2:21 Olavo de Carvalho: Não precisa ter havido
fraudes aqui e ali. APURAÇÃO SECRETA é fraude. Tá entendendo? Se você
não tem meio de verificar os votos, pronto, acabou. Quer dizer, a
proposta é uma proposta indecente. O sujeito chega para você e diz
'Olha, nós vamos ter aqui um plano de matar a sua mãezinha. Que tal?
Precisa haver alguma falha no plano? Não. O plano em si é monstruoso.
Aqui nós vamos fazer uma eleição e ninguém vai poder verificar os votos.
Só nós! Ora, isso é proposta indecente e ela já foi realizada!
A
Meta bloqueou grupos do WhatsApp e suspendeu as lives do Frei Gilson
nas quais ele reunia milhares de cristãos para rezar o terço. Ódio ao
Cristianismo, mas, NÃO VÃO NOS CALAR!
*
Leandro Ruschel
"Supremo está adotando cada vez mais uma posição de esquerda, recebendo
o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação massiva
da direita"
E é essa "justiça" política, partidária, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".
*
"EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - O livro de G. Agamben foca
na atual prática, global, de substituir a democracia por estado de
sítio ou de exceção permanentes, de legitimar a eliminação dos direitos e
aumento do poder do Estado. "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não
há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes
de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a
constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto
(...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais
modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de
emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a
concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos
correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se
condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html
*
Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai
que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos
eficácia e duração que a Revolução da França e esta menos que a
Revolução da Rússia. Em todas, porém, o processo foi o mesmo. Essas
revoluções foram apenas aparentemente revoluções contra o Poder.
Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogância novos,
destruíram os obstáculos que se opunham de longa data a seu
desenvolvimento." "Todas as revoluções não fizeram senão tornar mais
perfeita a máquina governamental em vez de quebrá-la. Os partidos que,"
sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme
edifício de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
São Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Olavo de Carvalho · Se
a tal Petra fosse apenas mais uma comunistinha entre milhares,
empenhada em mentir por motivo de crença ideológica, já seria muito
ruim. Mas, segundo entendi, a verdade, no caso, é muito pior, muito mais
degradante. A família da moça é dona da construtora Andrade Gutierrez,
uma das empresas mais envolvidas no gigantesco esquema de corrupção dos
governos Lula e Dilma. A lei brasileira concede aos empresários
condenados por esse tipo de crimes a oportunidade de livrar-se da prisão
caso consintam em vender suas empresas. Isso chama-se "acordo de
leniência". É o caso da Andrade Gutierrez. A família está vendo o perigo
de a fabulosa máquina de chupar dinheiro público escapar das suas mãos,
e aí entra a providencial Petrinha, que, inventando as mentiras mais
escabrosas e pueris, expondo as autoridades brasileiras ao risco de um
escândalo internacional, espera livrar-se da perda da herança fabulosa.
Alguém tem de avisar a Academia de Hollywood que ela está sendo usada
num engodo grotesco do qual arrisca tornar-se cúmplice, com possíves
consequências bem desagradáveis.
Se estou errado, por favor me
avisem e corrigirei a minha análise, mas, até o momento, parece mesmo
que a coisa toda é como a descrevi.
Que história é essa de chamar a Petra apenas de "herdeira", quando ela é, DESDE JÁ, um membro ativo da família criminosa?
Quando a direita vai se livrar da subserviência semântica aos seus inimigos?
Estão entendendo, imbecis, quanto é perigoso brincar de político sem ter cultura literária?
Será
que NINGUÉM no nosso governo vai explicar à turma do Oscar que o filme
da tal Pedra é o artifício criado por uma quadrilha bilionária para
escapar da punição pelos seus crimes?
O
total desrespeito à autoridade do governo democraticamente eleito já se
tornou OBRIGATÓRIO em toda a mídia, nas universidades, no show business
e em grande parte do funcionalismo público, tudo com apoio de grupos
bilionários nacionais e estrangeiros. Só um doente mental pode achar que esse estado de coisas é "normalidade democrática".
