"John
Stuart Mill diz: Por que, afinal de contas, nós devemos defender o
direito ao erro? ... é pela defesa de um princípio. Um princípio que se
nós o assegurarmos e garantirmos faculta o florescimento da Verdade." (Fernando Schüler) Este princípio é o alvo oculto da censura.
*
Pavinatto diz que o fenômeno da mentira sempre existiu, mas que a internet o intensificou.
A Internet acelerou e multiplicou tudo,
inclusive a verdade. E é isto o que incomoda os mentirosos/censores, a
INTERNET ACELEROU A VERDADE, ou seja a triagem e o desmascaramento da
mentira. Esta é a causa REAL da censura.
*
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
A CENSURA sai da esfera democrática do
debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na
esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
TRAIDORES CAUSAM AS TRAGÉDIAS NAS GUERRAS DOS EUA CONTRA TOTALITÁRIOS
"Os EUA entraram na guerra do Vietnã para impedir que os vietcongues
tomassem o Vietnã do Sul e alastrassem seu domínio para o vizinho
Camboja. Se isso acontecesse, asseguravam então os “falcões” do
Pentágono, a ditadura comunista se imporia a toda a região por meio do
homicídio em massa, além de reduzir as populações locais à miséria e ao
trabalho escravo. Para impedir isso, diziam, os EUA tinham o dever de
permanecer no Vietnã. Nós, na esquerda, rejeitávamos in limine esse
argumento como propaganda imperialista e assegurávamos que os
vietcongues eram apenas patriotas em luta pela independência nacional.
Pois bem: quando os americanos saíram do Vietnã, os vietcongues
instalaram o reinado do terror no Vietnã do Sul, matando em poucos meses
um milhão de civis, e ajudaram a colocar no poder no Camboja o ditador
Pol-Pot, que ali matou mais dois milhões. Preço total da saída das
tropas norte-americanas: três milhões de vidas — dez vezes mais que o
total de vietcongues mortos no campo de batalha. Três vezes mais que o
total de vítimas de todas as ações bélicas dos EUA no mundo durante um
século inteiro. Sem contar os vietnamitas e cambojanos que foram
mandados para campos de concentração e escaparam vivos de torturas e
humilhações indescritíveis. Sem contar a supressão de todas as
liberdades civis. Sem contar a miséria geral e o recrutamento
obrigatório até de crianças para o trabalho escravo.
A quem coube a culpa por essa paz assassina? A nós, os meninos mimados
da geração Woodstock, que ajudamos a mídia esquerdista mundial a
desarmar os EUA, entregando civis inermes à sanha assassina de Ho Chi
Minh e Pol-Pot."
"Só de prisioneiros políticos, o regime de Satã Hussein matou 33 por
dia, sem parar, durante um quarto de século. Calculem o preço, em vidas
humanas, das sucessivas protelações da ONU. A paz matou muito mais que a
guerra, exatamente como no Vietnã. Se não lembram, posso refrescar sua
memória. Entre militares e civis, os combates tinham feito mais ou menos
800 mil vítimas, dos dois lados. Retiradas as tropas americanas, os
comunistas invadiram o Vietnã do Sul, tomaram o Camboja e, entre os dois
países, mataram três milhões de civis, enquanto em Nova York as
pombinhas da paz celebravam a humilhação americana.
Vejam a alegria nas ruas, as estátuas demolidas, as efusões de gratidão
às tropas anglo-americanas, e aprendam: não existe, em toda a fauna
planetária, bicho mais mortífero que a Pomba da Paz. Não por
coincidência, uma invenção de Stálin, com a colaboração de Picasso,
concebida para parasitar blasfematoriamente o símbolo cristão do
Espírito Santo."
Mais patife que Gore, só Bill Clinton. O fracasso dos serviços de
inteligência norte-americanos em prever o 11 de setembro teve uma só
causa: Clinton havia centralizado na Casa Branca o controle direto de
todos os órgãos de segurança e bloqueado propositadamente as
comunicações entre eles. A CIA, o FBI e outras agências estavam então
conduzindo investigações paralelas sobre as verbas ilegais de campanha
dadas ao candidato Clinton pelo exército da China e os subseqüentes
favores que, uma vez eleito, o gratíssimo presidente prestou aos
serviços de espionagem chineses. Sem intercâmbio de informações, os
investigadores não puderam, na época, juntar os fios da trama. Pior: a
assessora encarregada da operação-bloqueio, Jamie Gorelick, agora faz
parte da comissão parlamentar encarregada de “investigar” as falhas de
segurança que possibilitaram o atentado. Pior ainda: entre os favores
prestados pelo governo Clinton à China, estava a permissão dada a uma
subsidiária da General Electric (da qual Gorelick tinha sido advogada)
para vender ao exército chinês equipamentos que, segundo se revelou
depois, serviam para a fabricação de mísseis intercontinentais
direcionados ao território norte-americano.
Essa história não saiu nem jamais sairá na mídia nacional fora desta
coluna.
