sábado, 15 de junho de 2024
domingo, 19 de maio de 2024
PHVOX ao vivo de Campinas: O homem comum contra a revolução de esquerda
📚 A direita no hospício da democracia e a ditadura do amor: https://is.gd/livroph
👕 Camisas PHVox: https://lojaphvox.com.br
📚 Livraria PHVox: https://livrariaphvox.com.br
🤝 Seja membro do PHVox: https://phvox.com.br/assine
🏛 Contribua pelo PIX: CNPJ 39.582.132/0001-04
🚨 Assine o Nossa Voz gratuitamente: https://phvox.com.br/nossavoz
📰 Canal do Telegram: https://t.me/phvoxcanal
🔔 Notificações via WhatsApp: https://is.gd/zapphvox
🎧 Podcast PHVox: https://is.gd/podcastphvox
🤝 E-mail para parcerias e anúncios:
parcerias@phvox.com.br
27:51 MODUS OPERANDI DA INFILTRAÇÃO E PERSEGUIÇÃO INTERNA https://youtu.be/7K_MCGAHr2Q?t=1671
* * * * * * *
Karina Michelin "A gente já tinha dito que isso iria acontecer um dia e está acontecendo. Eles não têm nenhuma preocupação, Guilherme, com a verdade, não é o problema deles, não é defender a verdade. Até porque a verdade não está do lado deles e a verdade, como eu já disse aqui várias vezes, vence sozinha, enquanto a mentira precisa de cúmplice$. Então eles estão atuando de forma pesada para calar vozes, mas isso já vem acontecendo desde o início, e calar vozes com um único objetivo: o objetivo é ter o poder total em cima da narrativa, porque eles trabalham com narrativa enquanto nós aqui estamos vendo Fatos. E agora o pior, eles dizem a todos nós que nós não podemos acreditar naquilo que os nossos olhos vêem, ou seja, aquilo que vemos não é verdade, mas sim é verdade aquilo que eles dizem, aquilo que eles dizem é verdade e ai de quem disser ao contrário, vai ser perseguido porque eles têm aí o ministério da Verdade, pago perfumadamente com muito dinheiro público. Porque, vocês imagine a quantidade de pessoas que estão disponibilizadas ali atrás de um computador caçando gente, quando nós precisamos de gente lá dentro, retirando pessoas de dentro das águas, que ainda estão lá. Ainda existem milhares de pessoas buscando ajuda, uma crise humanitária está em andamento, uma crise humanitária está em andamento como jamais vimos na nossa história contemporânea e nós estamos aqui discutindo política e ideologia. É a coisa mais nefasta e perversa e cruel que nós podemos ver nos dias de hoje enquanto gente tá passando fome, enquanto gente não tem água, enquanto as pessoas perderam tudo e não sabem para onde vão, enquanto muitos ainda estão embaixo de água, que a gente não sabe, a gente não sabe a quantidade de pessoas exatamente que estão ali embaixo. E esses resultados nós vamos ver quando essas águas baixarem e aí nós vamos ter a noção completa do que foi essa catástrofe. Agora, o ministério da Verdade que vem atuando para calar as vozes de todos aqueles que são dissonantes da narrativa do pensamento único deles é o plano e o objetivo principal desse governo. Eles não têm objetivos de salvar pessoas, negaram a ajuda do Uruguai, negaram várias ajudas que deveriam estar chegando. Eles não têm nenhum planejamento. A gente viu aí o ministro Pimenta chamando o prefeito de Farropilha para enquadrar ele dizendo "o que que você tá falando mal aí do governo?", enquanto eles precisam de dinheiro. A gente tá vendo isso acontecer diante dos nossos olhos. Esse é o regime totalitário que age na sua forma mais cruel enquanto temos corpos que estão em decomposição, enquanto temos pessoas desaparecidas, enquanto temos milhares de pessoas desabrigadas, desalojadas, sem comida, esperando pela ajuda humanitária, nós temos um regime que está perseguindo todos aqueles que criticam, que tem o pensamento crítico, como eu já falei aqui no outro programa. E é isso que eles vão continuar fazendo porque esse é o modus operandi desse partido. Eles nunca tiveram compromisso nenhum com o povo, eles usam o povo para fazer propaganda política." Karina Michelin
*
A CENSURA sai da esfera democrática do debate, regido pela busca da verdade e dos fatos, e entra na esfera da ditadura da palavra sem os fatos, que CRIMINALIZA A BUSCA DA VERDADE.
