* O ESTADO APARELHADO - Denúncias gravíssimas de Paulo Pavesi: MPF
envolvido com tráfico de bebês, com Sabrina Bittencourt, tramando contra
João de Deus, Damares Alves. Alvo: governo Bolsonaro. Assistam:
*
É PRECISO CUIDADO AO DAR MAIS PODER A UM ESTADO APARELHADO. O estado aparelhado ameaça mais que o crime organizado e é, como diz Pavesi, parte dele. Mas, o maior perigo, que Pavesi não enfatiza e Sérgio Moro parece desconsiderar, é que o objetivo, antes do enriquecimento pessoal, é PODER E CONTROLE SOBRE A SOCIEDADE.
Olavo de Carvalho · Se
TODOS os que mentem contra o governo não forem processados
criminalmente, a presidência Bolsonaro pode-se considerar encerrada.
Olavo de Carvalho · O
confronto do governo Bolsonaro com os jornalistas de esquerda não é uma
luta de idéias, de opiniões, de ideologia. É a luta da lei contra o
crime.
Olavo de Carvalho · A USP ESCONDEU, por meio século, a presença dos agentes da KGB no governo Jango.
Uma
das formas de contra-inteligência é a arte de plantar informações
falsas e produzir fatos inverídicos, misturados com pontinhas de
verdade. A técnica consiste em colocar uma verdade muito verdadeira
polvilhada com muitas mentiras: a força da verdade conduz o receptador
da informação a acreditar nas mentiras. E a PF de Lula, por obra dele,
tem sido insuperável nesse quesito. Você cria defesa quando não existe
ataque, inventa ataques falsos e indefensáveis: é o que o PT de Lula faz
todos os dias. Lula é mestre nisso, cria e inventa informações contra
um próprio aliado. E, atemorizado, o cara vai correndo buscar o colo
dele, pedindo “arrego” e proteção. Com isso, esse “aliado” já entra na
lista dos contemplados pelo governo, em caso de solicitar algo mais,
além de se circunscrever, por inércia da coreografia de poder, numa
outra lista, que é a dos devedores eternos ao seu “salvador” Lula.
Quem
está no governo, novinho na estrutura do poder, não fica sabendo disso:
afinal, essa inapreciável técnica de Lula é restrita a um pequeno
grupo, a um núcleo duro, ao comando central, que será exposto mais à
frente em todos os seus detalhes. Nesse contexto, Lula e o PT são
mestres em usar a imprensa e o dito jornalismo investigativo como peças
de contrainteligência e de condenação avant la lettre: a imprensa acaba
sendo levada a fazer o papel de um tribunal de condenação que precede
toda a segurança jurídica. Em um processo como o do Mensalão, muitos
falaram em segurança jurídica: “Se o Supremo muda o entendimento, está
mexendo com segurança jurídica”. Falácia. Ora, segurança jurídica tem um
amplo conceito. Garantir o cumprimento da lei é a própria essência do
conceito de segurança jurídica. Você terá oportunidade de constatar o
que de fato é insegurança jurídica em capítulos mais à frente. O poder
da informação é você construir outra informação, a correta e ágil
difusão e também a contrainformação. Só que ninguém usou como o governo
Lula usa, como a sua polícia usa, a contrainformação e a
contrainteligência. Não é informação e inteligência, é a
contrainformação e a contrainteligência. Esse que é o mais perigoso
substrato do poder. É a destruição da inteligência oposta, adversária,
inimiga. Usado contra a sociedade civil ou simples membros dela, é uma
covardia.
Era
muito comum no passado o jornalista fazer uso da polícia para esquentar
uma matéria. Você chegava à autoridade, dava a dica de um crime, a
autoridade investigava, prendia e devolvia a exclusividade da publicação
ao jornalista que havia dado a dica. Isso é comum e, antes de mais
nada, legítimo, porque se tratava de uma notícia-crime. Hoje em dia
acontece justamente o contrário: a polícia usa um jornalista para
esquentar informações falsas que, por serem noticiadas sem checagem,
proporcionam a instauração de um inquérito. Depois também a autoridade
usa de outro estratagema: planta informações falsas com um jornalista,
informações que não estão no inquérito – que, na verdade, muitas vezes
nem existe. Não é um processo, apesar de viral, rápido: é lento,
opressivo, mas plural. O jornalista publica o que recebe, e tal notícia
acaba sendo anexada a um inquérito como verdadeira. Ou vira a peça
inicial do inquérito. Tem mais: quando a reportagem de um jornalista é
agregada ao inquérito com informações que você mesmo plantou, emprega-se
outro truque: ao anexar o texto da reportagem nesse inquérito, você o
“vitamina” com altas doses de mentiras. Ninguém vai checar se a
reportagem que gerou o inquérito continha ou não essas informações. O
truque é muito simples. Coloque pitadas de mentiras ainda mais
mentirosas na reprodução, no corpo do inquérito, do que aquilo que foi
publicado pelo jornal.
Não
sei como esse tipo de truque ainda não se tornou brutalmente óbvio aos
por ele perseguidos. Lula e seu aparato fizeram de certo jornalismo
investigativo uma lavanderia de altas octanagens de informação. Sob o
PT, jornalista fez-se também lavador de informação. Você entrega, o
camarada publica. Veja os tribunais em que se transformaram os sites de
busca, como o Google, por exemplo. Eles te condenam já na pesquisa sobre
o teu nome: afinal de contas, na lei da selva, ninguém faz manchete
dando defesa ou deixando espaço para o outro lado, não é? Essa é a
herança maldita do “Barba”! Vi isso no governo, ad nauseam. Nunca me
calei, sempre mandei apurar. Até que chegou a minha vez. Gilberto
Carvalho, braço direito de Lula, e ainda de Dilma, tentou negociar o meu
silêncio sobre os trambiques e sinecuras que testemunhei, sobre tudo o
que sei, como ninguém, a respeito da morte de Celso Daniel, em troca de
uma cerveja, você verá. Não aceitei. Veio o refluxo. Fui levianamente
acusado e covardemente frito. A história que se segue é a história da
tentativa de assassinato da minha reputação.
*
SABRINA BITTENCOURT x PAULO PAVESI x DIGITAL INFLUENCERS - JOÃO DE DEUS, MÁFIA DE TRÁFICO DE BEBÊS
*
O Estado é o inimigo quando ele está aparelhado e se torna uma máquina de dominação. O Estado é o inimigo quando ele trabalha para si mesmo. O Estado se torna o inimigo quando controla o povo sem ser controlado por este. Psicopatas são mil vezes mais letais quando ocupam a máquina estatal.
