"Aquele
que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança
de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e
ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem
duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro
da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
A PROIBIÇÃO de tratamentos é a causa do elevado índice de óbitos e do estado de EMERGÊNCIA
que autoriza todos os ABUSOS contra a população, mas não autoriza os tratamentos.
Os dois pesos e duas medidas são ignorados pela maioria de nós porque temos a mente lesada? Hipnotizada para não somar e relacionar os fatos que nos chegam? Ou são percebidos, mas, por covardia, fingimos que não tem importância? Ambos.
"A uniformidade de opiniões, ódios e preconceitos, as
estratégias coordenadas com a velocidade do raio, a completa ausência
de pluralismo e debate já deveriam bastar para qualquer pessoa
inteligente perceber que a mídia brasileira é um órgão de controle
social ditatorial, não de promoção da democracia. Mas, como essa
realidade é chocante e assustadora, muitos preferem fingir que não a
enxergam." Olavo de Carvalho
*
"Uma pessoa que foi corrompida, que foi doutrinada pelo marxismo, é
incapaz de ascender à verdade, os fatos não significam nada para ela.
Mesmo que ela seja soterrada de provas autênticas, documentos,
fotografias, tudo, ela se recusará a acreditar. Somente quando a bota do
regime estiver esmagando seu corpo... aí, ela irá entender." Yuri
Bezmenov, ex-agente da KGB
Fraudes científicas aceitas por governos nessa escala,
não são motivadas apenas por lucro. Elas estão envolvidas no obscuro
plano do governo mundial. Um dos indícios apontando nessa direção é que
as elites por trás dessas corporações estão muito seguras de que não serão punidas. Elas não só estão comprando altos funcionários dos
países, elas estão deteriorando o Estado de direito para torná-lo o
ESTADO de ABSURDO totalitário comandado por elas.
*
Vejam
a fraude que continua frenética. Neste jornal mexicano, em 21 de abril
de 2021, já se conheciam casos da "inédita" cepa descoberta agora em
novembro na África do Sul. Está no penúltimo parágrafo: "La cepa
B.1.1.529 se ha detectado en los municipios de Pachuca, Mineral de la
Reforma, Ixmiquilpan y Tizayuca." https://lajornadahidalgo.com/variante-britanica-con.../
Informação importante sobre a minimização da severidade da COVID-19, apresentada no trabalho de Borsche e colegas recém publicado.
"O risco de mortalidade do COVID-19 correlaciona-se inversamente com o status da vitamina D3, e uma taxa de mortalidade próxima de zero poderia teoricamente ser alcançada em 50 ng/mL 25 (OH) D3: Resultados de uma revisão sistemática e meta-análise.
Antecedentes: Muitas pesquisas mostram que os níveis de calcidiol (25 (OH) D3) no sangue se correlacionam fortemente com a gravidade da infecção por SARS-CoV-2. Há uma discussão aberta sobre se o D3 baixo é causado pela infecção ou se a deficiência afeta negativamente a defesa imunológica. O objetivo deste estudo foi coletar mais evidências sobre este tópico.
Os
conjuntos de dados fornecem fortes evidências de que D3 baixo é um
preditor, e não apenas um efeito colateral da infecção. Apesar das
vacinações em andamento, recomendamos aumentar os níveis séricos de 25
(OH) D para acima de 50 ng/mL para prevenir ou mitigar novos surtos
devido a mutações de escape ou diminuição da atividade de anticorpos.
