Ainda não
entendo por que a verdade não se impõe. Por que os americanos e o mundo
estão engolindo uma fraude óbvia? Estão aparelhados lá como aqui? As
pessoas precisam REAGIR à altura! Condescender com o mal, fingir que ele
não existe não acaba bem.
Quem
não se importa com a fraude ou concorda com ela está favorecendo
psicopatas no poder. E quando eles tiverem todo o poder, a máquina de
dominação sem escrúpulos continuará, cada vez mais, esmagando os
bons (e até os maus) sem nenhum limite. É isto o que estão elegendo. Será que esse povo não sabe disso?
"O Presidente da Comissão Europeia e, portanto, o mais alto político europeu, apresentou abertamente a estratégia por trás dessa abordagem antidemocrática no Spiegel já em 1999: “Nós decidimos algo, então colocamos na sala e esperamos um pouco para ver o que acontece. Se não houver grandes gritos e revoltas, porque a maioria deles não entende o que foi decidido, então continuamos - passo a passo, até que não haja mais volta ”. Doze anos depois, ele acrescentou: "Quando as coisas ficam sérias, você tem que mentir."
"Die Strategie hinter dieser undemokratischen Vorgehensweise hat der Präsident der Europäischen Kommission und somit höchster europäischer Politiker bereits 1999 offen im Spiegel dargelegt: «Wir beschliessen etwas, stellen das dann in den Raum und warten einige Zeit ab, was passiert. Wenn es dann kein grosses Geschrei gibt und keine Aufstände, weil die meisten gar nicht begreifen, was da beschlossen wurde, dann machen wir weiter - Schritt für Schritt, bis es kein Zurück mehr gibt.» Zwölf Jahre später ergänzte derselbe: «Wenn es ernst wird, muss man lügen.» "
ANTONY
MUELLER - Os ‘lockdowns’ da economia causarão uma depressão pior do que
nos anos 30 - “A maioria das pessoas ainda não reparou porque neste
momento os
governos podem dar-se ao luxo de lhes dar subsídios e pagamentos de
segurança social. Mas a questão é: “Por quanto tempo?” Sabemos que este
dinheiro está a chegar ao fim e que em breve acabará. A seguir, verão um
desemprego maciço em toda a Europa, à medida que um país derruba outro
país.” https://antonymueller.medium.com/os-lockdowns-da-economia-causar%C3%A3o-uma-depress%C3%A3o-pior-do-que-nos-anos-30-7086d0d114f
ANDRÉ PORCIUNCULA - O
método é um jornal lançar uma notícia mentirosa e todos os demais
publicarem a mesma notícia, no intuito de criar uma narrativa contra o
Governo. Volto a repetir: como foram aprovados se eu, o responsável por
essas aprovações, não aprovei? Fake News!
2020: O AVANÇO DA CENSURA NA INTERNET - PAULO MOURA
Tivemos
7 finais de semana de protestos pacíficos pela restauração da ordem e
em apoio ao Presidente. Foi chegar os ANTIFA anarquistas que a coisa
virou o caos. Alexandre Frota convocou publicamente esse movimento,
apoiado por diversas emissoras e jornalistas. Serão investigados e
responsabilizados? Acorde, Presidente! Enquanto o senhor não combater
seus inimigos dentro da Lei e ir além do falatório, o senhor não terá um
dia de paz e correrá o sério risco de ser derrubado. ACORDE!
* A
função da censura agora é permitir falsificar o bem e o mal e inverter a
culpa: é fazer com que os criminosos apareçam como heróis e os
verdadeiros heróis se tornem os MAUS, condenados e perseguidos pela
sociedade. É distorcer a consciência.
*
A PERSEGUIÇÃO AOS LÍDERES É SÓ O COMEÇO. OS PRÓXIMOS SEREMOS NÓS. DEFENDA-SE - VALDINEI MARTINS
Luis Vilar diz que a esquerda deve existir dentro de uma democracia, em nome da pluralidade. Sim, liberdade de expressão é essencial, mas aqui não se trata apenas de expressão. Antes de tudo a sociedade deve SABER o que é a esquerda para decidir se quer abrigar um movimento antidemocrático.