Aproveite para tomar conhecimento de duas outras notícias que, a bem da
campanha anti-Bush, seu compromisso profissional máximo, os jornalistas
brasileiros teimam em ocultar: já foi encontrada a prova cabal da
ligação entre Saddam Hussein e Al-Qaida (confira aqui) e comprovada para
além de qualquer dúvida razoável a presença de armas químicas no
arsenal iraquiano (veja aqui).
Dois estudos recentes de Roger Kimball, editor de “New Criterion” —
“Tenured Radicals: How Politics Has Corrupted Our Higher Education” e
“The Long March: How The Cultural Revolution of the 1960’s Changed
America” — mostram como a incansável guerra psicológica movida pelos
intelectuais ativistas contra a religião, a moral, a lógica e o
bom-senso produziram, na vida americana, resultados catastróficos
praticamente irreversíveis: a perda coletiva dos padrões mais
elementares de julgamento, a prematura decrepitude intelectual dos
estudantes, a disseminação endêmica das drogas, a criminalidade
desenfreada. Não por coincidência, os mesmos intelectuais que
conscientemente se esforçaram para criar esse estado de coisas (muitos
deles a serviço da KGB ou da espionagem chinesa, como hoje se sabe
graças à abertura dos Arquivos de Moscou) são os primeiros a tirar
redobrado proveito político de seus próprios atos, imputando os
resultados deles ao “sistema”, à “corrupção intrínseca do capitalismo”
etc. etc.
Desde as primeiras negociações para o tribunal, em 1997, a
burocracia da ONU fez de tudo para adiar o julgamento até à morte do
último acusado. Embora restem apenas septuagenários para ser julgados, a
abertura dos trabalhos é uma vitória do povo cambojano contra a
má-vontade internacional. Esta pode aliás ser explicada pelas seguintes
razões:
1. Logo depois que os soldados americanos saíram do
território vietnamita, o Vietnã do Norte invadiu o Vietnã do Sul e
forneceu a base de apoio para a tomada do vizinho Camboja pelas tropas
de Pol-Pot. A matança nos dois países somou três milhões de pessoas –
mais de três vezes o número das vítimas da guerra. O resultado havia
sido previsto repetidamente pelos “falcões” do Pentágono, que,
contrariando a gritaria pacifista, denunciavam a retirada das tropas
americanas como uma sentença de morte contra vietnamitas e cambojanos. A
paz mais assassina que a guerra foi obra direta dos ativistas de
esquerda dos anos 60 e 70, que até hoje tentam passar como benfeitores
da humanidade por isso.
2. O regime de Pol-Pot foi ostensivamente
apoiado por toda a elite esquerdista da Europa e dos EUA. Jean-Paul
Sartre escreveu louvores ao ditador e Noam Chomsky fez o diabo para
ocultar a realidade do genocídio.
3. O que está em jogo é
portanto a segurança psicológica da esquerda internacional, que não
suporta um novo confronto com a verdade e foge mais uma vez à
contemplação do seu próprio rosto hediondo.
O socialismo, já
disse e repito, matou mais gente do que todas as epidemias, terremotos e
furacões do século XX, somados a todas as ditaduras de direita, mesmo
se incluirmos nestas últimas o nazismo e o fascismo, o que é inexato. O
socialismo é o fenômeno mais cruel e absurdo de toda a história humana, e
nada, absolutamente nada pode justificar as tentativas de explicar sua
constante e obsessiva fome de cadáveres como uma sucessão de
coincidências fortuitas que em nada o comprometem moralmente.
* Quem lançou o ataque com gás sarin que matou umas mil e cem pessoas
na Síria? Foi Bashar al-Assad, parceiro dos russos, ou os jihadistas da
Irmandade Muçulmana que o governo Obama apoia? O secretário de Estado
americano John Kerry diz ter provas de que foi o primeiro, mas não
mostra nenhuma. Diz que não é preciso. Que a credibilidade dos Estados
Unidos já deve bastar para que todo mundo acredite na acusação sob
palavra.
Bem, pode ser que os Estados Unidos tenham alguma credibilidade, mas
John Kerry não tem nenhuma. Ele estreou no palco do mundo mentindo
contra seu próprio país para favorecer o inimigo.
Em 22 de abril de 1971, recém-chegado do Vietnã, ele testemunhou perante
o Comitê de Relações Públicas do Senado que soldados americanos haviam
“estuprado mulheres, cortado orelhas e cabeças, amarrado genitais
humanos com fios elétricos e ligado a corrente, amputado braços e
pernas, explodido corpos, atirado a esmo em civis e arrasado vilas de
uma maneira que lembrava Gengis Khan”.
Essa performance garantiu-lhe a primeira página nos principais jornais e
o horário nobre nos maiores canais de TV da América – nada mau como
motor de arranque para uma carreira política que culminaria numa
candidatura à presidência. Tal como agora não exibe as provas que diz
possuir, na época ele não citou nenhuma fonte ou documento que desse
respaldo às acusações. Talvez imaginasse que a credibilidade do
movimento anti-guerra, então de grande sucesso nas universidades, na
mídia e no show business, bastava como prova.