(...)Quatro fatores contribuíram para libertar a mídia nacional desses escrúpulos de realismo.
O primeiro foi a solidariedade maior entre as empresas, forjada
durante o regime militar para a defesa comum contra as imposições do
governo. As denúncias mútuas de fraude e de mau jornalismo desapareceram
quase que por completo, colocando cada empresa jornalística na posição
confortável de poder mentir a salvo de represálias dos concorrentes. Na
mesma medida, a disputa de mercado praticamente cessou, distribuindo-se
os leitores mais ou menos equitativamente entre as maiores publicações.
O segundo foi a diversificação das atividades lucrativas das empresas
jornalísticas, que passaram a depender cada vez menos da aprovação dos
leitores. A prova máxima dessa transformação é que essas empresas se
tornaram formidavelmente mais ricas e poderosas sem que a tiragem de
seus jornais aumentasse no mais mínimo que fosse. Com a escolaridade
crescente, o número de leitores potenciais subiu de ano para ano, mas os
maiores jornais brasileiros não vendem, hoje em dia, mais exemplares do
que nos anos 50. É um fenômeno único no jornalismo mundial.
Em terceiro lugar, a obrigatoriedade do diploma universitário
promoveu a uniformização cultural e ideológica da classe jornalística,
de modo que já não há diferenças substantivas entre os climas de opinião
nas várias redações de jornais e revistas. Na homogeneidade geral, as
exceções individuais tornam-se irrelevantes.
Por último, as influências intelectuais que vieram a dominar as
faculdades de jornalismo, deprimindo a confiança nos velhos critérios de
objetividade e enfatizando antes a função dos jornalistas como “agentes
de transformação social”, acabaram transmutando maciçamente as redações
em grupos militantes imbuídos de uma agenda político-cultural e
dispostos a implementá-la por todos os meios. Por isso é que, de
milhares de profissionais de mídia que ocultaram a existência do Foro de
São Paulo por dezesseis anos, só um, um único, mostrou algum
arrependimento. Os outros, inclusive os autonomeados fiscais da
moralidade jornalística alheia, preferiram, retroativamente, ocultar a
ocultação – e não perderam um minuto de sono por isso.
Some-se a tudo isso um quinto fator, de dimensões internacionais: o
tremendo desenvolvimento, nas últimas décadas, das técnicas de
engenharia social e da sua aplicação pelos meios de comunicação.
Quem pode impedir que empresas mutuamente solidárias, libertas até
mesmo do temor ao público, tendo a seu serviço uma massa bem adestrada
de “transformadores do mundo” e um conjunto de instrumentos de ação tão
discretos quanto eficientes, mandem às favas todo senso objetivo das
proporções e se empenhem em criar uma “segunda realidade”, uma nova
ordem dos fatores, totalmente inventada, legitimando de antemão qualquer
nova mentira que lhes ocorra distribuir amanhã ou depois?
Nessas condições, toda presunção de “objetividade jornalística”,
personificada ou não nessa moderna versão do bobo-da-côrte que é o
ombudsman, tornou-se hoje apenas um adorno publicitário sem qualquer
eficácia real na prática das redações.
O total desprezo pelos critérios quantitativos de aferição da
importância das notícias tornou-se, portanto, a norma usual e
corriqueira em todas as maiores publicações. Não havendo padrão de
medida exterior pelo qual o jornalismo possa ser julgado, os jornais
passaram a viver de um noticiário autofágico e uniforme, publicando
todos as mesmas coisas, com igual destaque, e confirmando-se uns aos
outros no auto-engano comum.
(...)Uma coisa é a realidade da vida social, outra a sua imagem na mídia e
nos debates públicos. A segunda pode estar muito deslocada da primeira,
fazendo com que a atenção pública se aliene da realidade ao ponto de a
população tornar-se incapaz de compreender o que está acontecendo. O
deslocamento completo assinala um estado de psicose social. http://wpress.olavodecarvalho.org/a-briga-que-ninguem-quer-comprar/
*
"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma
expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma
quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político.
Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações,
participando de conferências e trabalhando suas diferenças com
compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de
engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação,
subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que
torna o comunismo uma conspiração criminosa. Quando percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro etapas: 1. Imobilize o criminoso. 2. Torne-o inofensivo. 3. Ganhe sua confiança. 4. Reabilite-o.
Skousen "O Comunista Exposto", pág 316
EM INGLÊS:
This question grows out of another illusion which the Communists created in our minds. They induced us to accept the idea that Communism is a legitimate expression of political action. The truth is that Communism is a criminal conspiracy. It is a mistaketo treat it as a political party.
Political groups solve their problems by entering into negotiations, attending conferences, and working out their differences with bona fide compromises which all parties are expected to perform. This has never worked with the Communists because they use deceit, disregard of laws, violation of treaties, intimidation, subversion and open insurrection as basic tools of conquest. This makes it a criminal conspiracy.
Once we realize that Communism is a criminal operation, many new avenues of action open before us. For example, a criminal problem is not handled by negotiation and compromise, but by following four steps:
1. Immobilize the criminal.
2. Render him harmless.
3. Gain his confidence.
4. Rehabilitate him.
A CORRUPÇÃO SISTÊMICA NÃO É A CAUSA, MAS O EFEITO DE UM PROBLEMA MUITO MAIOR: A EXPANSÃO COMUNISTA Sérgio Moro e esse pessoal do MPF parecem ignorar, teimosamente, que hoje o maior perigo não é a corrupção, é o
próprio Estado aparelhado. Se Sérgio Moro ou Deltan Dallagnol,
ou o legislador que seja não souberem que o maior criminoso que existe ou já
existiu é o Estado em mãos de psicopatas, que o pior risco que corremos hoje é sofrer nas
mãos de um Estado tirânico, que a corrupção sistêmica organizada pela
esquerda visa o poder totalitário acima de tudo, então criarão
leis que não nos defenderão de nosso maior inimigo, ao contrário, darão poder a ele.
*
Denúncias gravíssimas de Paulo Pavesi: MPF envolvido em tráfico de bebês, Sabrina Bittencourt, João de Deus, Damares Alves...
*
A CORRUPÇÃO SEMPRE ESTEVE NOS PLANOS PETISTAS OLAVO DE CARVALHO - RODÍZIO DE SANTIDADES - A
construção do sistema nacional de roubalheira petista não começou em
2003, nem é um desvio acidental da linha partidária. Vem do início dos
anos 90. É parte integrante da estratégia de conquista progressiva do
poder total, que passa pela destruição sistemática da ordem pública e
pela parceria ignóbil entre partidos esquerdistas e organizações
criminosas no Foro de São Paulo. Não há um só dirigente do PT ou de
qualquer outro partido de esquerda que não saiba disso, nem jornalista
que o ignore. Por isso mesmo conseguiram escondê-lo tão bem. https://conspiratio3.blogspot.com/2016/10/conselheiro-acacio-o-que-esta-por-tras.html
Sérgio
Moro disse que apresentou o seu Projeto de Lei Anticrime (que, na
verdade, é um projeto para a alteração de várias Leis) para um diálogo
colaborativo e discussão ampla pela sociedade.