A revolução pretendida pela esquerda é TOTAL, não apenas econômica, ou política, é destruição das instituições, é o direito de manipular, coagir, formatar comportamentos, controlar o pensamento, é inversão de valores e princípios, é o direito de redefinir todos os conceitos inclusive o de verdade. É o direito de mentir e ocultar seus objetivos enquanto age criminosamente pela revolução. A sociedade deve tomar ciência do que é a esquerda porque CAMUFLAR-SE é parte dela, o que o brasileiro já deveria ter sacado por experiência própria.
Então, quando o estado de normalidade retornar e a verdade estiver acima
da política, a sociedade democrática deve deliberar se permitir uma esquerda não é
permitir um movimento de destruição da própria democracia.
Comunismo é crime institucionalizado:
É um erro respeitar o comunismo, um sistema de dominação que não respeita nada, diz W. Cleon Skousen em "O Comunista Exposto":
"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma
expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma
quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político.
Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações,
participando de conferências e trabalhando suas diferenças com
compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de
engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação,
subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que
torna o comunismo uma conspiração criminosa. Quando
percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos
caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema
criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro
etapas: 1. Imobilize o criminoso. 2. Torne-o inofensivo. 3. Ganhe sua confiança. 4. Reabilite-o. Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/livro-do-comunismo-vladimir-tismaneanu.html
EM INGLÊS:
This
question grows out of another illusion which the Communists
created in our minds. They induced us to accept the idea that
Communism is a legitimate expression of political action. The
truth is that Communism is a criminal conspiracy. It is a
mistaketo treat it as a political party.
Political groups solve
their problems by entering into negotiations, attending conferences, and
working out their differences with bona fide compromises which
all parties are expected to perform. This has never worked
with the Communists because they use deceit, disregard of
laws, violation of treaties, intimidation, subversion and
open insurrection as basic tools of conquest. This makes it a
criminal conspiracy.
Once we realize that Communism is a
criminal operation, many new avenues of action open before us. For
example, a criminal problem is not handled by negotiation and
compromise, but by following four steps:
1. Immobilize the criminal.
2. Render him harmless.
3. Gain his confidence.
4. Rehabilitate him.
Quando os comunistas sobem ao poder na Rússia em 1917, eles trazem várias décadas de experiência da clandestinidade e nenhuma experiência da política "normal", da legalidade democrática vigente nos maiores países europeus e na América. A conseqüência imediata foi que levaram para o governo as técnicas e hábitos da luta clandestina. "Governo revolucionário", no caso, veio a significar: governo por meios de ação clandestinos: ocultação, traição, engodo, perfídia. O lutador clandestino é aquele que se permite tudo, que não tem compromisso com nenhuma ordem legal ou moral exterior, que inventa livremente sua regra conforme os interesses e contingências da luta pelo poder. O que distinguiu o poder soviético nascente foi menos o emprego da violência do que o caráter deliberado e calculista da sua brutalidade. Lênin e Djerzhinzski, o chefe da polícia secreta, estavam persuadidos de que a violência funcionava sobretudo pelo seu impacto psicológico, pelo terror que infundia às multidões. Por isto adotaram métodos de uma crueldade que, para a opinião pública civilizada, era simplesmente inimaginável. http://www.olavodecarvalho.org/semana/clandest.htm
Embora tendo a seu serviço uma quantidade enorme
de organizações e partidos de massa, o comunismo
é substancialmente um movimento clandestino, cujo comando
e cujos planos de ação devem permanecer invisíveis
aos profanos, mesmo nas épocas de legalidade em que
várias organizações comunistas atuam
publicamente sem sofrer a menor perseguição.
