Livro - Isaac Newton e a Transmutação da Alquimia. Uma Visão Alternativa da Revolução Científica, de Philip Ashley Fanning : https://www.amazon.com.br/
* * *
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
Censura pode ser um
perigo bem maior do que qualquer ameaça que ela pretenda evitar porque
instala o poder absoluto, que não pode ser limitado, que não pode ser corrigido, só piorado.
O cidadão de um Estado comunista não deseja o totalitarismo, mas
"ninguém sabe como pará-lo, já que nenhuma razão para pará-lo pode ser
proferida sem penalidade instantânea." (Roger Scruton)
LEANDRO RUSCHEL - PT pede ao TSE para CENSURAR 80 perfis nas redes, incluindo o meu!
Os acontecimentos aqui narrados são verdadeiros.
Eles se deram em Piteşti, na Romênia, entre 1949 e 1952, e, apesar de
completamente ignorados pelo Ocidente, merecem um lugar de destaque no
lúgubre repertório de horrores do século XX.
A cerca de cem quilômetros de Bucareste, numa prisão relativamente moderna, o regime comunista implementou um experimento inconcebivelmente macabro, uma das mais cruéis experiências de desumanização que nossa época já conheceu.
O
escritor e jornalista romeno Virgil Ierunca teve a coragem de reunir
uma série de depoimentos e dar a este experimento no Inferno uma versão
escrita. A leitura é tão angustiante quanto necessária, uma vez que,
como diz o adágio, quem não conhece a própria história está fadado a repeti-la.
O autor adverte:
baseando-se em documentos que estiveram arquivados por décadas, alguns deles citados pela primeira vez neste volume, o que constará nas páginas a seguir deve chocar os leitores e também alertá-los contra uma força destrutiva, que não é apenas histórica e ideológica, mas espiritual e diabólica.
Com profundo pesar, este livro oferece um exame atento e minucioso do ateísmo militante, sinistro e perturbador que pode ser encontrado na obra de Karl Marx e dos demais fundadores e praticantes do comunismo. Ele traça o perfil trágico de um homem e, de modo geral, o de uma ideologia, apresentando a horripilante retrospectiva de um espírito imundo que jamais deveria ter deixado a fossa de onde saiu.
Arrancaram-me os Céus;
perdi a via estreita.
Minha alma, fiel a Deus,
ao Inferno ora é eleita!
— Karl Marx, “A pálida donzela”, 1837
Os dois lançamentos unidos neste combo são complementares.
Em
“Karl Marx e o Diabo”, o renomado cientista político Paul Kengor faz
uma análise da relação entre a ideologia comunista e os aspectos
satanistas do pensamento e da vida de Marx. Numa investigação precisa e
bem fundamentada, Kengor deixa claro que o comunismo não se limita a
questões políticas e econômicas, mas que a prática do ateísmo é
essencial para o sucesso do projeto destrutivo de Karl Marx e seus
camaradas.
O exemplo histórico mais horrendo do potencial
devastador do ateísmo comunista pode ser conhecido na segunda obra deste
combo, “O fenômeno Pitești”. Este pequeno e impactante livro relata um
aterrorizante episódio ocorrido em uma prisão na Romênia, onde foi
implementado um diabólico projeto de “reeducação” dos prisioneiros
baseado em constantes torturas físicas e psicológicas.
“O fenômeno
Pitești” expõe o lado demoníaco do comunismo descrito por Kengor. A
partir da leitura dessas duas obras, o leitor poderá entender, de forma
teórica e prática, quão desumana e satânica é a ideologia comunista —
uma doutrina capaz de fundamentar atrocidades inimagináveis.
"O psicólogo russo Ivan Pavlov ( 1849 – 1936 ) demonstrou que a
estimulação contraditória é a maneira mais rápida e eficiente de quebrar
as defesas psicológicas de um indivíduo (ou de um punhado deles),
reduzindo-o a um estado de credulidade devota no qual ele aceitará como
naturais e certos os comandos mais absurdos, as opiniões mais
incongruentes." Olavo de Carvalho https://olavodecarvalho.org/engenharia-da-confusao/
Trecho da Aula 415 do Curso Online de Filosofia em que Olavo de Carvalho fala sobre Leon Festinger e a Dissonância Cognitiva.
