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terça-feira, 15 de junho de 2021

LEANDRO RUSCHEL - PANE NO SISTEMA - O Paradoxo Moderno (Ep. 1)

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O comunismo implantado sorrateiramente: Sociedade Fabiana, Gramsci, Escola de Frankfurt, Saul Alinsky - https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=4168

GRAMSCI, ESCOLA DE FRANKFURTI, TEORIA CRÍTICA, DESCONSTRUCIONISMO, RELATIVISMO, MARCUSE, POLITICAMENTE CORRETO -  https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=4272

O grande engodo da esquerda: comparar situações reais com situações idealizadas. E destruir a sociedade por causa de um sonho sem consistência. https://youtu.be/s6lreLA-zIA?t=5197

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Olavo de Carvalho - "Preparem-se. Nos próximos anos a desordem do mundo atingirá o patamar da alucinação permanente e por toda parte a mentira e a insanidade reinarão sem freios. Não digo isso em função de nenhuma profecia, mas porque estudei os planos dos três impérios globais e sei que nenhum deles tem o mais mínimo respeito pela estrutura da realidade. Cada um está possuído pelo que Eric Voegelin chamava "fé metastática", a crença louca numa súbita transformação salvadora que libertará a humanidade de tudo o que constitui a lógica mesma da condição terrestre. Na guerra ou na paz, disputando até à morte ou conciliando-se num acordo macabro, cada um prometerá o impossível e estreitará cada vez mais a margem do possível. A Igreja Católica é a única força que poderia, no meio disso, restaurar o mínimo de equilíbrio e sanidade, mas, conduzida por prelados insanos, vendidos e traidores, parece mais empenhada em render-se ao espírito do caos e fazer boa figura ante os timoneiros do desastre. No entanto, no fundo da confusão muitas almas serão miraculosamente despertadas para a visão da ordem profunda e abrangente que continua reinando, ignorada do mundo. Muitas consciências despertarão para o fato de que o cenário histórico não tem em si seu próprio princípio ordenador e só faz sentido quando visto na escala da infinitude, do céu e do inferno. Essas criaturas sentirão nascer dentro de si a força ignorada de uma fé sobre-humana e nada as atemorizará."

Olavo de Carvalho - Por enquanto, o pessoal pode brincar de desconstrucionismo porque só o imagina como contestação da “lógica binária”. Mas, quando a última recordação da lógica binária tiver desaparecido da memória e só restar o desconstrucionismo enquanto tal, pensar “gugu dadá” será um desafio invencível.
Imagino um grupo de generais, num país sob ataque, planejando a defesa com base na lógica desconstrucionista. A premissa número um seria a de que o invasor não existe, é apenas uma diferença entre signos.

Olavo de Carvalho Quando os comunolarápios dizem coisas absurdas, não ria deles, achando que ganhou a discussão. O discurso deles já não tenta nem se parecer de longe com a verdade. Eles não precisam da verossimilhança, porque seu objetivo não é PERSUADIR, É DESORIENTAR, ATORDOAR, E POR ESSE MEIO ESCRAVIZAR PSICOLOGICAMENTE O PÚBLICO.
 

OLAVO DE CARVALHO - BRINCAR DE GENOCÍDIO

Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas: ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal, ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e respeitoso joguinho de idéias.

Tão logo entra nisso, com boa-fé e sem se dar conta das implicações morais de sua decisão, você se desliga de sua consciência profunda – que percebe essas implicações perfeitamente bem – e passa a raciocinar só com a periferia de seu ser pensante. Rompido o elo entre o coração e a máquina de tagarelar, você já é um esquizóide ao menos honorário: e quando a patologia adquirida começa a se manifestar em sintomas – um sentimento de culpa difusa, um medo sem razão, umas inibições súbitas e inexplicáveis – você já não tem a menor condição de saber de onde eles vieram.

Todas as neuroses, dizia Igor Caruso, são produzidas pela repressão da consciência moral, da voz interior que nos indica o sentido profundo de nossas escolhas e a lógica implacável de suas conseqüências. Quando você sufoca a voz da consciência, é essa lógica que você expele de seu horizonte de visão. Por não querer arcar com o peso da escolha moral consciente, você entrega as rédeas de seu destino à mecânica do inconsciente – ou ao primeiro que, em torno, deseje pegá-las. E quem mais desejaria pegá-las que o manipulador que sonha em conduzi-lo pela argola do nariz, como um boi sonso, a transigências e complacências que lúcido e consciente você não poderia aceitar de maneira alguma?