***
É pior, professor, tudo isso é mais uma peça da narrativa do "Gopi" que está sendo montada desde o impeachment da dilma. E não serve só para limpar a imagem dos criminosos, jogando a culpa nas vítimas. Ela tem mil e uma utilidades como, por exemplo, convencer a opinião pública mundial a se calar ou apoiar os tribunais internacionais quando decidirem intervir no Brasil para nos "libertar do ditador golpista" Bolsonaro.
Gilmar Mendes suspende MP e obriga governo a pagar jornais Ministro atendeu pedido da Rede Sustentabilidade e suspendeu MP de Bolsonaro O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, decidiu suspender uma Medida Provisória editada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, que desobriga a publicação de licitações públicas, editais de concursos e de leilões em jornais impressos de grande circulação. A MP 896/2019 foi editada pelo governo no mês passado, estabelecendo que basta que os editais sejam divulgados na imprensa oficial ou no site do órgão responsável pelo processo. No entendimento do governo, a medida visava economizar o dinheiro público, já que a publicação em jornais está ultrapassada e “representa gasto adicional e injustificado para os cofres públicos, que hoje passam por desequilíbrio fiscal”. A decisão de Gilmar Mendes foi tomada no exame de medida cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6229, proposta pela Rede Sustentabilidade, que alega que o Executivo teve o objetivo de desestabilizar a imprensa. Para argumentar a ação, o partido usou como exemplo as críticas do presidente da República contra a imprensa, que constantemente atacam o governo. Gilmar Mendes disse em sua decisão que “há plausibilidade jurídica na inconstitucionalidade da norma” e que estavam presentes os requisitos necessários para a concessão da medida liminar suspendendo a MP. https://es.theepochtimes.com/gilmar-mendes-suspende-mp-e-obriga-governo-a-pagar-jornais_544854.html
* OLAVO DE CARVALHO - A mídia foi o primeiro terreno onde o comunopetismo firmou sua hegemonia
e de onde partiu, com base firme, para a conquista do restante. É
inútil reclamar, é inútil apelar à consciência profissional da classe
jornalística, que já não tem nenhuma e enxerga a manipulação do
noticiário como um dever e um mérito. A mídia foi e é o CENTRO
IRRADIANTE da hegemonia comunopetista e não apenas um suporte externo,
como em geral as pessoas imaginam. Ela é o primeiro obstáculo que teria
de ser derrubado ANTES de um ataque ao poder federal. https://olavodecarvalhofb.wordpress.com/2015/11/07/novo-artigo-hangout-e-sucursal-indiana/
"Em breve, relembrar a morte de Rhuan será considerado um crime contra a ideologia de gênero" Muito
se falou no casal Nardoni, muito se falou em Suzane von Richthoffen,
mas estranhamente pouco se fala em Rosana e Kacyla, as assassinas de
Rhuan. Uma das poucas pessoas públicas que demonstraram preocupação com o
caso foi a ministra Damares Alves. Mas onde está a revolta dos
formadores de opinião? Onde estão as entidades em defesa dos direitos
humanos? Onde estão os nossos ativistas judiciais? Onde estão as
análises de especialistas, os discursos indignados, as camisetas com o
slogan RHUAN VIVE? Até o caso de Neymar merece mais atenção das nossas
classes falantes. Que vergonha! Agora, no STF, está sendo votada a criminalização das críticas à
ideologia de gênero. Para os totalitários — sejam eles globalistas ou
socialistas — é sempre assim: denunciar o crime torna-se crime.