Assim é o comunismo/socialismo/globalismo/eurasianismo, sempre
operando clandestina e sordidamente contra a sociedade. Sempre. Não
adianta pensar que um dia farão as coisas direito, pois o poder que
cresce é o que seleciona os piores. Leiam sobre o experimento Pitesti, onde eles tentam
quebrar os limites humanos de resistência ao mal.
Porque suprime a lei natural, o comunismo desencadeia o MAL SEM LIMITES:
Encíclica Divinis Redemptoris Horrores do Comunismo na Espanha "Não
é esta ou aquela igreja destruída, este ou aquele convento arruinado;
mas, onde quer que lhes foi possível, todos os templos, todos os
claustros religiosos, e ainda quaisquer vestígios da religião cristã,
posto que fossem monumentos insignes de arte e de ciência, tudo foi
destruído até os fundamentos! E não se limitou o furor comunista a
trucidar bispos e muitos milhares de sacerdotes, religiosos e
religiosas, alvejando dum modo particular aqueles e aquelas que se
ocupavam dos operários e dos pobres; mas fez um número muito maior de
vítimas em leigos de todas as classes, que ainda agora vão sendo
imolados em carnificinas coletivas, unicamente por professarem a fé
cristã, ou ao menos por serem contrários ao ateísmo comunista. E esta
horripilante mortandade é perpetrada com tal ódio e tais requintes de
crueldade e selvajeria, que não se julgariam possíveis em nosso século. Ninguém
de são critério, quer seja simples particular, quer homem de Estado,
cônscio da sua responsabilidade, ninguém absolutamente, repetimos, pode
deixar de estremecer de sumo horror, se refletir que tudo quanto hoje
está sucedendo na Espanha, pode amanhã repetir-se também em outras
nações civilizadas. Nem se pode asseverar que semelhantes
atrocidades são conseqüências fatais de todas as grandes revoluções,
como excessos esporádicos de exasperação, comuns a qualquer guerra: não,
são frutos naturais do sistema, cuja estrutura não obedece a freio
algum interno. Um freio é necessário ao homem, tanto individualmente
como socialmente considerado; e é por isso que até os povos bárbaros
reconheceram o vínculo da lei natural, esculpida por Deus na alma de
cada homem. E, quando a observância dessa lei foi tida por todos como um
dever sagrado, viram-se nações antigas atingir um tal esplendor de
grandeza, que espanta, ainda mais até do que é razão, aqueles que só
superficialmente compunham os documentos da história humana. Mas quando
se arranca das mentes dos cidadãos a própria idéia de Deus,
necessariamente os veremos precipitar-se na crueldade mais selvagem, e
na ferocidade dos costumes."
A
verdade desaparece sem a liberdade de buscá-la. O conhecimento deixa de
existir sem a possibilidade de testá-lo ou debatê-lo plenamente. Todas
as liberdades e direitos dependem da liberdade de expressão, são
defendidos por ela e sem ela estão ameaçados. A censura danifica
imensamente mais do que mentiras e os males que ela alega evitar. A
censura é o que dá CREDIBILIDADE e longa vida à mentira
porque impede o fact checking popular. O que se pode esperar dessa
censura se os poderes que nos calam pela força não podem nos calar por
argumentos? Se
os mentirosos são os censores? O que eles já disseram sobre o risco
abissal da censura? Da CONCENTRAÇÃO DE PODER nas mãos de quem controla a
informação? Este, sim, é o maior perigo que a História já documentou.
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais
do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua
natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como
ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também
uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é
viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao
mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais
severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
A
mentira repetida mil vezes só vira "verdade" sem críticas
e sem perguntas. Nenhuma outra opção deve emergir nas mentes. Eles
sabem que a democracia se faz pelo debate livre, pela livre concorrência
de ideias, pela busca da verdade. É ISTO o que elege os melhores. E
este é o problema deles. O comunismo é um sistema psicopático, sem verdade e sem a liberdade de buscá-la. Onde só existe a voz dos censores. https://conspiratio3.blogspot.com/p/triagem-filtragem-confronto-de.html
*
"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
"Quando se deixa de acreditar em Deus, passa-se a acreditar em qualquer coisa." G. K. Chesterton
RELATIVIZAR A VERDADE, ABSOLUTIZA A OPINIÃO. E aqueles que relativizam a verdade querem sua voz absolutizada.