Em
populações de coletores caçadores na África, a qtd de Vit D é mais de
cinco vezes maior que a recomendada pela OMS (isto também foi observado
no Caribe)... Seria importante também controlar selenio, magnésio e
Vit. A e E e zinco para otimizar as condições de uma imunidade boa e
funcional. https://www.facebook.com/paolo.zanotto.39/posts/10224151322362596?comment_id=10224151607249718
IRON MOUNTAIN REPORT "Nos anos 50, grupos globalistas bilionários – os metacapitalistas,
como os chamo, aqueles sujeitos que ganharam tanto dinheiro com o
capitalismo que agora já não querem mais se submeter às oscilações do
mercado e por isso se tornam aliados naturais do estatismo esquerdista –
tomaram a iniciativa de contratar algumas dezenas de intelectuais de
primeira ordem para que escolhessem a vítima das vítimas, alguém em cuja
defesa, em caso de ameaça, a sociedade inteira correria com uma
solicitude de mãe, lançando automaticamente sobre todas as objeções
possíveis a suspeita de traição à espécie humana. Depois de conjeturar
várias hipóteses, os estudiosos chegaram à conclusão de que ninguém se
recusaria a lutar em favor da Terra, da Mãe-Natureza. Foi a partir de
então que os subsídios começaram a jorrar para os bolsos de ecologistas
que se dispusessem a colaborar na construção do mito do planeta ameaçado
pela liberdade de mercado. As conclusões daquele estudo foram
publicadas sob o título de Report from Iron Mountain – a prova viva de
que o salvacionismo planetário é o maior engodo científico de todos os
tempos. O escrito foi publicado anonimamente, mas o economista John
Kenneth Galbraith, do qual não há razões para duvidar nesse ponto,
confirmou a autenticidade do documento ao confessar que ele próprio
fizera parte daquele grupo de estudos e ajudara a redigir as conclusões." https://conspiratio3.blogspot.com/2021/03/olavo-de-carvalho-animais-ecologia.html
*
Olavo de Carvalho - "Os
acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta
anos são: primeiro, a ascensão de elites
globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional
identificável e empenhadas na construção não
somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização
planetária unificada, inteiramente artificial, concebida
não como expressão da sociedade mas como instrumento
de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos
fabulosos das ciências humanas, que depositam nas
mãos dessas elites meios de dominação social jamais
sonhados pelos tiranos de outras épocas." http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html
*
Nossos líderes empresariais e
políticos ainda vivem na época em que toda menção ao assunto podia ser
tranqüilamente rejeitada, com um sorriso de desdém, como “teoria da
conspiração”. No entanto, há pelo menos dez anos a ONU já declarou
oficialmente sua intenção de consolidar-se como administração
planetária: “Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos
pelos governos nacionais. O que é preciso é um Governo Mundial. A melhor
maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas” (Relatório sobre
o Desenvolvimento Humano, 1994).
O projeto do governo mundial é originariamente comunista (v. Elliot R.
Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial, Rio, Presença, 1965), e os
grupos econômicos ocidentais que se deixaram seduzir pela idéia,
esperando tirar proveito dela, sempre acabaram financiando movimentos
comunistas ao mesmo tempo que expandiam globalmente seus próprios
negócios. As fundações Ford e Rockefeller são os exemplos mais notórios.
Nesses como em outros casos, a contradição entre o interesse econômico
envolvido e as ambições políticas de longo prazo é origem de inumeráveis
ambigüidades que desorientam o observador e, se ele é preguiçoso, o
induzem a não pensar mais no assunto. https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/o-projeto-do-governo-mundial-e.html
*
ESTRATÉGIA GLOBALISTA - "Uma
vez implementadas, tais linhas de crítica serão futuramente punidas e
punidas com prisão e / ou reeducação! (...) O Presidente da Comissão
Europeia e, portanto, o mais alto político europeu, apresentou
abertamente a estratégia por trás dessa abordagem antidemocrática no
Spiegel já em 1999: “Nós decidimos algo, então colocamos na sala e
esperamos um pouco para ver o que acontece. Se não houver grandes gritos
e revoltas, porque a maioria deles não entende o que foi decidido,
então continuamos - passo a passo, até que não haja mais volta ”. Doze
anos depois, ele acrescentou: "Quando as coisas ficam sérias, você tem
que mentir."https://conspiratio3.blogspot.com/2021/01/caio-alemao-nom-invisivel-e.html
OLAVO
DE CARVALHO - "De fato, cada vez mais e mais opiniões entram na
classificação de "discursos de ódio". No fim só sobrarão, isentos da
suspeita de ódio, os discursos de ódio ao cristianismo, que matam 150
mil pessoas anualmente por puro amor." "Se porventura o movimento
popular sair vencedor, como parece que vai acontecer, e de eleições
novas e limpas emergir um presidente de verdade em vez dessa farsante
semi-analfabeta, AÍ A BRIGA SE TRANSFERIRÁ PARA O PLANO INTERNACIONAL, e
será preciso muito apoio do povo ao novo governante para que ele
resista às pressões que inevitavelmente tentarão fazê-lo submeter os
interesses nacionais aos de poderosas forças estrangeiras. Afinal, o
comunopetismo, com seus esforços de dissolver as soberanias nacionais
num monstrengo chamado "Pátria Grande", está perfeitamente alinhado e
submisso aos planos da Nova Ordem Global que ele diz combater, e que
visam precisamente à INTEGRAÇÃO MUNDIAL POR MEIO DE GRANDES INTEGRAÇÕES
REGIONAIS. Os autonomeados senhores do mundo não ficarão felizes de ver a
queda do seu querido pupilo, e tudo farão para que o novo presidente
seja como ele." https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10153193907347192
.
