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terça-feira, 6 de agosto de 2024

PAULO FIGUEIREDO SHOW - Qual a Diferença Entre Maduro e Moraes? A CARECA.

 

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MADURO COMUNA

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É assim que a esquerda vence: suprimindo a verdade, com censura, manipulação, fraude, cancelamento, assassinato. Essa aversão à verdade é a digital da esquerda. 

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Clique num nome de deputado e mande um e-mail contra os projetos de censura, aborto, impostos, impunidade, desarmamento, eleições, etc. https://placarcongresso.com/pages/ranking.html

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"Mas esse permanente esforço de homogeneização das opiniões e manutenção da idéia de uma Opinião Pública encontrou um poderoso obstáculo com a chegada da internet, mais especificamente das redes sociais. As redes sociais tornaram realidade a promessa original da democracia: a participação popular. O problema é que nem a elite proprietária dos grandes veículos nem os donos do dinheiro estavam preparados para isso." Cristian Derosa, "Fake Check - a máfia por trás da censura"

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A mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E este é o problema deles. O comunismo é um sistema sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores.  https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html

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A CENSURA sai da esfera democrática do debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.

"Uma das tendências mais perigosas de nossos tempos é tornar a verdade socialmente inaceitável, ou mesmo ilegal, com leis de "discurso de ódio". (Thomas Sowell)

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OLAVO DE CARVALHO 🔴 - TEORIA DOS JOGOS DE LINGUAGEM DE WITTGENSTEIN "LEGITIMA" A MENTIRA https://conspiratio3.blogspot.com/2024/05/olavo-de-carvalho-truques-linguisticos.html

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 "Aquele que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho 

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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 

A antiverdade e o anticristianismo são a base do movimento revolucionário - "O que nós temos com o movimento de esquerda, como base do movimento de esquerda, é o ataque à própria estrutura da realidade. Quando nós falamos em Cristo, quando nós falamos em Deus, muita gente não entende dessa forma, nós estamos falando na verdade absoluta, naquilo que constitui a realidade humana. Ora, toda a tese luciferiana é a tese da  subversão dessa realidade, dessa verdade, da destruição da criação divina e da criação de uma nova ordem que seria supostamente mais justa. Não foi exatamente isso que nós tivemos no início da história, quando Adão e Eva desrespeitaram o que Deus havia sinalizado e resolveram criar o seu próprio mundo. Ali começou a história, ali começou o sofrimento humano. Então, quando nós temos um movimento que questiona a própria estrutura da sociedade, a estrutura natural da sociedade e tenta impor uma nova realidade, aparentemente com mais liberdade, com mais igualdade, no final das contas é o inverso, você acaba sendo, por exemplo, aprisionado pelos seus instintos mais básicos. Nós temos um movimento diabólico, e a esquerda radical nada mais representa do que isso. E ficou evidente durante a abertura das Olimpíadas, onde há a busca não só da ofensa, mas da destruição de tudo aquilo que o cristianismo representa. É por isso que nós temos esse pessoal sempre mirando no cristianismo para levar à frente a sua agenda autodestrutiva da sociedade. Leandro Ruschel

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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 
 
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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

LIVRO - A ESPIRAL DO SILÊNCIO - CRISTIAN DEROSA

 

 

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OLAVO DE CARVALHO - Explicando a Espiral do Silêncio https://youtu.be/gK-6kHk3AjA

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LIVROS CONTRA A CENSURA - Gustavo Maultasch: "Contra todacensura: Pequeno tratado sobre a liberdade de expressão" - CRISTIAN DEROSA: "Fake Check - A máfia por trás da censura" https://conspiratio3.blogspot.com/search/label/LIVROS%20SOBRE%20CENSURA

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Tenho a impressão de que no Brasil o distúrbio fronteiriço de personalidade é endêmico: as pessoas entendem as coisas no momento em que você as explica, mas não conseguem transmutar esse entendimento em consciência, portanto muito menos em ações. Olavo de Carvalho


 

TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 

 

"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

 

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"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton

RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE.

Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos. 

quarta-feira, 19 de maio de 2021

LEANDRO RUSCHEL - A ESPIRAL DO SILÊNCIO e a imposição da agenda revolucionária - CENSURA E O IMPÉRIO DA MENTIRA

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Bolsonaro perderá o apoio se a esquerda puder enganar o povo, e isto acontecerá se ela tiver mais controle da informação, restringindo a liberdade de expressão, suprimindo os questionamentos e as informações contrárias. 