Prepare-se, portanto, para o dia em que relembrar o martírio de Rhuan
será um crime contra a “igualdade de gênero”. Estaremos condenados ao
silêncio. Senhor, tende piedade de nós. https://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/paulo-briguet/o-martirio-do-menino-rhuan-2942399e.html
Olavo de Carvalho
- "Trinta anos de estudos sobre a mentalidade revolucionária
convenceram-me de que ela não é a adesão a este ou àquele corpo de
convicções e propostas concretas, mas a aquisição de certos cacoetes
lógico-formais incapacitantes que acabam por tornar impossível, para o
indivíduo deles afetado, a percepção de certos setores básicos da
experiência humana. A mentalidade revolucionária não é um conjunto de
crenças, é um sistema de incapacidades adquiridas, que começam com um
escotoma intelectual e culminam numa insensibilidade moral criminosa. É
uma doença mental no sentido mais estrito e clínico do termo,
correspondente àquilo que o psiquiatra Paul Sérieux descrevia como
delírio de interpretação." http://olavodecarvalho.org/urss-a-mae-do-nazismo/
Paulo Eneas · Em
artigo para o Crítica Nacional, Claudia Wild oferece uma resposta e
comenta a matéria caluniosa, mentirosa e difamatória publicada no último
domingo pelo jornal o Estado de São Paulo.
Claudia Wild Responde Ao Estadão
Com
referência à matéria do jornal Estadão, publicada no dia 17 de março do
corrente ano, assinada pelo jornalista José Fucs, tenho a esclarecer o
seguinte. 1) Não recebo e jamais recebi um único centavo,
tampouco faço parte de nenhum tipo de ação coordenada com a finalidade
de publicação de opiniões contra ou a favor de qualquer jornalista,
partido ou qualquer político. Ação definida pelo senhor Fucs como
verdadeira “milícia virtual” para a prática dos mais variados crimes
contra a honra. O que escrevo reflete apenas e tão somente a minha
leitura dos fatos, comentados à luz dos valores morais nos quais fui
educada e nos quais educo o meu filho. Se votei no atual presidente, que
se saiba que o fiz pelo fato do mesmo não ter vergonha de representar
esses mesmos valores. 2) Não respondo ou presto contas a
qualquer um dos demais citados na referida reportagem. Respondo à minha
consciência e às leis. Sendo que inúmeras pessoas citadas na matéria
jornalística, também descritas como “milicianas”, eu nem sequer conhecia
– ainda que virtualmente – e que jamais mantive qualquer contato
individual ou coletivo com quem quer que fosse. 3) Não
tenho e nunca tive intuito ou prática de destruir reputações ou
difamar/caluniar quem quer que seja. Apenas faço leitura dos fatos, à
luz do mais óbvio senso comum, que parece faltar à certa parcela do
jornalismo brasileiro. Se meus escritos parecem contundentes a quem se
ofende mais com palavras do que com os descalabros testemunhados pelo
cidadão brasileiro diariamente – da mega corrupção sistematizada ao fato
de gangues com armas de guerras dominarem áreas inteiras e imporem a
lei do terror à população – é porque tais escritos refletem a indignação
de uma cidadã, mulher e mãe. 4) Aliás, tenho sido, há
muito, alvo de reiteradas ofensas do mais baixo calão, bem como de
inúmeras ameaças à minha vida e integridade física. Tais fatos são de
conhecimento acessível à imprensa, posto que por inúmeras vezes relatei
pormenorizadamente nas redes sociais a ocorrência desse tipo de
situação. No entanto, para o jornalismo que me ataca, ameaças e ofensas a
uma mãe e mulher não interessam, pois, no caso em questão, não sou uma
radical de esquerda e meu sofrimento não pode ser utilizado para o
palanque político de sempre. Vítimas, para a “extrema imprensa” engajada
só importam se servirem para reforçar a narrativa vitimizante,
maniqueísta e reducionista que sequestrou e infantilizou o debate