Então, ao admitir que matar ou não matar 100 milhões de pessoas é apenas uma livre escolha entre “linhas ideológicas”, você já nem pode se dar conta de que isso é o mesmo que um assassino declarar que entre ele e sua vítima nada mais se passou que uma divergência quanto à interpretação do Código Penal.

Contra essa insinuação, subentendida na exigência acima referida, é preciso reiterar com todo o vigor: a condenação do comunismo não é um ato político ou ideológico, é um ato moral. Não é livre escolha, é obrigação elementar e indeclinável como a condenação do nazismo e do fascismo. A moral transcende infinitamente a esfera das ideologias e dos jogos de poder. Submetê-la a essa esfera é prostituí-la, e ninguém a prostitui mais que o comunista que, após tê-la assim subjugado, alardeia querer “ética na política”, com uma piscadela maliciosa ao círculo dos iniciados que sabem aonde ele quer chegar com isso. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/



 

sábado, 1 de agosto de 2020

SAUL ALINSKY - O demônio viveu entre nós

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O TOTALITARISMO ELIMINA TODOS OS LAÇOS SOCIAIS E FAMILIARES 
As novas classes e nacionalidades barravam o caminho de Stálin para o governo totalitário. A fim de produzir a necessária MASSA ATOMIZADA E AMORFA, precisava primeiro liquidar o resto de poder dos Sovietes. Por volta de 1930, os últimos vestígios das antigas instituições comunais haviam desaparecido: em seu lugar existia uma burocracia partidária firmemente centralizada, cujas tendências para a russificação não eram muito diferentes daquelas do regime czarista. 

O governo bolchevista empreendeu então a liquidação das classes e começou, por motivos ideológicos e de propaganda, com as classes proprietárias, a nova classe média das cidades e os camponeses do interior, cuja liquidação foi mais meticulosa e cruel que a de qualquer outro grupo, e foi levada a cabo por meio de fome artificial e deportação, a pretexto de expropriação dos kulaks e de coletivização. A liquidação das classes média e camponesa terminou no início da década de 30: os que não se incluíam entre os muitos milhões de mortos ou milhões de deportados sabiam agora “quem mandava neste país” e haviam compreendido que as suas vidas e as vidas de suas famílias não dependiam dos seus concidadãos, mas somente dos caprichos do governo, aos quais tinham de enfrentarem completa solidão. Não há classe que não possa ser extinta quando se mata um número suficientemente grande de seus membros.

A próxima classe a ser liquidada como grupo era a dos operários. Como classe, ofereciam muito menor resistência que os camponeses, porque a expropriação dos donos de fábricas, que eles haviam realizado espontaneamente durante a Revolução, havia sido imediatamente frustrada pelo governo, que confiscara as fábricas como sendo propriedade do Estado, sob o pretexto de que o Estado pertencia ao proletariado. O sistema stakhanovista, adotado no início da década de 30, eliminou a solidariedade e a consciência de classe dos trabalhadores pela concorrência feroz implantada pela solidificação de uma aristocracia operária, separada do trabalhador comum por uma distância social mais aguda que a distância entre os trabalhadores e a gerência. Esse processo foi completado em 1938, quando a criação do documento de trabalho transformou oficialmente toda a classe operária russa num gigantesco corpo de trabalhadores forçados. 

Finalmente, veio a liquidação daquela burocracia que havia ajudado a executar as medidas anteriores de extermínio. Stálin levou dois anos, de 1936 a 1938, para se desfazer de toda a aristocracia administrativa e militar da sociedade soviética; quase todas as repartições públicas, fábricas, entidades econômicas e culturais e agências governamentais, partidárias e militares passaram a novas mãos, quando “quase a metade do pessoal administrativo havia sido eliminada”, e foram liquidados mais de 50% de todos os membros do partido e “pelo menos outros 8 milhões de pessoas”. E, como esse expurgo geral terminou com a liquidação das mais altas autoridades policiais — as mesmas que antes haviam organizado o expurgo geral —, nem mesmo os oficiais da GPU, que haviam instaurado o terror, podiam pensar que, como grupo, ainda representassem alguma coisa.

