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quarta-feira, 9 de agosto de 2023

TEM GENTE QUE NÃO TEM O DIREITO DE SE EXPRESSAR (NEM QUALQUER OUTRO) Este é o cerne do totalitarismo

 

 

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UMA INTERNET LIVRE é melhor que uma Internet "segura" porque a liberdade é o que garante nossa segurança. Sem liberdade não podemos informar nem ser informados, não podemos vigiar, controlar, limitar e corrigir os poderes. A censura blinda o mal.  

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DEZEMBRO 2022 - Seria bom que o povo começasse a somar as informações bizarras que estão surgindo do grupo que está tomando o poder. O que elas têm em comum revela sua inconsequência e a essência do sistema esquerdista que pretendem impor, que é o desprezo absoluto às leis não só da nossa Constituição, mas às leis da matéria, da lógica, da moral ou qualquer outra. Pior que desprezo e transgressão é a premeditada deformação do bom senso e inibição da percepção natural. Bom senso é crime para a revolução: 

"Em breve estaremos em um mundo no qual um homem pode ser vaiado por dizer que dois e dois fazem quatro, no qual gritos de partidos furiosos serão levantados contra qualquer um que diga que as vacas têm chifres, nas quais as pessoas irão perseguir a heresia de chamar um triângulo, uma figura de três lados, e enforcar um homem por enlouquecer a multidão com a notícia de que a grama é verde."(G. K. Chesterton)

A verdade, a razão, a sensatez é coisa da direita. Para a esquerda só interessa o poder, eles não precisam perceber a realidade, eles "DITAM" a realidade. E ai daquele que ousar dizer que o resultado não saiu como o prometido...

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Tenho a impressão de que no Brasil o distúrbio fronteiriço de personalidade é endêmico: as pessoas entendem as coisas no momento em que você as explica, mas não conseguem transmutar esse entendimento em consciência, portanto muito menos em ações. Olavo de Carvalho

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"Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o substitui por uma nova “ética” em que não há outro Bem Supremo acima dos interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer crescer, por todos os meios, o poder do Partido. " https://olavodecarvalho.org/quem-paga/

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OLAVO DE CARVALHO - "Não se esqueçam: em TODOS os países onde o comunismo foi implantado, o povo estava maciçamente CONTRA, e nada pôde fazer. A violência, o cinismo e a determinação da elite revolucionária não têm limites. Combatê-la com meias-medidas é fortalecê-la."
https://olavodecarvalhofb.wordpress.com

 

O IMPÉRIO DA VONTADE OLAVO DE CARVALHO - O relativismo militante é um véu de análise racional feito para camuflar a imposição, pela força, de uma vontade irracional. Sua função é cansar, esgotar e calar a inteligência para abrir caminho ao “Triunfo da Vontade”. É um método de discussão inconfundivelmente nazista. Se você estudar Nietzsche direitinho, verá que toda a filosofia dele não é senão a sistematização e a apologética desse método, hoje adotado pela tropa inteira dos ativistas politicamente corretos. Por trás de toda a sua estudada complexidade, a estratégia do nietzscheísmo é bem simples: trata-se de dissolver em paradoxos relativistas a confiança no conhecimento objetivo, para que, no vácuo restante, a pura vontade de poder tenha espaço para se impor como única autoridade efetiva. Descontada a veemência do estilo pseudoprofético, não raro inflado de hiperbolismo kitsch , não há aí novidade nenhuma. É o velho Eu soberano de Fichte, que abole a estrutura da realidade e impera sobre o nada. É a velha subjetividade transcendental de Kant, que dita regras ao universo em vez de tentar conhecê-lo.   

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Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas: ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal, ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e respeitoso joguinho de idéias. 

Tão logo entra nisso, com boa-fé e sem se dar conta das implicações morais de sua decisão, você se desliga de sua consciência profunda – que percebe essas implicações perfeitamente bem – e passa a raciocinar só com a periferia de seu ser pensante. Rompido o elo entre o coração e a máquina de tagarelar, você já é um esquizóide ao menos honorário: e quando a patologia adquirida começa a se manifestar em sintomas – um sentimento de culpa difusa, um medo sem razão, umas inibições súbitas e inexplicáveis – você já não tem a menor condição de saber de onde eles vieram. https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/

 

