Quando Hitler se tornou antissemita? Parece uma pergunta inócua, mas não é o caso. As origens do antissemitismo de Hitler explicam muito da sua visão de mundo e, consequentemente, das políticas bélicas e imperiais do Terceiro Reich. Mas a questão de descobrir as origens do antissemitismo de Hitler é extremamente difícil: fontes escassas e não confiáveis, historiografia enviesada e despreparo intoxicaram as pesquisas. A verdade é que Hitler se tornou antissemita devido ao seu anticapitalismo, e só mais tarde adicionou o marxismo e o comunismo.
// CAPÍTULOS //
00:00 Introdução
01:25 O paradoxo da historiografia de Hitler e o nazismo
04:16 Um problema: fontes escassas e o mito do Mein Kampf
07:05 As duas principais fontes da juventude de Hitler
13:18 Uma pergunta crucial: Por que queria reescrever as origens do seu antissemitismo?
14:21 O primeiro antissemitismo de Hitler: O anticapitalismo
19:13 A verdade sobre o antissemitismo de Hitler
22:30 Por que Hitler mentiu sobre isso no Mein Kampf?
23:20 Uma nova fonte inédita sobre o antissemitismo de Hitler
27:19 A primeira turma do CEFT está aberta - A Guerra Mundial de Hitler
28:48 Conclusão
//
A
Meta bloqueou grupos do WhatsApp e suspendeu as lives do Frei Gilson
nas quais ele reunia milhares de cristãos para rezar o terço. Ódio ao
Cristianismo, mas, NÃO VÃO NOS CALAR!
*
Leandro Ruschel
"Supremo está adotando cada vez mais uma posição de esquerda, recebendo
o apoio massivo da esquerda e recebendo a condenação massiva
da direita"
E é essa "justiça" política, partidária, que conta nossos votos. "Cale-se agora e se cale para sempre".
*
"EMERGÊNCIAS" PARA EXTINGUIR DIREITOS - O livro de G. Agamben foca
na atual prática, global, de substituir a democracia por estado de
sítio ou de exceção permanentes, de legitimar a eliminação dos direitos e
aumento do poder do Estado. "Estado de Exceção" de G. Agamben: "Não
há nenhuma salvaguarda institucional capaz de garantir que os poderes
de emergência sejam efetivamente usados com o objetivo da salvar a
constituição. Só a determinação do próprio povo em verificar se são usados para tal fim é que pode assegurar isto
(...) As disposições quase ditatoriais dos sistemas constitucionais
modernos, sejam elas a lei marcial, o estado de sítio ou os poderes de
emergência constitucionais, não podem exercer controles efetivos sobre a
concentração dos poderes. Consequentemente, todos esses institutos
correm o risco de serem transformados em sistemas totalitários, se
condições favoráveis se apresentarem." (C. J. Friedrich) https://conspiratio3.blogspot.com/2024/08/leandro-ruschel-censura-global-mark.html
*
Bertrand de Jouvenel, "O PODER" - "Dai
que a Revolução da Inglaterra tenha reforçado o Poder com menos
eficácia e duração que a Revolução da França e esta menos que a
Revolução da Rússia. Em todas, porém, o processo foi o mesmo. Essas
revoluções foram apenas aparentemente revoluções contra o Poder.
Essencialmente, elas deram ao Poder um vigor e uma arrogância novos,
destruíram os obstáculos que se opunham de longa data a seu
desenvolvimento." "Todas as revoluções não fizeram senão tornar mais
perfeita a máquina governamental em vez de quebrá-la. Os partidos que,"
sucessivamente, lutaram pelo Poder viam na conquista desse enorme
edifício de Estado a presa oferecida ao vencedor. (Marx)" https://conspiratio3.blogspot.com/2024/01/john-stuart-mill-liberdade-de-expressao.html
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
São Paulo precisa de um milagre!
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
Uma das origens do movimento revolucionário é a decomposição planejada do judaísmo no séc XIX, que se repete na operação de decomposição da religião católica no séc XX. https://youtu.be/4SVSlpgG-fA?t=106
Os totalitarismos só se sustentam com ódio e perseguição a um inimigo, demonizado e absolutizado, que justifique TODA arbitrariedade dentro e fora do sistema.