Atendendo ao convite do Ministro, a seguir vai a minha colaboração crítica a alguns dispositivos do PL Anticrime de Moro:
1 – A nova redação proposta para o art. 133, do Código de Processo
Penal, não é boa e produz conseqüências graves. Ela permite que seja
realizada a avaliação e a venda, em leilão público, de bens cujo
perdimento foi decretado, em caso de iniciada a execução da pena
(provisória ou definitiva), sem ressalvar os casos em que essa execução
tenha sido suspensa. Ou seja, pode acontecer de uma pessoa ter a
execução da pena de prisão suspensa por algum motivo relevante (como
estabelecem os próprios artigos anteriores do PL Anticrime) e seus bens
continuarem a ser leiloados, sem que ela possa fazer nada contra isso. É
como se dissessem: “ok, você não vai preso, porque tem aqui um motivo
relevante que devemos analisar melhor; mas você vai ficar pobre, porque
os bens nós vendemos”. 2 – A (má) redação do dispositivo anterior
inverte a lógica do sistema penal: a pena acessória (perdimento de
bens) passaria a ser executada independentemente da exeqüibilidade da
pena principal (prisão), o que passa a idéia de que a recuperação de
valores para o Estado a qualquer custo seria mais importante do que a
punição de um crime real (essa poderia ser suspensa, mas o leilão dos
bens pode continuar). 3 – Para os que sejam, depois, absolvidos
do crime, o dispositivo assegura reparação aqueles bens perdidos por
restituição de valores corrigidos monetariamente. Como? Por precatório?
Ou seja, uma restituição para o dia de “São Nunca”. É quase um
empréstimo compulsório do Estado. 4 – Nessa mesma toada, vem a
redação proposta para o art. 91-A, do Código Penal, criando uma
pressuposição de ilicitude do patrimônio de quem quer que seja condenado
por crime cuja pena máxima seja superior a seis anos de reclusão. O
dispositivo dá autorização legal para que seja considerada ilícita a
diferença entre o valor do patrimônio e aquele que seria considerado
compatível com o seu rendimento, mas isso é feito até mesmo em casos em
que o patrimônio não tem qualquer relação com o crime cometido. Então,
como considerá-lo produto do crime? Um exemplo é a alteração do crime de
resistência previsto no próprio §2º do art. 329 do PL Anticrime, que
possui pena superior a seis anos, mas não tem nenhuma relação com
patrimônio: o PL cria essa relação por pressuposição e dará ao Estado o
direito de considerar ilícito, como produto do crime, determinada
parcela de propriedade do agente cujo crime sequer pode ter tido efeitos
patrimoniais. Na verdade, criou-se apenas um novo mecanismo de
investigação financeira da Receita Federal e do próprio Ministério da
Justiça por via transversal, permitindo que investiguem o patrimônio de
quem seja condenado em qualquer crime de pena máxima maior que seis anos
– e, pior, pressupondo a ilicitude. 5 – Mais ainda: o §3º do
art. 91-A proposto diz que o acusado é que tem de provar a licitude da
propriedade. Ou seja: o crime pode não ser patrimonial, mas gerará
consequências patrimoniais e quem tem de provar a ilicitude não é a
acusação. Fabuloso. 6 – É a lógica soviética, para a qual o
patrimônio é sempre a prioridade: “É interessante saber que, na
Constituição do Estado soviético, o homicídio doloso era punido com
apenas dez anos de cadeia e os crimes contra a administração pública
sujeitavam o culpado à pena de morte. [...] Ora, o noticiário sobre
corrupção conseguiu introduzir na mente brasileira o hábito de julgar as
coisas segundo uma escala moral soviética; e o fez com muito mais
eficiência do que lograria em anos e anos de debates explícitos. [...]
Introduzida por baixo, como critério subjacente, ela penetra às ocultas
no senso comum e o perverte até a raiz, preparando-o para aceitar
passivamente, no futuro, aberrações maiores ainda, que venham a ser
impostas por um Estado socialista” (Olavo de Carvalho, “A Nova Era e a
Revolução Cultural”, Campinas/SP: Vide Editorial, 2014; p. 81). 7
- Há vários outros pontos criticáveis, que mereceriam um artigo mais
amplo, porém vou comentar apenas mais dois, relacionados às medidas
sobre a legítima defesa. Primeiro, a redação proposta para o § 2º do
art. 23 torna a legítima defesa um favor do juiz (não um direito): essa
redação pressupõe já que existe crime de excesso, pois fala em “reduzir a
pena” (logo, já há crime antes) no caso de medo, surpresa ou violenta
emoção “escusáveis” (quer dizer, quando o juiz entenda que aquilo pode
ser desculpado); essa redação também gera problemas para o porte de
arma, pois, se o excesso é apenas “escusado” em caso de medo, surpresa
ou violenta emoção, então se cria mais uma dificuldade psicotécnica.
Quanto ao art. 25, os incisos I e II tentam propor uma “excludente de
ilicitude” para os policiais em ação, apenas criando mais subjetivismo:
há repetição constante da palavra “iminente”, ou seja, o policial apenas
poderá se valer daquilo se esperar até o último segundo antes do
ataque. E quem prova que foi iminente mesmo? O policial não deve agir
antes, se possuir todos os meios de aferição da situação de risco?
Tem-se mais um critério subjetivo que servirá, no fim, para perseguir
policiais. Esse texto já está grande e, evidentemente, precisei
resumir muito do que queria comentar, correndo o risco até de ser
impreciso em alguns pontos, mas espero escrever algo mais detalhado
depois. De todo modo, o texto possui pontos louváveis, mas não está
isento de críticas em áreas muito sensíveis e com graves conseqüências. -- Siga-me também no Instagram: @taifersousa
Vi
o texto proposto pelo Ministro Moro para a reforma do Código Penal, no
que se refere ao caso da legítima defesa em ações policiais. O texto é
inútil, Moro traz objetivamente a ação policial como causa de legítima
defesa, mas nunca foi esse o problema da atual legislação. Nunca houve
dúvida que o policial reagindo para salvar sua vida ou de terceiros
estaria coberto pela legítima defesa. O problema atual é o criminoso
entendimento jurisprudencial e doutrinário da figura tosca
do excesso de legítima defesa. O que a reforma tinha que acabar é com a
criminosa ideia de que se é possível equalizar uma reação quando sua
vida ou de outrem está em jogo. No mais, a proposta de Moro não atinge
esse efeito e só faz deixar expresso o que já era aplicável. Se o texto
continuar da forma que está os policiais ainda estarão reféns do
entendimento de algum juiz e/ou promotor alucinado que aplique a figura
do excesso de legítima defesa.
