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sexta-feira, 18 de abril de 2025

OESTE SEM FILTRO - 18/04/2025 - Alexandre Garcia, Ana Paula Henkel, Adalberto Piotto, Carlo Cauti




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TOTALITARISMO E IDEOLOGIA - VACLAV HAVEL "No sistema "pós-totalitário", portanto, viver dentro da verdade tem mais do que uma mera dimensão existencial (devolvendo a humanidade à sua natureza inerente), ou uma dimensão noética (revelando a realidade como ela é), ou uma dimensão moral (dando um exemplo para outros). Tem também uma dimensão política inequívoca. Se o principal pilar do sistema é viver uma mentira, então não é surpreendente que a ameaça fundamental ao mesmo seja viver a verdade. É por isso que deve ser reprimido mais severamente do que qualquer outra coisa." https://conspiratio3.blogspot.com/2023/11/tudo-e-politica.html

 

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"Salvarei o Brasil se ouvir em todas as casas ao menos uma jaculatória da minha Coroa das Lágrimas"  "Por vossa mansidão divina, ó Jesus manietado, salvai o mundo do erro que o ameaça."

GRANDES PROMESSAS https://youtu.be/TuAsi3ZTrZI 

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"O medo de enxergar o tamanho do mal já é sinal de submissão ao demônio." Olavo de Carvalho

REZE PELO BRASIL. REZE PELA VERDADE. Ela está em perigo de extinção, substituída por ideologias e pretextos. 

domingo, 26 de janeiro de 2020

CONEXÃO CRÍTICA NACIONAL COM BRUNA TORLAY: A CULTURA NO BRASIL & GEORGE SOROS NA UNIVERSIDADE




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CONTROLE DA INFORMAÇÃO E CENSURA À VERDADE NAS UNIVERSIDADES
"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."  "Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")

Como apontaram os historiadores J. Arch Getty e Oleg V. Nautmov, "de acordo com a fórmula de Stalin, a crítica era o mesmo que oposição; a oposição inevitavelmente implicava conspiração; a conspiração significava traição. Algebricamente, portanto, a mais leve oposição ao regime ou a falha em reportar tal oposição era equivalente ao terrorismo". (Vladimir Tismaneanu, "O Diabo na História")

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PROJECT SYNDICATE: O ORÁCULO DE GEORGE SOROS
https://conspiratio3.blogspot.com/2017/12/projeto-credibilidade-grande-imprensa.html 
 
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Enquanto a esquerda recebe dinheiro, a direita recebe CENSURA! É só controlando a informação que a esquerda avança.





sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

A HISTÓRIA DO NAZISMO E A PROPAGANDA SOVIÉTICA - CAMPANHA FEZ TODO ANTICOMUNISMO EQUIVALER A NAZISMO


Texto de Olavo de Carvalho:


Eis aqui dois exemplos casuais, mas altamente significativos, enviados ao jornal por ocasião do artigo em que João Pereira Coutinho celebrava o livro de Silvia Bittencourt, A Cozinha Venenosa, ao que parece uma pesquisa interessantíssima sobre um jornal menor da Baviera, que alertou, pioneiramente e em vão, contra o perigo da ascensão do Partido Nazista:

1) “Hitler foi um joguete útil que a direita europeia pensou poder controlar e usar à vontade contra o bolchevismo russo e a esquerda alemã. Saiu de controle e deu no que deu. Agora, renegar isso é miopia ou má fé.”

2) “Na verdade, a direita em geral, por medo do comunismo, apostou em Hitler, desprezando a socialdemocracia que, na ocasião, era a única saída possível para conter os dois extremos.”

Uma inversão tão exata e meticulosa da realidade histórica não se impregna na mente de uma coletividade sem que haja uma campanha de falsificação pertinaz e onipresente, renovada ao longo de muitas gerações.

O que se entende e se repassa no Brasil como “história do nazismo”, tanto nas escolas quanto na mídia, é ainda uma repetição fiel, mecânica e servil da propaganda estalinista posta em circulação nos anos 30 do século 20 e até os dias de hoje aceita, sem exame, pelo beautiful people paulistano, a contrapelo da ciência histórica mundial que já deu cabo dessa patacoada há muitas décadas.

Na verdade, a “direita européia” praticamente inteira – representada, por exemplo, por Churchill em Londres, pela Action Française em Paris, pelo chanceler Engelbert Dolfuss em Viena e pelo Papa Pio XII em Roma – opôs desde o início a mais vigorosa resistência à ascensão nazista e continuou a fazer isso depois de 1939, quando Stálin e Hitler, após uma longa colaboração secreta, se deram as mãos em público para invadir a Polônia.