"Ai
daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em
luz e a luz em trevas, que tornam doce o que é amargo, e amargo o que é
doce!" Isaias 5:20
Estado grande é sinal de povo apequenado, submisso. Estado grande significa que o povo perdeu o controle dos poderes e da democracia. Estado grande é um Estado que atua para si mesmo escravizando o povo. É um poder sem limite que tende a crescer descontroladamente sugando direitos e liberdades. O totalitarismo começa a andar aí.
*
Uns dias atrás esse Pablo Spyer afirmou que a Bolsa caiu, o dollar subiu por causa dos boatos contra a manifestação de 7 de Setembro. Acho que a imprensa que nos difamou e espalhou esses boatos deveria ser acusada de manipular o Mercado.
Um regime totalitário brutal está para ser instaurado no país a pretexto de defender a democracia contra o povo.
Olavo de Carvalho · Luiz
Eduardo Soares, pretenso cientista social já nosso velho conhecido por
seus trabalhos em prol da criminalidade, não entende a distinção entre
um conceito descritivo e uma figura de linguagem -- a condição m;inima
para INICIAR o estudo das ciências sociais.
Olavo de Carvalho · Alexandre
de Moraes ou é um analfabeto funcional ou é um fingidor, um mentiroso
cínico. Finge que ditadura não é a policia prender prender e agredir
inocentes; é o inocente, em reação emocional, gritar "AI-5" na rua.
Olavo de Carvalho · A
onda de pânico é tão forçada, tão artificiosa e ao mesmo tempo tão
engenhosa, que É IMPOSSÍVEL não ver nela a mão do serviço secreto
chinês. Será que nossos generais ignoram mesmo tudo a respeito ou, ao
contrário, diante de tudo isso acham mesmo natural ver perigo de
ditadura só nuns ingênuos que gritam "AI5"?
Olavo de Carvalho · Aras:
Por que investigar intervencionistas que só gritaram, e não investigar
ditadores autonomeados que agridem e prendem cidadãos inocentes?
O
desprezo tecnocrático-positivista pela política parece o oposto da
corrupção política mas é a principal causa dela. Afasta da politica os
homens bons e deixa o espaço aberto só para os picaretas, No Império a
corrupção nas altas esferas era mínima. Foi o positivismo republicano
que inaugurou o reino da picaretagem.
OLAVO DE CARVALHO - "Não há instrumento de controle social mais eficiente do que a imposição de novas normas de linguagem, que limitam o pensamento e modelam a conduta das multidões e mesmo das elites sem que estas ou aquelas, no mais das vezes, cheguem sequer a perceber que estão sendo manipuladas.
Nas altas esferas do movimento comunista, o emprego desse instrumento foi adotado como estratégia prioritária de guerra cultural para a destruição da civilização do Ocidente desde pelo menos a segunda década do século XX, entrando numa etapa de aplicação maciça, em escala mundial, a partir dos anos 60." https://olavodecarvalho.org/troca-de-palavras/
Nosso inimigo, o Estado
Este livro está na base dos pensamentos libertário e conservador americanos, já que foi tomado por uma espécie de manifesto contra o poder abusivo do Estado sobre o poder social organizado.
O autor, talvez o primeiro a se autoproclamar “libertário”, explica que seu propósito com esse livro é levantar a questão se o enorme esgotamento do poder social que presenciamos em todos os lugares não sugere a importância de saber mais do que sabemos sobre a natureza essencial da instituição que absorve tão rapidamente esse volume de poder — o Estado.
Leitura imprescindível para compreender os fundamentos do pensamento conservador moderno, especialmente em sua vertente americana e mais alinhada ao libertarianismo.