Só
uma mente em um profundo estado de delírio patológico poderia conceber
que um sujeito sob a ameaça de morte tenha capacidade de avaliar se os
meios usados na defesa da própria vida são proporcionais e moderados.
Infelizmente, o que não falta no mundo jurídico são psicopatas que
possuem a pachorra de aplicar a criminosa ideia de excesso de legítima
defesa. Ninguém pode ser punido por defender a própria vida. Se minha
vida está em jogo até mil quilos de TNT, para explodir o sujeito em
milhares de pedaços, é um meio adequado de defesa. E que qualquer
vagabundo que diga que não, ao menos, que se sujeite sozinho a fazer
ponderações filosóficas sobre moderação com um cano de uma arma apontado
para o rosto.
A MACRO-ESTRATÉGIA TUCANO-PETISTA OLAVO DE CARVALHO Mas, para o leitor sem medo de perceber o óbvio, Cardoso e Buarque
fornecem ainda algumas informações suplementares sobre a
macro-estratégia petista-tucana:
1. Ela visa essencialmente a fazer do Estado o pólo agente, da
sociedade a matéria-prima a ser transformada pela intervenção estatal
através de “choques sociais”.
2. Seu modo de ação básico é o investimento estatal maciço,
sustentado por impostos altíssimos (nunca menos de 30 por cento do PIB).
3. Todas as forças sociais devem ser persuadidas a
transformar-se em instrumentos dóceis da ação do Estado, para que a
mudança possa ser efetuada sem ruptura violenta.
4. Cardoso e Buarque estão persuadidos de que a mídia se prestará a esse papel sem a menor resistência.
5. As dificuldades podem vir, isto sim, da Justiça. Insistindo
em preservar direitos legais consagrados, juízes e procuradores se
tornaram um obstáculo ao advento do Brasil socialista. O que os dois
mentores da transição pretendem fazer para derrubar esse obstáculo é
detalhe que não foi discutido na conversação.
Alguns dados que também não constam do documento devem ser acrescentados para a sua melhor compreensão:
1. PT e PSDB originam-se ambos da esquerda uspiana dos anos
70, fortemente impregnada das idéias de Antonio Gramsci. Cardoso
considera-se, não sem razão, mais hábil na aplicação da estratégia
gramsciana do que seus concorrentes do PT.
2. As conexões dos dois partidos no plano internacional são as
mesmas: ambos estão perfeitamente integrados nos planos do “globalismo
progressista” da ONU, da Comunidade Européia e das grandes fortunas
privadas (Rockefeller, Ford, MacArthur, Soros) que subsidiam a esquerda
universal como instrumento de implantação de um governo global. PT e
PSDB são as duas pontas locais de um triângulo cujo vértice está
colocado muito alto na hierarquia do poder mundial. Para o leitor fazer
uma idéia dessa altitude, basta-lhe saber que o Cebri, Centro Brasileiro
de Relações Internacionais, braço nacional do CFR (Council of Foreign Relations), o principal think tank
da estratégia globalista, tem entre seus conselheiros o sr. Marco
Aurélio Garcia, um dos mais ativos membros do Foro de São Paulo, e na
presidência o próprio Cardoso.
3. Quando se fala em “PT”, é preciso não compreender um
partido isolado, mas as oitenta e tantas organizações que compõem o Foro
de São Paulo. Todo esse conjunto está integrado no esquema que, desde
os centros de comando do neo-imperialismo burocrático, decide os rumos
da política brasileira. http://www.olavodecarvalho.org/semana/041204globo.htm
OLAVO DE CARVALHO - Não há limites para a
mendacidade, a malícia, a perversidade e o grotesco da mente
revolucionária. Seu único deus é o Poder, sua única moral é a da vitória
a todo preço. O resto é jogo dialético para estontear o adversário.
Continuem confiando
nessa gente e ela lhes roubará tudo, a liberdade, a bolsa, a vida e o
último resíduo de dignidade, como roubou no Leste Europeu e em Cuba. E,
se vocês acham que existe algum esquerdista mais honesto que o outro,
não estão de todo errados: o antecessor é quase sempre um pouco menos
canalha do que o sucessor.
OLAVO DE CARVALHO - "Qualquer pretenso analista político que não entenda que a corrupção
sistêmica é parte integrante de um projeto de conquista do poder total,
que esse projeto está intimamente ligado a terrorismo, narcotráfico e
contrabando de armas, e que o comando da coisa vem de Cuba por meio dos
encontros reservados do Foro de São Paulo é um idiota útil na mais
bondosa das hipóteses."- https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/441267882691958
OLAVO DE CARVALHO - "Os velhos políticos corruptos limitavam-se a
roubar. O PT transformou o roubo em sistema, o sistema em militância, a
militância em substitutivo das leis e instituições, rebaixadas à
condição de entraves temporários à construção da grande utopia." http://www.olavodecarvalho.org/nada-de-novo/ *
Olavo de Carvalho · Quando
o governo militar, aquela plêiade de gênios, impôs nas escolas a
Educação Moral e Cívica, cada organização de esquerda ordenou que seus
militantes entrassem nos concursos para provimento dessa cátedra. Tudo,
nessa disciplina, virou propaganda comunista.
SEMPRE que o governo
abre concurso para qualquer cargo que possa ser útil à estratégia
comunista, aquelas organizações repetem o truque. Cargos de promotor
público e de juiz não são exceções. https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/1211577782327627
*
Já passou da hora da Lava Jato começar a montar esse quebra-cabeça. Mas ela evita tocar no aspecto político-ideológico e adentrar no âmbito da conspiração que é a causa da corrupção organizada. Por que nós percebemos isto e eles não? Por que o simples bom senso de juntar os fatos, que pipocam o tempo todo na nossa cara, não é suficiente para os investigadores do Estado? Um dos motivos pode ser este: o MPF está muito controlado pelo esquerdismo. Foram no mínimo 13 anos de aparelhamento e subversão. O que Deltan Dallagnol publicou em seu Facebook demonstra certo esquerdismo ou, pelo menos, ignorância sobre o problema. Ele parece cair direitinho na técnica esquerdista de igualar erros de esquerda e direita, de fazer aquela média que nada tem a ver com verdade, apenas disfarça e beneficia a esquerda:
Deltan Dallagnol · Essa
simplificação entre os extremos de direita e esquerda, cheia de teorias
conspiratórias, “faz a pessoa perder a capacidade de entender o que se
passa”.