Vão extinguir a democracia com o argumento que
precisam eliminar mentiras. É a liberdade que faz a triagem das
mentiras, das suspeitas, das opiniões, até chegar ao conhecimento.
Eliminar mentiras pela censura não garante a presença de verdades, mas,
ao contrário, a presença de verdades GARANTE a eliminação de mentiras. E
a verdade é o que desaparece com a censura.
O crime é suprimir a informação relevante, e isso acontece de cima para baixo, dos poderes para o povo.
Censura à maioria é um perigo maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar.
*
Censura é recurso de quem tem o poder mas não os argumentos e quer o
PODER ACIMA DA VERDADE:
Lenin não fazia nenhuma tentativa de persuadir seus oponentes durante
uma disputa. Ele não se comunicava diretamente com eles, preferia
fazê-lo com aqueles que assistiam ao conflito, de forma a comprometer e
ridicularizar seus adversários. (Vassily Grossman - citado em
Ponerologia: Psicopatas no Poder)
"Lênin ensinava seus discípulos a não discutir com o
adversário para refutar-lhe as idéias, mas para destruí-lo social e
economicamente, ou mesmo fisicamente." Olavo de Carvalho ·
IRON MOUNTAIN REPORT "Nos anos 50, grupos globalistas bilionários – os metacapitalistas,
como os chamo, aqueles sujeitos que ganharam tanto dinheiro com o
capitalismo que agora já não querem mais se submeter às oscilações do
mercado e por isso se tornam aliados naturais do estatismo esquerdista –
tomaram a iniciativa de contratar algumas dezenas de intelectuais de
primeira ordem para que escolhessem a vítima das vítimas, alguém em cuja
defesa, em caso de ameaça, a sociedade inteira correria com uma
solicitude de mãe, lançando automaticamente sobre todas as objeções
possíveis a suspeita de traição à espécie humana. Depois de conjeturar
várias hipóteses, os estudiosos chegaram à conclusão de que ninguém se
recusaria a lutar em favor da Terra, da Mãe-Natureza. Foi a partir de
então que os subsídios começaram a jorrar para os bolsos de ecologistas
que se dispusessem a colaborar na construção do mito do planeta ameaçado
pela liberdade de mercado. As conclusões daquele estudo foram
publicadas sob o título de Report from Iron Mountain – a prova viva de
que o salvacionismo planetário é o maior engodo científico de todos os
tempos. O escrito foi publicado anonimamente, mas o economista John
Kenneth Galbraith, do qual não há razões para duvidar nesse ponto,
confirmou a autenticidade do documento ao confessar que ele próprio
fizera parte daquele grupo de estudos e ajudara a redigir as conclusões." https://conspiratio3.blogspot.com/2021/03/olavo-de-carvalho-animais-ecologia.html
*
Olavo de Carvalho - "Os
acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta
anos são: primeiro, a ascensão de elites
globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional
identificável e empenhadas na construção não
somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização
planetária unificada, inteiramente artificial, concebida
não como expressão da sociedade mas como instrumento
de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos
fabulosos das ciências humanas, que depositam nas
mãos dessas elites meios de dominação social jamais
sonhados pelos tiranos de outras épocas." http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html
*
Nossos líderes empresariais e
políticos ainda vivem na época em que toda menção ao assunto podia ser
tranqüilamente rejeitada, com um sorriso de desdém, como “teoria da
conspiração”. No entanto, há pelo menos dez anos a ONU já declarou
oficialmente sua intenção de consolidar-se como administração
planetária: “Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos
pelos governos nacionais. O que é preciso é um Governo Mundial. A melhor
maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas” (Relatório sobre
o Desenvolvimento Humano, 1994).