político brasileiro. 6) Se os profissionais da grande
imprensa têm o direito de criticar, acusar (e tantas vezes destruir
reputações – como no caso em tela), eles também estão sujeitos a
críticas por parte do cidadão comum. A liberdade de expressão não é
monopólio das redações da grande imprensa, mas sim direito de todo
cidadão. “O pau que dá em Chico, dá em Francisco”, diriam nossos avós. 7)
Aliás, defender a liberdade de expressão não combina com publicação de
listas negras daqueles que têm opiniões – ainda que contundentes –
contrárias aos interesses e/ou ideologia dominantes nesta ou naquela
redação. 8) Senhores editores e jornalistas: querem voltar a
ter a credibilidade e os leitores perdidos? Limitem-se a informar, sob
todos os ângulos possíveis, os fatos ao invés de formar “estórias” e
narrativas pré-concebidas nas quais o bonzinho e malvado já estão
pré-determinados em suas mentes preconceituosas antes da apuração e
compreensão dos fatos. Passem a respeitar a inteligência de seus
leitores! Sigam os manuais de bom jornalismo! Abdiquem da militância
político-partidária disfarçada de jornalismo! 9) Por fim, como a matéria em questão, que de forma
leviana e absurdamente imprudente, imputa à minha pessoa a participação
em grupo organizado com o objetivo de “destruir reputações” e insultar
pessoas, comunico que o caso já está em poder dos meus advogados, para
fins de avaliação da necessidade e conveniência da tomada das medidas
legais cabíveis, nos foros competentes, contra os responsáveis pela
publicação do mencionado artigo. Claudia Wild #CriticaNacional #TrueNews #RealNews https://criticanacional.com.br/2019/03/19/claudia-wild-responde-ao-estadao/
*
LEANDRO RUSCHEL - Somos acusacos de ser milícias
Não temos jornalismo, temos militantes de esquerda simulando fazer jornalismo
*
ELES TÊM TODO O PODER MENOS O DA VERDADE Eles
têm poder para censurar "notícias falsas", mas não podem desmascará-las? Eles vão censurar "notícias falsas" PORQUE não podem desmascará-las, mesmo com todos os recurso$ de pesquisa e divulgação. Por que as redes sociais têm mais credibilidade que a
velha imprensa e o Estado brasileiro juntos? Toda essa
elite foi exposta, desmascarada. O mensalão, o petrolão, a Lava Jato e
as evidências que não param de pipocar, provam o que todos já sabiam há
muito tempo: o crime no Brasil vem de cima, e em grande parte os agentes
do Estado e da imprensa nada fazem para combatê-lo, ao contrário,
enlameiam-se cada vez mais no seu encobrimento, na sua defesa e na
perseguição daqueles que o denunciam. Exigir respeito é deboche.
Os atuais ministros do STF são os primeiros a desrespeitar a Suprema
Corte e a Constituição. Quem pretende ter respeito por estas, não pode
ter por aqueles, porque são atitudes incompatíveis. Mais em:
GILMAR PEDE A TOFFOLI "PROVIDÊNCIAS CABÍVEIS"
Gilmar Mendes enviou um ofício a Dias Toffoli para que o presidente do STF adote “providências que entender cabíveis” quanto a declarações de Jorge Kajuru, informa o site jurídico Jota.
Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o senador pelo PSB de Goiás fala a um repórter da rádio Bandeirantes e acusa Gilmar de “vender sentenças”.
“A CPI da Toga vai lhe convocar (sic) e você vai ser o primeiro a ser questionado”, afirma Kajuru na entrevista.
O senador prossegue: “Queremos saber como você tem 20 milhões de patrimônio. De onde tirou? De Mega Sena? Herança de quem? Foram das sentenças que você vendeu, seu canalha”.
Nossa única defesa legal contra esse tipo de crime é impedida pelo traidor do Alcolumbre que ainda afirma que é para o nosso bem!!! Essa é a receita esquerdista tóxica que tem nos destruído: alegar um bem para fazer o mal. Não aguento mais, o cinismo maquiavélico virou regra na política.
A política tem mais psicopatas que as prisões!