O esforço do homem, durante séculos e séculos, para aumentar o seu grau de conhecimento está sendo substituído por um esforço contrário, lamenta J. R. Guzzo no portal Metrópoles. E o pior é que esse esforço contrário viceja dentro das universidades, supostos centros do conhecimento: https://otambosi.blogspot.com/2020/01/vivemos-uma-praga-historica-o-triunfo.html

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O jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de esquerda e progressistas que os argumentos bem fundamentados, pela simples razão de que as opiniões progressistas, quando afirmadas explicitamente, expõem-se a ser refutadas. O objetivo do jargão não é encontrar razões inovadoras para a oposição cultural, mas torná-la incontestável ao colocá-la além do debate racional.     (Resumido de "ARGUMENTOS PARA O CONSERVADORISMO", Roger Scruton)  

 


"PROIBIÇÃO DE PERGUNTAR". Não se trata aí, diz Voegelin, de uma simples resistência à análise, coisa que, decerto, também existia no passado. Não estamos falando apenas de um apego passional a opiniões (doxai) em face de uma análise (episteme) que as contrarie. Como esclarece o filósofo alemão: "Em vez disso, confrontamos-nos aqui com pessoas que sabem que, e por que, suas opiniões não podem resistir a uma análise crítica, e que, portanto, fazem da proibição do exame de suas premissas parte do seu dogma." (Eric Voegelin). Essa linguagem ideológica, sustentada sobre a proibição de perguntar, é um dos traços mais característicos do ambiente intelectual marxista e esquerdista de modo geral. (FLÁVIO GORDON - A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA) 

A esquerda tem esse componente antidemocrático em seu DNA, o da "igualdade" que impede de conviver com as diferenças. Ela extermina tudo o que não é ela. As democracias precisam da verdade, que orienta o confronto das diferenças, a esquerda não tolera divergências porque não reconhece a verdade como critério, só ideologia e poder, por isso ela exige unanimidade e censura.    

 

Se vc não pode criticar o governo significa que ele não vai melhorar, apenas piorar. Se ele já tem o poder de censurar, segue daí para baixo. A censura é o manto que oculta TUDO e blinda quem está no poder de censurar. 

A ESQUERDA RECEBE DINHEIRO E A DIREITA RECEBE CENSURA.
 

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"O efeito da ideologia marxista é precisamente colocar o Estado comunista no caminho da dominação.  Ninguém acredita que ele deveria dominar, muito menos aqueles que se desculpam por seus, "erros" e "desvios". Nem qualquer cidadão de um Estado cornunista deseja aumentar seu poder de forma tão alarmante. Mas ninguém sabe como pará-lo, já que nenhuma razão para pará-lo pode ser proferida sem penalidade instantânea."  

"A máquina de Estado do comunismo não está somente fora de controle e acima de toda reprovação: está também atada a um objetivo impessoal de proporções monumentais, do qual ela pode ser demovida somente pela força. A força necessária para opor-se é sempre maior, e a vontade para tentar é sempre menor." https://conspiratio3.blogspot.com/2015/03/ideologia-e-censura-e-outras-reflexoes.html

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema pós-totalitário, portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa."  https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html


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REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

 

sábado, 19 de novembro de 2022

PADRE PAULO RICARDO - A mentira precisa da unanimidade, a verdade não!

O VÍDEO FOI REMOVIDO PELO CANAL, não sei por quê. Mas tem um substituto abaixo. O texto é o mesmo:

Poder e autoridade são coisas bastante distintas. O poder é imposto coercitivamente, a autoridade é exercida dentro da liberdade. Alguém que possui poder sem ter autoridade constantemente corre o risco de ser deposto pelos próprios subordinados; ao passo que aquele que tem autoridade move multidões e conduz à verdade, mesmo que esteja sozinho. Por isso, aqueles que se baseiam numa pseudo-autoridade para perpetuar suas mentiras precisam criar uma aparência de unanimidade. E, quando isso não é possível, começam a calar todos aqueles cuja autoridade se baseia única e exclusivamente na verdade. Esta homilia foi feita pelo Padre Paulo Ricardo no dia 18 de novembro de 2022 (Memória da Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo), durante Missa na Paróquia Cristo Rei, de Várzea Grande (MT). 