Desde os tempos antigos, a imposição da igualdade de condições aos governados constituiu um dos principais alvos dos despotismos e das tiranias, mas essa equalização não basta para o governo totalitário, porque deixa ainda intactos certos laços não políticos entre os subjugados, tais como LAÇOS DE FAMÍLIA e de interesses culturais comuns. O totalitarismo deve chegar ao ponto em que tem de acabar com a existência autônoma de qualquer atividade que seja, mesmo que se trate de xadrez. Os amantes do “xadrez por amor ao xadrez”, adequadamente comparados por seu exterminador aos amantes da “arte por amor à arte”, demonstram que ainda não foram absolutamente atomizados todos os elementos da sociedade, cuja UNIFORMIDADE INTEIRAMENTE HOMOGÊNEA É CONDIÇÃO FUNDAMENTAL PARA O TOTALITARISMO.

A atomização da massa na sociedade soviética foi conseguida pelo uso de repetidos expurgos que invariavelmente precediam o verdadeiro extermínio de um grupo. A fim de destruir todas as conexões sociais e familiares, os expurgos eram conduzidos de modo a ameaçarem com o mesmo destino o acusado e todas as suas relações, desde meros conhecidos até os parentes e amigos íntimos. A “culpa por associação” é uma invenção engenhosa e simples; logo que um homem é acusado, os seus antigos amigos se transformam nos mais amargos inimigos: para salvar a própria pele, prestam informações e acorrem com denúncias que “corroboram” provas inexistentes. Em seguida, tentam provar que a sua amizade com o acusado nada mais era que um meio de espioná-lo e delatá-lo como sabotador, trotskista, espião estrangeiro ou fascista. Uma vez que o mérito é “julgado pelo número de denúncias apresentadas contra os camaradas”, é óbvio que a mais elementar cautela exige que se evitem todos os contatos íntimos com aqueles que sejam obrigados, pelo perigo da própria vida, à necessidade de arruinar a de outrem. Em última análise, foi através do desenvolvimento desse artifício, até os seus máximos e mais fantásticos extremos, que os governantes bolchevistas conseguiram criar uma sociedade atomizada e individualizada como nunca se viu antes, e a qual nenhum evento ou catástrofe poderiam por si só ter suscitado.

Os movimentos totalitários são organizações maciças de indivíduos atomizados e isolados. Distinguem-se dos outros partidos e movimentos pela exigência de lealdade total, irrestrita, incondicional e inalterável de cada membro individual. Essa exigência é feita pelos líderes dos movimentos totalitários mesmo antes de tomarem o poder e decorre da alegação, já contida em sua ideologia, de que a organização abrangerá, no devido tempo, toda a raça humana. Contudo, onde o governo totalitário não é preparado por um movimento totalitário (como foi o caso da Rússia em contraposição com a Alemanha nazista), o movimento tem de ser organizado depois, e as condições para o seu crescimento têm de ser artificialmente criadas de modo a possibilitar a lealdade total que é a base psicológica do domínio total. Não se pode esperar essa lealdade a não ser de seres humanos completamente isolados que, desprovidos de outros laços sociais — de família, amizade, camaradagem — só adquirem o sentido de terem lugar neste mundo quando participam de um movimento, pertencem ao partido. 

A lealdade total só é possível quando a fidelidade é esvaziada de todo o seu conteúdo concreto, que poderia dar azo a mudanças de opinião. Os movimentos totalitários, cada um ao seu modo, fizeram o possível para se livrarem de programas que especificas sem um conteúdo concreto, herdados de estágios anteriores e não totalitários da sua evolução. Por mais radical que seja, todo objetivo político que não inclua o domínio mundial, todo programa político definido que trate de assuntos específicos em vez de referir-se a “questões ideológicas que serão importantes durante séculos” é um entrave para o totalitarismo.

