Seguidores

Mostrando postagens com marcador HOMOFOBIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador HOMOFOBIA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de maio de 2023

LIVRO do Prof. Rodrigo Jungmann - "Marx e Engels: o que não te contaram"

 

VÍDEO - "Marx e Engels: o que não te contaram" https://youtu.be/CZtqvdnQSBA

LIVRO - "Marx e Engels: o que não te contaram" https://www.editorajaguatirica.com.br/produtos/marx-e-engels-o-que-nao-te-contaram/  

"O livro "Marx e Engels: o que não te contaram" reúne cartas e artigos escritos por Karl Marx e Friedrich Engels com leituras de cenários políticos, estabelecimento de princípios de ações para a militância comunista, e também assuntos pessoais e do cotidiano. O interesse nesses temas não sairia do âmbito da especialização acadêmica, e sequer entraria no âmbito da polêmica, não fosse o juízo de valor atribuído a esses intelectuais e a importância que têm na sustentação moral dos movimentos de esquerda. De fato, a esquerda conquistou na imaginação coletiva um pressuposto de superioridade ética que, considerada utópica por alguns (e realizável por outros), mantém-se como um ideal desejável. Porém, se o conteúdo desses escritos revelar algo que coloque em xeque essa superioridade moral, não seria natural duvidar de tais julgamentos de valor? De fato, não condizem com os supostos ideais humanitários progressistas os planos de ação política que visem o extermínio de etnias; o desejo de eliminação de “reacionários”; a proposta de guerra total na Europa como “solução” política; além de opiniões reveladoras de racismo, homofobia e antissemitismo. A obra de Rodrigo Jungmann, portanto, permite o acesso às fontes diretas, devidamente contextualizadas, essenciais para se realizar qualquer estudo em que se busque autenticidade, fidelidade aos fatos históricos, e o resgate das verdadeiras propostas marxistas.
 

Rodrigo Jungmann é formado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), instituição em que também obteve o seu mestrado. Acabou por doutorar-se em Filosofia pela Universidade da Califórnia. Tem textos publicados sobre temas em Filosofia da linguagem, Filosofia da religião, Ética e Filosofia política. Por falar em política, o presente autor foi por vezes alvo de certas perseguições movidas por extremistas de esquerda. Contudo, é justo reconhecer que tem desfrutado de uma considerável tranquilidade de alguns anos a esta parte. Liberal e sempre otimista, acredita que não há nada nessa obra que deva perturbar nem o seu próprio sossego, nem o de quem quer que seja."

*

A esquerda atirou a verdade no lixo:

Iurii Piatakov: "Um bolchevique verdadeiro submergiu a tal ponto sua personalidade na coletividade, "o Partido", que pode fazer o esforço para desligar-se das próprias opiniões e convicções... Ele deve estar pronto para acreditar que preto é branco e que branco é preto, se o Partido assim o exigir."  https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/o-crime-de-ter-vida-privada-orlando.html

*

 



Sobre a moralidade de Karl Marx

Por Ipojuca Pontes


Jornal da Tarde (São Paulo), sábado, 20 de outubro de 2001

Ao criticar Apelo aos Eslavos – escrito em que Bakunin (1814/65), a propósito da criação de uma federação eslava, invoca a fraternidade entre os povos e o respeito as fronteiras entre os Estados soberanos –, Karl Marx (1818/83) afirmou, em 1849, na Nova Gazeta Renana:

“Justiça, liberdade, igualdade, fraternidade, independência: nada mais encontramos no manifesto pan-eslavista além destas categorias mais ou menos morais que, é certo, soam bem, mas não têm nenhum sentido no domínio histórico e político. Os Estados Unidos e México são dois povos soberanos, duas repúblicas. Como é possível que entre duas repúblicas que, segundo a lei moral, deveriam estar unidas por elos fraternos e federais, tenha eclodido uma guerra por causa do Texas, e que a vontade soberana do povo americano tenha empurrado uma centena de milhas mais adiante as fronteiras naturais em razão das necessidades geográficas, comerciais e estratégicas? Bakunin censura os americanos por fazerem uma guerra de conquista que é um duro golpe na teoria fundada na justiça e na humanidade, mas que é conduzida no interesse da humanidade. É uma infelicidade se a rica Califórnia foi arrancada dos mexicanos preguiçosos que não sabiam o que fazer dela? Se os enérgicos yankees, graças a exploração das minas de ouro daquela região, aumentam as vias de comunicação, concentram sobre a costa do Pacífico uma população densa e um comércio em expansão, abrem linhas marítimas, estabelecem uma via férrea de Nova York a São Francisco, abrem pela primeira vez o Pacífico à civilização e pela terceira vez na história dão uma nova orientação ao comércio mundial? A independência de alguns californianos pode sofrer com isso, a justiça e outros princípios morais podem ser feridos – mas isto conta, diante de tais realidades que são o domínio da história universal?”

Para Marx, claro, não contava, e a resposta a Bakunin expressa, com espantosa nitidez, a questão da ética e da moral na doutrina marxista. Não é necessário aqui nenhum esforço para reconhecer que Marx, em nome da real politik, justifica e admite, sem a menor cerimônia, a pilhagem, a exploração e o massacre de “povos preguiçosos” (os mestiços mexicanos) em nome de presumível “domínio histórico universal” empreendido pelos norte-americanos. O que é para o líder anarquista um ato imoral, para Marx não ultrapassa os limites de simples decorrência histórica, pois, segundo entende, os fins justificam os meios.

Analistas costumam ressaltar, repetindo o próprio Marx, que o “socialismo científico” não se ergue sobre uma exigência moral subjetiva, mas em torno de uma teoria objetiva da história – dialética e progressista –, que aceita a expansão colonialista como uma etapa historicamente necessária para a formação do sociedade socialista: a história se faz de contradição, o feudalismo é suplantado pelo capitalismo e o capitalismo, por sua vez, não é o fim da história. Assim, a exigência moral, ou de qualquer conjunto de regras de conduta, seria no capitalismo uma excrescência, embora seja perceptível uma postura moral inseparável à teoria marxista da história: nela tudo é permitido desde que o seja em função da emancipação da classe operária.

Trata-se de um contra-senso, mas só a partir dele poderia aceitar-se o entendimento da moral como mera “ideologia” subordinada a “interesses particulares de classe”, cujas formas “não podem desaparecer a não ser com o desaparecimento total dos antagonismos de classe”, ou seja, com o advento do comunismo e da moral proletária, que se tornaria a moral definitiva da humanidade.

À margem o fato de ampliar o abismo entre a conduta ética e o comportamento político – assunto polêmico e de crescente atualidade –, a instrumentalização da ética no contexto da teoria marxista nos leva ao incontornável questionamento dos meios utilizados para se chegar aos fins revolucionários (o poder) e, por extensão, à necessária pergunta: se os fins justificam os meios, quem justifica os fins quando os meios utilizados são maus?

Parte da resposta talvez venha a ser encontrada no exame da própria conduta de Marx, à luz de dados biográficos reais e longe da imagem mítica partidariamente cultivada, na maneira como se comportava com amigos e familiares e, em especial, nos métodos que empregava no confronto com adversários para impor a doutrina comunista e sua ética de resultados.