O primado da elite clandestina sobre a liderança visível
é, pelo menos desde Lênin, uma cláusula
pétrea da estratégia comunista. É impossível
compreender essa estratégia e as táticas que
a implementam levando em conta somente a atuação
ostensiva dos líderes comunistas mais visíveis
em cada país, sem acesso às discussões
internas e às conexões internacionais de cada
organização. http://www.olavodecarvalho.org/semana/090403dc.html
Também é
compreensível que ninguém tenha feito apelo mais reiterado e constante
a essa camuflagem do que aquele movimento que, desde suas origens,
assumiu a clandestinidade como condição essencial do seu modo de ação e
a duplicidade escorregadia da dialética como seu linguajar oficial.
Refiro-me, é claro, ao movimento comunista. E mais compreensível ainda
é que essa auto-ocultação sistemática tenha redobrado de eficácia desde
o momento em que Antonio Gramsci ensinou a seus companheiros que a
mentira e o fingimento não eram apenas um instrumento tático, por
obrigatório e consagrado que fosse, mas sim a própria natureza íntima,
a essência e a chave do processo revolucionário como um todo. http://www.olavodecarvalho.org/semana/120621dc.html
Infiltração, espionagem, delação, boicote moral podem ser necessários e inevitáveis a um movimento de oposição que queira sobreviver numa ditadura. Em regime de liberdade, são práticas intoleráveis, principalmente em políticos que posam de professores de ética. Quando os apóstolos da ética citam como um exemplo para o Brasil o que os americanos fizeram com Nixon após o caso Watergate, esquecem de dizer que Nixon não caiu por causa de um desvio de verbas, mas por causa da prática de espionagem. Se a corrupção é um crime, a espionagem é um ato de guerra, que destrói, pela base, o edifício democrático. http://www.olavodecarvalho.org/livros/nept.htm
O que o sr. presidente admite nesses trechos é que:1º. O Foro de São Paulo é uma entidade secreta ou pelo menos camuflada ("construída... para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política"). http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm
Reduzir o leque das opções políticas a uma disputa entre comunistas e socialdemocratas tem sido há meio século o objetivo constante dos bilionários inventores da Nova Ordem global. O Brasil de hoje é o laboratório dos seus sonhos. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html
COCAÍNA VERMELHA - A NARCOTIZAÇÃO DA AMÉRICA Khrushchev
apresentou formalmente a estratégia soviética. (...) Os chineses eram
bons, mas os serviços de inteligência do Bloco Soviético “tinham uma
organização muito superior e deveriam se mover o mais rápido possível
para usar drogas e narcóticos, tanto para aleijar a sociedade
capitalista como para financiar mais atividades revolucionárias”.Khrushchov então discutiu os muitos
benefícios a serem derivados deste negócio. Seria uma boa fonte de renda
e seria uma fonte de câmbio muito necessária para financiar operações
de inteligência. Isso prejudicaria a saúde e o moral dos militares
americanos. Porque pessoas drogadas seriam duvidosas em crises ou em
emergências, o negócio da droga "enfraqueceria o fator humano numa
situação da defesa". Khrushchev também levou em consideração o
tamanho do impacto na educação. As escolas americanas eram alvos
primários, porque era onde os futuros líderes da burguesia seriam
encontrados. Outro alvo prioritário de Khrushchev identificado foi a
ética, orgulho e lealdade ao trabalho americana, todos os quais seriam
minados através de drogas. Finalmente, drogas e narcóticos levariam a
uma diminuição da influência das religiões e, sob certas condições,
poderiam ser usadas para criar caos. "Quando discutimos essa estratégia",
concluiu Khrushchev, "havia alguns que estavam preocupados que esta
operação pudesse ser imoral. Mas devemos declarar categoricamente",
enfatizou," que qualquer coisa que acelere a destruição do capitalismo é
moral " [= Lenin - Ed.].