"O cidadão, no sistema comunista, vive oprimido (...) Em última análise, todos os jornais são oficiais, bem como o rádio e outros meios de comunicação. Os resultados de tudo isso não são grandes, e em nenhum caso correspondem aos meios e medidas empregados. Porém, resultados consideráveis são conseguidos tornando IMPOSSÍVEL A MANIFESTAÇÃO DE OPINIÕES que não sejam as oficiais e combatendo as idéias contrárias. " (Milovan Djilas – “A Nova Classe”) 

A esquerda não sobrevive sem o controle da informação, porque o mal precisa da mentira e a mentira precisa da censura. Além disso, a censura em si mesma, ou seja, o controle da comunicação natural e dos pensamentos é PERVERSIDADE e causa distorções no desempenho da mente e distúrbios comportamentais. A supressão da liberdade de expressão e o decréscimo de verdades circulantes estão relacionadas, e são essas verdades os anticorpos que defendem a sociedade. A censura genérica é uma anomalia que causa anomalias de todo tipo.

"Por outro lado, a discriminação ideológica nos sistemas comunistas tem a finalidade de proibir outras idéias e de impor as suas. São duas surpreendentes formas de tirania inacreditável, total. O pensamento é a mais criadora das forças: descobre o que é novo. O homem não pode viver nem produzir se não pensar e meditar. Mesmo que possam negá-lo, os comunistas são forçados a aceitar, na prática, esta verdade. Por isso, procuram tornar impossível o predomínio de outro pensamento que não seja o deles.  O homem pode renunciar a muitas coisas, mas tem necessidade de pensar e comunicar seus pensamentos. É um sofrimento profundo ser compelido a silenciar quando se tem necessidade de expressão. OBRIGAR O HOMEM A NÃO PENSAR, A EXPRESSAR PENSAMENTOS QUE NÃO SÃO OS SEUS, É A PIOR FORMA DE TIRANIA.  A limitação da liberdade de pensamento não constitui apenas um ataque a direitos sociais e políticos específicos, mas também ao próprio ser humano como tal." 

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TOTALITÁRIOS negam que através da liberdade e do confronto de idéias chegamos ao conhecimento. Controlar toda a informação, impedir a livre comunicação entre pessoas é MARCA REGISTRADA dessa gente anticristã.  

Renan quer calar as redes: 49:44 A CPI mal começou e os 2 pesos e 2 medidas já estao sendo implantados a todo vapor. A direita, que não tem representantes nem defesa, vai ser perseguida dentro e fora da CPI.

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O desarmamento do cidadão, assim como a censura, é feito pelo Estado ou uma elite que tem o PODER para combater o mal, mas prefere combater as vítimas. Por quê? A História mostra que quanto mais o PODER cresce, mais ele tende a crescer, como um buraco negro ("O poder", de Bertrand de Jouvenel). Será que podemos concluir que quanto mais poder tem o Estado, mais ele combate o Bem? De qualquer forma, para contê-lo, limitá-lo é preciso destravar o poder do povo. 

O desarmamento, assim como a censura, é parte da guerra assimétrica, a guerra em que a esquerda sempre vence.

GUERRA ASSIMÉTRICA - OLAVO DE CARVALHO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/02/guerra-assimetrica-olavo-de-carvalho_25.html   

 


A ESPIRAL DO SILÊNCIO - ALEXIS DE TOCQUEVILLE - LIVRO DE ELISABETH NOELLE- NEUMANN  https://conspiratio3.blogspot.com/2019/08/espiral-do-silencio-alexis-de.html

"Se algo assim existe realmente e se é um processo por meio do qual as ideologias e movimentos sociais se impõem ou desaparecem, autores de séculos anteriores devem tê-lo percebido de alguma forma. É pouco provável que um fenômeno deste tipo tenha passado despercebido diante da atenção de homens sensíveis e reflexivos como filósofos, estudiosos do direito e historiadores, que tanto pensaram e escreveram sobre os homens e seu mundo. Quando comecei a buscar entre os escritos de grandes autores do passado, alegrei-me ao encontrar uma descrição precisa da dinâmica da espiral do silêncio na história da Revolução Francesa, de Alexis de Tocqueville, publicada em 1856. Tocqueville descreve a decadência da Igreja na França em meados do século XVIII e o modo como o desdém pela religião se converteu em uma paixão generalizada e imperante entre os franceses. O silêncio da Igreja francesa, conta ele, foi um fator de primeira importância: "Os que continuavam crendo nas doutrinas da Igreja tinham medo de ficar sozinhos em sua fidelidade e, temendo mais a solidão do que o erro, declararam compartilhar das opiniões da maioria. Deste modo, o que era somente a opinião de uma parcela do país chegou a ser considerado como a vontade de todos e a aparecer, por isso, irresistível, inclusive para os que haviam contribuído para gerar essa falsa aparência." 

