"John
Stuart Mill diz: Por que, afinal de contas, nós devemos defender o
direito ao erro? ... é pela defesa de um princípio. Um princípio que se
nós o assegurarmos e garantirmos faculta o florescimento da Verdade." (Fernando Schüler) Este princípio é o alvo oculto da censura.
*
Pavinatto diz que o fenômeno da mentira sempre existiu, mas que a internet o intensificou.
A Internet acelerou e multiplicou tudo,
inclusive a verdade. E é isto o que incomoda os mentirosos/censores, a
INTERNET ACELEROU A VERDADE, ou seja a triagem e o desmascaramento da
mentira. Esta é a causa REAL da censura.
*
"Soros é adepto da Sociedade Aberta, de Karl Popper, que entre outras
coisas, pretende implementar uma ordem global regida pelas idéias de
certos milionários vistos como filantropos e bem intencionados. (...) O objetivo é que a estrutura comunicacional do mundo seja
capaz de orientar e dirigir mensagens, abordagens, interpretações e até
opiniões, de modo a livrar o mundo de um caos informativo, o que,
segundo eles, poderia prejudicar a realização de suas utopias sociais
pacifistas. Não é preciso explicar como todo esse dinheiro está indo, na
verdade, para a formação de um imensa rede de informação, que passará,
obrigatoriamente, por uma definição da verdade e a instalação de um sistema persecutório de moldes totalitários."
"Mas esse
permanente esforço de homogeneização das opiniões e manutenção da idéia
de uma Opinião Pública encontrou um poderoso obstáculo com a chegada da
internet, mais especificamente das redes sociais. As redes sociais
tornaram realidade a promessa original da democracia: a participação
popular. O problema é que nem a elite proprietária dos grandes veículos
nem os donos do dinheiro estavam preparados para isso." Cristian Derosa, "Fake Check - a máfia por trás da censura"
*
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
A CENSURA sai da esfera democrática do
debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na
esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Olavo de Carvalho sempre disse que o combate deveria ser no campo da cultura e
que isso levaria muito tempo. Mas não teremos esse tempo se não
combatermos a censura agora. Se não LUTARMOS contra a censura, não poderemos lutar contra nada mais.
Bruno Carpes · Peço
ajuda aos amigos do mundo jurídico. Meus livros jurídicos das décadas
passadas já não fazem mais sentido e eu estou emburrecendo pela confusão
mental.
O Supremo Tribunal Federal, por meio do seu Presidente
Min. Dias Toffoli, publicou portaria a fim de instaurar inquérito para
investigar fake news, ameaças, denunciações caluniosas e crimes contra
honra do próprio Supremo (?), de seus membros e familiares. Até aí, tudo
entendido, afinal o Código de Processo Penal permite que a Autoridade Judicial requisite instauração de inquérito policial.
Mas, eis a surpresa, a portaria (ato administrativo interno) determina
que o inquérito seja presidido por um dos seus Ministros (Alexandre de
Moraes) para apuração dos fatos (quais, a portaria não diz) com base no
regimento interno (instrumento de cunho administrativo para organização
interna corporis). Ou seja, o Judiciário (STF) investigará crimes? E
contra si próprio? É isso mesmo? Investigará e depois? Ajuizará a ação? E
depois condenará sendo a própria vítima? E se precisar quebrar sigilos
protegidos constitucionalmente, o Ministro já como investigador oficiará
direto à operadora ou órgão público? Ele pedirá autorização ao colega,
que pode ser também vítima do crime investigado? E se o juiz de Primeira
Instância resolver publicar ordem de serviço autorizando a instauração
de inquérito para apurar crimes contra si, tudo certo? Tudo conforme os
ditames constitucionais mais consagrados? Tudo normal? E Aqueles
que se mostram sempre preocupados com um Judiciário que se preocupe
apenas com as garantias processuais e com a sua falta de contaminação
com a investigação, a fim de preservar a sua imparcialidade, tudo certo? Devo estar vendo pelo em ovo porque a OAB e associações de magistrados já elogiaram a iniciativa. Aguardo o auxílio dos amigos. Obrigado.
Paulo Eneas · Em
artigo para o Crítica Nacional, Claudia Wild oferece uma resposta e
comenta a matéria caluniosa, mentirosa e difamatória publicada no último
domingo pelo jornal o Estado de São Paulo.
