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sábado, 23 de março de 2024

GENOCÍDIOS ACONTECEM. MAS NÃO HÁ GENOCÍDIOS QUANDO A POPULAÇÃO TEM ARMAS



Desarmamento e genocídios

Genocídios acontecem. Mas não há genocídio quando os alvos estão armados
Por Gary North



No dia 24 de abril de 1915, começou o primeiro genocídio do século XX: o governo turco dizimou mais de um milhão de armênios desarmados.

A palavra-chave da frase é justamente esta última: "desarmados".

Os turcos escaparam de uma condenação mundial porque utilizaram a desculpa de tudo ter sido uma 'medida de guerra'. Findada a Primeira Guerra Mundial, eles não sofrerem nenhuma represália por este ato de genocídio. É como se o governo turco não houvesse conduzido absolutamente nenhuma medida de homicídio em massa contra um povo pacífico.

Outros governos perceberam que o ardil funcionara e rapidamente tomaram nota do fato. Era um precedente internacional conveniente demais para ser ignorado.

Setenta e nove anos após o início daquele genocídio, o famoso Hotel Ruanda abriu as portas.

Os Hutus também se safaram. Ironicamente, pelo menos uma década antes do massacre em Ruanda -- gostaria de me lembrar da data exata --, a revista americana Harper's publicou um artigo em que profetizava com acurácia este genocídio, e por uma razão muito simples: os Hutus tinham metralhadoras; os Tutsis, não.  

O artigo foi escrito em um formato de parábola, sem se preocupar em fazer previsões especificamente políticas. Lembro-me vivamente de, ao ler aquele artigo, ter imediatamente pensado: "Se eu fosse um Tutsi, emigraria o mais rápido possível".

O fato é que, em todo o século XX, não foi um bom negócio ser um civil.  As chances sempre estavam contra você.

Péssimas notícias para os civis

Tornou-se um lugar comum dizer que o século XX, mais do que qualquer outro século na história conhecida da humanidade, foi o século da desumanidade do homem para com o homem. Embora esta frase seja memorável, ela é um tanto enganosa.  

Para ser mais acurada, o certo seria modificá-la para "o século da desumanidade dos governos para com civis desarmados". No caso do genocídio, no entanto, tal prática não pode ser facilmente descartada como sendo um dano colateral imposto a um inimigo de guerra. Trata-se de extermínio deliberado.

O século XX começou oficialmente do dia 1º de janeiro de 1901. Naquela época, uma grande guerra já estava em andamento; portanto, vamos começar por ela. Mais especificamente, era a guerra iniciada pelos EUA contra as Filipinas, cujos cidadãos haviam sido acometidos da ingênua noção de que a libertação da Espanha não implicava uma nova colonização pelos EUA.

Os presidentes americanos William McKinley e Theodore Roosevelt enviaram 126.000 tropas para as Filipinas para ensinar àquele povo uma lição sobre a moderna geopolítica. Os EUA haviam comprado as Filipinas da Espanha por US$20 milhões em dezembro de 1898. O fato de que os filipinos haviam declarado independência seis meses antes dessa compra era irrelevante. Um negócio é um negócio. Aqueles que estavam sendo comprados não podiam dizer nada a respeito, muito menos protestar.

Naquela época, era uma prática comum fazer a contagem de corpos dos combatentes inimigos. A estimativa oficial foi de 16.000 mortos. Algumas estimativas não-oficiais falam em aproximadamente 20.000. Para os civis, tanto naquela época quanto hoje, não há estimativas oficiais. O número mais baixo fala em 250.000 mortos. A estimativa mais alta é de um milhão.

E então veio a Primeira Guerra Mundial e as comportas foram abertas -- ou melhor, os banhos de sangue foram institucionalizados.

Turquia, 1915

O genocídio armênio de 1915 foi precedido por uma limpeza étnica parcial, a qual durou dois anos, 1895--97. Aproximadamente 200.000 armênios foram executados.