Do livro "A ESPIRAL DO SILÊNCIO", de Elizabeth Noelle-Neumann.

Espiral do silêncio é uma maioria com complexo de inferioridade induzida por uma minoria barulhenta. 

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OLAVO DE CARVALHO - "Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor. (...)  Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos “elevados”, conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da “espiral do silêncio”.
(...) "A única reação eficaz à espiral do silêncio é quebrá-la – e não se pode fazer isso sem quebrar, junto com ela, a imagem de respeitabilidade dos que a fabricaram. Mas como desmascarar uma falsa respeitabilidade respeitosamente? Como denunciar a malícia, a trapaça, a mentira, o crime, sem ultrapassar as fronteiras do mero “debate de idéias”? Quem comete crimes não são idéias: são pessoas. Nada favorece mais o império do mal do que o medo de partir para o “ataque pessoal” quando este é absolutamente necessário. Aristóteles ensinava que não se pode debater com quem não reconhece – ou não segue – as regras da busca da verdade. Os que querem manter um “diálogo elevado” com criminosos tornam-se maquiadores do crime. São esses os primeiros que, na impossibilidade de um debate honesto, e temendo cair no pecado do “ataque pessoal”, se recolhem ao que imaginam ser um silêncio honrado, entregando o terreno ao inimigo. A técnica da “espiral do silêncio” consiste em induzi-los a fazer precisamente isso."
https://conspiratio3.blogspot.com/2016/10/precisamos-falar-verdade-e-quebrar.html

domingo, 26 de janeiro de 2020

FERNANDO MELO - Social Democracia jogando pesado para a eleição 2020 - Controle econômico da informação - Censura

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DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS FAZEM UMA DITADURA
Eles regam algumas plantas e outras não, para que, depois de um tempo, as favorecidas dominem o jardim. É um método praticado pela esquerda e pode ser estendido até o extremo do extermínio, como foi feito na URSS. Fazer parte da patota nefasta é questão de sobrevivência no comunismo.  

"A própria noção de vigilância revolucionária lançou uma linha tênue entre a exclusão e a eliminação física. No ponto de radicalização da utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e Stálin (e outros ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do "jardim humano", o foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em extermínio."   

"O cerne da matéria era que na União Soviética (assim como em outros regimes comunistas) a população estava organizada com base em critérios de exclusão e privações dos direitos civis de acordo com os imperativos ideológicos e tarefas do desenvolvimento estabelecidos pelo partido. (...) O princípio do eleito, que era o cerne do da teoria leninista do sujeito histórico realizando a utopia, refletiu-se nos direitos de cidadania."
"A própria noção de vigilância revolucionária lançou uma linha tênue entre a exclusão e a eliminação física. No ponto de radicalização da utopia revolucionária em ação, a obsessão de Lênin e Stálin (e outros ditadores comunistas) com a limpeza e purificação do "jardim humano", o foco do comunismo na excisão, metamorfoseou-se em extermínio."   
E, como mostraram Gerlach e Werth no caso da União Soviética, "quanto mais definida e precisa se tornava a ordem bolchevique sonhada, tanto maior o número dos que eram excluídos dela à força". Da mesma maneira, criaram "um mundo de inimigos", e por fim não havia nenhuma outra solução para a ameaça que esses inimigos imaginados apresentavam do que a aniquilação física total deles"." 
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas"." 
Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História  

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IMPRENSA DE RABO PRESO - O INÍCIO
https://conspiratio3.blogspot.com/2015/11/censura-imprensa-de-rabo-preso-o-inicio.html

Capítulo 4: Dividindo pessoas, centralizando o Poder | Congresso Brasil Paralelo | [Oficial]
https://youtu.be/JYu8vpDTqIE  



terça-feira, 3 de dezembro de 2019

CAMILA ABDO ENTREVISTA CRISTIAN DEROSA - Fake News, jornalismo e a grande mídia com Cristian Derosa



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A espiral do silêncio pode ser um processo até normal, mas sua intensidade depende da ignorância e da  insegurança emocional da sociedade. A espiral do silêncio se torna uma técnica nas mãos da esquerda porque o relativismo e a indefinição de conceitos permite a preponderância da vontade sobre todos os critérios sensatos ou racionais de decisão.