Claudia Wild Responde Ao Estadão
Com referência à matéria do jornal Estadão, publicada no dia 17 de março do corrente ano, assinada pelo jornalista José Fucs, tenho a esclarecer o seguinte. 1) Não recebo e jamais recebi um único centavo, tampouco faço parte de nenhum tipo de ação coordenada com a finalidade de publicação de opiniões contra ou a favor de qualquer jornalista, partido ou qualquer político. Ação definida pelo senhor Fucs como verdadeira “milícia virtual” para a prática dos mais variados crimes contra a honra. O que escrevo reflete apenas e tão somente a minha leitura dos fatos, comentados à luz dos valores morais nos quais fui educada e nos quais educo o meu filho. Se votei no atual presidente, que se saiba que o fiz pelo fato do mesmo não ter vergonha de representar esses mesmos valores. 2) Não respondo ou presto contas a qualquer um dos demais citados na referida reportagem. Respondo à minha consciência e às leis. Sendo que inúmeras pessoas citadas na matéria jornalística, também descritas como “milicianas”, eu nem sequer conhecia – ainda que virtualmente – e que jamais mantive qualquer contato individual ou coletivo com quem quer que fosse. 3) Não tenho e nunca tive intuito ou prática de destruir reputações ou difamar/caluniar quem quer que seja. Apenas faço leitura dos fatos, à luz do mais óbvio senso comum, que parece faltar à certa parcela do jornalismo brasileiro. Se meus escritos parecem contundentes a quem se ofende mais com palavras do que com os descalabros testemunhados pelo cidadão brasileiro diariamente – da mega corrupção sistematizada ao fato de gangues com armas de guerras dominarem áreas inteiras e imporem a lei do terror à população – é porque tais escritos refletem a indignação de uma cidadã, mulher e mãe. 4) Aliás, tenho sido, há muito, alvo de reiteradas ofensas do mais baixo calão, bem como de inúmeras ameaças à minha vida e integridade física. Tais fatos são de conhecimento acessível à imprensa, posto que por inúmeras vezes relatei pormenorizadamente nas redes sociais a ocorrência desse tipo de situação. No entanto, para o jornalismo que me ataca, ameaças e ofensas a uma mãe e mulher não interessam, pois, no caso em questão, não sou uma radical de esquerda e meu sofrimento não pode ser utilizado para o palanque político de sempre. Vítimas, para a “extrema imprensa” engajada só importam se servirem para reforçar a narrativa vitimizante, maniqueísta e reducionista que sequestrou e infantilizou o debate político brasileiro. 6) Se os profissionais da grande imprensa têm o direito de criticar, acusar (e tantas vezes destruir reputações – como no caso em tela), eles também estão sujeitos a críticas por parte do cidadão comum. A liberdade de expressão não é monopólio das redações da grande imprensa, mas sim direito de todo cidadão. “O pau que dá em Chico, dá em Francisco”, diriam nossos avós. 7) Aliás, defender a liberdade de expressão não combina com publicação de listas negras daqueles que têm opiniões – ainda que contundentes – contrárias aos interesses e/ou ideologia dominantes nesta ou naquela redação. 8) Senhores editores e jornalistas: querem voltar a ter a credibilidade e os leitores perdidos? Limitem-se a informar, sob todos os ângulos possíveis, os fatos ao invés de formar “estórias” e narrativas pré-concebidas nas quais o bonzinho e malvado já estão pré-determinados em suas mentes preconceituosas antes da apuração e compreensão dos fatos. Passem a respeitar a inteligência de seus leitores! Sigam os manuais de bom jornalismo! Abdiquem da militância político-partidária disfarçada de jornalismo! 9) Por fim, como a matéria em questão, que de forma
leviana e absurdamente imprudente, imputa à minha pessoa a participação
em grupo organizado com o objetivo de “destruir reputações” e insultar
pessoas, comunico que o caso já está em poder dos meus advogados, para
fins de avaliação da necessidade e conveniência da tomada das medidas
legais cabíveis, nos foros competentes, contra os responsáveis pela
publicação do mencionado artigo. Claudia Wild #CriticaNacional #TrueNews #RealNews https://criticanacional.com.br/2019/03/19/claudia-wild-responde-ao-estadao/
*
ELES TÊM TODO O PODER MENOS O DA VERDADE Eles têm poder para censurar "notícias falsas", mas não têm poder para esclarecê-las? Por que as redes sociais têm mais credibilidade que a velha imprensa e o Estado brasileiro juntos? Toda essa elite foi exposta, desmascarada. O mensalão, o petrolão, a Lava Jato e as evidências que não param de pipocar, provam o que todos já sabiam há muito tempo: o crime no Brasil vem de cima, e em grande parte os agentes do Estado e da imprensa nada fazem para combatê-lo, ao contrário, enlameiam-se cada vez mais no seu encobrimento, na sua defesa e na perseguição daqueles que o denunciam. Exigir respeito é deboche.