A primeira coisa a ressaltar em Marx diz respeito ao caráter impositivo. Marx não pedia, mandava. Não se desculpava, justificava-se. Não dialogava, impunha ou aliciava. Um dos poucos homens com quem conviveu sem brigar, o poeta Heinrich Heine, escreveu que “Marx se julga um Deus Ateu autonomeado”. Quando, por qualquer razão, se impacientava com um circundante – como no caso em que humilhou publicamente o operário Weitling –, partia para explosão verbal. Um observador, Pavel Annenkov, traçou-lhe o perfil: “Falava sempre com palavras imperiosas, que não admitiam contradição, e que se tornavam ainda mais incisivas pela sensação quase dolorosa do tom que perpassava tudo o que dizia. O tom expressava a firme convicção de sua missão de dominar a mente dos homens e de lhes ditar suas leis. Diante de mim erguia-se a encarnação de um ditador democrático.”





Boa demonstração do seu caráter revela-se na polêmica que travou com P. J. Proudhon (1809/65), o socialista francês que o acolheu no exílio, antes de Marx ser expulso de Paris, em 1844. Proudhon tinha se tornado o mestre do socialismo europeu com a publicação de O Que é a Propriedade?, ao ponto de Marx reverenciá-lo, em A Sagrada Família, como criador de “obra que revoluciona a economia política, tornando possível, pela primeira vez, uma verdadeira ciência da economia política”.

Mas Proudhon, desconfiando do caráter de Marx, impregnado de virulência, recusou o convite deste (feito por carta) para ingressar no Comitê Comunista de Correspondência, sediado em Bruxelas. Ponderou, profético, Proudhon:

“Faço profissão pública de um antidogmatismo econômico absoluto. Se o sr. quiser, investiguemos juntos as leis da sociedade, o modo como essas leis se realizam, o processo segundo o qual chegaremos a descobri-la – mas, por Deus, depois de demolir todos os dogmatismos a priori, não pensemos em doutrinar o povo, não caiamos na contradição do v. compatriota Lutero, que, depois de haver derrubado a teologia católica, colocou-se logo, através de anátemas e excomunhões, a criar uma teologia protestante… Façamos uma boa e leal polêmica; demos ao mundo o exemplo de tolerância sábia e previdente, mas não nos tornemos os chefes de uma nova intolerância, não nos coloquemos como apóstolos de uma nova religião, mesmo que essa religião seja da lógica, da razão… Com essa condição entrarei na v. associação – senão, não!

“Devo ainda fazer algumas observações à expressão “momento de ação” (revolucionária) de v. carta. Eu creio que não temos necessidade disso para vencer, e que, conseqüentemente, não devemos colocar a ação revolucionária como meio de reforma social, porque esse meio seria simplesmente um apelo à força, ao arbítrio; em suma, uma contradição.”

A resposta de Marx veio em 1847, com Miséria da Filosofia, depois que Proudhon lançou Sistema das Contradições Econômicas, uma construção antitética que propõe o entendimento da propriedade – a lado de ser uma apropriação indébita – como uma forma de liberdade. No opúsculo, Marx, irado com a recusa e os comentários de Proudhon, reduz a quem antes considerava “o mais notável socialista francês” à mera condição de “socialista utópico”, um “pequeno burguês oscilante entre o capital e o trabalho”.

Sabe-se hoje que o “socialismo científico” de Marx revelou-se tão utópico quanto o do “pequeno burguês” Proudhon, que, a rigor, jamais encarou o socialismo como uma ciência e repudiou sempre qualquer forma de ditadura, em especial a do proletariado. Depois de ler o arrazoado marxista, o francês resumiu-se a anotar num canto de página: “Um tecido de grosserias, calúnias, falsificações e plágios. Marx é a tênia do socialismo.”

De fato, para anular os adversários o pensador alemão tratava a moral comum aos pontapés. O exemplo dos métodos que empregava para neutralizá-los pode ser avaliado no seu desforço contra Bakunin, por quem, segundo o minucioso historiador inglês Robert Payne (Marx, Londres, 1968), nutria inveja acalentada pelo ódio. O anarquista russo (que, no dizer de Bernard Shaw, inspirou Wagner a compor o Siegfried), dono de personalidade incandescente e oratória libertária, desestabilizou, enquanto pôde, o controle que Marx detinha sobre o operariado europeu e, mais tarde, sobre a Associação Internacional de Trabalhadores. Em desacordo com a política ditatorial levada adiante por Marx, Bakunin articulou a formação de uma federação de associações de trabalhadores que logo ganhou adeptos na França, Itália, Espanha, Suíça e outros países europeus.

Sem condições de destruir o prestígio de Bakunin e temendo o seu poder de liderança, Marx, com o objetivo de desmoralizá-lo, publica na Nova Gazeta Renana informação de que o líder russo era um agente secreto da polícia czarista, dando como fonte suposta documentação em mãos da escritora Georg Sand. Ao tomar conhecimento da calunia, Sand, indignada, exigiu imediata retratação. Marx justificou-se afirmando que assim procedia “para defender o movimento socialista dos governos capitalistas”.

Mas não ficou por aí. Durante o congresso da Internacional em Haia, em 1872, ressabiado pela avassaladora atuação de Bakunin e suas idéias desestatizantes, denuncia-o por atos irresponsáveis de fato cometidos pelo terrorista Netchaiev (uma carta de ameaça ao editor de O Capital), sem que Bakunin tivesse participação direta no episódio – o que determina sua exclusão da Internacional.

Reconhecendo, no entanto, a força de Bakunin e certo de que na Europa, cedo ou tarde, a Internacional cairia em mãos deste, Marx, então conhecido como o “Doutor do Terror Vermelho”, numa manobra maquiavélica transfere a sede do seu Conselho Geral para Nova York – o que, em termos práticos, significou o fim da Internacional.

 



Outro traço do caráter de Marx é o que aponta para a completa falta de escrúpulos quando se tratava de alterar dados e informações que, de algum modo, servissem a causa do “socialismo científico”. No discurso inaugural da Internacional, em 1864, Marx, como registra o historiador Leslie Page (K. Marx and Critical Examination of his Works, Londres, 1987), para impressionar os trabalhadores adultera deliberadamente mensagem orçamentária de Gladstone (várias vezes primeiro ministro inglês), de 1863. Na oração, escreveu Gladstone sobre o crescimento da riqueza nacional: “Veria quase com apreensão e dor este inebriante crescimento da riqueza e poderio se acreditasse que está circunscrito a classe conservadora. A condição média do trabalhador inglês, é uma felicidade sabê-lo, melhorou nos últimos 20 anos, a um grau que sabemos extraordinário e que podemos qualificar como sem paralelo na história de qualquer país e de qualquer época.” Marx, mutilando e invertendo tudo, fez Gladstone dizer: “Este crescimento inebriante de riqueza e poderio está totalmente circunscrito a classe dos proprietários.”

Na manipulação de dados estatísticos contidos nos Livros Azuis de Biblioteca do British Museum, publicados pelo governo e fonte para a elaboração dos capítulos XIII e XV de O Capital, a conduta do pai do “socialismo científico” chega a ser, segundo analistas da Universidade de Cambridge (apud Paul Johnson, em Intellectuals, W&N, 1988) de “assombrosa temeridade”, concluindo que “há um desapreço quase criminoso no uso das fontes”, o que coloca “qualquer parte da obra de Marx sob suspeita”. Para comprovar sua verdade, Marx, que durante toda vida jamais entrou numa fábrica, usa material sabidamente desatualizado e elege como exemplo indústrias pré-capitalistas, com mais de 40 anos de atraso, que não tinham condições para incorporar novas maquinarias.