*
"Aquele que luta pela verdade tem momentos de vacilação e dúvida, porque avança de descoberta em descoberta e vai esbarrando nas contradições e ambiguidades do real. Mas aquele que aposta na mentira não vacila nem duvida, porque nada busca nem descobre: está fechado para sempre dentro da sua mentira, que é, ao mesmo tempo, sua fortaleza e seu túmulo." Olavo de Carvalho
*
TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html
*
"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas" https://youtu.be/Po12Ny6K2kI?t=26
GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI*"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho
REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção permanente, substituída por ideologias e pretextos.
quinta-feira, 14 de julho de 2022
O QUE É DIREITA e ESQUERDA ? Live 12:49 Pe Douglas Pinheiro
.
*
Interessante. Nunca tinha ouvido uma explicação assim. Pra mim a direita tende ao conservadorismo e não faz experimentos com a sociedade, nem mesmo liberais.
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
segunda-feira, 30 de agosto de 2021
AGUSTIN LAJE - Reseña 2: "Conservadurismo" de Roger Scruton | Agustín Laje
.
*
Opinião - Penso que a direita é a normalidade obrigada a se tornar um movimento político para reagir à guerra, declarada e clandestina, da esquerda contra ela. A normalidade, que é a expressão possível da natureza humana, quando atacada se torna a direita. Por isso ela sempre é maioria, mesmo em baixo das botas de um tirano.
Como diz prof. Olavo, a civilização tem sido o fruto de um lento processo que a prepotência esquerdista pretende derrubar. Tudo em nome de um sonho delirante que sempre acaba em pesadelo.
*
Estado grande já é mal sinal. É sinal de que o povo não está no controle e por isso está sendo controlado e usado cada vez mais. Se o povo não controla o Estado, o Estado controla o povo.
*
A
barreira que nos impede de enxergar
claramente que estão nos empurrando para o matadouro, é que confiamos
mais nas autoridades do que em nossa própria percepção. Mas o
alerta está soando. As contradições, desproporções e refutações
pululam. Os discursos não conseguem fundamentar (o vídeo de Paulo Eneas
aborda essa questão) as medidas ditatoriais, absurdas e muito mais
DESTRUTIVAS que o problema. Mesmo assim, as mentes não somam 2+2, as
pessoas optam pela inércia, mais fatal que o vírus.
Outra causa deste torpor é a nossa dificuldade de aceitar a percepção
do mal. Quando ultrapassamos esta barreira, as agressões e os inimigos
aparecem como são e fica mais difícil engolir a isca usual, o mal
disfarçado de bem. O livro de Jeffrey Nyquist, O Tolo e seu Inimigo, trata disso, de como ficamos indefesos diante do inimigo que APAGOU de nossa consciência a noção de inimigo!
Isentões são os "neutros" diante do bem e do mal, da verdade e da mentira, diante do perigo.
domingo, 14 de fevereiro de 2021
TERÇA LIVRE - TECNOTOTALITARISMO - Masterclass 3 - Ministro Ernesto Araújo TERÇA LIVRE JUNTOS - CONSERVADORISMO E LIBERALISMO X TOTALITARISMOS NAZISTA E COMUNISTA - LIBERALISMO+MARXISMO = GOLBALISMO
*
QUEREM NOS CALAR! Não perca contato com o Terça Livre. Cadastre-se no Terça Livre Juntos para o alcançarmos onde você estiver: https://www.tercalivre.com.br/juntos
Transmissão pelo Instagram do Terça Livre:
http://www2.tercalivre.com.br/instagram
Transmissão pelo Facebook do Terça Livre:
http://www2.tercalivre.com.br/facebook
PL CONTRA A CENSURA NAS REDES SOCIAIS - https://conspiratio3.blogspot.com/2021/02/censura-ao-terca-livre-pl-contra.html
*
Declarar que o terrorismo é o inimigo do Ocidente é preparação para acusar de terroristas os conservadores, e dar o start para perseguições legais à direita. O Ocidente está sendo adestrado há tempos para ser mansinho, para não reagir ao mal, nem sequer saber reconhecer o mal. O livro de J. Nyquist, O TOLO E SEU INIMIGO, trata disto.