Sobre o autor:
Albert Jay Nock (1870–1945) foi um escritor, editor, pedagogo e crítico social americano, um dos primeiros a se autoproclamar “libertário”, ferrenhamente contrário ao New Deal, e que serviu de inspiração para os movimentos conservador e libertário dos Estados Unidos. Seus trabalhos mais conhecidos são este Nosso inimigo, o Estado e Memoirs of a Superfluous Man.
Ficha Técnica:
Número de Páginas: 176
Editora: Vide Editorial
Idioma: Português
ISBN: 9788595070424
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm
O PODER - BERTRAND DE JOUVENEL
http://conspiratio3.blogspot.com/2016/12/o-poder-antes-ele-queria-seu-sangue-o.html O
Poder inverte as expectativas: dê a sua alma, ele diz, que darei a
segurança que você precisa para continuar a sua vidinha com a paz e o
conforto que merece.
O
homem democrático aceitou o pacto sem reclamações. Entre a dor e o
nada, em vez de escolher a primeira, ficou com o segundo, disfarçado de
grandes oportunidades e de sonhos jamais realizados. Parece
um vaticínio terrível, e é. Mas De Jouvenel mostra que a solução existe
na capacidade do homem escolher e conquistar a sua própria liberdade - e
mantê-la sob constante vigilância. O Poder quer permanecer a qualquer
custo, independente das ideologias de esquerda e de direita; e o ser
humano também, com a diferença de que ele sempre esteve acima de tudo
isso.
****
A GNOSE, DILACERAÇÃO DE CRISTO, DILACERAÇÃO DO HOMEM – Stefano Fontana
A gnose é uma heresia que confunde as ideias sobre heresia; é uma heresia enganosa que influencia negativamente todo o processo de distinção/separação entre verdade e erro. É por isso que a Gnose tem sido vista como “a heresia de todas as heresias”, o mesmo que Pio X dizia do modernismo, que era e é uma heresia gnóstica. A gnose é camaleônica e multifacetada, apresenta-se de maneiras diferentes e, portanto, penetra mais profundamente, muitas vezes de forma inadvertida. Ao ocultar seu perigo, ele é aceita por aquilo que não é, tendo também conseguido fazer com que, na Igreja, não fale mais de heresia.
(...)
A contenção da natalidade politicamente programada; o empenho conjunto de organizações internacionais para o crescimento zero ou abaixo de zero; a convergência dos grandes centros financeiros, das cortes internacionais de justiça e dos poderes políticos transnacionais para impor o aborto como um direito; a esterilização; a destruição de embriões humanos; o planejamento da substituição de povos inteiros por meio da imigração; o propósito de superar as religiões confessionais para chegar-se a uma única religião mundial sincrética ou genericamente humanística, de acordo com o projeto maçônico; a perseguição do cristianismo e, especialmente, do catolicismo, encurralado entre a afirmação da própria identidade e a submissão ao mundo: são aspectos macroscópicos e planetários da Gnose contemporânea, que observadores como Michel Schooyans, Marguerite Peeters, Gabriele Kuby e Riccardo Cascioli têm mostrado com clareza, e tudo isto muito bem documentado pelos Relatórios Anuais sobre a Doutrina Social da Igreja no mundo, do Observatório Cardeal Van Thuan (http://www.vanthuanobservatory.org/eng/).
Esta é a Nova Desordem Mundial ou, como também é chamada, a Sociedade Aberta. A aceitação da homossexualidade, mesmo em círculos católicos; o fato de que o exercício da sexualidade fora do casamento seja visto com normalidade; ou o fato de que mais de 70 por cento dos católicos já não mais considerem a masturbação como um pecado, são efeitos da longa influência do Gnosticismo.
Quem acredita poder ser salvo espiritualmente, contribuindo para a aprovação de leis e políticas contra o direito natural, está dissociando o Cristo criador do Cristo redentor: é o que pretende o Gnosticismo.
Escrito por Ion Mihai Pacepa 02 Dezembro 2013 Artigos - Desinformação
Durante a Guerra Fria, a KGB era um estado dentro do estado, mas agora a KGB é o estado.
