma conspiração impiedosa que não vai parar por nada. Quando vemos que as temperaturas estão decaindo, e os invernos estão tornando-se mais frios ao invés de quentes, e vemos também que a propaganda dos gases estufa continua a intensificar-se, somos levados a concluir que estamos confrontando a atual encarnação da grande mentira. Adolf Hitler descreveu a grande mentira em Mein Kampf, no capítulo 10 (tradução para o inglês de James Murphy):
http://midiasemmascara.org/arquivos/2015-05-19-23-33-27/





A crescente censura e ocultação dos fatos estão lançando uma sombra protetora sobre atos governamentais criminosos como este: 
CIÊNCIA SECRETA "uma política de longa data que permitia que os reguladores ambientais confiassem em dados científicos secretos para elaborar regulações. Estas regulações custaram aos contribuintes e empresas norte-americanos o total de 344 bilhões de dólares durante os 8 anos da administração Obama, de acordo com dados do American Action Forum."
https://www.epochtimes.com.br/administracao-trump-deixara-usar-ciencia-secreta-elaborar-regulamentos-ambientais


 O "QI sociológico" do cidadão médio, sua capacidade para compreender o que se passa na sociedade em que vive, é em geral baixíssimo: a maioria não tem continuidade de atenção nem mesmo para seguir UMA linha de raciocínio, quanto mais duas (ou quatro ou seis, puta merda!) ao mesmo tempo. Isso é o maior trunfo da política globalista).
 

https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/896562607162481





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13/04/2010
OMS admite falha na gerência da crise em relação à gripe suína
A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu pela primeira vez que falhou na gerência da crise envolvendo a gripe suína e em sua estratégia para lidar com a primeira pandemia de influenza em 40 anos. Ontem, o Brasil deu o tom nos debates e sugeriu que a entidade redefina critérios para estabelecer a severidade de futuras pandemias e o impacto das medidas adotadas pelos países para lidar com surtos.

A proposta foi apresentada no primeiro dia de reuniões da entidade máxima de saúde em Genebra para começar a revisão da pandemia e gripe suína. Um ano após o primeiro surto, a OMS iniciou uma reavaliação completa do que seria uma pandemia e como deve reagir em futuros casos.

Criticada por supostamente ter sido influenciada por setor farmacêutico e por ter criado desnecessário pânico ao declarar a pandemia, a OMS tenta restabelecer sua credibilidade, em um processo que promete ser longo.

A diretora da entidade, Margaret Chan, afirmou que o processo de revisão será real. “Queremos saber o que ocorreu de errado e por que”, disse. Ela prometeu uma reavaliação “independente e transparente” das ações da OMS, alertando de que essa não será a última pandemia que o mundo terá de enfrentar. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte: Último Segundo - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/oms-admite-falha-na-gerencia-da-crise-em-relacao-a-gripe-suina/n1237591119871.html

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Sobre a Influenza H1N1 Gripe Suina swineflu pandemia legendado pt br.wmv