O INIMIGO DO OCIDENTE SÃO OS AUTORES E DEFENSORES DO EMBUSTE POLITICAMENTE CORRETO
sábado, 25 de julho de 2020
BRUNA TORLAY - Live com Marco Frenette : O homem tríplice e suas armas
Em 1922 começou a instauração do relativismo no Brasil.
A criminalidade esquerdista virou cultura.
https://youtu.be/mAq89BkNihM?t=1649
Roger Scruton sabia que o pensamento esquerdista não é uma linha filosófica, não é um grupo de idéias fundamentadas. Não, é o pensamento da criminalidade.
https://youtu.be/mAq89BkNihM?t=2909
Não existe uma obra fundamental da esquerda que não seja um manual da criminalidade.
https://youtu.be/mAq89BkNihM?t=2994
Marco Frenette
https://revistaesmeril.com.br/ensaio%e4%b8%a8o-homem-triplice-e-suas-armas/
19 h · A verdadeira força da esquerda
Olavo de Carvalho
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
BERNARDO KUSTER - LUTO: vida e obra de Sir Roger Scruton
*
Scruton, Roger: Introdução à Filosofia Moderna. Trad. Alberto oliva e Luis Alberto Cerqueira. Rio de Janeiro: Zahar, 1981, p. 11-19
https://filosofia.ufsc.br/files/2013/04/Roger-Scruton-Hist%C3%B3ria-da-Filosofia-e-Hist%C3%B3ria-das-Ideias.pdf
*
Roger Scruton - “A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro de referência compartilhado entre as pessoas cultas.” “A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são incapazes de sentir.”
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/morre-roger-scruton.html
*
Ele mesmo experimentou dessa navalha ideológica em diferentes momentos de sua jornada, sendo a última ainda no ano de 2018, quando, vitima de fake news, foi impedido de assumir um cargo não remunerado numa comissão de melhoria habitacional proposta pelo governo britânico.
Para o autor, a experiência reverenciada pela maioria dos pensadores em 1968 não representava um tipo de liberdade, mas sim um tipo de prisão.
Naquele momento, compreendeu que, quando a liberdade está divorciada da autoridade, de nada serve. Scruton compreendia autoridade como respeito às coisas, pessoas e pensamentos que mantêm a integridade do ser no mundo. Este é um traço bastante caro aos conservadores.
Para Roger Scruton, o conservadorismo "[…] surge diretamente da sensação de pertencimento a alguma ordem social contínua e preexistente e da percepção de que esse fato é importantíssimo para determinar o que fazer".
(...)
É no presente que as relações humanas estão estabelecidas, onde o homem se percebe como pertencente ao meio social, onde cria laços afetivos e constrói tradições. Sir Roger ressalta que esses valores e afetos nunca se dão de forma hierarquizada ou imposta; ao contrário, crescem de maneira natural, "[…] de baixo para cima, por meio de relações de amor, de respeito e de responsabilidade".
https://entendendobolsonaro.blogosfera.uol.com.br/2020/01/13/roger-scruton-um-legado-de-beleza-contra-a-destruicao/
*
(...)
O maior de todos esses problemas foi designado pelo autor como "cultura do repúdio": o pensamento revolucionário, que Scruton testemunhou no Maio de 1968, em Paris, repudia toda a tradição moral e institucional de uma sociedade democrática, em busca de uma quimera em que os homens se encontram radicalmente livres. Para Scruton essa promessa ignora que a liberdade real, por oposição a uma liberdade fantasiosa, necessita de tudo aquilo que os revolucionários destroem (lei, autoridade, tradição moral, etc.).
O resultado desse repúdio, que teve no Maio de 68 feições burlescas, adquiriu contornos trágicos nos grandes movimentos totalitários do século 20.
Na segunda metade do século 20, houve um repúdio mais sutil a que Scruton deu o nome "oikophobia". É, literalmente, um "medo da casa", entendendo-se por casa o Estado-nação. Para Scruton, a União Europeia pretende suplantar essa realidade pela afirmação vigorosa de que o nacionalismo é uma relíquia venenosa da história.
Ledo engano, avisava o autor.Para começar, imputar ao nacionalismo todas as tragédias da Europa moderna seria como acusar o amor de fomentar a violência doméstica (Chesterton dixit).