Segundo o Departamento de Estado, o assassinato do embaixador Christopher Stevens e dos três oficiais americanos encarregados de defendê-lo foi uma reação impulsiva, repentina e não planejada a um filme de baixo orçamento chamado “A Inocência dos Muçulmanos”. Isso não passa de uma canção de ninar de conto de fadas para fazer dormir a indignação americana. A única reação a esta fantasia parece ter sido entre os líderes terroristas muçulmanos, que a entenderam como uma ordem para atacar impunemente as nossas embaixadas em todo o mundo. A embaixada americana no Paquistão está agora sob cerco. Milhares de outros muçulmanos “furiosos” estão gritando “Morte à América” e queimando bandeiras americanas na frente das nossas embaixadas no Egito, Indonésia, Sudão, Kwait, Afeganistão, Tunísia, Iêmen, Alemanha e Grã-Bretanha, para citar só algumas.
Durante os meus anos no topo do serviço de inteligência do bloco soviético, infelizmente conheci muito bem diversos tiranos, e é fato que eles desprezam quem se curva diante deles. Em abril de 1978, o presidente Jimmy Carter aclamou Nicolae Ceausescu, o désposta comunista romeno, como um “grande líder nacional e internacional”. Eu estava de pé ao lado dos dois na Casa Branca, e mal podia acreditar no que ouvia. Horas depois, estava no carro com Ceausescu, saindo da Casa Branca. Ele pegou uma garrafa com álcool e o passou por todo o rosto, em reação a ter sido afetuosamente beijado pelo presidente americano no Salão Oval. Com nojo, Ceausescu disparou uma ofensa contra Carter. Três meses mais tarde, o presidente Carter assinou o meu pedido de asilo político, e eu disse a ele quem realmente era Ceausescu, e como havia reagido àquele beijo na Casa Branca. Entretanto, na memorável data de 19 de julho de 1979, vi pela TV, incrédulo, o presidente Carter repetir o gesto. Ele beijou carinhosamente Leonid Brezhnev nas duas faces durante o primeiro encontro deles, em Viena. Também é fato que Brezhnev desprezava as pessoas que se curvavam a ele. Cinco meses após o infame beijo Carter-Brezhnev, uma equipe terrorista da KGB assassinou Hafizullah Amin, primeiro-ministro do Afeganistão, educado nos Estados Unidos, e o substituiu por uma marionete russa. Em seguida, a União Soviética invadiu o Afeganistão, e o presidente Carter protestou timidamente boicotando os Jogos Olímpicos em Moscou. Este novo sinal da fraqueza americana incentivou o regime Taliban e o terrorismo de Osama bin Laden.
Na década de 1990, o governo americano praticamente ignorou o primeiro assalto de bin Laden ao World Trade Center, os atentados a bomba contra as embaixadas americanas na África e o ataque ao destroyer USS Cole. No mesmo período, confiamos as nossas tarefas de segurança nacional e de política externa às mãos das Nações Unidas – cuja resposta veio no dia 3 de maio de 2001, quando a ONU expulsou os Estados Unidos da Comissão de Direitos Humanos.
Mal havíamos colocado os pés no século XXI quando os terroristas de bin Laden desencadearam uma implacável guerra contra o nosso país, com os catastróficos ataques terroristas de 11 de setembro. Logo depois, a Coréia do Norte retirou-se do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, expulsou os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica e deu início a uma venenosa campanha anti-americana. “Vamos exterminar os nossos inimigos declarados, os imperialistas americanos!” é o slogan coreano estampado nos habitáculos dos jatos, nas cabines dos marinheiros e nos postos de sentinela do exército.
Quando Ronald Reagan se tornou presidente, os Estados Unidos estavam sendo tratados com desprezo pelos tiranos mais insignificantes ao redor do mundo. A União Soviética marchava em Angola, Vietnã, Cuba, Etiópia, Síria, El Salvador, Nicarágua, Peru e, é claro, no Afeganistão. O presidente Reagan reverteu esta situação chamando os tiranos e as suas tiranias pelos seus verdadeiros nomes, e os tratando como tal. Você se lembra do “Império do Mal”? Segundo a agência de notícias soviética TASS, estas palavras demonstravam que Reagan era um “anti-comunista lunático e belicoso”. Mas foi precisamente este “anti-comunista lunático” o vencedor da Guerra Fria de 44 anos e foi ele quem restabeleceu a grandeza aos Estados Unidos.