Os armênios eram facilmente identificáveis. Alguns séculos antes, os invasores turcos otomanos os haviam forçado a acrescentar o "ian/yan" aos seus sobrenomes. Como os armênios estavam dispersos por todo o império, eles não possuíam o mesmo tipo de concentração geográfica que outros cristãos possuíam na Grécia e nos Bálcãs. Eles nunca organizaram uma força armada para oferecer resistência. E foi isso o que os levou à destruição. Eles não tinham como lutar e resistir.

Os armênios eram invejados porque eram ricos e mais cultos do que a sociedade dominante. Eles eram os empreendedores do Império Otomano. O mesmo ocorreu na Rússia. O mesmo ressentimento existia na Rússia, embora não com a intensidade do ressentimento que existia na Turquia.

As estimativas não-turcas falam em algo entre 800.000 e 1,5 milhão de armênios mortos. Embora a maioria destes homicídios tenha ocorrido com o uso de baixa tecnologia, os métodos eram extremamente eficazes. O exército capturava centenas ou milhares de civis, levava-os até áreas desertas e inóspitas, e os deixava lá até que literalmente morressem de fome.

O nome Arnold Toynbee é bem conhecido. Já na década de 1950 ele era um dos mais eminentes historiadores do planeta. Seu estudo, compilado em 12 volumes (1934--61), sobre 26 civilizações não possui precedentes em sua amplitude. Sua obra O Tratamento dos Armênios no Império Otomano foi sua primeira grande publicação.

Por que algumas organizações armênias não dão ampla divulgação e notoriedade a este documento é algo que me escapa completamente. O livro está em domínio público. A seção a seguir, que está na Parte VI, "As Deportações de 1915: Procedimento", é iluminadora. Leia-a com atenção. Trata-se do aspecto crucial de todo o genocídio. O governo confiscou as armas dos cidadãos.

Um decreto foi expedido ordenando que todos os armênios fossem desarmados. Os armênios que serviam no exército foram retirados das fileiras combatentes, reagrupados em batalhões especiais de trabalho, e colocados para construir fortificações e estradas. O desarmamento da população civil ficou a cargo das autoridades locais.  

Um reino de terror foi instaurado em todos os centros administrativos. As autoridades exigiram a produção de uma quantidade estipulada de armas. Aqueles que não conseguissem cumprir as metas eram torturados, frequentemente com requintes satânicos; aqueles que, em vez de produzir, adquirissem armas para repassá-las ao governo -- comprando de seus vizinhos muçulmanos ou adquirindo por qualquer outro meio --, eram aprisionados por conspiração contra o governo.

Poucos desses eram jovens, pois a maioria dos jovens havia sido recrutada para servir o estado. A maioria era de homens mais velhos, homens de posse e líderes da comunidade armênia, e tornou-se claro que a inquisição das armas estava sendo utilizada como um disfarce para privar a comunidade de seus líderes naturais.

Medidas similares haviam precedido os massacres de 1895--96, e um mau presságio se espalhou por todo o povo armênio. "Em uma certa noite de inverno", escreveu uma testemunha estrangeira desses eventos, "o governo enviou soldados para invadir as casas de absolutamente todos os armênios, agredindo as famílias e exigindo que todas as armas fossem entregues. Essa ação foi como um dobre de finados para vários corações".

Desarmamento

Lênin desarmou os russos. Stalin cometeu genocídio contra os kulaks ucranianos durante a década de 1930. Pelos menos seis milhões de pessoas foram mortas.

Como mostrou a organização Jews for the Preservation of Firearms Ownership (Judeus pela Preservação da Posse de Armas de Fogo), o modelo do Decreto do Controle de Armas de 1968 nos EUA -- até mesmo as palavras e o fraseado -- foi copiado da legislação de 1938 de Hitler, a qual, por sua vez, era uma revisão da lei de 1928 aprovada pela República de Weimar. Uma boa introdução a esta história politicamente incorreta da história do controle de armas pode ser vista aqui.