O nacionalismo, entendido aqui como lealdade pré-política que expressa um sentimento de pertencimento a uma língua, cultura, religião, memória histórica, etc., é inapagável. Mais ainda: ao ter permitido a emergência do Estado-nação, com uma ordem legal que se assume como territorial, essa lealdade é uma condição necessária para a existência da democracia.
O regime democrático é uma forma de "gerir descontentamentos". Mas só é possível fazer essa gestão quando, apesar das diferenças, um povo se reconhece como parte de uma experiência histórica comum.
Por outro lado, a erosão do elemento nacional não será apenas uma ameaça ao funcionamento e à legitimidade democráticos. Uma sociedade que se baseia no repúdio desse “sentimento de pertença” não pode estranhar quando esse vazio cultural e espiritual é preenchido por outras lealdades.
A radicalização das comunidades muçulmanas na Europa explica-se também pela ausência de uma identidade nacional forte. Privados dessa identidade, os mais jovens procuram uma outra identidade no radicalismo da religião.Será por isso, pergunto eu, que o extremismo que vejo na Europa não acontece nos Estados Unidos, onde ainda existe um sentimento patriótico robusto?
Artigo completo: "Roger Scruton, 1944-2020", João Pereira Coutinho, Folha de SP
Michael Oakeshott, outro clássico daquela tradição, aparece no banco de dados com apenas um trabalho dedicado especificamente ao seu pensamento. Irving Babbit, Richard M. Weaver, Erik von Kuehnelt-Leddihn, Thomas Sowell, Eugen Rosenstock-Huessy, Theodore Dalrymple, Irving Kristol, Gertrude Himmelfarb, John Kekes, Kenneth Minogue, Jean-François Revel, David Horowitz, Roger Kimball, nenhum desses intelectuais, enfim, figura como objeto de pesquisa nas universidades brasileiras. Os trabalhos que mencionam alguns deles (quase sempre de passagem) são raríssimos, dissolvendo-se como gotas de vinho num oceano de estudos devotados a Marx, Engels, Gramsci, Marcuse, Lukács, Althusser, Sartre, Foucault, Deleuze, Bourdieu e Paulo Freire. No domínio das humanidades brasileiras, portanto, a direita não é mais que uma assombração
A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA - Flávio Gordon
*
Conservadorismo
Assim como Edmund Burke, Russell Kirk e Samuel Huntington, Michael_Oakeshott parte do pressuposto de que o conservadorismo não é uma ideologia no acervo de concepções de mundo, uma vez que não é propriamente inventado racional e sistematicamente. Trata-se de uma “disposição”, uma “propensão” ou mesmo um sentimento de “familiaridade” a valores e instituições.[9]
Para o filósofo, não há um projeto de sociedade ideal que deveria ser sobreposto à realidade existente; ao contrário: parte-se desta sociedade e da acumulação de instituições que ao longo da história demonstraram na prática trazer resultados positivos. Segundo Oakeshott, a inclinação conservadora advém do sentimento de quem tem algo a perder, que se aprendeu a valorizar.[10]
*
A ALMA DO MUNDO
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/09/1916711-em-ensaio-filosofo-roger-scruton-investiga-base-da-humanidade.shtml
*
domingo, 12 de janeiro de 2020
MORRE O FILÓSOFO ROGER SCRUTON
Por que Roger Scruton fará muita falta?
“A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as
obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro
de referência compartilhado entre as pessoas cultas.”
“A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por
um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais
circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída
por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa
medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos
conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são
incapazes de sentir.”
https://www.tercalivre.com.br/por-que-roger-scruton-fara-muita-falta/
LIVRARIA
https://livraria.tercalivre.com.br/index.php?route=product/search&search=SCRUTON
.
*
Scruton teve uma obra publicada pela Vide, “O Desejo Sexual”, em 2016, e era considerado um dos maiores nomes do conservadorismo na atualidade. Da obra, tiramos a citação a seguir, onde o autor reflete sobre a morte.
⠀
“Após a morte, a pessoa permanece conosco em pensamento; enterramos seu corpo, respeitamos tudo o que pertence a ela, e honramos a sua memória. O triunfo do corpo na morte parece, portanto, também uma espécie de vitória da alma.