Infelizmente, em 1993, tivemos outro presidente sem personalidade, que retomou a política de Carter de se curvar ante os déspotas comunistas. Em 22 de abril de 2000, durante a Semana Santa, entre a Sexta-feira da Paixão e o Domingo de Páscoa, agentes do presidente Bill Clinton prenderam e mandaram de volta para a Cuba comunista um menino de seis anos, que havia sobrevivido miraculosamente a um naufrágio no qual morrera a sua mãe; ela estava tentando livrar o filho único da tirania de Fidel Castro.
Para Fidel, o esperto e fotogênico Elián González era um “traidor” que podia se tornar um símbolo de liberdade tanto para os exilados de Miami quanto para o povo de Havana, e prejudicar a imagem de Castro no país e no exterior. Assim, tão logo Elián foi encontrado vagando pelo oceano em uma bóia, Fidel Castro reuniu 300 mil cubanos nas ruas de Havana para protestar contra o “sequestro” de Elián pelos Estados Unidos. Fidel tentou, então, atrair Elián de volta – como Ceausescu havia tentado me atrair quando escapei da Romênia. As duas avós de Elián foram despachadas para os Estados Unidos levando álbuns com fotos dos parentes do menino, de colegas de escola, casa, cachorro, papagaio e da carteira escolar vazia “aguardando o seu retorno”. Cuba deu às avós roupas novas e pagou as despesas da viagem. Elas estavam, é claro, acompanhadas por agentes cubanos coordenando cada um dos seus movimentos nos Estados Unidos.
Elián, por si, não caiu nos truques de Castro. Infelizmente, o presidente Clinton e a sua procuradora geral, Janet Reno, engoliram a isca, e o menino voltou para Cuba. Logo em seguida, o Pravda começou a exultar: “como o rompimento de um grande dique, a queda americana na direção do marxismo está acontecendo com velocidade de tirar o fôlego, contra o pano de fundo dos passivos e infelizes não-pensantes – desculpe-me, caro leitor –, quero dizer: do povo.” [2] Elián González tornou-se um símbolo internacional de liberdade. Hoje, a casa em Miami onde ele viveu como uma criança livre é um museu simples, no qual os visitantes podem ver um relicário popular para o menino – agora, um prisioneiro de 19 anos de idade numa ilha comunista de mortos de fome. O uniforme escolar de Elián ainda está pendurado no armário ao lado de muitas roupas que ele nunca teve a chance de usar. Também está em exposição uma foto gigante da Associated Press mostrando um agente federal americano apontando uma arma automática para Elián, escondido num guarda-roupas. [3]
De acordo com as leis internacionais, as nossas embaixadas são parte do território dos EUA, e um ataque armado contra uma embaixada americana é considerado um ato de guerra contra os Estados Unidos. Até o momento, tudo indica que o ataque armado contra o nosso consulado em Benghazi foi planejado e executado por terroristas. Se isto for comprovado, o assassinato do embaixador Christopher Stevens foi, realmente, um ato de guerra contra os Estados Unidos.
Um sentinela da segurança líbia no consulado, ferido gravemente no assim chamado ataque “espontâneo”, testemunhou que “não havia uma única mosca do lado de fora” até 9:35 da noite, quando pelo menos 125 homens armados atacaram o complexo vindos de todas as direções. Lançaram granadas de mão enquanto gritavam “Deus é grande”. Feriram o sentinela, e em seguida foram para as vilas que fazem parte do complexo do consulado. Por sua vez, o presidente interino da Líbia, Mohamed el-Megarif, disse que os terroristas escolheram uma “data específica” para o ataque, e que “estrangeiros” participaram dele.
O nosso embaixador na Líbia foi assassinado no dia 11 de setembro de 2012, dia de luto nos Estados Unidos pela morte de quase três mil americanos, também vítimas de terroristas islâmicos. Acontece que este dia é, na verdade, a celebração de um aniversário importante para o Kremlin – 125 anos do nascimento de Feliks Dzerzhinsky, o fundador da KGB, agora renomeada FSB.