O projeto do governo mundial é originariamente comunista (v. Elliot R.
Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial, Rio, Presença, 1965), e os
grupos econômicos ocidentais que se deixaram seduzir pela idéia,
esperando tirar proveito dela, sempre acabaram financiando movimentos
comunistas ao mesmo tempo que expandiam globalmente seus próprios
negócios. As fundações Ford e Rockefeller são os exemplos mais notórios.
Nesses como em outros casos, a contradição entre o interesse econômico
envolvido e as ambições políticas de longo prazo é origem de inumeráveis
ambigüidades que desorientam o observador e, se ele é preguiçoso, o
induzem a não pensar mais no assunto. https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/o-projeto-do-governo-mundial-e.html
*
ESTRATÉGIA GLOBALISTA - "Uma
vez implementadas, tais linhas de crítica serão futuramente punidas e
punidas com prisão e / ou reeducação! (...) O Presidente da Comissão
Europeia e, portanto, o mais alto político europeu, apresentou
abertamente a estratégia por trás dessa abordagem antidemocrática no
Spiegel já em 1999: “Nós decidimos algo, então colocamos na sala e
esperamos um pouco para ver o que acontece. Se não houver grandes gritos
e revoltas, porque a maioria deles não entende o que foi decidido,
então continuamos - passo a passo, até que não haja mais volta ”. Doze
anos depois, ele acrescentou: "Quando as coisas ficam sérias, você tem
que mentir."https://conspiratio3.blogspot.com/2021/01/caio-alemao-nom-invisivel-e.html
OLAVO
DE CARVALHO - "De fato, cada vez mais e mais opiniões entram na
classificação de "discursos de ódio". No fim só sobrarão, isentos da
suspeita de ódio, os discursos de ódio ao cristianismo, que matam 150
mil pessoas anualmente por puro amor." "Se porventura o movimento
popular sair vencedor, como parece que vai acontecer, e de eleições
novas e limpas emergir um presidente de verdade em vez dessa farsante
semi-analfabeta, AÍ A BRIGA SE TRANSFERIRÁ PARA O PLANO INTERNACIONAL, e
será preciso muito apoio do povo ao novo governante para que ele
resista às pressões que inevitavelmente tentarão fazê-lo submeter os
interesses nacionais aos de poderosas forças estrangeiras. Afinal, o
comunopetismo, com seus esforços de dissolver as soberanias nacionais
num monstrengo chamado "Pátria Grande", está perfeitamente alinhado e
submisso aos planos da Nova Ordem Global que ele diz combater, e que
visam precisamente à INTEGRAÇÃO MUNDIAL POR MEIO DE GRANDES INTEGRAÇÕES
REGIONAIS. Os autonomeados senhores do mundo não ficarão felizes de ver a
queda do seu querido pupilo, e tudo farão para que o novo presidente
seja como ele." https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10153193907347192
.
Vão extinguir a democracia com o argumento que
precisam eliminar mentiras. É a liberdade que faz a triagem das
mentiras, das suspeitas, das opiniões, até chegar ao conhecimento.
Eliminar mentiras pela censura não garante a presença de verdades, mas,
ao contrário, a presença de verdades GARANTE a eliminação de mentiras. E
a verdade é o que desaparece com a censura.
O crime é suprimir a informação relevante, e isso acontece de cima para baixo, dos poderes para o povo.
Censura à maioria é um perigo maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar.
Olavo de Carvalho - "Os
acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta
anos são: primeiro, a ascensão de elites
globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional
identificável e empenhadas na construção não
somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização
planetária unificada, inteiramente artificial, concebida
não como expressão da sociedade mas como instrumento
de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos
fabulosos das ciências humanas, que depositam nas
mãos dessas elites meios de dominação social jamais
sonhados pelos tiranos de outras épocas." http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html
Quais são os fatores e os atores históricos, políticos, ideológicos e econômicos que definem atualmente a dinâmica e a configuração do poder no mundo e qual a posição dos Estados Unidos da América no que é conhecido como Nova Ordem Mundial?