Quando as tropas de Mao Tsé-Tung invadiam um vilarejo, elas capturavam os ricos. Em seguida, elas ofereciam a devolução das vítimas em troca de dinheiro. As vítimas eram libertadas quando o pagamento fosse efetuado. Mais tarde, o governo voltava a sequestrar essas mesmas pessoas, só que desta vez exigindo armas como resgate. Ato contínuo, assim que as armas eram entregues, as vítimas eram libertadas.

Essa mudança de postura -- exigir armas em vez de dinheiro -- fez com que a negociação parecesse razoável para as famílias das próximas vítimas. Porém, tão logo o governo se apossou de todas as armas de uma comunidade, os aprisionamentos e as execuções em massa começaram.

A ideia de que o indivíduo tem o direito à autodefesa era tão comum e difundida no século XVIII que ela foi escrita na Constituição americana: a Segunda Emenda.  Carroll Quigley, eminente historiador e teórico da evolução das civilizações, era também um especialista na história do uso de armas pela população. Ele escreveu um livro de 1.000 páginas sobre o uso de armas como meio de defesa durante a Idade Média. Em sua obra Tragedy and Hope (1966), ele argumenta que a Revolução Americana foi bem sucedida porque os americanos possuíam armas de poder de fogo comparável àquelas em posse das tropas britânicas. Foi exatamente por isso, disse ele, que houve toda uma série de revoltas contra governos despóticos em todo o século XVIII.

Tão logo as armas em posse do governo se tornaram superiores, os movimentos e manifestações em prol da redução do tamanho do estado deixaram de ter o mesmo êxito que haviam tido nos séculos anteriores.

Há uma razão por que os governos são tão empenhados em desarmar seus cidadãos: eles querem manter seu monopólio da violência a todo custo. A ideia de haver cidadãos armados é apavorante para a maioria dos políticos. Afinal, para que serve um monopólio se ele não pode ser exercido?Cidadãos armados impõem um limite natural à tirania do estado.

Conclusão

Genocídios acontecem.

Mas não há genocídio quando os alvos estão armados. 

*Este artigo foi originalmente publicado em 22 de maio de 2020. 

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Desarmar pessoas comuns pode levar ao genocídio  O genocídio arménio e o Holocausto não são os únicos casos em que déspotas brutais desarmaram as suas vítimas e depois as assassinaram. Táticas semelhantes foram usadas na Rússia de Stalin, na Uganda de Idi Amin e no Camboja de Pol Pot.


Stephen P. Halbrook

Centenas de notícias foram escritas durante o mês passado, relatando o aniversário de 100 anos de um dos eventos mais sombrios da história mundial, uma onda de assassinatos de dois anos que ceifou a vida de cerca de 800 mil a 1,5 milhão de armênios.

Praticamente nenhuma destas notícias, no entanto, se preocupou em mencionar a razão pela qual os arménios estavam indefesos contra os seus governantes no então Império Otomano: porque os otomanos os tinham desarmado - a mesma ferramenta que permitiria aos nazis, duas décadas mais tarde, escravizar e depois massacrar os judeus europeus.

Embora o remanescente do Império Otomano, a actual Turquia, conteste muitos dos detalhes relacionados com o genocídio arménio, a maioria dos historiadores concorda em certos factos básicos. Primeiro, que os arménios cristãos tinham sido negados durante muito tempo os direitos básicos ao abrigo da lei muçulmana dos otomanos. Em segundo lugar, foram excluídos da participação no governo. E terceiro, a lei otomana tornou crime a posse de arma de fogo sem permissão do governo. Os armênios, como disse o viajante britânico H.F.B. Lynch escreveu em 1901, eram "rigorosamente proibidos de portar armas de fogo".