(Cocaína Vermelha - A Narcotização da América Joseph Douglass)
"O revolucionário sabe que nas profundezas de seu ser, não apenas em palavras, mas também em atos, ele rompeu todos os laços que o ligam à ordem social e ao mundo civilizado, com todas as suas leis, moralidades e costumes, e com todas as convenções geralmente aceitas. Ele é seu inimigo implacável, e se ele continuar vivendo com eles, é apenas com a intenção de destruí-los mais rapidamente." The Revolutionary Catechism Sergey Nechayev 1869 https://www.marxists.org/subject/anarchism/nechayev/catechism.htm
"De acordo com a figura da oposição bielorrussa Mikhail Reshetnikov, Anders Breivik passou por treinamento paramilitar em um acampamento organizado pelo coronel reformado da KGB, Valery Lunev. Segundo Reshetnikov, Breivik visitou a Bielorrússia três vezes e teve conexões duradouras com o país." "According to Belarusian opposition figure Mikhail Reshetnikov,[58] Anders Breivik underwent paramilitary training in a camp organised by retired KGB
colonel Valery Lunev. According to Reshetnikov, Breivik visited Belarus
three times and had lasting connections with the country."
***
E na primavera de 2005 ele visitou a
Bielorrússia.
De acordo com a história oficial, o norueguês visitou a
Bielorrússia para estudar o legado de seus ancestrais, mas a KGB
bielorrussa tinha um nome operacional viking para ele, enfatizou a NTV.
Em um dos interrogatórios, o terrorista norueguês confessou que
visitou Minsk, alegadamente à procura de túmulos dos antigos vikings
noruegueses. Mas, como se viu, o assassino de olhos azuis visitou uma
mulher chamada Natasha ou Marina.
Mikhail Rashetnikau sugeriu à NTV que não deveriam procurar uma
mulher simples, mas uma mulher de uniforme. Como dito por ele, Breivik
foi recrutado por uma beldade com o posto de capitão bielorrusso da KGB.
A KGB da Bielorrússia nega que Anders Behring Breivik tenha sido recrutado por eles.
http://charter97.org/en/news/2012/2/6/47663/
As informações sobre a conexão de Breivik com os estados pós-soviéticos foram ignoradas. A investigação provará, evidentemente, que não há ligações diretas com ninguém, especialmente nenhum traço russo. Se o fizesse, Putin ficaria bravo enquanto ninguém quisesse provocar o descontentamento de Putin. Ele é tão educado ... e ninguém quer se juntar ao Sr. Litvinenko. A melhor solução não é irritar o urso.Enquanto isso, Breivik encontrava-se regularmente com o presidente da Comunidade Russa em Estocolmo. Há seis anos, ele visitou a Bielo-Rússia por uma semana (de 4 a 11 de março de 2005). É interessante que ele mencione o Partido Liberal-Democrata como bom. É a festa mais pró-russa na Bielorrússia. A maioria dos “partidos apropriados” na escala de Breivik pertence à rede russa de agentes na Europa pós-comunista. http://freepl.info/531-breivik's-russian-connection-and-political-impact-his-deed https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=https://forum.hegnar.no/archive/thread/2097770/view&prev=search
* "Parece
que o terrorista norueguês foi submetido ao treinamento
militante-terrorista sob a orientação de Valery Lunev, de 51 anos,
ex-coronel das forças especiais bielorrussas, que agora vive na Holanda,
mas visita regularmente a Bielorrússia.
De acordo com Mikhail Reshetnikov, o chefe do Partido dos Patriotas da
Bielorrússia que está familiarizado com os registros de inteligência,
“Breivik visitou a Bielorrússia três vezes.
Na primavera passada, enquanto se preparava ativamente para os ataques
terroristas, ele entrou na Polônia com seu próprio passaporte e depois
viajou para Minsk com o passaporte de outro país europeu.