O verdadeiro objetivo do fascismo era apenas a tomada do poder e a instalação da “elite” fascista no governo. Já o totalitarismo jamais se contenta em governar por meios externos, ou seja, através do Estado e de uma máquina de violência; graças à sua ideologia peculiar e ao papel dessa ideologia no aparelho de coação, o totalitarismo descobriu um meio de subjugar e aterrorizar os seres humanos internamente.

Referência: Hannah Arendt, "Origens do Totalitarismo" pgs 287-291

 

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

SAUL D. ALINSKY - influenciou a vida de todos brasileiros | Prof. Lucas Ferrugem

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CRIANDO O PROBLEMA PARA IMPOR A SOLUÇÃO 
Olavo de Carvalho - "O caminho mais curto para a destruição da democracia é fomentar o banditismo por meio da cultura e tentar controlá-lo, em seguida, pelo desarmamento civil. A esquerda nacional tem trilhado coerentemente essa dupla via há pelo menos cinco décadas, e sempre soube perfeitamente qual seria o resultado: o caos social, seguido de endurecimento do regime se ela estiver no poder, de agitação insurrecional se estiver fora dele."  
http://www.olavodecarvalho.org/estudar-antes-de-falar/

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

PALESTRA - QUEM FOI SAUL ALINSKY


 9:00 - 12:00
Rua Vergueiro 2387,Vila Mariana -São paulo
https://www.facebook.com/events/146055602774533/

Tema: Quem foi Saul Alinsky?
Saul Alinsky foi, provavelmente, o principal estrategista político do século 20. Mas, afinal, quem foi ele de fato? O que ele fez? Quem influenciou? E por que devemos conhecê-lo?
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André Assi Barreto é mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e professor das redes pública e privada. Além de atuar como revisor de textos, tradutor e assessor editorial, estuda temas relacionados à Ciência Política há quase oito anos. Escreve regularmente em: www.andreassibarreto.org.
Será disponibilizado a venda de seu livro.


VÍDEO NO FACEBOOK
https://www.facebook.com/direitasaopaulo/videos/1426301310807864/
Palestra com Prof Andre Assi na sede do Direita São Paulo.
Tema: QUEM FOI SAUL ALINSKY?


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QUEREM CENSURAR AS REDES COM O PRETEXTO DO "DISCURSO DE ÓDIO" - DÊ UM DESLIKE E PASSE ADIANTE
https://www.facebook.com/Rede45/videos/1628912893854580/
Isso é incitação à ignorância e à omissão diante do crime, é incitação à autocensura, é incitação ao desprezo pela verdade que, quando buscada e veiculada, desmente e desmascara todos os falsos discursos, é um ataque à liberdade de expressão que nos protege dos crimes do Estado, o maior dos criminosos de todos os tempos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

PRIMEIRO VOCÊ DESTRÓI A ECONOMIA, DEPOIS O ESTADO E, EM SEGUDA, A OPOSIÇÃO, E AÍ DOMINA A SOCIEDADE - GRAMSCI



Comunistas e a implosão do “Estado Burguês”
Escrito por Ipojuca Pontes | 01 Setembro 2016

Em 20 anos, para implodir o “sistema burguês” e se manter no poder fáustico, a canalha esquerdista criou cerca de 84 estatais e 39 ministérios prodigalizando regalias do tipo “auxílio- exclusão”, “seguro-defeso” e “Bolsa Família”.

O comunista Antonio Gramsci, “Il Gobbo”, ao perceber que a revolução bolchevique não passava de um inútil banho de sangue, levantou as principais coordenadas: “Primeiro” – disse ele – “você destrói a economia, depois destrói o Estado e, em seguida, acaba com a oposição. Aí, toma conta da sociedade. E a melhor maneira de destruir a sociedade capitalista é depravar sua economia”.

Mas como chegar a isso? Bem, o caminho prático para se chegar ao paraíso comunista seria o de “sobrecarregar” o Estado burguês capitalista. A ideia diabólica seria levar todo mundo a depender, dentro do sistema, das benesses do Estado e passar a mamar nas tetas do governo. Com o tempo, o peso do amparo à pobreza se tornaria insuportável e a sociedade capitalista ruiria, pois, como se sabe, a humanidade sempre viveu em regime de escassez.

