OLAVO DE CARVALHO
- "Quem ainda não percebeu que os maiores genocidas do mundo adoram
usar a palavra "genocida" em sentido figurado e fora de contexto para
aplicá-la a seus adversários e dar, por esse miserável truquinho verbal,
a impressão de que estes são tão monstruosos quanto eles?" - https://twitter.com/opropriolavo/status/1374570396314394624
Tudo
o que os comunistas merecem é o tratamento que eles dão à oposição
anticomunista nos países que eles governam. Quem não entende isso é um
cu clamando por uma pica comunista https://twitter.com/opropriolavo/status/1374564863826087936
O
orgulho nacional dos americanos impede-os de enxergar a influência
AVASSALADORA que a URSS teve na cultura e na mentalidade geral do seu
país. A divisão do trabalho universitário agrava isso, criando um abismo
intransponível entre sociólogos e sovietólogos. https://twitter.com/opropriolavo/status/1374480659306012679
* Os danos e os perigos da quarentena radical são MUITO maiores que os da pandemia. Que isto fique muito claro. Mesmo o cidadão comum, que assiste à rede Lobo e crê na Folha da P, pressente que há algo muito errado que o perturba, o futuro é ameaçador. Mas ele não reage ao ataque real. Ele não foca com clareza o inimigo e não pode se defender. Alguns nem tem a coragem de pensar em algo além do vírus. No entanto, a realidade assustadora que já está se mostrando é de uma pandemia manipulada por psicopatas dispostos a nos matar e a destruir tudo.
Olavo de Carvalho · "O
plano dos filhos da puta é simples e claro: transferir as verbas
federais para o Congresso e os governos estaduais para impedir que sejam
usadas na fabricação de medicamentos salvadores e, em vez disso,
investi-las na multiplicação forçada do número de mortos e na criação de
mecanismos de controle social cada vez mais opressivos e totalitários.
Quem quer que, diante desse crime hediondo, permaneça omisso em vez de
combater os autores da monstruosidade é cúmplice de genocídio."
Estudo’ brasileiro usa overdose de cloroquina para apontar ineficiência do medicamento e 11 pessoas morrem
Um ativista dos Estados Unidos, Mike Coundrey, denunciou o “estudo”
brasileiro feito em Manaus que resultou na morte de 11 pacientes com
Covid-19.
Para tentar desqualificar a eficácia do uso da cloroquina no tratamento contra a doença, o “estudo” administrou uma superdosagem do medicamento nos pacientes e concluíram, a partir de então, que a cloroquina não é eficaz no tratamento.
Os pacientes foram incluídos no estudo
antes de receberem confirmação de que estavam com coronavírus. Ao todo,
81 pessoas serviram de cobaia para o experimento, que ocorreu no
hospital e pronto-socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz.
Depois que as onze mortes ocorreram, o
estudo foi interrompido. A pesquisa foi financiada pelo Governo do
Estado do Amazonas e patrocinado pela Fundação de Medicina Tropical Dr.
Heitor Vieira Dourado, Farmanguinhos (Fiocruz).
“Eles não apenas causaram uma overdose
nos pacientes, mas os ‘pesquisadores’ tiveram a audácia de concluir o
estudo dizendo: ‘A cloroquina é perigosa e não é eficaz no tratamento da
COVID-19′”, acrescentou Mike Coundrey.
“Não 1.200mg. Não 900mg”, frisa Mike.
Ele também ressaltou que o estudo foi financiado com verbas federais
alocadas por senadores de esquerda no Brasil.
“Políticos de esquerda em vários países estão fazendo campanha contra
a hidroxicloroquina, mesmo que tenha sido comprovadamente eficaz!”,
acrescenta.