No capítulo de apropriação intelectual Marx ultrapassa os limites da pura desonestidade. Para compor seus escritos eivados de metáforas apocalípticas, toma como seu aquilo que foi criado por outros, sem apontar autoria. De Marat, se apropria da frase “o proletariado não tem nada a perder, exceto os grilhões”. De Heine, “a religião é ópio do povo”; e, de Louis Blanc, via Enfantin, sacou a formula “de cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas necessidades”. De Shapper, tirou a convocação “trabalhadores de todo o mundo, uni-vos”, e, de Blanqui, a expressão “ditadura do proletariado”. Até mesmo sua obra mais bem acabada e de efeito vertiginoso, O Manifesto Comunista (1848, em parceria com Engels), tem-se, entre os anarquistas, como plágio vergonhoso do Manifesto da Democracia, de Victor Considérant, escrito cinco anos antes.

Marx considerava que as leis morais não haviam sido criadas para ele – é o que indica o seu modo de agir em vida. Para além das idéias, os métodos por ele empregados influenciaram de modo catalisador a prática comunista, no século 20: sem eles, dificilmente Lênin, Trotski, Stalin, Mao, Fidel, Pol Pot e congêneres encontrariam respaldo moral para justificar seus crimes contra a humanidade. Depois da derrocada da União Soviética, levantada a cortina do terror, viu-se que mais de 100 milhões de pessoas tinham sido destroçadas em nome de uma absurda “moral proletária”, que, estranhamente, parece ainda pontificar como se nada tivesse ocorrido.

O fim da existência de Marx foi patético. Morreu praticamente só, aos 65 anos, depois de percorrer estações balneárias para mitigar o sofrimento físico, lastimando-se de dores generalizadas na laringe, brônquios, tumores, insônia e suores noturnos. Ao médico que dele cuidava, deixou bilhete, no qual dizia “só encontrar certo alívio numa terrível dor de cabeça – pois a dor física é a único ‘estupefaciente’ da dor psíquica”.

Sua família foi a grande vítima. Dos seis filhos que teve com a mulher, Jenny, uma aristocrata, três morreram na primeira infância, em decorrência do estado de penúria a que foram submetidos, e os outros – as filhas Jenny, Laura e Leonor – terminaram a vida cometendo suicídio. O único sobrevivente, Freddy, filho de Marx com a empregada, Helene, nunca reconhecido pelo pai, foi adotado por Engels para “salvar as aparências”. Jenny, a mulher, prematuramente envelhecida pelo sofrimento, morreu aparentemente sem perdoar o marido por ter engravidado a empregada.

Com os pais, Marx não se comportou de modo menos egoísta. Por ocasião da morte do pai, Heinrich, vítima de câncer no fígado, não compareceu ao enterro porque, segundo ele próprio, “não tinha tempo a perder”. Por conta disso, a mãe, Henriette, saturada de pagar suas dívidas, com ele cortou relações, não antes de adverti-lo: “Você devia juntar algum capital em vez de só escrever sobre ele.”

Mas foi ao cometer grosseria com a amigo e provedor de todas as horas, Engels (1820/95), que Marx concedeu a chave para explicação de sua moralidade. Após a morte da companheira amada Mary Burns, Engels escreve ao amigo dizendo-se arrasado pelo fato (Karl Marx, Francis Wheen, Record, 2001). Marx, por carta, responde que a notícia o surpreendeu, mas logo passa a tecer considerações sobre as próprias necessidades pessoais. Engels, magoado com a frieza do outro, suspende dádivas e correspondência. O que leva Marx, apressado, não propriamente a pedir desculpas pela conduta mesquinha, mas a admitir, com franqueza brutal, que “em geral, nessas situações, meu único recurso é o cinismo”.

Ipojuca Pontes é escritor e cineasta

https://olavodecarvalho.org/sobre-a-moralidade-de-karl-marx/

*

"Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o substitui por uma nova “ética” em que não há outro Bem Supremo acima dos interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer crescer, por todos os meios, o poder do Partido. " https://olavodecarvalho.org/quem-paga/  

*

"Estas considerações mostram a que ponto a desinformação fazia parte da própria natureza do comunismo, ou melhor - sempre o  paradoxo de MUCCHIELLI - a que ponto o comunismo foi, em suma, uma forma particularmente nociva de desinformação. Não por acaso  os três principais dirigentes da primeira geração escolheram viver sob nomes falsos, mesmo no auge do poder. Lênin, Trotsky e Stalin não eram rostos, mas máscaras de Oulianov, Bronstein e Djougachvili. Será necessário recordar o que dizia ALEXANDER SOLJENITSIN: bastaria que os russos deixassem de mentir e o comunismo afundaria."
(Vladimir Volkoff, PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO)

 


A esquerda atirou a verdade no lixo:

Iurii Piatakov: "Um bolchevique verdadeiro submergiu a tal ponto sua personalidade na coletividade, "o Partido", que pode fazer o esforço para desligar-se das próprias opiniões e convicções... Ele deve estar pronto para acreditar que preto é branco e que branco é preto, se o Partido assim o exigir."  https://conspiratio3.blogspot.com/2023/05/o-crime-de-ter-vida-privada-orlando.html

*

LÓGICA DA INVERSÃO https://youtu.be/6oQivOvO_Hc?t=440

*

COINCIDÊNCIAS - "O crescimento do banditismo veio junto com a ascensão política da esquerda, mas isso é mera coincidência. As gangues do morro foram adestradas em técnicas de guerrilha urbana pelos terroristas presos na Ilha Grande, mas é mera coincidência. Hoje são treinadas pelos guerrilheiros das Farc, mas é também coincidência. As Farc e o PT têm uma estratégia comum traçada nas assembléias do Foro de São Paulo? Coincidência. Toda prisão de narcoguerrilheiros ou seqüestradores estrangeiros vem seguida da imediata formação de um círculo de solidariedade e proteção entre seus correligionários da esquerda local? Coincidência, é claro. Se a epidemia de violência urbana cresceu junto com as ONGs de defesa dos direitos dos delinqüentes, alimentadas por poderosas fundações internacionais, quem verá algo mais que uma estúpida coincidência? Acossada pelos ataques da mídia e temerosa de infringir o decálogo politicamente correto, a polícia recua e entrega as cidades ao império dos bandidos, mas, uma vez mais, é pura coincidência. Todos os teóricos do comunismo ensinam que fomentar um estado de desordem e anomia é a melhor maneira de concentrar o poder nas mãos de um partido revolucionário, mas, se tudo se passa exatamente assim no Brasil, é coincidência, coincidência, coincidência e nada mais. "
http://www.olavodecarvalho.org/semana/060302jb.htm

 

SOCIALISMO É A PROMESSA DE OBTER UM RESULTADO POR MEIOS QUE PRODUZEM O RESULTADO INVERSO -  OLAVO DE CARVALHO
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/08/socialismo-e-promessa-de-obter-um.html 

quarta-feira, 26 de junho de 2019

O MAIOR ATAQUE QUE JÁ SOFRI! - LILO VLOG - E QUE VCS VÃO SOFRER

.

Lilo, o cerco está se apertando. Acabei de ver este post que comenta a mordaça sendo imposta a juízes e promotores. https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10156121765801786&set=a.10150501431386786 Se não desmascararmos o politicamente correto e o modus operandi do "projeto criminoso de poder" seremos sufocados em breve. E isto será só o prenúncio de outros crimes. Seremos massacrados. Então, gostaria que vc pensasse nisso: o único caminho agora é o DESMASCARAMENTO. Ainda podemos fazer isso. Um grupo com alunos e ex-alunos do COF, com conhecimento suficiente, poderia criar um documento para esfregar na cara de qualquer tribunal. 

sexta-feira, 21 de junho de 2019

CÂMARA GASTOU 25 MILHÕES EM SEGURANÇA ARMADA E OUTRAS NOTÍCIAS - TERÇA LIVRE

.