Depois que os otomanos se juntaram à Alemanha na Primeira Guerra Mundial – e uma invasão britânica parecia iminente – os turcos decidiram deportar os arménios, que consideravam indignos de confiança, para o interior. Este processo de deportação tornou-se uma marcha da morte, à medida que milhares, e depois dezenas de milhares, foram assassinados a caminho de lugar nenhum.

O decreto de deportação de 1915 impôs a pena de morte não só para a resistência armada, mas também para quem se escondesse ou mesmo ajudasse alguém a esconder-se. Os otomanos também decretaram que quaisquer armas de fogo que os armênios possuíssem deveriam ser entregues ao governo. Caso não o faça, dizia o decreto, “será punido severamente quando as armas forem descobertas”.

As autoridades otomanas invadiram as cidades armênias em busca de armas. Os aldeões foram torturados para induzir confissões sobre armas escondidas. Foram ordenadas execuções em massa.

Na Alemanha, o processo começou de uma forma muito mais inócua. A turbulência política na República de Weimar entre extremistas comunistas e nazis levou à promulgação de restrições às armas de fogo, exigindo que os cidadãos obtivessem permissão do governo, sob padrões arbitrários, para obter armas de fogo. É claro que apenas os cidadãos cumpridores da lei se preocuparam em fazê-lo.

No final de 1931, foi imposto o registro de armas de fogo. E pouco mais de um ano depois, em 1933, Adolf Hitler tomou o poder. Os nazis usaram imediatamente os registos de registo para desarmar e esmagar os sociais-democratas e outros opositores políticos que castigaram como "inimigos do Estado". A era dos campos de concentração havia começado.

A vez dos judeus chegou no Outono de 1938, quando os nazis aumentaram a pressão sobre a comunidade judaica, confiscando activos económicos e trabalhando para expulsá-los do país.

As sementes do Holocausto estavam sendo plantadas. A polícia em Berlim e em toda a Alemanha ordenou que todos os judeus entregassem as suas armas de fogo. Graças aos registos, eles sabiam quem eram. Muitos fizeram fila nas delegacias de polícia para entregar suas armas; aqueles que não o fizeram tiveram suas casas saqueadas e foram presos.

Assim que os judeus foram desarmados, a armadilha foi armada. A Kristallnacht, ou Noite dos Vidros Quebrados, irrompeu. Bandidos da tropa de choque vandalizaram casas e lojas de judeus e incendiaram sinagogas. Judeus foram espancados e assassinados. Heinrich Himmler, chefe das SS, decretou que a posse de armas por um judeu era punível com 20 anos num campo de concentração. Cerca de 20.000 homens judeus foram encarcerados.

Depois veio a guerra e, em 1942, a "solução final da questão judaica". Os judeus foram revistados em busca de armas uma última vez e depois deportados para os campos de extermínio. Seis milhões foram assassinados.

O genocídio arménio e o Holocausto não são os únicos casos em que déspotas brutais desarmaram as suas vítimas e depois as assassinaram. Táticas semelhantes foram usadas na Rússia de Stalin, na Uganda de Idi Amin e no Camboja de Pol Pot.

Os americanos precisam de ter em mente estes acontecimentos na próxima vez que Washington tentar limitar os direitos de propriedade de armas – ou exigir o registo de armas. Não se pode discutir com a história.

Stephen P. Halbrook é pesquisador do Independent Institute, Oakland, Califórnia, e autor do livro "Controle de Armas no Terceiro Reich: Desarmando os Judeus e 'Inimigos do Estado'" (The Independent Institute). Os leitores podem escrever para ele no The Independent Institute, 100 Swan Way, Oakland, CA 94621. https://www.greatfallstribune.com/story/opinion/guest-opinions/2015/05/16/disarming-regular-people-can-lead-genocide/27250187/



Crimes acontecem, mas não contra quem sabidamente pode se defender. 