Aconteceu que, poucos meses atrás, o mais alto oficial da inteligência
soviética que já desertou para o Ocidente, o general romeno Ion Mihai
Pacepa, publicou um livro (Disinformation) em que conta várias operações
de desinformação anti-americana, montadas pela KGB, das quais havia
sido participante ou testemunha direta.
Uma delas consistiu precisamente em espalhar em todos os meios
esquerdistas da Europa e das Américas o rol de acusações, totalmente
inventado, que o depoimento de Kerry repetiu no Senado “quase palavra
por palavra” (sic).
Desinformação, stricto sensu, só existe quando a mentira comprometedora
não é ouvida da boca do inimigo, mas de alguém de confiança da vítima.
Estampadas no Pravda ou vociferadas pela Rádio Moscou, aquelas acusações
seriam apenas notícias falsas vindas de uma potência hostil. Repetidas
com ares de seriedade por um ex-tenente condecorado da Marinha americana
e reproduzidas no New York Times, no Washington Post e por toda parte
na mídia “respeitável”, tornavam-se desinformação de primeira ordem, uma
contribuição essencial à transmutação da vitória militar americana no
Vietnã em uma humilhante derrota política e diplomática.
https://olavodecarvalho.org/em-quem-acreditar/
*
O ATAQUE EM BENGHAZI, Líbia, foi muito comentado por
Olavo de Carvalho no True Outspeak. Eu mesma tinha postado trechos em
meu canal deletado pelo Youtube. O pessoal da embaixada pediu socorro
mas Hillary e o governo Obama ignoraram. Não encontrei nada do Olavo,
então vai da Wikipédia:
"O ataque terrorista em
Bengasi em 2012 ocorreu na noite de 11 de setembro de 2012, quando
militantes islâmicos atacaram o complexo diplomático estadunidense em
Bengasi, na Líbia, matando o embaixador J. Christopher Stevens e o
Oficial de Gestão de Informação do Serviço de Relações Exteriores dos
Estados Unidos Sean Smith."
"Na sequência do ataque,
oficiais do Departamento de Estado foram criticados por negar pedidos de
maior segurança no consulado antes do ataque. Em seu papel como a
secretária de Estado, Hillary Clinton, posteriormente, assumiu a
responsabilidade pelas falhas na segurança." https://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_terrorista_em_Bengasi_em_2012
*
SOBRE BENGHAZI/BENGASI
Mas
os parlamentares decidiram convocar o general para depor assim mesmo. O
que ele disse foi, em substância, que desde o primeiro momento
informara à Casa Branca que o ataque em Benghazi fora um ato terrorista
premeditado, e que alguém do governo convencera a embaixadora Susan Rice
a modificar a história, atribuindo tudo a um protesto popular
espontâneo contra um ridículo vídeo anti-islâmico amador divulgado pelo
Youtube. O testemunho do general foi tanto mais importante porque agora
se sabe que o embaixador assassinado, Chris Stevens, estava
distribuindo armas aos insurgentes sírios, entre os quais havia muitos
membros da Al-Qaeda e do Hamas que viriam a participar do ataque ao
escritório. Depois essas armas foram usadas para assassinar 28 civis
cristãos. O caso assume as dimensões de um crime de alta traição – que a
lei americana define como “dar ajuda e conforto ao inimigo” – seguido
de uma operação de acobertamento. https://olavodecarvalho.org/o-imperio-das-puras-coincidencias/
*
"Ninguém ignora que a escolha de Barack Hussein Obama como candidato do
Partido Democrata em lugar de Hillary Clinton, em 2008, foi uma
imposição, um diktat do Grupo Bilderberg. Também é preciso ter feito
juramento de cegueira para não enxergar que, durante seu primeiro
mandato, o ungido do globalismo fez tudo para desbancar o dólar e
debilitar a posição dos EUA no cenário internacional, estancou a
produção nacional de petróleo, gás e carvão, atrofiou o sistema
americano de defesa, pôs seu país de joelhos ante a China e a Rússia e,
tanto no Oriente Médio quanto em suas políticas de segurança interna,
deu mão forte aos arautos do Califado universal. Igual favorecimento à
expansão islâmica tem orientado a política da União Europeia e de vários
governos do Velho Mundo abençoados pela internacional fabiana."
"A política da elite fabiana não coincide em absolutamente nada com os
interesses geopolíticos da nação americana. A demolição do “Império
Americano” está no seu programa tanto quanto nos do bloco russo-chinês e
do Califado." https://olavodecarvalho.org/salvando-o-triunvirato-global/
*
OBAMA IMPOSTOR "Obama defendeu sua posição com a tenacidade feroz de
quem luta por algo mais que a mera sobrevivência política; de quem sabe
que, se perder o cargo, não terá mais o aparato presidencial para
defendê-lo contra a investigação de um passado que ele tem boas razões
para manter secreto. “Secreto” é modo de dizer. Ninguém nos EUA ignora
que a biografia oficial de Obama é um tecido de lendas, que seus
documentos são falsos, e que, pouco importando onde haja nascido, ele
subiu à presidência nas asas do maior blefe político de todos os tempos.