DIFERENTE DE OUTRAS AUTORIDADES,  JAIR BOLSONARO RECONHECE A AMEAÇA E A CAUSA DE NOSSOS PROBLEMAS: O "PROJETO CRIMINOSO DE PODER".



VÍDEO ORIGINAL:
O povo deve ter o direito de ter uma arma para se defender daqueles que ousem tirar a sua liberdade.
https://youtu.be/k5L9zW5Ny4s


"A nossa vida tem um valor, mas tem algo muito mais valoroso que nossa vida, que é a nossa liberdade. Além da Forças Armadas, defendo o armamento individial para o nosso povo, para que tentações não passem na cabeça de governantes para assumir o poder de forma absoluta. Temos exemplos na América Latina. Não queremos repetí-los. E confiando no povo e confiando nas suas Forças Armadas, esse mal cada vez mais se afasta de nós."
Trecho de discurso do Presidente Jair Bolsonaro em Santa Maria/RS. (15/06/19)

Bolsonaro discursa sobre a aliança extra-Otan, Forças Armadas, Porte de Armas e mais - Fenart 2019
https://youtu.be/N2Pl4g2103o


*
SENADO É TRAIDOR - não acredita no povo e o povo não acredita nele!
"Nunca acredite num governo que não acredita em seus cidadãos armados.” B. Franklin
"Quando todas as armas forem propriedades do governo, este decidirá de quem serão todas as outras propriedades." B. Franklin 


*
Armas nas mãos do cidadão de bem não resolve o problema da segurança pública? Mas atrapalha? Acho que os números desmentem essas afirmações de fãs de ditaduras.  

*
SENADO FEDERAL O Senado aprovou o projeto que anula o decreto presidencial que flexibiliza a posse e o porte de armas. O PDS 233/2019 recebeu 47 votos a favor e 28 contrários. Agora a matéria será analisada na Câmara dos Deputados: http://bit.ly/2WLHlJD DEIXE SUA MENSAGEM PARA OS SENADORES: 
https://www.facebook.com/SenadoFederal/photos/a.176982505650946/2853420254673811/
 
https://www.facebook.com/SenadoFederal/

***
 O Senado quer privar o povo de seu direito à legítima defesa porque "não se resolve o problema de segurança pública armando os indivíduos". Então vamos retirar o direito das excelências de ser defendidas por seguranças armados porque isso não resolve o problema da segurança pública.


VOTE NA PROPOSTA QUE Desarma as polícias legislativas e seguranças da Câmara, Senado e STF
Seguindo na mesma linha de alguns Parlamentares e magistrados, de que a arma não seria um equipamento seguro para a proteção dos cidadãos, propomos a proibição des armas nas casas legislativas transformando-as em zonas livres de armas. Dando assim o exemplo para que a população veja os beneficios.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=124267


*
O SENADO DESPREZA SOLENEMENTE A VONTADE DO POVO


Olavo de Carvalho Tentando refutar a minha afirmativa de que o Poder Legislativo, no Brasil, só existe para impedir que a vontade popular se realize, o ilustre Renan Caralheiros comprova que eu tinha cem por cento de razão. Os brasileiros aprovaram a liberação das armas no plebicito de 2005 e depois a confirmaram elegendo Bolsonaro. O Senado despreza solenemente a vontade do povo.


Olavo de Carvalho Desarmamentismo é genocídio. O Brasil está cheio de políticos que ADORAM ver o cidadão desarmado levar chumbo de assassinos.


Olavo de Carvalho Humberto Costa, do PT: "Temos de garantir que o monopólio da força pertence ao Estado."
OBS - Isso é a definição lógica e a descrição factual histórica do totalitarismo genocida.



*
O Senado quer privar o povo de seu direito à legítima defesa porque "não se resolve o problema de segurança pública armando os indivíduos". Então vamos retirar o direito das excelências de ser defendidas por seguranças armados porque isso não resolve o problema da segurança pública.


Afinal, desarmar as vítimas diminuiu os índices de criminalidade ou AGRAVOU o problema?
Por que insistir numa proibição criminosa, genocida?
E quem o faz não é também criminoso e genocida?

"1980: começaram a ser medidos os índices de homicídios no Brasil. Em 1980 nós tínhamos pouco mais de 8 mil homicídios por anos. 8 mil. Em 2017 nós temos praticamente 60 mil homicídios por ano. 'Ah, Eduardo, mas de repente teve aumento populacional, crescimento, vc tem de levar em consideração...' Perfeito. Você tem de levar em consideração. 1980 tínhamos em torno de 120 milhões de habitantes. Mas vamos dar uma colher de chá para eles, para os desarmamentistas. Vamos arredondar para 100 milhões. Hoje, em 2017, temos o dobro disso, 200 milhões de habitantes. Então, se em 1980 morriam 8 mil pessoas, era pra hoje, com o dobro da população, morrer o dobro de pessoas, ou seja 16 mil. Negativo. Nós não estamos em 16 mil, estamos muito acima disso: 60 mil mortes por ano, assassinatos, homicídios. Número de país com guerra. Não sou hipócrita de falar pra você que esse problema se restringe apenas ao desarmamento. Mas eu quero fazer voltar valer o direito de legítima defesa."
Eduardo Bolsonaro
https://youtu.be/iMC_CmnvdOk

Quem desarma a população sem condições de protegê-la é porque NÃO quer protegê-la. População desarmada e vulnerável é um convite ao crime, mais um, já que o governo não para de implantar a impunidade a criminosos e a perseguição a policiais.

Quando nos impuseram o Estatuto do Desarmamento, contavam com nossa ingenuidade, com o raciocínio automático "Menos armas, menos crimes", que crê nas boas inteções do governo e confia no desarmamento de todos, sobretudo, logicamente, dos criminosos.

Mas um pensamento mais alerta, com os pés na realidade, considera os fatos históricos e presentes e a possibilidade de que os governos que desarmam a população com leis, podem desarmar só um lado, o lado da vítima obediente à lei. Nossa percepção hoje inclui o conhecimento sobre o agente e seu modus operandi falacioso.

Apesar de toda tentativa de desarmar nossa inteligência, sabemos bem hoje que o governo que desarma não tem boas intenções. Uma prova disso é que ele se esforça para ignorar e ocultar todos os dados que mostram o efeito real do desarmamento: MENOS ARMAS = MAIS CRIMES, o inverso do declarado.

O trabalho que todos os poderes têm para nos desarmar, censurar, e inverter a culpa (do criminoso para o inocente) já é uma confissão de que seu inimigo é o cidadão comum.

A discussão sobre os absurdos que vivemos no Brasil não terá fim enquanto o "projeto criminoso de poder" não for levado a sério, investigado e denunciado como a causa das causas desses absurdos. Nada será bem entendido, nem aqui nem no mundo, se o item "projeto criminoso de poder" não for adicionado à equação.

"O crime sem castigo gera o castigo sem crime.", Paulo Briguet.
 

sábado, 15 de junho de 2019

“CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA” - PRESIDENTE BOLSONARO PEDE PROVIDÊNCIAS SO SENADO


"A ideologia de gênero castrou e matou o menino Rhuan, mas crime, mesmo, é falar mal dela." Olavo de Carvalho
 

Bolsonaro alerta que STF está legislando e vê necessidade de reação do Legislativo contra ativismo judicial












“CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA”: Explicando (para o leigo) a barbaridade cometida pelo Supremo
(1ª parte)

Não há crime sem lei anterior que o defina.
Não há pena sem previsão em lei.