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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 

 

"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho


REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

terça-feira, 25 de julho de 2023

DESARMAMENTO - BOLSONARO ESTÁ CERTO! - DITADORES DESARMAM - Discurso do Ex-Presidente Sobre Arm4s

 

 

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Desarmamento, o caminho certo para a tirania | Conexão KGB https://youtu.be/TxQlrh1-tfA

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Expurgo é regra num governo comunista. O comunismo, ou o socialismo, não admite concorrência, não tolera diferenças e sempre opta por destruir e matar inocentes para eliminar suspeitos ou possíveis ameaças. Não sem antes DEMONIZAR suas vítimas para justificar a perseguição. 

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"Nenhum dos males que o totalitarismo alega remediar é pior do que o próprio totalitarismo." ALBERT CAMUS

« qu’aucun des maux auxquels prétend remédier le totalitarisme n’est pire que le totalitarisme lui-même ». Albert Camus

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Se vencermos a censura, a verdade nos libertará.  

 

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REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

 

domingo, 9 de abril de 2023

PROGRAMA 4 POR 4 - 09/04 - ANA PAULA HENKEL, LACOMBE, RODRIGO CONSTANTINO, RENATA BARRETO, TRAGÉDIA EM BLUMENAU VAI SERVE DE PRETEXTO PARA CENSURA E DESARMAMENTO

 

 

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"São João nos diz que o anticristo será investido com soberania absoluta e que seu poder se estenderá sobre todas as tribos e povos, homens de todas as nações e línguas. Enquanto ele consegue vencer os santos por uma perseguição levada ao limite extremo, simultaneamente dará rédea solta a todo tipo de licenciosidade e não haverá liberdade exceto para o mal."

(Pe. Charles Arminjon (1824-1885) "O Fim do Mundo e os mistérios da vida futura" Ed. Imaculada)

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INTERVENÇÃO DIVINA

"Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." I Timóteo, 2 

Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."

CORRENTE DE PRECES - vamos orar na mesma hora, ao meio-dia e/ou às seis da tarde, e/ou nove da noite. Esteja você onde estiver, faça uma oração pelo Brasil e para que a verdade prevaleça e se imponha a todos. Ou siga sua inspiração. Ajude a divulgar e a fazer esta nação orar.

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DESDE 26 de Dezembro 2022, as visualisações deste blog caíram para 10% (um décimo).   

Se a gente não combater a censura, em breve não vai poder combater mais nada. DRIBLE A CENSURA COMPARTILHANDO OU REPUBLICANDO, NÃO DEIXE A INFORMAÇÃO MORRER!

"Vós sois a luz do mundo" Mateus 5:14 "E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz." Lucas 8:16 

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"A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons." Papa Leão XIII 

"Quando o bem da Religião ou da Pátria corre perigo, a ninguém é lícito ficar inativo". Papa Pio XII  

"Não reprovar um erro é o mesmo que aceitá-lo." Papa Félix III  
 
"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão." Gálatas 5:1

 

 

sábado, 17 de dezembro de 2022

PAULO FIGUEIREDO - DESARMAMENTO E CONFISCO DE ARMAS

 

 

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A canhota não é inteligente, nós é que somos trouxas e demoramos a acordar. A vantagem que eles levam é agir como P$1K0P4TA$, por baixo dos panos. Lembram do que Trotski disse sobre a moralidade deles?  

Censura é desarmamento. Eles vão nos desarmar de todas as formas para que não possamos reagir nunca mais. Simples assim. É isso o que faz o totalitarismo crescer sem limites. Isso já foi dito por vários autores. Durante anos eu mesma repliquei esses escritos, mas a direita IGNOROU! O senso de prioridades e os alarmes de perigo estão desligados!

O MAL BLINDA A SI MESMO CONTRA TODA CORREÇÃO. É por isso que ele é o mal e não apenas um mal que pode ser consertado, sanado, mudado.