⠀
O corpo é escondido e se deteriora, enquanto o eu permanece inalterado como um objeto de sentimento interpessoal. O amor é preservado no luto, e todas as outras atitudes interpessoais sobrevivem até, eventualmente, diminuírem com a lenta subsidência da memória. Mas o eu persiste apenas como uma idéia na mente do espectador.
⠀
Após a morte, eu sou um objeto intencional sem realidade material.”
*
.
ROGER SCRUTON DEMITIDO POR TRANSGREDIR O POLITICAMENTE CORRETO
https://conspiratio3.blogspot.com/2019/06/roger-scruton-foi-demitido-por-falar-do.html
ROGERS CRUTON FOI VÍTIMA DA PSEUDO-IMPRENSA SERVIÇAL DA DITADURA

Os comentários de Scruton não foram particularmente chocantes, mas o comportamento do New Statesman foi.
Lendo a cobertura geral da mídia sobre o escândalo e a promoção online da entrevista do New Statesman , você pode ser perdoado por pensar que esses 'comentários inaceitáveis' de Scruton incluíam racismo anti-chinês e anti-semitismo. Mas eles não eram; só parece assim por causa do truque antiético e de cotações virtuais do New Statesman - geralmente um enorme não-não no mundo do jornalismo respeitável.
Todos aqueles que pensam que Scruton expressaram ódio racial contra chineses e judeus realmente deveriam ler a entrevista . Eles podem achar que têm mais perguntas para o vice-editor do New Statesman , George Eaton, que conduziu a entrevista, do que para Scruton. Tome as alegações de racismo anti-chinês. Em seu resumo no Twitter dos comentários de Scruton, o Sr. Eaton tem o filósofo dizendo o seguinte: 'Cada pessoa chinesa é uma espécie de réplica da próxima e isso é uma coisa muito assustadora'.
De fato, seria algo racista a dizer, tocando no estereótipo de que todo o povo chinês parece e se comporta da mesma maneira. Mas não foi isso que Scruton disse. Ele disse: 'Eles estão criando robôs de seu próprio povo ... cada chinês é uma espécie de réplica do próximo e isso é uma coisa muito assustadora.'
Mas é ainda pior que isso. Eaton não apenas tirou os comentários do contexto, mas também os mudou, de uma maneira pequena, mas importante. Em seu tweet, seu uso de um 'E' maiúsculo em 'Each' - para fazer a frase 'Cada chinês é uma espécie de réplica da próxima e isso é uma coisa muito assustadora' parece um comentário independente - é, para todos os efeitos, uma citação incorreta. No artigo real da entrevista, o 'cada' possui um pequeno 'e' e é precedido por reticências, porque foi claramente parte de um comentário mais amplo de Scruton sobre a natureza autoritária da China contemporânea.
Um jornalista deturpou as opiniões de uma figura pública para fazê-lo parecer racista - isso não é mais escandaloso do que a crítica de Scruton sobre o que ele vê como conformismo chinês?
E o anti-semitismo ? Novamente, Scruton não diz nada na entrevista que possa ser interpretado como ódio antijudaico, e, no entanto, o New Statesman deduz que ele o fez. Scruton fez comentários críticos sobre o "império Soros" na Hungria. Ele se referia a George Soros, o filantropo húngaro-americano que financia muitos dos chamados "progressistas" think-tanks e instituições. Soros é judeu e, de acordo com alguns observadores liberais, isso significa que qualquer crítica a ele é por definição anti-semita. Esta é uma ideia perversa. Existe um 'império Soros' na Hungria? Certamente não é uma frase que eu usaria, mas é um fato incontestável que Soros financia vários grupos na Hungria e em toda a Europa. A representação de todas as críticas anti-Soros como anti-semitas é desonesta em dois níveis, em particular. Primeiro, ele demoniza e procura silenciar toda discussão pública sobre um bilionário e seus interesses políticos. E em segundo lugar, prejudica seriamente a luta crucial contra o anti-semitismo ressurgente, armando as acusações de anti-semitismo para o fim cínico de silenciar a dissidência de Soros e seu papel político - e isso só pode aprofundar o cinismo deprimente que já existe em relação à seriedade do anti-semitismo.
(...)
