11:23 Ademais você está confundindo duas coisas. O pensamento ideológico não se define por defender um lado todo mundo defende um lado. Não é esse o problema. O problema da abordagem ideológica é que ela proíbe, ela veta a possibilidade de você levantar outras perspectivas, não necessariamente a perspectiva que se opõe a ela politicamente. Porque o simples fato de você equacionar a questão até aqui tem uma direita e tem aqui uma esquerda e tem que ter os dois lados, isso aí científicamente é bobagem, quer dizer a confrontação ideologias opostas não tem nada a ver com a confrontação de várias hipóteses científicas. Você confunde as duas coisas. Você está confundindo simples honestidade num debate político, que é dar voz, direito de voz a todas as facções com a confrontação científica de hipótese.
O VÍDEO FOI REMOVIDO PELO CANAL, não sei por quê. Mas tem um substituto abaixo. O texto é o mesmo:
Poder e autoridade são coisas bastante distintas. O poder é imposto
coercitivamente, a autoridade é exercida dentro da liberdade. Alguém que
possui poder sem ter autoridade constantemente corre o risco de ser
deposto pelos próprios subordinados; ao passo que aquele que tem
autoridade move multidões e conduz à verdade, mesmo que esteja sozinho.
Por isso, aqueles que se baseiam numa pseudo-autoridade para perpetuar
suas mentiras precisam criar uma aparência de unanimidade. E, quando
isso não é possível, começam a calar todos aqueles cuja autoridade se
baseia única e exclusivamente na verdade.
Esta homilia foi feita pelo Padre Paulo Ricardo no dia 18 de novembro de
2022 (Memória da Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo),
durante Missa na Paróquia Cristo Rei, de Várzea Grande (MT).
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“A mentira precisa ser unânime; por isso que os ditadores precisam censurar” (Padre Paulo Ricardo) https://youtu.be/_HtAKUnXkP4
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"Estas considerações mostram a que ponto a desinformação fazia parte da
própria natureza do comunismo, ou melhor - sempre o paradoxo de MUCCHIELLI
- a que ponto o comunismo foi, em suma, uma forma particularmente
nociva de desinformação. Não por acaso os três principais dirigentes da
primeira geração escolheram viver sob nomes falsos, mesmo no auge do
poder. Lênin, Trotsky e Stalin não eram rostos, mas máscaras de
Oulianov, Bronstein e Djougachvili. Será necessário recordar o que
dizia ALEXANDER SOLJENITSIN: bastaria que os russos deixassem de mentir e o comunismo afundaria."
(Vladimir Volkoff, PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO)
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Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar
respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas:
ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de
percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal,
ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende
o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias
que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz
dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no
segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa
alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e
respeitoso joguinho de idéias. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/
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Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples
razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o
substitui por uma nova “ética” em que não há outro Bem Supremo acima dos
interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer
crescer, por todos os meios, o poder do Partido. https://olavodecarvalho.org/quem-paga/
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"Na retórica propagandística da esquerda, não basta repetir a
mentira até que ela seja aceita como verdade. É preciso usá‑la como
premissa de novas mentiras, para que ela não fique pairando sozinha no
ar, mas se consolide como parte de um sistema de mentiras, de modo que
contestar qualquer uma delas se torne difícil ou impossível, já que
todas as outras concorrem para sustentá‑la." https://www.facebook.com/carvalho.olavo/