Apesar da frase dúbia, o texto indicado por ele é uma entrevista da Folha de SP com o evangélico Valdinei Ferreira, que nivela esquerda e direita. Selecionei alguns trechos:
"- Da internet às ruas, há muita hostilidade no ar. Como retomar o diálogo entre quem pensa diferente? - Agostinho diz que a verdade não pode ser minha nem sua, tem que ser nossa. O próprio cristianismo tem recursos para que as partes se ouçam e cedam mutuamente. É voltar para aquilo que é a tradição cristã: tolerância. Difícil é enfrentar esses esquemas conspiratórios." "- E quais seriam? - Pega gente da direita que fala em Ursal, Foro de São Paulo, tudo como se fosse um grande plano em marcha. O mesmo se aplica à esquerda que diz que a Lava Jato é ação do FBI, que o Moro foi treinado pelos americanos. Uma simplificação que faz a pessoa perder a capacidade de entender o que se passa." "- Como conciliar, numa democracia, direitos de minorias e daqueles que querem preservar um núcleo familiar que veem como biblicamente correto? - Aí que os extremos atrapalham. Parte das minorias não se sente representada, e parte da maioria se sente acuada pela emergência das minorias. É algo novo na sociedade brasileira, e também na Europa, nos EUA. Nossa democracia está buscando jeitos de conciliar interesses conflitantes. Por exemplo, uma fronteira é a questão do papel do Estado, da escola e da família na esfera íntima que é a orientação sexual. A gente não vai sair disso sem bom senso."
* Creio que o pastor é ignorante, pra dizer o mínimo, nas questões políticas que ele aborda, e preenche esse vazio com uma média, "sensata", "tolerante", entre verdade, mentira, probabilidades, uma média entre bem e mal. Não se pode esperar razoabilidade da esquerda e dos palestinos quando você investiga suas intenções históricas, ligações e propostas. A verdade não é uma média, por isso é "radical". Não é com medidas paliativas, mornas, que venceremos este combate. Mas com tolerância à verdade, SABEREMOS com o que estamos lidando e o que fazer.
* Parace óbvio, mas a ficha não cai para os brasileiros: o comunismo
é um câncer em metástase que, se não é combatido, espalha-se para o
mundo todo. Esta é sua natureza, sua intenção e sua atividade incessante
DESDE SEMPRE. O livro de Skousen, O COMUNISTA EXPOSTO, lançado em 1958, traz vários episódios desta expansão comunista (China, Coréia, Cuba,
etc.) com o mesmo modus operandi de: traidores, ignorância, mentiras,
golpes baixos numa guerra assimétrica em que moralidade, tratados e leis servem apenas para amarrar um lado. É um erro respeitar o comunismo, um sistema de dominação que não respeita nada, diz W. Cleon Skousen em "O Comunista Exposto":
"Fomos induzidos a aceitar a idéia de que o comunismo é uma
expressão legítima de ação política. A verdade é que o comunismo é uma
quadrilha criminosa. É um erro tratar o comunismo como partido político.
Grupos políticos resolvem seus problemas entrando em negociações,
participando de conferências e trabalhando suas diferenças com
compromissos de boa-fé que todos os partidos devem cumprir. Isso nunca funcionou com os comunistas, pois eles usam de
engano, desprezo pelas leis, violação de tratados, intimidação,
subversão e insurreição aberta como ferramentas básicas de conquista. É isso o que
torna o comunismo uma conspiração criminosa. Quando
percebemos que o comunismo é uma operação criminosa, muitos novos
caminhos de ação se abrem diante de nós. Por exemplo, um problema
criminal não é tratado por negociação e compromisso, mas seguindo quatro
etapas: 1. Imobilize o criminoso. 2. Torne-o inofensivo. 3. Ganhe sua confiança. 4. Reabilite-o. EM INGLÊS: This question grows out of another illusion which the Communists
created in our minds. They induced us to accept the idea that
Communism is a legitimate expression of political action. The
truth is that Communism is a criminal conspiracy. It is a
mistaketo treat it as a political party. Political groups solve their problems by entering into negotiations,
attending conferences, and working out their differences with bona
fide compromises which all parties are expected to perform. This
has never worked with the Communists because they use
deceit, disregard of laws, violation of treaties,
intimidation, subversion and open insurrection as basic tools of
conquest. This makes it a criminal conspiracy. Once we realize that Communism is a criminal operation, many new
avenues of action open before us. For example, a criminal problem is not
handled by negotiation and compromise, but by following four steps: 1. Immobilize the criminal. 2. Render him harmless. 3. Gain his confidence. 4. Rehabilitate him. W. Cleon Skousen, The Naked Communist (1958) http://yiriyahbenchanan.org/wp-content/uploads/2016/07/TheNakedCommunist_byWCleonSkousen.pdf
* Olavo de Carvalho - "No
estudo do Alexander Soljenitsin sobre as revoluções na França e na
Rússia, o diagnóstico é o mesmo nos dois casos: a direita, vilmente
atacada, perde porque se preocupa menos em destruir o adversário do que
em mostrar moderação." (Veja SINDROME DO PIU-PIU)
* OLAVO DE CARVALHO
- "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado,
o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o
cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites.
Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la." https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/12/28/generalas-promissoria-e-elite-revolucionaria/
* OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça. *
OLAVO DE CARVALHO - Não há limites para a
mendacidade, a malícia, a perversidade e o grotesco da mente
revolucionária. Seu único deus é o Poder, sua única moral é a da vitória
a todo preço. O resto é jogo dialético para estontear o adversário.