Essa é a pergunta que o cientista político russo Alexandre Dugin e o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho procuram responder nesse debate, que atingiu momentos acalorados e polêmicos. Partindo de posições radicalmente diversas, cada autor esclarece como vê o atual conflito de interesses no plano internacional, elucidando quem são seus principais atores e quais as forças e objetivos envolvidos.
Descontado o cristianismo católico e protestante, do qual falarei
mais tarde, as forças históricas que hoje disputam o poder no mundo
articulam-se em três projetos de dominação global, que vou denominar
provisoriamente “russo-chinês”, “ocidental” (às vezes chamado
erroneamente “anglo-americano”) e “islâmico”.
Cada um tem uma história bem documentada, mostrando suas origens
remotas, as transformações que sofreu ao longo do tempo e o estado atual
da sua implementação.
Os agentes que hoje os personificam são respectivamente:
A elite governante da Rússia e da China, especialmente os serviços secretos desses dois países.
A elite financeira ocidental, tal como representada especialmente no
Clube Bilderberg, no Council on Foreign Relations e na Comissão
Trilateral.
A Fraternidade Islâmica, as lideranças religiosas de vários países islâmicos e também alguns governos de países muçulmanos.
Desses três agentes, só o primeiro pode ser concebido em termos
estritamente geopolíticos, já que seus planos e ações correspondem a
interesses nacionais e regionais bem definidos. O segundo, que está mais
avançado na consecução de seus planos de governo mundial, coloca-se
explicitamente acima de quaisquer interesses nacionais, inclusive os dos
países onde se originou e que lhe servem de base de operações. No
terceiro, eventuais conflitos de interesses entre os governos nacionais e
o objetivo maior do Califado Universal acabam sempre resolvidos em
favor deste último, que embora só exista atualmente como ideal tem sua
autoridade simbólica fundada em mandamentos corânicos que nenhum governo
islâmico ousaria contrariar de frente.
As concepções de poder global que esses três agentes se esforçam para
realizar são muito diferentes entre si porque brotam de inspirações
ideológicas heterogêneas e às vezes incompatíveis.
Embora nominalmente as relações entre eles sejam de competição e
disputa, às vezes até militar, existem imensas zonas de fusão e
colaboração, ainda que móveis e cambiantes. Este fenômeno desorienta os
observadores, produzindo toda sorte de interpretações deslocadas e
fantasiosas, algumas sob a forma de “teorias da conspiração”, outras
como contestações soi disant “realistas” e “científicas” dessas teorias.
As análises estratégicas de parte a parte refletem, cada uma, o viés
ideológico que lhe é próprio. Ainda que tentando levar em conta a
totalidade dos fatores disponíveis, o esquema russo-chinês privilegia o
ponto de vista geopolítico e militar, o ocidental o ponto de vista
econômico, o islâmico a disputa de religiões.
Essa diferença reflete, por sua vez, a composição sociológica das classes dominantes nas áreas geográficas respectivas:
1) Oriunda da Nomenklatura comunista, a classe dominante
russo-chinesa compõe-se essencialmente de burocratas, agentes dos
serviços de inteligência e oficiais militares.
2) O predomínio dos financistas e banqueiros internacionais no establishment ocidental é demasiado conhecido para que seja necessário insistir sobre isso.
3) Nos vários países do complexo islâmico, a autoridade do governante depende substancialmente da aprovação da umma –
a comunidade multitudinária dos intérpretes categorizados da religião
tradicional. Embora haja ali uma grande variedade de situações internas,
não é exagerado descrever como teocrática a estrutura do poder
dominante.
Assim, pela primeira vez na história do mundo, as três modalidades
essenciais do poder – político-militar, econômico e religioso – se
encontram personificadas em blocos supranacionais distintos, cada qual
com seus planos de dominação mundial e seus modos de ação peculiares.