Recentemente, ele conseguiu uma namorada bielorrussa e obteve acesso a
quantias significativas de dinheiro. ”Seria longo o suficiente dizer que
a Bielorrússia pode ser responsabilizada pelos ataques, mas os fatos
são problemáticos." https://www.ruthfullyyours.com/2011/08/05/beriviks-connections-still-to-be-confirmed-but-fascinating/
"Se quando os terroristas são de esquerda qualquer menção a seus motivos
ideológicos é suprimida, camuflada sob diferentes denominações ou até
invertida mediante insinuações de direitismo (cujo desmascaramento
posterior não obtém jamais a menor repercussão na mídia)"
"Já expliquei mil vezes que a técnica da difamação exige atacar a vítima
por vários lados, sob pretextos mutuamente contraditórios, para
confundir e paralisar a defesa, obrigando-a a combater em dois ou mais fronts
ao mesmo tempo e a usar de uma argumentação complexa, com aparência
sofística, incapaz de fazer face à força maciça da acusação irracional." Olavo de Carvalho http://wpress.olavodecarvalho.org/quem-ai-le-noruegues/ *** Muitas lideranças terroristas, por exemplo, são
constituídas, classicamente, por professores universitários. Yasuo
Hayashi, o mais procurado líder da seita Verdade Suprema, de 38 anos,
foi Ministro da Ciência e Tecnologia do Japão. Era o responsável pela
fabricação do gás sarin que, em 20 de março de 1995, matou 12 pessoas e
intoxicou mais de cinco mil, em um atentado no metrô de Tóquio. O famoso
terrorista Unabomber, procurado durante muitos anos por ser o
responsável por inúmeros atentados nos EUA, era nada mais nada menos que
o professor universitário Theodore John Kaczinki. O sanguinário Pal
Pot, que assassinou milhões de pessoas no Laos, se formou no famoso
Quartier Latin. Foi dos bancos das universidades saíram inúmeros
militantes do Tupac Amaru e do Sendero Luminoso, que abraçaram a luta
armada, sob inspiração maoista, no Peru.
O que leva um "intelectual", com formação superior, a
praticar atos terroristas que atingem centenas de vítimas inocentes e
encaminhar seus alunos para sendas tortuosas? A única explicação talvez
seja que "a atividade intelectual e científica, em geral, estreita a
mente, ao invés de alargá-la, por força da crescente especialização dos
fatos, conceitos e técnicas. A medida que eles se aprofundam, o seu
alcance diminui".(* Christian de Duve - Poeira Vital)
Extraído do livro “A Psicanálise no Divã” http://www.olavodecarvalho.org/convidados/ppaulo2.htm
OLAVO DE CARVALHO · Um
absurdo gritante na narrativa esquerdista da era militar é que, de um
lado, a tortura fosse descrita como um processo complicadíssimo, que
requeria a assistência de técnicos e cientistas estrangeiros (entre os
quais cita-se, evidentemente sem provas, o capitão americano Charles
Chandler, que sob esse pretexto viria a ser assassinado pelos
comunistas); e que, de outro lado, os tais técnicos não fossem capazes
nem mesmo de simular um suicídio verossímil no caso do Vladimir Herzog,
deixando o morto, ao contrário, numa posição em que só faltava mesmo
ele voltar à vida para informar que fora assassinado. Na época, a
contradição patente entre os propalados requintes da arte da tortura e a
grosseria pueril do suicídio simulado me escapou totalmente, e, tendo
sido um dos primeiros a promover o abaixo-assinado que exigia a
investigação do episódio, tive toda a razão em apostar na hipótese do
homicídio, mas, levado pela gritaria geral que eu mesmo ajudara a
fomentar, dei por pressuposto, sem exame, que se homicídio houvera seus
autores só poderiam ter sido os militares. Estes, por seu lado,
insistindo na tese do suicídio, caíram no ridículo e acabaram levando a
culpa do ocorrido. Hoje em dia, porém, vejo que entre as duas hipóteses
há uma terceira que foi rapidamente varrida para baixo do tapete e
jamais investigada. Na época, o consul da Inglaterra em São Paulo
informou ao então governador paulista, Paulo Egydio Martins, que Herzog
era um agente do serviço secreto inglês infiltrado entre os comunistas
brasileiros. O cônsul dizia ainda ter sido um dos últimos a encontrar-se
com Herzog antes da morte deste. Martins, sabe-se lá por que, em vez de
mandar tirar isso a limpo preferiu guardar a informação em segredo, só a
revelando muito depois no seu livro de memórias, onde ela não teve a
menor repercussão e foi enterrada ainda mais fundo pelo decurso do
tempo, consagrando na memória jornalística e popular a versão do
homicídio praticado pelos militares contra um intelectual comunista
inocente de qualquer participação em atos terroristas. Para mim, hoje, É
CLARO que a declaração do cônsul inglês fornece a única explicação
possível para a hipótese absurda de que os habilíssimos torturadores
científicos não fossem capazes de simular um suicídio mais acreditável.