"Mas, eis a surpresa, a portaria (ato administrativo interno) determina que o inquérito seja presidido por um dos seus Ministros (Alexandre de Moraes) para apuração dos fatos (quais, a portaria não diz) com base no regimento interno (instrumento de cunho administrativo para organização interna corporis). Ou seja, o Judiciário (STF) investigará crimes? E contra si próprio? É isso mesmo? Investigará e depois? Ajuizará a ação? E depois condenará sendo a própria vítima? E se precisar quebrar sigilos protegidos constitucionalmente, o Ministro já como investigador oficiará direto à operadora ou órgão público? Ele pedirá autorização ao colega, que pode ser também vítima do crime investigado? E se o juiz de Primeira Instância resolver publicar ordem de serviço autorizando a instauração de inquérito para apurar crimes contra si, tudo certo? Tudo conforme os ditames constitucionais mais consagrados? Tudo normal?
E Aqueles que se mostram sempre preocupados com um Judiciário que se preocupe apenas com as garantias processuais e com a sua falta de contaminação com a investigação, a fim de preservar a sua imparcialidade, tudo certo?" https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155904942261786&set=a.10150501431386786
A CENSURA DESTRÓI MAIS QUE A MENTIRA. A LIBERDADE DE EXPRESSÃO NOS
PERMITE DESMASCARAR A MENTIRA CONFRONTANDO INFORMAÇÕES - Tudo é
possível aos psicopatas no poder acobertados pelo manto da ignorância
pública.
*
QUEREM PROIBIR FAKE NEWS??? - Eles
falam demais do poder da mentira, mas não mencionam que isso tem
diretamente a ver com a ausência de verdades para se contrapor, da
falta da referência dos fatos para se confrontar e refletir. Eles falam
da mentira, mas para eles a verdade e a busca da verdade não existem. Nem a
opinião nem as redes sociais teriam tanta importância se a imprensa
cumprisse seu papel de informar, que não é o de transformar, reformar,
formar, formatar ou deformar a sociedade.
* Grosso
modo o politicamente correto fornece a
justificativa paramoral para pelo menos 3 objetivos esquerdopatas: 1-
DESTRUIÇÃO - um objetivo imediato de modificar, ou mesmo inverter, a
dinâmica de determinado setor da sociedade. Um exemplo: transferir a
autoridade do
professor, "opressor", para o aluno, "minoria", e instituir a desordem
nas escolas; 2 -
CONCENTRAR PODER - um objetivo mais adiante de legalizar um poder
arbitrário nas mãos do Estado. "Discurso de ódio", por ex., começa
como pressão social, acaba como lei de censura, para perseguir e
criminalizar; 3 - FORMATAR A MENTE DA
SOCIEDADE - um objetivo mais gradual e profundo de deformar a
consciência, alterar a
noção de realidade, de verdade, de individualidade, o senso de
proporções, a percepção, extinguir o pensamento independente e a
iniciativa, privilegiar a palavra acima da percepção dos fatos e "criar"
um mundo rreal modelado ao bel prazer. Tudo isso concretiza o sonho dos
psicopatas: poder
absoluto e eterno sobre uma sociedade-manada.
Um
livro que todo o brasileiro deveria ler. São tantas coincidências entre
Mãos Limpas e Lava-Jato, que o roteiro brasileiro parece um remake do
italiano.
Bruno Carpes · Peço
ajuda aos amigos do mundo jurídico. Meus livros jurídicos das décadas
passadas já não fazem mais sentido e eu estou emburrecendo pela confusão
mental.
O Supremo Tribunal Federal, por meio do seu Presidente
Min. Dias Toffoli, publicou portaria a fim de instaurar inquérito para
investigar fake news, ameaças, denunciações caluniosas e crimes contra
honra do próprio Supremo (?), de seus membros e familiares. Até aí, tudo
entendido, afinal o Código de Processo Penal permite que a Autoridade Judicial requisite instauração de inquérito policial.