Esteve o Kremlin envolvido no assassinato do nosso embaixador na Líbia? Ainda não sabemos. Mas sabemos que o embaixador foi morto com armas e munição russas. Também sabemos da propensão do Kremlin e de suas agências de inteligência pelo uso do simbolismo, uma arma emocional habilmente manejada por todos os czares russos e pelos seus sucessores comunistas.
O emblema da União Soviética era formado pela foice e pelo martelo para simbolizar a aliança entre o proletariado e os camponeses. O emblema da KGB era uma espada e um escudo, simbolizando os seus deveres: colocar os inimigos do país sob a espada e abrigar e proteger a revolução comunista. A maior parte das organizações terroristas financiadas pela KGB eram chamadas de movimentos de “libertação” para simbolizar o compromisso do Kremlin de libertar o resto do mundo da “tirania americana”. A Organização para Libertação da Palestina no Oriente Médio (criada e financiada pela KGB), o Exército de Libertação Nacional da Colômbia (ELN), criado pela KGB com a ajuda de Fidel Castro (que depois se envolveu profundamente em sequestro de pessoas e aviões, atentados a bomba e guerrilha), e o Exército de Libertação Nacional da Bolívia, criado pela KGB em 1964 com a ajuda de Ernesto “Che” Guevara, são apenas alguns deles.
Acima de tudo, é fato que o chefe da KGB, Yury Andropov, e os seus vice-reis do leste europeu, abriram uma garrafa de champagne para comemorar a explosão da bomba terrorista na Zion Square em Jerusalém no dia 4 de julho de 1975, que deixou 15 mortos e 64 feridos. Foi um insulto direto aos Estados Unidos, cuja data nacional é o Quatro de Julho. Também é significativo que o primeiro ataque ao World Trade Center de Nova Iorque, concebido para derrubar a Torre Norte sobre a Torre Sul e gerar uma carnificina, aconteceu no dia 26 de fevereiro de 1993, quando o Kremlin celebrava os 41 anos do primeiro teste nuclear soviético. O ataque suicida contra o destroyer USS Cole, no qual morreram 17 marinheiros e ficaram feridos 39, ocorreu no dia 12 de outubro de 2000. Era o aniversário do início da principal ofensiva israelense, ocorrida em 1973, decisiva para a vitória na guerra do Yom Kippur. O significado das fracassadas tentativas dos atentados a bomba em Detroit e Nova Iorque no Natal de 2009 não precisa de explicação.
Por fim, sabemos que, durante a Guerra Fria, a KGB era um estado dentro do estado, mas agora a KGB é o estado. Em 2003, três anos após o antigo oficial da KGB Vladimir Putin se sentar, com estardalhaço, no trono do Kremlin, cerca de seis mil oficiais aposentados da KGB – a organização responsável pelo massacre de 20 milhões de pessoas apenas na União Soviética – ocupavam o governo federal e os governos locais da Rússia. Não estou mais no olho do furacão, nem tenho inside information para saber se o criminoso ataque ao nosso consulado em Benghazi foi concebido pelos antigos oficiais da KGB, hoje governantes da Rússia. Mas o nosso FBI é uma excelente organização, capaz de descobrir a resposta. Infelizmente, por razões políticas, a administração e os líderes do Partido Democrata têm tirado conclusões rápido demais, sem conhecer a verdade. Para eles, o prestígio e a segurança da administração parecem ser muito mais importantes do que o prestígio e a segurança dos Estados Unidos.
Os americanos são pessoas orgulhosas do seu país e o amam com ternura. Esperemos que em novembro eles escolham proteger a segurança e o prestígio dos Estados Unidos, e não da administração atual. Notas:Nota do Tradutor: o artigo original tem mesmo duas notas [1], ambas sem indicação no corpo do texto.
[1] Sang-Hun Choe, “N. Korea fuels hatred of all things American,” The Associated Press, January 15, 2003, internet edition. [1] President Nicolae Ceausescu’s State Visit to the USA: April 12-17, 1978, English version. Bucharest: Meridiane Publishing House, 1978, p. 78. [2] “American capitalism gone with a whimper,” Pravda, April 27, 2004. [3] Elián González saga still vivid for many, 10 years later,” CNN, April 22, 2010.