Não há prática sem teoria. Assim, inspirado nas teses (doentias) de Gramsci e nas “regras radicais” de Saul Alinsky, agente da KGB infiltrado nas organizações sindicais da Chicago dos anos 30, especialista em fomentar “conquistas sociais”, Richard Cloward e Frances Fox Piven, um casal de fabianos, prescreveu a bula para destruir a democracia capitalista. Nas páginas da “Estratégia Cloward-Piven”, a dupla pontifica: “A economia burguesa será levada ao colapso por meio da crescente implementação da conquista de direitos patrocinados pelo Estado do bem-estar social”. E mais:

- Ao lado da distribuição das benesses sociais, será necessário ainda expandir o poder de atuação da burocracia visando a criação de leis e pacotes assistenciais e, fundamentado nelas, na expansão do eleitorado dependente do amparo do governo. “Com o aumento da lista de assistidos e a sobrecarga dos direitos sociais será inevitável a deflagração do caos na economia burguesa”.

(Hoje, no Brasil, a partir dos governos socialistas de FHC, Lula da Selva e Dilma Terrorista, ninguém duvida mais que prevalece no pedaço a rigorosa adoção da “estratégia” miserável).

De fato, em 20 anos, para implodir o “sistema burguês” e se manter no poder fáustico, a canalha esquerdista criou cerca de 84 estatais e 39 ministérios prodigalizando regalias do tipo “auxílio- exclusão”, “seguro-defeso” e “Bolsa Família”, institucionalizando, assim, a malandragem pátria. Por exemplo: visando manter ativo um inusitado “Beneficio de Prestação Continuada” (BPC), para remunerar dependentes que nunca contribuíram com INSS, e que muitas vezes nem existem, o governo babá queima anualmente R$ 45 bilhões.

Outro exemplo claro da ação preconcebida para implodir a economia burguesa identifica-se na criação da Empresa de Planejamento e Logística destinada à construção do trem-bala, cujo projeto, abandonado, redunda no desperdício anual de milhões no custeio da folha de pagamento de funcionários ociosos.

Neste banquete de horror socialista, 300 mil ativistas terceirizados e 100 mil “boquinhas” comissionadas em ministérios e estatais se refestelam na grana pública.

Some-se a tudo isto, as despesas colossais com os salários nababescos das burocracias do Executivo, Legislativo e Judiciário, incorporando aumentos crescentes e isonomias em cascata, bem como mordomias, viagens oficiais aos borbotões, para não falar nos bilhões dos fundos de pensões, nas fortunas para produções de filmes pornográficos e políticos, em shows permissivos de artistas engajados e mais o desperdício sem controle de verbas das universidades e de obras públicas fraudulentas que oficializam o sumidouro de propinas e roubos partidários e então... e então teremos a justificativa do porquê a economia burguesa dançou e o socialismo dos neomarxistas se impôs à nação perplexa, humilhada e ofendida.

PS – A julgar pelo que vocifera o sinuoso ministro Meirelles, mão de ferro do governo social-democrata da Era Temer, caberá ao contribuinte (a descarnada classe média, por assim dizer) pagar o ônus da ruinosa “estratégia”. Ele sustenta, com dose de cinismo, que se não houver aumento da arrecadação pelo crescimento da produção, só restará ao governo o aumento da carga tributária, “pontual e temporário”, para se chegar ao inatingível “ajuste fiscal”.

Como diria o carniceiro Lenin: o que fazer?

Ipojuca Pontes cineasta, jornalista, e autor de livros como 'A Era Lula', 'Cultura e Desenvolvimento' e 'Politicamente Corretíssimos', é um dos mais antigos colunistas do Mídia Sem Máscara. Também é conferencista e foi Secretário Nacional da Cultura.

http://www.midiasemmascara.org/artigos/economia/16696-2016-09-01-17-35-00.html




A nação dos zumbis
Thomaz Ferreira Martins
Como gerações de brasileiros são atualmente vítimas de um dos maiores e mais bem-sucedidos processos de lavagem cerebral massiva da História.
http://sensoincomum.org/2016/09/08/nacao-zumbis/


quarta-feira, 20 de julho de 2016

BEN CARSON DESMASCARA HILLARY (HILLARY CLINTON = DILMA ROUSSEFF)