Continuem confiando
nessa gente e ela lhes roubará tudo, a liberdade, a bolsa, a vida e o
último resíduo de dignidade, como roubou no Leste Europeu e em Cuba.
http://wpress.olavodecarvalho.org/rodizio-de-santidades/
* COMUNISMO - "Em seus mais de oitenta anos de história, tudo o que o Partido Comunista Chinês tocou foi
marcado por mentiras, guerras, fome, tirania, massacre e terror. As
crenças e os valores tradicionais foram violentamente destruídos. Os
conceitos éticos e as estruturas sociais originais foram desintegrados
pela força. A empatia, o amor e a harmonia entre as pessoas se
evaporaram, vítimas das lutas e do ódio. Veneração e apreço pelos Céus e
pela Terra foram substituídos por um desejo arrogante de “lutar contra
os Céus e a Terra”. O resultado foi um total colapso do sistema social,
moral e ecológico, uma profunda crise para o povo chinês e, de fato,
para a humanidade. Todas essas calamidades foram provocadas por meio do
planejamento deliberado, organização e controle do PCC." https://www.epochtimes.com.br/nove-comentarios-partido-comunista-chines-introducao/
* “Inspirada na Arte da Guerra de Sun-Tzu, a Guerra Assimétrica
consiste em dar tacitamente a um dos lados beligerantes o direito
absoluto de usar de todos os meios de ação, por mais vis e criminosos,
explorando ao mesmo tempo como ardil estratégico os compromissos morais e
legais que amarram as mãos do adversário” (“Diferenças gritantes”, Olavo de Carvalho, O Globo, 15 de maio de 2004) https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2016/02/17/guerra-assimetrica/
* * * ITALO LORENZON - O QUE HÁ CONTRA LULA NO CASO DO SÍTIO DE ATIBAIA? - CORRUPÇÃO É ESTRATÉGICA PARA A TOMADA DE PODER "O problema não é o Lula ser ladrão, gente. Óbvio
que isso também é um problema, mas não é o problema principal. O
problema principal é que o PT transformou a corrupção num mecanismo para
se instalar no poder. Isso é muito, muito pior que corrupção
simplesmente. Muito pior que a corrupção. Então, quando a gente fala que
Bolsonaro vai resolver o problema da corrupção... Não vai resolver o
problema da corrupção. Ele não foi posto lá para isso. A população não
quer isso. A população quer resolver o problema de um partido que usou
da corrupção para tentar destruir a nossa democracia." "O problema é o PT se instalar no governo e usar da corrupção para
destruir a nossa democracia. Você pode pensar o que você quiser de Jair
Bolsonaro, que ele é um sujeito com índole autoritária, porque ele fala
umas coisas escabrosas, porque ele fala umas coisas que não podem ser
admitidas num debate civilizado, etc. Perto do PT, Bolsonaro é um
liberal inglês! Entendam isso de uma vez por todas. Perto do PT o
Bolsonaro é um liberal inglês e tem uma missão a cumprir. Deixe-o. Ele
não está falhando nessa missão. Está cumprindo essa missão muito bem até
o momento. Podem surgir outros problemas? A gente vai ter outros
problemas daqui pra frante? Teremos. Mas o maior deles não pode ser
esquecido até o momento. O maior dos problemas é o seguinte: o PT, e
toda a esquerda, aparelhou o Estado e usou a corrupção para destruir a
nossa democracia, para instalar-se no poder e não sair mais, nunca mais.
" https://conspiratio3.blogspot.com/2018/11/italo-lorenzon-o-que-ha-contra-lula-no.html OLAVO DE CARVALHO - "Os velhos políticos corruptos limitavam-se a
roubar. O PT transformou o roubo em sistema, o sistema em militância, a
militância em substitutivo das leis e instituições, rebaixadas à
condição de entraves temporários à construção da grande utopia." http://www.olavodecarvalho.org/nada-de-novo/ OLAVO DE CARVALHO - "Qualquer pretenso analista político que não entenda que a corrupção
sistêmica é parte integrante de um projeto de conquista do poder total,
que esse projeto está intimamente ligado a terrorismo, narcotráfico e
contrabando de armas, e que o comando da coisa vem de Cuba por meio dos
encontros reservados do Foro de São Paulo é um idiota útil na mais
bondosa das hipóteses."- https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/441267882691958 OLAVO DE CARVALHO · Vencer
os comunolarápios não basta. É preciso bani-los da vida pública PARA
SEMPRE. Entenderam? PARA SEMPRE. E só há um meio de fazer isso: Não
deixar que a velha geração esqueça e as novas gerações ignorem o que
eles fizeram. Os crimes inumeráveis que eles cometeram -- e os muitos
outros que preparavam -- garantiram para eles o direito à imortalidade: a
imortalidade da vergonha, do opróbrio e da desonra. Negar-lhes isso é
fazer-lhes uma tremenda injustiça.
Nosso inimigo, o Estado
Este livro está na base dos pensamentos libertário e conservador americanos, já que foi tomado por uma espécie de manifesto contra o poder abusivo do Estado sobre o poder social organizado.
O autor, talvez o primeiro a se autoproclamar “libertário”, explica que seu propósito com esse livro é levantar a questão se o enorme esgotamento do poder social que presenciamos em todos os lugares não sugere a importância de saber mais do que sabemos sobre a natureza essencial da instituição que absorve tão rapidamente esse volume de poder — o Estado.
Leitura imprescindível para compreender os fundamentos do pensamento conservador moderno, especialmente em sua vertente americana e mais alinhada ao libertarianismo.
Sobre o autor:
Albert Jay Nock (1870–1945) foi um escritor, editor, pedagogo e crítico social americano, um dos primeiros a se autoproclamar “libertário”, ferrenhamente contrário ao New Deal, e que serviu de inspiração para os movimentos conservador e libertário dos Estados Unidos. Seus trabalhos mais conhecidos são este Nosso inimigo, o Estado e Memoirs of a Superfluous Man.
Ficha Técnica:
Número de Páginas: 176
Editora: Vide Editorial
Idioma: Português
ISBN: 9788595070424
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
O PODER - BERTRAND DE JOUVENEL
http://conspiratio3.blogspot.com/2016/12/o-poder-antes-ele-queria-seu-sangue-o.html O
Poder inverte as expectativas: dê a sua alma, ele diz, que darei a
segurança que você precisa para continuar a sua vidinha com a paz e o
conforto que merece.
O
homem democrático aceitou o pacto sem reclamações. Entre a dor e o
nada, em vez de escolher a primeira, ficou com o segundo, disfarçado de
grandes oportunidades e de sonhos jamais realizados. Parece
um vaticínio terrível, e é. Mas De Jouvenel mostra que a solução existe
na capacidade do homem escolher e conquistar a sua própria liberdade - e
mantê-la sob constante vigilância. O Poder quer permanecer a qualquer
custo, independente das ideologias de esquerda e de direita; e o ser
humano também, com a diferença de que ele sempre esteve acima de tudo
isso.