Mas, eis a surpresa, a portaria (ato administrativo interno) determina
que o inquérito seja presidido por um dos seus Ministros (Alexandre de
Moraes) para apuração dos fatos (quais, a portaria não diz) com base no
regimento interno (instrumento de cunho administrativo para organização
interna corporis). Ou seja, o Judiciário (STF) investigará crimes? E
contra si próprio? É isso mesmo? Investigará e depois? Ajuizará a ação? E
depois condenará sendo a própria vítima? E se precisar quebrar sigilos
protegidos constitucionalmente, o Ministro já como investigador oficiará
direto à operadora ou órgão público? Ele pedirá autorização ao colega,
que pode ser também vítima do crime investigado? E se o juiz de Primeira
Instância resolver publicar ordem de serviço autorizando a instauração
de inquérito para apurar crimes contra si, tudo certo? Tudo conforme os
ditames constitucionais mais consagrados? Tudo normal? E Aqueles
que se mostram sempre preocupados com um Judiciário que se preocupe
apenas com as garantias processuais e com a sua falta de contaminação
com a investigação, a fim de preservar a sua imparcialidade, tudo certo? Devo estar vendo pelo em ovo porque a OAB e associações de magistrados já elogiaram a iniciativa. Aguardo o auxílio dos amigos. Obrigado.
Pela
primeira vez, ontem, uma platéia americana recebeu a informação de que a
"grande mídia" impressa e eletrônica do Brasil, não alcançando nem
mesmo um por cento da população, é apenas o "house organ" e o diálogo
interno da elite dominante, sua função não sendo difundir coisa nenhuma e
sim apenas impedir que a opinião popular abale o poder dessa elite. Não
é função de jornalismo e sim de censura e controle social. Uma situação
tão peculiar e estranha que nenhum americano a havia jamais percebido.
No
Estadão, um tal José Fucs (nomen est omen) dá ares de atividade
criminosa a qualquer tentativa de defender o presidente Bolsonaro contra
a gigantesca máquina de difamação montada por TODA a grande mídia
nacional. É Golias se fazendo de coitadinho ante Davi.
Durante
meio século o um por cento que lê jornais e revistas escolheu os
candidatos à presidência. O PRIMEIRO que teve teve a ousadia de vir de
fora desse círculo de privilegiados tornou-se, inevitavelmente, o objeto
de um ódio assassino que já não tem o mais mínimo pudor de se mostrar à
plena luz do dia.
Proibidos
de defender-nos na grande mídia, comunicar-nos através de redes sociais
tornou-se atividade criminosa. Não tenho a menor dúvida de que tipos
como Fucs, tão numerosos na classe jornalística, sonham com um regime
político chinês, onde a opinião contrária à da elite mandante é crime.
O
um por cento, para continuar dono do país (e sobretudo do dinheiro
público) não hesitaria em matar os noventa e nove por cento, se não
precisasse deles para produzir a riqueza que o sustenta. Essa é a nossa
obrigação, na mente dos Fucs: trabalhar e ficar quietos, como bilhões de
chineses.
Só
a força do povo nas ruas pode parar a máquina de opressão que tenta,
pela força e pelo terror, sujeitar a maioria aos caprichos da minoria
privilegiada.
Repito:
Se o presidente não começar logo a falar à nação em rede nacional de
TV, em breve seus amigos, aliados e defensores estarão na cadeia pelo
crime de defendê-lo. Isto NÃO É uma figura de linguagem.
Empresas
de mídia bilionárias nos chamam de racistas, misóginos, homofóbicos e
assassinos TODO DIA, e à menor tentativa de defender-nos nos acusa de
"linchamentpo virtual" É a mais psicótica inversão da realidade.. Repito: só o povo nas ruas pode salvar este país.