“Em 30 de janeiro de
1933, Adolf Hitler foi nomeado Chanceler na Alemanha. Junto com ele,
surgiu a ditadura nacional-socialista naquele país.
Uma
das bases de seu partido era a recuperação da pureza racial ariana. O
que seria atingida através da eliminação de qualquer influência judaica –
o antissemitismo seria a base da “Grande Alemanha”. O processo
para isso acontecer começou em 7 de abril de 1993, data da proclamação
do Decreto para Reorganização dos Funcionários.
Através desse Decreto, foi autorizada a demissão de todos os trabalhadores que não comprovassem possuir sangue ariano. Não bastava se eram bons trabalhadores ou não: ocorreria demissão para todos os que não fossem “puros”. E não havia recurso.
Era apenas o começo.
No
dia 15 de setembro de 1935, Hitler promulgou o seu mais ousado conjunto
de leis: as chamadas Leis de Nuremberg, para “proteção do sangue e da
honra alemãs”, diziam. A maior parte das pessoas chique não
falou nada quando seus amigos conhecidos judeus foram expulsos de seus
trabalhos e de suas casas por não serem “puros”.
O bom senso parecia ter abandonado todas as camadas sociais.
Em nenhuma parte se ouviu um protesto contra aquelas medidas humilhantes. Quando
as demissões e os rótulos de pureza foram aceitos pela população sem
qualquer protesto, era preciso passar para a etapa seguinte: a
segregação!
Após a invasão da Polônia, em 1939, os nazistas criaram um Gueto na cidade de Varsóvia. O objetivo era ISOLAR ali toda a população judaica da região – quase 400.000 pessoas. O Gueto de Varsóvia foi separado do restante da cidade por um muro. Uma prisão a céu aberto para isolamento dos “não-cidadãos”.
Aqueles que não tinham os mesmos direitos que as outras pessoas apesar de serem iguais a elas.
Para o isolamento funcionar, contudo, faltava apenas um pretexto “perfeito”.
O
pretexto que faria todas as pessoas concordarem com o gueto e até mesmo
entregarem seus amigos e denunciarem seus colegas de trabalho para
serem levados ao confinamento.
E o “pretexto perfeito” surgiu… A doença.
Joseph Goebbels, o Ministro da Propaganda de Hitler, criou uma campanha para provar que o isolamento era necessário. Sob
sua orientação, os nazistas distribuíram peças publicitárias com o
intuito de demonstrar que os judeus transmitiam doenças, especialmente
tifo, propagada pelos piolhos.
Os anúncios espalhavam o medo, criando relação entre os judeus e a doença.
“Judeus são como piolhos – eles causam tifo”, diz o anúncio acima.
“Proteja você mesmo da tifo – evite judeus”, diz esse outro.
E havia, é claro, também os filmes.
O filme “A luta contra o Tifo”, produzido em 1942.
O
objetivo era mostrar que os judeus trouxeram piolhos e tifo para a
Alemanha. O filme “explicava” como os judeus possuíam mais tifo do que
qualquer “outra raça”. E, através de desenhos, mostrava como eles
espalhavam a doença e os piolhos para as outras pessoas. E também
prometia criar uma vacina contra o tifo, que resolveria todos os
problemas de saúde.
Essas não eram as únicas propagandas sobre a doença.
Era necessário pretextos que justificassem mais do que o isolamento: que servisse também para a ELIMINAÇÃO.
Por isso, eles também eram comparados a ratos (sujos e transmissores de ainda mais doenças).
“Ratos: destruam-nos”, diz o anúncio.
E com vermes parasitas.
Nesse
anúncio pregado em um muro durante a invasão francesa, eles são
apresentados como os responsáveis por espalhar tuberculose, sífilis e
câncer.
Com
a propaganda martelando dia após dia que os “impuros” transmitiam
doenças, todas as medidas contra eles se tornaram justificáveis e foram
aplaudidas pelas pessoas. Os guetos passaram a ser “uma emergência
necessária”. Aos montes, eles foram isolados da sociedade civil. E
tiveram todos os seus direitos negados.
Espremidos em uma prisão à vista de todos.
E todos ignoravam, afinal, “era necessário”, diziam.
[Deixados] para morrer de fome, adultos e criança, no meio das ruas.
“Não cidadãos”
Depois dos guetos, vieram os campos de concentração, ou campos de isolamento
E depois dos campos, vieram as câmaras de gás e os fornos.