Herzog não foi, obviamente, assassinado por militares treinados, mas por
militantes comunistas, presos como ele, alertados pela intimidade
suspeita entre o prisioneiro e o cônsul. A coisa toda não foi um “crime
da ditadura”, mas um dos tantos “justiçamentos” praticados pelos
comunistas contra aqueles a quem consideravam traidores e espiões.
"A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis,
tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a
cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já
se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até
hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de
pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais
e guerras entre nações mataram desde o início dos
tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado,
é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e
reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada,
o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento,
passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso,
o categórico pelo hipotético. É a falsificação
estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica." Olavo de Carvalho
A promessa autoadiável
Olavo de Carvalho Diário do Comércio, 30 de agosto de 2010
Quando o nosso presidente diz: “Ainda
não sabemos que tipo de socialismo queremos”,
ele ecoa aquilo que é talvez o mais clássico
Leitmotiv do pensamento revolucionário. Karl
Marx já opinava que era inútil tentar descrever
como seria o socialismo, já que este iria se definindo
a si mesmo no curso da ação anticapitalista.
O argumento com que Lula justifica sua afirmativa –
leiam em America Libre – é exatamente
esse. Em 1968, entre as explosões de coquetéis
Molotov que tiravam o sono do establishment francês,
Daniel Cohn-Bendit declarava, com orgulho, que os estudantes
revolucionários queriam “uma forma de organização
social radicalmente nova, da qual não sabem dizer,
hoje, se é realizável ou não”.
E a versão mais sofisticada do marxismo no século
XX, a Escola de Frankfurt, baseou-se inteiramente na convicção
de que qualquer proposta definida para a construção
do socialismo é bobagem: só o que importa é
fazer “a crítica radical de tudo quanto existe”.
Critiquem, acusem, caluniem, emporcalhem, destruam tudo o
que encontrem pela frente, e alguma coisa melhor vai acabar
aparecendo espontaneamente. Se não aparecer, tanto
melhor: a luta continua, como diria Vicentinho. Herbert Marcuse
resumiu o espírito da coisa em termos lapidares: “Por
enquanto, a única alternativa concreta é somente
uma negação.” Tal como o Deus da teologia
apofática, o alvo final do movimento revolucionário
é sublime demais para que seja possível dizer
o que é: só se pode dizer o que não é
– e tudo o que não participa da sua indefinível
natureza divina está condenado à destruição.
Destruição que não virá num Juízo
Final supramundano, com a repentina absorção
do tempo na eternidade – coisa na qual os revolucionários
não acreditam –, e sim dentro da História
terrestre mesma, numa sucessão macabra de capítulos
sangrentos: não podendo suprimir todo o mal num relance,
só resta ao movimento revolucionário a destruição
paciente, progressiva, obstinada, sem limite, nem prazo, nem
fim. Cumpre-se assim a profecia de Hegel, de que a vontade
de transformação revolucionária não
teria jamais outra expressão histórica senão
“a fúria da destruição” (v.
meu artigo “Uma lição de Hegel”,
aqui publicado em 14 de novembro de 2008, http://www.olavodecarvalho.org/semana/081114dc.html).