Olavo de Carvalho · Opressores
policiais levam agora o nome de "moderados". Mas nunca me esqueço de
que, na Rússia dos anos 20-30 do século passado, o chefe dos moderados
era Stalin, e suas vítimas os "radicais".
* * *
Sempre
me surpreende a reação amena das pessoas diante da censura. Creio que
elas não avaliam a importância da liberdade de expressão e do direito de
vigiar e criticar os 3 poderes, para a democracia. Sem as críticas (que possibilita a vigilância
exercida pelo quarto poder que hoje são as redes), VERDADEIRAS OU NÃO,
esses poderes crescerão sem limites. E isso já vem acontecendo, pois
como puderam decretar uma censura inconstitucional como essa? Lembrem-se da Venezuela: ela também subestimou o mal quando ainda podia contê-lo. E sempre me pergunto: até que ponto os agentes dessas ações
ditatoriais conhecem as consequências terríveis de seus atos? Sua
consciência não os impede de empurrar à força a sociedade para uma
experiência incerta que sempre resultou no pior dos infernos. Sua
consciência não reconhece o mal? Com dois pesos e duas medidas, eles demolem o estado de direito, e o
substituem por poder. Então, os poderosos decidirão tudo. Esse é o
sistema que abre as portas para as lideranças psicopáticas que dominam
os totalitarismos. É a seleção dos piores, aquela que elege Stálins e
Maos. Quem sucedeu o genocida Stálin foi outro psicopata, Nikita
Kruschev, responsável pelo morticínio pela fome de 7 milhões de
ucranianos. Essa informação está no livro de W. C. Skousen, "O COMUNISTA
EXPOSTO". A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046
Um
livro que todo o brasileiro deveria ler. São tantas coincidências entre
Mãos Limpas e Lava-Jato, que o roteiro brasileiro parece um remake do
italiano.
Bruno Carpes · Peço
ajuda aos amigos do mundo jurídico. Meus livros jurídicos das décadas
passadas já não fazem mais sentido e eu estou emburrecendo pela confusão
mental.
O Supremo Tribunal Federal, por meio do seu Presidente
Min. Dias Toffoli, publicou portaria a fim de instaurar inquérito para
investigar fake news, ameaças, denunciações caluniosas e crimes contra
honra do próprio Supremo (?), de seus membros e familiares. Até aí, tudo
entendido, afinal o Código de Processo Penal permite que a Autoridade Judicial requisite instauração de inquérito policial.
Mas, eis a surpresa, a portaria (ato administrativo interno) determina
que o inquérito seja presidido por um dos seus Ministros (Alexandre de
Moraes) para apuração dos fatos (quais, a portaria não diz) com base no
regimento interno (instrumento de cunho administrativo para organização
interna corporis). Ou seja, o Judiciário (STF) investigará crimes? E
contra si próprio? É isso mesmo? Investigará e depois? Ajuizará a ação? E
depois condenará sendo a própria vítima? E se precisar quebrar sigilos
protegidos constitucionalmente, o Ministro já como investigador oficiará
direto à operadora ou órgão público? Ele pedirá autorização ao colega,
que pode ser também vítima do crime investigado? E se o juiz de Primeira
Instância resolver publicar ordem de serviço autorizando a instauração
de inquérito para apurar crimes contra si, tudo certo? Tudo conforme os
ditames constitucionais mais consagrados? Tudo normal? E Aqueles
que se mostram sempre preocupados com um Judiciário que se preocupe
apenas com as garantias processuais e com a sua falta de contaminação
com a investigação, a fim de preservar a sua imparcialidade, tudo certo? Devo estar vendo pelo em ovo porque a OAB e associações de magistrados já elogiaram a iniciativa. Aguardo o auxílio dos amigos. Obrigado.
Pela
primeira vez, ontem, uma platéia americana recebeu a informação de que a
"grande mídia" impressa e eletrônica do Brasil, não alcançando nem
mesmo um por cento da população, é apenas o "house organ" e o diálogo
interno da elite dominante, sua função não sendo difundir coisa nenhuma e
sim apenas impedir que a opinião popular abale o poder dessa elite. Não
é função de jornalismo e sim de censura e controle social. Uma situação
tão peculiar e estranha que nenhum americano a havia jamais percebido.