****
A GNOSE, DILACERAÇÃO DE CRISTO, DILACERAÇÃO DO HOMEM – Stefano Fontana
A gnose é uma heresia que confunde as ideias sobre heresia; é uma heresia enganosa que influencia negativamente todo o processo de distinção/separação entre verdade e erro. É por isso que a Gnose tem sido vista como “a heresia de todas as heresias”, o mesmo que Pio X dizia do modernismo, que era e é uma heresia gnóstica. A gnose é camaleônica e multifacetada, apresenta-se de maneiras diferentes e, portanto, penetra mais profundamente, muitas vezes de forma inadvertida. Ao ocultar seu perigo, ele é aceita por aquilo que não é, tendo também conseguido fazer com que, na Igreja, não fale mais de heresia.
(...)
A contenção da natalidade politicamente programada; o empenho conjunto de organizações internacionais para o crescimento zero ou abaixo de zero; a convergência dos grandes centros financeiros, das cortes internacionais de justiça e dos poderes políticos transnacionais para impor o aborto como um direito; a esterilização; a destruição de embriões humanos; o planejamento da substituição de povos inteiros por meio da imigração; o propósito de superar as religiões confessionais para chegar-se a uma única religião mundial sincrética ou genericamente humanística, de acordo com o projeto maçônico; a perseguição do cristianismo e, especialmente, do catolicismo, encurralado entre a afirmação da própria identidade e a submissão ao mundo: são aspectos macroscópicos e planetários da Gnose contemporânea, que observadores como Michel Schooyans, Marguerite Peeters, Gabriele Kuby e Riccardo Cascioli têm mostrado com clareza, e tudo isto muito bem documentado pelos Relatórios Anuais sobre a Doutrina Social da Igreja no mundo, do Observatório Cardeal Van Thuan (http://www.vanthuanobservatory.org/eng/).
Esta é a Nova Desordem Mundial ou, como também é chamada, a Sociedade Aberta. A aceitação da homossexualidade, mesmo em círculos católicos; o fato de que o exercício da sexualidade fora do casamento seja visto com normalidade; ou o fato de que mais de 70 por cento dos católicos já não mais considerem a masturbação como um pecado, são efeitos da longa influência do Gnosticismo.
Quem acredita poder ser salvo espiritualmente, contribuindo para a aprovação de leis e políticas contra o direito natural, está dissociando o Cristo criador do Cristo redentor: é o que pretende o Gnosticismo.
* POLÍTICOS TRAMANDO O MAIOR GOLPE DE CENSURA À INTERNET - BRICS CABLE - A MORTE DA INTERNET - QUEM CONTROLA A INFORMAÇÃO, CONTROLA TUDO http://conspiratio3.blogspot.com.br/2017/06/tramando-o-maior-golpe-de-censura.html
* Gente, a Internet é nossa única ferramenta para confrontar mentiras e barrar o avanço do mal. Cuide dela. Para eles a verdade não existe, é só um modo de manipular os trouxas que acreditam nela, o que existe são as narrativas, as versões e a verdade por consenso, o poder da "maioria". Então se o poder determina o que é verdade, a censura não causa dano nenhum, porque é inventada por ele mesmo!!! Essa é a mentalidade golpista da esquerda, esse é o mal que quer nos tirar o poder de dizer o que ele é.
A “lógica” da deputada Maria do Rosário é defender quem cospe numa mulher (José de Abreu) e quem seqüestra uma mulher, a estupra seguidas vezes até destruir sua vagina, mata seu namorado com um tiro de espingarda na nuca e depois a mata lentamente, a facadas, em outra sessão de estupro no meio do mato (Champinha), mas criticar os “machistas valentões”, dizendo que seu lugar é na cadeia. Danilo Gentili fez troça dessa lógica, apontando sua incoerência. Se não podemos apontar incoerência de políticos, e não podemos nem sequer fazer troça de políticos, podemos afirmar categoricamente que vivemos numa ditadura, com forte censura para proteger os poderosos. http://sensoincomum.org/2017/06/07/voce-deve-defender-danilo-gentili/ O POLITICAMENTE CORRETO NOS CEGA PARA O PERIGO -Eles simplesmente resolveram eliminar a verdade como critério válido. O que me espanta é que: 1- a mentira é a língua oficial dos governos hoje e eles não se preocupam se todos estão reparando que o "rei está nu". Eles sabem que não estão sendo acreditados, mas vão empurrando a farsa adiante; 2 - por que isso não dá o sinal de alarme na sociedade? Se a mentira está instalada confortavelmente à vista de todos tem uma coisa MUITO errada, é sinal de que o MAL está no comando. Não lembro se foi no livro PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO, ou se foi no PONEROLOGIA, PSICOPATAS NO PODER, ou em outro, que li sobre a falsificação científica e a depredação metódica do conhecimento acumulado em milênios, praticadas em regimes comunistas, cujo objetivo ainda é aniquilar a noção de verdade e uniformizar as obedientes consciências. Isso está acontecendo aqui, agora. Onde esses malditos tocam, confundem deliberadamente verdade e mentira e pretendem fazer do mundo uma Torre de Babel onde ninguém distingue o que é verdadeiro ou falso , bom ou mal, onde só o PODER será ouvido. "Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde." Esse dia é hoje, agora. Mas o que espantaria ainda mais Chesterton é que pode chegar o dia em que NÃO poderemos provar que a grama é verde, pois com ajuda do MPF, legislativo e STF, alguns provarão que ela é vermelha e quem afirmar o contrário será acusado de preconceito, crime de ódio e incitação à violência. Muita gente acha que o politicamente correto é apenas um código informal exercido por pressão social. Mas ele já passou dessa fase. Ele já determina ações governamentais, criação de novos crimes, subjetivos, leis e punições para pessoas inocentes e desculpas para os culpados. Não foi o que aconteceu ao "DIREITA SÃO PAULO"? Foram acusados de PRECONCEITO pelo MPF por protestarem contra a lei de migração. Pré-conceito é um comportamento irracional e não uma resposta justa a fatos presentes. Mais irracional e inexplicável é uma lei que despreza os fatos e inventa uma realidade paralela. A fórmula deles é: fabricar o mal e punir a reação natural a ele. Isso sim é perversidade, é crime de ódio, é brasileirofobia. E este é mais um motivo embutido no protesto: qual a credibilidade de uma lei produzida por corruptos? Aqueles que estão fazendo leis brasileirofóbicas não são os mesmos traidores que, sem um pingo de sentimento humanitário, depredam o Brasil? Em que medida essas leis não estão subordinadas ao esquema de corrupção sistêmica para conquista de poder? Não existe uma relação de subserviência desses políticos à ONU e organizações internacionais com sua agenda globalista para dissolver fronteiras, soberanias e identidades nacionais? Por que as investigações são sempre parciais e não abordam essas questões que hoje já são muito mais que teorias? Então, a primeira suspeita recai sobre as reais intenções dos políticos e do Judiciário que agora legisla. Antes das leis, antes dos terroristas, do tráfico nas fronteiras, o maior perigo são os traidores e incompetentes no poder. * A INFORMAÇÃO NÃO ESTÁ CHEGANDO AONDE DEVERIA. AJUDE A DRIBLAR A CENSURA NAS REDES: COMPARTILHE OU REPUBLIQUE MUITO MAIS. Nada disto estaria acontecendo se a informação estivesse circulando normalmente, se não houvesse excesso de mentiras e escassez de verdades em circulação. Lei de migração, corrupção, esquerda dominando só acontecem onde a mentira reina, onde a informação está sendo controlada por governos e esquerdistas na imprensa. Nosso problema hoje é a falta de VERDADE no mundo.