Scruton também disse que islamofobia é uma palavra "inventada pela Irmandade Muçulmana para parar a discussão de uma questão importante". O que há de errado nisso? Eu contestaria que a Irmandade Muçulmana inventou a palavra. Existem tantas reivindicações concorrentes sobre quem a inventou. E no contexto do Reino Unido, foi o Runnymede Trust que o popularizou. Mas parece-nos totalmente incontroverso sugerir que as acusações de islamofobia são usadas para encerrar as discussões sobre o islamismo, o extremismo islâmico, as tensões sociais e culturais e assim por diante. Porque Scruton acha que islamofobia é uma frase usada para acalmar o debate público, ele merece ser demitido? Isso é louco.
Aqui está a verdade: a maioria dos comentários de Scruton não foi particularmente alarmante ou surpreendente. Ele criticou a aplicação do conformismo pela China, repetiu suas preocupações sobre a crescente influência de George Soros e pediu um debate mais aberto sobre questões relacionadas ao Islã. Exigir o couro cabeludo de alguém porque você discorda de seus pontos de vista é uma das características mais deprimentes de nossa era. Na entrevista, Scruton estava fazendo o que Scruton sempre fez - provocar, desafiar e irritar. É o novo estadista que mudou. Uma revista outrora prestigiada agora distorce e praticamente cita erroneamente como parte de um trabalho de sucesso transparente contra um filósofo cujas opiniões ela não gosta. Nesse escândalo, é a desonestidade e o anti-intelectualismo do novo estadista que devem preocupar aqueles que cuidam do estado da vida pública.
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=https://www.spiked-online.com/2019/04/11/the-real-roger-scruton-scandal/&prev=search
*
“A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro de referência compartilhado entre as pessoas cultas.” “A alta cultura é uma conquista precária, e dura apenas se apoiada por um senso da tradição e pelo amplo endosso das normas sociais circundantes. Quando essas coisas evaporam, a alta cultura é substituída por uma cultura de falsificações. A falsificação depende em certa medida da cumplicidade entre o perpetrador e a vítima, que juntos conspiram para acreditar no que não acreditam e para sentir o que são incapazes de sentir.”
Roger Scruton
https://www.tercalivre.com.br/por-que-roger-scruton-fara-muita-falta/
"O pesadelo de povos inteiros trucidados ante o olhar indiferente do mundo e os sorrisos sarcásticos dos bem-pensantes repete-se, igualzinho ao dos anos 30.
Oito milhões de ucranianos ameaçados por Stalin poderiam ter sobrevivido se o New York Times não assegurasse que estavam em boas mãos. Seis milhões de judeus poderiam ter sido poupados, se na Inglaterra o sr. Chamberlain, nos EUA os comunistas comprados pelo pacto Ribbentropp-Molotov e na França uma esquerda católica podre, sob a liderança do açucarado Emmanuel Mounier, não garantissem que Adolf Hitler era da paz. A credibilidade dos apaziguadores é uma arma letal a serviço dos genocidas. Mas hoje não é preciso nem mesmo desmentir o horror. Ninguém sabe que ele existe. O mundo estreitou-se às dimensões de uma telinha de TV, de uma manchete de jornal. O que não cabe nelas está fora do universo. A mídia elegante tornou-se o maior instrumento de controle e manipulação jamais concebido pelos supremos tiranos. Joseph Goebbels e Willi Munzenberg eram apenas amadores. Acreditavam em propaganda ostensiva, quando hoje se sabe que a simples alteração discreta do fluxo de notícias basta para gerar nas massas uma confiança ilimitada nos manipuladores e o ódio feroz a bodes expiatórios, sem que ninguém pareça tê-las induzido a isso. O tempo das mentiras repetidas está superado. Entramos na era da inversão total."
Olavo de Carvalho
http://olavodecarvalho.org/para-alem-da-satira/
*
O esforço do homem, durante séculos e séculos, para aumentar o seu grau de conhecimento está sendo substituído por um esforço contrário, lamenta J. R. Guzzo no portal Metrópoles. E o pior é que esse esforço contrário viceja dentro das universidades, supostos centros do conhecimento:
https://otambosi.blogspot.com/2020/01/vivemos-uma-praga-historica-o-triunfo.html
*
Em 1968, o jovem Scruton percebeu nos militantes marxistas aquilo que chamou de "cultura do repúdio", ou seja, um método de perseguição e censura de toda e qualquer opinião que fosse contrária àquela ideologia.