Como todo blefador, ele sabe que sua posição é frágil. Tão frágil que
até seus adversários se esquivam de desmascará-lo, porque sabem que
seria tremendamente fácil fazer isso e temem ser os portadores de um
escândalo mil vezes mais deprimente que o caso Watergate. “Quando está
fraco, finja que está forte”, recomendava Sun Tzu. Obama segue o
conselho à risca, elevando o tom de voz sempre que lê nos olhos da
platéia a suspeita latente que de um momento para outro pode explodir
numa tempestade de acusações irrespondíveis. Como todo psicopata, ele
busca transformar suas vítimas em cúmplices, explorando a natural
inibição de admitir uma decepção mais funda do que sentem que podem
suportar.A notícia saiu no Brasil com uma discrição que raia a
invisibilidade: vinte e sete anos depois da queda do regime comunista,
oito depois da morte de seu líder máximo Pol Pot, começou em Phnom Penh,
segunda-feira, o julgamento dos culpados pelo genocídio no Camboja, que
matou dois milhões de civis entre abril de 1975 e janeiro de 1979."
"Toda a atuação pública de Obama é uma rede de
diversionismos e camuflagens de enorme complexidade. Malgrado a ajuda da
mídia e a teimosia obstinada dos devotos, não é nada fácil para ele
manter de pé a imagem de bom menino que a sua própria conduta política
real desmente dia a dia, dobrando o déficit que prometeu reduzir pela
metade, subsidiando indústrias “verdes” inviáveis pertencentes a seus
contribuintes de campanha, alimentando generosamente o anti-americanismo
internacional, arrogando-se poderes ditatoriais por meio de “executive
orders” (o equivalente das nossas “medidas provisórias) e entregando à
morte, por um indesculpável vazamento de informações, os executores de
bin Laden, de cujo heroísmo continua tirando um proveito político
totalmente indecente. " https://olavodecarvalho.org/raiva-e-medo/
*
"Depoimentos e mais depoimentos, documentos e mais documentos comprovam
que o radicalismo muçulmano não brotou espontaneamente da sociedade
islâmica, da cultura islâmica, mas foi criado pelos serviços de
inteligência soviéticos e é ainda alimentado e monitorado por agentes
russos (leiam Ion Mihai Pacepa em
http://www.nationalreview.com/articles/218533/ russian-footprints/ion-mihai-pacepa e Claire Berlinski em
http://www.tabletmag.com/ jewish-news-and-politics/103576/the-cold-wars-arab-spring). Apesar
disso, o governo americano continua tratando Vladimir Putin como
parceiro confiabilíssimo, enquanto os intelectuais conservadores
produzem toneladas de retórica piedosamente cristã para lançar a culpa
do terrorismo em tradições corânicas de quatorze séculos, ajudando a
ação da KGB-FSB a recobrir-se da camuflagem islâmica que, precisamente,
estava nos seus planos desde o início." https://olavodecarvalho.org/burrice-americana/
"Por exemplo, a onda de pânico da mídia européia ante a “ameaça
neonazista” na Alemanha cessou quando, com a reunificação do país, os
documentos da Stasi vieram à tona, mostrando que os principais
movimentos neonazistas na Alemanha Ocidental e até alguns nas nações
vizinhas eram fantoches criados e subsidiados pelo governo comunista da
Alemanha Oriental para despistar operações de terrorismo e assassinatos
políticos (o atentado ao Papa João Paulo II foi um caso típico: leiam
The Time of the Assassins de Claire Sterling e Le KGB au Coeur du
Vatican, de Pierre e Danièle de Villemarest). " https://olavodecarvalho.org/credibilidade-zero/
TRAIDORES CAUSAM AS TRAGÉDIAS NAS GUERRAS DOS EUA CONTRA TOTALITÁRIOS
Os EUA entraram na guerra do Vietnã para impedir que os vietcongues tomassem o Vietnã do Sul e alastrassem seu domínio para o vizinho Camboja. Se isso acontecesse, asseguravam então os “falcões” do Pentágono, a ditadura comunista se imporia a toda a região por meio do homicídio em massa, além de reduzir as populações locais à miséria e ao trabalho escravo. Para impedir isso, diziam, os EUA tinham o dever de permanecer no Vietnã. Nós, na esquerda, rejeitávamos in limine esse argumento como propaganda imperialista e assegurávamos que os vietcongues eram apenas patriotas em luta pela independência nacional. Pois bem: quando os americanos saíram do Vietnã, os vietcongues instalaram o reinado do terror no Vietnã do Sul, matando em poucos meses um milhão de civis, e ajudaram a colocar no poder no Camboja o ditador Pol-Pot, que ali matou mais dois milhões. Preço total da saída das tropas norte-americanas: três milhões de vidas — dez vezes mais que o total de vietcongues mortos no campo de batalha. Três vezes mais que o total de vítimas de todas as ações bélicas dos EUA no mundo durante um século inteiro. Sem contar os vietnamitas e cambojanos que foram mandados para campos de concentração e escaparam vivos de torturas e humilhações indescritíveis. Sem contar a supressão de todas as liberdades civis. Sem contar a miséria geral e o recrutamento obrigatório até de crianças para o trabalho escravo.