domingo, 4 de agosto de 2019

A ESPIRAL DO SILÊNCIO - ALEXIS DE TOCQUEVILLE - LIVRO DE ELISABETH NOELLE- NEUMANN


"Se algo assim existe realmente e se é um processo por meio do qual as ideologias e movimentos sociais se impõem ou desaparecem, autores de séculos anteriores devem tê-lo percebido de alguma forma. É pouco provável que um fenômeno deste tipo tenha passado despercebido diante da atenção de homens sensíveis e reflexivos como filósofos, estudiosos do direito e historiadores, que tanto pensaram e escreveram sobre os homens e seu mundo. Quando comecei a buscar entre os escritos de grandes autores do passado, alegrei-me ao encontrar uma descrição precisa da dinâmica da espiral do silêncio na história da Revolução Francesa, de Alexis de Tocqueville, publicada em 1856. Tocqueville descreve a decadência da Igreja na França em meados do século XVIII e o modo como o desdém pela religião se converteu em uma paixão generalizada e imperante entre os franceses. O silêncio da Igreja francesa, conta ele, foi um fator de primeira importância: "Os que continuavam crendo nas doutrinas da Igreja tinham medo de ficar sozinhos em sua fidelidade e, temendo mais a solidão do que o erro, declararam compartilhar das opiniões da maioria. Deste modo, o que era somente a opinião de uma parcela do país chegou a ser considerado como a vontade de todos e a aparecer, por isso, irresistível, inclusive para os que haviam contribuído para gerar essa falsa aparência." 

Do livro "A ESPIRAL DO SILÊNCIO", de Elizabeth Noelle-Neumann.

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DO PREFÁCIO DO LIVRO

Entre os princípios que constituem uma sociedade democrática está a liberdade de expressão, que consiste na materialização da liberdade da consciência, e é, portanto, fonte de todas as outras liberdades e condição sine qua non para a existência de uma coisa chamada individualidade humana.
(...) 
Em meus estudos sobre a cronologia dos planos de constituir um governo mundial, notei que ao longo do tempo um fator foi particularmente aprimorado com mais afinco que os demais. Depois de alguns projetos baseados principalmente na força militar, econômica e política, as iniciativas visando convencimento, persuasão e qualquer outro tipo de influência tornaram-se o foco das atenções destes planejadores, e por fim mostraram-se mais eficientes que os fuzis e as legislações. Mesmo quando comparada a outros aspectos como sistemas econômicos e iniciativas políticas, nenhuma outra área recebeu mais atenção daqueles que desejam controlar o mundo inteiro.

Como a eficácia deste tipo de iniciativa depende de um certo grau de discrição, a maioria das pessoas nem imagina que por trás de toda comunicação global, principalmente nos assuntos vitais e estratégicos, existe uma intenção deliberada de interferir na opinião das pessoas, com técnicas, métodos e experimentos. Na verdade poucos sabem que o controle da opinião pública é tema de inúmeros estudos e tem sido beneficiado com financiamentos de valores incalculáveis.

Qualquer um que tenha pesquisado sobre os regimes totalitários que inspiraram os projetos que hoje são conhecidos como Nova Ordem Mundial sabe que a questão da manipulação da opinião é central nesse processo. De Antonio Gramsci à Escola de Frankfurt, passando por diversos outros pensadores, fica evidente que a estratégia mudou drasticamente após os fracassos dos regimes soviético e nazista. O foco, que era “mudar a sociedade de cima para baixo”, transformou-se em uma série de iniciativas que têm como objetivo mudar antecipadamente o pensamento do indivíduo e desta forma enfrentar menos resistência para as futuras implantações.

Basta pensar um pouco para perceber que de nada adianta lutar contra as iniciativas políticas e econômicas que compõem estes planos sem conhecer a estratégia insidiosa que se esconde na comunicação de massa. E assim que eu percebi que esta era a chave para compreender o panorama e prever os rumos das decisões políticas, passei a procurar pelos estudos sobre o tema. O que eu não esperava é que a maioria dos estudos mais sérios e documentados sobre a influência da comunicação na formação das opiniões levava a um assunto ainda mais específico e profundo, a Espiral do Silêncio.