Ele mesmo experimentou dessa navalha ideológica em diferentes momentos de sua jornada, sendo a última ainda no ano de 2018, quando, vitima de fake news, foi impedido de assumir um cargo não remunerado numa comissão de melhoria habitacional proposta pelo governo britânico.
Para o autor, a experiência reverenciada pela maioria dos pensadores em 1968 não representava um tipo de liberdade, mas sim um tipo de prisão.
Naquele momento, compreendeu que, quando a liberdade está divorciada da autoridade, de nada serve. Scruton compreendia autoridade como respeito às coisas, pessoas e pensamentos que mantêm a integridade do ser no mundo. Este é um traço bastante caro aos conservadores.
Para Roger Scruton, o conservadorismo "[…] surge diretamente da sensação de pertencimento a alguma ordem social contínua e preexistente e da percepção de que esse fato é importantíssimo para determinar o que fazer".
(...)
É no presente que as relações humanas estão estabelecidas, onde o homem se percebe como pertencente ao meio social, onde cria laços afetivos e constrói tradições. Sir Roger ressalta que esses valores e afetos nunca se dão de forma hierarquizada ou imposta; ao contrário, crescem de maneira natural, "[…] de baixo para cima, por meio de relações de amor, de respeito e de responsabilidade".
https://entendendobolsonaro.blogosfera.uol.com.br/2020/01/13/roger-scruton-um-legado-de-beleza-contra-a-destruicao/
*
(...)
O maior de todos esses problemas foi designado pelo autor como "cultura do repúdio": o pensamento revolucionário, que Scruton testemunhou no Maio de 1968, em Paris, repudia toda a tradição moral e institucional de uma sociedade democrática, em busca de uma quimera em que os homens se encontram radicalmente livres. Para Scruton essa promessa ignora que a liberdade real, por oposição a uma liberdade fantasiosa, necessita de tudo aquilo que os revolucionários destroem (lei, autoridade, tradição moral, etc.).
O resultado desse repúdio, que teve no Maio de 68 feições burlescas, adquiriu contornos trágicos nos grandes movimentos totalitários do século 20.
Na segunda metade do século 20, houve um repúdio mais sutil a que Scruton deu o nome "oikophobia". É, literalmente, um "medo da casa", entendendo-se por casa o Estado-nação. Para Scruton, a União Europeia pretende suplantar essa realidade pela afirmação vigorosa de que o nacionalismo é uma relíquia venenosa da história.
Ledo engano, avisava o autor.Para começar, imputar ao nacionalismo todas as tragédias da Europa moderna seria como acusar o amor de fomentar a violência doméstica (Chesterton dixit).
O nacionalismo, entendido aqui como lealdade pré-política que expressa um sentimento de pertencimento a uma língua, cultura, religião, memória histórica, etc., é inapagável. Mais ainda: ao ter permitido a emergência do Estado-nação, com uma ordem legal que se assume como territorial, essa lealdade é uma condição necessária para a existência da democracia.
O regime democrático é uma forma de "gerir descontentamentos". Mas só é possível fazer essa gestão quando, apesar das diferenças, um povo se reconhece como parte de uma experiência histórica comum.
Por outro lado, a erosão do elemento nacional não será apenas uma ameaça ao funcionamento e à legitimidade democráticos. Uma sociedade que se baseia no repúdio desse “sentimento de pertença” não pode estranhar quando esse vazio cultural e espiritual é preenchido por outras lealdades.
A radicalização das comunidades muçulmanas na Europa explica-se também pela ausência de uma identidade nacional forte. Privados dessa identidade, os mais jovens procuram uma outra identidade no radicalismo da religião.Será por isso, pergunto eu, que o extremismo que vejo na Europa não acontece nos Estados Unidos, onde ainda existe um sentimento patriótico robusto?
Artigo completo: "Roger Scruton, 1944-2020", João Pereira Coutinho, Folha de SP
*
(...)
O maior de todos esses problemas foi designado pelo autor como "cultura do repúdio": o pensamento revolucionário, que Scruton testemunhou no Maio de 1968, em Paris, repudia toda a tradição moral e institucional de uma sociedade democrática, em busca de uma quimera em que os homens se encontram radicalmente livres. Para Scruton essa promessa ignora que a liberdade real, por oposição a uma liberdade fantasiosa, necessita de tudo aquilo que os revolucionários destroem (lei, autoridade, tradição moral, etc.).