A quem coube a culpa por essa paz assassina? A nós, os meninos mimados da geração Woodstock, que ajudamos a mídia esquerdista mundial a desarmar os EUA, entregando civis inermes à sanha assassina de Ho Chi Minh e Pol-Pot.
"Só de prisioneiros políticos, o regime de Satã Hussein matou 33 por dia, sem parar, durante um quarto de século. Calculem o preço, em vidas humanas, das sucessivas protelações da ONU. A paz matou muito mais que a guerra, exatamente como no Vietnã. Se não lembram, posso refrescar sua memória. Entre militares e civis, os combates tinham feito mais ou menos 800 mil vítimas, dos dois lados. Retiradas as tropas americanas, os comunistas invadiram o Vietnã do Sul, tomaram o Camboja e, entre os dois países, mataram três milhões de civis, enquanto em Nova York as pombinhas da paz celebravam a humilhação americana.
Vejam a alegria nas ruas, as estátuas demolidas, as efusões de gratidão às tropas anglo-americanas, e aprendam: não existe, em toda a fauna planetária, bicho mais mortífero que a Pomba da Paz. Não por coincidência, uma invenção de Stálin, com a colaboração de Picasso, concebida para parasitar blasfematoriamente o símbolo cristão do Espírito Santo."
Mais patife que Gore, só Bill Clinton. O fracasso dos serviços de
inteligência norte-americanos em prever o 11 de setembro teve uma só
causa: Clinton havia centralizado na Casa Branca o controle direto de
todos os órgãos de segurança e bloqueado propositadamente as
comunicações entre eles. A CIA, o FBI e outras agências estavam então
conduzindo investigações paralelas sobre as verbas ilegais de campanha
dadas ao candidato Clinton pelo exército da China e os subseqüentes
favores que, uma vez eleito, o gratíssimo presidente prestou aos
serviços de espionagem chineses. Sem intercâmbio de informações, os
investigadores não puderam, na época, juntar os fios da trama. Pior: a
assessora encarregada da operação-bloqueio, Jamie Gorelick, agora faz
parte da comissão parlamentar encarregada de “investigar” as falhas de
segurança que possibilitaram o atentado. Pior ainda: entre os favores
prestados pelo governo Clinton à China, estava a permissão dada a uma
subsidiária da General Electric (da qual Gorelick tinha sido advogada)
para vender ao exército chinês equipamentos que, segundo se revelou
depois, serviam para a fabricação de mísseis intercontinentais
direcionados ao território norte-americano.
Essa história não saiu nem jamais sairá na mídia nacional fora desta
coluna.
Aproveite para tomar conhecimento de duas outras notícias que, a bem da
campanha anti-Bush, seu compromisso profissional máximo, os jornalistas
brasileiros teimam em ocultar: já foi encontrada a prova cabal da
ligação entre Saddam Hussein e Al-Qaida (confira aqui) e comprovada para
além de qualquer dúvida razoável a presença de armas químicas no
arsenal iraquiano (veja aqui).
Dois estudos recentes de Roger Kimball, editor de “New Criterion” —
“Tenured Radicals: How Politics Has Corrupted Our Higher Education” e
“The Long March: How The Cultural Revolution of the 1960’s Changed
America” — mostram como a incansável guerra psicológica movida pelos
intelectuais ativistas contra a religião, a moral, a lógica e o
bom-senso produziram, na vida americana, resultados catastróficos
praticamente irreversíveis: a perda coletiva dos padrões mais
elementares de julgamento, a prematura decrepitude intelectual dos
estudantes, a disseminação endêmica das drogas, a criminalidade
desenfreada. Não por coincidência, os mesmos intelectuais que
conscientemente se esforçaram para criar esse estado de coisas (muitos
deles a serviço da KGB ou da espionagem chinesa, como hoje se sabe
graças à abertura dos Arquivos de Moscou) são os primeiros a tirar
redobrado proveito político de seus próprios atos, imputando os
resultados deles ao “sistema”, à “corrupção intrínseca do capitalismo”
etc. etc.