Nem o Partido Nazista nem o fascismo italiano surgiram como facções conservadoras ou de direita, mas como dissidências internas do movimento revolucionário. A tônica de ambos era restaurar o caráter originariamente nacionalista dos vários socialismos, que, no entender deles, o Partido Comunista havia enlatado à força num internacionalismo enganoso, subsidiado pelo grande capital. Como nenhuma mentira pega sem haver um fundo de verdade, a visão nazifascista da história correspondia, nesses pontos, à realidade dos fatos:

(1) Os socialismos apareceram realmente associados aos movimentos de independência nacional que sacudiram a Europa desde o início do século 19 (leiam, de Benedetto Croce, Storia d’Europa nel Secolo Decimonono, reed. Adelphi, 1993).

(2) O “internacionalismo proletário” foi realmente uma invenção do Partido Comunista, nascida de uma resolução proposta por Lênin e Rosa Luxemburgo na Segunda Internacional, em 1907, que declarou todo patriotismo ou nacionalismo o inimigo número um da revolução (sem prejuízo de que, mais tarde, Stálin invertesse o discurso, passando a usar os ressentimentos nacionais “anticolonialistas” como os motores do espírito revolucionário).

(3) O grande capital, especialmente americano, subsidiou o movimento comunista com uma generosidade ilimitada, incomparavelmente superior a qualquer ajuda que possa ter prestado a nazistas e fascistas, antes ou depois (v. Antony C. Sutton, The Best Enemy Money Can Buy, Liberty House Press, 1986; Wall Street and the Bolshevik Revolution, reed. Clairview Books, 2011; e sobretudo os três volumes da série Western Technology & Soviet Economic Development publicados pela Hoover Institution).

Uma das constantes mais nítidas e inegáveis da história do movimento revolucionário é que suas facções, quando entram em conflito, o primeiro recurso a que apelam é acusar-se mutuamente de aliadas e instrumentos do capitalismo, da maldita burguesia.

Os comunistas utilizaram esse rótulo abundantemente contra os anarquistas, os trotskistas, os social-democratas e, como não poderia deixar de ser, contra os nazistas e os fascistas. Só que estes já o haviam usado contra os comunistas muito antes e, sabe-se hoje, até com mais razão. Depois, como o nazifascismo perdeu, foi a propaganda comunista que acabou prevalecendo na memória popular.

O segundo comentário é até mais louco do que o primeiro: a direita negou apoio à socialdemocracia e, assim, entregou o poder a Hitler. Não, porca miséria. Toda a historiografia mundial sabe que foi o contrário, mas a notícia ainda não se espalhou entre os cultíssimos leitores da Folha.

Quem boicotou os socialdemocratas não foi a direita; foi o Partido Comunista, por ordem de Stálin, que via neles a direita quintessencial, o inimigo burguês por excelência, e nos nazistas o “navio quebra-gelo” (sic) apropriado para desmantelar as democracias em torno e, mesmo a contragosto, abrir caminho ao avanço das tropas comunistas, como de fato acabou acontecendo em todo o Leste Europeu.

A credibilidade infinitamente renovada que as lendas historiográficas do estalinismo continuam desfrutando no Brasil depois de passadas oito décadas é um dos fenômenos mais lindos nos anais da estupidez universal. 

Texto completo:
"Lindeza de estupidez", Olavo de Carvalho, 2013
http://olavodecarvalho.org/lindeza-de-estupidez/

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"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)  


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Na sua propaganda de guerra, os comunistas soviéticos espalharam que o nazismo era um movimento de trogloditas semi-analfabetos, sem nenhuma qualidade intelectual. Tanto essa propaganda funcionou, que até hoje o leitor médio de jornais acredita nela. Mas, do ponto de vista da ciência histórica, ela só serve para encobrir o problema central do fenômeno nazista, o qual, bem ao contrário, consiste justamente em compreeender como tantos intelectuais e artistas de primeiro plano, não só na Alemanha como em outros países, puderam aderir àquela ideologia mortífera. Esse problema é igual, em tudo, ao da intelectualidade comunista. Ocultando-o sob a mentira publicitária, os comunistas criaram artificialmente uma diferença fictícia entre eles e os nazistas, continuando a usar como emblema de superioridade o número de intelectuais e artistas que aderiam ao seu Partido. Darei uma aula sobre isso em breve.  https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159146847777192
 
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A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.