Cuidado
quando você aceita que pessoas iguais em direitos e deveres sejam
separadas pelo governo entre “cidadãos” e “não cidadãos”, tudo
justificado com “boas intenções”.
Você pode estar apenas repetindo os mesmos erros do passado”.
No Mundo de 2021 - Encerramento - Daniel D'Andrea, Ricardo Felício
.
As pessoas estão com medo de perceber o tamanho do MAL.
Ou se tem um ESTADO DE EMERGÊNCIA e
se autoriza os tratamentos iniciais, ou não se tem um ESTADO DE
EMERGÊNCIA e se PROÍBE a vacina experimental.
O que há realmente é o ESTADO DE
ENGODO, 2 pesos e 2 medidas. Este é o maior perigo que devemos combater, que, entre outras
coisas, produz artificialmente um ESTADO DE EMERGÊNCIA por privação de
tratamento e censura a informações vitais. Isto é o que está matando.
E
esses assassinos não serão punidos porque estão destruindo o ESTADO DE
DIREITO e vão impor o ESTADO TOTALITÁRIO. A menos que os povos ignorantes e
acovardados se mexam.
VÍRUS E LEVIATÃ - Aldo Maria Valli - Durante a crise do Covid-19, além do
sofrimento, das mortes, da confusão econômica e social, assistimos à
suspensão dos procedimentos constitucionais habituais. A Itália deixou
de ser uma república parlamentarista e as funções de governo passaram a
ser exercidas por decretos do Primeiro-Ministro, decretos estatais que
assumiram um valor quase religioso, e nos quais a Saúde foi
absolutizada.
Surgiu uma
forma de “estatismo partilhado e despotismo terapêutico” que, embora
passivamente aceite pela grande maioria dos cidadãos e, culposamente,
também pela Igreja, tem gerado prevaricações que não podem e não devem
ser esquecidas, pois “constituem um perigoso precedente e preocupante
para todos aqueles que se preocupam com a qualidade da democracia
liberal”. A realidade italiana não foi diferente da brasileira e serve
de alerta. Quem pode nos assegurar que o estado de emergência não será
institucionalizado?
Entrevista
/ Lottieri: “Estamos testemunhando uma mudança institucional, social e
política que restringe as liberdades em nome da emergência. Precisamos
de uma reação " "A crise climática será a nova emergência, útil para
destruir ainda mais os direitos e liberdades individuais."
Logo após a segunda guerra mundial houve uma série de 12 julgamentos
em Nuremberg. Tinha o objetivo de condenar os criminosos de guerra
nazistas capturados. O primeiro deles, o mais importante, ocorreu entre 9
de dezembro de 1946 e 20 de agosto de 1947. Foi contra os médicos e
cientistas mentirosos.
A acusação contra eles foi de conspiração
para cometer crimes de guerra, crimes contra a humanidade e realização
de experimentos médicos sem o consentimento dos participantes, como os
ocorridos nos campos de concentração e nas zonas ocupadas. Dos 23 réus,
sete foram absolvidos e sete receberam sentenças de morte. O restante
recebeu sentenças de prisão que variaram de 10 anos a prisão perpétua.
Deste julgamento saiu o acordo ético mais importante da história: o código de Nuremberg.
Possuía o objetivo de impedir que os absurdos nazistas voltassem a se
repetir. O primeiro item do código, o mais essencial de todos, define:
"O consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente
essencial". https://filiperafaeli.substack.com/p/o-dia-que-eu-entendi-o-bom-alemao
*
O
"direito" de perseguir e matar decorre do direito de condenar e
demonizar adversários (inimigos) e, antes disso, de redefinir o que é
bem e mal, certo e errado, verdade e mentira, com o aval da população
manipulada e acovardada.
O
politicamente correto não tem fundamento científico, filosófico,
jurídico, nada, e por isso ele é elástico o bastante para atingir tudo o
que eles querem. É a técnica da indefinição justificando medidas pseudo
legais e calando a opinião pública.
Tudo isso se consegue com o
controle da informação.
LEANDRO RUSCHEL - Desde 11 de setembro de 2001, são mais de 32 mil ataques terroristas muçulmanos, com mais de 500 mil mortos! Fonte: https://thereligionofpeace.com/