Isso não quer dizer que cada um deles não atue em todos os fronts,
mas apenas que suas respectivas visões históricas e estratégicas são
delimitadas, em última instância, pela modalidade de poder que
representam. Não é exagero dizer que o mundo de hoje é objeto de uma
disputa entre militares, banqueiros e pregadores.
Embora nas discussões correntes esses três blocos sejam quase que
invariavelmente designados pelos nomes de nações, Estados e governos,
descrever a relação entre eles em termos de uma disputa entre nações ou
interesses nacionais é um hábito residual da antiga geopolítica que não
ajuda em nada a compreender a situação de hoje.
Só no caso russo-chinês o projeto globalista corresponde
simetricamente aos interesses nacionais e os agentes principais são os
respectivos Estados e governos. Isso acontece pela simples razão de que o
regime comunista, vigorando ali por décadas, dissolveu ou eliminou
todos os demais agentes possíveis. A elite globalista da Rússia e da
China é os governos desses dois países.
Já a elite globalista do Ocidente não representa nenhum interesse
nacional e não se identifica com nenhum Estado ou governo em particular,
embora domine muitos deles. Ao contrário: quando seus interesses
colidem com os das suas nações de origem (e isso acontece
necessariamente), ela não hesita em voltar-se contra a própria pátria,
subjugá-la e, se preciso, destruí-la.
Os globalistas islâmicos atendem, em princípio, a interesses gerais
de todos os Estados muçulmanos, unidos no grande projeto do Califado
Universal. Divergências produzidas por choques de interesses nacionais
(como por exemplo entre o Irã e a Arábia Saudita) não têm sido
suficientes para abrir feridas insanáveis na unidade do projeto islâmico
de longo prazo. A Fraternidade Islâmica, condutora maior do processo, é
uma organização transnacional: ela governa alguns países, em outros
está na oposição, mas sua influência é onipresente no mundo islâmico.
A heterogeneidade e assimetria dos três blocos reflete-se na imagem
que fazem uns dos outros, tal como transparece nos seus discursos de
propaganda – um sistema de erros do qual se depreende a forte sugestão
de que os destinos do mundo estão nas mãos de loucos delirantes:
A perspectiva russo-chinesa (hoje ampliada sob a forma do eurasismo,
que será um dos tópicos deste debate) descreve o bloco ocidental como
(a) uma expansão mundial do poder nacional americano; (b) a expressão
materializada da ideologia liberal da “sociedade aberta” tal como
propugnada eminentemente por Sir Karl Popper; (c) a encarnação viva da
mentalidade materialista, cientificista e racionalista do Iluminismo e,
portanto, a inimiga por excelência de toda espiritualidade tradicional.
O globalismo ocidental declara não ter outros inimigos senão “o
terrorismo”, que ele não identifica de maneira alguma com o bloco
islâmico, mas descreve como resíduo de crenças bárbaras em vias de
extinção, e “o fundamentalismo”, noção em que se misturam
indistintamente os porta-vozes ideológicos do terrorismo islâmico e a
“direita cristã”, como se esta fosse aliada daquele e não uma de suas
principais vítimas (de modo que o medo do terrorismo islâmico é usado
como pretexto para justificar o boicote oficial à religião cristã na
Europa e nos EUA!). A Rússia e a China não são apresentadas jamais como
possíveis agressoras, mas como aliadas do Ocidente, a China na pior das
hipóteses como concorrente comercial. Em suma: a ideologia do globalismo
ocidental fala como se já personificasse um consenso universal
estabelecido, só hostilizado por grupos marginais e religiosos um tanto
insanos.
O bloco islâmico descreve o seu inimigo ocidental em termos que só revelam sua disposição de odiá-lo per fas et per nefas,
já que ora o apresenta como herdeiro dos antigos cruzados, ora como
personificação do materialismo e do hedonismo modernos. A generosa
colaboração da Rússia e da China com os grupos terroristas é decerto a
razão pela qual esses dois países são como que inexistentes no discurso
ideológico islâmico. Contornam-se com isso incompatibilidades teóricas
insanáveis. Alguns teóricos do Califado alegam que o socialismo, uma vez
vitorioso no mundo, precisará de uma alma, e o Islam lhe dará um.