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Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista
Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml

Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/

Fidel recrutou ex-nazistas da SS para treinar Exército cubanoDocumentos da inteligência alemã mostram contato com extrema direita.Relatório mostra que dois oficiais alemães foram ao país.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/fidel-recrutou-ex-nazistas-da-ss-para-treinar-exercito-cubano.html

"Rudolph Rummel, o demógrafo perito em contabilizar todos os homicídios em massa causados por governos, estimou o total de vidas humanas dizimadas pelo socialismo do século XX em 61 milhões na União Soviética, 78 milhões na China, e aproximadamente 200 milhões ao redor do mundo. Todas essas vítimas pereceram de inanições causadas pelo estado, coletivizações forçadas, revoluções culturais, expurgos e purificações, campanhas contra a renda não-merecida, e outros experimentos diabólicos envolvendo engenharia social."
https://www.mises.org.br/ArticlePrint.aspx?id=2795


* "Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 

     
#EstouComBolsonaro
 

Carimbar de "negacionista" qualquer debatedor do noticiário covid oficial, usando um termo consagrado como denominação dos negadores do Holocausto e assim deixando no ar a impressão de que o infeliz é um nazistaa -- eis um truque verbal tão sórdido, tão porco e tão criminoso que já basta para sugerir que há algo de patifaria em todo esse noticiário. https://www.facebook.com/olavo.decarvalho/posts/10159146224242192

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"Declaro claramente que Marx foi conscientemente um intelectual embusteiro com o propósito de manter uma ideologia que permitiria a ele apoiar ação violenta contra seres humanos, com uma demonstração de indignação moral." Eric Voegelin, Reflexões Autobiográficas 

sábado, 18 de janeiro de 2020

DANIEL LOPEZ - Este mundo tenebroso - Roberto Alvim prejudicou o governo Bolsonaro

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CLICK TIME

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Estou em dúvida se ele é um agente ou foi programado para sabotar o governo Bolsonaro, fabricando mais uma peça de desinformação para a narrativa do "GOPI"...

Desde Stálin está valendo o critério para difamar acusadores do comunismo: todo anticomunista é nazista (fascista). Essa arma é antiga. 

"O fascismo (e sua versão radical, o nazismo) eram categoricamente anti-comunistas. Nos anos de 1930, o stalinismo fez do anti-fascismo um pilar de sua propaganda, seduzindo intelectuais e galvanizando movimentos de resistência em todo mundo. Na verdade, na ausência da retórica anti-fascista, é difícil imaginar o stalinismo tornando-se um imã tão extraordinário para indivíduos, quanto mais, inteligentes e razoáveis. Essas pessoas estavam convencidas de que, ao apoiar os Frontes Populares, especialmente durante a Guerra Civil Espanhola, estavam se opondo à barbárie nazista. A máquina de propaganda da Internacional Comunista defendia os direitos humanos contra as atrocidades abomináveis perpetradas pelos nazistas, ocultando o fato de, até 1939, a maior parte dos crimes na Europa terem sido cometidos por stalinistas na URSS." (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História) 
 
A fórmula "comunismo = anti-fascismo" foi ampliada pela retórica comunista para atingir seus acusadores: "anti-comunistas = fascistas". O anti-fascismo tem servido como escudo para ocultar os crimes comunistas contra a humanidade desde a década de 1940. 

"As dificuldades relatadas para um reconhecimento dos crimes em massa comunistas são devidas às longas décadas de controle pelo Estado, das informações nesses países, ao atraso na abertura dos arquivos e à reação nervosa de círculos de esquerdistas na Europa Ocidental ao que acreditaram ser uma instrumentalização política do passado."
"Jeffrey Herf, por exemplo, argumentou que "a despeito de algumas exceções, Courtois tem razão: na academia ocidental, os eruditos que escolhem focalizar os crimes do comunismo eram e continuam a ser uma minoria, e enfrentam o perigo de bloqueio da carreira se forem rotulados de direitistas". (Vladimir Tismaneanu)

Em 1947 a URSS conseguiu retirar "grupos políticos" da definição de genocídio da ONU para não ser investigada e condenada por seus crimes, mantendo sua reputação ilesa:
 "Ademais, "todos os esboços iniciais da Convenção de Genocídio, incluindo o esboço inicial do Secretariado da ONU, feito em maio de 1947, incluiam grupos políticos em sua definição. Os soviéticos, os poloneses e mesmo alguns membros não-comunistas dos comitês da comissão de redação objetaram" (Vladimir Tismaneanu, O Diabo na História)  
  