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O comunismo é o mal por essência https://youtu.be/mm2Bwbrg_ZA?t=4571

 

ROGER SCRUTON: As ideologias totalitárias têm essa característica: legitimam o ressentimento de uma elite ao mesmo tempo estimulam o ressentimento daqueles que esta elite necessita em sua busca de vantagens que ainda lhe são inacessíveis. Esta elite constrói sua identidade com base no repúdio à antiga ordem e atribui a si mesma um papel de líder e professora do povo. 

Quando é analisado com a arrogância do super-homem de Nietzsche, o ressentimento pode se assemelhar ao resíduo amargo da "moral do escravo": uma pobreza de espírito que surge quando as pessoas sentem mais prazer em destruir outras do que em se desenvolver. 

É claro que os primeiros ressentidos (revolucionários) morrerão, muitos deles vítimas da máquina que construíram para destruir os outros. Talvez algum deles morra de causas naturais, embora uma das lições da história recente seja a descoberta de que são poucos. Por fim, a máquina passará a funcionar em piloto automático, e seu software se solidificará em seu hardware. Este é o estágio final do totalitarismo, um estágio que não foi alcançado pelos jacobinos nem pelos nazistas, mas apenas pelos comunistas. Em tal circunstância, que Václav Havel ousou chamar de "pós-totalitária", a máquina controla a si mesma e é abastecida por sua própria destilação do ressentimento original. As pessoas aprendem a "viver dentro da mentira", como disse Havel, e praticam suas traições cotidianas com uma condescendência rotineira, pagando sua dívida com a máquina e esperando que alguém, em algum lugar, saiba como desligá-la. (Texto com base em "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO" de Roger Scruton)  

sábado, 12 de novembro de 2022

URGENTE - CONFISCO DE @RMAS NO BRASIL - RÁPIDAS PERDAS DE DIREITOS - DITADURA JÁ COMEÇOU - MARCOS POLLON

 

 

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IMPORTANTE: A História do desarmamento no Brasil com Eduardo Bolsonaro  https://youtu.be/iMC_CmnvdOk

"1980: começaram a ser medidos os índices de homicídios no Brasil. Em 1980 nós tínhamos pouco mais de 8 mil homicídios por anos. 8 mil. Em 2017 nós temos praticamente 60 mil homicídios por ano. 'Ah, Eduardo, mas de repente teve aumento populacional, crescimento, vc tem de levar em consideração...' Perfeito. Você tem de levar em consideração. 1980 tínhamos em torno de 120 milhões de habitantes. Mas vamos dar uma colher de chá para eles, para os desarmamentistas. Vamos arredondar para 100 milhões. Hoje, em 2017, temos o dobro disso, 200 milhões de habitantes. Então, se em 1980 morriam 8 mil pessoas, era pra hoje, com o dobro da população, morrer o dobro de pessoas, ou seja 16 mil. Negativo. Nós não estamos em 16 mil, estamos muito acima disso: 60 mil mortes por ano, assassinatos, homicídios. Número de país com guerra. Não sou hipócrita de falar pra você que esse problema se restringe apenas ao desarmamento. Mas eu quero fazer voltar valer o direito de legítima defesa."
Eduardo Bolsonaro

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Desarmamento e impunidade incentivam o crime. Desarmamento e impunidade andam juntos, desde sempre, já que ambos são estratégias para golpes de Estado.

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COMO JÁ DISSE OLAVO DE CARVALHO, A PALAVRA "DEVOLVER" JÁ É UM ENGODO. Meu pai tinha armas, meu avô tinha armas, sempre tivemos armas. SÓ OS TIRANOS DESARMAM. "Se um governo não confia em seu cidadão armado, quem não merece confiança é esse governo!"