Esse é o princípio da reserva legal, consagrado pela Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso XXXIX. É garantia fundamental do indivíduo (e cláusula pétrea).
Mas garante o quê?
Garante que você não vá para a prisão por uma conduta que LEI nenhuma prevê como crime, mas que NA OPINIÃO de um juiz, ou de um grupo de ministros de um tribunal em Brasília, ou do presidente da República, ou de quem quer que seja, DEVERIA SER crime (mas NÃO É - desculpem ser repetitivo).

Somente uma LEI aprovada pelos representantes que o povo elegeu para legislar pode criar novos crimes e novas penas.

Um decreto do presidente da República (mesmo tendo sido ele eleito pelo povo) não pode criar um novo crime e estabelecer uma pena de prisão. Isso seria escandalosamente inconstitucional.

Uma decisão de um tribunal em Brasília (cujos integrantes não foram eleitos por ninguém) não pode criar um novo crime e estabelecer uma pena de prisão. Isso é escandalosamente inconstitucional.
Nada disso é opinião minha. São regras claras e objetivas da Constituição brasileira.

O princípio da reserva legal, garantia da liberdade individual e próprio dos regimes democráticos, foi rejeitado nos anos 30 do século passado pelo Código Penal da Alemanha nazista.

Foi novamente rejeitado esta semana por 8 ministros do STF.

Esses 8 votos representam a maior violência já praticada pelo Supremo contra a Constituição, a democracia representativa e o direito à liberdade em toda a história da República.

Representam ainda a maior manifestação de desprezo (não creio que se trate de falta de conhecimento jurídico) pelos princípios mais elementares do Direito Penal, ensinados nos períodos iniciais de todas as faculdades de Direito.

Nas palavras sempre corretas da grande juíza Ludmila Lins Grilo, trata-se de decisão manifestamente ilegal e inconstitucional, e como tal, de acordo com nosso ordenamento, INEXISTENTE juridicamente; não pode e não deve ser cumprida.

A luta contra a discriminação em razão de orientação sexual é uma causa justa e perfeitamente defensável.
O retorno a um Direito Penal do 3º Reich, no entanto, é um retrocesso monstruoso e inaceitável.
(essa primeira parte é a atualização de um texto meu do mês passado; o link para a segunda parte está aqui, abaixo👇)
https://www.facebook.com/100006473056063/posts/2843490285876712?sfns=mo


“CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA”: explicando (para o leigo) a barbaridade cometida pelo Supremo
(2ª parte)

O argumento de que o STF, ao “criminalizar a homofobia”, estaria suprindo uma suposta “omissão” do Poder Legislativo, não se sustenta, por mais de uma razão.

Em primeiro lugar, não há omissão alguma. Se VOCÊ (ou uma ONG, ou uma associação LGBT) acha que um determinado comportamento deveria ser considerada crime, essa é a SUA opinião. Você tem direito a ter uma, mas se os representantes eleitos pelo povo para legislar não partilham da SUA opinião, eles simplesmente NÃO CRIARÃO uma lei criminalizando esse comportamento. Os legisladores NÃO SE OMITIRAM, meu caro: eles simplesmente não pensam como você. Eu sei, é desagradável isso. Essa tal de democracia representativa pode ser irritante às vezes, não é mesmo?

Vejam o exemplo da Lei 7.716/89, no seu artigo 20, parágrafo 1º: ela define o chamado “crime de divulgação do nazismo”, que prevê pena de 2 a 5 anos de prisão para quem utilizar a cruz suástica para divulgar o nazismo.
O nazismo é uma ideologia totalitária e liberticida, cuja implementação foi direta e indiretamente responsável pela morte de milhões de pessoas (cerca de 40 milhões, calculam alguns).

O comunismo é uma ideologia totalitária e liberticida, cuja implementação foi direta e indiretamente responsável pela morte de milhões de pessoas (cerca de 100 milhões, calculam alguns).

Duas perguntas aqui:
1ª. O Congresso Nacional “se omitiu” ao não criar uma lei estabelecendo o “crime de divulgação do comunismo” através da utilização do símbolo da foice e do martelo? Afinal, ambas as ideologias representam uma ameaça a direitos fundamentais do indivíduo (vida, liberdade, propriedade).

2ª. Vimos acima que é possível estabelecer uma ANALOGIA entre comunismo e nazismo - sim, eles têm diferenças, mas racismo e homofobia também têm diferenças, e isso não impediu o STF de considerá-los análogos. Sendo assim, a pergunta é: podemos pleitear que o Supremo estabeleça pena de 2 a 5 anos de prisão, por analogia, para quem ostentar a foice e o martelo? Podemos mandar para a cadeia a Jandira Feghali e o governador do Maranhão, por exemplo?
Por mais que o amigo ache a ideia tentadora, a resposta, como sabe qualquer estudante do primeiro ano de faculdade de Direito, é NÃO. 

Em Direito, quando a lei não trata de determinada situação, podemos adotar a ANALOGIA, aplicando ÀQUELA situação uma lei que trata de OUTRA, semelhante (semelhante, veja bem, mas não idêntica).
Isso é possível em diversos campos do Direito (Direito Civil, Direito do Trabalho etc), mas é ABSOLUTAMENTE PROIBIDO no Direito PENAL moderno, devido ao PRINCÍPIO DA RESERVA LEGAL, quando se trata de prejudicar o réu. É o que chamamos de “proibição de analogia IN MALAM PARTEM” (analogia em prejuízo do acusado). A lei penal tem que ser TAXATIVA. Se o fato praticado pelo acusado tiver sido IDÊNTICO à definição que a lei dá ao crime, ele poderá ser condenado. Se não for IDÊNTICO, ainda que se ASSEMELHE, ele TERÁ que ser absolvido.

Veja um exemplo: o artigo 235 do Código Penal prevê pena de 2 a 6 anos de prisão para o crime de BIGAMIA, e define (atenção: DEFINE) o crime da seguinte forma:
Art. 235. Contrair alguém, sendo CASADO, novo CASAMENTO.

Agora imagine que João, vivendo em UNIÃO ESTÁVEL com Joana, passe a viver TAMBÉM em união estável com Maria, sem que Joana saiba disso.
João pode ser condenado a pena de prisão pelo crime de bigamia?

Em hipótese alguma. A conduta de João pode até se ASSEMELHAR àquela prevista no artigo 235, mas NÃO É IDÊNTICA. Em Direito Penal, dizemos que a conduta de João é ATÍPICA, e portanto ele não cometeu crime algum.
Então não podemos estabelecer analogia entre CASAMENTO e UNIÃO ESTÁVEL?

Claro que podemos. Para fins de Direito de Família (pensão, guarda de filhos etc), para fins de Direito das Sucessões (herança, testamento etc), para qualquer finalidade jurídica, EXCETO PARA CRIMINALIZAR AQUILO QUE A LEI NÃO DEFINIU EXPRESSAMENTE COMO CRIME.
A ideia é simples: para que um indivíduo perca o seu segundo direito mais importante (a liberdade), é preciso que o fato por ele praticado seja IDÊNTICO à definição do crime adotada pelos representantes eleitos pelo povo para criar leis.

De novo: é a tal da democracia representativa; vocês sabem, aquela que o grande Winston Churchill dizia ser “o pior regime político que existe... com exceção de todos os outros”.

É por isso que o João acima não pode ir para a cadeia, mesmo tendo a conduta dele pontos de semelhança com o crime de bigamia - semelhante não é idêntico.
É por isso que a Jandira Feghali não pode ir para a cadeia, mesmo tendo a ideologia que ela divulga pontos de semelhança com o nazismo - semelhante não é idêntico.