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"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


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#EstouComBolsonaro

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Olavo de Carvalho A nova biografia de Hitler pelo historiador britânico Brendan Simms, a mais amplamente documentafa de todas, demonstra que o objetivo central do líder nazista nunca foi a de deter a expansão da Russia comunista e sim a do imperialismo americano. Esse pensamento do Füher se harmoniza muito bem com as primeiras doutrinas do fascismo italiano, mas também com a experiência direta que ele teve da I Guerra Mundial, onde a Rússia foi neutralizada sem grande dificuldade pelo governo alemão mas o ingresso dos EUA na guerra trouxe o desastre final e total do Kaiser. A lenda urbana comunista, que faz de Hitler um anticomunista por excelência, pode assim ser considerada morta e encerrada, o que é o mesmo que dizer: cultuada só na Úichpi e na Fôia.


SECRETÁRIO DE CULTURA É DEMITIDO POR BOLSONARO - VISTA PÁTRIA
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/urgente-secretario-de-cultura-e.html





OLAVO DE CARVALHO NO FACEBOOK:
1 h
Nunca chamei o Alvim de nazista. Chamei de maluco e trouxa. Se ele acha que a fama de nazista é menos danosa, ele prova que é essas duas coisas.
Tudo o que eu disse dele foi para preservá-lo da injusta acusação de nazista. Ele não entendeu.
1 h
Comunista ensinando como combater o fascismo é estuprador de meninos dando curso de segurança anal.
1 h
Comunistas fazem truquinhos sujos para dar ao presidente Bolsonaro uma aparência de nazista, mas NAZISTAS SÃO ELES. Até o Parlamento Europeu já se tocou. Enquanto isso, o lindinho Luciano Huck escolhe o homem do PC do B para seu vice. Isso já diz TUDO.
Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade 
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/
2 h
Os esquerdistas fazendo-se de vitiminhas da censura depois de haver calado as vozes dos seus adversários por meio século deram um espetáculo de hipocrisisia capaz de fazer inveja ao próprio Satanás.
Mas a culpa de que esse truque sujo funcionasse foi cem por cento do imediatismo direitista.
2 h
ATÉ HOJE não temos um livro que documente apropriadamente o controle esquerdista da mídia, das universidades, das artes e espetáculos e do funcionalismo público. A direita nacional só sabe agir no momentâneo e no superficial. Só a esquerda sabe seguir o conselho de Goethe: " É urgente ter paciência."
3 h
Não acredito que o Alvim tivesse escolhido pessoalmente a frase do Goebbels. Quando percebeu o enxerto, aprovou-o retroativamente para não admifir que foi feito de trouxa. Típica falsa esperteza brasileira. O sujeito é estuprado e sai dizendo que deu por vontade própria:
-- Vocês não sabiam, mas eu sempre fui gay
22 h
A dúvida continua: QUEM enxertou a frase do Goebbels no discurso do Alvim, copiando nisso o truque sujo aprendido no filme da Sandra Bullock, e ainda reforçou a coisa com um fundo musical de Richard Wagner? O episódio revela o poder e o espírito criminoso do "deep State".
Comunista não é um cidadão honesto, não é uma pessoa normal, não é um interlocutor legítimo no debate democrático. Fingir que ele é essas coisas resulta em arrombar o própio cu por pura amabilidade,.
A frase enxertada no discurso do Alvim não tem, por si, nenhum conteúdo nazista ou racista. Só depois de todo mundo saber que é uma paráfrase do Goebbels é que a coisa vira escândalo. Mas quantos jornalistas brasileiros leram tantos discursos do Goebbels ao ponto de identificar a autoria de uma frase solta? Obviamente nenhum. Quem levantou a lebre fez isso inspirado no filme da Sandra Bullock. Como é simplesmente impossível que o Alvim usasse o truque desse filme para foder com a própria reputação, é
obvio que algum funcionário sacana fez isso e depois avisou o jornalista, que, esfregando as mãos de prazer, deu no Alvim o tiro de misericórdia. Interroguem esse jornalista e acabarão sabendo de onde veio a coisa toda.
Que o caso do Alvim sirva de alerta aos futuros ocupantes do cargo: NÃO CONFIEM EM FUNCIONÁRIOS ESQUERDISTAS. ELES SÃO DESLEAIS POR OBRIGAÇÃO.
Na minha modesta opinião, qualquer um que não saiba redigir seus próprios discursos não está capacitado a ocupar nenhum cargo público.
Isso é para vocês entenderem que TODO COMUNISTA É UM PSICOPATA INDIGNO DE CONFIANÇA.
Agora eu tenho certeza de que a frase do Goebbels foi enxerto petista, não sintoma de loucura.
Comunista é assim: defende os judeus de antigamente para poder melhor foder os da atualidade.
Platão decidiu se dedicar à filosofia quando SE DESILUDIU com a ação política. Marx partiu para a construção do Partido quando se desiludiu com a filosofia.
Quase a mesma coisa, não é mesmo, idiotinha?
Marx, Lênin, Stalin e Mao só merecem atenção na medida em que são monstros de maldade, genocidas conscientes e assumidos, não bocós de mola que vêem bondades no diabo como os nossos professorinhos.
O genocídio que os comunistas empreenderam em todos os países que governaram é o maior exemplo da unidade marxista de teoria e prática.
Qualquer sujeito que se diz marxista sem tomar consciência de que faz apologia do genocídio é indigno de atenção
No Brasil não há mais luta política, só ataques odientos e criminosos à honra e à vida dos adversártios. A passagem do PT pela história nacional foi um desastre do qual o Brasil levará muitas gerações para se recuperar, se chegar a isso. O dano econômico foi descomunal, mas o moral foi maior ainda. Foi, como queria o Caggad, a lumpenproletarização total. Todos os que se acumpliciaram a essa desgraça deveriam ser expulsos da vida política e responsabilizados criminalmente. Aceitá-los como interlocutores normais no processo democrático é uma fraqueza suicida.
Atenção:


Não só a paráfrase do Goebbels é sinal de miolo mole, mas o nacionalismo estatal ao estilo getulista é completamente estranho, se não francamente hostil, ao espírito desestatizante do governo Bolsonaro.
É tudo muito doido.
Ou o Alvim pirou, ou algum assessor petista enxertou a frase do Goebbels no discurso dele para assassinar sua reputação.
Atenção, senhor presidente da República, senhores ministros, senhores comandantes militares, senhores deputados e senadores: Depois de um século e meio da experiência histórica mais mortífera e sangrenta de todos os tempos, qualquer um que se declare "marxista" deve, excluída a hipótese de doença mental incapacitante, ser considerdo um canalha, uma mentalidade criminosa, um inimigo da espécie humana. Aceitar a convivência com esse lixo é um masoquismo inexplicável, uma desonra auto-imposta como se fosse obrigação normal, um sintoma de inconsciência suicida.
Se o sujeito cria um partido para fazer uma revolução e já avisa que ela terá de ser violenta, só um amor devoto doido de pedra pode achar injusto culpar esse sujeito pelos crimes dos revolucionários.
* * *

Roberto Alvim achou que poderia "apropriar-se" da ideia germinal do romantismo alemão como meio para restabelecer a alta cultura brasileira, ignorando as implicações políticas e ideológicas advindas desse romantismo na Alemanha do início do século passado, principalmente pela atuação dos wagnerianos. Isso somente poderia resultar em desastre
*  
Nikita Klaestrup - Brazil 17 de janeiro Discurso nacionalista sobre artes, com música do alemão Richard Wagner tocando no fundo. E ainda com o "copiar+colar" do discurso do Goebbels? Ou esse Alvim é um analfabeto funcional, ou armaram para ele e ele caiu feito trouxa. Como que o alguém que se diz "capacitado" para exercer um cargo cultural, cai numa destas?
Me lembrou o Thomas Turbando Bustamante do advogado da Dilma.

* 
Cristian Derosa  2 hSerá no primeiro governo de direita que o conservadorismo será CRIMINALIZADO. Não duvidem. Enquanto isso, a mídia independente gritando sozinha sem apoio do governo nem de empresários a ser perseguida. A merda está se espalhando. Bolsonaro está cercado e só um levante popular poderia talvez reverter o quadro já desenhado.
2 h
Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml
4 h

Rodrigo Miceli
Descobrimos que Goebbels é muito lido pela classe jornalística brasileira. Tivesse Alvim citado algum clássico da literatura ocidental, ninguém reconheceria. Mas o ministro da propaganda da Alemanha Nazista, sabem até de cor! Imaginem o sujeito assistindo ao pronunciamento, quando de repente: "Pera aí... eu conheço essa meia dúzia de palavras! São de Goebbels! Do livro "Joseph Goebbels: A biography", LONGERICH, Peter, página tal, edição tal, ano tal, etc., etc. Eles também reconheceram uma ópera de Wagner tocando ao fundo... Impressionante! Devem estar muito familiarizados com os personagens Persival, Lohengrin, Friedrich de Telramund, Elsa de Brabante...
(Demo Danado) - Risos... Nunca ouviram falar.
5 h
Fidel recrutou ex-nazistas da SS para treinar Exército cubanoDocumentos da inteligência alemã mostram contato com extrema direita.Relatório mostra que dois oficiais alemães foram ao país. 
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/10/fidel-recrutou-ex-nazistas-da-ss-para-treinar-exercito-cubano.html