* FIOCRUZ CONDUZ ESTUDO DE SUSPEITA CRIMINOSA PARA DESACREDITAR A CLOROQUINA paulo eneas Um experimento clínico com suspeitas de características criminosas
foi levado a cabo na cidade de Manuas (AM) pela Fundação Osvaldo Cruz,
Fiocruz, e pela Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas. O estudo
clínico foi chefiado por Marcus Vinícius Guimarães de Lacerda, que é
coordenador do Instituto de Pesquisa Clínica Carlos Borborema, em Manaus
(AM) e consultor eventual da Organização Mundial da Saúde (OMS). O experimento consistiu na administração de altas doses de cloroquina
em parte de um grupo de 81 pacientes em estágio avançado da doença do
COVID-19, com o objetivo de analisar arritmias cardíacas. O estudo não
tinha como objetivo testar a cloroquina para a doença do COVID-19, mas
analisar seus efeitos adversos. No decorrer do estudo 11 (onze)
pacientes morreram. No relatório publicado, os pesquisadores chegaram à “conclusão” de
que a cloroquina usada em altas doses para pacientes de COVID-19 “pode
ser tóxica”, ignorando o fato já largamente conhecido pela medicina e
pela farmacologia de que qualquer medicamento em altas doses pode ser
fatal.
Também foram aplicadas doses de 1200mg e de 900mg do difosfato de
cloroquina durante cinco dias, uma dosagem três vezes superior à
recomendada. Atualmente, a prática largamente adotada por médicos do
Brasil e do exterior é de administrar 200mg de hidroxicloroquina por até
cinco dias. Após a morte de 11 pacientes, o estudo foi interrompido.
Conclusões disparatadas e enviesadas
Ainda na parte das conclusões, o relatório fala da necessidade de “mais
estudos” sobre o uso da cloroquina, e antecipam que o medicamento traz
riscos e não é eficaz no tratamento da COVID-19.
Trata-se de uma afirmação temerária que não especifica a dosagem de
risco, justamente aquela usada no estudo, e não faz menção ao momento da
entrada do medicamento em relação à evolução da doença, ignorando
portanto os experimentos bem-sucedidos de entrada precoce, como aqueles
realizados pela rede da Prevent Senior e por outros médicos no exterior.
Responsabilidade criminal
É preciso que o Ministério Público e a Polícia Federal abram
investigação sobre o ocorrido com esse estudo de Manaus. O fato de 11
pessoas terem morrido em um grupo de 81 pacientes de um estudo que tinha
como objetivo justamente analisar as reações adversas de um medicamento
não pode ser vista com “naturalidade”.
Se o objetivo do estudo era analisar as reações adversas, a primeira
medida de segurança que deveria ter sido tomada era assegurar que estas
reações adversas induzidas pelas altas dosagens aplicadas não atingissem
o nível de fatalidade. E elas atingiram onze vezes!
Em nosso entender houve irresponsabilidade, com consequências
criminais, na elaboração do desenho clínico e na preparação dos
protocolos de procedimento e de segurança para este estudo, e os
responsáveis precisam responder penalmente na forma da lei. O pré-print
do estudo no medRxiv por ser acessadoneste link aqui. Com informações
dos sites Conexão Política e Estudos Nacionais.
Marina Silva, da REDE, questionou o STF acerca do afastamento de Renan Calheiros. Dias depois, o mesmo, que já deveria ter sido afastado há muito tempo, teve seu lugar ocupado pelo petista Jorge Viana. Tanto Marina quanto Jorge Viana integram o Diálogo Interamericano, ao lado de FHC, este também pertencente ao Clube de Roma, assim como o senador Cristovam Buarque. http://conspiratio3.blogspot.com.br/2016/12/dialogo-interamericano-foro-de-sao.html
AGITPROP na aula, nas ONGs, na mídia e na cadeia http://avancabrasil.site/2017/01/09/agitprop-na-aula-nas-ongs-na-midia-e-na-cadeia/ OLAVO DE CARVALHO - "Em um só ano, os muçulmanos matam mais cristãos e judeus do que a Inquisição matou em quatro séculos." "O infowars, canal do Alex Jones, de cuja idoneidade eu mesmo desconfiava no começo, acabou se tornando a melhor fonte de informações sobre a política americana. O Drudge Report, o WND, o Frontpage Magazine, o Accuracy in Media e o Doug Hagmann também são bons, mas ele sempre chega antes. O Newsmax virou casaca e não merece mais atenção." "All Christian Americans have the moral duty to go to President Trump's inauguration and block, by force if needed, any violent attempt to disrupt it." Todos cristãos americanos têm o dever moral de ir para a tomada de posse do presidente trump e bloquear, pela força, se necessário, qualquer tentativa violenta para perturbar." https://www.facebook.com/carvalho.olavo/posts/761845087300901