"Uma
vez implementadas, tais linhas de crítica serão futuramente punidas e
punidas com prisão e / ou reeducação! (...) O Presidente da Comissão
Europeia e, portanto, o mais alto político europeu, apresentou
abertamente a estratégia por trás dessa abordagem antidemocrática no
Spiegel já em 1999: “Nós decidimos algo, então colocamos na sala e
esperamos um pouco para ver o que acontece. Se não houver grandes gritos
e revoltas, porque a maioria deles não entende o que foi decidido,
então continuamos - passo a passo, até que não haja mais volta ”. Doze
anos depois, ele acrescentou: "Quando as coisas ficam sérias, você tem
que mentir."https://conspiratio3.blogspot.com/2021/01/caio-alemao-nom-invisivel-e.html
Olavo de Carvalho - Foi então que um grupo de bilionários criou o plano
estratégico mais maquiavélico da história econômica mundial --
inventaram a fórmula assim resumida ironicamente pela colunista Edith
Kermit Roosevelt (neta de Theodore Roosevelt): “A melhor maneira de
combater o comunismo seria uma Nova Ordem socialista governada por
‘especialistas’ como eles próprios.” Essa idéia espalhou-se como fogo
entre os membros do CFR, Council on Foreign Relations, o poderoso
think tank novaiorquino. A política adotada desde
então por todos os governos americanos (exceto Reagan) para com o
Terceiro Mundo, na base de combater a “extrema esquerda” mediante o
apoio dado à “esquerda moderada”, foi criada diretamente pelo CFR. O
esquema era infalível: se os “moderados” vencessem a parada, estaria
instaurado o monopolismo; se os comunistas subissem ao poder, entraria
automaticamente em ação o Plano B, o capitalismo clandestino. A
“extrema esquerda”, apresentada como “o” inimigo, não era na verdade o
alvo visado, era apenas a mão esquerda do plano. O verdadeiro alvo
era o livre mercado, que deveria perecer sob o duplo ataque de seus
inimigos e de seus “defensores” os quais, usando o espantalho da
revolução comunista, o induziam a fazer concessões cada vez maiores
ao socialismo alegadamente profilático da esquerda “boazinha”. http://www.olavodecarvalho.org/semana/060611zh.html
Olavo de Carvalho - "Os
acontecimentos mais básicos dos últimos cinqüenta
anos são: primeiro, a ascensão de elites
globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional
identificável e empenhadas na construção não
somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização
planetária unificada, inteiramente artificial, concebida
não como expressão da sociedade mas como instrumento
de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos
fabulosos das ciências humanas, que depositam nas
mãos dessas elites meios de dominação social jamais
sonhados pelos tiranos de outras épocas." http://www.olavodecarvalho.org/semana/091217dc.html
Nada o
ilustra melhor do que a renitente ignorância das elites brasileiras em
torno da questão do governo mundial. Nossos líderes empresariais e
políticos ainda vivem na época em que toda menção ao assunto podia ser
tranqüilamente rejeitada, com um sorriso de desdém, como “teoria da
conspiração”. No entanto, há pelo menos dez anos a ONU já declarou
oficialmente sua intenção de consolidar-se como administração
planetária: “Os problemas da humanidade já não podem ser resolvidos
pelos governos nacionais. O que é preciso é um Governo Mundial. A melhor
maneira de realizá-lo é fortalecendo as Nações Unidas” (Relatório sobre
o Desenvolvimento Humano, 1994).
O projeto do governo mundial é originariamente comunista (v. Elliot R.
Goodman, O Plano Soviético de Estado Mundial, Rio, Presença, 1965), e os
grupos econômicos ocidentais que se deixaram seduzir pela idéia,
esperando tirar proveito dela, sempre acabaram financiando movimentos
comunistas ao mesmo tempo que expandiam globalmente seus próprios
negócios. As fundações Ford e Rockefeller são os exemplos mais notórios.