Em ambos os casos, o Poder Legislativo NÃO SE OMITIU. Simplesmente não considerou necessário ou conveniente criminalizar a conduta seja de quem mantém duas uniões estáveis, seja de quem faz divulgação do comunismo.
Segurança jurídica, democracia representativa, independência dos poderes e acima de tudo, a garantia da liberdade individual contra o arbítrio. É isso o que o princípio da legalidade (ou da reserva legal) representa no Direito Penal.

É fácil entender por que um princípio dessa natureza foi repudiado pelo Código Penal da Alemanha nazista.
Difícil é entender que ele seja violentado novamente em pleno século XXI. 

Será que, 75 anos depois do desembarque na Normandia, esquecemos o preço de permitir que a arbitrariedade do Estado vá solapando, pouco a pouco, a liberdade do indivíduo?
Link para a primeira parte: https://www.facebook.com/100006473056063/posts/2843421689216905
Marcelo Rocha Monteiro

*** 

Para a deputada federal católica Chris Tonietto, este julgamento no Supremo foi “o mais absurdo dos últimos tempos”, demonstrando “o absolutismo do STF”.
https://www.acidigital.com/noticias/deputada-catolica-denuncia-ativismo-do-stf-em-decisao-que-equipara-homofobia-a-racismo-20965

Homofobia – Uma abstração para perseguir os Cristãos
http://gazetaconservadora.com.br/homofobia-uma-abstracao-para-perseguir-os-cristaos/

Olavo de Carvalho Uma lei ou sentença judicial que não tem sentido claro e evidente não tem nenhuma força obrigante. "Ad impossibilia nemo tenetur", e é impossível ao ser humano obedecer uma ordem que ele não entende.


STF ULTRAPASSOU (DE NOVO) A LINHA AMARELA
A rigor, hoje, uma sirene deveria estar ressoando em todo o território nacional, advertindo que o STF avançou a linha amarela e invadiu competência do Poder Legislativo sob débil alegação – “Já que o Congresso não decide...”. Ante a “omissão” do Legislativo, o STF ultrapassou a linha amarela e criou um tipo penal aplicável a condutas homofóbicas por analogia ao racismo.
http://www.puggina.org/artigo/puggina/stf-ultrapassou-a-linha-amarela/16675

A coisa MAIS DECISIVA para o futuro da democracia em qualquer lugar do mundo é que o povo -- a totalidade dos consumidores, eleitores e pagadores de impostos -- tenha voz ativa na distribuição das verbas de pesquisa científica, hoje monopólio de um reduzido círculo de políticos, burocratas e bilionários. Sem isso, a democracia nunca passará de uma camada de verniz populista adornando um sistema tirânico e prepotente de dominação hierárquica. Quem seleciona o que se pode perguntar e o que se deve calar determina a forma visível do mundo e tem assim o domínio completo da conduta coletiva. O poder intelectual é impessoal e de longo prazo, mas, no cômputo final, é sempre o mais decisivo. Os cientistas devem ser forçados a investigar O QUE O POVO QUER SABER, e não só o que interessa à elite que os comanda.

Exclusivo: o processo do Facebook para rotular você como um 'agente de ódio' revelado
O Facebook monitora o comportamento off-line de seus usuários para determinar se eles devem ser categorizados como "Agente de ódio", de acordo com um documento fornecido exclusivamente para Breitbart News por uma fonte dentro da gigante de mídia social.
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=https://www.breitbart.com/tech/2019/06/13/exclusive-facebooks-process-to-label-you-a-hate-agent-revealed/&prev=search
 



É um fato fundamental: STF é político, indicado por políticos e nomeado por políticos, muitos deles agentes revolucionários e criminosos impunes.

Ao impor a ideologia de gênero por lei, o STF coloca seu poder acima da constituição e acaba com a liberdade de expressão que sustenta a democracia. 
E o brasileiro baixa a cabeça.

Censura e repressão ameaçam a democracia MUITO mais que fake news, cyberbullying, discurso de ódio, preconceitos, boatos e opiniões somados. A credibilidade e a importâcia das mentiras são CAUSADAS pela censura e falta de informações. 

A interferência espúria nas últimas eleições, além das fake news da imprensa ideológica, FOI CENSURA do Google, Facebook, Youtube, TSE e outras. Há anos o brasileiro vem sendo submetido à censura e ocultação de informações, especialmente criadas para distorcer a avaliação dos fatos e impedir o questionamento das mentiras bombardeadas dia e noite sobre ele! Isso vem DE CIMA PARA BAIXO e não das redes.   

A verdade não pode circular, a justiça persegue os justos e as pessoas culpadas por isso são boas, vistas por seus olhos desumanos.  



BERNARDO KUSTER - CORRAM - A CAÇA ÀS BRUXAS COMEÇOU

.

Em breve não teremos mais para onde correr. A liberdade de expressão está sendo estrangulada, mas eu e muitos outros não irão desistir ou amansar. É tempo de força e constância.

***
INSCREVA-SE no CANAL:
https://bit.ly/2Vnfrap
**
Acesse minha LIVRARIA:
https://bit.ly/2qH0kXP
*
Visite a LOJA Vista Direita:
http://bit.ly/VistaDireitaBernardo

Agradeço ao Thyago Freitas pela Thumb:
https://bit.ly/31veDR4

PETIÇÃO:
https://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR112422

Manifestação pública em repúdio ao Projeto de Lei n. 672/2019, dirigida aos representantes dos Estados e do Povo Brasileiro. 


Para: Congresso Nacional

Manifestação pública em repúdio ao Projeto de Lei n. 672/2019, dirigida aos representantes dos Estados e do Povo Brasileiro. 

O povo brasileiro, através dos cidadãos que abaixo assinam, vem expor aos Excelentíssimos Senadores da República e Deputados Federais que hoje integram o Congresso Nacional, O TOTAL REPÚDIO ao conteúdo do Projeto de Lei n. 672/2019, que altera a Lei 7.716, de 5 de janeiro de 1989, visando incluir na referida legislação os crimes de discriminação ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de gênero.

O projeto de lei em questão ataca frontalmente as liberdades privadas quando limita, inconstitucionalmente, a livre convicção e formação de valores familiares na educação dos brasileiros. 

Segundo o projeto de lei, bastaria os cidadãos manifestassem oposição à ideologia de gênero, em qualquer âmbito, para que fossem, individualmente, acusados, processados e julgados por um crime que, assim, estaria disposto: 

"Projeto de Lei N. 672 

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de preconceito em razão da identidade de gênero e/ou orientação sexual.

. . . 

Constitui crime:

Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, identidade de gênero e/ou orientação sexual.

Pena: reclusão de um a três anos e multa." 

A partir desta realidade, uma pessoa que ousasse questionar a ideologia de gênero em qualquer ambiente (desde uma manifestação pública contra iniciativa legislativa que envolva a matéria, até simples questionamentos quanto a política pedagógica inserida nas escolas); estaria cometendo crime. 

Não se diga que o projeto de lei tente promover a defesa de homossexuais e da população LGBT contra eventuais atos agressivos, pois o tipo penal não atrelaria a conduta delituosa a qualquer ofensa efetivamente perpetrada contra este público. Aliás, não o faz, pois o próprio Código Penal em vigor já prevê uma série de delitos que punem agressões a qualquer cidadão em território brasileiro, sejam elas físicas ou verbais. 

Muito ao contrário, o projeto de lei intenta criminalizar tão somente a convicção e a opinião de quem não concorda com a ideologia de gênero e com qualquer política pública ou privada voltada para orientação sexual, o que revela tentativa tirana de impor, através de processo legislativo, pauta puramente ideológica. 

A iniciativa legislativa fere profundamente os arts. 226 e 227 da Constituição Federal, que assim dispõem:

"Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

2º O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.