Nessas condições, é óbvio que
duzentos milhões de cadáveres, a miséria
e os sofrimentos sem fim criados pelos regimes revolucionários
não constituem objeção válida.
O revolucionário faz a sua parte: destrói. Substituir
o destruído por algo de melhor não é
incumbência dele, mas da própria realidade. Se
a realidade não chega a cumpri-la, isso só prova
que ela ainda é má e merece ser destruída
um pouco mais. É claro que, na política prática, os
revolucionários terão de apresentar algumas
propostas concretas, uma aqui, outra acolá, seduzindo
mediante engodo os patetas que não compreendem a sublimidade
do negativo. Mas essas propostas não visam jamais a
produzir no mundo real os benefícios que anunciam:
visam somente a enfatizar a maldade do mundo e a aumentar,
na mesma proporção, a força de empuxe
do movimento destruidor. Eis a razão pela qual este
último não conhece fracassos: como o processo
avança mediante contradições dialéticas,
todo fracasso de uma proposta concreta, aumentando a quota
de mal no mundo, se converte automaticamente em sucesso da
obra revolucionária de destruição. Nada
incrementou o poder do Estado comunista como o fracasso retumbante
da coletivização da agricultura na URSS e na
China (50 milhões de mortos em menos de dez anos).
O fracasso de Stalin em usar o nazismo como ponta-de-lança
para a invasão das democracias ocidentais converteu-se
em aliança destas com os soviéticos e na subseqüente
concessão de metade do território europeu ao
domínio comunista: precisamente o objetivo inicial
do plano. A queda da URSS, em vez de extinguir o comunismo,
espalhou-o pelo mundo todo sob novas identidades, confundindo
o adversário ao ponto de induzir os EUA à passividade
cúmplice ante a ocupação da América
Latina pelos comunistas. E assim por diante. Mais ainda: como as propostas concretas não têm
nenhuma importância em si mesmas, não apenas
cabe trocar uma pela outra a qualquer momento, mas pode-se
com igual desenvoltura defender políticas contraditórias
simultaneamente, por exemplo incentivando o sex lib,
o feminismo e o movimento gay no Ocidente, ao mesmo
tempo que se fomenta o avanço do fundamentalismo islâmico
que promete matar todos os libertinos, feministas e gays.
Só se escandaliza com isso quem seja incapaz de perceber
a beleza dialética do processo. Se não têm nenhum compromisso com qualquer
proposta concreta, muito menos podem os revolucionários
ter algum sentimento de culpa ante os resultados medonhos
das suas ações. O que quer que aconteça
no trajeto é sempre explicado, seja como destruição
necessária, justa portanto, seja como reação
do mundo mau, que deste modo atrai sobre si novas destruições,
ainda mais justas e necessárias. Isso é tanto
mais assim porque o estado paradisíaco final a ser
atingido (ou a demonstrar-se impossível por ser o mundo
ainda mais mau do que o revolucionário supunha no começo)
não pode ser descrito ou definido de antemão,
mas tem de criar-se por si mesmo no curso do processo. Por
isso o movimento revolucionário não pode reconhecer
como obra sua nenhum estado de coisas que ele venha a produzir
historicamente. O que quer que esteja acontecendo não
é jamais – “ainda” não é
– o socialismo, o comunismo, a jóia perfeita
na qual o movimento revolucionário poderá reconhecer,
no momento culminante do Fim da História, o seu filho
unigênito: é sempre uma transição,
uma etapa, uma conjuntura provisória, criada não
pelo movimento revolucionário, mas pelo confronto entre
este e o mundo mau; confronto que por sua vez faz parte, ainda,
do próprio mundo mau, ao qual portanto cabem todas
as culpas. Por sua própria natureza, a promessa indefinida é
auto-adiável, e nenhum preço que se pague por
ela pode ser considerado excessivo, não sendo possível
um cálculo de custo-benefício quando o benefício
também é indefinido. A oitava maravilha do mundo, na minha modesta opinião,