O PODER GENOCIDA DA GRANDE MÍDIA "O pesadelo de povos inteiros trucidados ante o olhar indiferente
do mundo e os sorrisos sarcásticos dos bem-pensantes repete-se,
igualzinho ao dos anos 30. Oito milhões de ucranianos
ameaçados por Stalin poderiam ter sobrevivido se o New York Times não
assegurasse que estavam em boas mãos. Seis milhões de judeus poderiam
ter sido poupados, se na Inglaterra o sr. Chamberlain, nos EUA os
comunistas comprados pelo pacto Ribbentropp-Molotov e na França uma
esquerda católica podre, sob a liderança do açucarado Emmanuel Mounier,
não garantissem que Adolf Hitler era da paz. A credibilidade dos
apaziguadores é uma arma letal a serviço dos genocidas. Mas hoje não é
preciso nem mesmo desmentir o horror. Ninguém sabe que ele existe. O
mundo estreitou-se às dimensões de uma telinha de TV, de uma manchete de
jornal. O que não cabe nelas está fora do universo. A mídia elegante
tornou-se o maior instrumento de controle e manipulação jamais concebido
pelos supremos tiranos. Joseph Goebbels e Willi Munzenberg eram apenas
amadores. Acreditavam em propaganda ostensiva, quando hoje se sabe que a
simples alteração discreta do fluxo de notícias basta para gerar nas
massas uma confiança ilimitada nos manipuladores e o ódio feroz a bodes
expiatórios, sem que ninguém pareça tê-las induzido a isso. O tempo das
mentiras repetidas está superado. Entramos na era da inversão total." Olavo de Carvalho http://olavodecarvalho.org/para-alem-da-satira/
A REVOLUÇÃO CUBANA FEITA PELO NEW YORK TIMES - Quando a única coisa que Fidel comandava era uma enraivecida
dúzia de rebeldes nas montanhas de Sierra Maestra, alguns de seus ricos
patrocinadores foram até ele e disseram: "Como podemos ajudar a gloriosa
revolução contra aquele arrogante salafrário mestiço chamado Batista? Podemos
lhe dar uns cheques. Comprar-lhe umas armas. Recrutar mais homens."
"Por ora", respondeu Fidel
Castro, "tragam-me um repórter do New York Times." E o resto todo
mundo sabe. A eficiente e bem equipada rede de comunicações do movimento castrista
cumpriu sua missão. Começaram as conexões entre Havana e Nova Yorque. Castro
era louvado como o Robin Hood da América Latina na capa dos mais prestigiosos
jornais do planeta. Dois anos depois, Fidel era o ditador de Cuba, executava
centenas de presos políticos por semana, prendia milhares e ainda assim era
louvado como o "George Washington cubano". (O Verdadeiro Che, Humberto Fontova)
Desde as primeiras negociações para o tribunal, em 1997, a
burocracia da ONU fez de tudo para adiar o julgamento até à morte do
último acusado. Embora restem apenas septuagenários para ser julgados, a
abertura dos trabalhos é uma vitória do povo cambojano contra a
má-vontade internacional. Esta pode aliás ser explicada pelas seguintes
razões:
1. Logo depois que os soldados americanos saíram do
território vietnamita, o Vietnã do Norte invadiu o Vietnã do Sul e
forneceu a base de apoio para a tomada do vizinho Camboja pelas tropas
de Pol-Pot. A matança nos dois países somou três milhões de pessoas –
mais de três vezes o número das vítimas da guerra. O resultado havia
sido previsto repetidamente pelos “falcões” do Pentágono, que,
contrariando a gritaria pacifista, denunciavam a retirada das tropas
americanas como uma sentença de morte contra vietnamitas e cambojanos. A
paz mais assassina que a guerra foi obra direta dos ativistas de
esquerda dos anos 60 e 70, que até hoje tentam passar como benfeitores
da humanidade por isso.
2. O regime de Pol-Pot foi ostensivamente
apoiado por toda a elite esquerdista da Europa e dos EUA. Jean-Paul
Sartre escreveu louvores ao ditador e Noam Chomsky fez o diabo para
ocultar a realidade do genocídio.
3. O que está em jogo é
portanto a segurança psicológica da esquerda internacional, que não
suporta um novo confronto com a verdade e foge mais uma vez à
contemplação do seu próprio rosto hediondo.
O socialismo, já
disse e repito, matou mais gente do que todas as epidemias, terremotos e
furacões do século XX, somados a todas as ditaduras de direita, mesmo
se incluirmos nestas últimas o nazismo e o fascismo, o que é inexato. O
socialismo é o fenômeno mais cruel e absurdo de toda a história humana, e
nada, absolutamente nada pode justificar as tentativas de explicar sua
constante e obsessiva fome de cadáveres como uma sucessão de
coincidências fortuitas que em nada o comprometem moralmente.
* Quem lançou o ataque com gás sarin que matou umas mil e cem pessoas
na Síria? Foi Bashar al-Assad, parceiro dos russos, ou os jihadistas da
Irmandade Muçulmana que o governo Obama apoia? O secretário de Estado
americano John Kerry diz ter provas de que foi o primeiro, mas não
mostra nenhuma. Diz que não é preciso. Que a credibilidade dos Estados
Unidos já deve bastar para que todo mundo acredite na acusação sob
palavra.
Bem, pode ser que os Estados Unidos tenham alguma credibilidade, mas
John Kerry não tem nenhuma. Ele estreou no palco do mundo mentindo
contra seu próprio país para favorecer o inimigo.