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Advogada que associou fala de Alvim com nazismo: “Foi por acaso”
https://www.metropoles.com/brasil/advogada-que-associou-fala-de-alvim-com-nazismo-foi-por-acaso

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Celso Lino A verdade factual de uma infelicidade
por Marco Frenette
Prezados amigos, segue o que realmente aconteceu:
1 - O texto foi escrito pelo próprio Alvim. Ele é um escritor e tradutor. Tem livros publicados, domina as técnicas de escrita e não precisa de assessor para produzir seus textos; e, nesse caso, fez ainda mais questão de escrever pessoalmente. Ele próprio informou a autoria em entrevistas;
2 - A frase infeliz, aquela que guarda semelhanças com a de Goebbels, veio de pesquisas sobre nacionalismos, e, sem saber a origem espúria da frase, a inseriu no seu texto. Ele próprio explicou isso em entrevistas;
3 - Ninguém sugeriu ou colocou sem consentimento o trecho de Lohengrin para comprometê-lo. Alvim ama ópera, e escolheu pessoalmente Lohengrin por seu alto valor estético e por representar a conversão de Richard Wagner ao cristianismo. O próprio Alvim explicou isso em entrevistas;
4 - A Secretaria Especial da Cultura não tem equipe interna de produção de vídeo, mas uma agência externa contratada por meio de licitação, conforme exige a lei. É emitida uma ordem de serviço e a agência envia uma equipe de filmagem, cujos integrantes variam, e depois o material retorna para a agência para ser editado por profissionais que também variam;
5 - Juntem os quatro fatos descritos acima e percebam que não houve uma "ação interna de esquerdistas" para derrubar o secretário por meio de uma frase, mas a esquerda fazendo um pesado e desonesto aproveitamento político de uma infelicidade praticada pelo secretário. Ele próprio explicou isso em entrevistas;
6 - Juntem aos cinco fatos mais este: Alvim é tão "nazista" que convocou judeus, negros, católicos, mulheres e ateus para preencher os cargos de direção das secretarias e fundações, provando ter uma alma verdadeiramente democrática e desarmada;
7 - Se Alvim fosse de esquerda, poderia até ter elogiado Hitler, como fez Lula; ou poderia até ter comemorado o genocídio praticado por Lênin e Stálin durante a Revolução Russa, como fizeram Chico Alencar e Glauber Braga;
8 - A questão real, portanto, é que a vagabundagem esquerdista queria a todo custo a cabeça de Alvim por ele ser conservador, e terminou conseguindo; e com a ajuda de direitistas despeitados e invejosos, que não se conformavam de não terem sido chamados para compor o governo. Eu f VR






"Vocês não viram ainda o que é uma ditadura fascista. Ajudem a derrubar o Bolsonaro, e verão."  
Olavo de Carvalho 


#EstouComBolsonaro

A HISTÓRIA DO NAZISMO E A PROPAGANDA SOVIÉTICA
https://conspiratio3.blogspot.com/2020/01/a-historia-do-nazismo-e-propaganda.html


Esquerda diz que nazista tem de ser tratado matando. A seguir, chama todo mundo de nazista
Um fenômeno perigosíssimo está ocorrendo no Brasil. A esquerda prega morte aberta a nazistas, o que seria ótimo. Mas, para esquerdistas, “nazista” é todo mundo à direita de Stalin
http://sensoincomum.org/2020/01/24/esquerda-nazista-tratado-matando-chama-todo-mundo-nazista/

Massacre de Katyn: quando a União Soviética matou 22 mil poloneses e culpou o inimigo
https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-massacre-de-katyn-quando-antiga-urss-executou-22-mil-poloneses-e-jogou-culpa-nas-tropas-nazistas.phtml

Parlamento Europeu aprovou resolução que coloca nazismo e comunismo em pé de igualdade
https://observador.pt/2019/10/15/parlamento-europeu-aprovou-resolucao-que-coloca-nazismo-e-comunismo-em-pe-de-igualdade/