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Dr. Ben Carson faz discurso inspirador e desnuda passado de Hillary (Legendado PT-BR) https://youtu.be/CVhZ75_BOXU

Publicado em 20 de jul de 2016
Para se aprofundar no tema:
- Ben Carson ousou falar a verdade
https://goo.gl/ubkjkc
- Um raio X das regras para radicais (2012) https://goo.gl/qrmReM
- Saul Alinksy e o Império do Radicalismo Político https://goo.gl/M4aJ6k
- Um alerta sobre o discurso de Ben Carson https://goo.gl/GY8hlF
CANALhttps://www.youtube.com/user/matiasp9/vídeos


"Dedico este livro a Lucifer, o primeiro radical que se conhece, ele se rebelou contra o establishment e fez isso tão bem que ao menos conquistou seu próprio reino." Saul Allinsky (Regras para radicais)
Saul Allinsky é o guru da esquerda americana. Ben Carson explica claramente que nossos valores cristãos são definitivamente incompatíveis com a esquerda revolucionária.
 

Alexandre Borges 
Ben Carson enlouqueceu a obamídia ontem e deve ser o assunto hoje. Ele ousou falar a verdade. O mais importante neurocirurgião pediátrico do planeta citou em seu discurso que:

 - Hillary Clinton teve como ídolo na juventude o ativista radical Saul Alinsky (verdade)

- Saul Alinsky é autor do livro de cabeceira de todo revolucionário americano das últimas décadas: "Rules for Radicals: A Practical Primer for Realistic Radicals" (verdade)
- Alinsky dedicou o livro a Lúcifer (verdade)


A imprensa resolveu dizer o que ele não disse, que Carson acusou Hillary de satanista, o que evidentemente ele não fez. Mas o que menos interessa a esse pessoal, especialmente quando o assunto envolve conservadores, é a verdade.
Alinsky serviu de inspiração para a jovem e radical Hillary na juventude e foi tema de sua tese de conclusão de curso na graduação no Wellesley College em 1969. A tese é no geral simpática a ele, com pequenas críticas a efetividade do que fazia.


Hillary concordava com as motivações ideológicas de Saul Alinsky e era tão esquerdista e revolucionária quanto ele, o motivo de discordância era que ele acreditava que só se muda o sistema por fora enquanto ela defendia que se pode mudar por dentro, o que sua vida inteira na política acabou por provar. Alinksy chegou a oferecer um emprego para Hillary mas ela recusou porque queria terminar a faculdade.


A dedicatória do livro de Alinsky faz uma homenagem ao "primeiro radical que se conhece, ele se rebelou contra o establishment e fez isso tão bem que ao menos conquistou seu próprio reino - Lúcifer". Ben Carson fez muito bem em citar o fato e a irritação da obamídia é uma prova definitiva disso. A convenção do Partido Democrata de 2012, na última corrida presidencial, os convencionais vaiaram quando Deus foi citado (veja aqui
https://youtu.be/eUJE9YfsbNQ). Agora escolhem como candidata a radical que tinha Alinsky como ídolo, o mesmo que dedicou seu livro à satanás. Ninguém pode acusar os democratas de incoerentes.
- Discurso
Dr. Ben Carson (Legendado PT-BR) - http://bit.ly/2a8RyLQ
- "Saul Alinsky e o Império do Radicalismo Político"
Silvio Medeiros https://youtu.be/ohhHJLBjNYA

https://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/1124857234238753/?type=3&theater

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DESARMAMENTO - Então a tática que o PT está usando contra nós foi descrita por Saul Alinsky:   "estas são as 13 regras para táticas, de Saul Alinsky, que tem ajudado a média dos esquerdistas norte-americanos (e ultraesquerdistas do Brasil) a terem duas ou três vezes mais agilidade mental que a média dos direitistas: 1 -  Poder não é apenas o que você tem, mas o que o inimigo pensa que você tem." O PT está tirando este poder de nós, pois as leis desarmamentistas notificam os bandidos que estamos desarmados.


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LÚCIFER E A REVOLUÇÃO
http://conspiratio3.blogspot.com.br/search/label/L%C3%9ACIFER%20REVOLUCION%C3%81RIO