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“Quando o governo diz que você não precisa de um AR-15, VOCÊ PRECISA DE UM AR-15.” -@NRA

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"Quando todas as armas forem de propriedade do governo, este decidirá de quem são as outras propriedades." https://www.pensador.com/frase/MTU5NjI1MQ/

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PASSOS PARA O TOTALITARISMO: CENTRALIZAÇÃO, DESARMAMENTO, CONTROLE DA INFORMAÇÃO, CONTROLE DA EDUCAÇÃO, CONTROLE PELA LINGUAGEM, DESUMANIZAÇÃO, EXTINÇÃO DA LIBERDADE  
ARISTÓTELES, depois de estudar 147 constituições da época, concluiu que existe um denominador comum que rege o início das civilizações.  https://youtu.be/1WHh0lFjMKU?t=4620

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O DESARMAMENTO, A PASSIVIDADE E A OMISSÃO DO POVO ABRIRAM ESPAÇO PARA O TOTALITARISMO NAZISTA  https://conspiratio3.blogspot.com/2020/08/desarmamento-de-hitler.html

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HITLER POLITICAMENTE CORRETO https://conspiratio3.blogspot.com/2022/01/hitler-politicamente-correto.html

 

"Falsa idéia de utilidade é a que sacrifica mil vantagens reais por um inconveniente imaginário ou de pequena importância: a que tiraria dos homens o fogo porque incendeia, e a água porque afoga; que só destruindo repara os males. As leis que proíbem o porte de arma são leis dessa natureza". Cesare Beccaria

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Se eu não posso ter armas inclusive para me defender de um governo tirânico, então JÁ TEMOS um governo tirânico. Se o governo diz o seguinte: Você não pode acreditar, você não pode em algum momento dizer que nós estamos caminhando para uma tirania. Isto já é uma tirania. O único governo que proíbe ser chamado de tirano é um governo tirânico." Ítalo Lorenzon  
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Roger Scruton sabia que o pensamento esquerdista não é uma linha filosófica, não é um grupo de idéias fundamentadas. Não, é o pensamento da criminalidade.
https://youtu.be/mAq89BkNihM?t=2909
Não existe uma obra fundamental da esquerda que não seja um manual da criminalidade.
https://youtu.be/mAq89BkNihM?t=2994
 

A CENSURA TAMBÉM DESARMA 

A mentira só prospera com censura, caso contrário ela é DESMENTIDA E OS MENTIROSOS SÃO DESACREDITADOS. Se isso não está acontecendo é porque os mentirosos são os donos da censura.  


 LIVRO CONTRA A CENSURA -
CRISTIAN DEROSA: "Fake Check - A máfia por trás da censura"
https://conspiratio3.blogspot.com/2022/08/livro-de-gustavo-maultasch-contra-toda.html

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Marco Aurélio: “O que acontece está se aproximando do autoritarismo”

segunda-feira, 25 de maio de 2020

UM PRESIDENTE ALGEMADO AO SEU POVO - TERÇA LIVRE

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"Antes de chamar alguém de ditador ou autoritário, veja se ele tem a intenção de desarmar seu povo. Ninguém em sã consciência armaria a mesma população que quer controlar. Na foto, mensagem que deixamos exposta em Brasília, no início dos anos 2000."




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MILITARES X STF
"Grupos como o Agir, embora compostos por militares "de pijama", como são chamados os oficiais da reserva ou reformados, expressam um sentimento que se espalha pela tropa, especialmente pelo jovem oficialato, para o tormento do Alto Comando do Exército, Marinha e Aeronáutica: a ideia de que, para preservar o poder delegado pela sociedade ao presidente, justifica-se jogar pesado contra Supremo Tribunal Federal (STF)."O que os ministros do Supremo pensam que são? O presidente foi escolhido pelo povo. Não pode ser contido por decisões monocráticas. É um absurdo. Alguma postura precisa ser adotada", queixou-se um major do Exército da ativa, que aceitou conversar em off com ÉPOCA. "
http://www.defesanet.com.br/ghbr/noticia/36894/Coup-d%C2%B4Presse---Militares-da-Reserva-pedem-mais-contundencia-no-Comando-das-Forcas-Armadas/