"O clássico estudo de Bertrand de Jouvenel, Du Pouvoir, Histoire
Naturelle de sa Croissance (1949), demonstrou de uma vez por todas que o
crescimento do poder do Estado, com a consequente atrofia das
liberdades individuais, é a mais nítida constante da História ocidental
moderna, pouco importando se falamos de “democracias” ou de “ditaduras”." Olavo de carvalho
*
O PODER - "Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma. " (Bertrand de Jouvenel)
Crítica de "O Poder - História Natural de seu Crescimento" (...) "O Poder" mostra as marcas do tempo da sua redação, mas vai além, muito além. Tornou-se também uma profecia dos nossos tempos.
O livro destrói qualquer espécie de ingenuidade que se possa ter a respeito desta palavrinha mágica chamada "Poder". Graças à cumplicidade dos intelectuais e, claro, dos políticos, o Poder - escrito em maiúscula, como se fosse uma entidade viva, com uma lógica idiossincrática, quiçá misteriosa - cresceu exponencialmente no final do século 19 e início do 20.
Antes ele queria apenas o seu dinheiro (através dos impostos), o seu sangue (através da guerra) e a livre-iniciativa (através da burocracia); agora, quer nada mais nada menos do que a sua alma.
Como bom profeta, De Jouvenel mostra que isso aconteceu sem que ninguém suspeitasse. Na verdade, o argumento mais perturbador é o de que deixamos o Poder invadir nossa vida íntima porque gostamos disso.
Usar o termo "gostar" é um eufemismo. A palavra certa é "idolatrar". É nesta distinção que De Jouvenel supera, por exemplo, Elias Canetti em "Massa e Poder" e se iguala a Ortega y Gasset em "A Rebelião das Massas".
Como Ortega, o escritor francês reconhece que o ser humano só se torna pleno quando aceita a sua existência como um constante naufrágio, repleto de incerteza. O Poder inverte as expectativas: dê a sua alma, ele diz, que darei a segurança que você precisa para continuar a sua vidinha com a paz e o conforto que merece.
O homem democrático aceitou o pacto sem reclamações. Entre a dor e o nada, em vez de escolher a primeira, ficou com o segundo, disfarçado de grandes oportunidades e de sonhos jamais realizados.
Parece um vaticínio terrível, e é. Mas De Jouvenel mostra que a solução existe na capacidade do homem escolher e conquistar a sua própria liberdade - e mantê-la sob constante vigilância. O Poder quer permanecer a qualquer custo, independente das ideologias de esquerda e de direita; e o ser humano também, com a diferença de que ele sempre esteve acima de tudo isso.
Afinal, se não fosse por esse bom combate, valeria a pena viver tal história? Ou será que já escolhemos viver com "pacotes de emergência", um atrás do outro, esperando a prisão sem aviso?
MARTIM VASQUES DA CUNHA é editor da revista "Dicta&Contradicta" e doutorando pela USP.
O Poder - História Natural de seu Crescimento
AUTOR Bertrand de Jouvenel
EDITORA Peixoto Neto
*** A ELITE QUE VIROU MASSA A implantação de políticas de controle
totalitário – da economia, da cultura, da religião,
da moral, da vida privada – mostrou-se plenamente compatível
com a subsistência do processo eleitoral formal, hoje
tido como suficiente para conferir a uma nação
o título de “democracia”. Com esse nome
ou o de “democracia de massas”, a ditadura por
meios democráticos tornou-se praticamente o regime
universal. http://www.olavodecarvalho.org/semana/081201dce.html
A INVEJA REVOLUCIONÁRIA O "proletariado do espírito" é, como
já observava Otto Maria Carpeaux (A Cinza do Purgatório, 1943), a classe
revolucionária por excelência. Desde a Revolução Francesa, os movimentos
ideológicos de massa sempre recrutaram o grosso de seus líderes da multidão dos
semi-intelectuais ressentidos. http://www.olavodecarvalho.org/semana/030826fsp.htm
A CENSURA IDEOLÓGICA IMPULSIONA A MÁQUINA TOTALITÁRIA
"O efeito da ideologia marxista é precisamente colocar o Estado comunista no caminho da dominação. Ninguém acredita que ele deveria dominar, muito menos aqueles que se desculpam por seus "erros" e "desvios". Nem qualquer cidadão de um Estado cornunista deseja aumentar seu poder de forma tão alarmante. Mas ninguém sabe como pará-lo, já que NENHUMA RAZÃO PARA PARÁ-LO PODE SER PROFERIDA sem penalidade instantânea." (Roger Scruton)
Há um mês
As duas armas mais poderosas do Totalitarismo de Estado são as Agencias Reguladoras e os Atos Regulatórios Profissionais.
Nem o embuste eleitoral, nem as compras de votos são tão poderosos como esses dois instrumentos, para os fins da 'organização de meios políticos' que é o Estado.
A Regulamentação das Agências cria os monopólios que interessam ao Estado.
A Regulamentação Profissional - junto com as milícias sindicais e estudantis e o controle dos curricula e das bibliografias "oficiais" - formam a mentalidade profissional padronizada, no nível de competência e submissão à regulamentação de produtos e serviços, que reforça os monopólios da indústria e dos serviços.
O Judiciário com seu aliado monopólio da violência e coerção física mantem as guilhotinas nos pescoços dos insurgentes.
O negócio eleitoral é apenas uma agitação vestibular, que se passa na antessala do poder, o qual independe de ideologias ou partidos: qualquer um deles serve ao propósito do Estado: confisco do poder social para reforçar o poder do Estado.
Tudo isso é amarrado pela trama da CENTRALIZAÇÃO do poder legiferante e arrecadatório no nível da União, e a coleira financeira nos estados e municípios.
Se alguem quiser devolver ao povo as liberdades com que nasceu para empreender e jogar o jogo da Natureza (da qual derivam as verdadeiras leis econômicas e sociais), terá que desfazer essa tessitura perversa, essas cabeleiras de górgonas.