No
Estadão, um tal José Fucs (nomen est omen) dá ares de atividade
criminosa a qualquer tentativa de defender o presidente Bolsonaro contra
a gigantesca máquina de difamação montada por TODA a grande mídia
nacional. É Golias se fazendo de coitadinho ante Davi.
Durante
meio século o um por cento que lê jornais e revistas escolheu os
candidatos à presidência. O PRIMEIRO que teve teve a ousadia de vir de
fora desse círculo de privilegiados tornou-se, inevitavelmente, o objeto
de um ódio assassino que já não tem o mais mínimo pudor de se mostrar à
plena luz do dia.
Proibidos
de defender-nos na grande mídia, comunicar-nos através de redes sociais
tornou-se atividade criminosa. Não tenho a menor dúvida de que tipos
como Fucs, tão numerosos na classe jornalística, sonham com um regime
político chinês, onde a opinião contrária à da elite mandante é crime.
O
um por cento, para continuar dono do país (e sobretudo do dinheiro
público) não hesitaria em matar os noventa e nove por cento, se não
precisasse deles para produzir a riqueza que o sustenta. Essa é a nossa
obrigação, na mente dos Fucs: trabalhar e ficar quietos, como bilhões de
chineses.
Só
a força do povo nas ruas pode parar a máquina de opressão que tenta,
pela força e pelo terror, sujeitar a maioria aos caprichos da minoria
privilegiada.
Repito:
Se o presidente não começar logo a falar à nação em rede nacional de
TV, em breve seus amigos, aliados e defensores estarão na cadeia pelo
crime de defendê-lo. Isto NÃO É uma figura de linguagem.
Empresas
de mídia bilionárias nos chamam de racistas, misóginos, homofóbicos e
assassinos TODO DIA, e à menor tentativa de defender-nos nos acusa de
"linchamentpo virtual" É a mais psicótica inversão da realidade.. Repito: só o povo nas ruas pode salvar este país.
Olavo de Carvalho · Opressores
policiais levam agora o nome de "moderados". Mas nunca me esqueço de
que, na Rússia dos anos 20-30 do século passado, o chefe dos moderados
era Stalin, e suas vítimas os "radicais".
* * *
Sempre
me surpreende a reação amena dos brasileiros diante da censura. Creio que
eles não avaliam a importância da liberdade de expressão e do direito de
vigiar e criticar os 3 poderes, para a democracia. Sem as críticas (que possibilita a vigilância
exercida pelas redes, hoje o quarto poder), VERDADEIRAS OU NÃO,
esses poderes crescerão sem limites. E isso já vem acontecendo, pois
como puderam decretar uma censura inconstitucional como essa? Lembrem-se da Venezuela: ela também subestimou o mal quando ainda podia contê-lo. E sempre me pergunto: até que ponto os agentes dessas ações
ditatoriais conhecem as consequências terríveis de seus atos? Sua
consciência não os impede de empurrar à força a sociedade para uma
experiência incerta que sempre resultou no inferno na Terra. Sua
consciência não reconhece o mal? Com dois pesos e duas medidas, eles demolem o estado de direito, e o
substituem por poder. Então, os poderosos decidirão tudo. Esse é o
sistema que abre as portas para as lideranças psicopáticas que dominam
os totalitarismos. É a seleção dos piores, aquela que elege Stálins e
Maos. Quem sucedeu o genocida Stálin foi outro psicopata, Nikita
Kruschev, responsável pelo morticínio pela fome de 7 milhões de
ucranianos. Essa informação está no livro de W. C. Skousen, "O COMUNISTA
EXPOSTO", que vou digitar mais tarde porque não encontro na Internet. A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046