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“A mentira precisa ser unânime; por isso que os ditadores precisam censurar” (Padre Paulo Ricardo) https://youtu.be/_HtAKUnXkP4

 

"Estas considerações mostram a que ponto a desinformação fazia parte da própria natureza do comunismo, ou melhor - sempre o  paradoxo de MUCCHIELLI - a que ponto o comunismo foi, em suma, uma forma particularmente nociva de desinformação. Não por acaso  os três principais dirigentes da primeira geração escolheram viver sob nomes falsos, mesmo no auge do poder. Lênin, Trotsky e Stalin não eram rostos, mas máscaras de Oulianov, Bronstein e Djougachvili. Será necessário recordar o que dizia ALEXANDER SOLJENITSIN: bastaria que os russos deixassem de mentir e o comunismo afundaria."
(Vladimir Volkoff, PEQUENA HISTÓRIA DA DESINFORMAÇÃO)

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Logicamente falando, só há dois motivos possíveis para continuar respeitando uma ideologia depois que ela matou 100 milhões de pessoas: ou você admite que esse resultado letal foi um desvio acidental de percurso, um detalhe supérfluo na evolução histórica de um lindo ideal, ou parte logo para a legitimação ostensiva do genocídio. Ou você defende o marxismo mediante a supressão do nexo essencial entre fatos e idéias que é a própria base dele, ou o enaltece mediante um argumento que faz dele uma apologia do crime. No primeiro caso, você é um idiota; no segundo, é um monstro de amoralidade e frieza. Não há como escapar dessa alternativa quando se aceita apostar 100 milhões de vidas num ameno e respeitoso joguinho de idéias.  https://olavodecarvalho.org/brincar-de-genocidio/

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Nunca houve nem nunca haverá um comunista bem intencionado, pela simples razão de que o comunismo nega, na base, todo princípio moral e o substitui por uma nova “ética” em que não há outro Bem Supremo acima dos interesses da Revolução, nem outra obrigação moral superior à de fazer crescer, por todos os meios, o poder do Partido. https://olavodecarvalho.org/quem-paga/

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"Na retórica propagandística da esquerda, não basta repetir a mentira até que ela seja aceita como verdade. É preciso usá­‑la como premissa de novas mentiras, para que ela não fique pairando sozinha no ar, mas se consolide como parte de um sistema de mentiras, de modo que contestar qualquer uma delas se torne difícil ou impossível, já que todas as outras concorrem para sustentá­‑la."  https://www.facebook.com/carvalho.olavo/

 


terça-feira, 22 de março de 2022

OS PINGOS NOS IS - 22/03/2022 - VENEZUELIZAÇÃO DE PAÍSES NA AMÉRICA

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Olavo de Carvalho sempre disse que o combate deveria ser no campo da cultura e que isso levaria muito tempo. Mas não teremos esse tempo se não combatermos a censura AGORA.

C E N S U R A  ÀS FAKE NEWS É O DESCRÉDITO DO LEITOR.  

Nosso problema é que os brasileiros não sabem para que serve a liberdade de expressão. Liberdade de expressão é  ARMA para controle dos poderes. Sem o controle do povo, os poderes crescem sem limites e se tornam ANTI D E M O C R Á T I C O S. 

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A dita interferência espúria durante a campanha eleitoral, além das constantes fake news da imprensa, FOI CENSURA, censura do Google, Youtube, Facebook, TSE, e outras. Isso pode ser comprovado até matematicamente se a direita se mexer (veja o vídeo do Ayan).  

O vídeo abaixo mostra a origem da caça às fake news no Brasil. A mesma tática que a Hillary jogou em cima dos americanos depois da vitória de Trump, acusando-o do conluio com os russos, o TSE imitou para nos censurar, sempre contando com a nossa ignorância. Depois de dois anos de fake news e perseguições, Trump foi inocentado. Mas o nosso TSE, que começou a pedir censura das fake news com argumentos fake, não se retratou nem voltou atrás. 

"Técnicos do Tribunal Superior Eleitoral alertam que o crime organizado pode usar a internet para interferir no resultado das eleições do ano que vem. Detalhes dos incidentes durante a eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos, foram analisados no Brasil, e a conclusão é de que existe, sim, o risco real de o mesmo processo ser usado no País. http://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-da-manha/crime-organizado-pode-interferir-no-resultado-das-eleicoes-de-2018-alerta-tse.html 

https://conspiratio3.blogspot.com/2017/10/crime-organizado-pode-interferir-no.html 

LEANDRO RUSCHEL - FAKE NEWS DA IMPRENSA - Imprensa reconhece escândalo que escondeu do público para eleger Biden https://conspiratio3.blogspot.com/2022/03/leandro-ruschel-fake-news-da-imprensa.html 

CENSURA - informações suprimidas mudariam as eleições norte-americanas  50:56  https://youtu.be/aK_3aIE1Zc8?t=3056