Em 22 de abril de 1971, recém-chegado do Vietnã, ele testemunhou perante
o Comitê de Relações Públicas do Senado que soldados americanos haviam
“estuprado mulheres, cortado orelhas e cabeças, amarrado genitais
humanos com fios elétricos e ligado a corrente, amputado braços e
pernas, explodido corpos, atirado a esmo em civis e arrasado vilas de
uma maneira que lembrava Gengis Khan”.
Essa performance garantiu-lhe a primeira página nos principais jornais e
o horário nobre nos maiores canais de TV da América – nada mau como
motor de arranque para uma carreira política que culminaria numa
candidatura à presidência. Tal como agora não exibe as provas que diz
possuir, na época ele não citou nenhuma fonte ou documento que desse
respaldo às acusações. Talvez imaginasse que a credibilidade do
movimento anti-guerra, então de grande sucesso nas universidades, na
mídia e no show business, bastava como prova.
Aconteceu que, poucos meses atrás, o mais alto oficial da inteligência
soviética que já desertou para o Ocidente, o general romeno Ion Mihai
Pacepa, publicou um livro (Disinformation) em que conta várias operações
de desinformação anti-americana, montadas pela KGB, das quais havia
sido participante ou testemunha direta.
Uma delas consistiu precisamente em espalhar em todos os meios
esquerdistas da Europa e das Américas o rol de acusações, totalmente
inventado, que o depoimento de Kerry repetiu no Senado “quase palavra
por palavra” (sic).
Desinformação, stricto sensu, só existe quando a mentira comprometedora
não é ouvida da boca do inimigo, mas de alguém de confiança da vítima.
Estampadas no Pravda ou vociferadas pela Rádio Moscou, aquelas acusações
seriam apenas notícias falsas vindas de uma potência hostil. Repetidas
com ares de seriedade por um ex-tenente condecorado da Marinha americana
e reproduzidas no New York Times, no Washington Post e por toda parte
na mídia “respeitável”, tornavam-se desinformação de primeira ordem, uma
contribuição essencial à transmutação da vitória militar americana no
Vietnã em uma humilhante derrota política e diplomática.
https://olavodecarvalho.org/em-quem-acreditar/
*
O ATAQUE EM BENGHAZI, Líbia, foi muito comentado por Olavo de Carvalho no True Outspeak. Eu mesma tinha postado trechos em meu canal deletado pelo Youtube. O pessoal da embaixada pediu socorro mas Hillary e o governo Obama ignoraram. Não encontrei nada do Olavo, então vai da Wikipédia:
"O ataque terrorista em Bengasi em 2012 ocorreu na noite de 11 de setembro de 2012, quando militantes islâmicos atacaram o complexo diplomático estadunidense em Bengasi, na Líbia, matando o embaixador J. Christopher Stevens e o Oficial de Gestão de Informação do Serviço de Relações Exteriores dos Estados Unidos Sean Smith."
"Na sequência do ataque, oficiais do Departamento de Estado foram criticados por negar pedidos de maior segurança no consulado antes do ataque. Em seu papel como a secretária de Estado, Hillary Clinton, posteriormente, assumiu a responsabilidade pelas falhas na segurança." https://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_terrorista_em_Bengasi_em_2012
*
SOBRE BENGHAZI/BENGASI
Mas os parlamentares decidiram convocar o general para depor assim mesmo. O que ele disse foi, em substância, que desde o primeiro momento informara à Casa Branca que o ataque em Benghazi fora um ato terrorista premeditado, e que alguém do governo convencera a embaixadora Susan Rice a modificar a história, atribuindo tudo a um protesto popular espontâneo contra um ridículo vídeo anti-islâmico amador divulgado pelo Youtube. O testemunho do general foi tanto mais importante porque agora se sabe que o embaixador assassinado, Chris Stevens, estava distribuindo armas aos insurgentes sírios, entre os quais havia muitos membros da Al-Qaeda e do Hamas que viriam a participar do ataque ao escritório. Depois essas armas foram usadas para assassinar 28 civis cristãos. O caso assume as dimensões de um crime de alta traição – que a lei americana define como “dar ajuda e conforto ao inimigo” – seguido de uma operação de acobertamento. https://olavodecarvalho.org/o-imperio-das-puras-coincidencias/
*
"Ninguém ignora que a escolha de Barack Hussein Obama como candidato do
Partido Democrata em lugar de Hillary Clinton, em 2008, foi uma
imposição, um diktat do Grupo Bilderberg. Também é preciso ter feito
juramento de cegueira para não enxergar que, durante seu primeiro
mandato, o ungido do globalismo fez tudo para desbancar o dólar e
debilitar a posição dos EUA no cenário internacional, estancou a
produção nacional de petróleo, gás e carvão, atrofiou o sistema
americano de defesa, pôs seu país de joelhos ante a China e a Rússia e,
tanto no Oriente Médio quanto em suas políticas de segurança interna,
deu mão forte aos arautos do Califado universal. Igual favorecimento à
expansão islâmica tem orientado a política da União Europeia e de vários
governos do Velho Mundo abençoados pela internacional fabiana."