3º Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. 

. . .

"Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão." 

Não é qualquer exagero afirmar que quem "ousasse" respeitar o texto constitucional acima descrito estaria sujeito ao enquadramento nos crimes previstos no PL-672/2019, pois o projeto desconsidera o papel da família como protagonista na educação dos brasileiros, além de confrontar os próprios padrões sociais constitucionalmente consagrados na formação do conceito de família, tida, para tanto, como a união afetiva entre um homem e uma mulher.

Estas constatações bastam para que o texto do malfadado PL-672/2019 não sobreviva a qualquer avaliação constitucional isenta. 

Para além dos padrões legais aqui apresentados, os cidadãos subscritores têm plena consciência do mal social que representa a ideologia de gênero na formação dos seres humanos, fato este já provado por diversas pesquisas sérias promovidas na área da medicina, da psiquiatria e da psicologia. 

Os subscritores discordam do projeto legislativo que aniquila a liberdade familiar na formação de todos os cidadãos brasileiros, impondo a ditadura da ideologia de gênero a todos, e em tudo. 

Quando o povo afirma que um homem é um ser humano do sexo masculino, e uma mulher, um ser humano do sexo feminino, nada mais pretende do que resguardar a constatação do óbvio. E criminalizar uma condição natural e óbvia incide, para além da esquizofrenia, pura reengenharia social. 


ASSINE
 https://peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR112422


* * * 

FATO: O STF É UM TRIBUNAL POLÍTICO. Foi indicado e nomeado por políticos, criminosos na maioria, para quê? Defender a constituição? Ele tem feito isso? Ao impor a ideologia de gênero por lei, o STF coloca seu poder acima da constituição e acaba com a liberdade de expressão que sustenta a democracia. E o brasileiro baixa a cabeça.
 
*
ATIVISMO JUDICIAL DESTROI O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO 
ROBERTO WANDERLEY NOGUEIRA
Acontece que nenhum juiz tem o direito de, a despeito da imunidade judiciária que predica o seu exercício, conspirar contra a Constituição da República, a qual ele jurou cumprir, velar e fazer cumprir.  Com efeito, todo o sistema jurídico sofre abalos e a República desmorona quando a Suprema Corte, em especial, se descaracteriza como órgão constituído (não constituinte) do Poder Judiciário.
https://www.conjur.com.br/2019-mar-06/opiniao-ativismo-judicial-destroi-estado-democratico-direito



A ARMA MAIS PERIGOSA CONTRA NÓS - CLICK TIME
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/a-arma-mais-perigosa-contra-nos-click.html
 
*
HOMOFOBIA - STF RASGA A CONSTITUIÇÃO MAIS UMA VEZ - CRISTIANISMO SERÁ PROIBIDO - TERÇA LIVRE - #PL4754
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/homofobia-stf-rasga-constituicao-mais.html

*
A censura ameaça a democracia muito mais que fake news, cyberbullying, discurso de ódio, boatos e opiniões somados. A credibilidade e releväncia das mentiras são CAUSADAS pela censura e falta de informações. 

A interferência espúria nas últimas eleições, além das fake news da imprensa ideológica, FOI CENSURA do Google, Facebook, Youtube, TSE e outras. Há anos o brasileiro vem sendo submetido à censura e ocultação de informações, especialmente criadas para distorcer a avaliação dos fatos e impedir o questionamento das mentiras bombardeadas dia e noite sobre ele! Isso vem DE CIMA PARA BAIXO e não das redes.   


 

sexta-feira, 14 de junho de 2019

RAMON: MAIS UMA VÍTIMA DA IDEOLOGIA DE GÊNERO - terça livre

.
https://youtu.be/YREOUZYWx-s

*
JORNAZISMO - POR QUE A GRANDE MÍDIA IGNORA O MENINO RHUAN? - BRUNO DORNELLES
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/por-que-grande-midia-ignora-o-menino.html
*
MODELAGEM COMPORTAMENTAL - CONSEQUÊNCIA DA IDE0L0GIA - #CasoRhuan #CurtaeGrossa 
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/modelagem-comportamental-consequencia.html
*
Vítimas da ideologia de gênero | Dep. Ana Campagnolo
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/vitimas-da-ideologia-de-genero-dep-ana.html
*
INVENTOR DA IDEOLOGIA DE GÊNERO E CAUSADOR DE TRAGÉDIAS - Professor Dr John Money e a Ideologia de Gênero 
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/07/professor-dr-john-money-e-ideologia-de.html
*
O SUICÍDIO INCONVENIENTE DE DAVID REINER - CRISTIAN DEROSA - O FRACASSO ESCONDIDO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/09/o-suicidio-incoveniente-de-david-reiner.html
*
Relatório do sexólogo Alfred Kinsey Contestado - Olavo de Carvalho
https://youtu.be/gjztj2IKgXw
*
Karl Radek, um dos mentores do levante comunista de 1917, foi também um pioneiro da revolução sexual.
http://www.olavodecarvalho.org/lembrem-se-de-karl-radek/
*
Cem anos de pedofilia
http://www.olavodecarvalho.org/cem-anos-de-pedofilia/
*
CRIMINALIZAR A HOMOFOBIA? DITADURA DO PL 122 - GOLPE REVOLUCIONÁRIO - DAMARES ALVES
https://youtu.be/hAU-PisdmV4

DIREITO PARA BONECAS Sexuais e o risco de nosso STF
https://conspiratio3.blogspot.com/2018/05/direito-para-bonecas-sexuais-e-o-risco.html
*
Olavo de Carvalho - Quando eu disse que o gayzismo se transformaria em instrumento de perseguição anticristã, responderam que eu era louco. Quando disse que o passo seguinte seria a descriminalização da pedofilia, mais louco ainda. Se o pessoal simplesmente lesse os debates entre os guias iluminados do movimento revolucionário, saberia que estão na fila de espera, para ser legitimados como condutas normais e inatacáveis, o incesto, a necrofilia e o canibalismo. https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/517121198439959  

Olavo de Carvalho - "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo, correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como delírio de interpretação."
http://olavodecarvalho.org/urss-a-mae-do-nazismo/


 

*  *  *

PARLATÓRIO LIVRE: AMANHÃ NA ALESP
https://www.facebook.com/events/2247240305401824/
FACEBOOK
https://www.facebook.com/parlatoriolivre/
YOUTUBE
https://www.youtube.com/channel/UCqY2s05K7eTC98h7ugiPY3A/

Parlatório Livre - Jornalismo e Liberdade - Paulo Briguet
https://youtu.be/84Bx3fMO6Zk