Nesses como em outros casos, a contradição entre o interesse econômico
envolvido e as ambições políticas de longo prazo é origem de inumeráveis
ambigüidades que desorientam o observador e, se ele é preguiçoso, o
induzem a não pensar mais no assunto. https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/o-projeto-do-governo-mundial-e.html
“A América é como um corpo saudável e sua resistência é tripla: seu patriotismo, sua moralidade e sua vida espiritual.Se pudermos minar essas três áreas, a América entrará em colapso desde dentro.” Stalin
“America is like a healthy body and its resistance is threefold: its
patriotism, its morality, and its spiritual life. If we can undermine
these three areas, America will collapse from within.” Stalin
Debate entre Olavo de Carvalho e Aleksandr Dugin - Leitura e comentários – Olavo de Carvalho
Palestra feita por Olavo de Carvalho na OAB de São Paulo em 2004. Uma introdução ao assunto Nova Ordem Mundial
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OLAVO DE CARVALHO - "Ideológicamente o eurasismo é diferente do
comunismo, mas, como definiu Karl Marx, ideologia é um vestido de idéias
a encobrir um esquema de poder. O esquema de poder na Rússia trocou de vestido, mas continua o mesmo." https://youtu.be/ZpjwJ_jRpMo?t=3483
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Resposta de Václav Havel aos soviéticos, que afirmam que "tudo é
política": "No sistema "pós-totalitário", o verdadeiro pano de fundo dos
movimentos que gradualmente assumem significado político não consiste
normalmente em eventos abertamente políticos ou em confrontos entre
diferentes forças ou conceitos. que são abertamente políticos. A maior
parte destes movimentos tem origem noutros lugares, na área muito mais
ampla do “pré-político”, onde viver dentro de uma mentira confronta
viver dentro da verdade, isto é, onde as exigências do sistema
pós-totalitário entram em conflito com os objectivos reais. da vida.
Estes objectivos reais podem naturalmente assumir muitas formas. Às
vezes aparecem como interesses materiais ou sociais básicos de um grupo
ou de um indivíduo; outras vezes, podem aparecer como certos interesses
intelectuais e espirituais; em outros momentos, podem ser as exigências
existenciais mais fundamentais, como o simples desejo das pessoas de
viverem as suas próprias vidas com dignidade. Tal conflito adquire,
portanto, um carácter político, não devido à natureza política elementar
dos objectivos que exigem ser ouvidos, mas simplesmente porque, dado o
complexo sistema de manipulação em que se baseia o sistema
pós-totalitário e do qual também depende, todo ato ou expressão humana
livre, toda tentativa de viver dentro da verdade, deve necessariamente
aparecer como uma ameaça ao sistema e, portanto, como algo que é
político por excelência." https://web.archive.org/web/20120107141633/http://www.vaclavhavel.cz/showtrans.php?cat=clanky&val=72_aj_clanky.html&typ=HTML
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DO VÍDEO DE PATAPIEVICI CONTRA O EURASIANISMO - Palavras finais de Horia-Roman Patapievici acerca de Olavo de Carvalho
em seu debate com Dugin: “Encerro, dizendo-vos o seguinte.
Negligenciei Olavo de Carvalho e errei. Não tive tempo à disposição para
lhe dar lugar. Porque a voz dele é completamente diferente. É uma voz
da racionalidade, da informação científica e da coragem moral. Porque
não encontrareis uma voz que ladra, não encontrareis uma voz que se
lamenta, uma voz que treme e que diz, como fez a comissária de política
externa da União Européia, Mogherini, que rompeu em choro quando
aconteceu não sei que atentado. Não rompe em choro, não, tens de fazer
tremer os que cometeram o crime. Ora, Olavo não tem a voz que treme, tem
a voz viril, do lutador, mas que é o lutador individual que sabe em que
valores crê e que sabe que esta luta merece ser travada. Porque, no
fundo, é a luta pela nossa civilização e por toda a diferença que faz a
evolução lenta, de dezenas milhares de anos, até em 1780 e a evolução
espetacularmente exponencial de 1780 em diante, que é o dom concedido à
humanidade pela modernidade.” https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2016/12/18/elpidio-fonseca-2/
A
direita depende da verdade e a verdade depende da direita. Se não
fizermos nada por ela, a mentira e a censura nos transformarão na
esquerda totalitária que tanto nos horroriza.
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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.