A autora deste estudo, que serviu a muitos outros sobre ciência política, opinião pública e mídia é uma professora alemã, Elisabeth Noelle-Neumann, nascida em Berlim em 1916 e falecida em 2010. Seus estudos, iniciados ainda na década de 1960, demonstram, de forma objetiva e indiscutível, que a psicologia humana obedece a certos preceitos para a formação da opinião, seja pública ou individual.

Olavo de Carvalho, que foi o grande responsável por aprofundar as questões levantadas por Noelle-Neumann no Brasil, explica a peculiaridade desta questão eminentemente psicológica, que atinge o imaginário e talvez até o subconsciente das pessoas. O filósofo sintetiza a Espiral do Silêncio como um jogo de impressões e de emoções vagas, e não um processo de doutrinação ideológica. 
(...)  
Logo no início o leitor já entende o que é, como funciona e quais os métodos utilizados, levantando hipóteses e abrindo para uma abordagem muito profunda sobre o poder de influência do que a autora chama de isolamento, a força ativadora da Espiral do Silêncio. 





A opinião pública não é simplesmente a soma das opiniões pessoais e nem mesmo a média entre elas. A autora mostra detalhadamente como os mais variados fatores, muitas vezes desconexos e até mesmo aparentemente contraditórios, tendem a direcionar o pensamento e o comportamento de uma maneira que as pesquisas mais superficiais nunca poderiam ou poderão revelar. Com este olhar diferenciado o livro desmonta diversos métodos simplórios de aferição usados em pesquisas cotidianas e mostra como esses levantamentos também são usados para manipular a opinião pública.

Também merece registro o enfoque na observação da forma que as notícias são propagadas, jogando luz não apenas sobre o conteúdo transmitido, o que leva o leitor a compreender e identificar o corporativismo da imprensa, seus reais objetivos, muitas vezes não declarados, e seus métodos de manipulação, exagero e ocultação da informação circulante.

Este livro oferece ainda o mais precioso dos instrumentos para demonstrar que existe manipulação deliberada na transmissão da informação. E prova que a aplicação da Espiral do Silêncio não é espontânea e definitivamente não é um fato isolado. Esta questão é decisiva porque muitas pessoas intuitivamente desconfiam que existe algum tipo de manipulação das informações, mas só conseguem enxergar interesses pontuais sobre a distorção de uma notícia, sem perceber que existem ligações com várias outras.

Com o politicamente correto onipresente e a disseminação avassaladora das iniciativas de engenharia social, o lançamento da primeira versão brasileira deste clássico é motivo de comemoração para todos que tenham interesse em proteger a sanidade das suas opiniões e dos seus posicionamentos. Boa leitura! 

Alexandre Costa 
http://ordem-natural.blogspot.com/2018/09/espiral-do-silencio-prefacio-alexandre.html




Maquiadores do crime
Olavo de Carvalho

Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.O modo de alcançar esse objetivo é trabalhoso e caro, mas simples em essência: trata-se de atacar a honra do infeliz desde tantos lados, por tantos meios de comunicação diversos e com tamanha variedade de alegações contraditórias, com freqüência propositadamente absurdas e farsescas, de tal modo que ele, sentindo a inviabilidade de um debate limpo, acabe preferindo recolher-se ao silêncio. Nesse momento ele se torna politicamente defunto. O mal venceu mais uma batalha.

A técnica foi experimentada pela primeira vez no século XVIII. Foi tão pesada a carga de invencionices, chacotas, lendas urbanas e arremedos de pesquisa histórico-filológica que se jogou sobre a Igreja Católica, que os padres e teólogos acabaram achando que não valia a pena defender uma instituição venerável contra alegações tão baixas e maliciosas. Resultado: perderam a briga. O contraste entre a virulência, a baixeza, a ubiqüidade da propaganda anticatólica e a míngua, a timidez dos discursos de defesa ou contra-ataque, marcou a imagem da época, até hoje, com a fisionomia triunfante dos iluministas e revolucionários. Pior ainda: recobriu-os com a aura de uma superioridade intelectual que, no fim das contas, não possuíam de maneira alguma. A Igreja continuou ensinando, curando as almas, amparando os pobres, socorrendo os doentes, produzindo santos e mártires, mas foi como se nada disso tivesse acontecido. Para vocês fazerem uma idéia do poder entorpecente da “espiral do silêncio”, basta notar que, durante aquele período, uma só organização católica, a Companhia de Jesus, fez mais contribuições à ciência do que todos os seus detratores materialistas somados, mas foram estes que entraram para a História – e lá estão até hoje – como paladinos da razão científica em luta contra o obscurantismo. 