"A política da elite fabiana não coincide em absolutamente nada com os
interesses geopolíticos da nação americana. A demolição do “Império
Americano” está no seu programa tanto quanto nos do bloco russo-chinês e
do Califado." https://olavodecarvalho.org/salvando-o-triunvirato-global/
*
OBAMA IMPOSTOR "Obama defendeu sua posição com a tenacidade feroz de
quem luta por algo mais que a mera sobrevivência política; de quem sabe
que, se perder o cargo, não terá mais o aparato presidencial para
defendê-lo contra a investigação de um passado que ele tem boas razões
para manter secreto. “Secreto” é modo de dizer. Ninguém nos EUA ignora
que a biografia oficial de Obama é um tecido de lendas, que seus
documentos são falsos, e que, pouco importando onde haja nascido, ele
subiu à presidência nas asas do maior blefe político de todos os tempos.
Como todo blefador, ele sabe que sua posição é frágil. Tão frágil que
até seus adversários se esquivam de desmascará-lo, porque sabem que
seria tremendamente fácil fazer isso e temem ser os portadores de um
escândalo mil vezes mais deprimente que o caso Watergate. “Quando está
fraco, finja que está forte”, recomendava Sun Tzu. Obama segue o
conselho à risca, elevando o tom de voz sempre que lê nos olhos da
platéia a suspeita latente que de um momento para outro pode explodir
numa tempestade de acusações irrespondíveis. Como todo psicopata, ele
busca transformar suas vítimas em cúmplices, explorando a natural
inibição de admitir uma decepção mais funda do que sentem que podem
suportar.A notícia saiu no Brasil com uma discrição que raia a
invisibilidade: vinte e sete anos depois da queda do regime comunista,
oito depois da morte de seu líder máximo Pol Pot, começou em Phnom Penh,
segunda-feira, o julgamento dos culpados pelo genocídio no Camboja, que
matou dois milhões de civis entre abril de 1975 e janeiro de 1979."
"Toda a atuação pública de Obama é uma rede de
diversionismos e camuflagens de enorme complexidade. Malgrado a ajuda da
mídia e a teimosia obstinada dos devotos, não é nada fácil para ele
manter de pé a imagem de bom menino que a sua própria conduta política
real desmente dia a dia, dobrando o déficit que prometeu reduzir pela
metade, subsidiando indústrias “verdes” inviáveis pertencentes a seus
contribuintes de campanha, alimentando generosamente o anti-americanismo
internacional, arrogando-se poderes ditatoriais por meio de “executive
orders” (o equivalente das nossas “medidas provisórias) e entregando à
morte, por um indesculpável vazamento de informações, os executores de
bin Laden, de cujo heroísmo continua tirando um proveito político
totalmente indecente. " https://olavodecarvalho.org/raiva-e-medo/
*
"Depoimentos e mais depoimentos, documentos e mais documentos comprovam
que o radicalismo muçulmano não brotou espontaneamente da sociedade
islâmica, da cultura islâmica, mas foi criado pelos serviços de
inteligência soviéticos e é ainda alimentado e monitorado por agentes
russos (leiam Ion Mihai Pacepa em
http://www.nationalreview.com/articles/218533/ russian-footprints/ion-mihai-pacepa e Claire Berlinski em
http://www.tabletmag.com/ jewish-news-and-politics/103576/the-cold-wars-arab-spring). Apesar
disso, o governo americano continua tratando Vladimir Putin como
parceiro confiabilíssimo, enquanto os intelectuais conservadores
produzem toneladas de retórica piedosamente cristã para lançar a culpa
do terrorismo em tradições corânicas de quatorze séculos, ajudando a
ação da KGB-FSB a recobrir-se da camuflagem islâmica que, precisamente,
estava nos seus planos desde o início." https://olavodecarvalho.org/burrice-americana/
"A busca pela verdade
só é possível em uma discussão livre. Por isso, o regime comunista que a proíbe
é, por força das coisas - uma grande mentira. Ao nos encontrarmos em um
mundo que respeita a liberdade individual e a liberdade de pensamento,
devemos fazer todo o possível para não estreitar os horizontes de pensamento,
mas ampliá-los; não limitar a discussão, mas ampliá-la."
Józef Mackiewicz (Citado no livro 1964 O Elo Perdido).
"Para
que o mal triunfe, basta que os bons nada façam, disse Burke. Hoje em
dia, a maior parte dos bons faz exatamente isso. Ao se temer mais a
alcunha de intolerante do que a de perverso, temos o cenário perfeito
para que a malignidade esteja livre para prosperar." Theodore Dalrymple
"Para
que o mal triunfe, basta que os bons nada façam", disse Burke,
sobretudo quando estão todos já mais ou menos ameaçados e perseguidos.
"Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira."(Olavo de Carvalho)
"Aqueles que não conhecem a história estão fadados a repeti-la." (Edmund Burke)