Os atuais ministros do STF são os primeiros a desrespeitar a Suprema
Corte e a Constituição. Quem pretende ter respeito por estas, não pode
ter por aqueles, porque são atitudes incompatíveis. Mais em:
Um
livro que todo o brasileiro deveria ler. São tantas coincidências entre
Mãos Limpas e Lava-Jato, que o roteiro brasileiro parece um remake do
italiano.
Pela
primeira vez, ontem, uma platéia americana recebeu a informação de que a
"grande mídia" impressa e eletrônica do Brasil, não alcançando nem
mesmo um por cento da população, é apenas o "house organ" e o diálogo
interno da elite dominante, sua função não sendo difundir coisa nenhuma e
sim apenas impedir que a opinião popular abale o poder dessa elite. Não
é função de jornalismo e sim de censura e controle social. Uma situação
tão peculiar e estranha que nenhum americano a havia jamais percebido.
No
Estadão, um tal José Fucs (nomen est omen) dá ares de atividade
criminosa a qualquer tentativa de defender o presidente Bolsonaro contra
a gigantesca máquina de difamação montada por TODA a grande mídia
nacional. É Golias se fazendo de coitadinho ante Davi.
Durante
meio século o um por cento que lê jornais e revistas escolheu os
candidatos à presidência. O PRIMEIRO que teve teve a ousadia de vir de
fora desse círculo de privilegiados tornou-se, inevitavelmente, o objeto
de um ódio assassino que já não tem o mais mínimo pudor de se mostrar à
plena luz do dia.
Proibidos
de defender-nos na grande mídia, comunicar-nos através de redes sociais
tornou-se atividade criminosa. Não tenho a menor dúvida de que tipos
como Fucs, tão numerosos na classe jornalística, sonham com um regime
político chinês, onde a opinião contrária à da elite mandante é crime.
O
um por cento, para continuar dono do país (e sobretudo do dinheiro
público) não hesitaria em matar os noventa e nove por cento, se não
precisasse deles para produzir a riqueza que o sustenta. Essa é a nossa
obrigação, na mente dos Fucs: trabalhar e ficar quietos, como bilhões de
chineses.
Só
a força do povo nas ruas pode parar a máquina de opressão que tenta,
pela força e pelo terror, sujeitar a maioria aos caprichos da minoria
privilegiada.
Repito:
Se o presidente não começar logo a falar à nação em rede nacional de
TV, em breve seus amigos, aliados e defensores estarão na cadeia pelo
crime de defendê-lo. Isto NÃO É uma figura de linguagem.
Empresas
de mídia bilionárias nos chamam de racistas, misóginos, homofóbicos e
assassinos TODO DIA, e à menor tentativa de defender-nos nos acusa de
"linchamentpo virtual" É a mais psicótica inversão da realidade.. Repito: só o povo nas ruas pode salvar este país.
Olavo de Carvalho · Opressores
policiais levam agora o nome de "moderados". Mas nunca me esqueço de
que, na Rússia dos anos 20-30 do século passado, o chefe dos moderados
era Stalin, e suas vítimas os "radicais". * * *
Sempre
me surpreende a reação amena dos brasileiros diante da censura. Creio que
elas não avaliam a importância da liberdade de expressão e do direito de
vigiar e criticar os 3 poderes, para a democracia. Sem as críticas (que possibilita a vigilância
exercida pelo quarto poder que hoje são as redes), VERDADEIRAS OU NÃO,
esses poderes crescerão sem limites. E isso já vem acontecendo, pois
como puderam decretar uma censura inconstitucional como essa? Lembrem-se da Venezuela: ela também subestimou o mal quando ainda podia contê-lo. E pergunto: até que ponto os agentes dessas ações
ditatoriais conhecem as consequências terríveis de seus atos? Sua
consciência não os impede de empurrar à força a sociedade para uma
experiência incerta que sempre resultou no pior dos infernos. Sua
consciência não reconhece o mal? Com dois pesos e duas medidas, eles demolem o estado de direito, e o
substituem por poder. Então, os poderosos decidirão tudo. Esse é o
sistema que abre as portas para as lideranças psicopáticas que dominam
os totalitarismos. É a seleção dos piores, aquela que elege Stálins e
Maos. Quem sucedeu o genocida Stálin foi outro psicopata, Nikita
Kruschev, responsável pelo morticínio pela fome de 7 milhões de
ucranianos. Essa informação está no livro de W. C. Skousen, "O COMUNISTA
EXPOSTO".
A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046