Foi só quase um século depois desses acontecimentos que Alexis de Tocqueville descobriu por que a Igreja perdera uma guerra que tinha tudo para vencer. Deve-se a ele a primeira formulação da teoria da “espiral do silêncio”, que, em extensa pesquisa sobre o comportamento da opinião pública na Alemanha, Elizabeth Noëlle-Neumann veio a confirmar integralmente em The Spiral of Silence: Public Opinion, Our Social Skin(2ª. ed., The University of Chicago Press, 1993). Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos “elevados”, conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da “espiral do silêncio”. A Igreja do século XVIII cometeu esses dois erros, como a Igreja de hoje os está cometendo de novo.
http://olavodecarvalho.org/maquiadores-do-crime/


* ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO DA DIREITA
"Já na Era FHC não havia direita. Havia esquerda e “centro”. Associada a palavra “direita” a toda sorte de crimes e abusos – objetivamente, no entanto, muito menores que os da esquerda –, todo direitista buscou prudente abrigo num inócuo meio-termo, sem saber que com isso se condenava à “espiral do silêncio” e à derrota inevitável. O passo seguinte foi rotular ao menos parte do “centro” como “extrema direita”, de modo que os centristas trocassem novamente de crachá. Quando o sr. Luís Inácio festejou como apoteose da democracia a ausência de candidatos presidenciais de direita nas presentes eleições, a obra da “espiral do silêncio” estava completa. Era a vitória final do “novo paradigma”: vote em quem quiser, contanto que seja de esquerda. É uma daquelas situações que o velho Karl Kraus diria impossíveis de satirizar, por já serem satíricas em si mesmas. Quem pode encarná-la melhor do que um palhaço profissional que alardeia como suprema razão para votarem nele a sua completa falta de qualificações para o cargo?"
Olavo de Carvalho
http://olavodecarvalho.org/a-voz-dos-fatos/

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“O brasileiro de hoje em dia é aquele sujeito valente que teme olhares e caretas como se fossem balas de canhão, que enfia o rabo entre as pernas à simples ideia de que falem mal dele, que troca a honra e a liberdade por um olhar de simpatia paternal de quem o despreza.” 
Olavo de Carvalho
 
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AGENDA LGBT NO STF E SENADO - CRÍTICA NACIONAL
https://criticanacional.com.br/2019/05/31/a-acao-da-agenda-lgbt-no-stf-no-senado-federal-2/
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DESVENDANDO AS FALÁCIAS SOBRE AS PESQUISAS DE OPINIÃO
http://avancabrasil.site/2019/05/31/exclusivo-desvendando-as-falacias-sobre-as-pesquisas-de-opiniao/
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POLITICAMENTE CORRETO E GENOCIDIO CULTURAL - OLAVO DE CARVALHO
https://youtu.be/Wz_LAp24JsQ
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Quando os questionamentos e os desmentidos não fazem obstáculo à mentira e ela floresce desimpedida, é porque há censura e controle do fluxo de informações. O resultado disso, pressentido, mas não pensado racionalmente, é o desastre. As pessoas sabem que o poder de censurar vem de cima, e baixam a cabeça. A sociedade pode, então,sentir que o mal está no comando, mas só alguns indivíduos têm coragem de traduzir isto em palavras e enfrentá-lo. Por isso se tornam líderes naturais, como é o caso de Olavo de Carvalho. 




Engraçado, todo mundo sabe que a censura acontece por causa de VERDADES, e não pelos motivos alegado. Mas fica tudo por isso mesmo.

CENSURA SIGNIFICA PERIGO
Por causa de discursos de "ódio" e outros vão acabar com a democracia, já que a democracia não funciona sem a liberdade de comunicar pensamentos, suspeitas, de alertar, de vigiar os poderes. A censura desarma e isola as pessoas, passando o estado a intermediar e controlar as relações. E este monopólio e concentração de poder, que é seu objetivo real, significa PERIGO para nós.  
A CENSURA ANUNCIA OUTROS CRIMES porque ela não tem justificativa lógica, aceitável. Ela é criada por uma minoria poderosa que tem o poder inclusive de desmentir fake news, cyberbullying, difamações, mas prefere amordaçar a maioria e acabar com a transparência democrática, criar a espiral do silêncio e um manto de opacidade que só favorece criminosos e tirania. MAIS PERIGO! 
Censura à maioria é um perigo maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar.
 
Socialismo é um mal e não vai evoluir para algo melhor, mais humano, mais razoável porque contém dentro de si o mecanismo repressivo para impedir sua própria correção.