HOMOFOBIA - STF RASGA A CONSTITUIÇÃO MAIS UMA VEZ - CRISTIANISMO SERÁ PROIBIDO - TERÇA LIVRE - #PL4754,



https://youtu.be/_2JGzeueuU0

HOMOFOBIA CRIMINALIZADA #PL4754
Resumo das palavras do Allan dos Santos no vídeo 
STF RASGA A CONSTITUIÇÃO MAIS UMA VEZ
Os comunistas usam do fato de uma democracia ter liberdade, para criar grupelhos, que não existem organizados na sociedade em si. A liberdade traz diferenças, diversidade, divergências de opiniões em questões religiosas, políticas, partidárias. É próprio da liberdade dentro de um povo haver esse debate, é comum esse conflito. Os comunistas sabem que a melhor maneira de desestabilizar, criar o caos, porque eles vivem do caos, é vc pegar os grupos divergentes, que são absolutamente comuns e normais num grupo humano, e criar desavenças. Entenda que a discordância não é própria apenas de grupos antagônicos, é próprio da sociedade humana ter pessoas diferentes que discutem suas idéias, suas opiniões, suas convicções. Isso é absolutamente comum. O que não é comum é um grupo se utilizar de meios espúrios para condenar a opinião do outro, criminalizar a opinião do outro. Que é exatamente o que o STF está fazendo agora. 
*
"O pós-marxismo de Laclau e Mouffe tem como centro a supressão do conceito de 'classe social' como elemento teórico relevante para a esquerda. Esse é o passo crucial que ambos os pensadores dão em comparação a Gramsci, em quem, ademais, baseiam a maior parte de sua teoria. O proletariado já não é o sujeito privilegiado em nenhum sentido possível; a classe trabalhadora em Laclau não tem sequer privilégios em uma estratégia hegemônica como na teoria gramsciana. Porém, para além disso, tampouco há sentido em produrar outro sujeito privilegiado, como aconteceu na década de 60 na qual se discutiu, a partir espedialmente dos teóricos da Escola de Frankfurt, se o privilégio da história passaca pelos jovens, pelas mulheres, etc. Contra a intenção desesperada de descobrir novos sujeitos para a revolução anticapitalista, Laclau e Mouffe acentuam a construção discursiva dos sujeitos. O que significa isso? Significa, pois, que os discursos ideológicos podem dar origem a novos agentes da revolução. Simplificando um pouco: é preciso fabricar e difundir relatos que gerem conflitos úteis para a causa da esquerda." (De "O Livro Negro da Nova Esquerda", Agustin Laje e Nicolás Marquez)   
*

“As ideologias totalitárias são adotadas porque racionalizam o ressentimento e também unem os ressentidos em torno de uma causa comum. Os sistemas totalitários surgem quando os ressentidos, tomando o poder, procedem à abolição das instituições que conferem poder aos outros: instituições como a lei, a propriedade e a religião, que criam hierarquias, autoridades e privilégios e permitem aos indivíduos afirmar a soberania sobre suas próprias vidas. Para os ressentidos, essas instituições são a causa da desigualdade e, portanto, de suas próprias humilhações e fracassos. Na verdade, elas são os canais através dos quais o ressentimento é drenado. Uma vez que as instituições de direito, propriedade e religiões são destruídas - e sua destruição é o resultado normal do governo totalitário - o ressentimento ocupa seu lugar de forma inabalável, como o princípio governante do Estado. ” Roger Scruton
*
"MARCUSE (...) Então, identificou os novos excluídos do capitalismo, como agentes revolucionários : gays, mulheres, criminosos, negros, latinos, etc. Ou seja, a esquerda revolucionária deveria usar esses excluídos para promover a destruição da sociedade ocidental, dos valores "burgueses", da moral judaico-cristã. Então, todos os movimentos que surgiram no mundo (tudo começou nos EUA, com a ação direta do Marcuse), o famoso "politicamente correto", tem como origem Hebert Marcues (é dele a frase "Não faça guerra, faça amor", que culminou no abandono da guerra do Vietna e na tomada comunista da região, resultando em mais de 2 milhões de mortes). "
http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=28496.15;imode



*
"Lênin tinha dito que "nossa tarefa é utilizar cada manifestação de descontentamento, coletar e utilizar cada grão de protesto rudimentar". Markovsky comenta que: "Na verdade, se você quer mudar a sociedade, eis o roteiro de Lenin: cause o problema. Espalhe a miséria. Envie um quadro de organizadores comunitários profissionais para unificar todos os espíritos deserdados descontentes e abastecer uma revolta organizada. Atraia caos e violência. Explore o caos para grandes objetivos políticos. Culpe seus oponentes políticos, demonize e criminalize-os"." Cliff Kincaid, A Espada da Revolução


*
"Em breve, relembrar a morte de Rhuan será considerado um crime contra a ideologia de gênero" 
Muito se falou no casal Nardoni, muito se falou em Suzane von Richthoffen, mas estranhamente pouco se fala em Rosana e Kacyla, as assassinas de Rhuan. Uma das poucas pessoas públicas que demonstraram preocupação com o caso foi a ministra Damares Alves. Mas onde está a revolta dos formadores de opinião? Onde estão as entidades em defesa dos direitos humanos? Onde estão os nossos ativistas judiciais? Onde estão as análises de especialistas, os discursos indignados, as camisetas com o slogan RHUAN VIVE? Até o caso de Neymar merece mais atenção das nossas classes falantes. Que vergonha!
Agora, no STF, está sendo votada a criminalização das críticas à ideologia de gênero. Para os totalitários — sejam eles globalistas ou socialistas — é sempre assim: denunciar o crime torna-se crime. Prepare-se, portanto, para o dia em que relembrar o martírio de Rhuan será um crime contra a “igualdade de gênero”. Estaremos condenados ao silêncio.
Senhor, tende piedade de nós.
https://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/paulo-briguet/o-martirio-do-menino-rhuan-2942399e.html

*
FATO: O STF É UM TRIBUNAL POLÍTICO. Foi indicado e nomeado por políticos, criminosos na maioria, para quê? Defender a constituição? Ele tem feito isso? Ao impor a ideologia de gênero por lei, o STF coloca seu poder acima da constituição e acaba com a liberdade de expressão que sustenta a democracia. E o brasileiro baixa a cabeça.

ATIVISMO JUDICIAL DESTROI O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO 
ROBERTO WANDERLEY NOGUEIRA
Acontece que nenhum juiz tem o direito de, a despeito da imunidade judiciária que predica o seu exercício, conspirar contra a Constituição da República, a qual ele jurou cumprir, velar e fazer cumprir.  Com efeito, todo o sistema jurídico sofre abalos e a República desmorona quando a Suprema Corte, em especial, se descaracteriza como órgão constituído (não constituinte) do Poder Judiciário.
https://www.conjur.com.br/2019-mar-06/opiniao-ativismo-judicial-destroi-estado-democratico-direito










A direita ressuscitou porque a corja se descuidou e permitiu a LIBERDADE DE EXPRESSÃO na Internet, furando o controle e o  bloqueio dissimulado das informações imposto a outros meios de comunicação de massas, durante anos!
Com novas informações e novas fontes, pudemos questionar e começar a sair da hipnose. Pudemos buscar, confrontar e fazer a triagem das informações até montar um mapa (ainda incompleto, mas razoável) para nos orientar. No entanto, a mente do brasileiro ainda está dormente, reage passivamente à realidade, como se fosse um sonho. Não está somando 2+2 . Se assim não fosse, já teriam percebido que a liberdade de expressão é prioridade, sustenta todos os outros combates e tem de ser defendida ANTES deles.
Minha sugestão é que se reúna um grupo para estudar, investigar, rastrear e desmascarar a farsa politicamente correta que tem embasado todos os pretextos para censurar, resultando num documento que possa ser esfregado na cara de qualquer tribunal.





A CENSURA ACABA COM A DEMOCRACIA. Se você não pode informar, não pode ser informado. Se você não pode alertar, não pode ser alertado. A liberdade de expressão é o que permite nossa vigilância sobre os poderes.

A censura ameaça a democracia muito mais que fake news, cyberbullying, boatos e opiniões somados. A credibilidade e releväncia das mentiras são CAUSADAS pela censura e falta de informações. 

A interferência espúria nas últimas eleições, além das fake news da imprensa ideológica, FOI CENSURA do Google, Facebook, Youtube, TSE e outras. Há anos o brasileiro vem sendo submetido à censura e ocultação de informações, especialmente criadas para distorcer a avaliação dos fatos e impedir o questionamento das mentiras bombardeadas dia e noite sobre ele! Isso vem DE CIMA PARA BAIXO e não das redes.