é que pessoas alheias ou hostis aos ideais revolucionários
imaginem ser possível uma convivência pacífica
e democrática com indivíduos que, pela própria
lógica interna desses ideais, se colocam acima de todo
julgamento humano e só admitem como medida das suas
ações um resultado futuro que eles mesmos não
podem nem querem dizer qual seja ou quando virá. Só
o conservador, o liberal-democrata, o crente devoto da ordem
jurídica, pode imaginar que a disputa política
com os revolucionários é uma civilizada concorrência
entre iguais: o revolucionário, por seu lado, sabe
que seu antagonista não é um igual, não
é nem mesmo um ser humano, é um desprezível
mosquito que só existe para ser esmagado sob as rodas
do carro da História. http://www.olavodecarvalho.org/semana/100830dc.html
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"O SONHO DA RAZÃO PRODUZ MONSTROS" - GOYA
Pra mim, o erro de muitos ativistas é passar por cima da lei e apoiar a depredação da ordem, das instituições, do estado de direito. Tudo isso (protestos, vandalismos, black blocs, etc) não está acontecendo por acaso, mas com a permissão, e na verdade, por encomenda da nossa elite dirigente, comprometida com a agenda alienígena do Foro de São Paulo. Creio que a maioria dos ativistas militantes se compraz nessa atividade mais como um reforço fácil de ego/identidade, já que destruir é mais fácil que construir. A maioria foi apanhada por uma falsa religião, que ocupa a vaga deixada pelo esvaziamento da religião espiritual. A maioria preenche sua carência de sentido com um propósito construído de sonhos e ódio, restando só este no final. Quero ver mudarem a ordem das coisas sem o uso do caos, que desencadeia mais caos, mais injustiça, mais sofrimento e permite a intrusão dos poderes mais obscuros dos que existem aqui e além. Quero ver esses militantes sem a máscara heróica que substitui o verdadeiro combate consigo mesmo para chegar ao Real. Conservadores preferem agir com base conhecimento do passado, na experiência . A mentalidade revolucionária se baseia na projeção de um futuro, no imaginário, e, sem compromisso com nada, utiliza o mundo como cobaia. Sacrifica tudo por um sonho que sempre acaba em pesadelo. Vejam "O SONHO DA RAZÃO PRODUZ MONSTROS" ou "el sueño de la razón produce monstruos", que é o título de uma água-forte de Goya. Acho que ela diz alguma coisa sobre isso, sobre essa predominãncia, essa autoridade do sonho, da imaginação, do desejo sobre a consciência que ainda se crê desperta. "Goya criou esta gravando após os terríveis massacres do Terror na França. Este homem, que havia apoiado a Revolução Francesa, contra os conselhos de muitos de seus conterrâneos, fica terrivelmente desapontado. (...) Em espanhol, o título é El sueño de la razon produce monstruos. Como a palavra sueño significa tanto o sonho e sono, isso pode significar que a razão dorme, ela sonha ser - ou ambos. Ela não vê os monstros que a assaltam, mas os pesadelos são ainda seus. O real e a fantasia se fundem." http://www.idixa.net/Pixa/pagixa-0709210814.html
"A mentalidade revolucionária, com suas promessas auto-adiáveis,
tão prontas a se transformar nas suas contrárias com a
cara mais inocente do mundo, é o maior flagelo que já
se abateu sobre a humanidade. Suas vítimas, de 1789 até
hoje, não estão abaixo de trezentos milhões de
pessoas – mais que todas as epidemias, catástrofes naturais
e guerras entre nações mataram desde o início dos
tempos. A essência do seu discurso, como creio já ter demonstrado,
é a inversão do sentido do tempo: inventar um futuro e
reinterpretar à luz dele, como se fosse premissa certa e arquiprovada,
o presente e o passado. Inverter o processo normal do conhecimento,
passando a entender o conhecido pelo desconhecido, o certo pelo duvidoso,
o categórico pelo hipotético. É a falsificação
estrutural, sistemática, obsediante, hipnótica. " Olavo de Carvalho