O resultado desse repúdio, que teve no Maio de 68 feições burlescas, adquiriu contornos trágicos nos grandes movimentos totalitários do século 20.
Na segunda metade do século 20, houve um repúdio mais sutil a que Scruton deu o nome "oikophobia". É, literalmente, um "medo da casa", entendendo-se por casa o Estado-nação. Para Scruton, a União Europeia pretende suplantar essa realidade pela afirmação vigorosa de que o nacionalismo é uma relíquia venenosa da história.
Ledo engano, avisava o autor.Para começar, imputar ao nacionalismo todas as tragédias da Europa moderna seria como acusar o amor de fomentar a violência doméstica (Chesterton dixit).
O nacionalismo, entendido aqui como lealdade pré-política que expressa um sentimento de pertencimento a uma língua, cultura, religião, memória histórica, etc., é inapagável. Mais ainda: ao ter permitido a emergência do Estado-nação, com uma ordem legal que se assume como territorial, essa lealdade é uma condição necessária para a existência da democracia.
O regime democrático é uma forma de "gerir descontentamentos". Mas só é possível fazer essa gestão quando, apesar das diferenças, um povo se reconhece como parte de uma experiência histórica comum.
Por outro lado, a erosão do elemento nacional não será apenas uma ameaça ao funcionamento e à legitimidade democráticos. Uma sociedade que se baseia no repúdio desse “sentimento de pertença” não pode estranhar quando esse vazio cultural e espiritual é preenchido por outras lealdades.
A radicalização das comunidades muçulmanas na Europa explica-se também pela ausência de uma identidade nacional forte. Privados dessa identidade, os mais jovens procuram uma outra identidade no radicalismo da religião.Será por isso, pergunto eu, que o extremismo que vejo na Europa não acontece nos Estados Unidos, onde ainda existe um sentimento patriótico robusto?
Artigo completo: "Roger Scruton, 1944-2020", João Pereira Coutinho, Folha de SP
Michael Oakeshott, outro clássico daquela tradição, aparece no banco de dados com apenas um trabalho dedicado especificamente ao seu pensamento. Irving Babbit, Richard M. Weaver, Erik von Kuehnelt-Leddihn, Thomas Sowell, Eugen Rosenstock-Huessy, Theodore Dalrymple, Irving Kristol, Gertrude Himmelfarb, John Kekes, Kenneth Minogue, Jean-François Revel, David Horowitz, Roger Kimball, nenhum desses intelectuais, enfim, figura como objeto de pesquisa nas universidades brasileiras. Os trabalhos que mencionam alguns deles (quase sempre de passagem) são raríssimos, dissolvendo-se como gotas de vinho num oceano de estudos devotados a Marx, Engels, Gramsci, Marcuse, Lukács, Althusser, Sartre, Foucault, Deleuze, Bourdieu e Paulo Freire. No domínio das humanidades brasileiras, portanto, a direita não é mais que uma assombração
A CORRUPÇÃO DA INTELIGÊNCIA - Flávio Gordon
Conservadorismo
Assim como Edmund Burke, Russell Kirk e Samuel Huntington, Michael_Oakeshott parte do pressuposto de que o conservadorismo não é uma ideologia no acervo de concepções de mundo, uma vez que não é propriamente inventado racional e sistematicamente. Trata-se de uma “disposição”, uma “propensão” ou mesmo um sentimento de “familiaridade” a valores e instituições.[9]
Para o filósofo, não há um projeto de sociedade ideal que deveria ser sobreposto à realidade existente; ao contrário: parte-se desta sociedade e da acumulação de instituições que ao longo da história demonstraram na prática trazer resultados positivos. Segundo Oakeshott, a inclinação conservadora advém do sentimento de quem tem algo a perder, que se aprendeu a valorizar.[10]
*
A ALMA DO MUNDO
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/09/1916711-em-ensaio-filosofo-roger-scruton-investiga-base-da-humanidade.shtml
*
INTERVENÇÃO DIVINA
Diz Santo Tomás que "pela oração de muitos, às vezes se alcança o que pela oração de um só não se obteria."