 



 

ALEXANDRE DE MORAES, candidato al Supremo brasileño, plagió un libro de un ex presidente del Consejo de Estado español

LUIS TEJERO

Actualizado Jueves, 9 febrero 2017 - 15:09

Alexandre de Moraes saliendo del Palacio de Justicia en Brasilia, Brasil. REUTERS

Tres días después de su designación, la polémica ya rodea a Moraes por las acusaciones relacionadas con una obra que firmó hace 20 años Michel Temer elige a un político de su confianza como nuevo magistrado del Supremo

Alexandre de Moraes, ministro brasileño de Justicia y elegido este lunes como candidato a una vacante en el Supremo Tribunal Federal (STF), ha copiado párrafos enteros de un libro de Francisco Rubio Llorente, ex presidente del Consejo de Estado español y fallecido en 2016. El plagio se ha revelado en las redes sociales y en la prensa local en vísperas de su proceso de confirmación ante el Senado.

Moraes fue escogido por el presidente brasileño, el conservador Michel Temer, para ocupar el hueco dejado en el Supremo por el magistrado Teori Zavascki, muerto en un accidente aéreo en Paraty (Río de Janeiro) el pasado 19 de enero. Sin embargo, apenas tres días después de su designación, la polémica ya rodea al aspirante por las acusaciones relacionadas con una obra que firmó hace 20 años. Lanzado en 1997, el trabajo Direitos Humanos Fundamentais reproduce fragmentos literales de Derechos Fundamentales y Principios Constitucionales, el libro de Rubio Llorente publicado por la editora Ariel en 1995. A su vez, los párrafos copiados proceden de sentencias del Tribunal Constitucional español, la corte de la cual fue vicepresidente hasta 1992.

En el texto original, traducido posteriormente al portugués, se trata de la dignidad como "un valor espiritual y moral inherente a la persona, que se manifiesta singularmente en la autodeterminación consciente y responsable de la propia vida y que lleva consigo la pretensión al respeto por parte de los demás". Entre otras cuestiones, se aborda también el "principio de igualdad".

Cita en la bibliografía

El primero en detectar los trechos idénticos y exponer su comparación a través de Facebook fue Fernando Jayme, director de la Facultad de Derecho de la Universidad Federal de Minas Gerais (UFMG). Pero el tema ha adquirido especial relevancia al llegar este jueves hasta la portada del mayor periódico del país, Folha de S. Paulo.

Según Jayme, citado por Folha, Moraes plagió a Rubio Llorente "sin ninguna duda", puesto que "nadie puede asumir la autoría de un texto ajeno". "Al dejar de hacer la cita, parece que la idea es suya", ha explicado. "Pero es de otro autor, al cual copió literalmente". ELMUNDO.es está intentando contactar con el profesor.

Moraes, que ha dejado sus funciones como ministro de Justicia a la espera de ser ratificado para el Supremo en las próximas semanas, se ha defendido a través de una breve nota. Según sus asesores de prensa, "todas las citas del libro constan en la bibliografía anexa a la publicación" y, en el caso de la obra de Rubio Llorente, también está "expresamente citada" en dicho apartado. Proceso de confirmación

Antes de conocerse la polémica, el nombramiento de Moraes ya había recibido críticas por ser afiliado a una formación política, el Partido de la Socialdemocracia Brasileña (PSDB), y también por su proximidad al presidente Temer. En los próximos meses se prevé que el Supremo reciba una avalancha de denuncias de corrupción contra decenas de políticos brasileños, incluidos ministros y colaboradores del núcleo duro del Palacio de Planalto.

La oposición de izquierda, liderada por el Partido de los Trabajadores (PT) de los ex presidentes Lula da Silva y Dilma Rousseff, ha criticado la politización del tribunal y promete plantar cara a Moraes durante su examen parlamentario. Las audiencias ante la Comisión de Constitución y Justicia del Senado comenzarán previsiblemente la próxima semana.

En cualquier caso, el candidato elegido por Temer confía en el rodillo parlamentario de la coalición gubernamental de centro-derecha para sentarse cuanto antes en uno de los 11 sillones del Supremo. Si conquista la plaza a sus 49 años, podría decidir durante un cuarto de siglo sobre cuestiones tan espinosas como el aborto, la legalización de las drogas y la condena o absolución de políticos aforados. 

https://www.elmundo.es/internacional/2017/02/09/589c5dbbe5fdead93b8b4632.html